Reclamações públicas
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Venda Conjunta
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o cancelamento imediato da minha subscrição anual do serviço eDreams Prime, e o reembolso integral do valor de 89,99 € cobrado em 7 de abril de 2026. Não fui devidamente informado sobre a subscrição deste serviço aquando da minha compra na vossa plataforma, nem tive consciência de que estava a subscrever o mesmo. Considero esta prática comercial desleal e em desacordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que estabelece os direitos dos consumidores em contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial. Adicionalmente, não recebi qualquer e-mail de confirmação ou outro tipo de contacto referente a esta subscrição, o que evidencia uma falha na comunicação por parte da eDreams e me coloca na posição de vítima de uma possível burla. Com base na legislação aplicável, solicito: O cancelamento imediato da subscrição do serviço eDreams Prime. O reembolso integral do valor de 89,99 € no prazo máximo de 14 dias, conforme previsto na lei. Aguardo uma resposta célere da vossa parte, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor caso não obtenha uma solução satisfatória. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda Não Recebida
Nunca vieram à minha morada entregar a encomenda. Deixaram diretamente num ponto de recolha para eu ir levantar. O que se passa é que o sistema da GLS não comporta a totalidade das moradas em Portugal. A GLS em vez de contactar os destinatários prefere deixar no ponto de recolha para os destinatários irem levantar as encomendas eles próprios. É uma falta de profissionalismo brutal. Não é a primeira vez que acontece comigo. A GLS não deveria ter licença para atuar em Portugal.
Taxas ossário Cemitério do Feijó
Venho por este meio apresentar uma queixa relativa à alteração abrupta e desproporcional do valor das taxas de anuidade de ocupação referente aos ossários no Cemitério do Feijó, gerido pela Câmara Municipal de Almada. Os ossários neste cemitério foram construídos há décadas. Cúbiculos de 40x40x60 cm feitos em fibrocimento ou material muito idêntico onde permanece uma pequena urna com os ossos da pessoa defunta, sendo paga uma anuidade pela ocupação. Até ao ano transato (2025), o valor que se pagava era de 6.52€. No entanto, este ano (2026), fui confrontado com uma fatura no valor de 78,77€. Trata-se de um aumento de 1208%, aplicado sem qualquer aviso prévio ou comunicação direta aos munícipes. Os valores das taxas previstas na tabela de taxas municipais deverão ter em conta o Índice de preços ao consumidor (IPC), e o valor pago não corresponde aos custos suportados pelo município com a prestação do serviço. Considero que esta atuação da autarquia carece de fundamentação e razoabilidade. Um aumento desta magnitude não parece corresponder a um acréscimo equivalente no custo do serviço ou na manutenção das infraestruturas, que são há décadas nenhumas ou com insignificante manutenção. A autarquia deve cobrar, pela prestação de um determinado serviço ou utilização de um bem, uma taxa equivalente ao custo associado à realização ou manutenção do mesmo, não no caso em apreço, não há proporcionalidade A grande maioria dos ossários são possuídos por pessoas idosas, cujo aumento é muito significativo para as reformas e mesmo para quem trabalhar mas aufere ordenados ... A alteração radical de um valor histórico sem um período de transição, progressividade ou justificação clara fere a confiança do cidadão nas instituições públicas. Recebi a fatura no dia 25 de março para pagar até dia 5 maio. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção junto da Sr.ª presidente da Camara Municipal de Almada no sentido de averiguar da conformidade deste brutal aumento, e de como pode ser revertido Grata, Cristina Fonseca
Assitência com garantia
Ex. mos Senhores Venho por este meio apresentar reclamação da empresa Vulcano, pelo facto de ter adquirido um equipamento "Esquentador Vulcano Senc.Vent. WTD 11 B/P", e o referido equipamento começar a dar problemas durante a garantia, e nessa altura ter sido reparado com garantia, mas o equipamento continua repetidamente a dar problemas e a empresa Vulcano, não tem assumido o valor das reparações subsequentes. Segundo os técnicos que se deslocaram ao local, o problema identificado, é recorrente neste modelo, pelo que presumo seja um defeito de origem. Depois de vários emails enviados para a empresa, nunca obtive uma resposta favorável para assumir o valor das facturas de assitência, sendo obrigado a pagar essas facturas , para que a empresa que presta assitência se deslocasse novamente ao local para reoslver novo problema.
Falha de aceita responsibilidade por pagamento de seguro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamacao formal reletivamento de falha por aceitar responsibilidade no parte de logo seguros sobre a pagamento de seguros por um sinistro automovel, tambem para denunciar Logo seguros para uma misrepresentacao de mim com os mentiras no parte de eles. No dia 6 de marco 2026 eu aceiti responsibilidae por um sinistro automovel. Tudos os formalidades foram bem observadas e eu e a outra condutor pre-encho correctamento a documento de Particiacao de sinistro. Depois de 3 semanos a outra condutor ligo mim pra explicar que o Logo Seguros nao vai pagar ela porque eles diseram que eu nao aceiti responsibilidade por o accidente, que nao e verdade, a culpa era minha e eu nunca ligi por eles por dizer aocontrario. Eu tenti resolver a situacao por telefone mas eles nao ajudo nada, assim eu estou aqui per reclamar eles. Eles misreresento mim com um grande mentiro e deixo mim de muito mal vista com a outa condutora, que eu nao posso aceitar e causo mim muito stresso e humilicao. Eles tem que pagar a outra condutor pra a danificacao de carro de ela que occouro por minha culpa, como e a responsibilidade de eles sobre a apolice que eu tenho com eles. Muito obrigado voces e peca desculpa por nao escrever bem Portugues.
Não devolução do valor de uma encomenda não recebida
Bom dia, Fiz a encomenda de uma sapatilhas (Adidas Samba OG no valor total de 79,93 €) pela Marketplace da GINOVA, no dia 16/10/2025. O parceiro responsável era a empresa SMOOTHSATURDAY LDA, responsável pelo apoio, fornecimento e envio dos produtos. O n.º da encomenda era o 143757. A entrega, assegurada pelo parceiro mencionado, estava prevista até 14/11/2025. Como já tinha tido uma má experiencia com eles, a 09/11/2025 pedi o ponto de situação. Andaram a desculpar-se e a contradizer-se (que estava a caminho, depois que não havia em armazém, etc.) até que a 19/11/2025 pedi o reembolso do valor e a anulação da compra. Nunca atenderam os telefones e desde essa data que estão a dar nota que o reembolso está em processamento. A 26/11/2025 pediram o IBAN para o reembolso e quase dia sim dia não, peço ponto de situação. Continua o reembolso em processamento e lastimam o sucedido. Os telefones estão desativados. Ontem, dia 06.04.2026 tornei a enviar um email a solicitar o ponto de situação, tendo o mesmo sido devolvido por inexistência do endereço (geral@smoothsaturday.com). Tento entrar em contacto com a Ginova e também não se consegue.
Devolução de meu dinheiro
Pedi a UZO instalação de fibra e tv em minha morada , não foi instalado a fibra e paguei pela instalação da tv que também não foi instalado. Foi dia 16 de fevereiro e até hoje.nao devolveram meu dinheiro.
Recusa de prestação de serviço com base em falsas alegações
No dia 30 de março de 2026, pelas 12h15, contactei a linha comercial da UZO (marca da MEO/Altice) com o intuito de contratar o serviço de fibra ótica na minha residência 7750-299 Mértola. Sendo já cliente MEO e estando a habitação servida por uma rede de fibra ótica grossista (aberta a todos os operadores), não existe qualquer impedimento técnico para a prestação do serviço. Contudo, fui informado pelo assistente que a UZO não instala o serviço na minha zona por 'impedimento direto da ANACOM'. Esta afirmação é falsa e constitui uma prática comercial enganosa, utilizando o nome do regulador para justificar uma decisão de segmentação geográfica. Já abri processo de queixa no livro de reclamações electrónico, sobre o qual ainda não houve desenvolvimentos. Também registei queixa no portal da ANACOM, que respondeu prontamente informando que é um problema referente a comunicações e comercial da empresa em questão, e que não pode fazer nada. O que me parece inaceitável. Das outras operadoras lowcost não obtive a mesma resposta, mas foi também negativa. A infra-estrutura existe e é partilhada por todas as operadoras. É inaceitável que a Uzo, sendo uma empresa da Altice-MEO, se recuse a instalar o serviço aqui quando já existe um serviço instalado pela mesma empresa. Espero que com mais este registo, os consumidores do pais por inteiro possam aceder a comunicações acessíveis, e que as práticas comerciais destas empresas respeitem todos por igual.
Me cobraram por um serviço não prestado
Em 25 de março de 2026 - Depois de ler as restrições no Google, dos nºs que são cobrados fora dos 1000 min, vi que estou trocando 6 por meia dúzia e mais caro Portanto desejo cancelar a adesão/contrato com vocês a partir desta data pode mandar alguém vir buscar o SIM card quando chegar Atentamente Jose Moura Mello NIF 280395361 Em março também não recebi nenhum SMS que seria debitado por um serviço que nunca usei (como podemos chamar isso?) em 07 de abril de 2026 - O cartão SIM ainda não chegou Como diz o modelo de resumo do contrato “o contrato inicia-se na data de instalação/ativação e vigora por um periodo de 1 meses” - ISTO NUNCA OCORREU POR NÃO TER O SIM PARA ATIVAR/INSTALAR. Portanto é meu direito ter o meu dinheiro devolvido Pode depositar nessa conta IBAN PT50 3560 0001 9001 8426 9838 6
Incumprimento, falhas técnicas e erro de aconselhamento com prejuízo para o consumidor
Apresento a presente reclamação relativamente à atuação da loja Leroy Merlin Telheiras, no âmbito da compra e instalação de um termoacumulador e de uma placa vitrocerâmica, por considerar que todo o processo foi marcado por incumprimentos graves, falhas técnicas, aconselhamento inadequado e uma ausência de resposta proporcional à gravidade da situação. Em primeiro lugar, cumpre destacar o incumprimento reiterado e injustificado dos prazos de instalação. Após a compra efetuada a 10/01/2026 e entrega a 17/01/2026, foram sucessivamente agendadas intervenções que não se concretizaram nas datas previstas (23/01, 12/02, 20/02, 27/02). Em várias destas situações, a instalação encontrava-se confirmada, tendo eu assegurado a minha presença na habitação, sem que a equipa técnica comparecesse, nem tivesse sido prestada qualquer comunicação prévia ou justificação plausível. Esta atuação revela não apenas uma falha operacional grave, mas uma total desconsideração pelo tempo e pela organização profissional do cliente. No meu caso concreto, apenas disponho de um dia semanal para exercer teletrabalho, pelo que cada agendamento implicou uma reorganização significativa da minha atividade profissional, com risco efetivo de perda de horas de trabalho. Caso não tivesse essa possibilidade, teria sido diretamente prejudicado. Trata-se de uma situação que evidencia uma falta de respeito institucional por parte da entidade contratada pela loja, cuja responsabilidade última recai sobre a própria. Mesmo no momento da instalação, finalmente realizada a 06/03/2026, verificaram-se falhas técnicas que demonstram ausência de preparação e rigor. A equipa apresentou-se sem o disjuntor adequado, sendo que o material anteriormente aconselhado pela própria loja se revelou incorreto. Fui obrigado a deslocar-me à loja para aquisição de componentes e, posteriormente, novamente instado a adquirir outro disjuntor adicional. Esta sequência evidencia uma cadeia de erro técnico que não é aceitável num serviço desta natureza. Acresce que, numa vistoria técnica realizada sem qualquer aviso prévio, já havia sido identificado este requisito, sem que tal tivesse sido devidamente acautelado. Também ao nível da informação prestada, registaram-se incoerências relevantes. Numa fase inicial foi-me indicado que a remoção dos equipamentos antigos seria da responsabilidade do cliente; no entanto, no dia da instalação, os mesmos foram removidos pela equipa técnica. Esta contradição reforça a perceção de desorganização e falta de controlo do processo. Neste contexto, solicito o envio de comprovativo do destino dado aos equipamentos removidos, incluindo identificação da entidade responsável e respetivo registo. Não obstante a gravidade de todo o exposto, o ponto mais crítico desta situação reside no aconselhamento técnico prestado na fase de venda. Fui expressamente orientado por uma colaboradora da loja a adquirir um termoacumulador de 50 litros para um agregado familiar de quatro pessoas. Tal recomendação revelou-se manifestamente desadequada, comprometendo desde o início a funcionalidade do equipamento e o seu propósito essencial. Importa sublinhar que o consumidor, ao recorrer a uma loja desta dimensão, confia legitimamente no aconselhamento técnico dos seus profissionais. Essa confiança foi, neste caso, claramente defraudada. Não se trata de uma escolha autónoma do cliente, mas de uma decisão influenciada por orientação especializada que se revelou errada e prejudicial. Mais grave ainda é o facto de esta questão não ter sido devidamente valorizada pela loja nem pelo seu responsável. Considero essencial referir que o gerente da loja é responsável pelo funcionamento global do estabelecimento, incluindo a qualidade do aconselhamento prestado pelos seus colaboradores. A desvalorização deste aspeto demonstra uma preocupante ausência de responsabilização interna e de compromisso com a satisfação do cliente. Após a instalação, contactei a loja no dia 09/03, tendo posteriormente efetuado deslocações presenciais em 14/03, 22/03 e 30/03. Em todas essas ocasiões foi-me garantido um contacto no prazo de dois dias, o que nunca se verificou. A resposta final surgiu apenas várias semanas depois, recusando a substituição do equipamento com base no facto de o mesmo ter sido utilizado — argumento que não pode ser aceite, uma vez que: • a utilização foi indispensável para aferir a adequação do equipamento; • a instalação ocorreu com atraso significativo imputável à própria loja; • a inadequação decorre diretamente do aconselhamento técnico prestado; A solução apresentada (desconto de 10% numa futura compra) é manifestamente desproporcionada e ofensiva face ao prejuízo causado e ao conjunto de falhas verificadas. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito a um bem conforme, adequado ao uso e a ver reposta a conformidade sem encargos. Face ao exposto, solicito: • A substituição do termoacumulador por equipamento adequado às necessidades do agregado, sem quaisquer custos adicionais, incluindo desmontagem e instalação ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução integral do valor pago; Solicito ainda o envio dos comprovativos relativos ao destino dos equipamentos removidos. Com os melhores cumprimentos, Diogo Nogueira Santos
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