Reclamações públicas
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Cancelamento da inscrição e eliminação da conta
Boa tarde, Há cerca de duas semanas enviei um email a solicitar o cancelamento da minha inscrição na DECO PROteste, mas até ao momento não obtive qualquer resposta. Venho novamente solicitar o cancelamento imediato da minha inscrição/subscrição, bem como a eliminação da minha conta e dos meus dados pessoais associados à mesma. Solicito também que não sejam efetuadas novas cobranças e que me confirmem, por escrito, quando o cancelamento e a eliminação da conta tiverem sido efetuados. Obrigada.
Furto de conta
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra o Banco BPI no mês de Abril por volta da 1h47 da madrugada entraram ilicitamente na minha conta do banco através da aplicação do banco quando eu estava a dormir e tinha o telemóvel a carregar tiram 900 da conta ordenado e mais 240 euros que tinha disponível de manhã fui ao banco apresentei queixa nas autoridades o banco acusou me de ser eu a dar os códigos por telefone ou por SMS fui a Vodafone pedir uma factura detalhada desse dia e a última chamada foi efectuada para a minha tia as 21h30 daí até de manhã não existe registo o Banco BPI está a obrigar a pagar o dinheiro que transferiram da minha conta ordenado e com juros primeiro eu quis dar baixa desse cartão e da conta ordenado e fui informada de que se o fizesse tinha que pagar a quantia retirada com juros resolvi manter e afinal estou a pagar com juros sai uma prestação de 80 euros e pago cerca de 30 euros por mês de juros estou a ser roubada duas vezes quer pelo hacker quer pelo BPI sou mãe de duas meninas divorciada vivo por favor em casa dos meus pais ganho o ordenado mínimo e não tenho como chegar ao final do mês reclamei no banco de Portugal e foi me dada uma resposta negativa eu ficar sem os meus 240 euros ainda consigo agora ter que pagar a conta ordenado mais os juros é um absurdo espero que me ajudem a resolver esta situação melhores cumprimentos Andreia Rocha
Fraude PAYPAL
FRAUDE PAYPAL, assédio moral: 1. não permite a associação de cartão crédito alegando que existem contas a mais associadas aquele cartão. Falso. 2. Cliente faz transferência entre contas, às quais tem 2 emails distintos associados, depois de fazer um pagamento para Alemanha. 3. Na primeira transferência, aparece mensagem a avisar que o valor vai ser retido durante 20 dias porque fez um pagamento superior a ~166, euros e cobra uma taxa de aproximadamente ~5 euros. Falso (valor da compra inferior). 4. Cliente supõe erro, porque não foi pagamento mas transferência entre contas, e faz nova transferência passados 3 dias. É novamente cobrada comissão e o valor fica retido mais 20 dias. 5. Findos os 20 dias o "pagamento", mantem-se retido. 6. Primeiro contacto telefónico sem sucesso, informam que cliente fez transferência como pagamentto sem essa possibilidade existir, entre contas do mesmo titular. 7. Sucedem-se os telefonemas, sempre com assistentes brasileiras, muito parecidas, que se identificam apenas com o primeiro nome e colocam a chamada em suspenso por largos minutos, regressando sempre com ruído grotesco de fundo e sem soluções ou conhecimento do sucedido. 8. A cliente avança para reclamação e faz novo contacto. No atendimento telefónico, um dos valores é disponibilizado para uma das contas e o outro alocado para a conta de origem, permitindo verificar apenas o reembolso de um valor. Nesse instante, no atendimento é pedido para que ambas as reclamações sejam suspensas com a confirmação do cliente. As reclamações são suspensas, e nova reclamação fica impossibilitada para um dos valores que fica retido. 9. A cliente faz nova reclamação no dia seguinte. No atendimento é dito que o valor foi efetivamente recebido. A cliente mantém a reclamação. 10. Surge mensagem de resolução de reclamação no email que informa que a decisão foi decidida em favor do vendedor e ficam disponíveis para reembols0, aproximadamente 9,36 euros (o valor em falta são 190 euros). Este valor aparece realocado na conta de origem como 10.0 euros. 11. Há acesso de extrato de atividade apenas de débitos e créditos na carteira, sem dar a conhecer o saldo efetivo. É alterada a ordem dos movimentos feitos no dia da compra, a 7/07, primeiro a compra, depois a transferência, para que sustentasse o argumento que a compra fora feita a partir daquele valor. 12. Impossibilitam nova reclamação dando o caso como encerrado, passando a "ganho pelo vendedor" - conta a receber - que ficou com um reembolso de 9,36 euros.
Trabalhei e não recebi
Trabalhei como prestador de serviços para um subcontratado da Pantoja no armazém de Oiã Aveiro, parei de trabalhar por falta de recursos suficientes e pela distância. Na altura de receber o que trabalhei, o sr Monteiro Bora simplesmente disse que eu não tinha nada para receber, imputou várias coisas sobre mim, encomendas perdidas, entregues errado e etc. tenho as provas comigo com as anotações nas folhas de carga, onde descreve todas essas situações que foram informadas para o responsável do armazém, enfim não recebi nada do que trabalhei, este homem ainda foi mal educado comigo por telefone e me bloqueou no WhatsApp. Se não conseguir resolver essa situação vou procurar meu direitos e fazer queixa a act. Não recomendo ninguém a trabalhar e muito menos ser cliente dessa empresa. Att
Garantia legal condicionada ao pagamento indevido de portes para Espanha
Em 6 de maio de 2026, adquiri à empresa reclamada um clorador salino AstralPool Clear Connect Scalable, referência 77019, destinado a uma piscina privada. O equipamento, de funcionamento automático, encontrava-se instalado e a funcionar normalmente, mas deixou subitamente de funcionar, sem que tivesse sido realizada qualquer alteração à instalação, configuração, alimentação elétrica ou condições do local. Comuniquei imediatamente a avaria e acionei a garantia legal, disponibilizando o equipamento para avaliação pelo respetivo Serviço de Assistência Técnica. A empresa informou-me, porém, de que, por o equipamento se encontrar em Portugal, tanto os custos do envio para a assistência técnica em Espanha como os custos da posterior devolução teriam de ser integralmente suportados por mim. Para justificar essa posição, a empresa limitou-se a invocar uma condição publicada no seu próprio site, segundo a qual os clientes localizados fora de Espanha suportam os portes internacionais de envio e devolução. Esclareci por escrito que não me opunha ao diagnóstico nem à entrega do equipamento para avaliação. Solicitei apenas que a empresa organizasse a recolha ou fornecesse uma etiqueta de transporte pré-paga, uma vez que estava a acionar a garantia legal de conformidade e não um serviço voluntário de reparação fora da garantia. Apesar disso, a empresa voltou a repetir a sua condição interna, sem organizar a recolha, sem fornecer uma etiqueta de transporte e sem reconhecer que, caso se trate de uma falta de conformidade abrangida pela garantia legal, os custos necessários para a reparação ou substituição não podem ser transferidos para o consumidor. Uma condição geral de venda ou uma política interna de um Serviço de Assistência Técnica não está acima da lei e não pode excluir ou reduzir os direitos imperativos dos consumidores. O artigo 117.º do Real Decreto Legislativo espanhol 1/2007 estabelece que o vendedor responde perante o consumidor pelas faltas de conformidade do bem. O artigo 118.º, n.º 4, alínea a), do mesmo diploma determina expressamente que as medidas destinadas a repor a conformidade devem ser gratuitas para o consumidor, abrangendo essa gratuitidade os custos necessários, nomeadamente os custos de envio, transporte, mão de obra e materiais. A mesma disposição determina que a reparação ou substituição deve ser realizada dentro de um prazo razoável e sem inconvenientes significativos para o consumidor. O facto de o consumidor residir noutro Estado-Membro da União Europeia não permite à empresa afastar estes direitos. Uma garantia comercial ou uma garantia própria da assistência técnica pode oferecer direitos adicionais, mas não pode limitar a garantia legal de conformidade. Assim, a cláusula invocada pela empresa é abusiva e não vinculativa na medida em que pretenda transferir automática e definitivamente para o consumidor os custos necessários ao exercício da garantia legal, apenas porque o produto se encontra em Portugal. Não estou a pedir uma devolução por desistência nem um serviço de reparação voluntário. Estou a acionar a garantia legal relativamente a um equipamento que deixou de funcionar durante a utilização normal, poucos meses após a compra. Solicito, por isso, que a empresa: Abra imediatamente o respetivo processo de garantia e comunique o número de incidência ou RMA; Organize a recolha do equipamento na minha morada ou forneça uma etiqueta de transporte pré-paga; Proceda ao diagnóstico e, consoante o resultado, à reparação ou substituição do equipamento no âmbito da garantia legal; Assegure a posterior devolução do equipamento sem qualquer custo de transporte para o consumidor; Confirme que não será efetuado qualquer diagnóstico pago, reparação com custos ou outra intervenção não abrangida pela garantia sem a apresentação prévia de um relatório, orçamento discriminado e a minha autorização expressa; Indique a data prevista para a recolha do equipamento. O equipamento encontra-se disponível para recolha imediata. Caso a empresa mantenha a recusa em assegurar o transporte necessário ao acionamento da garantia legal, apresentarei igualmente toda a documentação junto do Centro Europeu do Consumidor em Portugal e das restantes entidades competentes em matéria de defesa do consumidor.
Assédio telefónico compulsivo e agressivo por parte da MEO através de número oculto ("No Caller ID")
À atenção da DECO Proteste e da Gestão da MEO, por este meio apresentar uma exposição e denúncia formal contra a MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. por aquilo que só pode ser classificado como assédio telefónico sistemático, abusivo e psicologicamente exaustivo. O meu contrato atual com a operadora termina em dezembro. No entanto, no dia de hoje, fui vítima de uma verdadeira tempestade de chamadas de marketing/fidelização. Em poucas horas, recebi quase uma dezena de chamadas consecutivas, efetuadas a partir de um número oculto ("No Caller ID"), num intervalo de tempo absurdamente curto (com chamadas com escassos minutos de diferença). Como se o bombardeamento constante não fosse suficiente, trata-se do recurso a um marcador automático agressivo: ao atender, escuta-se o sinal de reencaminhamento (repique) até que um operador entre na linha. É uma conduta profundamente desumana, desrespeitosa e que viola frontalmente as boas práticas comerciais e o meu direito à paz, sossego e privacidade. Numa das poucas vezes em que atendi, percebi o intuito comercial. Não dei consentimento para este nível de perseguição, nem aceito ser coagido/a a renovar qualquer contrato sob pressão psicológica a quatro meses do seu término. O telemóvel é uma ferramenta de trabalho e de vida pessoal, não um recetáculo para a vossa agressividade comercial. > Exijo de imediato: * A cessação absoluta e imediata de todos os contactos telefónicos para efeitos de fidelização ou marketing na minha linha. * A atualização da minha ficha de cliente para remoção do meu contacto de quaisquer listas de chamadas automáticas (predictive dialers). Que qualquer proposta comercial futura seja enviada exclusivamente por e-mail, para que possa ser analisada com a devida calma e dignidade, no tempo que EU decidir. Caso este comportamento de assédio continue, não hesitarei em formalizar esta queixa junto da CNPD (por violação do RGPD e utilização indevida dos meus dados para chamadas não solicitadas em massa) e da ANACOM. Anexo a esta reclamação a prova do registo de chamadas do meu telemóvel, onde é evidente o padrão doentio de insistência ao longo do dia de hoje. Aguardo uma resposta formal e a confirmação do bloqueio destes contactos. Atentamente, Daniel Cabral
Débito indevido em levantamento ATM
Boa tarde, Na sexta-feira, dia 30 de janeiro, realizei um levantamento no valor de 100,00 €. O montante solicitado foi corretamente entregue pelo ATM; no entanto, verifiquei posteriormente que foi debitado da minha conta o valor de 104,95 €. Solicitei à empresa o esclarecimentos sobre este débito adicional de 4,95 €, bem como a verificação da operação e, a devolução do valor cobrado indevidamente, mas a empresa continua muda como se nunca tivessem recebido nenhum email meu. Gostaria de saber o que devo ainda fazer antes de apresentar queixa por roubo. Outras pessoas falaram-me deste problema e parece que empresa diz que apareceu no écran a informação. A questão é : durante quanto tempo informação aparece para que o cliente possa a ler e saber, antes de fazer a transação, que vai pagar por esse serviço ? Seguem abaixo alguns dados da operação: Data do levantamento: 30 de janeiro às 17h 41mn Valor solicitado: 100,00 € Valor debitado: 104,95 € Operador do ATM: Unicâmbio Almada Forum Local do ATM: 1º Andar, ao lado da tabacaria Desde já agradeço a vossa resposta e coloco-me à disposição para fornecer quaisquer informações adicionais que sejam necessárias. Com os melhores cumprimentos, Sharmila ASSANE ALI
Práticas abusivas da go bravo
Exmos senhores Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico e mediação urgente relativamente a um contrato celebrado com a empresa Go Bravo (Bravo Next, S.L. - Sucursal em Portugal).Contratei os serviços desta empresa com o objetivo de renegociar uma dívida que tenho junto da entidade WiZink. Sob o pretexto de estarem a tratar do processo e de gerirem os pagamentos, foram-me retirados da conta bancária dois valores mensais de 201,00€ cada (num total de 402,00€), através de cobrança recorrente no meu cartão de débito do Millennium bcp.Fui agora contactada diretamente pela WiZink por falta de pagamento. O banco informou-me que desconhece qualquer processo de renegociação e que nenhum valor lhe foi entregue. Mais tomei conhecimento do alerta público emitido pelo Banco de Portugal, que esclarece que a Go Bravo não está habilitada a prestar serviços de pagamento no nosso país. Como associada da DECO, peço o vosso auxílio para:Interpelar judicialmente a Go Bravo para a rescisão imediata do contrato por incumprimento e a devolução integral dos 402,00€ retidos ilegalmente.Encaminhar o meu caso para o vosso Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS), de forma a obter apoio seguro na renegociação direta com a WiZink.
Exame efetuado sem consentimento
No dia 4 de Fevereiro de 2026 fui a uma consulta de oftalmologia em Albufeira no Hospital Lusiadas Algarve, devido a uma situação que apareceu no olho, onde estava infetado e necessitava de medicação para tal, já que agora tudo só pode ser vendido mediante receita médica, na realidade era uma pinguécula. Não fui fazer exames oculares porque nesse aspecto já possuo óculos e já fui diagnosticada e orientada para tal, estou tratada. Antes da consulta, atenção, sem ser vista por qualquer médico, chamaram-me para exames, que não foram requisitados nem por mim nem pelo médico, quando entrei na sala referi logo que eu só ia mostrar o que tinha no olho e questionei o facto de ali estar, até porque, ainda nem sequer tinha sido vista pelo médico, a Sra que lá se encontrava olhou para mim e respondeu: “Sim Sim, mas sente-se aqui!” Eu na minha ignorância médica, sem saber exatamente ao que ia, fiz o que a Sra pediu, ou seja, quando fui pagar a consulta tinha um exame de retino grafia para pagar também, exame que tem o custo de uma módica quantia de 92,42€, exame esse ainda, que não foi pedido pelo médico, que não me foi informado, sequer qual o exame e nem o seu valor. Este tipo de exame serve para diagnosticar e monitorizar doenças que podem levar à perda de visão, tais como, Retinopatia Diabética, Glaucoma, Degeneração Macular e Oclusões vasculares. Este Exame deve ser realizado para diagnosticar ou monitorar doenças da retina e nervo óptico, sendo crucial em diabéticos, hipertensos, míopes de grau elevados, e é indicada perante sintomas como visão embaçada, flashes de luz ou manchas escuras. Nenhum destes quadros clínicos se aplicavam à minha pessoa e nem sequer me questionaram sobre, ou seja, ninguém me perguntou se eu era diabética, ou hipertensa, ou míope, ou se via embaçado ou flashes, esse exame foi-me feito sem quaisquer dados necessários para o mesmo como se eu fosse obrigada a fazê-lo. O mais grave, é a falta de informação e transparência da parte do hospital perante o utente, tratando o utente como se fosse uma obrigação fazer exatamente o que impingem; sem qualquer aconselhamento médico, aos quais não se sabe nada sobre, exames sem serem necessários, só para nos obrigar a pagar a quantia que estipulam por mais um exame. Pior, fazerem exames que não servem para a situação em causa, exames que não foram orientados nem pedidos pelo médico, nem pelo utente, exames feitos sem antes ser consultada por um profissional de saúde, sem qualquer avaliação clínica, exames esses que deveriam de informar o utente qual o seu foco, qual o seu valor, qual o seu propósito, o que a mim me foi negado, porque eu questionei sobre o que me iam fazer e trataram-me como se eu fosse uma marioneta, ou seja, recusaram responder. A Sra da recepção depois de eu reclamar e mencionar que estava a ser cobrado um exame que não tinha sido solicitado por ninguém, deu-me uma fatura com os códigos de pagamento para eu poder reclamar este va-lor, que me foi imputado indevidamente. Fiz reclamação direta ao hospital mas a resposta, como se costuma dizer, foi só para freguês ver, reclamei no livro de reclamações e também foram os Lusíadas que me responderam, então enviei uma reclamação à ERS que me diz que está a ser avaliada e hoje recebo um email de uma empresa de cobranças SERVDEBT para pagar o que eles chamam de divida. Para o problema que eu tinha, ou seja, a pele que cobre a parte branca do olho estava avermelha não necessitava de uma retinografia para ser medicada. Paguei a consulta claro, mas este exame que me foi imposto sem qualquer necessidade recuso-me a pagar, porque não foi pelos problemas que uma retinografia detecta que eu lá fui. Junto a fatura desse exame que foi feita à parte, a receita médica de forma a confirmar o que aqui descrevo e uma cópia do E-mail da empresa de cobrança.
Autocarro não passou
Exmos. Senhores, o autocarro nº 1014 previsto para passar às 07:14 da manhã na 3ª paragem - Casal das Brancas (Entr) - da sua 1ª viagem do dia, ainda não tinha passado pelas 07:35! Muito obrigado, cliente que paga e não é servido.
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