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Fatura para subsídio de mobilidade de residência dos Açores
Solicitei que me envie a fatura completa ou detalhada á eDreams, para fins do subsídio social mobilidade residente dos Açores, referente á reserva n. 24280120014, em 17dez2025. Já foi pedido esta fatura via ticket, no site oficial. Mas ainda não obtive resposta.
Cobranças indevidas e ameaças ilegais
No dia 26 de novembro de 2025, contactei a linha de apoio da E-Redes para reportar interrupções e falhas recorrentes no fornecimento de eletricidade, afetando toda a zona (não se tratando de um problema isolado na minha instalação). Expliquei claramente que o problema era geral na rede de distribuição, no entanto, a E-Redes insistiu em agendar uma visita técnica ao contador da minha habitação, marcada para o dia 28 de novembro de 2025.No dia agendado, pelas 16:20, recebi indicação de que o técnico alegadamente esteve no local, mas eu encontrava-me em casa durante todo o período e ninguém tocou à campainha, conforme é obrigação do técnico. Às 16:21 do mesmo dia, enquanto falava ao telefone com um operador da E-Redes a explicar que estava em casa e que o técnico não se anunciou, o próprio técnico procedeu a um reagendamento unilateral para o dia 22 de dezembro de 2025, sem qualquer consulta, autorização ou consentimento da minha parte.De imediato, contactei novamente a E-Redes para cancelar essa marcação, pois não estaria disponível nessa data. Foi-me confirmado que a visita estava desmarcada. No dia 20 de dezembro de 2025, verifiquei novamente e recebi confirmação via WhatsApp da própria E-Redes (assistente virtual): "Não existem visitas técnicas agendadas para esta instalação".No entanto, hoje, dia 2 de janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que o técnico se deslocou novamente ao local dia 22/12/2025 (obviamente sem sucesso, pois não estava em casa) e procedeu a novo reagendamento unilateral para o dia 23 de janeiro de 2026. Ao contactar hoje a E-Redes para explicar toda esta sequência de eventos e exigir o cancelamento definitivo da visita (pois o problema reportado inicial é na rede geral e não na minha instalação), a resposta foi que "não conseguem cancelar as marcações". Esta situação revela uma total falta de coordenação interna, desrespeito pelo cliente, reagendamentos sem consentimento e incumprimento de confirmações anteriores de cancelamento. Trata-se de um serviço deficiente. Adicionalmente, a E-Redes já procedeu à cobrança indevida de 20€ relativa à alegada deslocação em vão de 28 de novembro de 2025 (quando eu estava em casa e o técnico não se anunciou), valor que foi incluído na minha fatura do comercializador (EDP Comercial). Existe ainda o risco concreto de nova cobrança indevida de 20€ referente à visita de 22 de dezembro de 2025 (que foi cancelada e confirmada como tal pela E-Redes) e potencialmente pela próxima marcação.Tais cobranças são manifestamente abusivas, pois: (i) o problema reportado não requer visita à minha instalação individual; (ii) no dia 28/11/2025 eu encontrava-me em casa e disponível; (iii) as visitas subsequentes foram canceladas ou reagendadas unilateralmente sem consentimento; (iv) houve falhas graves da parte da E-Redes na execução e coordenação das deslocações. Por coincidência, recebi no dia em que escrevi esta reclamação no portal da queixa e no livro de reclamações, uma ameaça por parte da e-redes que, e passo a citar: "Evite a interrupção do fornecimento de eletricidade à sua instalação Se o acesso ao contador de eletricidade continuar a não ser possível, de acordo com a regulamentação em vigor, iremos proceder à interrupção de fornecimento de eletricidade à sua instalação, na data acima indicada. As despesas associadas ao corte e religação da energia elétrica variam entre 29,94 e 146,10 euros (mais IVA à taxa legal), em função dos meios utilizados para sua realização." Podem cortar a rede por nada? Isto devia ser punido, claramente abusivo e infundado. Se precisar de provas, telefonemas, mensagens e emails, tenho tudo guardado, inclusive a confirmação por parte deles de "Consultados os registos técnicos, é possível confirmar que entre os dias 5 a 26 de novembro de 2025 ocorreram 12 interrupções com a duração total de 32 minutos, sem registo de anomalias."
Problemas de pagamento
Boa dia.No mês de julho conclui o RVCC de 12 ano e como tal apresentei todos os documentos necessários para o pagamento do apoio financeiro “ acelerador qualifica”, mas até agora este ainda não foi pago quase seis meses. Foi me dito que poderia levar até dois meses. Gostaria então de saber se vai ser pago ou não e quando. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida e não encerramento da conta
Prezados senhores, encerrei o meu contrato com a Galp na Loja do Cidadão de Coimbra no dia 23 de setembro de 2025. No entanto, fui agora indevidamente faturado em dezembro por uma cobrança de gás natural através de débito direto. Esta situação é inadmissível, uma vez que não autorizei qualquer débito após o encerramento do contrato. Ainda assim, foi-me cobrado o montante de 90,59 €. Acresce que tenho tentado contactar os vossos serviços por telefone sem qualquer sucesso, não obtendo resposta às várias chamadas efetuadas. Solicito a imediata regularização da situação, com a devolução do valor indevidamente cobrado e o devido encerramento do meu contrato pois não moro mais no endereço desde setembro. Obrigado
Produto não recebido – Best Secret
Efetuei uma encomenda na Best Secret (Número da encomenda: 2149886199) na manhã de 13 de dezembro de 2025. Ao consultar o rastreio, o estado da encomenda não foi atualizado desde 22 de dezembro de 2025, parecendo que a encomenda se perdeu durante o transporte. A empresa apenas me informou, no dia 2 de janeiro de 2026, que a encomenda estava perdida. Enviei vários emails para o serviço de apoio ao cliente, mas recebi apenas respostas automáticas, sem qualquer solução. Também tentei contactar o atendimento telefónico diversas vezes, mas ninguém atende. A Best Secret afirmou repetidamente que iria investigar e entrar em contacto comigo em poucas horas, mas nunca cumpriu o prometido. Hoje, 3 de janeiro de 2026, a encomenda ainda não foi entregue, nem o pagamento reembolsado. A empresa ignora as minhas comunicações e não resolveu o problema. Solicito entrega imediata do produto e reembolso total e que a empresa responda formalmente através da DECO PROteste.
Encomenda danificada
Caros senhores. Sou cliente habitual da Vinted e sinto-me muito insatisfeita com a vossa postura. Comprei esta casinha de bonecas que, por vir embrulhada num simples saco do lixo, sem proteção, foi estragada durante o transporte. Recolhi-a num cacifo, por isso não a pude recusar no momento da entrega. Segundo a vossa política de reembolso existem várias razões para o comprador ser reembolsado e uma delas é: “A encomenda foi danificada em trânsito”. A vossa política informa: “Se o pedido tiver chegado mas se encontrar visivelmente danificado, terás de nos comunicar o problema seguindo os passos acima. Depois de o fazeres, entraremos em contacto contigo e com quem fez a venda para obtermos mais informações sobre os danos”. Fiz tudo o que disseram e o pedido foi dado como “danificado”. Face a isso, a vossa política refere: “A confirmarem-se os danos, cancelaremos o pedido e receberás o reembolso total”. Foi confirmado por todos que o produto foi danificado durante o envio o que, segundo a lei e as vossas condições, dá direito a que eu seja reembolsada. O vendedor aceitou receber o produto de volta mas não assume o pagamento dos portes mesmo tento embrulhado mal o objeto. Para meu espanto os vossos colaboradores dizem que não tenho direito e que ainda tenho que pagar os portes para devolver ao vendedor um artigo que ele embrulhou de forma negligente! Recordo que há uns meses atrás recebi um livro dentro de um simples envelope de papel que naturalmente ficou estragado durante o envio. Nessa altura a devolução foi imediata e apenas aconselharam que seria bom devolver ao comprador. Qual a diferença entre as duas situações? O que vos leva a desrespeitar a vossa própria legislação e as leis europeias de defesa do consumidor? Submeto uma vez mais a reclamação na esperança que o assunto seja avaliado com justiça.
Material sem peças de substituição
Comprei uma Torneira de bancada cromada Delinia Fanny(Ref 82006982) e não consigo substituir o tubo flexível que faz de extensor, a marca alega que a torneira está descontinuada e que não consegue arranjar peças por essa razão, no entanto a mesma ainda se encontra no site disponivel para comprar: https://www.leroymerlin.pt/produtos/torneira-de-bancada-cromada-delinia-fanny-82006982.html Em nenhum lado dizem que é impossivel de comprar peças de substituição. Obtive esta informação na loja das Caldas da rainha com duas colaboradoras.
Placa de indução - Programa e-Lar
No dia 20 de novembro, adquiri uma placa de indução na Worten ao abrigo do programa E-lar, tendo pago o iva da placa e o serviço de instalação. Foi-me indicado que seria posteriormente contactada para agendamento da entrega do equipamento e instalação ( que seria feito tudo no mesmo dia, pela a equipa que iria instalar). Recebi posteriormente informação da empresa de instalação de que a mesma estaria agendada para 10 de dezembro. No próprio dia, fui contactada pela empresa de instalação a questionar se tinha recebido a placa, pois a empresa (que supostamente deveria ter o equipamento) nao o tinha na sua posse. Desde 10 de dezembro que tento resolver esta situação sem sucesso. Já contactei a Worten por duas vezes por telefone, desloquei-me a uma loja e enviei email, queixa no pedido de reclamação online. tendo-me sido sempre comunicado que a placa se encontra em processo de localização, sem qualquer solução concreta até ao momento. Posteriormente fiz queixa no livro de reclamações online, mas nao foi suficiente. O prazo máximo de 45 dias para instalação, previsto nas regras do programa E-lar, está prestes a ser ultrapassado (início de janeiro). Esta situação não me é imputável, pelo que considero inaceitável correr o risco de perder o vale E-lar devido ao extravio do equipamento. Solicito a resolução urgente da situação, nomeadamente através do envio de uma nova placa, garantindo o cumprimento dos prazos e os meus direitos enquanto consumidora.o
Anulo Do Pedido De Adesão Urgente
Exmos senhores... Ontem, dia 02-01-2026, fui abordada por um comercial da Unibanco. Este, abordou-me com simpatia a pedir-me uma "palavrinha". O comercial explicou-me que o intuito da conversa era me dar a conhecer o banco e as suas ofertas. Desde início, deixei claro que não gostava de me envolver com créditos e que não confiava. No entanto, e por falta de inteligência minha confesso, depois de muita explicação, o rapaz convenceu-me a que fosse preenchido um formulário para que o ajudasse em comissões. E assim, na minha boa fé e sem necessidade, forneci alguns dados sem pensar e sem ser avisada que estava a "assinar" uma adesão a um cartão de crédito. Quando me deparei com as críticas, liguei de imediato para a linha de apoio. No entanto, já passava do horário e mandaram-me contactar no dia seguinte. Mesmo estando á espera para contactar novamente, enviei um e-mail a pedir o anulo da adesão, antes mesmo de esta ser aceite. Deste modo, peço que me anulem urgentemente o meu pedido de adesão sem consentimento ( visto que utilizam o fornecimento do cartão de cidadão como assinatura de documentos). Destaco que ainda NÃO RECEBI NENHUM EMAIL DE CONFIRMAÇÃO DE ADESÃO E NEM 250€. NÃO RECEBI E NÃO QUERO. Resumidamente, peço que esta situação se resolva o mais rápido possível, pois sendo que está em análise ainda estou a tempo de resolver a situação... sempre destacando que NÃO ACEITEI NADA, NÃO ASSINEI NADA E NÃO FIZ NENHUM CRÉDITO. Se não se resolver, terei de tomar providências mais drásticas, ao qual espero que não seja necessário! Aguardo resposta urgente. Cumprimentos.
Burla de um valor altíssimo
Exmos. Senhores, no dia 31/12/2025 parei a bomba para abastecer e quando fui pagar por mbway deu não autorizado. Tentou novamente e mais uma vez não autorizado. Entrei de imediato no aplicativo do Activo Bank e havia uma transaçao no valor de 2.038,53€, que não foi feita por mim. Eu nunca realizei uma compra em um valor tão alto de uma vez só. Liguei de imediato ao banco. O cartão físico que se encontrava comigo, então, foi cancelado, mas encaminharam o caso para análise para a Visa. Prestei queixa a polícia e hoje dia 02/01/2026 liguei mais uma vez ao banco e nada foi esclarecido ainda. Tendo em vista que este é o dinheiro para eu pagar a minha renda e as contas do mês, e não o tenho. Fiz uma breve pesquisa pelo nome que aparece para mim na compra desse valor, e é um tipo de site como um Airbnb no continente africano, em Camarões. Isso obviamente é uma burla. E como o banco autoriza uma compra nesse valor? Acabei de ler uma reclamação de uma outra pessoa, que aconteceu algo semelhante e vou deixar aqui também, pois parece que ela tem conhecimentos de lei para tal. Exijo que essa situação seja resolvida o quanto antes. "Tal resposta é manifestamente inadequada e contrária à legislação portuguesa aplicável aos serviços de pagamento. 1. Enquadramento Legal O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e Moeda Eletrónica (RJSPME – DL n.º 91/2018) estabelece que: ➡ Art.º 115.º (Responsabilidade por operações não autorizadas) O prestador de serviços de pagamento deve reembolsar imediatamente o utilizador pelo montante de uma operação não autorizada, desde que comunicada sem atraso injustificado — o que ocorreu de forma inequívoca no meu caso, tendo informado o banco no próprio dia. ➡ Art.º 115.º, n.º 2 O utilizador não suporta quaisquer perdas resultantes de operações não autorizadas quando não tenha agido com negligência grave, situação claramente aplicável, uma vez que nunca autorizei, reconheci ou efetuei tal transação. ➡ Art.º 116.º (Reembolso imediato) O banco está legalmente obrigado a proceder ao reembolso imediato do valor indevido ou, no mínimo, à regularização provisória, enquanto decorre a investigação. ➡ Art.º 117.º (Segurança dos instrumentos de pagamento) O prestador de serviços de pagamento deve assegurar mecanismos de segurança adequados. Caso contrário, o risco da fraude não recai sobre o cliente, mas sim sobre a instituição. ➡ Orientações do Banco de Portugal O Banco de Portugal é claro ao determinar que, perante uma operação não autorizada: o banco deve proteger o consumidor, não pode transferir o risco para o cliente, e deve proceder ao reembolso provisório imediato enquanto aguarda decisão do operador (Visa). 2. Situação Atual Não reconheço a operação. Não conheço a entidade beneficiária. Sou a única titular e única pessoa com acesso ao cartão. O perfil transacional da minha conta evidencia claramente que não realizo compras de valores tão elevados, o que reforça a atipicidade da operação. O banco, apesar de notificado de imediato, não tomou as medidas de proteção previstas na lei. 3. Pedido Formal Face ao exposto, solicito: Reembolso imediato do montante de 2.038,53€, conforme previsto no art.º 115.º e 116.º do RJSPME. Caso o banco entenda que necessita de aguardar a decisão da VISA, que proceda desde já ao crédito provisório, conforme exigido pela lei e orientações do Banco de Portugal. Confirmação escrita das medidas adotadas, bem como do fecho da presente reclamação. Reitero que não existe qualquer fundamento legal para imputar ao cliente a responsabilidade por uma operação não autorizada, sobretudo quando comunicada imediatamente e quando há evidentes indícios de burla. Aguardo resposta formal e resolução célere, nos termos e prazos legalmente previstos."
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