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Dificuldade em cancelar
Tento entender como essa empresa consegue ser tao ruim , liguei dia 30 /3 para fazer o cancelamento, dai fui informada que o mesmo seria cancelado, dai hoje me liga uma pessoa da medicare informando que nao ser cancelado por meu contrato vence dia 27/4 ou seja nem tem 1ANO e nao posso cancelar???? Que política e essa ?? Se o contrato e de 1 ano e nem 1 ano tem ainda pois so faz dia 27/4 dizem que vai ser Renovado novamente .. SEM EU QUERER . FALTA DE RESPEITO TOTAL .
Serviço Inaceitável
Exmo(s). Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Galp Energia (Petrogal S.A.) relativamente a uma sucessão de falhas graves na gestão do meu contrato de fornecimento de energia elétrica, pelo que solicito o vosso apoio. Mudei de residência em dezembro de 2025, tendo optado por manter a Galp como fornecedora, uma vez que era cliente desde setembro de 2024, sem qualquer problema até então. Na nova contratação, solicitei adesão com débito direto. No entanto, a alteração do contrato para a nova morada apenas foi efetivada cerca de um mês depois, tendo a anterior senhoria recebido faturas que me diziam respeito relativas aos meses de dezembro e janeiro. Esta situação só foi resolvida após contacto da minha parte para reclamar, inclusive sobre a potência contratada (4,6 kVA), que inicialmente se encontrava incorreta. No dia 23 de dezembro de 2025, efetuei o pagamento de 138,13€, valor que me foi confirmado por um agente da Galp como sendo referente a acertos da morada anterior e custos de ativação, garantindo que a situação ficaria regularizada. Posteriormente: * Recebi a primeira fatura da nova morada a 1 de fevereiro de 2026 (56,62€, período de 14 a 27 de janeiro), paga por débito direto a 25 de fevereiro; * No dia 9 de março foi efetuado um débito direto de 9€, sem qualquer fatura associada; * No dia 10 de março foi efetuado novo débito direto de 101,68€, também sem fatura associada. Contactei a Galp no dia 10 de março, tendo sido informada que o caso seria analisado no prazo de 15 dias e aconselhada a submeter pedido com comprovativos, o que fiz. Voltei a contactar no dia 16 de março, sendo instruída a aguardar. A 14 de março recebi uma fatura de 146,81€ (período de 28 de janeiro a 6 de março), valor completamente desproporcional ao meu consumo real, sendo quase o triplo do mês anterior e não compatível com o perfil de consumo de uma pessoa que vive sozinha. No dia 17 de março, sem qualquer resposta concreta: * Foi reforçada a “necessidade de análise”; * Solicitei o cancelamento dos débitos diretos, o qual me foi confirmado como concluído; * Informei que não procederia ao pagamento da fatura de 146,81€ até obter esclarecimentos. Apesar disso, no dia 7 de abril foi efetuado um novo débito direto de 146,81€, sem autorização, mesmo após confirmação do cancelamento. Verifiquei ainda, através do meu banco (Santander), a existência de dois mandatos ativos da Petrogal, criados em datas distintas. Nesse mesmo dia voltei a contactar a Galp, continuando sem qualquer resposta ou justificação, sendo apenas informada de que o processo estava “em análise”, quase um mês após o primeiro contacto. Por aconselhamento do meu gestor de conta bancário, solicitei o reembolso dos débitos de 9€, 101,68€ e 146,81€, os quais foram devolvidos. Adicionalmente: * Continuei a receber faturas da morada anterior, já habitada por terceiros; * Suspeito que o meu IBAN tenha sido indevidamente associado a outro contrato, o que considero extremamente grave. Face ao exposto, considero que houve: * Débitos indevidos e não autorizados; * Falha grave de faturação e transparência; * Incumprimento na gestão de dados e mandatos; * Total ausência de resposta e apoio ao cliente. Encontro-me neste momento em processo de mudança de fornecedor, não pretendendo manter qualquer relação contratual com a Galp. Solicito: 1. Esclarecimento detalhado e documentado de todos os valores cobrados; 2. Confirmação formal da anulação de todos os débitos diretos; 3. Verificação e esclarecimento sobre eventual uso indevido dos meus dados; 4. Regularização definitiva de qualquer valor efetivamente devido, mediante prova. Caso se confirme utilização indevida dos meus dados pessoais, reservarei o direito de avançar com as devidas ações legais. Com os melhores cumprimentos,
Empresa não envia código ativação
Já enviei mais do que um e-mail a solicitar o código de identificação do posto de carregamento de veículo elétrico para aderir à rede Mobi.E, mas não obtive resposta. Concorri ao Fundo Ambiental e, para cumprir os requisitos, necessito de estar ligado à rede Mobi.E e concluir a ativação. Se não me enviarem o código, não ficarei elegível para o apoio. Enviei o pedido inicial no dia 11 março e não obtive resposta; enviei novos e-mails após o dia 23 março e continuo sem receber o código.
Aplicação indevida de comissões
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A. – Sucursal em Portugal (“WiZink”), pela aplicação indevida de uma comissão de “Quasi-Cash” no valor total de 137,28€ (132,00€ de comissão e 5,28€ de Imposto do Selo) relativa a uma operação de carregamento de conta Revolut realizada a 28 de março de 2026. 1. Descrição factual Efetuei o carregamento da minha conta no Revolut através do cartão de crédito WiZink Rewards, operação esta classificada como “TRANSF.- Revolut 6456”. O Revolut Bank UAB é uma instituição de crédito licenciada e registada no Banco de Portugal. Verifiquei que me foi aplicada a taxa de 2€ + 2% correspondente à nova tabela de encargos para operações de "Quasi-cash" no EEE. 2. Fundamentação jurídica e contratual A cobrança é ilegal por violação das próprias normas de utilização e preçário do WiZink: Desconformidade com a Nota (8) do Preçário: De acordo com o documento "Detalhe das alterações ao Preçário", a nota (8) define taxativamente Quasi-Cash como "Operações de pagamento realizadas em estabelecimentos comerciais de apostas (designadamente, jogos, lotarias, casinos, fichas de jogo)". Aplicação Indevida: Uma transferência para uma conta bancária (Revolut) não constitui uma operação em estabelecimentos de apostas ou casinos. O banco está a forçar o enquadramento de uma transação bancária comum numa categoria desenhada para jogos de fortuna ou azar, violando o princípio da transparência e clareza (Artigo 8.º da Lei n.º 24/96). Inexistência de Outro Enquadramento: O banco não pode aplicá-la discricionariamente a operações que não respeitem a definição literal constante no contrato. 3. Pedido Solicito a anulação imediata da cobrança de 132,00€ e o estorno dos 5,28€ de Imposto do Selo, uma vez que a operação em causa não possui natureza de jogo ou aposta, conforme exigido pela nota (8) do preçário em vigor. Com os melhores cumprimentos, KN
Fraude mercado financeiro support@nolman-group.com
Esta suposta empresa de trader é uma burla. Obrigaram-me a instalar uma aplicação de nome Anydesk, para me entrarem no meu banco sem eu dar conta, pois enquanto eles me roubavam na imagem do meu banco estava tudo normal, quando dei por ela, além de me retirarem todo o dinheiro da conta e do cartão de crédito ainda fizeram um empréstimo que não foi autorizado pelo banco estou á espera que o meu banco recupere esta fraude. Mas alerto para as instituições financeiras europeias que não deixem estas empresas fraudulentas actuem no mercado e prejudiquem milhares de pessoas . support@nolman-group.com
DINHEIRO PRESO NA CONTA
Bom dia! Fiz uma conta tem mais de 2 dias, conta normal, coloquei dinheiro para ativar a conta, nunca ativam ela, não consigo transferir o dinheiro de volta para nenhum banco meu. Pedem para eu ter um cartão, nem cartao de debito deixam eu pedir. Liguei para eles ontem, a funcionária primeiro falou que eu tinha que falar com meu gestor, que gestor???? depois desligou na minha cara, colocou no mudo e depois deixou a ligação cair. Pedi para me ligar, hoje ligou uma mulher parecia ser a mesma pessoa de ontem. Novamente falou que não pode fazer muita conta porque estão verificando minha conta, verificando o que??? Todos os documentos já estão verificados. Eu só quero meu dinheiro de voltar a cancelar essa conta. Nunca vi um banco complicar tanto a vida do cliente.
Material doméstico danificado
No dia 3 de dezembro, dirigi-me à Rádio Popular para apresentar uma reclamação relativa a danos causados num rodapé ao instalarem uma máquina de lavar loiça, tendo-me sido indicado que deveria formalizar a situação por e-mail, o que fiz de imediato. Perante a ausência de qualquer resolução, no dia 04/02, voltei a deslocar-me presencialmente à loja. Nesse mesmo dia apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Ao final do dia fui contactada por uma empresa subcontratada, que solicitou a referência do rodapé danificado. Ficou acordado que enviaria essa informação por WhatsApp ou, caso não encontrasse a referência, entraria em contacto telefónico. Desde o dia seguinte tentei, reiteradamente e por diversos meios (chamadas telefónicas, e-mail e mensagem via WhatsApp), contactar a referida empresa. Tive que voltar presencialmente à Rádio Popular no dia 25 de fevereiro e colocar a situação novamente por escrito sem qualquer resposta até ao final de março. Trata-se de uma postura inadmissível e reveladora de total desrespeito pelo consumidor. Hoje, 08/04/2026, continuo com o rodapé danificado, sem qualquer intervenção técnica e sem solução apresentada, pois, foi finalmente agendada a deslocação de um técnico para o dia de hoje. No entanto, fui informada, já em cima da hora, de que o técnico não compareceria, sem qualquer tentativa de substituição por outro profissional ou resolução alternativa. A única solução apresentada foi um novo reagendamento para uma data bastante posterior, apenas disponível a partir do dia 17. Considero esta situação uma total falta de respeito para com o cliente. Não é aceitável que seja esperado que eu reorganize constantemente a minha disponibilidade para aguardar assistência que acaba por não acontecer. É ainda mais grave que a Rádio Popular tente demitir-se das suas responsabilidades, alegando tratar-se de uma questão alheia às suas competências. Recordo que o contrato de compra e prestação de serviço foi celebrado com a Rádio Popular, sendo esta a única entidade responsável perante o consumidor, independentemente de recorrer a empresas subcontratadas. A transferência de responsabilidade para terceiros não exonera a Rádio Popular das suas obrigações legais, nem suspende os prazos razoáveis de resolução do problema. A inércia, a falta de resposta e a ausência de solução configuram um claro incumprimento dos deveres de assistência pós-venda e de proteção do consumidor. Considero absolutamente inaceitável que, desde dezembro, continuem a protelar a resolução com sucessivos encaminhamentos, sem assumir responsabilidade efetiva. Não irei comprar mais nada na Rádio Popular e aconselho a que não o façam.
Demora da encomenda
Logotipo Mercado de Arte Mercado de Arte Impressão e Publicidade Reclamar Reclamações Sobre Comparar Parabéns! A sua reclamação foi aprovada e enviada para a marca. × Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. Mercado de Arte - Devolução Aguarda resposta Patricia Jesus Patricia Jesus apresentou a reclamação 8 de abril 2026 Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Mercado de arte. Esta menciona no site entregas de 24 a 48 horas após pagamento mas na verdade comigo não aconteceu, 9 DIAS após pagamento parece-me bastante tempo para uma encomenda que seria suposta entregar aos padrinhos. Mencionam possiveis atrasos em alturas de maior trabalho, mas neatas situações têm o dever de avisar aos clientes que nao chegará a tempo, estamos a falar de encomendas que claramente têm datas de entrega especicificas. Por várias vezes liguei e mandei e-mails, inclusive quando percebi que a encomenda nao chegaria a tempo pedi o cancelamento imediato porque os artigos ainda nem estavam na produção, disseram que não queriam que ficasse com o prejuizo mas ignoraram e enviaram na mesma. A mesma foi devolvida porque ja nao fazia sentido e agora quem fica prejudicada sou eu? Muita falta de apoio ao cliente e demonstração de falta de empatia. Trabalham com artigos personalizados e por isso defendem-se dessa forma. Exigo uma solução. Tenho comigo todas as tentavivas de comunicação e o pedido de cancelamento em tempo correcto.
Violação do Decreto-Lei 84/2021 - Indisponibilidade de peças EP-NI1010 para WF-1000XM5
Exmos. Senhores, Dirijo-me a V. Exas. para apresentar uma reclamação formal relativamente à indisponibilidade de peças de reposição essenciais para os auriculares Sony WF-1000XM5, adquiridos em 2024. DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO Adquiri os auriculares Sony WF-1000XM5, um produto premium no valor aproximado de 200€, cuja qualidade e desempenho justificam o investimento significativo. Após cerca de um ano de utilização, necessito de substituir as pontas dos auriculares (modelo EP-NI1010), que são componentes consumíveis e essenciais ao funcionamento adequado do produto. Apesar das minhas diligências, constatei que estas peças não se encontram disponíveis para compra em Portugal, nem em qualquer outro mercado europeu. Esta indisponibilidade é particularmente grave, dado que: - O próprio guia oficial da Sony (https://helpguide.sony.net/mdr/2963/) indica que quando as pontas se deterioram, devem ser substituídas pelas EP-NI1010, "sold separately"; - A Sony inclui a ressalva "*May not be supported in some countries or regions", assumindo explicitamente que pode não disponibilizar estas peças em determinados mercados; - As únicas opções de aquisição identificadas são através de importação do Japão (eBay, sites japoneses) ou de alternativas de terceiros na Amazon, o que não é aceitável para um produto desta gama. ENQUADRAMENTO LEGAL - VIOLAÇÃO DO DECRETO-LEI N.º 84/2021 A conduta da Sony viola frontalmente o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece o regime de proteção do consumidor na compra e venda de bens móveis. Especificamente, o Artigo 21.º, n.º 1 (Serviço pós-venda e disponibilização de peças) estipula inequivocamente: "Sem prejuízo do cumprimento dos deveres inerentes à responsabilidade do profissional ou do produtor pela falta de conformidade dos bens, o produtor é obrigado a disponibilizar as peças necessárias à reparação dos bens adquiridos pelo consumidor, durante o prazo de 10 anos após a colocação em mercado da última unidade do respetivo bem." Este diploma legal, que transpõe as Diretivas (UE) 2019/771 e 2019/770, tem natureza imperativa e não pode ser afastado por declarações unilaterais do produtor. A ressalva "may not be supported in some countries" não tem qualquer efeito jurídico perante a legislação portuguesa e europeia. Os WF-1000XM5 foram lançados em 2023 e continuam a ser comercializados em Portugal. A Sony está, portanto, legalmente obrigada a: - Disponibilizar as peças EP-NI1010 no mercado português e europeu; -Garantir que os consumidores podem adquirir estas peças a preços de mercado adequados; -Manter esta disponibilidade até 2033 (10 anos após a última unidade comercializada). O n.º 4 do mesmo artigo estabelece ainda que: "No momento da celebração do contrato, o profissional deve informar o consumidor da existência e duração da obrigação de disponibilização de peças aplicável". FUNDAMENTAÇÃO DA GRAVIDADE A situação é particularmente grave porque: - As pontas dos auriculares são componentes consumíveis por natureza, com desgaste esperado e previsível; - Sem estas peças, o produto perde funcionalidade essencial (isolamento acústico, conforto, cancelamento de ruído); - A Sony comercializa ativamente o produto em Portugal, criando a legítima expectativa de suporte adequado; - O preço premium do produto (±200€) justifica razoavelmente a expectativa de disponibilidade de peças de reposição; - Esta prática força os consumidores a: -- Importar peças do Japão com custos desproporcionais; -- Adquirir alternativas de terceiros de qualidade duvidosa; --Ou descartar prematuramente um produto de elevado valor. PEDIDOS Face ao exposto, solicito que a Sony: - Disponibilize imediatamente as peças EP-NI1010 (todos os tamanhos: SS, S, M, L) para venda no mercado português e europeu, através dos seus canais oficiais ou parceiros autorizados; - Estabeleça um prazo concreto para implementação desta disponibilização; - Comunique publicamente aos consumidores europeus de WF-1000XM5 os canais onde podem adquirir estas peças; - Garanta o cumprimento da obrigação legal de manter disponíveis estas peças pelo período de 10 anos, conforme exigido pelo Decreto-Lei 84/2021, Artigo 21.º Agindo de outra forma, a Sony mantém-se em incumprimento legal, o que me reservo o direito de: - Reportar à ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), entidade competente para fiscalização nos termos do artigo 47.º do DL 84/2021 - Recorrer ao Livro de Reclamações eletrónico; - Partilhar esta situação publicamente nas redes sociais e fóruns especializados. EXPECTATIVA DE RESPOSTA Solicito resposta formal no prazo de 10 dias úteis, indicando: - Reconhecimento do problema; - Plano de ação concreto para resolução; - Prazo estimado para disponibilização das peças no mercado europeu. É inaceitável que uma empresa da dimensão e reputação da Sony comercialize produtos premium sem garantir o suporte básico de peças consumíveis, violando frontalmente a legislação de defesa do consumidor.
ENCOMENDA NÃO ENTREGUE
Fiz uma encomenda no dia 13/03/2026 de uns móveis. Pedi a entrega em casa e paguei 40€ pela mesma. Fiz tracking da encomenda pois diziam que seria entregue no dia 25/03, depois alteraram a dada e passou para dia 30/03. Após isso alteraram para dia 03/04 e não houve mais comunicação entre a empresa Hôma para comigo. Estou farta de entrar em contacto com a empresa, não atendem, faço tracking da encomenda e diz que iria ser entregue no dia 24/03. Eu e o meu companheiro andamos a alterar os nossos horários laborais para estarmos em casa quando dizem que vêm entregar e não transmitem mais nada. Enviei e-mail, ignoram. Pode ser que agora respondam. QUERO SABER DA MINHA ENCOMENDA E EXIJO QUE SEJA ENTREGUE ESTA SEMANA.
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