Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Compra de veículo
Comprei um MG S5 Confort 49kw novo no dia 31 de Agosto de 2026 no stand de Palmela, fui contactado que me iriam entregar o veículo no dia 16 de Setembro de 2026, combinei para o dia 17 de Setembro de 2026 mas paguei o veículo na totalidade no dia 11 de Setembro de 2026, como requerido, hoje dia 16 de Setembro de 2026 ainda não tenho a documentação para puder tratar do seguro. Acho inadmissível, que após 3 dias do pagamento integral do veículo, ainda não terem tratado da matrícula.
Avaria nos amortecedores
Reclamação — Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05 Assunto: Avaria no sistema de suspensão, recusa de reparação e imputação da responsabilidade ao cliente No dia 12/08/2026, entreguei na Motorpor a minha viatura Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05, apresentando no painel uma luz amarela de aviso de avaria relacionada com o sistema de suspensão. A viatura ficou nas instalações da Motorpor para análise/intervenção. No dia 14/08/2026, fui levantar a viatura e a referida luz de aviso encontrava-se apagada, levando-me a concluir que a situação teria sido analisada e resolvida pela oficina. No dia 19/08/2026, levei o veículo à inspeção periódica obrigatória. Durante a inspeção, o inspetor chamou-me a atenção para o facto de os valores de eficiência das suspensões se encontrarem alterados. Foram realizados dois testes, sendo que um deles aprovou e outro reprovou, tendo, contudo, o veículo acabado por ser aprovado na inspeção periódica obrigatória. Perante o alerta dado pelo inspetor relativamente aos valores da suspensão, comuniquei a situação à Motorpor e voltei a entregar a viatura à oficina no dia 26/08/2026, para que a situação fosse novamente analisada. Posteriormente, no dia 31/08/2026, enquanto a viatura se encontrava sob responsabilidade da Motorpor, foi realizada uma inspeção técnica facultativa na DEKRA, às 17h21, com 127.986 km, cujo relatório indicou ausência de deficiências e resultado “Aprovado” e realizaram o percurso até a oficina. A Motorpor informa ainda que, após a minha reclamação, a viatura foi submetida a testes na Mercedes-Benz Carclasse, onde terá passado nos testes de eficiência da suspensão, e posteriormente a outra inspeção IPO, na qual terá igualmente sido aprovada. No dia 03/09/2026, após me ter sido novamente entregue a viatura pela Motorpor, esta apresentava 127.992 km. Percorri aproximadamente 3 km até um centro de inspeções, onde, por minha iniciativa, solicitei uma inspeção técnica facultativa. Nessa inspeção, a viatura foi reprovada por deficiência 5.3.2.7 — diferença da eficiência do amortecimento entre os lados do mesmo eixo superior a 30%, tendo sido identificada uma diferença de 32% nos amortecedores dianteiros, segundo a informação que me foi transmitida. Após essa reprovação, entreguei novamente a viatura à Motorpor. A Motorpor veio posteriormente informar-me de que considera ser “tecnicamente provável” que a viatura tenha sofrido algum dano ou evento entre as inspeções e que a responsabilidade pela reparação será minha, tendo ainda informado que a WTW NSA recusou a cobertura dos amortecedores, alegando que estas peças não estão abrangidas pelo contrato de garantia. Não aceito que a responsabilidade pela avaria seja imputada a mim sem prova técnica objetiva. Considero particularmente relevante toda a sequência dos acontecimentos: 12/08 — veículo entregue à Motorpor já com luz amarela de avaria da suspensão acesa; 14/08 — veículo levantado, com a luz de avaria apagada; 19/08 — inspeção periódica obrigatória, com o inspetor a alertar para valores de suspensão alterados e realização de dois testes, um aprovando e outro reprovando, embora o veículo tenha acabado aprovado; 26/08 — veículo novamente entregue à Motorpor após comunicação da situação; 31/08 — veículo sob responsabilidade da Motorpor e aprovado na inspeção facultativa realizada pela DEKRA; 03/09 — veículo entregue pela Motorpor, percorridos apenas aproximadamente 3 km, e nova inspeção facultativa a detetar deficiência na eficiência dos amortecedores dianteiros. Perante esta cronologia, não considero aceitável que a Motorpor se limite a afirmar que a avaria terá ocorrido durante os aproximadamente 3km que percorri após o levantamento da viatura, sem apresentar qualquer prova de que tenha existido nesse percurso um impacto, acidente, utilização indevida ou qualquer outro acontecimento capaz de provocar a referida avaria. Solicito esclarecimento sobre o facto de a luz de avaria da suspensão já estar acesa quando entreguei o veículo à Motorpor em 12/08/2026, bem como sobre quais as intervenções efetuadas entre 12 e 14 de agosto que terão levado ao desaparecimento dessa luz. Garantia WTW Relativamente à WTW NSA, foi-me comunicado que os amortecedores não se encontram abrangidos pelo contrato de garantia. A eventual exclusão dos amortecedores da garantia comercial WTW não constitui, por si só, prova de que a avaria tenha sido provocada por mim, nem afasta automaticamente qualquer responsabilidade que possa caber à Motorpor enquanto vendedor Pedido final Face ao exposto, solicitei à Motorpor que reaprecie a situação e assuma a reparação da viatura sem custos para mim, caso se confirme que a situação se encontra abrangida pela responsabilidade legal do vendedor. Solicitei ainda que me seja entregue toda a documentação técnica relativa aos testes e diagnósticos efetuados ao veículo. Não aceito assumir o pagamento da reparação com base numa mera probabilidade ou alegação de que a avaria ocorreu durante os 3 km percorridos após a última entrega do veículo, sem que exista prova técnica objetiva dessa afirmação. Concedi à Motorpor até ao dia 12/09/2026 para apresentar uma solução concreta e devidamente fundamentada. Gostaria de saber se, perante estes factos, a Motorpor pode legalmente imputar-me a avaria sem apresentar prova técnica de que fui eu a causá-la, e se tenho fundamento para exigir a reparação sem custos ou, caso a situação não seja resolvida, pedir a resolução do contrato de compra e venda.
Avaria carro
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO numa situação que considero extremamente grave e prejudicial enquanto consumidora, relacionada com o meu Renault Captur, matrícula AT-20-VR, adquirido em agosto de 2023 nas instalações da Motorpor de Évora. Trata-se de uma viatura de 2022, que anteriormente tinha sido utilizada como veículo de serviço. A situação teve início em maio de 2025, quando a viatura ainda se encontrava dentro do período de garantia. Nessa altura, a 2.ª mudança ficou bloqueada e comuniquei imediatamente o sucedido por email ao vendedor da viatura, Armindo CuCo, que atualmente me indicou que não viu o meu e-mail porque não consegue dar atenção a tudo o que recebe. Penso que essa resposta é a falta de interesse em ajudar indicam como os serviços da Motorpor de Évora se encontram. Inclusive porque no ato da venda fui informada de certos serviços que poderia usufruir caso completasse os 3 anos de revisão na marca, que se prolongaria para 5 anos. Afinal, agora que necessito de ajuda todos mostraram desinteresse e até afirmaram que as coisas são ditas de boca e que não podemos seguir à regra tudo. Tenho esse email e posso comprovar que a anomalia foi comunicada dentro do período de garantia (dentro dos 3 anos). Posteriormente, próximo da revisão periódica, o problema voltou a manifestar-se, desta vez com dificuldade em retirar a marcha-atrás. Informei expressamente a oficina da Motorpor e pedi que a situação fosse analisada. No entanto, segundo me foi transmitido, limitaram-se a experimentar o veículo e, como a anomalia não se manifestou naquele momento, informaram-me que não tinham detetado qualquer problema. Considero que esta situação deveria ter sido analisada de forma mais aprofundada, uma vez que já existia uma comunicação anterior sobre uma anomalia semelhante e tratava-se de um problema intermitente. Em junho de 2026, a situação agravou-se significativamente. Enquanto conduzia, não consegui retirar a mudança engrenada e, depois de conseguir libertá-la, o veículo deixou de permitir engrenar qualquer mudança com o motor ligado. Por questões de segurança, deixei de utilizar a viatura e acionei a assistência em viagem. O veículo deu entrada na oficina da Motorpor de Évora no dia 22/06/2026. A partir desse momento iniciou-se uma situação que considero completamente inadmissível. Durante semanas, não fui contactada pela oficina para ser informada sobre o estado da viatura. Fui sempre eu quem teve de insistir, telefonar e deslocar familiares à oficina para tentar obter informações. Entre os dias 29/06 e 03/07 procurei repetidamente obter informações, tendo apenas conseguido ser atendida no final do dia 03/07. Foi-me dito que estavam a realizar testes e que ainda não tinham identificado a avaria. Chegaram inclusivamente a dizer-me que, caso necessitasse do carro, o poderia ir buscar, apesar de a avaria ainda não estar identificada ou resolvida. Mais tarde, nesse mesmo dia, fui novamente contactada e informada de que a viatura tinha, afinal, apresentado a avaria nas instalações da oficina. No dia 07/07/2026, dois familiares meus deslocaram-se à oficina para tentar obter informações, tendo-lhes sido dito que estavam a tentar compreender melhor a avaria e que eu seria contactada até ao final dessa semana. Esse contacto nunca aconteceu. No dia 20/07/2026, ligaram a informar de que poderia ir buscar o carro, sendo que nunca indicaram a avaria nem o orçamento. No dia 21/08/2026, levantei a viatura após ter pago 152,03€ por uma intervenção realizada pela Motorpor. Levantei o carro por volta das 10h30. Contudo, aproximadamente às 14h30 do mesmo dia, tive de voltar a entregá-lo na oficina porque continuava a apresentar o mesmo problema. Considero extremamente grave ter pago uma reparação que não resolveu a avaria e ter ficado novamente sem a viatura apenas algumas horas depois. No dia 31/07/2026 fui contactada pela Motorpor para dar autorização para uma intervenção na caixa de velocidades, tendo dado imediatamente a autorização solicitada. Contudo, após essa data, voltei a não receber qualquer informação sobre o veículo. No dia 24/08/2026, desloquei-me pessoalmente à oficina e fui informada de que a caixa de velocidades ainda nem sequer tinha sido desmontada. Posteriormente, no dia 01/09/2026, fui novamente informada de que continuavam sem realizar qualquer intervenção na caixa de velocidades. Neste momento, a viatura encontra-se na oficina há mais de dois meses e, segundo a informação que me foi prestada, continuam sem efetuar a intervenção na caixa de velocidades que autorizei no dia 31/07/2026. Esta situação está a causar-me enormes transtornos pessoais, profissionais e financeiros. Necessito diariamente de uma viatura para me deslocar para o trabalho, uma vez que não resido na mesma localidade onde trabalho, e para as minhas restantes deslocações pessoais. Não disponho de outro veículo. Durante este período, apenas tive direito a cinco dias de veículo de substituição através do seguro. A Motorpor nunca me apresentou uma solução alternativa, apesar de ter conhecimento da minha necessidade diária de transporte. Como consequência, fui obrigada a alugar viaturas com o meu próprio dinheiro. Inclusive, tive um período de férias que não consegui usufruir devidamente devido à falta de transporte e aos custos que fui obrigada a suportar para conseguir deslocar-me. Considero que não devo ser responsabilizada pelos custos resultantes desta situação. Comuniquei a anomalia ainda durante o período de garantia e voltei a reportá-la posteriormente à oficina. Na minha perspetiva, o facto de a avaria ter sido inicialmente intermitente não pode prejudicar-me, sobretudo quando procurei atempadamente obter uma solução. Também considero que devem ser analisados os custos que já suportei, nomeadamente: * Os 152,03€ pagos por uma intervenção que não resolveu a avaria; * Os custos suportados com o aluguer de viaturas; * Os restantes prejuízos diretamente resultantes da indisponibilidade prolongada da minha viatura. *Ser indemnizada por todo o transtorno. Já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Online e continuo a tentar obter uma solução diretamente junto da Motorpor e da Renault. Contudo, até ao momento, não obtive uma resolução efetiva. Assim, solicito o apoio e a intervenção da DECO para que seja analisada esta situação e para que a Motorpor e a Renault sejam chamadas a esclarecer as suas responsabilidades. Pretendo, em particular: 1. Que seja efetuada uma reparação correta, definitiva e urgente da viatura; 2. Que seja analisada a responsabilidade pela reparação, tendo em consideração que os primeiros sintomas foram comunicados durante o período de garantia; 3. Que seja revisto o valor de 152,03€ que paguei por uma intervenção que não resolveu a avaria; 4. Que sejam analisados os custos que tive de suportar com o aluguer de viaturas devido à ausência de uma solução alternativa; 5. Que seja prestada uma resposta concreta sobre o motivo pelo qual a viatura permaneceu mais de dois meses na oficina sem uma resolução efetiva e sem que a intervenção autorizada na caixa de velocidades tivesse sido realizada; 6. Que seja encontrada uma solução com a maior brevidade possível, pois continuo sem o meu único meio de transporte. 7. Ser indemnizada por todo o transtorno. Tenho na minha posse documentação e provas que podem comprovar toda a situação, incluindo o email enviado durante o período de garantia, as comunicações posteriores, os emails trocados com a Motorpor, o comprovativo do pagamento de 152,03€, bem como outros documentos relacionados com os custos que fui obrigada a suportar. Agradeço, assim, a intervenção e orientação da DECO para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Lopes Paulino Belo Janeiro
A viatura Peugeot matricula 99-XF-00 está em oficina para resolverem o problema da luz do motor
Exm.(s) Sr.(s) Mais uma vez, venho junto de V. Exº(s) reclamar a situação referente à avaria da luz do motor da minha viatura Peugeot Matricula 99-XF-00 , em que desde o dia 05/03/2026 até à presente data (dia: 05/08/2026 ) continua com problemas, encontrando-se ultimamente em vossa oficina desde o dia 25/05/2026. Já paguei a essa oficina em reparações nos valores de: = 2.857,00€ + 1.111,00€ + 5557,00€ + 416,00€ E continuo sem carro arranjado, e esperando a conclusão da reparação da respetiva viatura, no mais breve possivel de tempo. Jacinto Cardoso
Atraso na reparação de meu automóvel
No passado dia 11 de maio,o meu automóvel Dacia Sandero Stepway AR96BX ficou na oficina Motorpor de Setúbal para reparação de uma avaria. Foi-me dito, e consta na ordem de reparação 175975, que a reparação seria demorada, “3/4 semanas 8 se não houver peças dependentes para entrega.” Como na data de entrega inscrita nesse documento é o dia 29/05/ 2026, no dia 28, como, entretanto, nada me foi dito, tentei ligar várias vezes para saber o que se passava. Ninguém me atendeu. Nesse mesmo dia, à noite, enviei um e-mail para geral@motorpor.pt egeral.renault@motorpor.pt a solicitar informações sobre a situação do meu automóvel. No dia seguinte recebi em cc um e-mail enviado pela Sra. Elsa Silva dirigido à Sra. Lia Peres solicitando resposta ao meu e-mail. No dia 1 de junho recebi um email da Sra. Lia Peres dizendo que se encontravam “a aguardar a receção de algumas peças necessárias para a conclusão da reparação” e que assim que isso acontecesse “a viatura será integrada na nossa linha de montagem, sendo de imediato reparada e preparada para entrega.” No dia 3 de junho, a Sra. Lia Peres enviou-me um e-mail solicitando a minha autorização para desmontar a caixa de velocidades “de modo a que o diagnóstico/reparação seja o mais preciso e rigoroso.” Esta mensagem provocou em mim grande estupefação pois a anterior fazia crer que o diagnóstico estava feito e que a reparação aguardava (apenas) a chegada de algumas peças. Nesse mesmo dia, à noite, enviei um e-mail para a Sra. Lia Peres com os endereços recepcaomsetubal@motorpor.pt e elsa.silva@motorpor.pt em cc, dando conta da contradição existente entre as duas mensagens enviadas para mim pela Sra. Lia Peres, a de dia 1 e a de dia 3. No dia seguinte, dia 4 de junho, recebi uma mensagem da Sra. Elsa Silva, acusando a receção do meu e-mail informando que iriam “entrar em contacto com o departamento responsável para análise da incidência que nos reportou”. O e-mail terminava dizendo que me iriam contactar “com a maior celeridade possível”. Esperei que isso acontecesse durante 25 dias. Como nada me foi dito durante esse período, estando a esgotar-se por prazo máximo de reparação estipulado (as 8 semanas), no passado dia 29 de junho consegui falar ao telefone com a Sra. Lia Peres que me disse que para poder avançar com o orçamento aguardava que um colega lhe indicasse quais as peças que não estavam abrangidas pela garantia. Disse-me ainda que na quinta feira à tarde, dia 2 de julho me dava conta do valor apurado para poder avançar com o orçamento. Sem outro remédio, voltei a aguardar. Novamente fui defraudado. Depois de muito insistir, finalmente me deram o orçamento que teve o meu acordo. Voltaram a dizer que me voltavam a contactar para dar uma previsão da entrega do automóvel. Esperei e nada. Voltei a telefonar. Insisti que queria falar com alguém responsável que me dissesse algo de mais consistente do que até agora me tinha sido dito. Entretanto, esgotado o prazo máximo para a reparação do meu automóvel (as tais 8 semanas), falei com o senhor João Ferreira que me disse que afinal ainda era preciso pedir umas peças que eu tinha razão, etc, etc. e que provavelmente me entregavam o carro na sexta-feira, amanhã. Dado que o prazo combinado estava ultrapassado, pedi um carro de substituição o que me foi negado. Portanto, estou sem automóvel Há 9 semanas. Hoje telefonei para saber a que horas é que me entregavam o carro amanhã. Disseram-me que assim que o carro estivesse pronto me telefonariam. Perante esta vacuidade em relação à data de entregam, pedi para falar com o senhor Carlos Ferreira e a resposta que obtive foi que isso não era possível. Pedi que lhe dissessem para me telefonar. Perante este cenário em que se esgotam todos os prazos de reparação do meu automóvel, cuja falta muito prejuízo me causa, em que nada de concreto, consistente e verdadeiro me é dito, em que não é respeitado o combinado peço-vos que me indiquem como devo proceder e que tomem as providências necessárias para que a resolução desta grave inconformidade se resolva. Atentamente Alexandre Feitas
Devolução do sinal
Exmos Senhores. No mês de Julho do ano 2025 adquiri uma viatura na consecionaria Motorpor Faro. Dei um sinal no valor de 250€ para reservar a viatura, valor esse que não foi descontado no preço final do carro, ficando assim falado por chamadas telefónicas e mensagens via whatsapp com o vendedor que a empresa iria fazer a devolução por transferência bancária. Acontece que durante este último ano tenho feito várias reclamações por chamadas, mensagens e até presencialmente, a resposta é sempre a mesma, que vão resolver o problema mas o problema não fica resolvido. Na última chamada que fiz ao vendedor, no passado dia 3 de Junho de 2026 perguntei se seria possível esse valor ficar em nota de crédito para ser descontado brevemente quando for realizar a primeira revisão mecânica, mais uma vez a resposta foi de que ia ver se seria possível, mas após chamadas efectuadas da minha parte sem resposta bem como uma mensagem via whatsapp continuo sem uma resposta final. Queria também mencionar outra situação. Quando a concessionária emitiu o documento do carro, foi feito com um erro na morada, falei com o vendedor e este disse-me para me deslocar ao registo e fazer a alteração, que tem um custo de 35€, que depois de feita a concessionária faria o reembolso. São assim dois valores que ainda não me foram devolvidos. Agradeço a resolução deste problema que já se alonga à demasiado tempo. Melhores cumprimentos Alexandra Viana
Renault Megane AG-11-ZM anómalia desde primeiro dia de compra
A reclamante adquiriu, em 29.09.2023, à entidade reclamada, uma viatura Renault Mégane (matrícula AG-11-ZM), pelo valor de € 25.440,00. A viatura foi entregue em 17.10.2023 e, no próprio dia, aquando da primeira utilização, apresentou anomalia no sistema (“mandar verificar anti-poluição”), tendo tal situação sido de imediato comunicada ao vendedor. Na sequência dessa comunicação, a viatura foi recolhida às oficinas da entidade reclamada, tendo sido efectuada intervenção (“regeneração”), sem resolução definitiva do problema. Desde então, a viatura tem evidenciado anomalias graves e persistentes, tendo sido submetida a múltiplas intervenções técnicas (pelo menos 12), sem que tenha sido alcançada uma solução definitiva. As sucessivas intervenções implicaram períodos prolongados de imobilização da viatura, sem que tenha sido disponibilizada viatura de substituição. Em março de 2026, foi apresentado orçamento no montante de € 8.508,96, cuja imputação à aqui reclamante se rejeita, por se tratar de defeito existente desde a entrega do veículo. A situação configura falta de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. A reclamante já exerceu o direito à resolução do contrato junto da entidade reclamada, encontrando-se a aguardar resposta. Solicita-se a apreciação da presente reclamação e a adopção das medidas que se mostrem adequadas face aos factos expostos.
Avaria de Veículo AS-26-GR Renault Arkana de 06/2022
Exmos Senhores Na sequência de mais uma ida à oficina da Motorpor em Évora e sem qualquer indicação de prazo para entrega, da minha viatura, aí depositada para reparação há mais de uma semana, venho por este meio, apelar uma vez mais, à vossa intervenção para resolução dos problemas nela existentes, pois encontro-me sem transporte para me deslocar para o trabalho. Na oficina apenas me é dito que aguardam a resposta da RENAULT, preciso de uma viatura de substituição o que também não me é facultado porque tem que ser a RENAULT a autorizar. Como pode uma marca tão prestigiada, não honrar os seus compromissos perante os clientes que nela confiaram? Mais informo que caso não me seja facultada a viatura de substituição, irei levantar uma viatura numa Rent a Car, e apresentar a fatura dos custos à RENAULT para pagamento. Toda esta situação está tornar-se insustentável e só vem, uma vez mais, aumentar a minha desilusão, pela escolha que fiz ao adquirir uma viatura RENAULT.
Atraso no registo de proprietário do carro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à compra de uma viatura efetuada (Renault Clio com a matrícula BI29LJ) no stand Renault Usados de Setúbal, através da vendedora Ivone Borralho. A viatura foi levantada no dia 12 de janeiro de 2026 e, até à presente data, não recebi o Documento Único Automóvel (livrete), nem a viatura se encontra registada em meu nome. Após diversos contactos realizados: Fui informada de que o prazo seria de até sessenta dias, alegadamente devido a atrasos da Casa da Moeda (justificação dada pela vendedora); Tentei posteriormente novo contacto, sem sucesso; Não obtive qualquer retorno por parte da vendedora; Tentei contactar o stand Motorpor de Setúbal e a Renault, sem resposta. Neste momento, já decorreram vários meses desde a aquisição, situação que considero inaceitável e que demonstra falta de acompanhamento e responsabilidade por parte da entidade vendedora. Acresce que o pagamento do IUC se aproxima, tendo em consideração que a data da matrícula do veículo é do dia vinte e oito do terceiro mês do ano, sendo que não me responsabilizarei por qualquer encargo fiscal enquanto a viatura não se encontrar legalmente em meu nome. Solicito, com carácter de urgência: A regularização imediata do registo de propriedade; O envio do Documento Único Automóvel; Um esclarecimento formal sobre o motivo do atraso. Cumprimentos Mariana Realinho
Substituição da corrente de distribuição não efetuada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço efetuado na minha viatura na MotorPor Faro, nomeadamente a substituição da corrente de distribuição. No âmbito da notificação recebida através de carta, por parte da Peugeot para substituir a corrente de árvore de cames, fui informada que é procedimento retirar a corrente de distribuição e como tal a mesma deveria ser substituída, carecendo esta de autorização prévia, não estando o custo desta abrangida pela intervenção gratuita mencionada na carta, na qual foi posteriormente aceite por mim para substituição da mesma. Durante o contacto por parte da Motorpor Faro não foi realizada nenhuma alusão a uma possível substituição da bomba de água. Após a intervenção, o carro começou a apresentar barulhos e ruídos anormais, o que me causa preocupação quanto à qualidade e à integridade do serviço realizado. Demonstrei a minha preocupação, desloquei-me à Motorpor Faro a fim de perceber o porquê de o carro estar a apresentar tais barulhos, perante o diagnóstico foi mencionado que o problema estaria na bomba da água e que a mesma teria de ser substituída e paga por mim. Verifiquei que, apesar de terem substituído a corrente de distribuição, não foi efetuada a troca da bomba de água. Mais adiciono que solicitei um relatório por parte da oficina na qual constava o porquê de não ter sido informada que é procedimento trocar a bomba de água quando é trocada a corrente distribuição e as peças que tinham sido trocadas na intervenção inicial, após várias tentativas de contacto desde há cerca de duas semanas o mesmo ainda não foi entregue. Conforme é amplamente recomendado no site oficial da Peugeut, representada pela empresa Motopor em Faro: “A troca da bomba de água ao substituir o kit de distribuição contribui para a vida útil do conjunto e evita uma segunda intervenção. Especialmente porque a proximidade desses dois elementos permite realizar apenas uma desmontagem e, portanto, limitar os custos da operação.” Considerando que estes componentes estão interligados e que o acesso é feito na mesma intervenção, entendo que a substituição da bomba de água deveria ter sido realizada ou, pelo menos, devidamente aconselhada no momento da reparação. Mais adiciono que tive que me deslocar a outra oficina para trocar a bomba de água e a corrente de distribuição, da qual fui informada que com o desgaste que a corrente apresentava que o valor me tinha sido cobrado, mas a mesma não foi substituída. Face ao exposto, solicito a vossa análise da situação, segue em anexo a digitalização das faturas da intervenção inicial, diagnóstico efetuado e da foto da corrente de distribuição, das quais espero o reembolso total pela marca. Fico a aguardar uma resposta breve. Obrigada
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
