Reclamações públicas

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S. C.
13/08/2026

Cecotec: Recusa de Garantia e Tentativa de venda de produto de substituição

Apresento reclamação contra a empresa Cecotec Innovaciones S.L. por recusa indevida de garantia legal e práticas comerciais abusivas relativas a um aspirador vertical Conga Rockstar 9500 Lunar Pet Flex (adquirida na loja online oficial em 17/02/2026, pelo valor de 159,90€). O equipamento manifestou uma avaria após cerca de 6 meses de utilização normal (perda de sucção devido ao fecho deficiente da tampa do depósito). Seguindo as instruções da marca, procedi à higienização integral do aparelho e ao esvaziamento do depósito antes de o entregar à transportadora contratada pela Cecotec para reparação ao abrigo da garantia. Contudo, a assistência técnica em Espanha recusou a cobertura da garantia legal (Processo/Incidência n.º 04389036). Apresentaram-me um orçamento de reparação de 86,52€ ou a adesão a um plano comercial ("Plan Renove"), alegando falsamente "uso inadequado" com base em fotografias de um aparelho com acumulação extrema de resíduos e danos físicos severos na escova motorizada e na base. Não reconheço, de todo, o estado desse aparelho como sendo o meu. Existem fortes evidências de que ocorreu um erro administrativo e uma quebra na cadeia de custódia do produto no armazém da Cecotec. Como prova irrefutável desta desorganização, no dia 14/07/2026, o suporte da marca enviou-me por e-mail um documento de "Plan Renove" destinado a modelos de "ROBOT ASPIRADOR" (Conga Connected Gyro e Conga M70) que eu nunca possuí, tendo retificado o lapso documental para aspirador vertical apenas no dia seguinte. Se os serviços da marca trocaram a documentação do processo, é manifesto que associaram também o relatório técnico e as fotografias de um aparelho danificado pertencente a outro cliente. Mais acresce que a fatura emitida pela empresa omite o número de série individual do produto, inviabilizando a rastreabilidade mecânica e a prova, por parte da Cecotec, de que o aparelho fotografado é efetivamente o meu. Relembro ainda que, tendo o transporte sido organizado pela marca, qualquer dano ocorrido no trajeto é da responsabilidade legal do vendedor (Artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 84/2021). Diante do exposto e da ausência de resposta às minhas contestações por e-mail, recuso o pagamento de qualquer orçamento, devendo a Cecotec cumprir as suas obrigações e fazer valer os meus direitos legais, procedendo à reparação gratuita da avaria inicial comunicada (mecanismo de fecho do depósito) ou à substituição do equipamento por uma unidade nova em conformidade. Caso tal não seja cumprido, exijo a resolução do contrato com o reembolso integral do valor pago (159,90€). Mais informo que, durante todo este período estou sem equipamento de aspiração doméstica.

Encerrada
R. G.
13/08/2026

Venda de um telemóvel roubado

Boa tarde um Sr comprou através da vossa plataforma Vinted o telemóvel da minha filha que foi roubado dia 6/6/2026! O Sr que o comprou não me devolve se não tiver o dinheiro que pagou de volta! Como é um iPhone esta bloqueado e o Sr não tem como o usar! Queria saber como é possível resolver esta situação! Segue fotos em anexo! A vossa proposta foi devolver o telemóvel ao ladr@o para efectuarem a devolução! Como assim?? Assim o Sr que comprou e foi burlado fica envolvido numa crime de envolvimento! E vocês ao saberem disto tudo são também cúmplices! Agradeço que me enviem o telefone que foi roubado e devolvam o dinheiro ao Sr que foi burlado!! Aguardo obrigada! Cumprimentos, Rita Gonçalves.

Em curso
D. T.
13/08/2026

Item com defeito

Atualização da reclamação — SKLUM Após todo o processo relatado anteriormente, a SKLUM finalmente aceitou proceder ao reembolso do valor pago pelo sofá-cama. No entanto, a situação continua a ser extremamente insatisfatória. Quando conseguimos finalmente entrar em contacto com a empresa, fomos informados de que o novo sofá já tinha sido enviado e estava a caminho da nossa morada. A funcionária informou-nos, entretanto, que conseguiria cancelar o envio, solicitar à transportadora o retorno do produto e, posteriormente, proceder ao reembolso. Ficámos satisfeitos por finalmente conseguirmos resolver a situação dessa forma, uma vez que desde o início deixámos claro que não queríamos receber novamente o mesmo produto. Contudo, fomos informados de que o reembolso poderá demorar até cerca de um mês para ser recebido, dependendo do método de pagamento e de outros procedimentos internos da empresa. Consideramos esta situação completamente desproporcional, principalmente tendo em conta todo o tempo que já passou desde o início do processo. Estamos há bastante tempo a tentar resolver um problema causado por um produto que apresentou desgaste e rasgos após pouco tempo de utilização. O sofá foi recolhido, ficámos sem o produto, posteriormente a empresa enviou uma substituição que agora teve de ser cancelada, e, mesmo depois de finalmente ser aceite o reembolso, somos novamente obrigados a aguardar um período prolongado para receber o nosso próprio dinheiro. Ou seja, já estamos há mais de um mês envolvidos neste processo, sem o produto e sem o dinheiro, e agora somos informados de que teremos de esperar ainda mais para receber o reembolso. O que torna a situação ainda mais desagradável foi a forma como fomos tratados durante o atendimento ao cliente. Tivemos enormes dificuldades para conseguir contactar a empresa. Chegámos a passar três dias seguidos a tentar ligar até finalmente conseguirmos falar com alguém. Em diversas ocasiões, as chamadas foram desligadas sem que a situação fosse resolvida. Quando finalmente conseguimos atendimento, sentimos que fomos tratados com completo descaso. Ao questionarmos por que razão teríamos de continuar a esperar por um problema que não foi causado por nós, a resposta da funcionária limitava-se repetidamente a dizer que teríamos de aguardar, sem apresentar uma solução concreta ou demonstrar qualquer preocupação com o transtorno causado. A sensação transmitida durante o atendimento foi de que estávamos a pedir um favor à empresa, quando, na realidade, estávamos apenas a tentar resolver uma situação relacionada com um produto que apresentou problemas após pouco uso. Consideramos importante deixar registada esta reclamação devido à demora excessiva, à dificuldade de contacto, às sucessivas chamadas desligadas e, sobretudo, à forma como fomos tratados durante todo o processo.

Encerrada
J. B.
13/08/2026

: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo

IKEA: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo Na IKEA, existem colaboradores que denunciam situações que, a serem confirmadas, são de extrema gravidade: assédio, pressão psicológica, perseguição, discriminação de colaboradores sindicalizados, dificuldades ou impedimentos ao exercício da atividade sindical e vigilância sobre colaboradores. Não estamos a falar de pequenos desacordos entre colaboradores e chefias. Quando alguém sente que está a ser perseguido por exercer os seus direitos, quando existem acusações ou denúncias dirigidas contra colaboradores e quando há a perceção de que os colaboradores estão a ser vigiados, estamos perante questões que merecem ser investigadas com toda a seriedade. É igualmente preocupante quando colaboradores que procuram defender os seus direitos ou os direitos dos seus colegas passam a ser vistos como um problema. O direito à organização sindical não pode ser encarado como uma ameaça. Um colaborador não pode ser prejudicado, pressionado ou perseguido por pertencer a um sindicato, por exercer atividade sindical ou por denunciar aquilo que considera injusto. Também é necessário questionar qualquer prática que possa criar um ambiente de medo entre os colaboradores. Se existem sistemas ou pessoas utilizados para observar comportamentos dos colaboradores, recolher informação sobre eles ou incentivar denúncias contra colegas, é legítimo perguntar qual é a finalidade desses mecanismos e quais são as garantias dadas aos colaboradores. Ikea vigie e ikea vai ao trustpilot., redes sociais ameaçar para retirar o que se fala de verdade sobre o Ikea, que nega . Uma empresa deve procurar resolver os problemas, e não silenciar quem os denuncia. E perante acusações de assédio ou perseguição, a resposta não pode ser simplesmente negar que alguma coisa aconteceu. É preciso ouvir os colaboradores e mudar a direcao e chefias. Não pode existir uma cultura em que a empresa esteja sempre certa e o colaborador esteja sempre errado. Se um colaborador denuncia uma situação, não deve passar automaticamente de denunciante a acusado. Se um colaborador pertence a um sindicato, não deve ser tratado como um problema. Se um colaborador defende um colega, não deve ser perseguido por isso. Se existem problemas dentro da empresa, devem ser enfrentados com transparência, diálogo e respeito pelos direitos de quem trabalha. A IKEA fala frequentemente de valores, respeito e responsabilidade. Esses valores devem aplicar-se também quando um colaborador questiona uma decisão, denuncia uma situação, exerce atividade sindical ou simplesmente diz que alguma coisa está errada. Uma empresa demonstra verdadeiramente o respeito pelos seus colaboradores não quando tudo corre bem, mas quando é confrontada com críticas, denúncias e colaboradores que exigem os seus direitos. A IKEA vai ao trustpilot para apagar as verdades que se falam da empresa, vai ás redes sociais para se pagar tudo, tem pessoas da segurança a vigiar e a acusar colaboradores... Por isso, as denúncias que existem devem ser levadas a serio. Não devem ser desvalorizadas. Não devem ser escondidas.

Encerrada
D. S.
13/08/2026

Resolução de contrato de viatura em garantia

Bom dia Caros, Na sequência das diversas comunicações enviadas e ainda sem resposta que anexamos cópia, bem como conversas presencias efetuadas no vosso representante Carby Alfragide, e hoje uma conversa havida com o responsável da oficina da Carby Alfragide, foi informado que ainda não existe um diagnóstico exato da viatura referida em epígrafe e muito menos da data para a reparação, pelo que necessitamos da vossa ajuda no sentido de resolução deste problema. Mais informamos que devido ao histórico de intervenções na referida viatura já por diversas vezes e com problemas recorrentes, a mesma já não nos transmite confiança e pretendemos dar lugar à resolução do contrato e aquisição de uma viatura superior da mesma marca, que já foi iniciada a negociação com a Carby Alfragide e a viatura já se encontra nessas instalações, mas não podendo avançar a negociação devido à falta de diagnóstico da oficina, que depende de uma instrução da marca. Informamos que a viatura ainda se encontra em período de garantia. Solicitamos que no sentido de resolver este assunto e para nós ainda um problema, a Vossa intervenção e apoio para a resolução urgente deste assunto. Aguardamos a Vossa ajuda e intercâmbio com a Carby Alfragide, para que nós como cliente não esperemos mais tempo nem tenhamos mais prejuízos. Atentamente Eufémio Sanches

Encerrada
N. E.
13/08/2026

Não resolução do problema

Estou desde abril de 2026 a tentar resolver a aquisição de uma bicicleta elétrica na Marketplace no valor de 688 euros, que chegou com o motor sem funcionar. Ultimamente solicitei o reembolso e a devolução da mesma. Pedi intervenção direta nesse reembolso da Worten, porém nada foi feito, excepto o contacto com o vendedor, que nada faz para resolver o reembolso, apenas repete as mesmas propostas de envio das peças para substituição, solução que rejeitei uma vez que me disse que já me enviou 2 vezes e nunca as recebi.

Resolvida

RECLAMAÇÃO FORMAL – ALUNO SEM COLOCAÇÃO E AUSÊNCIA DE RESPOSTA DA DGEST

Venho apresentar reclamação formal relativamente à atuação e à ausência de resposta da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) perante a situação escolar do meu filho, Rafael Francisco Rocha da Costa, para o ano letivo 2026/2027. O processo de candidatura/matrícula do meu educando, com o n.º M2627-000326320, apresenta atualmente no Portal das Matrículas o estado “Sem colocação”, não tendo sido atribuída ao aluno qualquer escola para o próximo ano letivo. Trata-se de uma criança em idade de escolaridade obrigatória, pelo que considero absolutamente essencial que seja encontrada uma solução de colocação em tempo útil, permitindo-lhe iniciar o ano letivo com uma escola atribuída e condições adequadas para a sua integração. A nossa pretensão é que o Rafael frequente uma escola pública, preferencialmente no concelho de Sintra, de acordo com as preferências manifestadas e dentro das possibilidades e critérios legalmente aplicáveis. Perante a ausência de colocação, procurei ativamente obter esclarecimentos junto das entidades competentes. Contactei o Departamento de Educação da Câmara Municipal de Sintra, tendo sido encaminhada para o respetivo Agrupamento de Escolas e para a DGESTE. Contactei igualmente o Agrupamento e tentei contactar a DGEST através dos contactos oficiais disponibilizados, quer telefonicamente, quer por correio eletrónico. Contudo, não tenho conseguido obter uma resposta concreta que esclareça a situação do meu filho ou indique qual será a solução para a sua colocação. As tentativas de contacto telefónico não têm permitido obter esclarecimentos e alguns dos emails enviados foram inclusivamente devolvidos como não recebidos e as chamadas desligadas antes de alguém atender. Considero esta situação particularmente grave e preocupante, tendo em conta a proximidade do início do ano letivo e o facto de o aluno se encontrar atualmente sem qualquer estabelecimento de ensino atribuído. Não pretendo, através desta reclamação, qualquer tratamento de exceção nem questiono os critérios legais de ordenação e colocação dos alunos. Solicito, sim, que seja assegurado o direito do meu filho a uma solução escolar e que seja prestada uma resposta concreta à família, não podendo permanecer indefinidamente sem colocação e sem informação sobre o que irá acontecer. Assim, solicito à DGEstE: A verificação urgente do processo M2627-000326320; A confirmação dos motivos pelos quais o aluno se encontra “Sem colocação”; A confirmação de que não existe qualquer informação ou procedimento em falta da responsabilidade da Encarregada de Educação; A indicação da entidade responsável pela resolução da situação; A adoção das diligências necessárias para assegurar uma colocação do aluno numa escola pública, preferencialmente no concelho de Sintra, dentro das vagas e critérios aplicáveis; Uma resposta escrita e concreta sobre a solução prevista e os respetivos prazos. Solicito ainda que a presente reclamação seja formalmente registada e encaminhada para o serviço competente, sendo-me comunicada a respetiva resposta. A situação reveste caráter urgente, uma vez que o meu filho se encontra atualmente sem escola atribuída para o próximo ano letivo.

Encerrada
I. C.
13/08/2026
Lumilabo

Cobrança Indevida de Serviço não desejado

Bom dia, No passado mês de abril, fui convocada para realizar os exames de Medicina do Trabalho nas vossas instalações. Na altura, tinha algumas análises clínicas para realizar a título particular, pelo que perguntei à enfermeira se me poderia facultar os respetivos valores, de forma a decidir se as faria nesse laboratório ou noutro local. A mesma informou-me que deveria obter essa informação junto da receção. Após sair do consultório, dirigi-me à receção, onde me foi fornecido um contacto telefónico para solicitar os valores pretendidos. Durante a chamada, indiquei quais os exames em que estaria interessada e foi-me pedido que enviasse a respetiva prescrição médica para que os preços pudessem ser verificados. Foi ainda acordado que receberia posteriormente essa informação por e-mail, para poder decidir se pretendia ou não avançar com a realização das análises. Por volta do meio-dia, recebi um e-mail com o orçamento solicitado, ao qual respondi informando que não tinha interesse em prosseguir, uma vez que os valores apresentados eram significativamente superiores ao que poderia suportar naquele momento. Considerei, por isso, o assunto encerrado. No entanto, quatro meses depois, fui contactada telefonicamente pelo departamento de faturação, sendo informada de que tinha uma fatura pendente de pagamento. Expliquei toda a situação à colaboradora, que me respondeu que as análises já tinham sido realizadas e que, por esse motivo, teria de proceder ao respetivo pagamento, apesar de eu ter comunicado previamente que não pretendia avançar com o serviço. Mesmo após os esclarecimentos prestados, recebi um novo e-mail a exigir o pagamento do valor alegadamente em dívida, com a indicação de que, caso não efetuasse o pagamento, seriam acionados os meios legais adequados. Com o objetivo de evitar mais transtornos e desgaste, acabei por efetuar o pagamento. No entanto, os resultados das análises e a respetiva fatura apenas me foram enviados cerca de duas semanas depois. Em conclusão, fui obrigada a pagar por análises que alegadamente tinham sido realizadas há quatro meses, quando entretanto já as tinha efetuado noutro laboratório devido aos preços mais elevados praticados pela Lumilabo. Além disso, após o pagamento, ainda tive de aguardar aproximadamente duas semanas para receber os resultados e a respetiva fatura. Face a esta experiência, não recomendo os serviços da Lumilabo.

Encerrada
A. G.
13/08/2026

Cancelamento dentro do prazo dos 14 dias e cobrança indevida

Bom dia, No dia 23/07 fui contactada pela NOS e celebrei um contrato para um pacote de televisão, internet e telemóveis. Contudo, encontrava-me fidelizada com a MEO e, dentro do prazo de 14 dias, decidi exercer o meu direito de livre resolução. No dia 05/08 dirigi-me a uma loja NOS e solicitei o cancelamento. Perguntei ao operador se teria de assinar algum documento ou receber comprovativo, tendo-me sido dito que não e que deveria apenas regressar no dia seguinte para tratar da portabilidade. No dia 06/08, após efetuar a portabilidade, voltei a perguntar pelo comprovativo e obtive novamente a mesma resposta. No dia 07/08 às 16h53 recebi uma chamada da NOS, onde fui informada que, apesar do cancelamento dentro dos 14 dias, teria de pagar cerca de 400 € pela instalação. Este valor nunca me foi comunicado e, no contrato, a instalação consta como oferta. Solicitei à operadora que indicasse a cláusula que justificaria a cobrança, mas não soube esclarecer-me. No dia 11/08 dirigi-me pela terceira vez à loja para obter comprovativo do cancelamento de 05/08. O operador confirmou no sistema que o pedido foi registado nessa data, mas informou que não podia fornecer um comprovativo formal. Apenas me mostrou o registo no computador e entregou um print de ecrã, que anexarei à reclamação. Após falar com seu responsáveis, foi-me enviada uma mensagem para confirmar o cancelamento. Contudo, essa mensagem indica que o cancelamento produziria efeitos apenas em 01/09, durante o período de fidelização, o que não corresponde ao meu pedido. Anexarei também o print dessa mensagem. Solicito o comprovativo do cancelamento efetuado em 05/08, dentro dos 14 dias, a anulação da cobrança de instalação que acho um valor abusivo e a gravação da chamada de 07/08/2026, às 16h53. Aguardo resposta formal por escrito.

Resolvida
H. N.
13/08/2026

Encomenda Extraviada e impossível de localização

Conforme o título, foi o que me disseram via email (primor), já estou em troca de emails com a PAACK e a primor, mas a única que me conseguiu dar indicações sobre a encomenda foi unicamente a loja, encomenda feita no dia 27/07, dada como entregue no dia 5/08 e só hoje 13/08 é que me conseguiram dar notícias da mesma dizendo que encomenda tinha sido extraviada e que não seria entregue, conforme o sucedido irei recorrer ao reembolso e na esperança que qualquer outra encomenda que faça que não seja a PAACK a servir como entrega. Um bem haja, Hugo.

Encerrada

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