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Encomenda com defeito
No dia 21/05/2025 fiz uma reclamação a Homy Casa de uma mesa e aparador que vinham com defeito, as portas do aparador ao fim de um mês enviaram novas, mas uma perna da mesa ate hoje não me deram resposta, veem sempre a dizer que vão entregar no dia x mas chega ao dia e não entregam. Neste momento já não quero a peça, mas sim ou uma mesa nova ou o valor da mesma que paguei. E inadmissível esperar 9 meses sendo que confiei na boa fé da empresa e lamentável já ter sido tudo pago e ate hoje não me resolveram a situação ou com a devolução do dinheiro ou uma mesa nova. Ter em atenção que eu fiz a reclamação a Empresa no dia que 21/05/2025. não exigi logo mesa nova porque confiei na palavra da senhora que me atendeu a chamada e me disse para enviar os e mails. Aguardo resolução da qual só aceito 2 ou uma mesa ou o valor da mesma. Att: Bruno Costa
Reclamação Formal – Cobranças Indevidas e Incumprimento Contratual
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao contrato celebrado convosco no dia 29/10/2025, na sequência de contacto telefónico efetuado por uma vossa colaboradora no dia 28/10/2025. Na referida chamada, foi-me apresentada uma proposta clara e objetiva: manutenção dos mesmos planos móveis ilimitados para mim e para a minha esposa, no valor total de 50€ (25€ cada), incluindo internet fibra de 1Gb, pacote de canais, telefone fixo e adesão ao débito direto com oferta de uma TV Xiaomi. Questionei reiteradamente a colaboradora sobre o valor final mensal e sobre a data da primeira fatura, tendo sido garantido, por diversas vezes, que: O valor total mensal seria apenas 50€. A primeira fatura seria cobrada somente em dezembro, caso o serviço fosse ativado em novembro. No dia 29/10/2025, após nova confirmação telefónica dessas mesmas condições, aceitei a proposta. O serviço foi ativado no dia 01/11/2025, com instalação técnica na minha residência. No dia 02/11/2025, a mesma colaboradora voltou a contactar-me para confirmar a instalação e solicitar o meu IBAN para adesão ao débito direto, condição necessária para receber a TV Xiaomi — nunca tendo sido informado que existiria qualquer alternativa entre oferta e faturação. Contudo, em dezembro de 2025, foram debitadas DUAS faturas: 04/12/2025 – 52,30€ 14/12/2025 – 53,92€ Para além de terem sido cobradas duas faturas no mesmo mês — contrariando totalmente o que foi acordado — os valores são superiores aos 50€ contratados e variam todos os meses sem qualquer justificação plausível. A situação agravou-se quando recebemos uma cobrança da Intrum no valor de 70,94€, referente supostamente à MEO. Nenhum colaborador soube explicar a origem da dívida. Por receio de prejuízo no nosso histórico financeiro, efetuámos o pagamento. Posteriormente, no dia 06/01/2026, um vosso atendente informou que se tratava de uma cobrança indevida, pertencente a outra pessoa, enviada erroneamente para nós. Ou seja, além de cobranças incorretas por parte da MEO, fomos levados a pagar uma dívida que não nos pertencia. No dia 06/01/2026, foi novamente debitado o valor de 53,92€. Contudo, na aplicação da MEO a fatura de janeiro constava como pendente, o que nos levou, por receio, a efetuar novo pagamento no dia 13/02/2026, resultando assim em pagamento duplicado. O que nos foi apresentado como uma simples e vantajosa proposta transformou-se numa sucessão de erros graves, cobranças indevidas, valores divergentes do acordado, falta de esclarecimentos e constante envio de mensagens de cobrança. A situação tornou-se insustentável, causando enorme transtorno pessoal e financeiro, ao ponto de a minha esposa mal conseguir utilizar o telemóvel devido às notificações de cobrança. Desta forma, EXIJO: Correção imediata do valor contratual para os 50€ acordados; Reembolso de todos os valores cobrados indevidamente, incluindo: Faturas duplicadas; Pagamento indevido à Intrum (70,94€); Pagamento em duplicado da fatura de janeiro; Regularização total do contrato; Confirmação formal, por escrito, da resolução definitiva da situação. Caso esta situação não seja resolvida com caráter de urgência, informo que avançarei com reclamação formal junto das entidades competentes, nomeadamente ANACOM, Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como com ação judicial para defesa dos meus direitos. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 10 dias. Sem outro assunto, Yuri Conceição Alves NIF: 315295422 Tel.: 925 091 984
Complicações troca operadora
Exmos senhores no dia 12 janeiro dirigi-me a uma loja NOS, com a intenção de renogiciar o meu contrato. Não estava satisfeita com o serviço e tinha um valor muito alto para mim. Faziam um abatimento de 20€. Não achei um bom negócio quando existia valores mais aliciantes noutras operadoras. Então como não houve mais nenhum interesse na operadora em manter o cliente ( não houve mais nenhuma proposta), optei por mudar de operadora. Dia 21 de janeiro foi enviado, um pedido de cancelamento de serviços com efeitos apartir de dia 31. Foi a operadora MEO que enviou um documento assinado por mim a solicitar o cancelamento do serviço e, foi confirmado no computador, (pelos seus registos internos)da operadora nova, que a NOS rececionou esse documento. Desde esse dia, tive várias tentativas de contato via telefone, pela parte da NOS, tanto para mim como para os membros da minha família, mas quando atendiamos, desligavam do outro lado. Até que dia 10 de fevereiro ligaram a perguntar o motivo de eu querer mudar de operadora. Expliquei os meus motivos e no mesmo dia recebo duas SMS, uma a solicitar a devolução dos equipamentos e outra a dizer que os serviços serão desligados em 8 de março!? No dia seguinte fui á NOS devolvi os equipamentos todos e questionei o que teria a pagar. Da qual me disseram que teria de pagar até ao momento de desligarem os serviços, ou seja, 8 de março. Fui á MEO novamente e a funcionária fez uma reclamação no site da provedoria da NOS (da qual não sei o número da reclamação). Só recebi nova SMS no dia 12, por parte da NOS, a dizer que:"Para reportar uma situacao relativa a servicos NOS por favor contacte-nos pelos canais digitais mais convenientes para si (Forum NOS, app ou area de cliente my NOS) ou ligue 931699000/16990 opcao 2 para que os nossos especialistas o possam ajudar. A Provedoria NOS so conseguira intervir caso essa resolucao nao seja conclusiva.". Para completar esta confusão recebo na aplicação uma fatura de fevereiro para pagar da NOS, como se não tivesse cancelado nada Agradecia ajuda na resolução deste problema, pois já não tenho equipamentos desde dia 11 de fevereiro, não tenho consumos da NOS de televisão e NET desde dia 30 de janeiro e de NET móvel e telemóvel desde dia 3 fevereiro( dia da troca de portabilidade). Com os melhores cumprimentos. Paula Campos
Burla em Serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação que considero configurar cobrança indevida e violação dos deveres legais de informação ao consumidor. No dia 26 de janeiro, solicitei os serviços da empresa Top Serviços 24 (Notável Adágio – Unipessoal, Lda.) para resolução urgente de uma fuga de água num imóvel. Os técnicos deslocaram-se ao local e realizaram apenas uma simples análise com equipamento de toque, não tendo sido efetuada qualquer reparação. Detetaram que a uma parede que estava a escorrer água se encontrava com humidade. Não foi apresentado qualquer orçamento prévio, nem me foi comunicada a existência de custos associados à deslocação, diagnóstico ou utilização de equipamento. Aliás, no pagina deles indicam que fazem orçamentos gratis. No final da intervenção foi exigido o pagamento de 370,00€ + IVA (total de 455,10€), valor que foi liquidado face à urgência da situação, mas sem que tivesse existido informação prévia ou consentimento quanto ao montante cobrado. Após o sucedido, verifiquei a existência de múltiplas reclamações públicas em diversas plataformas digitais relatando situações semelhantes, designadamente cobranças elevadas sem informação prévia clara quanto aos custos; possibilidade de ausentar iva sem fatura... Tal circunstância sugere a eventual existência de um padrão de atuação que poderá configurar prática reiterada. Entendo que os factos descritos consubstanciam violação do dever de informação pré-contratual previsto no artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, bem como do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), podendo ainda enquadrar-se como prática comercial desleal por omissão nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Assim, solicito a análise da presente situação e apoio no sentido de promover a devolução do montante pago, bem como a averiguação da eventual prática reiterada por parte da referida empresa. Fico ao dispor para facultar fatura, comprovativo de pagamento e demais elementos que se revelem necessários. Com os melhores cumprimentos,
Resolução do Contrato
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à aplicação de um novo período de fidelização após uma simples transferência de morada do meu serviço Vodafone. Sou cliente Vodafone há vários anos e, em março de 2025, solicitei apenas a alteração de morada do serviço existente. Nunca me foi explicado de forma clara e inequívoca que essa operação implicaria a celebração de um novo contrato com um período de fidelização de 24 meses. A Vodafone refere que existiu aceitação por SMS após envio do resumo contratual. No entanto, essa alegada aceitação pode corresponder apenas a um procedimento administrativo necessário à transferência de morada, não constituindo prova de consentimento informado relativamente a novas obrigações contratuais. Adicionalmente, a Vodafone confirmou não possuir a gravação da chamada telefónica onde esta alteração foi tratada, impossibilitando a verificação da informação prestada ao cliente no momento da decisão. Neste momento, a Vodafone informa que a cessação contratual implica o pagamento de uma penalização de €311,61, valor que contesto por não reconhecer a validade do novo período de fidelização. Considero que não existiu informação clara, transparente e suficientemente explícita sobre o reinício do período de fidelização, o que configura uma prática lesiva dos direitos do consumidor. Pretendo a cessação do contrato sem penalização, uma vez que não solicitei a celebração de um novo contrato, mas apenas a transferência de morada de um serviço já existente. Solicito a intervenção desta entidade para a resolução da situação.
Cobrança Indevida por parte da Booking
Boa Tarde, gostaria de obter a vossa orientação na resolução da seguinte situação com a Booking. Sou proprietário de um alojamento local publicitado na plataforma Booking. No mês de Fevereiro 2025, tendo o calendário para aprovação de reservas, acabei por receber uma reserva, para o mês de julho 2025, não sendo possível para mim hospedar as pessoas. A Booking informou-me que teve de realojar as pessoas, não apresentando documentos comprovativos do realojamento, e cobrou-me um valor bastante elevado, sendo que não me pagou os valores das reservas seguinte. Abaixo descrevo a reclamação que fiz junto da Booking: Boa Tarde, solicito o pagamento das estadias de Rafael Batista, nº 6393620875, de 7 a 14 setembro 2025, no valor de 520€, e a estadia de OLIVEIRA MARIA, 5548808233,de 16 de setembro a 1 de outubro, no valor de 900€, durante a presente semana. Até que a situação das disputas seja clarificada, ou seja, até que me enviem uma prova que de facto a cliente foi realojada num outro alojamento e o custo por vós suportado foi de 1015,12€, não aceito que os pagamentos das seguintes reservas não sejam efetuados. Não podem apenas dizer e emitir uma fatura deste valor sem enviarem uma prova, que deve ser a fatura do realojamento do cliente, bem como a reclamação por ele apresentada. Mais uma vez, informo que a reserva foi cancelada pelo cliente no mês de fevereiro 2025, 5 meses antes da data de entrada, logo o cliente teve bastante tempo para encontrar outro alojamento. Também quero que me enviem a reclamação da cliente, onde a mesma solicita o realojamento. Após enviarem os documentos por mim solicitados, que comprovam a veracidade da situação aceito pagar o valor referido por vós, até lá quero que me sejam pagos todos os valores das futuras reservas. Aguardo resposta urgente e o pagamento das faturas em falta. Agradeço desde já a vossa atenção e disponibilidade. Melhores Cumprimentos, Marco Rodrigues
Fatura com compra não efetuada
Recebi fatura com valor extra de 120,92 euros referente a compras no iTunes. Nunca utilizei ITunes nem tenho aparelho da Apple para poder usar os produtos. Apresentei queixa e a Vodafone se esquivou dizendo que o problema era da Apple. Entrei em contato com a Apple e fui extremamente bem atendido. Informaram que a compra no iTunes só é possível para cadastrados com cartão de credito. Não há registros de compra nos meus telefones. Pediram que a Vodafone informasse o Web Order Purchase, Transaction ID ou Invoice Number. Desnecessário dizer que Vodafone esquivou-se novamente. Agora a Vodafone é apenas um meio de pagamento, e parece piada, ofereceram o barramento deste serviço para meus telefones. Um serviço que nunca autorizei ou utilizei. ( no email de resposta a Vodafone informa que : " só oferece o canal que permite cobrar compras, e só para clientes que escolheram faze-lo ) Não apresentaram nenhum documento da compra, meus telemoveis não tem nenhum sms com dados para confirmaçao da compra, nada. Apenas apresentam uma fatura gerada sabe-se lá como. A conta foi paga (debito direto), solicito devolução do valor referente as compras iTunes.
Reembolso Não processado
Exmos. Senhores Venho por este meio solicitar ajuda para obter o reembolso que me é devido. No dia 5 de janeiro a prestadora de serviços de software Norton 360 diz ter emitido um reembolso no valor de 99,99€. No entanto mais de um mês depois ainda não vi o dinheiro ser me devolvido pelo que após contactar os serviço de suporte é me sempre dito que o reembolso não foi processado devido a uma falha técnica. Gostaria de reaver o meu dinheiro pois não tenho acesso ao serviço. Segue em anexo o email referido acima. Obrigado! Com os melhores cumprimentos, David Fernandes
Reserva 5263991158
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à reserva 5263991158, do dia 13 a 15 de fevereiro de 2026, em nome de Jose Carlos Ferreira, para vosso alojamento Miranda Guest House, em Morgade, Montalegre, licenca nº 164033/AL. No momento da chegada ao local, verificamos que o espaço se encontrava em condições manifestamente impróprias para habitação, apresentando elevados níveis de humidade e presença de água no interior do alojamento. A situação comprometia claramente as condições mínimas de segurança, higiene e conforto, para pernoitar. O alojamento está inserido num concelho bastante frio, com temperaturas de 1º, com noites frias. O local apresentava-se gelado e humido, incluindo tapetes do quarto, paredes, cortinas a pingar e chão. Contactamos de imediato o proprietário para reportar o problema. Contudo, não demonstrou disponibilidade para resolver a situação nem apresentou qualquer alternativa viável. Perante a impossibilidade de permanecer no alojamento, fomos obrigados a procurar outra solução de estadia. Face ao exposto, solicitamos o reembolso integral do valor pago pela reserva. enviamos video: https://drive.google.com/file/d/1XHuIOReZZrWQWrnN8vKEwXCxEsCpJvXA/view?usp=sharing
Falta de manutenção e acidente restante
Exmo(s) Sr(s), após quase 15 anos de péssimas manutenções o que resultou que um acesso que já por si é péssimo se tornasse um pesadelo em termos de segurança. Em Dezembro de 2025 enviei um email para a ADIN, para a Câmara Municipal de Peso da Régua e ainda para a Junta de Freguesia de Loureiro a pedir que fizessem manutenção neste acesso com o material adequado visto que depois de centenas de vezes que rebentaram apenas fazem remendos não compondo este acesso com alcatrão, acabando por remendar com pedras, terra ou cimento. Em resultado disso sofri um acidente grave , no qual tive que ser operada e não conseguindo fazer a minha vida normal por causa de uma fratura no dia 20/01/2026.
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