Reclamações públicas

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S. M.
28/08/2026

Cancelamento do aluguer por não aceitar o meu cartão de crédito como meio de pagamento do deposito

Reclamo o reembolso do valor da diferença entre o valor pago no ato da reserva online e o valor efetivamente pago por uma nova reserva no balcão EUROPCAR pelo mesmo veículo devido à obrigatoriedade do cancelamento. No dia 04 Julho de 2026, reservei um carro no valor de 417,17€, devidamente pago com cartão virtual MBNet e aceite pela Europcar sem qualquer impedimento ou alerta. No dia 16 de Julho, dia do levantamento do veículo, no balcão da Europcar da estação de Charleroi (Bélgica), apresentei toda a documentação necessária, incluindo o meu cartão de crédito físico para caucionar os 100€ exigidos. No entanto, o funcionário recusou entregar o veículo alegando que o cartão de crédito apresentado não era o mesmo utilizado no pagamento online. Apesar de: 1. O website permitir e aceitar pagamentos com cartão virtual; 2. Eu poder comprovar no momento do levantamento, através da minha conta bancária, que o pagamento saiu da minha conta; 3. Ser possível verificar a minha identidade através do Cartão de Cidadão. O funcionário manteve uma postura inflexível, declarou a reserva como “nula” e recusou qualquer solução razoável, incluindo o estorno imediato do valor pago online ou a realização de um novo pagamento com o meu cartão de crédito físico. A situação ocorreu às 22h55, a cinco minutos do fecho do balcão, e eu tinha ainda 100 km para percorrer até ao meu destino. Perante a ausência total de alternativas, fui forçado a aceitar a única opção apresentada: cancelar a reserva e realizar uma nova, no valor de 688,05€. Assim, paguei +246,88€ por um veículo que já estava preparado para entrega e cuja reserva original tinha sido validada pela Europcar e paga à Europcar por debito. Solicito, portanto, o reembolso integral dos 246,88€, uma vez que: 1. A Europcar aceitou o pagamento online e reteve o montante durante 16 dias; 2. O website não bloqueou nem alertou para a utilização de cartão virtual; 3. A recusa no balcão contradiz o processo de reserva online; 4. Não foi apresentada qualquer solução razoável, apesar de eu ter comprovado identidade e titularidade da conta; Fui forçado a pagar um valor substancialmente superior sem qualquer justificação operacional.

Em curso
B. A.
28/08/2026

CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO

RECLAMAÇÃO FORMAL – CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO POR MOTIVO DE ACIDENTE E SUSPENSÃO MÉDICA Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente à cobrança de uma penalização no valor de 50,00 €, que me está a ser exigida pelo ginásio, sob a alegação de que não completei as alegadas 52 semanas pagas previstas no contrato. Celebrei com o ginásio um contrato com um período de fidelização de um ano, correspondente, segundo as condições contratuais, a 52 semanas. Durante a vigência do contrato, sofri um acidente que resultou numa fratura do ombro, ficando temporariamente impossibilitada de frequentar o ginásio e de praticar atividade física. Por esse motivo, apresentei ao ginásio o respetivo atestado médico, que foi aceite pela entidade. Na sequência da situação clínica, o próprio ginásio autorizou a minha suspensão durante o período em que estive impossibilitada de frequentar as instalações, pelo que a interrupção dos pagamentos não resultou de uma decisão arbitrária ou de uma recusa minha em cumprir o contrato, mas de uma situação de saúde devidamente comprovada e comunicada à entidade. Importa salientar que não escolhi sofrer o acidente, nem escolhi ficar impossibilitada de utilizar os serviços contratados. A situação foi devidamente justificada através de documentação médica e aceite pelo próprio ginásio. O contrato tinha como data prevista de término o dia 5 de setembro de 2026. No entanto, neste momento, o ginásio informa-me de que, por não ter efetuado pagamentos durante o período em que estive suspensa por motivo médico, considero que não completei as 52 semanas pagas e, por esse motivo, pretendem cobrar-me uma penalização de 50,00 €. Contesto expressamente esta cobrança. Se o ginásio entendeu e aceitou que, perante a apresentação do atestado médico, eu deveria ficar temporariamente suspensa, não considero legítimo que, posteriormente, utilize essa mesma suspensão médica como fundamento para me penalizar financeiramente ou para prolongar unilateralmente o período de fidelização, sem que me seja apresentada uma cláusula contratual clara, específica e previamente aceite que determine expressamente essa consequência. Assim, solicito: 1. A indicação, por escrito, da cláusula concreta do contrato que permite ao ginásio cobrar a penalização de 50,00 € nesta situação; 2. A indicação expressa de qual a base contratual que permite transformar o período de suspensão médica, devidamente autorizado pelo ginásio, num período adicional de fidelização; 3. A apresentação do cálculo detalhado através do qual o ginásio conclui que não foram cumpridas as 52 semanas previstas; 4. A confirmação de que o período em que estive impossibilitada de frequentar o ginásio foi efetivamente registado como suspensão médica, e não como incumprimento contratual ou falta de pagamento; 5. A anulação da cobrança dos 50,00 €, por entender que não dei causa a qualquer incumprimento voluntário e que a situação decorreu de um acidente e de uma incapacidade médica devidamente comprovada; 6. A confirmação, por escrito, da data efetiva de cessação do contrato, sem aplicação de qualquer penalização decorrente da situação médica acima descrita. Solicito ainda que esta reclamação seja analisada à luz da legislação de proteção dos consumidores, nomeadamente quanto aos deveres de informação, transparência e equilíbrio das condições contratuais. Caso o ginásio mantenha a cobrança, solicito que me seja fornecida a respetiva fundamentação contratual e legal, para que possa apresentar a documentação à DECO PROTESTE e às restantes entidades competentes de defesa do consumidor, para apreciação da validade da cobrança e da eventual existência de uma cláusula contratual abusiva ou de uma prática comercial desproporcionada. Reforço que não me recuso a cumprir as obrigações que efetivamente resultem do contrato. O que contesto é que uma situação de acidente e incapacidade médica, devidamente comprovada e previamente comunicada ao ginásio, seja posteriormente utilizada para me impor uma penalização de 50,00 € ou para prolongar o período de fidelização sem que exista uma disposição contratual clara que determine expressamente essa consequência. Solicito resposta escrita à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Araújo

Resolvida
L. S.
28/08/2026
Escola de condução Grancoop

Falta de transparência nos serviços prestados e retenção do valor pago

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a autoescola Grancoop, devido à falta de transparência na prestação de serviços, inflexibilidade e recusa injustificada de reembolso de valores pagos por serviços não utilizados.Há três meses tento tirar a minha carta de condução. Por trabalhar no setor da hotelaria com horários repartidos. Sempre enfrentei grandes dificuldades de conciliação em assistir as aulas, reportei esta situação e pedi apoio com os horários à autoescola por diversas vezes, mas nunca me foi apresentada uma solução viável. A autoescola omitiu deliberadamente a existência de aulas de código online. Só fui informada desta modalidade , que resolveria o meu problema de deslocação e horário, após comunicar a intenção de cancelar e desistir da carta de condução. Como a última tentativa de boa fé em terminar o processo após ter assistido a várias aulas aleatórias e ter sido informada que poderia assistir o conteúdo online após concluir as aulas 5 e 6, peguei a tarde de folga, saí a correr do trabalho para conseguir assistir às aulas. Por pressa, esqueci o cartão de aluno e a escola recusou-se a encontrar uma alternativa simples para registar a minha presença sendo que eu já havia por outras vezes assistido aulas sem a licença de aprendizagem por motivo de a auto escola sequer ter pedido ao IMT minha licença. A auto escola ignorou minha situação, meu desgaste é meu esforço limitando alternativas de soluções com a minha escassez de tempo livre. Diante do desgaste decidi solicitar o cancelamento e o reembolso. Paguei a inscrição, o pacote de aulas teóricas e algumas aulas práticas e aulas no simulador. Não cheguei a usufruir de nenhuma destas aulas práticas e do simulador. A autoescola recusa-se categoricamente a devolver o dinheiro ou a fazer qualquer tipo de acordo amigável, retendo o valor de serviços que sequer foram prestados. Considero esta postura abusiva e violadora dos direitos do consumidor (enriquecimento sem causa por parte da auto-escola. Solicito apoio da decoproteste para resolver esse caso, pois não há nenhuma condição de que uma empresa prestadora de serviços haja desta forma arbitrária de se achar no direito de ficar com o dinheiro das pessoas sem ter custos nenhum, presumindo ganho pela dificuldade da conclusão de um serviço prestado.

Em curso
Y. A.
28/08/2026

Paid €454, then faced with an undisclosed additional €1,230 charge and refused a refund

I made a reservation through Uniplaces and paid a total of €454 on 30 June 2026. After I had made the payment, I was informed that I would have to pay an additional €1,230 in order to obtain the accommodation. This was a substantial additional amount that had not been disclosed to me as a mandatory payment before I made the €454 payment. Had this additional €1,230 requirement been disclosed before payment, I would not have made the reservation. Because I was not willing to pay this unexpected additional amount, I contacted Uniplaces and asked to cancel the reservation. Only after I requested cancellation did Uniplaces inform me that the €454 I had already paid was non-refundable. As a result, I was left in a situation where I had paid €454 for a reservation, was subsequently asked to pay a further €1,230 that had not been disclosed beforehand, and was then told that I could not recover the €454 when I asked to cancel because of this undisclosed additional requirement. I did not receive what I believed I was paying €454 for. Instead, after payment, the actual cost required to obtain the accommodation increased by €1,230. I consider this unacceptable. A substantial mandatory cost required in order to obtain the accommodation should have been clearly disclosed before I made the reservation and payment. I should not have been required to discover such a significant additional charge only after my €454 payment had already been made. I attempted to resolve this matter directly with Uniplaces and subsequently opened a dispute with PayPal, but the matter remains unresolved. I am therefore requesting a full refund of the €454. I can provide supporting documentation showing: the reservation and €454 payment; the subsequent demand for an additional €1,230; my request to cancel the reservation; Uniplaces' subsequent statement that the €454 was non-refundable; and my attempts to resolve the matter. I attach a screenshot from the Uniplaces website showing the information presented to me when making the reservation. Uniplaces advertised the accommodation at €252 for the first rental month and added a €202 one-time service fee, resulting in a clearly displayed total of €454. The payment summary stated that, following the landlord's approval, I would pay €454 through Uniplaces. At no point in this payment summary was an additional mandatory payment of €1,230 disclosed or indicated as a condition for obtaining the accommodation.

Encerrada
V. G.
28/08/2026

Falta de comunicação interna

Reclamação — Encomenda 1ZH87Y506861825880 Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela UPS no âmbito da encomenda com o número de seguimento 1ZH87Y506861825880. No dia 27 de agosto, a encomenda não foi entregue no UPS Access Point inicialmente previsto, uma vez que os cacifos se encontravam cheios. Perante essa situação, entrei em contacto com a UPS e, durante esse contacto, foi-me sugerido pela própria empresa que alterasse a entrega para um ponto físico, onde eu pudesse deslocar-me pessoalmente para levantar a encomenda. Aceitei essa solução, apesar de o problema não ter sido causado por mim. A alteração ficou registada no sistema e, às 18h34 do dia 27 de agosto, o acompanhamento da encomenda confirmou expressamente: “A delivery change has been completed and your shipment will be forwarded to a UPS Access Point™.” Por considerar que a situação estava resolvida, aguardei pela entrega no novo local. Contudo, no dia 28 de agosto, às 12h35, surgiu uma nova atualização: “Unable to deliver to UPS Access Point™; will reattempt delivery to UPS Access Point™ the next business day.” Voltei imediatamente a contactar a UPS para perceber o que tinha acontecido. Durante esse contacto, a própria UPS confirmou que ocorreu um erro: o estafeta ignorou a alteração registada no sistema e voltou a encaminhar a encomenda para o mesmo cacifo que anteriormente já não tinha espaço. Considero esta situação inadmissível. A UPS já tinha conhecimento de que o primeiro local não tinha capacidade, sugeriu-me uma alternativa, recebeu a minha aceitação, registou a alteração no sistema e confirmou que a encomenda seria encaminhada para um novo UPS Access Point. Apesar disso, a instrução não foi cumprida. É razoável esperar que, antes de realizar uma nova tentativa de entrega, o estafeta consulte as informações e alterações existentes no sistema. Se isso tivesse acontecido, este problema teria sido evitado. Mais grave ainda, apesar de a UPS ter reconhecido o erro, fui informado de que, por política da empresa, não seria possível corrigir imediatamente a situação e realizar a entrega no local físico que havia sido solicitado e aceite. Assim, sou eu quem fica obrigado a aguardar por uma nova tentativa e a suportar os transtornos causados por uma falha da própria UPS. Não considero aceitável que o consumidor tenha de reorganizar a sua disponibilidade, perder tempo e aguardar novamente por uma encomenda devido a uma falha interna de comunicação ou execução entre o sistema da empresa e o estafeta. Reforço que colaborei em todos os momentos com a UPS e aceitei a solução que me foi proposta pela própria empresa. Não provoquei o problema, não recusei a entrega e não forneci informações incorretas. Ainda assim, fui prejudicado por uma alteração que, embora tenha sido devidamente registada, não foi cumprida. Solicito, por isso, uma explicação formal sobre o sucedido e uma solução adequada para a entrega da encomenda, sem que eu tenha de suportar novos transtornos resultantes deste erro. Solicito igualmente que a UPS analise internamente esta ocorrência, nomeadamente a forma como as alterações de entrega são comunicadas aos estafetas, para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer. Considero lamentável que uma alteração de entrega confirmada pelo próprio sistema da UPS tenha sido ignorada e que, posteriormente, o cliente tenha ficado responsável por suportar as consequências dessa falha. E agora, em outro contacto com André Soares , fui informado que o estafeta está com meu contacto, e é ele quem decidirá se ligará, ou não para entregar a encomenda. Outro despreparado.

Resolvida
A. S.
28/08/2026

Reclamação por cobranças indevidas

Assunto: Exigência de Cancelamento Imediato de Assinatura e Reembolso de Cobranças Indevidas ​Exmos. Senhores, ​Venho por este meio apresentar formalmente uma reclamação referente ao serviço contratado na vossa plataforma OnlineCurriculo (ou OnlineCV). ​No dia 24/05/2026, efetuei o pagamento do valor pontual de 1,95€ com o único propósito de efetuar o download de um modelo de currículo. Contudo, tomei conhecimento recente de que me têm vindo a ser debitados recorrentemente 29,95€ a cada 4 semanas na minha conta/cartão bancário. ​Quero expressar o meu total protesto por esta prática, pelos seguintes motivos: • ​Falta de Transparência no Acto de Compra: A adesão a uma assinatura mensal de 29,95€ não me foi apresentada de forma clara, ostensiva nem explícita durante o processo de pagamento dos 1,95€. A informação foi omitida do fluxo principal de checkout. • ​Ausência de Consentimento Explícito: Jamais tive intenção de subscrever qualquer plano contínuo premium, nem autorizei expressamente cobranças periódicas recorrentes. • ​Prática Comercial Enganosa: A omissão de custos adicionais relevantes no momento da transação viola os direitos do consumidor previstos na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e no Decreto-Lei n.º 24/2014 relativo aos contratos celebrados à distância. ​Face ao exposto, solicito expressamente: 1. ​O cancelamento imediato e definitivo de qualquer assinatura ou subscrição associada aos meus dados/conta. 2. ​O reembolso integral de todos os valores cobrados indevidamente desde maio de 2026 até à presente data. Fico a aguardar uma resposta obrigada pela atenção.

Encerrada
M. C.
28/08/2026
Generali Tranquilidade Seguros

Não concordância com repartição de responsabilidades do Sinistro

Exmos Senhores da Generali Traquilidade Seguros Apresento Reclamação, sobre a vossa face à vossa Comunicação da repartição de responsabilidades na proporção de 50% para cada um dos intervenientes do sinistro em causa, ocorrido no dia 3 de Julho de 2026, na Rua General Amilcar Mota, em frente à entrada da Escola de Sargentos do Exército. No dia do acidente o meu marido, é que conduzia o Opel Corsa (matrícula 49JX45) e estava a dirigir-se para o trabalho (Escola de Sargentos do Exército). Foi precisamente à entrada dessa unidade militar que o mesmo teve lugar. Dado que foi a viatura (Peugeot, matrícula BA52ER) a embater no Opel, gostaríamos de saber, de forma muito concreta e objetiva, qual a regra de trânsito /Código da estrada, em concreto, que não terá sido cumprida pelo condutor do Opel, para vos levar a atribuir responsabilidade de 50/50 aos 2 intervenientes. Saliento que o acidente resulta do Peugeot bater na frente do Opel que já estava praticamente parado. O Peugeot faz uma ultrapassagem, pela direita, numa zona de traço contínuo, no momento em que o Opel se encontra a sinalizar viragem à direita e a abrandar, para verificar se a passagem para entrar na da unidade militar estava ou não desimpedida (o que se verificou não estar, em virtude de se encontrar uma viatura que estava para sair). Sendo que a viatura Peugeot ultrapassa a alta velocidade e invade, inclusive, o passeio na sua ultrapassagem (só não acertando em nenhuma pessoa porque felizmente ninguém estava a passar naquele momento nessa zona do passeio), não se percebe como possam ser repartidas em 50% a responsabilidade deste acidente. Claramente o condutor do Peugeot estaria a conduzir distraído, ou em excesso de velocidade, ou sem respeitar a distância mínima de segurança entre veículos, ou até mesmo todas estas situações conjugadas. Gostaria, pois, de respeitosamente solicitar à companhia Generali Traquilidade Seguros que, em abono da verdade dos factos, se proceda à reconstituição presencial do acidente, no local, com o meu marido e com os Sr. Condutor do Peugeot que bateu no Opel Corsa, no dia e hora que vier a ficar definido para tal. Não posso de forma alguma, compactuar com um eventual desresponsabilizar do condutor do Peugeot que não ia atento (não sei se iria ou não a fazer outra coisa enquanto conduzia) que bateu na minha viatura Opel Corsa, quando esta já estava a abrandar e a parar, numa zona com muita visibilidade, com limite de velocidade, com traços contínuos na estrada, onde não é permitido ultrapassar, em frente à entrada/saída de uma unidade militar. Confesso que estou até mesmo incrédula sobre a decisão da Generali Traquilidade Seguros, mas percebo que da vossa parte esta será uma solução “optimizada”. Mas não é certamente a correta e tomarei todas as diligências possíveis para que esta decisão seja revertida. Aguardo as vossas comunicações no sentido de se proceder à reconstituição do acidente. Com os melhores Cumprimentos

Encerrada
D. T.
28/08/2026
Quinta do Crasto

Reembolso não recebido

Exmo. Srs. No dia 21/08/2026 fiz a reserva para um dia de degustação de vinhos com visita à quinta na Quinta do Crasto, no Cale do Douro. Reserva VA2408DT, para 2 adultos e 1 bebê Data da visita: 24/08/2026 Valor: 184 euros Conforme termos informados, era necessário o pagamento de 98 euros para garantir a reserva. Enviaram um link para pagamento. Tive problemas ao fazer o pagamento, por isso no dia 21/08/2026 enviei email solicitando auxílio. No dia 22/08/2026, mesmo sem ter obtido resposta ao pedido de auxílio, consegui fazer o pagamento do valor de 98 euros no cartão de crédito. No mesmo dia, enviei email solicitando a CONFIRMAÇÃO da reserva, porém não obtive resposta. Como não obtive resposta, não compareci ao evento no dia 25/08/2026. Solicitei o reembolso do valor pago, mas não obtive resposta. Acredito que houve FALHA na prestação do serviço pela ausência de confirmação. Eu estava hospedado em Guimarães, a 1:40h de carro da quinta, não queria correr o risco de comparecer dia 25/08 e receber a negativa de participar do evento, pela ausência de confirmação do pagamento. Não houve desistência de minha parte que justifique a cobrança, porque não compareci precisamente pela ausência de confirmação da reserva. Além disso, solicitei a confirmação com antecedência, dia 22/08, sendo que a visita era 24/08, mas não houve resposta, por isso a falha do serviço. Diante disso, solicito: A) devolução do valor de 98 euros pagos, com estorno da compra no cartão de crédito, ou outra forma de reembolso em dinheiro.

Encerrada

Inoperância do serviço de atendimento

Pretendo ser atendida para efetuar um pedido de reembolso do pagamento de uma certidão pedida on-line, um dia fora do prazo. Tudo bem explicado na nota de pagamento que posso pedir o estorno, recorrendo à Helpdesk do IRN predial online que, por sua vez remete para um endereço electrónico e para uma linha telefónica. No entanto, estes serviços não estão a funcionar: não obtenho qualquer resposta por correio eletrónico nem por telefone (tempo de espera superior a 30 minutos a toda a hora desde as 9:00 h da manhã. Depois, a reclamação electrónica também não é aceite porque o IRN não está inscrito na plataforma! Um a questão que simplesmente seria evitável se o valor reclamando não tivesse sido cobrado e os dados para pagamento fossem inválidos quando estão fora do prazo. Terei de marcar um agendamento presencial, sem esperança de ver resolvido esta questão.

Encerrada
L. J.
27/08/2026
Aqui A Tua Remodelação

Confiei na Aqui a Tua Remodelação. Um verdadeiro pesadelo.

Sou um particular, sem experiência em construção ou remodelações. Em 2025, depois de um processo de partilha de herança em que fiquei com três apartamentos em Almada, preenchi um pedido no website da Aqui a Tua Remodelação para a sua remodelação integral. Não procurei nem escolhi o empreiteiro (Four Baruck - Aqui a Tua Remodelação Almada). Foi a Aqui a Tua Remodelação que me atribuiu este operador, apresentando-o como integrado numa rede de profissionais credenciados. Confiei na marca e nas promessas que transmitia aos consumidores: seleção de profissionais qualificados, auditoria dos operadores, acompanhamento das obras, controlo de qualidade, cumprimento de prazos, garantia dos trabalhos, mediação de conflitos e nomeação de peritos em caso de divergência. Foi por causa destas promessas que contratei. Enquanto consumidor, não me foi apresentada uma empresa independente que, por coincidência, utilizava a mesma imagem. Foi-me indicado um operador da rede Aqui a Tua Remodelação, escolhido pela marca e a atuar sob a sua identidade comercial. A contraparte do contrato foi identificada como “Four Baruck, Unipessoal Lda. (Aqui a Tua Remodelação – Almada)”. A marca constava do orçamento, do cronograma financeiro, da documentação publicitária anexa, do aviso de obra no prédio, dos endereços de email utilizados pelo operador e da App disponibilizada. Para mim, enquanto consumidor, contratei a Aqui a Tua Remodelação - Almada e confiei na estrutura, fiscalização e segurança anunciadas. O que deveria ter sido uma remodelação de sonho tornou-se um verdadeiro pesadelo. A obra deveria ter sido concluída a 18 março 2026. Foi posteriormente indicada, de forma unilateral pelo empreiteiro, a data de 5 maio, também incumprida. Em 1 junho a obra foi abandonada e os três apartamentos ficaram inacabados, sem condições de utilização e com defeitos graves, apesar de já ter pago cerca de 90% do valor contratado. Não estamos apenas perante pequenos acabamentos por concluir. Os vãos ficaram abertos com os apartamentos expostos aos elementos, carpintaria por fazer, wcs e cozinhas por terminar, etc. Entre os defeitos construtivos já identificados encontram-se pavimentos desnivelados, caixilharias com dimensões erradas, vidros partidos, tetos tortos, portas de entrada demasiado grandes que obrigaram a cortar as paredes atrás, paredes de esferovite pintado, fios elétricos todos da mesma cor, drenagens dos AC sem ligação às redes de drenagem, deficiências na drenagem do termoacumulador (e inexistência dos termoacumuladores), armários de cozinha desalinhados e ausência de caixa ITED, entre outros. Depois de pagar quase toda a obra, fiquei com três apartamentos que não posso utilizar e perspetivas de custos entre 50.000 e 90.000 euros + IVA para corrigir os defeitos e concluir a remodelação, de acordo com os elementos já recolhidos junto de diferentes empreiteiros e especialistas, sem prejuízo da quantificação definitiva pelo relatório pericial. Tudo isto numa obra em que faltaria pagar menos de 7.000 euros já com IVA. Durante meses pedi ajuda à Aqui a Tua Remodelação. Contactei repetidamente a marca por email, telefone e presencialmente, desde dezembro 2025. Mais tarde, a marca foi também formalmente interpelada pelo meu advogado. Reportei atrasos, exigências de pagamentos que não correspondiam ao avanço real da obra, deficiências de execução e, finalmente, a interrupção e abandono dos trabalhos. Após o abandono da obra e por razões de segurança das frações, fui aconselhado a substituir as fechaduras, o que fiz. Tanto o empreiteiro como a Aqui a Tua Remodelação receberam formalmente informação clara relativa à forma de aceder aos apartamentos depois dessa mudança. A marca sabia, portanto, como aceder às frações e teve ampla oportunidade para combinar uma visita, verificar diretamente o estado em que os apartamentos tinham sido deixados e acompanhar qualquer diligência necessária. Entre o abandono da obra, em 1 junho, e a declaração de incumprimento definitivo, em 2 julho, apesar das diversas comunicações informais e formais enviadas (1 junho, 2 junho, 5 junho, 8 junho, 12 junho, 2 julho), a Aqui a Tua Remodelação não manifestou interesse em visitar os apartamentos. Não pediu acesso. Não promoveu uma vistoria. Não realizou uma auditoria técnica. Não apresentou qualquer relatório de controlo de qualidade. Não nomeou os peritos anunciados. Não acionou o mecanismo de mediação previsto. Não convocou uma reunião. Não apresentou um plano para concluir e corrigir os trabalhos. Em 23 julho realizou-se uma vistoria técnica independente, conduzida por perito avaliador certificado pela CMVM, contratado e pago por mim. O empreiteiro e a Aqui a Tua Remodelação foram informados e convidados a comparecer. O empreiteiro fez-se finalmente representar. A Aqui a Tua Remodelação (sede) optou por não comparecer, apesar de ter tido mais uma oportunidade para observar diretamente o estado das obras, acompanhar a avaliação técnica e pronunciar-se sobre os problemas identificados. Em vez de acionar as garantias com que captou a minha confiança enquanto consumidor, a marca invocou a autonomia jurídica da Four Baruck (Aqui a Tua Remodelação - Almada) e apresentou a situação como um problema entre mim e o empreiteiro. Essa posição foi posteriormente confirmada de forma expressa. Em resposta formal de 6 agosto, a Aqui a Tua Remodelação voltou a sustentar que a Four Baruck é uma sociedade jurídica autónoma e recusou assumir qualquer responsabilidade pela conclusão ou retificação das obras, bem como pelos respetivos custos ou prejuízos. A rede esteve presente para captar o cliente, selecionar e apresentar o operador, emprestar-lhe a sua marca e transmitir garantias de acompanhamento, auditoria e qualidade; mas, quando essas garantias foram efetivamente necessárias, declarou-se alheia às consequências da atuação do operador que integrou e apresentou ao consumidor. Se os operadores eram efetivamente selecionados, qualificados e auditados, não se compreende como foi possível que o operador que a marca me atribuiu recebesse cerca de 90% do preço, incumprisse sucessivamente os prazos, executasse trabalhos com defeitos desta gravidade e abandonasse os apartamentos sem os concluir. Se esses mecanismos não funcionavam ou não eram efetivamente aplicados, então a imagem de segurança, acompanhamento e qualidade transmitida pela publicidade da marca não correspondeu à proteção que o consumidor encontrou quando dela precisou. Considero ainda especialmente grave que, numa comunicação de 4 julho, a Aqui a Tua Remodelação tenha afirmado que, caso eu continuasse a publicar comentários nas redes sociais sobre a minha experiência, deixaria de ter disponibilidade para prosseguir a resolução do processo. A aplicação das garantias anunciadas, a mediação e a tentativa de resolver os danos não são favores que possam ficar dependentes do silêncio do consumidor. Tudo o que aqui relato está documentado através do contrato, orçamento, cronograma, elementos publicitários, emails, mensagens, interpelações formais, fotografias, vídeos e elementos técnicos. Não faço acusações abstratas: relato factos concretos da experiência que vivi e condutas que consigo documentar. Exijo que a Aqui a Tua Remodelação assuma a responsabilidade pela situação criada no âmbito da sua rede e apresente uma solução concreta, que assegure, a suas expensas, a conclusão integral das obras e a correção de todos os defeitos existentes, com indicação de prazos concretos. Confiei numa marca que prometia proteger o consumidor precisamente deste tipo de situação. Quando mais precisei dessa proteção, fiquei sozinho com três apartamentos inacabados e gravemente defeituosos, cerca de 90% da obra paga e um prejuízo enorme. A minha experiência com a Aqui a Tua Remodelação é, por tudo isto, extremamente negativa. Deixo este relato para que outros consumidores possam conhecer a minha experiência antes de tomarem uma decisão de contratação.

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