Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. A.
05/03/2026

Cobranças abusivas/cancelamento de contrato

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ginásio FitnessUp Miraflores. Encontrei-me desempregada enquanto tinha o contrato ativo e em período de fidelização. Por esse motivo, pedi o cancelamento da minha inscrição, pois já não tinha condições financeiras para continuar a pagar as mensalidades. Desloquei-me à receção para tratar da baixa, mas foi-me dito que não era possível porque a pessoa responsável não estava presente. Perante esta impossibilidade, cancelei o débito direto. Pouco tempo depois, tive de regressar ao meu país de origem devido à minha situação financeira, mas continuei a insistir por telefone para que procedessem ao cancelamento da minha inscrição. Ainda assim, continuaram a exigir o pagamento de uma taxa de cancelamento de 50€, indicando que só poderia evitá-la se apresentasse comprovativo de desemprego. Enviei esse comprovativo por email, mas mesmo assim continuaram a contactar-me insistentemente para pagar. Mais tarde, pediram que preenchesse um formulário de cancelamento e, de seguida, apresentaram-me um valor em “dívida” superior a 130€, referente a um serviço do qual já não usufruía. Considero esta política extremamente injusta, uma vez que o desemprego é uma situação inesperada que afeta diretamente a capacidade de cumprir compromissos financeiros. Exigir pagamentos adicionais nestas circunstâncias, mesmo perante comprovativos válidos, demonstra falta de sensibilidade, transparência e flexibilidade contratual. Peço, por isso, que a DECO Proteste avalie a legalidade desta prática e, se possível, intervenha para que esta cadeia de ginásios reveja as suas regras de cancelamento em casos comprovados de desemprego ou dificuldades económicas. Saliento ainda que, passados quase dois anos, continuo a ser contactada de forma excessiva e rude, sendo-me agora exigido o pagamento de cerca de 600€. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
D. O.
05/03/2026

ENCOMENDA NAO RECEBIDA

Tenho três encomenda Express , primeiro foi dada como entregue e não recebi , porque o destinatário não se encontrava em casa , Tento contactar não consigo contactar um operador humano e-mails ninguém responde. A encomenda nº 212193862735 A encomenda nº 212193862737 A encomenda 212193862739 As compras foram feitas online na Zara.

Em curso
W. J.
05/03/2026

Ausência de Resposta

Venho por este meio apresentar queixa formal contra a UNA Seguros devido à total ausência de resposta e falta de pagamento de uma indemnização por equivalente, relativa ao sinistro com a referência S/110079/CE/26 (Processo SIN/AUTO/001309/26), referente ao veículo AL-01-BS. Data de sinistro 19-12-2025

Em curso
E. C.
05/03/2026

VIA VERDE

Tenho instalado o APP da VIA VERDE, com pagamento direto. Ao consultar a aplicação não me indicam qualquer divida, mas mostram a frase:- Inbição do cartão associado á matricula 83-SO-06. O meu contrato tem o nº. 515780204. Telefonei hoje pelo nº. 229980200 que nada resolveram e encaminharam-me para o assistente virtual que também nada resolveu. Algo se está a passar com a minha Via Verde mas ninguém me explica onde está o erro e por isso recorro ao Portal da Queixa no sentido de obter informação do que se passa para que não incorra em qualquer infração. Junto em anexo cópia retirada da aplicação Via Verde que informa não ter valores em divida. Respeitosamente Manuel Aguiar

Resolvida
D. V.
05/03/2026
importrust

Importrust - Falta de transparência e veículo estacionado em saibro ao relento: processo(3685)

Na qualidade de proprietário do veículo com (Chassis: JSAFJB43V00170927) com o numero de processo na importrust 3685, venho formalizar esta exposição relativa ao serviço de importação prestado pela Importrust , face ao que considero ser um desvio grave das condições que prometem. 1. Incumprimento de Prazos e Incongruência de Informação: O serviço foi aceite com base numa expectativa de prazo de 4 a 6 semanas. Decorridas 11 semanas e 5 dias que paguei o veiculo ao stand(13/12/2025) transferência imediata, o processo permanece inconcluído. Fui informado por escrito de que o processo se encontrava 'em análise no IMT', contudo, ontem após diligências próprias junto do centro de inspeções, apurei que o veículo não realizou a Inspeção B (etapa tecnicamente precedente à homologação). Mais informo que recebi emails da importrust depois de muita insistência com as comunicações automáticas do IMT (29/01, 12/02 e 04/03) que demonstram a submissão de formulários com campos técnicos fundamentais (CO2 e Eixos) por preencher, provavelmente o que terá motivado sucessivas reiterações e atrasos por parte da entidade pública. 2. Obstrução ao Acesso à Informação: Solicitei provas documentais da submissão correta do processo, foram-me enviados ficheiros tecnicamente ilegíveis ou bloqueados (ex: 'blocked.gif' como envio prova em anexo), impedindo-me de exercer o meu direito de fiscalização sobre o estado real da legalização do meu património. Esta prática compromete a transparência devida ao consumidor. É de salientar a estranha coincidência de que, após silêncios ás minhas questões e respostas vagas, a empresa retomou o contacto minutos depois de eu ter ligado pessoalmente para o centro de inspeções da Controlauto (Pinhal Novo) para localizar o meu veículo, ainda assim com alguma informação enviada vindo com ficheiros em blocked.gif. Este facto demonstra que a empresa não estava a acompanhar o processo com a diligência devida, agindo apenas por reação à minha iniciativa própria de fiscalização do paradeiro do meu património. 3. Condições de Custódia e Acondicionamento: É um veículo já com alguns anos que adquiri para coleção, encontra-se imobilizado há mais de 5 semanas num parque logístico no Pinhal Novo-Palmela (controlauto). Conforme evidências fotográficas e confirmado (04/03/2026) pela chamada que efetuei para a controlauto para saber do veiculo, o automóvel está parqueado ao relento e sobre pavimento de saibro/terra. Atendendo à sensibilidade mecânica do modelo (chassis de longarinas), este acondicionamento expõe o bem a humidade ascendente e corrosão prematura, configurando uma aparente falta de zelo pela conservação do veículo. Uma coisa é o veiculo estar parqueado nessas péssimas condições o tempo que prometem que já não deveria ser correto, mas continuar a estar nessas condições ainda e saber lá mais quanto tempo, é inadmissível. 4. O serviço que promovem: A empresa promove o seu serviço com a garantia de atualizações constantes e total clareza em todas as etapas do processo. Contudo, a experiência real no meu processo revela uma omissão sistemática de dados. Fui forçado a realizar diligências próprias junto de centros de inspeção para obter informações básicas sobre o paradeiro inspeção e o estado do meu veículo, as quais a empresa falhou em fornecer ou prestou de forma contraditória. Esta discrepância entre o marketing da empresa e a prática operacional constitui uma quebra de confiança e uma falha grave na prestação do serviço de consultoria contratado. 5. Gestão de Contacto Criativa e Falta de Profissionalismo: Como nota final sobre a 'clareza' do serviço, refiro o episódio em que o gestor do meu processo me reencaminhou para um colega, alegando estar ausente até terça-feira. Contudo, para minha surpresa, ao ligar para o número geral da empresa minutos depois, foi o próprio gestor 'ausente' que atendeu a chamada. Esta tentativa de evitar o contacto direto com o cliente, simulando ausências inexistentes, é reveladora do nível de seriedade e compromisso que a Importrust dedica a quem já pagou a totalidade do veículo(pago em 13/12/2025 transferência imediata) e também já pagou metade do serviço da importrust(pago em 11/12/2025 transferência imediata). Exijo um prazo de entrega do veiculo a regularização imediata do processo e o agendamento da inspeção técnica e o acondicionamento do veiculo em local seguro e protegido. Reservo-me o direito de solicitar uma peritagem técnica independente no ato da entrega e de exigir a respetiva reparação ou compensação por qualquer degradação (oxidação, bateria ou componentes mecânicos) resultante deste período de imobilização em condições desadequadas. Esta exposição visa apenas o restabelecimento da verdade contratual e a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. P.S.: Junto em anexo, a título de exemplo, o registo de e-mails enviados onde consta ficheiro tecnicamente inacessível ('blocked.gif'), o que ilustra a referida falta de transparência. Anexo o print de e-mail recebido onde não está preenchido os campos do Co2 e eixos, anexo também a resposta dado no WhatsApp. Caso estas informações sejam desmentidas ou a situação não seja regularizada de imediato, não hesitarei em atualizar esta reclamação anexando a totalidade do histórico de comunicações contraditórias, bem como as evidências fotográficas que comprovam o estado de acondicionamento do veículo sobre um chão (terra batida/saibro e ao relento.), para que não restem dúvidas sobre a natureza do serviço prestado até ao momento

Em curso
L. N.
05/03/2026
"Geral - Adigal, Lda.

chauvinismo e xenofobia

Denuncio o chauvinismo e a xenofobia contra uma europeia casada com um português Sou estrangeiro, pago impostos em Portugal e sou proprietário de um apartamento num prédio gerido pela Adigal. Não vivo aqui permanentemente, não consigo aprender completamente a língua local. Compreendo o escrito e, em parte, o oral. Até agora, quando me deslocava ao escritório da Adigal, conseguia comunicar em inglês, que a secretária sentada no primeiro escritório domina perfeitamente. Hoje, quando fui pagar a minha conta anual, recusaram-se a comunicar comigo em inglês. A mesma pessoa, que normalmente o fazia perfeitamente, hoje só aceitou comunicar em português. Usei um tradutor online para fazer a minha pergunta, à qual a mesma senhora respondeu da mesma forma. Fiz uma pergunta adicional à primeira senhora em resposta à sua resposta escrita, também com a ajuda do programa de tradução, mas ela recusou-se a responder. A segunda senhora, que estava a tratar da minha conta, levantou-se e começou a gritar em português, a insultar-me e a recusar-se a fazer a minha conta. Segundo ela, toda a gente deve falar a língua local. Outro proprietário de apartamento que acabara de entrar também ouviu a conversa. Considero este comportamento totalmente inadequado, pouco profissional, xenofobe e chauvinista. Não honra nem a Adigal nem Portugal.

Em curso
L. A.
05/03/2026

Falha de entrega e redirecionamento indevido

Assunto: Reclamação formal – Falha de entrega e redirecionamento indevido da encomenda nº 1263028969 Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela transportadora GLS na entrega da minha encomenda nº 1263028969. (Encomenda que solicitou o meu namorado Lucas Almeida, do PRÉMIO Deco Proteste!) Inicialmente recebi indicação de que a entrega não foi realizada por “ausência do destinatário”, informação que não corresponde à verdade. No momento da alegada tentativa de entrega encontravam-se pessoas na morada, inclusive familiares no exterior da rua. Após essa situação, entrei em contacto com o apoio ao cliente para esclarecer o sucedido e indicar novamente a localização da morada. Durante a chamada expliquei detalhadamente como chegar à minha morada! A colaboradora afirmou inclusive que estava a verificar a localização através do Google Maps. Apesar disso, verifiquei posteriormente que a encomenda foi redirecionada para um Parcel Shop na Avenida Amália Rodrigues nº10, sem qualquer pedido ou autorização da minha parte. Voltei a contactar a GLS e fui informada de algo ainda mais surpreendente: que o estafeta não entrega na minha rua alegando que esta estaria “interdita” e que existiriam buracos na estrada que teriam provocado danos num veículo anteriormente. Esclareço que esta informação é completamente falsa. A rua onde resido não está interditada e é utilizada diariamente por todos os moradores da zona. Caso tenham existido obras ou irregularidades pontuais no passado, tal não justifica a recusa permanente de entrega numa morada válida e habitada. Considero esta situação extremamente grave pelos seguintes motivos: • Foi registada uma falsa tentativa de entrega por “ausência”. • A encomenda foi redirecionada para um ponto de recolha sem o meu consentimento. • Foram apresentadas justificações que não correspondem à realidade da situação da via. • O cliente é obrigado a deslocar-se a um ponto de recolha apesar de ter solicitado e pago uma entrega na morada indicada. Enquanto cliente considero este comportamento inaceitável e revelador de falta de profissionalismo e de respeito pelo destinatário. Solicito que esta situação seja analisada internamente e que me seja prestado um esclarecimento formal relativamente: • à falsa tentativa de entrega, • à recusa de entrega na minha morada, • e ao redirecionamento não autorizado da encomenda.

Em curso
T. M.
05/03/2026

Reclamação Formal – Práticas Abusivas da Empresa “Quarto e Quartos”

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente às práticas adotadas pela empresa Quarto e Quartos, que aparentam violar diversos direitos fundamentais dos arrendatários previstos na legislação portuguesa. Têm sido reportadas, por vários inquilinos, situações recorrentes que levantam sérias preocupações quanto ao cumprimento da lei e das boas práticas no arrendamento habitacional. Entre essas situações destacam-se: 1. Não devolução da caução no final do contrato Existem diversos relatos de inquilinos que, após cessarem o contrato e entregarem o quarto em condições adequadas, não recebem a devolução da caução. Nos termos do Código Civil Português, nomeadamente do artigo 1076.º, a caução tem como finalidade garantir o cumprimento das obrigações do arrendatário e deve ser devolvida no final do contrato caso não existam danos ou valores em dívida devidamente comprovados. A retenção injustificada deste valor pode constituir uma prática abusiva. 2. Transferência indevida de responsabilidades de manutenção para os inquilinos Foi igualmente reportado que a empresa exige que os residentes paguem reparações relacionadas com problemas estruturais ou de manutenção do imóvel. De acordo com o artigo 1031.º do Código Civil, é obrigação do senhorio assegurar que o imóvel se encontra em condições de servir para o fim a que se destina, sendo também responsável pelas obras de conservação necessárias, salvo quando os danos resultem comprovadamente de mau uso por parte do arrendatário. 3. Práticas de intimidação em caso de atraso mínimo no pagamento da renda Existem relatos de comunicações intimidatórias quando ocorre um atraso de apenas dois dias no pagamento da renda. Embora o pagamento pontual seja uma obrigação do arrendatário (artigo 1038.º do Código Civil), a lei estabelece mecanismos formais para resolução de incumprimentos e não legitima práticas de pressão ou intimidação por parte do senhorio ou da entidade gestora. 4. Entrada em quartos arrendados sem autorização do inquilino Uma das situações mais graves relatadas refere-se à entrada de colaboradores da empresa nos quartos arrendados sem consentimento ou aviso prévio dos inquilinos. Esta prática pode configurar violação do direito à privacidade e do domicílio do arrendatário, protegido pela legislação portuguesa, nomeadamente pelo artigo 34.º da Constituição da República Portuguesa, que estabelece a inviolabilidade do domicílio, bem como pelos princípios gerais do regime de arrendamento urbano. Face à gravidade das situações relatadas, solicita-se que as entidades competentes analisem estas práticas e verifiquem se a empresa Quarto e Quartos está a cumprir as suas obrigações legais enquanto entidade gestora de arrendamentos. Caso se confirmem irregularidades, solicita-se a adoção das medidas necessárias para garantir: - A proteção dos direitos dos arrendatários; - A devolução de cauções indevidamente retidas; - O cumprimento das obrigações legais por parte da empresa; - O respeito pela privacidade e segurança dos residentes. Esta reclamação é apresentada no interesse da defesa dos direitos dos consumidores e arrendatários, esperando que sejam tomadas as devidas diligências para averiguar estas práticas e prevenir a sua continuidade.

Em curso
M. L.
05/03/2026

Falta de compensação

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à empresa responsável pelo arrendamento do quarto onde resido, em Lisboa. O meu quarto apresentou infiltração no teto e paredes, com humidade visível, tinta a descascar e zonas inchadas. Foram realizados trabalhos de reparação que se prolongaram por 10 dias. Durante esse período, o quarto esteve afetado por infiltração e obras, não reunindo condições normais de habitabilidade. Apesar disso, foi-me cobrada a totalidade da renda mensal, sem qualquer redução proporcional pelos 10 dias em que o espaço esteve comprometido. Solicitei formalmente a aplicação de desconto proporcional. A empresa informou que a compensação seria “discutida internamente”, mas até à data não apresentou qualquer decisão concreta. Adicionalmente, pouco mais de uma semana após a conclusão das obras, a parede voltou a apresentar descamação e sinais de humidade, indicando que a reparação poderá ter sido meramente superficial, sem resolução da causa da infiltração. Solicito apoio na clarificação dos meus direitos enquanto arrendatária e orientação quanto aos mecanismos formais para exigir a redução proporcional da renda e a resolução definitiva do problema. Disponho de registos fotográficos e comunicações escritas que comprovam a situação.

Em curso
B. C.
05/03/2026

Ocultação de informação

Desloquei-me ao estabelecimento BodyConcept de Santarém para realizar uma consulta inicial, tendo-me sido apresentada uma proposta sempre em formato de prestações mensais, nunca tendo sido claramente indicado o valor total do tratamento. A informação transmitida levou-me a crer que estaria perante um modelo semelhante a uma subscrição (por exemplo, como a de um ginásio) e não perante a celebração de um contrato de crédito com uma entidade financeira externa. Durante a consulta, foi-me solicitado um código recebido por mensagem, tendo-me sido indicado apenas para fornecer esse código, sem qualquer explicação clara sobre a finalidade do mesmo. Em momento algum me foi explicado que esse procedimento correspondia à celebração de um contrato de financiamento com a entidade financeira Cofidis, através do sistema Cofidis Pay. Foi também mencionada a emissão de uma fatura por email; contudo, como naquele momento efetuei apenas o pagamento de um kit inicial e de um creme, presumi tratar-se da fatura relativa a esses produtos. Importa salientar que: 1. Nunca me foi apresentada, de forma clara e inequívoca, a existência de uma parceria com a Cofidis; 2. Nunca me foi explicado que estaria a celebrar um contrato de crédito; 3. Nunca me foi devidamente esclarecido o valor global do tratamento; 4. Não me foi dado tempo adequado para análise consciente e informada da documentação; 5. Não realizei qualquer sessão de tratamento, tendo apenas adquirido o kit e o creme, que já se encontram pagos (em anexo). Cerca de 30 minutos após sair do estabelecimento, em conversa com o meu namorado, ao aperceber-me da real natureza da situação, entrei imediatamente em contacto com o estabelecimento, manifestando a minha intenção de resolver a situação. Foi-me, contudo, respondido que teria “assinado e aceite tudo” e que não seria possível cancelar, a não ser mediante pagamento da totalidade do produto/serviço que ainda não usufruí. Durante essa comunicação foi ainda feita uma observação desadequada relativamente à minha capacidade de compreensão, o que considero profundamente desrespeitoso. Posteriormente, fui novamente contactada telefonicamente pelo estabelecimento para agendamento de tratamentos, apesar de já ter comunicado expressamente que não pretendia prosseguir com qualquer serviço. Considero que ocorreu uma clara omissão de informação relevante, falta de transparência contratual e violação do dever de informação prévia ao consumidor, o que comprometeu a formação de um consentimento livre, esclarecido e informado, princípios fundamentais previstos na legislação de defesa do consumidor e na contratação de crédito ao consumo. Face ao exposto, venho solicitar a vossa intervenção e apoio na análise desta situação, uma vez que considero não ter sido devidamente informada sobre a celebração de qualquer contrato de crédito. O meu único objetivo é proceder ao cancelamento do contrato associado ao sistema Cofidis Pay, relativo a um serviço que não usufruí e cuja natureza contratual não me foi devidamente explicada no momento da consulta.

Encerrada

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