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Devolução não recebida
Exmos senhores, Venho por este meio contactar-vos porque ainda não recebi o valor referente a uma devolução efetuada numa das lojas físicas da Pull and Bear há algum tempo. A devolução refere-se a umas calças no valor de 25,99€. A compra original foi realizada no dia 28/03/2026 , na vossa loja do Fórum Madeira , sob a Fatura Simplificada n.º FS FS005229012026/007289. Posteriormente, dirigi-me à loja Pull & Bear do Centro Comercial Colombo no dia 16/04/2026 para efetuar a devolução presencial deste artigo. Na altura, foi-me entregue a Nota de Crédito n.º NS NS000920342026/001184 e foi dada indicação de que o reembolso de 25,99€ seria processado para o cartão Multibanco. Acontece que, até à data de hoje, o montante ainda não deu entrada na minha conta bancária, o que me parece um prazo já excessovamente alargado. Para facilitar a vossa análise, envio em anexo a fotografia do talão de compra e também o comprovativo da nota de crédito/devolução. Já contactei o apoio ao cliente cerca de 5 vezes, ao que me respondem sempre que está a ser tratado pelo departamento designado para estes casos, porém sendo que já passou um mês desde a devolução acho completamente desproporcional! Estou farta de receber mensagens automáticas da parte do apoio ao cliente sem obter nenhuma resposta pertinente.
800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO
O 800 sentido gondomar que passa no campo 24 de agosto pelas 8:03 tornou a falhar, juntamente com o autocarro das 8:13h. Dois seguidos. Já quase todos os dias. Já foram feitas varias reclamações e as respostas são sempre as mesmas sem ajudar nem cumprir os horários. Já reclamo há meses e continua tudo igual. Vergonha.
Reclamação por cobrança indevida de subscrição Prime
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela eDreams. No dia 19/05/2026 foi retirado da minha conta o valor de 89,99€, identificado como referente a uma subscrição “Prime”, subscrição essa que eu nunca realizei nem autorizei. O único serviço que adquiri junto da eDreams foi a compra de um bilhete há cerca de um mês. Em nenhum momento subscrevi qualquer plano, adesão ou serviço adicional que justificasse esta cobrança. Assim, considero este débito totalmente indevido e solicito: * O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados; * O reembolso total do valor de 89,99€; * Um esclarecimento sobre a origem desta cobrança não autorizada. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Cumprimentos, Joana Reis
Cobrança Indevida de Caução
1. IDENTIFICAÇÃO Empresa reclamada: WHome Portugal (gestora) / Booking.com (plataforma) Propriedade: WHome Peaceful River Views in Algés perfect for Families Reclamante: Cliente Booking Check-in: 01/05/2026 — aprox. 20h30 Check-out: 05/05/2026 — aprox. 09h30 Valor reclamado: €250,00 (caução) 2. DESCRIÇÃO DOS FACTOS 2.1 Coação no pagamento da caução Antes do check-in, a gestora da propriedade (WHome Portugal) exigiu o pagamento de uma caução no valor de €250,00 como condição obrigatória para liberação dos códigos de acesso ao imóvel. O hóspede recusou inicialmente, por considerar a exigência desproporcional e por ter conhecimento de situação idêntica ocorrida com outro hóspede em 2023 (conforme registo público de avaliação na plataforma Booking.com). A gestora manteve a condição de forma expressa: sem o pagamento, o acesso ao imóvel não seria concedido. Sob coação, o pagamento de €250,00 foi efetuado pelas 18h20 do dia 01/05/2026, com comprovativo de pagamento emitido pela instituição financeira do hóspede com o valor de €250,00. Importa sublinhar que o valor integral da estadia havia sido pago antecipadamente através da Booking.com, não existindo qualquer justificação para nova cobrança condicionada ao acesso. 2.2 Ausência de vistoria conjunta no check-in No momento da entrada no imóvel, a gestora não compareceu para realização de vistoria conjunta, não forneceu qualquer documentação sobre o estado de conservação da propriedade e não identificou quaisquer danos ou avarias pré-existentes. O acesso foi feito de forma autónoma pelo hóspede através de código numérico enviado por mensagem. Por precaução, o hóspede procedeu ao registo fotográfico de avarias e danos detetados no imóvel nas primeiras horas de ocupação. 2.3 Prova fotográfica de dano pré-existente Às 22h05 do dia 01/05/2026 (menos de duas horas após a entrada no imóvel que ocorreu após as 20h30) o hóspede fotografou a placa vitrocerâmica do fogão com dano visível e já consolidado. As fotografias possuem marcação automática de data e hora gerada pelo dispositivo móvel, constituindo prova objetiva e irrefutável de que o dano era pré-existente à ocupação. Adicionalmente, o hóspede dispõe de comprovativos documentais que demonstram a sua localização antes da entrada no imóvel: registo de compra efetuada em Óbidos às 18h29 do dia 01/05/2026 e registo de portagem Via Verde no troço Bombarral–Queluz PV entre as 19h28 e as 20h02 do mesmo dia tornando materialmente impossível que o hóspede tenha causado qualquer dano antes do horário de check-in. 2.4 Acusação infundada após o check-out Três dias após o check-out (ocorrido em 05/05/2026), a gestora contactou o hóspede através da plataforma Booking.com, acusando-o de ter partido a placa do fogão e declarando que o depósito de segurança não seria devolvido. Este foi o primeiro contacto da gestora após a saída do imóvel, imediatamente acusatório, sem apresentação de qualquer prova fotográfica ou documental do estado da placa imediatamente antes do check-in do hóspede com data/hora, e sem abertura para diálogo. A gestora não dispõe de qualquer registo que demonstre que a placa se encontrava em bom estado imediatamente antes da chegada do hóspede. Em contrapartida, o hóspede possui fotografia datada e com hora exata provando o estado do equipamento nas primeiras horas de ocupação. 2.5 Tentativas de resolução Perante a recusa de diálogo da gestora que não atende chamadas telefónicas em nenhum dos números disponibilizados (Booking.com, WhatsApp e website oficial WHome), o hóspede contactou diretamente a Booking.com, despendendo aproximadamente 50 minutos em atendimento. A plataforma confirmou que o único dano alegado pela gestora se refere à placa do fogão e instruiu o hóspede a aguardar até 14 dias para resolução. A Booking.com respondeu posteriormente por e-mail informando que havia solicitado à acomodação que verificasse o caso e entrasse em contacto com o hóspede, transferindo assim a responsabilidade de mediação sem tomar qualquer posição ou providência efetiva. 2.6 Antecedente documentado Existe registo público de avaliação na plataforma Booking.com, datado de 25 de julho de 2023, de hóspede que relata situação similar: pagamento de caução de €250,00 e posterior recusa de devolução por parte da mesma propriedade WHome, tendo o caso sido denunciado à Booking.com e ao PayPal. Este antecedente demonstra um padrão de conduta da gestora. 3. FUNDAMENTOS DA RECLAMAÇÃO A retenção da caução é indevida pelos seguintes fundamentos: - Coação no ato do pagamento: o hóspede foi obrigado a pagar como condição de acesso ao imóvel, configurando prática comercial abusiva e violação dos direitos do consumidor. - Ausência total de prova por parte da gestora: a WHome Portugal não apresentou qualquer evidência fotográfica ou documental do estado da placa do fogão imediatamente antes do check-in do hóspede. - Prova documental em sentido contrário: o hóspede dispõe de registo fotográfico com datação automática (01/05/2026, 22h05) e comprovativos de localização que demonstram inequivocamente que o dano era pré-existente. - Omissão de vistoria conjunta: a gestora não realizou vistoria no momento do check-in, não podendo invocar danos sem base documental prévia (em flagrante analogia com o dever de entrega documentada em contratos de arrendamento e aluguer). - Atuação de má-fé e padrão reincidente: o primeiro contacto pós-checkout foi uma acusação direta sem provas; existe antecedente público similar com outro hóspede em 2023. - Falha da plataforma intermediária: a Booking.com, ao atuar como intermediária e ao oferecer garantias de segurança ao hóspede, tem responsabilidade de mediação efetiva, que não está a cumprir. 4. PEDIDO O reclamante solicita à DECO: 1. Mediação junto da WHome Portugal e/ou Booking.com para obtenção do estorno integral e imediato de €250,00;2. Análise da conduta da WHome Portugal face às normas de proteção ao consumidor em vigor em Portugal, nomeadamente quanto à prática de cobrança de caução condicionante de acesso ao alojamento;3. Caso aplicável, participação às entidades reguladoras do alojamento turístico em Portugal (Turismo de Portugal / ASAE). 5. DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL (anexo) - Fotografia com data e hora automáticas (01/05/2026, 22h05) da placa do fogão danificada - Comprovativo de pagamento da caução (€250,00 / R$1.576,09 — 01/05/2026, 14h BR) - Comprovativo de compra em Óbidos (01/05/2026, 18h29) - Registo de portagem Via Verde Bombarral–Queluz PV (01/05/2026, 19h28–20h02) - Registo do atendimento com a Booking.com (aprox. 50 minutos) - Avaliação pública de hóspede anterior com problema similar (julho 2023) Declaro que todas as informações prestadas são verdadeiras e que os documentos disponíveis constituem prova suficiente para a resolução justa do presente litígio.
Bloqueio Total sem Aviso Prévio
No dia 20 de maio, entre as 20h30 e as 20h55, na A10 logo após a entrada de Arruda dos Vinhos no sentido Sul, assisti a uma situação absolutamente inadmissível e revoltante causada pela gestão dos trabalhos na autoestrada. Durante vários quilómetros, um veículo da Brigada de Trânsito e outro da Brisa circularam lado a lado a cerca de 10 km/h, bloqueando completamente as três vias da autoestrada e obrigando centenas de condutores a avançar praticamente parados, criando uma fila interminável de vários quilómetros. O mais grave é que não existia qualquer aviso prévio, nem antes da entrada na autoestrada nem ao longo do percurso, que alertasse para este condicionamento extremo. As pessoas entravam na A10 sem qualquer informação e ficavam presas numa situação absurda, sem possibilidade de evitar o trânsito. Esta falta de planeamento e de respeito pelos condutores é vergonhosa. Há pessoas que têm horários, compromissos importantes, consultas, trabalho e voos para apanhar — exatamente o meu caso. É inaceitável que uma entidade responsável por gerir uma autoestrada trate os utilizadores desta forma, sem qualquer consideração pelo tempo e pelas consequências causadas. A pergunta que fica é simples: porque razão não foi apenas encerrada uma via desde o início, permitindo a circulação normal nas restantes, em vez de bloquearem completamente as três vias durante quilómetros para depois, perto das obras, mandarem todos os carros encostar à direita? A sensação transmitida foi de total desorganização, incompetência e desprezo pelos condutores que pagam para utilizar a autoestrada e esperam um mínimo de eficiência e respeito. Exijo que esta situação seja analisada e que sejam dadas explicações sobre a gestão deste condicionamento, bem como medidas para impedir que algo semelhante volte a acontecer.
Reembolso de um artigo perdido
Prezados, venho por meio desta formalizar uma reclamação contra a Shein. Realizei a compra de uma sapatilha, que foi entregue no prazo, mas não serviu. Solicitei a devolução, que ocorreu no dia 2 de abril, foi me disponibilizado um código de rastreamento. Após o dia 8 de abril, o rastreamento não se teve mais atualizações. Apesar de inúmeras tentativas de contato, o suporte da Shein foi ineficaz. A comunicação é deficiente, sem disponibilidade em português, e as informações são incompletas e incoerentes. Ao contatar a empresa de logística CTT, fui informado de que, em casos de extravio, a Shein, como contratante, recebe a indenização. Ou seja, se o artigo não foi localizado e a shein como contratante recebeu essa indenização na qual foi me informado via telefone pela empresa de logística, não houve repasse ao cliente no caso a mim. Toda a tentativa de esclarecimento foi frustrada, sem qualquer solução. Diante disso, estou com um prejuízo de quase 100 euros e exijo um reembolso imediato ou outra solução compensatória. Aguardo uma resposta urgente
Extravio de mercadoria
Prezados, venho por meio desta formalizar uma reclamação contra o site Shein e a empresa de logística CTT. Realizei a compra de uma sapatilha, que foi entregue no prazo, mas não serviu. Solicitei a devolução, que ocorreu no dia 2 de abril, tive disponibilização de um código de rastreamento. No entanto, após o dia 8 de abril, o rastreamento deixou de ser atualizado não obtendo assim mais nenhuma informação do artigo. Após inúmeras tentativas de contato, tanto com o site quanto com a CTT, fui informado de que o artigo foi extraviado. A empresa de logística afirmou que não poderia me indenizar, pois eu não sou o contratante, e o site, por sua vez, disse que o reembolso só seria feito após o recebimento do artigo, mas não houve mais atualização. Hoje, solicitei falar com o superior do ctt já que tento falar com o site e eles dizem não é responsabilidade dele e sim do ctt informações do artigo! No então fui recusado, sendo encerrada a ligação. Diante disso, estou com um prejuízo de quase 100 euros e peço uma solução imediata, seja o reembolso integral ou outra medida de compensação. Agradeço o retorno urgente
A espera de validação
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao estado da candidatura n.º 1820. Após tanto tempo de espera, continuo sem compreender o motivo pelo qual o processo permanece parado, uma vez que todas as medidas e documentação solicitadas já foram entregues, estando apenas em falta a aprovação final. Considero esta demora excessiva e sem justificação aparente, sobretudo tendo em conta que aguardo há vários meses, praticamente desde o ano passado, por uma resposta concreta. Sinceramente, não considero normal esta situação nem a falta de avanço no processo. Agradeço, por isso, uma resposta urgente e esclarecedora sobre o motivo desta demora e uma previsão real para a conclusão da candidatura. Com os melhores cumprimentos Débora Silva
Encomenda não recebi e nem reembolso
Exmos. Senhores, Em 04/11/2025 adquiri um ténis da marca Adidas, pelo valor de 79,93 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 02/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços quase que semanalmente para solicitar o reembolso e obtive a resposta de que :” O seu reembolso encontra-se em processamento e estamos a acompanhar a situação com a máxima atenção para que seja concluído o mais rapidamente possível. Assim que o valor estiver devidamente transferido e confirmado, entraremos em contacto consigo. Lamentamos sinceramente todo o transtorno causado e agradecemos a sua paciência.”. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Burla
Eu fiz uma aposta no jogo freiburg x aston vila ,nessa aposta como está no print eu apostei me baseando pelas estatísticas que a casa de aposta me apresentava ,como vão vê a casa me mostrava 8 remates a baliza para o aston vila ,pois bem minha aposta foi resolvida como perdida,segundo os dados oficiais do jogo ,porém no momento da minha aposta eu estou acreditando no que a casa me mostra eu não to com o telemóvel aberto em dados oficiais do jogo e sim acreditando na informação que a casa está me mostrando,não é a primeira nem segunda que acontece isso comigo porém ,eu não tirava print ,a ultima vez me cobraram isso quando tentei resolver agora com o print mesmo assim dizem que se baseia nos dados oficiais do jogo ,a pergunta é então a casa te apresenta dados falsos para te induzir ao erro ,quantos telemóveis devo ter pra ficar apostando e olhando dados ? A casa me induziu ao erro como está no print.
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