Reclamações públicas
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Atendimento lamentável
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado na Papelaria Kaka na calçada da tapada 170A, em especial por parte da proprietária, uma senhora loira, cujo comportamento considerei extremamente desagradável e desrespeitoso. Desloquei-me à loja para levantar encomendas quando me encontrava com 34 semanas de gravidez, já no terceiro trimestre e visivelmente grávida. Como é do conhecimento geral, as grávidas têm direito legal a atendimento prioritário, pelo que me dirigi ao início da fila, uma vez que o estabelecimento nem sequer dispõe de senhas prioritárias. Apesar de me ter entregue as encomendas, a senhora manteve sempre uma postura arrogante e pouco simpática. No momento em que estava a sair, um senhor que se encontrava na fila começou a reclamar pelo facto de eu estar a usufruir do meu direito de prioridade. O mais lamentável foi a própria dona da loja ter decidido juntar-se aos comentários, dizendo que “há outras pessoas que também podem querer usar a prioridade”, ao que respondi apenas que todas essas pessoas têm naturalmente esse direito, tal como eu, estando numa fase tão avançada da gravidez. A senhora continuou com comentários desnecessários, aos quais optei por não dar importância para evitar stress e nervosismo que pudessem prejudicar o meu bebé. Saí da loja profundamente triste e desiludida com a falta de empatia e solidariedade demonstrada, sobretudo vindo de outra mulher. Felizmente, nunca me tinha acontecido uma situação semelhante durante toda a minha gravidez. Quero também deixar claro que existe outra funcionária brasileira na papelaria que sempre foi extremamente simpática, educada e prestável, pelo que esta reclamação se dirige exclusivamente à atitude da proprietária. Considero inadmissível que um direito legal seja tratado com arrogância e falta de respeito, especialmente perante uma grávida em final de gestação. Por esse motivo, irei formalizar a respetiva queixa.
Garantia
Em fevereiro de 2024, adquiri um relógio da marca Seiko (modelo SSB445P1) na loja Beontime Alfragide. No início deste ano, ainda com menos de dois anos de utilização, o relógio começou a apresentar paragens intermitentes: deixava de funcionar, mas ao acertar novamente as horas retomava o funcionamento normal por alguns dias. Em abril deste ano, o relógio parou definitivamente. Dirigi-me então à loja Beontime Alfragide, que procedeu ao envio do mesmo para o representante da marca. Após algum tempo, e ainda dentro do período de garantia de três anos, foi-me apresentado o seguinte orçamento: substituição de máquina, pilha, teste de estanquicidade + ponteiro dos segundos/cronógrafo, no valor de 123 euros, sujeito a disponibilidade de peças. Considerando que não é expectável que um relógio de uma marca conceituada necessite de substituição da máquina ao fim de apenas dois anos, entendo que estamos perante um claro defeito de fabrico. Após submissão de uma reclamação no "Livro de Reclamações Eletrónico", o representante da marca (Certora) argumenta que "a presunção de defeito original vigora apenas nos primeiros 2 anos" e que "cabe ao consumidor provar que a falta de conformidade existia à data da compra". Obviamente que não consigo provar essa falta de conformidade, pois o relógio funcionou sem problemas durante cerca de 2 anos. No entanto, estando na presença de um bem duradouro, não é aceitável que a máquina de um relógio muito caro avarie ao fim de 2 anos, sem que seja devido a um defeito de fabrico. Tenho motivos que justifiquem prosseguir com esta queixa? Obrigado.
Desconformidade nas instalações e não resolução das mesmas
Exmos. Senhores Venho por este meio reforçar a reclamação já apresentada relativamente à empresa JCC Desig, associada Processo com a referência 15011792 A situação mantém-se sem resolução, apesar das várias comunicações já efetuadas. A principal desconformidade prende-se com a janela da marquise, cuja configuração foi alterada sem o meu consentimento nem qualquer informação prévia. Em momento algum fui informada de que a janela ficaria com uma disposição diferente da existente anteriormente, situação que atualmente me impede o acesso adequado aos estores e à lateral direita da própria marquise. Entretanto, a equipa técnica deslocou-se novamente à minha habitação, tendo sido detetadas novas irregularidades. Verificou-se que duas janelas dos quartos ficaram com as caixas de estores salientes para o exterior, enquanto a caixa de estore do quarto central ficou embutida na parede, dificultando significativamente o acesso necessário à manutenção dos estores. Para além disso, a parede encontra-se deformada devido à execução dos trabalhos. Importa ainda referir que duas tampas das caixas de estores se encontram partidas, situação que a empresa tenta imputar à cliente, apesar de nunca ter sido efetuada qualquer intervenção ou manipulação por minha parte. Considero inaceitável que a empresa continue a desmentir os factos reportados e a desacreditar a cliente, mesmo perante evidências verificadas no local. Neste momento, mantenho ainda em dívida cerca de 50% do valor contratualizado, valor esse que pretendo liquidar assim que todas as desconformidades e problemas identificados sejam devidamente resolvidos. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de mediar esta situação e auxiliar na obtenção de uma resolução definitiva junto da JCC Desig Com os melhores cumprimentos, Ana Ferreira
Pedido de reembolso recusado após campanha técnica Peugeot – Processo encerrado indevidamente
Venho apresentar reclamação contra a Peugeot/Stellantis Portugal relativamente a um pedido de reembolso associado a uma avaria na minha viatura Peugeot 308 (matrícula 96-VU-90), relacionada com a corrente da árvore de cames. No início do ano fui obrigado a suportar uma reparação no valor aproximado de 700€, devido à rotura da corrente/kit da árvore de cames. Posteriormente, recebi uma comunicação oficial da Peugeot informando da existência de uma campanha técnica relacionada precisamente com este defeito. Após contacto com a marca, envio de documentação e vários pedidos de acompanhamento, o processo foi sucessivamente arrastado sem qualquer resposta concreta. Mais tarde apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online devido à ausência de resposta. Recentemente fui informado pela Peugeot/Stellantis de que o processo teria “expirado por inatividade”, apesar de existirem vários contactos, follow-ups e uma reclamação formal efetuada da minha parte. Considero que: existe reconhecimento do defeito pela própria marca; os custos foram suportados integralmente por mim; e o tratamento do processo por parte da Peugeot/Stellantis foi inadequado e sem resposta efetiva ao pedido de reembolso. Solicito apoio e intervenção no sentido de obter o reembolso dos custos suportados com a reparação associada ao defeito reconhecido pela marca.
Encomenda não recebida
A empresa GLS Portugal nunca entrega as encomendas em casa. Sou uma pessoa com mobilidade reduzida, não posso desloca-me ao parcel shop e nem sempre tenho alguém para ir lá. Estou sempre em casa e em teletrabalho as notificações que recebo dizem que "não havia ninguém em casa", quando ninguém toca.
Certificado de admissibilidade
Boa noite. Serve a presente missiva para dar conhecimento de uma instituição pública que presta um péssimo serviço aos cidadãos. No dia 12 solicitei um pedido de certificado de admissibilidade, hoje dia 26 de maio, ainda não está deferido. Paguei 75€ por este serviço, um valor exagerado para o tipo de serviço em questão. Passado este tempo, e tendo urgência em constituir a empresa enviei email para o RNPC, da qual o IRN é responsável. Responderam me a dizer que pode demorar até 25 dias... Ou seja, mais de um mês, um prazo ao nível de um país de terceiro mundo. No entanto, verifico que caso peça com urgência, tem um custo de 150€ (valor absurdo), e o mais interessante, está pronto.. num dia. Da que pensar este tipo de abordagem. É uma falta de respeito pelos cidadãos.
Produto entregue não corresponde ao anunciado no site
Fiz uma encomenda de flores através do vosso site e o arranjo entregue não corresponde ao apresentado na fotografia do anúncio. Além de algumas flores serem diferentes, a quantidade de flores e a apresentação geral são claramente inferiores ao produto anunciado. Compreendo que possam existir pequenas alterações por disponibilidade de stock, mas neste caso a diferença é demasiado significativa. Sinto que o produto recebido não corresponde ao valor pago nem às expectativas criadas no site, pelo que solicito uma solução para esta situação.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual relacionada com uma encomenda efetuada através do website Ginova, em regime de marketplace, sendo a empresa vendedora a Smooth Saturday, Lda. A encomenda foi realizada no dia 24/09/2025, tendo sido indicado como prazo máximo de entrega o dia 23/10/2025. A encomenda nunca foi entregue. Após ultrapassado o prazo de entrega, contactei a empresa Smooth Saturday enumeras vezes. Ao longo dos meses seguintes fui recebendo respostas genéricas e sucessivos adiamentos, alegando atrasos internos, elevado volume de pedidos e necessidade de análise por parte da equipa financeira, sem nunca apresentarem uma data concreta para devolução do valor pago. Mais recentemente, deixei inclusivamente de obter qualquer resposta aos meus contactos, mantendo-se a situação totalmente por resolver até à presente data e não ter sido efetuado qualquer reembolso. Foi igualmente apresentada reclamação no Livro de Reclamações Online contra a Smooth Saturday, mantendo-se a situação sem resolução até à presente data. Considero que existe incumprimento claro dos direitos do consumidor, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que o produto não foi entregue e o valor pago não foi restituído após resolução legítima do contrato. Pretendo o reembolso integral do valor pago e solicito a intervenção da DECO Proteste na mediação e acompanhamento desta situação. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Com os melhores cumprimentos, PaulaRodrigues
Centauro Rent a Car - Depositos nao devolvidos
Assunto: Reclamação contra Centauro Rent a Car – incumprimento de reembolso Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Centauro Rent a Car, relativamente ao contrato de aluguer associado à reserva n.º 260418-619881. No levantamento do veículo foi-me cobrado o montante de 177,09 €, referente a combustível e portagens. O veículo foi posteriormente devolvido: sem qualquer utilização de portagens; com o depósito de combustível acima do nível previsto. De acordo com as condições comunicadas pela empresa, o respetivo reembolso deveria ser efetuado dentro de um determinado prazo. Contudo, esse prazo já foi ultrapassado e, até à presente data, não recebi qualquer devolução do valor nem informação concreta sobre a regularização da situação, apesar dos contactos efetuados. Considero que existe incumprimento das obrigações contratuais e falta de resposta adequada por parte da empresa. Assim, solicito a intervenção dessa entidade no sentido de: promover a resolução da situação; garantir a devolução do montante devido; apurar o incumprimento dos prazos de reembolso previstos. Junto toda a documentação comprovativa da reserva, pagamento e devolução do veículo. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
No dia 5 de maio paguei estacionamento junto ao hospital cuf descobertas até as 13h. A Emel aplicou uma coima às 13.52. Uma infração com coima de 30-150 euros quando na realidade seria para pagar um valor respectivo ao restante dia. Cobraram como se não tivesse pago estacionamento. E não me dão qualquer resposta razoável a isto, só que eles têm razão sem me dizer porque. Tenho em anexo o pagamento na aplicação para confirmar e a coima aplicada.
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