Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. C.
13/08/2026

Encomenda não recebida

Realizei uma encomenda no site a 17 de julho, tendo recebido na altura um email de confirmação e indicação de receção do pagamento, com a promessa de expedição em 5 dias úteis. No entanto, a 29 de julho, como ainda não tinha recebido a encomenda, enviei um email e recebi apenas uma resposta automática assinada por Sofia Vasconcelos, a informar que, devido a uma redução temporária da equipa, o tempo de resposta seria superior ao habitual, mas que todos os pedidos seriam tratados com a máxima atenção. No dia 31 de julho continuei sem receber a encomenda e sem qualquer resposta Voltei a enviar email e, novamente, apenas me foi enviada a mesma mensagem automática. Até ao momento, não recebi qualquer resposta aos meus contactos nem a encomenda pela qual já paguei desde 17 de julho. Considero esta situação completamente inaceitável. Sinto-me enganada enquanto consumidora. Antes de fazer a compra, vi que o site tinha algumas avaliações negativas, mas também algumas positivas. Agora, questiono a veracidade dessas avaliações favoráveis, pois a minha experiência faz-me duvidar da credibilidade deste site. Já avancei com uma denúncia junto das autoridades.

Encerrada
B. C.
13/08/2026

Abuso, e encomenda não entregue

No dia 4 de agosto fiz uma compra nesta empresa — e, sinceramente, começo a arrepender-me profundamente de a ter feito. No momento da compra, o site disponibilizava vários tipos de entrega, entre eles uma entrega Standard e uma opção Premium. Em momento algum estava indicado, de forma clara e explícita, que a entrega Standard não incluía a colocação do artigo dentro de casa. Estamos a falar de uma televisão de 85 polegadas. Pergunto: como é suposto uma pessoa colocar, sozinha, uma televisão destas num segundo andar? Mais grave ainda: este tipo de entrega nem deveria estar disponível ou selecionado por defeito para artigos desta dimensão. Curiosamente, se formos hoje ao site, essa opção de entrega já foi removida. Quando a televisão chegou, tentei de todas as formas encontrar uma solução. Inclusive, disponibilizei-me para ajudar os próprios transportadores a levar a televisão para dentro de casa. Foram enviados um senhor com cerca de 65 anos e um rapaz muito jovem. Ainda assim, recusaram-se a ajudar e, para piorar a situação, foram extremamente desagradáveis, dizendo simplesmente que “não iam colocar a televisão e que o problema não era deles”. Resultado: a televisão voltou para trás. Hoje é dia 13 de agosto e continuo sem televisão, sem uma solução concreta e praticamente sem qualquer esclarecimento por parte da empresa. No dia 12, depois de vários dias à espera, finalmente recebi uma resposta: disseram-me que poderia pagar um novo envio para que a televisão fosse novamente entregue. Apesar de considerar absurdo ter de pagar novamente por uma entrega que, na prática, nunca foi concluída, paguei imediatamente, apenas para resolver o problema. Perguntei então se, desta vez, alguém iria colocar a televisão dentro de casa. E, pasme-se: não. Ou seja, paguei novamente para repetir exatamente o mesmo serviço que já tinha falhado anteriormente. É difícil acreditar numa situação destas. Perguntei quanto custaria, afinal, o serviço necessário para colocar a televisão dentro de casa. Informaram-me que seriam mais 40 euros. Respondi que os pagaria, simplesmente para acabar de vez com esta novela. Mas nem assim foi possível. Disseram-me então que a televisão teria primeiro de regressar ao armazém e que, só depois, teria de aguardar mais cerca de cinco dias para que fosse feito um novo envio. Estou desde o dia 4 de agosto à espera de uma televisão pela qual paguei mais de 1.000 euros. Tenho divisões da casa praticamente paradas, com móveis por montar, porque preciso da televisão instalada antes de concluir determinadas montagens. Não faz qualquer sentido ter de pagar sucessivamente por novos envios devido a um problema que começou com uma informação insuficiente no próprio processo de compra. Perante tudo isto, solicitei simplesmente o cancelamento da encomenda e a devolução do valor pago. A resposta que recebi foi ainda mais surpreendente: como a compra foi realizada através da minha empresa, disseram-me que não iriam devolver o dinheiro. Mas há um ponto fundamental que parece estar a ser ignorado: EU NUNCA RECEBI A ENCOMENDA. Não estou a pedir para devolver uma televisão que recebi, utilizei e depois decidi devolver. A televisão nunca chegou sequer a ser entregue na minha residência. O artigo voltou com a própria transportadora. Estamos no dia 13 de agosto, passaram-se nove dias desde a compra, gastei mais de 1.000 euros, já paguei inclusivamente um novo envio e, neste momento, não tenho televisão, não tenho o dinheiro de volta e nem sequer tenho uma resposta concreta da empresa. Considero esta situação absolutamente inadmissível. Não estou a pedir nenhum favor. Estou simplesmente a pedir uma de duas coisas: ou entregam o produto que comprei de forma adequada e num prazo razoável, ou cancelam definitivamente a encomenda e devolvem o valor pago. O que não é aceitável é manter um cliente sem o produto, sem o dinheiro e sem qualquer resolução durante dias, obrigando-o ainda a pagar sucessivamente por tentativas de entrega. É uma situação surreal para uma compra de mais de 1.000 euros.

Encerrada
P. C.
13/08/2026

Recusa abusiva de resolução de contrato por reincidência de avaria

Solicito a intervenção jurídica da DECO num litígio com a Castro Eletrónica motivado pela violação do DL n.º 84/2021 e interpretação deturpada da legislação por parte do vendedor. O caso refere-se a um telemóvel (Fatura 109615/2023) que se encontra no 3.º processo de garantia (RMA 3488/2026). Cronologia: - Outubro/2024: Equipamento original substituído. - Março/2026: Nova avaria. A reparação ultrapassou os 30 dias estipulados por lei. - Julho/2026: A mesma unidade (substituída em 2024) volta a apresentar defeitos graves (desliga-se, linhas no ecrã). Exerci o direito legal à resolução do contrato por reincidência. Recusei qualquer nova reparação e exigi o reembolso para o meu IBAN (PT50004587004033563317256), recusando nota de crédito por já ter adquirido equipamento noutra ocasião. O departamento técnico recusou o reembolso com o argumento de que a reincidência legal obriga a que a avaria ocorra na exata mesma peça e que a unidade atual é nova, ignorando que a mesma já foi reparada no processo de março de 2026. À revelia da minha recusa expressa, enviaram o equipamento para o fornecedor. Solicito a mediação da DECO para obrigar a Castro Eletrónica a respeitar a legislação e a emitir o reembolso, encerrando o processo sem que eu seja sujeito a aceitar reparações não autorizadas.

Encerrada
S. C.
13/08/2026

Situação de Trânsito

Boa tarde, Venho por este meio reportar uma situação ocorrida no dia 7 de agosto de 2026, envolvendo uma viatura pertencente à frota da empresa Homy Casa, com a matrícula CF-10-FH, e o respetivo condutor. Eu circulava na minha viatura acompanhado pela minha companheira, na estrada N10, no Barreiro. Ao aproximar-me da rotunda situada em frente ao Auchan / Barreiro Retail Planet, encontrava-me na via mais à direita, com intenção de sair na primeira saída, tendo acionado antecipadamente o indicador de mudança de direção para a direita. Nesse momento, a viatura com a matrícula CF-10-FH aproximou-se da traseira da minha viatura, numa situação que considerei suscetível de provocar uma colisão. Ainda no interior da rotunda, o condutor da referida viatura começou a efetuar gestos na minha direção. No momento da saída da rotunda, a viatura aproximou-se da lateral esquerda da minha, levando-me a alterar a minha trajetória e a acelerar para evitar uma possível colisão e conseguir manter a segurança da minha viatura e da minha companheira. Após este episódio, a viatura CF-10-FH continuou a circular atrás da minha, mantendo uma distância que considerei reduzida relativamente ao meu veículo, enquanto o condutor continuava a efetuar gestos na minha direção. Mais à frente, numa outra rotunda, devido ao trânsito, fui obrigado a imobilizar a minha viatura. Nesse momento, o condutor da viatura da Homy Casa saiu do veículo e dirigiu-se a mim. Durante essa abordagem, afirmou, entre outras coisas, que eu “tinha de me fazer homem”, que “não podia andar no trânsito” e que eu “podia apresentar queixa à vontade”. Foi nesse momento que consegui tirar as fotografias que seguem em anexo, nas quais é possível identificar a viatura em questão. Saliento que, durante toda a situação, não me dirigi ao referido condutor nem adotei qualquer comportamento que procurasse provocar ou confrontar o mesmo. Importa ainda referir que não fotografei os colaboradores que se encontravam no interior da viatura. Pelo contrário, durante a situação, o condutor da viatura fotografou a minha pessoa, a minha companheira e a minha viatura. Considero que os comportamentos acima descritos foram inadequados e que a situação poderia ter resultado num acidente de viação, motivo pelo qual decidi apresentar esta reclamação à empresa, solicitando que a situação seja analisada internamente e que sejam tomadas as medidas que considerem adequadas. Aproveito ainda para destacar positivamente a postura do colaborador que se encontrava no lugar do passageiro, que, apesar da situação, manteve uma atitude que considerei adequada. Cumprimentos, Sandro Carvalho

Resolvida
C. A.
13/08/2026

Atraso nas entregas para Madeira

Sou cliente assíduo da Amazon Espanha há vários anos e sempre confiei no serviço pela rapidez e eficiência. Até ao final de 2025, os envios para o arquipélago da Madeira funcionavam lindamente, por vezes nem demorando 1 semana. No entanto, desde o início de janeiro, a situação alterou-se drasticamente. As encomendas destinadas a Madeira passaram a ficar semanas paradas sem sequer serem enviadas, mesmo quando os produtos se encontram claramente em stock. Quando finalmente são despachadas, o próprio envio também demora muito mais do que anteriormente. Importa salientar que não estou apenas a referir-me ao transporte para as ilhas, mas a todo o processo logístico dentro da Amazon. A diferença de tratamento é evidente: a mesma encomenda enviada para o continente é preparada e enviada no próprio dia, enquanto para a Madeira pode demorar entre 15 a 30 dias apenas para sair do armazém. Antes de janeiro isto não acontecia. Algo mudou claramente no processo logístico da Amazon Espanha e, até ao momento, não foi dada qualquer explicação aos clientes das regiões autónomas. Considero este nível de serviço inaceitável para clientes fiéis e um claro retrocesso face à qualidade que a Amazon prestava anteriormente.

Encerrada
L. C.
13/08/2026

Cobrança de serviço ineficaz

Conforme carta em anexo

Encerrada
C. G.
13/08/2026

“Reclamação – Serviço de entrega e instalação de frigorífico | Castro Eletrónica”- Aditamento

Aditamento à reclamação – Esclarecimentos complementares Na sequência da reclamação anteriormente apresentada, venho prestar três esclarecimentos que considero relevantes para a correta apreciação da situação: Entrega do frigorífico A equipa da transportadora apenas colocou o frigorífico dentro da residência porque a pessoa que se encontrava no local para receber a encomenda teve de insistir para que tal acontecesse. Não se tratou, portanto, de uma entrega integralmente concluída nos termos do serviço contratado. Instalação do frigorífico Perante a demora na resolução da situação e porque necessito efetivamente de utilizar o frigorífico, vou proceder eu própria à ligação/montagem do equipamento, não sendo sustentável continuar indefinidamente a aguardar uma nova deslocação. O frigorífico permanece, até ao momento, integralmente embalado e sem utilização, não por existir qualquer problema com o equipamento, mas porque não foi possível concluir o serviço contratado. Pretensão relativamente aos serviços contratados Importa ainda deixar absolutamente claro que não pretendo o agendamento de uma nova deslocação da Castro Eletrónica nem a prestação posterior desses serviços. Face ao sucedido e à demora na resolução, pretendo precisamente o inverso: o reembolso dos valores correspondentes aos serviços de entrega/instalação/recolha que foram contratados e pagos e que não foram devidamente prestados. Considero, por isso, que a questão não deverá ser apresentada como uma simples necessidade de agendamento de uma nova deslocação, muito menos mediante o pagamento adicional de 49,98 €, mas como uma situação em que serviços contratados e pagos não foram integralmente prestados, pretendendo eu o respetivo reembolso. Solicito que estes esclarecimentos sejam considerados como complemento à reclamação anteriormente apresentada. Com os melhores cumprimentos, Carla Guimarães

Em curso
C. S.
13/08/2026
MEO

Falhas na Internet da MEO

Venho apresentar uma reclamação relativamente às constantes falhas no serviço de Internet fixa da MEO, uma situação que se prolonga á alguns meses sem qualquer resolução efetiva. Durante este período já contactei várias vezes a linha de apoio ao cliente, uma carta de reclamação direta e mesmo assim não houve nenhuma resolução definitiva.

Resolvida
F. C.
13/08/2026

NOS - Cancelamento de tarifário indevido e pedido de ajuste no contrato

Em finais de 2022, aderi ao tarifário NOS Kids para a minha filha. No entanto, devido a falhas constantes na aplicação, sobretudo na gestão dos contactos, decidi cancelar este serviço. Quando fui à loja do Mar Shopping, informaram-me que, caso cancelasse este tarifário, teria uma nova fidelização de 24 meses, pois o mesmo tinha sido associado ao meu pacote (TV, NET e VOZ) sem a minha autorização em janeiro de 2025. A funcionária que me atendeu percebeu imediatamente que isto foi um erro por parte da NOS e pediu que o tarifário fosse retirado do contrato e, posteriormente, cancelado, já que este serviço não tinha fidelização. Após vários dias à espera de um contacto, acabei por ligar para o apoio à contratação, mas não conseguiram resolver a situação. Disseram para apresentar uma reclamação ao provedor da NOS, à qual nunca obtive resposta. Na última vez que liguei, informaram-me que não podiam fazer nada e sugeriram que continuasse a pagar pelo tarifário, mesmo sem o utilizar. Não estou a pedir muito, até porque sou cliente NOS há mais de 20 anos! Apenas quero que o tarifário NOS Kids seja removido do meu pacote original, o seu cancelamento imediato e o devido ajuste no valor do contrato, sem qualquer renovação ou nova fidelização. Aguardo contacto com brevidade. Obrigado Cumprimentos, Filipe Costa

Resolvida

Seguradora não quer assumir o sinistro e não tenho resposta às minhas reclamações

Exmos. Senhores, (Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o vosso apoio e orientação relativamente a um problema que estou a ter com a minha seguradora, a Tranquilidade, relacionado com a recusa de reparação de um sinistro automóvel. O sinistro ocorreu no dia 13/07/2026, quando, durante a circulação do meu veículo, um SEAT Ibiza de 2004, o capô abriu, provocando a quebra do para-brisas. O sinistro foi participado e, no dia 14/07/2026, pelas 11h00, recebi uma comunicação da seguradora a informar que a reparação se encontrava aprovada. Tenho esse email e posso remetê-lo como comprovativo. No entanto, posteriormente, a oficina informou-me de que afinal a reparação não estaria autorizada. Entrei em contacto com a seguradora para esclarecer a situação e, durante esse período, fui inclusivamente informada de que estaria tudo regularizado. Mais tarde, no dia 23/07/2026, fui novamente contactada pela oficina, que me informou de que a reparação afinal não tinha sido aprovada. Contactei novamente a seguradora, tendo falado com o Sr. Nuno Pintacilgo e com a respetiva secretária, tendo sido posteriormente informada de que a reparação não seria assumida porque a situação estaria relacionada com a abertura do capô. O que considero particularmente grave é que nunca recebi uma comunicação formal, por escrito, da seguradora a informar-me da recusa da reparação, apesar de anteriormente ter recebido uma comunicação escrita de aprovação. Hoje, 13/08/2026, o gestor de seguros voltou a contactar-me, desta vez através do WhatsApp e de um número privado, transmitindo-me a resposta que alegadamente recebeu da seguradora. Segundo a mensagem que me foi encaminhada, a seguradora fundamenta agora a recusa nos seguintes termos: «“Sinistro QIV – Miguel Tomas: Recusado pois os danos não foram causados por um fator externo.”» É ainda indicada como justificação a alegação de que os danos terão sido: «“...causados por defeito de construção do veículo;”» E é referido que esta situação consta das exclusões da cláusula 41.º, n.º 1, alínea 9. Tenho uma captura de ecrã da conversa de WhatsApp onde esta informação me foi transmitida e posso enviá-la juntamente com o email. Gostaria de saber se esta fundamentação é suficiente para a seguradora recusar a cobertura, sobretudo tendo em consideração que: - o sinistro foi participado no dia 13/07/2026; - no dia 14/07/2026 recebi uma comunicação escrita da seguradora a informar que a reparação estava aprovada; - posteriormente essa aprovação foi contrariada; - nunca me foi enviada uma comunicação formal e fundamentada de recusa; - só posteriormente fui informada verbalmente e, agora, através de uma mensagem de WhatsApp enviada pelo gestor de seguros; - a seguradora parece estar a enquadrar o caso como um alegado defeito de construção do veículo, sem que me tenha sido apresentado qualquer relatório técnico ou peritagem que demonstre que o dano teve efetivamente essa origem. Assim, agradecia que a DECO me pudesse esclarecer se considero que a atuação da seguradora é legítima e quais os meus direitos nesta situação. Gostaria igualmente de saber se devo exigir à seguradora uma decisão formal, por escrito, devidamente fundamentada, bem como uma cópia do relatório de peritagem ou de qualquer documento técnico que sustente a alegação de que o dano resultou de um defeito de construção do veículo. Considero ainda importante esclarecer a validade da comunicação de aprovação que recebi no dia 14/07/2026, uma vez que, até ao momento, não me foi dada uma explicação satisfatória sobre a razão pela qual uma reparação inicialmente aprovada veio posteriormente a ser recusada. Junto a esta exposição os documentos que tenho na minha posse, nomeadamente o email de aprovação de 14/07/2026 e a captura de ecrã da comunicação recebida hoje através do WhatsApp. Agradeço desde já a vossa análise e orientação sobre a melhor forma de proceder perante a seguradora. Com os melhores cumprimentos, Ana Catarina Sancho Sinistro n.º T18276C432 Veículo: SEAT Ibiza, 2004 SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Encerrada

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