Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. T.
13/01/2026
Porto pronto

Encomenda não recebida

Fiz uma compra online neste site a mais de um mês, não obtive encomenda, nem qualquer tipo de resposta quando os contactei pelo email, para além do contacto telefónico não estar ativado.

Encerrada

Atraso na Emissão Cartão Residente

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, devido à demora excessiva, falta de resposta e atuação contraditória no âmbito do meu processo de autorização de residência. Encontro-me a aguardar uma decisão da AIMA desde 04 de dezembro de 2024, sem que, durante vários meses, me tenha sido prestada qualquer informação concreta sobre o estado do processo. Já tinham decorrido mais de 90 dias úteis, ultrapassando claramente o prazo legalmente admissível para decisão. Perante a ausência total de resposta, apresentei uma reclamação junto da DECO Proteste. Apenas após essa reclamação, a AIMA veio a indeferir o processo, decisão que considero ilegal e injustificada, por ter sido proferida fora do prazo legal, quando o processo já se encontrava além dos 90 dias úteis previstos no Código do Procedimento Administrativo, violando os princípios da decisão em prazo razoável e do dever de decisão. Acresce que, de forma contraditória, após esse indeferimento a própria AIMA solicitou o envio de registo criminal atualizado e comprovativo de meios de subsistência. Em cumprimento do solicitado, enviei: o meu contrato de trabalho; declaração de trabalho mais recente; registo criminal atualizado. Apesar de ter cumprido integralmente com todas as exigências, até à presente data não obtive qualquer resposta, mantendo-se o processo sem resolução. Esta situação tem causado prejuízos graves, nomeadamente a ameaça constante de bloqueio da minha conta bancária, por falta de título de residência válido, sendo esta a única conta onde recebo o meu salário e o abono da minha filha, colocando em risco a nossa estabilidade financeira e familiar. Trabalho legalmente em Portugal, faço os meus descontos e a minha filha de 2 anos encontra-se a na creche, tendo sempre cumprido com todas as obrigações legais. Não é aceitável que atrasos e falhas da própria AIMA prejudiquem os direitos dos utentes. Face ao exposto, solicito: A reavaliação urgente da situação; A conclusão célere do processo; O cumprimento efetivo dos prazos legais e dos direitos dos cidadãos. Cumprimentos, Marinela Manifestacao de Interesse no 51815307

Encerrada
F. Z.
13/01/2026

Débito indevido

Venho por meio deste por causa de débitos indevidos da onlinecurriculo, já realizei o cancelamento da assinatura a dois meses e ainda estão a me cobrar o valor de 29,95€. Gostaria de providências

Em curso
C. F.
13/01/2026

Encomenda não recebida

Exmos Senhores, Venho por este meio demonstrar o meu desagrado perante a GLS. Tinha uma encomenda que chegaria a 03/01/2026 à morada indicada - por sua vez, o local estava fechado ao fim de semana, pelo que seria impossível entregar a mesma. Ainda assim, recebo email nesse dia afirmando que a encomenda foi entregue. Não só não é possível, como outra loja nas imediações que por norma recebe encomendas também se encontrava fechada. Ao contactar pelos meios online, não obtive qualquer resposta. Após várias tentativas telefónicas, consigo fazer a reclamação, tendo-me sido pedido que aguarde 2 dias úteis. Ao dia de hoje recebo uma chamada de alguém que não se identifica, apenas diz ser da GLS, dizendo "o rapaz era novo" e "pode ver as câmaras do local" e não apresentar soluções. Peço reembolso da mesma, não me dá resposta, questiono quantos dias úteis devo aguardar de novo, diz não saber dizer. Além de ser uma chamada informal, sem qualquer profissionalismo, não me apresenta soluções além de ver as câmeras - que, certamente, não tenho autorização nem irá resolver a situação. Desta forma, continuo a aguardar resposta por parte da empresa, estando com a encomenda e o devido reembolso em falta há 10 dias. Seguem os dados da situação: Nome - Carolina Fialho Nº encomenda - GLS 1228088947 Pedido Shein - C25122300378796 Morada - em anexo Número do qual me contactaram para ver as câmeras - 911 151 993 , hoje 13/01/2026 Aguardo uma resposta breve. Desde já agradeço Cumprimentos, Carolina Fialho

Em curso
C. M.
13/01/2026

GLS escolheu não entregar minhas encomendas

Fiz uma encomenda na TEMU no início de dezembro e a informação era que receberia os meus pacotes antes do Natal. Fiquei muito triste ao saber que haviam sido responsabilizados pela GLS, pois sei o quanto o serviço deles é péssimo. Como esperado, não recebi os pacotes e também não recebi nenhuma satisfação. Como é de conhecimento, eles não atendem o telefone e nunca estão nos pontos de distribuição. No dia 29/12/2025 recebi a notificação de que minha encomenda havia sido entregue. Depois de muita insistência, consegui falar com um atendente que me informou que, por um erro do sistema, as mercadorias estavam sinalizadas como entregues, mas estavam com eles no armazém e que essas encomendas seriam entregues no dia seguinte, pois o estafeta já havia saído naquele momento. O dia seguinte seria dia 30/12/2025 e hoje é dia 13/01/2026 e eu ainda não recebi nenhum dos meus pacotes. Fui até o endereço informado como centro de distribuição; esse endereço fica a 37 minutos da minha casa e, quando cheguei lá, estava fechado (sem motivo). Até o momento, estou no prejuízo de 6 pacotes que somam mais de 300 euros. Não consigo contato com a GLS e não consigo solicitar devolução, pois, devido ao erro de sistema deles para a TEMU, a mercadoria consta como entregue. Obs. Fiz outros 4 pedidos na TEMU que foram entregues por outras transportadoras sem nenhum problema! O problema realmente é o pessimo serviço da GLS. Isso para não falar dos roubos de maquiagem que ocorrem em todos os pedidos da Kiko. Sinceramente não sei como as empresas ainda contratam essa transportadora.

Encerrada

Recusa de rescisão contratual / Cobranças indevidas / Prática comercial desleal

No dia 6 de novembro de 2025 apresentei pedido formal de rescisão do contrato nº 530955, inicialmente por email e posteriormente por carta registada com aviso de receção, a qual foi recebida, conforme comprovativos. O contrato iniciou-se em 30/11/2017, tendo o período mínimo de dois anos terminado em 30/11/2019. Desde então, apenas renovações anuais automáticas existem, sem fidelização ativa. Apesar do pedido válido, a Securitas Direct recusa a cessação, alegando datas irreais (01/02/2027), que carta “ficou sem efeito” e exigindo novo envio, argumentos juridicamente inválidos. Fui ainda induzido em erro quanto ao regime de “stand by”, tendo sido informado de que o custo seria de 2,45 €, quando posteriormente foram faturados valores não comunicados nem autorizados, resultando em cobrança de 9,47 €. No momento da instalação, técnico informou que o contrato poderia ser cancelado a qualquer altura, informação determinante para a minha adesão e agora contraditória com a posição da empresa. Esta conduta configura violação da Lei de Defesa do Consumidor, prática comercial desleal e cobrança indevida de valores após pedido válido de rescisão.

Em curso
E. S.
13/01/2026

Abuso de pessoa idosa - venda abusiva

Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.

Encerrada
P. M.
13/01/2026
Inês Braga

Apoio ao Cliente

No dia 16/12/2025 fiz a encomenda #1775"Joana | Casaco feminino com gola alta, Preto / 2XL", no valor de 39, 95€, com a indicação de confirmação no dia 16 do mesmo mês. Neste mesmo dia recebi um email a informar-me sobre a receção do pagamento. No dia 19, tenh uma indicação que a encomenda vinha a caminho. Entretanto, os dias passaram e não recebi nenhuma encomenda, pelo que comecei a insistir com o envio de emails a solicitar informações sobre o atraso na entrega. No dia 10 de janeiro recebi um email, que transcrevo: "Caro P*M*, Lamentamos a demora na nossa resposta. Tivemos um problema técnico com o nosso sistema de e-mail que impediu a receção das suas mensagens anteriores. Em relação à sua encomenda #1775, compreendemos o seu descontentamento. Em vez de procedermos à devolução, gostaríamos de lhe propor uma alternativa: oferecemos um desconto de 25% numa próxima compra na nossa loja. Por favor, informe-nos se esta solução lhe interessa ou se pretende prosseguir com os detalhes para a devolução. Melhores cumprimentos, Inês Braga" De imediato respondi, dizendo que não me interessava este desconto e que queria prosseguir com os detalhes para a devolução. Contudo, até ao momento, não recebi qualquer indicação da sra. Inês Braga, o que me leva a suspeitar de site pouco fiável e enganoso. desta forma, faço a reclamação quanto a esta situação.

Encerrada
E. C.
13/01/2026

Encomenda não recebida

Solicitei á Glovo o serviço de irem ao pingo doce infante santo buscar uma série de artigos comestíveis no dia 10 janeiro às 12h, no valor de 43€ a qual nunca me foi entregue, tentando falar com apoio ao cliente e não conseguindo fiz a minha queixa a qual estava já na app da Globo está como: Entregue jan. 10, 2026 | 12:02 ID DO PEDIDO: 101536920653 Os artigos nunca foram entregues nem fui reembolsado nem me deram esclarecimento só no dia seguinte numa mensagem no ajuda enviaram pois numa mensagem que se dignaram responder dizem que é elegível continuo a aguardar indicações ou satisfação porque receberam o meu dinheiro através de mbway e não comunicam nada ao cliente nem compras nem dinheiro - Elisabete correia

Resolvida
T. C.
13/01/2026

Eupago - Intermediação de pagamentos para operador de jogo online não licenciado

Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a operações de pagamento recentemente efetuadas através da vossa entidade para um casino online que, entretanto, vim a confirmar operar de forma ilegal em Portugal, sem licença válida do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), apresentando ainda indícios de práticas fraudulentas, nomeadamente a não liquidação de ganhos aos utilizadores. Reconheço o meu erro inicial ao assumir que a referida plataforma seria legal e devidamente autorizada a operar em território nacional. Contudo, considero particularmente grave que uma entidade de pagamento regulada e supervisionada pelo Banco de Portugal permita a intermediação de transações financeiras com operadores de jogo online que não se encontram legalmente licenciados em Portugal. Importa salientar que, de acordo com o enquadramento legal aplicável: Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online (RJO) O Decreto-Lei n.º 66/2015 estabelece que apenas operadores de jogo detentores de licença válida emitida pelo SRIJ podem oferecer legalmente serviços de jogo online em Portugal, impondo mecanismos que visam impedir a facilitação de pagamentos a entidades não licenciadas. Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento (RJSP) Nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018, as entidades intermediárias de pagamento estão sujeitas à supervisão do Banco de Portugal e obrigadas a cumprir rigorosos deveres de diligência, compliance e prevenção de atividades ilícitas, incluindo a verificação da legalidade das entidades com as quais intermedeiam pagamentos. Neste contexto, solicito os devidos esclarecimentos relativamente a: As razões que permitiram a intermediação de pagamentos para uma plataforma não licenciada pelo SRIJ; As medidas que poderão ser adotadas para analisar a gestão das minhas transferências efetuadas para esta entidade fraudulenta, através da vossa intermediação, bem como para a eventual reposição dos valores transferidos; O meu objetivo é resolver esta situação de forma célere e adequada, através do devido esclarecimento e análise das operações realizadas. Caso não seja apresentada uma resposta fundamentada no prazo legal aplicável, reservo-me o direito de avançar com queixa formal, bem como junto do Banco de Portugal, nomeadamente através do formulário oficial de reclamações disponível nos seus canais institucionais. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

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