Classificação
- Total de reclamações
- 22
- Número de reclamações*
- 16
- Reclamações resolvidas*
- 93%
- Média de dias para responder*
- 10 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
Compra de veículo
Comprei um MG S5 Confort 49kw novo no dia 31 de Agosto de 2026 no stand de Palmela, fui contactado que me iriam entregar o veículo no dia 16 de Setembro de 2026, combinei para o dia 17 de Setembro de 2026 mas paguei o veículo na totalidade no dia 11 de Setembro de 2026, como requerido, hoje dia 16 de Setembro de 2026 ainda não tenho a documentação para puder tratar do seguro. Acho inadmissível, que após 3 dias do pagamento integral do veículo, ainda não terem tratado da matrícula.
Avaria nos amortecedores
Reclamação — Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05 Assunto: Avaria no sistema de suspensão, recusa de reparação e imputação da responsabilidade ao cliente No dia 12/08/2026, entreguei na Motorpor a minha viatura Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05, apresentando no painel uma luz amarela de aviso de avaria relacionada com o sistema de suspensão. A viatura ficou nas instalações da Motorpor para análise/intervenção. No dia 14/08/2026, fui levantar a viatura e a referida luz de aviso encontrava-se apagada, levando-me a concluir que a situação teria sido analisada e resolvida pela oficina. No dia 19/08/2026, levei o veículo à inspeção periódica obrigatória. Durante a inspeção, o inspetor chamou-me a atenção para o facto de os valores de eficiência das suspensões se encontrarem alterados. Foram realizados dois testes, sendo que um deles aprovou e outro reprovou, tendo, contudo, o veículo acabado por ser aprovado na inspeção periódica obrigatória. Perante o alerta dado pelo inspetor relativamente aos valores da suspensão, comuniquei a situação à Motorpor e voltei a entregar a viatura à oficina no dia 26/08/2026, para que a situação fosse novamente analisada. Posteriormente, no dia 31/08/2026, enquanto a viatura se encontrava sob responsabilidade da Motorpor, foi realizada uma inspeção técnica facultativa na DEKRA, às 17h21, com 127.986 km, cujo relatório indicou ausência de deficiências e resultado “Aprovado” e realizaram o percurso até a oficina. A Motorpor informa ainda que, após a minha reclamação, a viatura foi submetida a testes na Mercedes-Benz Carclasse, onde terá passado nos testes de eficiência da suspensão, e posteriormente a outra inspeção IPO, na qual terá igualmente sido aprovada. No dia 03/09/2026, após me ter sido novamente entregue a viatura pela Motorpor, esta apresentava 127.992 km. Percorri aproximadamente 3 km até um centro de inspeções, onde, por minha iniciativa, solicitei uma inspeção técnica facultativa. Nessa inspeção, a viatura foi reprovada por deficiência 5.3.2.7 — diferença da eficiência do amortecimento entre os lados do mesmo eixo superior a 30%, tendo sido identificada uma diferença de 32% nos amortecedores dianteiros, segundo a informação que me foi transmitida. Após essa reprovação, entreguei novamente a viatura à Motorpor. A Motorpor veio posteriormente informar-me de que considera ser “tecnicamente provável” que a viatura tenha sofrido algum dano ou evento entre as inspeções e que a responsabilidade pela reparação será minha, tendo ainda informado que a WTW NSA recusou a cobertura dos amortecedores, alegando que estas peças não estão abrangidas pelo contrato de garantia. Não aceito que a responsabilidade pela avaria seja imputada a mim sem prova técnica objetiva. Considero particularmente relevante toda a sequência dos acontecimentos: 12/08 — veículo entregue à Motorpor já com luz amarela de avaria da suspensão acesa; 14/08 — veículo levantado, com a luz de avaria apagada; 19/08 — inspeção periódica obrigatória, com o inspetor a alertar para valores de suspensão alterados e realização de dois testes, um aprovando e outro reprovando, embora o veículo tenha acabado aprovado; 26/08 — veículo novamente entregue à Motorpor após comunicação da situação; 31/08 — veículo sob responsabilidade da Motorpor e aprovado na inspeção facultativa realizada pela DEKRA; 03/09 — veículo entregue pela Motorpor, percorridos apenas aproximadamente 3 km, e nova inspeção facultativa a detetar deficiência na eficiência dos amortecedores dianteiros. Perante esta cronologia, não considero aceitável que a Motorpor se limite a afirmar que a avaria terá ocorrido durante os aproximadamente 3km que percorri após o levantamento da viatura, sem apresentar qualquer prova de que tenha existido nesse percurso um impacto, acidente, utilização indevida ou qualquer outro acontecimento capaz de provocar a referida avaria. Solicito esclarecimento sobre o facto de a luz de avaria da suspensão já estar acesa quando entreguei o veículo à Motorpor em 12/08/2026, bem como sobre quais as intervenções efetuadas entre 12 e 14 de agosto que terão levado ao desaparecimento dessa luz. Garantia WTW Relativamente à WTW NSA, foi-me comunicado que os amortecedores não se encontram abrangidos pelo contrato de garantia. A eventual exclusão dos amortecedores da garantia comercial WTW não constitui, por si só, prova de que a avaria tenha sido provocada por mim, nem afasta automaticamente qualquer responsabilidade que possa caber à Motorpor enquanto vendedor Pedido final Face ao exposto, solicitei à Motorpor que reaprecie a situação e assuma a reparação da viatura sem custos para mim, caso se confirme que a situação se encontra abrangida pela responsabilidade legal do vendedor. Solicitei ainda que me seja entregue toda a documentação técnica relativa aos testes e diagnósticos efetuados ao veículo. Não aceito assumir o pagamento da reparação com base numa mera probabilidade ou alegação de que a avaria ocorreu durante os 3 km percorridos após a última entrega do veículo, sem que exista prova técnica objetiva dessa afirmação. Concedi à Motorpor até ao dia 12/09/2026 para apresentar uma solução concreta e devidamente fundamentada. Gostaria de saber se, perante estes factos, a Motorpor pode legalmente imputar-me a avaria sem apresentar prova técnica de que fui eu a causá-la, e se tenho fundamento para exigir a reparação sem custos ou, caso a situação não seja resolvida, pedir a resolução do contrato de compra e venda.
Avaria carro
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO numa situação que considero extremamente grave e prejudicial enquanto consumidora, relacionada com o meu Renault Captur, matrícula AT-20-VR, adquirido em agosto de 2023 nas instalações da Motorpor de Évora. Trata-se de uma viatura de 2022, que anteriormente tinha sido utilizada como veículo de serviço. A situação teve início em maio de 2025, quando a viatura ainda se encontrava dentro do período de garantia. Nessa altura, a 2.ª mudança ficou bloqueada e comuniquei imediatamente o sucedido por email ao vendedor da viatura, Armindo CuCo, que atualmente me indicou que não viu o meu e-mail porque não consegue dar atenção a tudo o que recebe. Penso que essa resposta é a falta de interesse em ajudar indicam como os serviços da Motorpor de Évora se encontram. Inclusive porque no ato da venda fui informada de certos serviços que poderia usufruir caso completasse os 3 anos de revisão na marca, que se prolongaria para 5 anos. Afinal, agora que necessito de ajuda todos mostraram desinteresse e até afirmaram que as coisas são ditas de boca e que não podemos seguir à regra tudo. Tenho esse email e posso comprovar que a anomalia foi comunicada dentro do período de garantia (dentro dos 3 anos). Posteriormente, próximo da revisão periódica, o problema voltou a manifestar-se, desta vez com dificuldade em retirar a marcha-atrás. Informei expressamente a oficina da Motorpor e pedi que a situação fosse analisada. No entanto, segundo me foi transmitido, limitaram-se a experimentar o veículo e, como a anomalia não se manifestou naquele momento, informaram-me que não tinham detetado qualquer problema. Considero que esta situação deveria ter sido analisada de forma mais aprofundada, uma vez que já existia uma comunicação anterior sobre uma anomalia semelhante e tratava-se de um problema intermitente. Em junho de 2026, a situação agravou-se significativamente. Enquanto conduzia, não consegui retirar a mudança engrenada e, depois de conseguir libertá-la, o veículo deixou de permitir engrenar qualquer mudança com o motor ligado. Por questões de segurança, deixei de utilizar a viatura e acionei a assistência em viagem. O veículo deu entrada na oficina da Motorpor de Évora no dia 22/06/2026. A partir desse momento iniciou-se uma situação que considero completamente inadmissível. Durante semanas, não fui contactada pela oficina para ser informada sobre o estado da viatura. Fui sempre eu quem teve de insistir, telefonar e deslocar familiares à oficina para tentar obter informações. Entre os dias 29/06 e 03/07 procurei repetidamente obter informações, tendo apenas conseguido ser atendida no final do dia 03/07. Foi-me dito que estavam a realizar testes e que ainda não tinham identificado a avaria. Chegaram inclusivamente a dizer-me que, caso necessitasse do carro, o poderia ir buscar, apesar de a avaria ainda não estar identificada ou resolvida. Mais tarde, nesse mesmo dia, fui novamente contactada e informada de que a viatura tinha, afinal, apresentado a avaria nas instalações da oficina. No dia 07/07/2026, dois familiares meus deslocaram-se à oficina para tentar obter informações, tendo-lhes sido dito que estavam a tentar compreender melhor a avaria e que eu seria contactada até ao final dessa semana. Esse contacto nunca aconteceu. No dia 20/07/2026, ligaram a informar de que poderia ir buscar o carro, sendo que nunca indicaram a avaria nem o orçamento. No dia 21/08/2026, levantei a viatura após ter pago 152,03€ por uma intervenção realizada pela Motorpor. Levantei o carro por volta das 10h30. Contudo, aproximadamente às 14h30 do mesmo dia, tive de voltar a entregá-lo na oficina porque continuava a apresentar o mesmo problema. Considero extremamente grave ter pago uma reparação que não resolveu a avaria e ter ficado novamente sem a viatura apenas algumas horas depois. No dia 31/07/2026 fui contactada pela Motorpor para dar autorização para uma intervenção na caixa de velocidades, tendo dado imediatamente a autorização solicitada. Contudo, após essa data, voltei a não receber qualquer informação sobre o veículo. No dia 24/08/2026, desloquei-me pessoalmente à oficina e fui informada de que a caixa de velocidades ainda nem sequer tinha sido desmontada. Posteriormente, no dia 01/09/2026, fui novamente informada de que continuavam sem realizar qualquer intervenção na caixa de velocidades. Neste momento, a viatura encontra-se na oficina há mais de dois meses e, segundo a informação que me foi prestada, continuam sem efetuar a intervenção na caixa de velocidades que autorizei no dia 31/07/2026. Esta situação está a causar-me enormes transtornos pessoais, profissionais e financeiros. Necessito diariamente de uma viatura para me deslocar para o trabalho, uma vez que não resido na mesma localidade onde trabalho, e para as minhas restantes deslocações pessoais. Não disponho de outro veículo. Durante este período, apenas tive direito a cinco dias de veículo de substituição através do seguro. A Motorpor nunca me apresentou uma solução alternativa, apesar de ter conhecimento da minha necessidade diária de transporte. Como consequência, fui obrigada a alugar viaturas com o meu próprio dinheiro. Inclusive, tive um período de férias que não consegui usufruir devidamente devido à falta de transporte e aos custos que fui obrigada a suportar para conseguir deslocar-me. Considero que não devo ser responsabilizada pelos custos resultantes desta situação. Comuniquei a anomalia ainda durante o período de garantia e voltei a reportá-la posteriormente à oficina. Na minha perspetiva, o facto de a avaria ter sido inicialmente intermitente não pode prejudicar-me, sobretudo quando procurei atempadamente obter uma solução. Também considero que devem ser analisados os custos que já suportei, nomeadamente: * Os 152,03€ pagos por uma intervenção que não resolveu a avaria; * Os custos suportados com o aluguer de viaturas; * Os restantes prejuízos diretamente resultantes da indisponibilidade prolongada da minha viatura. *Ser indemnizada por todo o transtorno. Já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Online e continuo a tentar obter uma solução diretamente junto da Motorpor e da Renault. Contudo, até ao momento, não obtive uma resolução efetiva. Assim, solicito o apoio e a intervenção da DECO para que seja analisada esta situação e para que a Motorpor e a Renault sejam chamadas a esclarecer as suas responsabilidades. Pretendo, em particular: 1. Que seja efetuada uma reparação correta, definitiva e urgente da viatura; 2. Que seja analisada a responsabilidade pela reparação, tendo em consideração que os primeiros sintomas foram comunicados durante o período de garantia; 3. Que seja revisto o valor de 152,03€ que paguei por uma intervenção que não resolveu a avaria; 4. Que sejam analisados os custos que tive de suportar com o aluguer de viaturas devido à ausência de uma solução alternativa; 5. Que seja prestada uma resposta concreta sobre o motivo pelo qual a viatura permaneceu mais de dois meses na oficina sem uma resolução efetiva e sem que a intervenção autorizada na caixa de velocidades tivesse sido realizada; 6. Que seja encontrada uma solução com a maior brevidade possível, pois continuo sem o meu único meio de transporte. 7. Ser indemnizada por todo o transtorno. Tenho na minha posse documentação e provas que podem comprovar toda a situação, incluindo o email enviado durante o período de garantia, as comunicações posteriores, os emails trocados com a Motorpor, o comprovativo do pagamento de 152,03€, bem como outros documentos relacionados com os custos que fui obrigada a suportar. Agradeço, assim, a intervenção e orientação da DECO para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Lopes Paulino Belo Janeiro
A viatura Peugeot matricula 99-XF-00 está em oficina para resolverem o problema da luz do motor
Exm.(s) Sr.(s) Mais uma vez, venho junto de V. Exº(s) reclamar a situação referente à avaria da luz do motor da minha viatura Peugeot Matricula 99-XF-00 , em que desde o dia 05/03/2026 até à presente data (dia: 05/08/2026 ) continua com problemas, encontrando-se ultimamente em vossa oficina desde o dia 25/05/2026. Já paguei a essa oficina em reparações nos valores de: = 2.857,00€ + 1.111,00€ + 5557,00€ + 416,00€ E continuo sem carro arranjado, e esperando a conclusão da reparação da respetiva viatura, no mais breve possivel de tempo. Jacinto Cardoso
Atraso na reparação de meu automóvel
No passado dia 11 de maio,o meu automóvel Dacia Sandero Stepway AR96BX ficou na oficina Motorpor de Setúbal para reparação de uma avaria. Foi-me dito, e consta na ordem de reparação 175975, que a reparação seria demorada, “3/4 semanas 8 se não houver peças dependentes para entrega.” Como na data de entrega inscrita nesse documento é o dia 29/05/ 2026, no dia 28, como, entretanto, nada me foi dito, tentei ligar várias vezes para saber o que se passava. Ninguém me atendeu. Nesse mesmo dia, à noite, enviei um e-mail para geral@motorpor.pt egeral.renault@motorpor.pt a solicitar informações sobre a situação do meu automóvel. No dia seguinte recebi em cc um e-mail enviado pela Sra. Elsa Silva dirigido à Sra. Lia Peres solicitando resposta ao meu e-mail. No dia 1 de junho recebi um email da Sra. Lia Peres dizendo que se encontravam “a aguardar a receção de algumas peças necessárias para a conclusão da reparação” e que assim que isso acontecesse “a viatura será integrada na nossa linha de montagem, sendo de imediato reparada e preparada para entrega.” No dia 3 de junho, a Sra. Lia Peres enviou-me um e-mail solicitando a minha autorização para desmontar a caixa de velocidades “de modo a que o diagnóstico/reparação seja o mais preciso e rigoroso.” Esta mensagem provocou em mim grande estupefação pois a anterior fazia crer que o diagnóstico estava feito e que a reparação aguardava (apenas) a chegada de algumas peças. Nesse mesmo dia, à noite, enviei um e-mail para a Sra. Lia Peres com os endereços recepcaomsetubal@motorpor.pt e elsa.silva@motorpor.pt em cc, dando conta da contradição existente entre as duas mensagens enviadas para mim pela Sra. Lia Peres, a de dia 1 e a de dia 3. No dia seguinte, dia 4 de junho, recebi uma mensagem da Sra. Elsa Silva, acusando a receção do meu e-mail informando que iriam “entrar em contacto com o departamento responsável para análise da incidência que nos reportou”. O e-mail terminava dizendo que me iriam contactar “com a maior celeridade possível”. Esperei que isso acontecesse durante 25 dias. Como nada me foi dito durante esse período, estando a esgotar-se por prazo máximo de reparação estipulado (as 8 semanas), no passado dia 29 de junho consegui falar ao telefone com a Sra. Lia Peres que me disse que para poder avançar com o orçamento aguardava que um colega lhe indicasse quais as peças que não estavam abrangidas pela garantia. Disse-me ainda que na quinta feira à tarde, dia 2 de julho me dava conta do valor apurado para poder avançar com o orçamento. Sem outro remédio, voltei a aguardar. Novamente fui defraudado. Depois de muito insistir, finalmente me deram o orçamento que teve o meu acordo. Voltaram a dizer que me voltavam a contactar para dar uma previsão da entrega do automóvel. Esperei e nada. Voltei a telefonar. Insisti que queria falar com alguém responsável que me dissesse algo de mais consistente do que até agora me tinha sido dito. Entretanto, esgotado o prazo máximo para a reparação do meu automóvel (as tais 8 semanas), falei com o senhor João Ferreira que me disse que afinal ainda era preciso pedir umas peças que eu tinha razão, etc, etc. e que provavelmente me entregavam o carro na sexta-feira, amanhã. Dado que o prazo combinado estava ultrapassado, pedi um carro de substituição o que me foi negado. Portanto, estou sem automóvel Há 9 semanas. Hoje telefonei para saber a que horas é que me entregavam o carro amanhã. Disseram-me que assim que o carro estivesse pronto me telefonariam. Perante esta vacuidade em relação à data de entregam, pedi para falar com o senhor Carlos Ferreira e a resposta que obtive foi que isso não era possível. Pedi que lhe dissessem para me telefonar. Perante este cenário em que se esgotam todos os prazos de reparação do meu automóvel, cuja falta muito prejuízo me causa, em que nada de concreto, consistente e verdadeiro me é dito, em que não é respeitado o combinado peço-vos que me indiquem como devo proceder e que tomem as providências necessárias para que a resolução desta grave inconformidade se resolva. Atentamente Alexandre Feitas
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