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Subsídio doença indeferida
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) No dia ( 27/11/2024 )eu tive um acidente na loja aonde eu trabalho , meu joelho saiu fora do lugar , porém isso ja havia acontecido algumas vezes , o seguro foi acionado , porém apos as realizações dos exames foi determinado uma doença crônica nao recente , rompimento dos ligamentos e cartilagem totalmente desgastada , assim eles nao podia fazer nada por mim e me deram alta para ser acompanhado do medico de familia ! Ao a medicar ver os exames me deu uma baixa de 12 dias inicial como doença natural , do dia 17/12/2024 Ao dia 29/12/2024 , porém deu indeferida , fui ate a segurança social saber o motivo e me falaram que foi por conta de uma declaração que foi pedida pelo seguro que eu nao estava a receber nada ! Minhas baixa estao a ser renovada ja sao 3 baixas todas indiferidas , e eu estou a aguarda por cirugia ja fui mais de 4 vezes no balcao da segurança social ja mostrei todas as provas possivel e continua indeferidas nao tenho nehuma resposta , estou des do dia 12/122024 sem receber absolutamente nada ! Tenho arrendamento e filha de 5 anos ! Ja estou desesperado Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Realizei o cancelamento do meu seguro na Sexta feira passada (31/01/2025), conforme informado pelo suporte no número 213635504, pois não consegui atendimento no número 213108300. Foi-me informado pelo suporte, o que deveria fazer para cancelar o seguro já que iria auto renovar no dia 01/02/2025. O mesmo disse-me que bastava ir ao ATM e realizar o cancelamento do débito direto, do qual eu realizei no mesmo dia (31/01/2025). Ao dia de hoje, 03/02/2025, fui consultar meu saldo e vi o débito da Allianz, sendo que o mesmo havia sido desactivado no dia 31/01/2025. Como já havia feito o seguro auto com uma outra seguradora, ao ligar para a Allianz, tive a informação que para o procedimento de cancelamento, deve-se informar com 30 dias de antecedência e que desta forma não poderia ser feito nada, que o seguro da Allianz vai ter validade até Março de 2026. Em nenhum momento fui informado durante a ligação de tal procedimento. Desta forma, já enviei o email para a Allianz e durante a ligação informei que o meu prazo para a devolução do meu dinheiro será até Sexta 07/02/2025, caso contrário vou contactar meus advogados para resolução deste problemas com a cobrança dos seus honorários, juros e multa acrescido no pedido de devolução do dinheiro. Não recomendo esta seguradora, pois foi dos piores serviços que já contratei, onde tive um caso de sinistro contra mim, e que esperei resolução por mais de 5 meses, e ainda estou à espera que a oficina faça o serviço adequado conforme contratado. Cumprimentos.
INCOMPETENTES
Exmos. Senhores, Venho desta forma apresentar uma segunda insistência, para obrigar a agência da CGD a libertar o capital do crédito bancário remanescente. Na Agência da Lourinhã, a atitude dos funcionários é arrogante e prepotente. Escória da sociedade e parasitas, que agem como abutres para fazer de tudo o que podem para prejudicar os clientes. Atitude deplorável e repugnante. Agradeço que os serviços centrais tomem as medidas necessárias para corrigir a situação, a fim de evitar o recurso a instâncias superiores. Mesmo apesar de ter um partido de capitalistas no poder, e que protegem os bancos, os ventos podem mudar. Agradeço, pois, a libertação do capital de imediato. Agradeço que me informem como proceder para mudar de agência bancária. Há cerca de 2 meses fui à agência da CGD, pedir uma vistoria para a libertação de capital do crédito a habitação. Na altura apenas me foi dito que apenas era necessário apresentar a licença de habitação para ser libertado o restante capital. Acontece que foi apresentada a licença de habitação e o banco recusa-se a libertar o capital remanescente. Alega que falta uma vistoria. Acontece que me informaram que a casa uma vez que já estava concluída a 90 %, não eram necessárias mais vistorias e que o capital seria libertado após obtenção de licença de habitação. O Banco CGD criou imensas dificuldade para a libertação do capital e tudo faz para criar obstáculos, o que levou durante a construção da moradia a uma série de incumprimentos. Parece que o banco tudo faz para haver incumprimento, pois uma casa de 600 mil cujo crédito é de apenas 350 mil seria um bom negócio, Não respondem aos e-mails e contatos e andamos nisto há quase um mês. Vejo-me obrigado a recorrer ao banco de Portugal, como instituição que deve ser isenta e zelar pelos interesses dos consumidores, que faça um apuramento da situação com fim de libertar o capital remanescente de cerca de 6 mil euros. Lamento profundamente a postura do CGD, que criando imensas dificuldades criaram situações de incumprimento, inclusive abriram um processo de incumprimento completamente absurdo e sem qualquer justificação (PARI), no sentido de dificultar o acesso ao crédito, sem sequer darem qualquer justificação ao cliente. Criaram assim unilateralmente dificuldades de acesso ao crédito bancário e agora exigem uma vistoria ao imóvel, etc. para libertar 6 mil euros numa casa cuja avaliação é de 600 mil. Agradeço, pois, que o banco liberte o capital remanescente imediatamente. Cumprimentos.
Candidatura 32500 anulada
Exmos. Senhores, Venho reclamar a anulação da candidatura nº32500 por inconformidade do Certificado Energético do conjunto instalado. Foram submetidas as etiquetas enviadas pela empresa instaladora, mas foi-me informado que não apresentavam a globalidade do conjunto. Confrontei a empresa, que prontamente me enviou o Certificado correto para ser anexo à candidatura. No entanto, não tive opção de atualizar a candidatura, uma vez que foi logo dada como "anulada". Estes documentos não tinham sido pedidos em fase de "contestação", logo nunca pensei que estivessem incorretos quando anexei os documentos pedidos nesta fase. Enviei prontamente o Certificado correto via e-Balcão (anexo novamente nesta reclamação), mas não tive qualquer resposta. Uma vez que tenho todos os documentos corretos para elegibilidade da candidatura, peço por favor a sua reabertura e análise. Cumprimentos.
Violação da lei de proteção de dados
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação de fraude que envolveu a minha conta bancária na Caixa Geral de Depósitos, a qual causou grande transtorno e insegurança. No dia 21 de janeiro de 2025, fui contactada via SMS por um número associado à Caixa Geral de Depósitos (217 900 790), informando-me que terceiros estavam a tentar aceder à minha conta a partir de um novo dispositivo. Considerando a credibilidade do número, que em outras ocasiões já me havia contactado em nome da instituição, forneci algumas informações de acesso à minha conta. Acreditei tratar-se de um colaborador legítimo da CGD, uma vez que o número utilizado era o oficial da instituição. Após este contacto, fui aconselhada pela própria pessoa a dirigir-me a um balcão da CGD para proceder à destruição dos meus cartões de débito e crédito. Contudo, ao dirigir-me a um balcão CGD, tomei conhecimento de que o meu cartão de crédito foi movimentado no valor de 1.500€, sem a minha ação. É importante destacar que em nenhum momento acedi à aplicação Caixa Direta para realizar qualquer transação. A totalidade das interações que conduziram à fraude ocorreu através dos contactos via SMS e telefone provenientes do número oficial da Caixa Geral de Depósitos. Dada a gravidade da situação, considero que esta fraude seja da responsabilidade da CGD. Houve uma falha muito grave de segurança, uma vez que alguém, que possuía informações sobre a minha conta, teve acesso à base de dados da instituição. A pessoa que me ligou sabia, sem qualquer questionamento, que eu era cliente da Caixa Geral de Depósitos, o que reflete uma falha nos sistemas de proteção de dados da instituição. Em nenhum momento fui questionada sobre a minha relação com o banco ou sobre os meus dados pessoais, o que me leva a crer que houve um acesso indevido à base de dados da CGD ou uma violação por algum colaborador CGD. De acordo com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), nomeadamente no Artigo 5º, a Caixa Geral de Depósitos tem a responsabilidade de garantir que os dados pessoais dos seus clientes sejam tratados de forma confidencial e segura, adotando medidas adequadas para prevenir acessos não autorizados. A violação dessa responsabilidade, especialmente no que diz respeito à proteção da confidencialidade dos dados dos clientes, constitui uma falha grave de segurança, que permitiu a ocorrência desta fraude. O banco deve salvaguardar a confidencialidade, integridade e a inviolabilidade dos dados pessoais de acordo com os princípios da proteção de dados, tornando-os intransmissíveis e inacessíveis a terceiros não autorizados. Adicionalmente, gostaria de informar que, após o ocorrido, dirigi-me a um balcão da Caixa Geral de Depósitos e à polícia para apresentar a minha queixa formal. No entanto, a queixa foi rejeitada duas vezes pela CGD, com a alegação de que a fraude teria ocorrido devido ao facto de eu ter acedido à aplicação Caixa Direta e ter verificado o acesso do dispositivo à minha conta. Contudo, gostaria de voltar a sublinhar que, em momento algum, acedi à aplicação Caixa Direta para realizar qualquer transação ou verificar qualquer tipo de acesso à minha conta, sendo esta alegação falsa. A minha queixa foi indevidamente rejeitada, sem a devida consideração da verdadeira origem do problema, que se deve à falha de segurança do Banco. Este incidente gerou-me uma desconfiança profunda, não apenas em relação ao número oficial da Caixa Geral de Depósitos, mas também à segurança geral do banco. Atualmente, não posso mais confiar na proteção dos meus dados e da minha conta, o que me leva a mudar de banco, caso não sejam tomadas as medidas adequadas para corrigir esta falha e evitar situações semelhantes no futuro. Gostaria de salientar que possuo todos os tipos de provas das ações realizadas, as quais estão à disposição para fundamentar esta reclamação. Solicito que a CGD tome as devidas providências para resolver esta situação, evitando futuros incidentes e salvaguardando os dados dos clientes. Além disso, tendo em conta o valor indevidamente movimentado de 1.500€, solicito que este valor me seja integralmente ressarcido. Aguardo uma resposta atempada e esclarecimentos sobre as ações que serão tomadas para resolver este problema, coloco-me à disposição para fornecer qualquer informação adicional que se revele necessária. Cumprimentos.
Problema não resolvido
Exmos. Senhores, Lagos, 01 de Fevereiro de 2025 Venho através deste meio de comunicação, solicitar a empresa reclamada que resolva definitivamente o meu problema. Depois de várias tentativas com a empresa reclamada (Wizink), não conseguimos entrar em um acordo amigável, pois solicitei o cartão de crédito, não concluiram o meu cadastro como cliente. Após incansáveis tentativas de contacto com a empresa, não me deram suporte, não resolveram o problema e ainda mandaram o cartão para minha morada fiscal, onde não me encontro no momento, pois estou a trabalho em outro sitio. Nunca recebi o cartão pois a caixa do correio é aberta , e nunca autorizei ninguém a receber o cartão por mim, a não ser eu mesmo. Solicito um acordo amigável, para que envie o cartão para o sitio que me encontro a trabalho pois devo ficar aqui por vários meses. Cumprimentos. Juniomar Marçal
Burla sobre um valor superior ao determinado
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Venho por este meio deixar um alerta a todos que forem contactado pela a empresa WHITESTAR ASSET Solutions, S.A. Estejam bem a tento .MOTIVO Eu tinha uma divida no banco santander Tota de um empréstimo de 10 mil euros na altura fiz o pagamento quase total da divida ,restando na altura um valor 1700 euros esta mesma divida foi enviada para WHITESTAR no valor 2.679,14 euros quandos fiz o pagamento total do valor me fui surpreendido com mais um valos 4.800 euros citando em nome do mesmo banco a onde eu tinha contraido mais um novo empréstimo para pagar os tais 2.679,14 euros algo que nunca aconteceu entre eu e o banco santander tota .Esta soma dos 4.800 foi uma divida forjada pela a cobradora WHITESTAR neste momento esta entrege nas mão de alguem do direito.
Pedido de certidão Permanente
Exmos. Senhores, No dia 30 de janeiro pedi online uma certidão permanente de uma garagem para o site Registo.com. Paguei 36,46 € e recebi a confirmação do pedido e a factura referente ao que paguei. No dia seguinte pedem a caderneta predial, sem a qual não dava para para realizar o pedido. E foi só aí que eu descobri que tinha sido burlada. Não tenho esperança que me devolvam o dinheiro, apenas gostaria que mais ninguém fosse burlada. Muito obrigada Lourdes Palma Cumprimentos.
Ativação da apólice de seguro por despido coletivo
Exmos. Senhores, Desde o dia 1 de janeiro de 2025, tenho tentado obter uma resposta para ativar a minha apólice de seguro, mas até à data não recebi qualquer retorno. Realizei várias tentativas tanto por telefone como por e-mail, mas a situação continua sem resolução. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta clara sobre o andamento da minha solicitação. 80004059430 - participação de sinistro Não estou trabalhando, como vou a fazer para pagar as coutas do emprestamo do carro ? Para que inclui um seguro que cubre estas situações ? Cumprimentos. Manueleugenio
Falta de entrega de documentos pedidos ao banco e andamento a processo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a reclamação da forma como o Montepio, nomeadamente o balcão da Portagem em Coimbra (MG033) tem estado a proceder há cerca de um ano empatando um processo de herança que vem dos meus avós e infelizmente agora também do meu pai. Para começar a minha avó (mãe do meu pai) faleceu a 1 1 Janeiro de 2024, e, nesta instituição bancária, a minha avó tinha conjuntamente com o meu avô uns fundos VIP que rendem juros na conta que está no Montepio, e desde o início do ano passado que o meu pai começou a pedir os extratos das contas e dos fundos vip para entregar na Relação de Bens. O Banco Montepio não só não entregou os papéis necessários, como mantém a conta congelada em nome do meu avô há anos... Relembro que o meu avô faleceu em 2014. O meu pai ao longo do ano de 2024, com dois cancros e extremamente debilitado, foi obrigado pelo Montepio a fazer diversas deslocações para entrega de papéis, tendo chegado a ir comigo ao balcão de Telheiras a meio de 2024 enviar toda a documentação pedida, que foi enviada por correio interno para ser entregue na Portagem. Depois disso ainda foi pessoalmente à Portagem também. Porém os assuntos continuaram por se resolver inexplicavelmente e com repetidas entregas dos mesmos documentos que parecia perderem-se de um dia para o outro. A 23 de Dezembro de 2024 o meu pai faleceu também (vítima das doenças mencionadas) e no dia 16 de Janeiro fui entregar uma série de documentação ao banco que me foi pedida para dar resolução, sendo eu o cabeça de casal da herança, fui inclusive com a minha irmã que assinou igualmente uma série de documentos. No dia 21 faço follow-up à entrega de documentação por email aos balcões, novamente (em resposta no próprio dia, vindo do balcão de Portagem) pedem-me mais um papel para assinar e entregar pessoalmente (no único email que recebi como resposta) que prontamente enviei por email digitalizado e entreguei pessoalmente para seguir por correio interno com nova assinatura tendo pedido inclusive para enviar para Celas não fosse o balcão de Celas pedir-me depois igual. Porém continua a não haver resoluções de processo nem dado seguimento aos pedidos de extratos das contas o que me inviabiliza a Relação de Bens do meu pai, tal como inviabilizaram a correta entrega dos extratos na Relação de Bens da minha avó às finanças e que quando finalmente conseguir fazer (quando o Montepio se dignar a entregar), vou ter de pagar coima para reabrir o processo nas finanças da minha avó, e se se atrasarem ainda mais lá de 31 de Março (o que face ao histórico não é irreal) vou pagar coima inclusive do meu pai, quando estou desde o dia 16 de Janeiro a insistir. Pretendo a rápida resolução destes assuntos com a entrega dos extratos das contas para poderem ser entregues em declaração de bens às finanças e a divisão dos fundos pelos herdeiros tal e qual como fizeram e bem dos MPPR (que conjuntamente com o congelamento das contas foi a única coisa feita até ao momento) Anexo Habilitações de Herdeiro para prova de capacidade legal para tratamento dos assuntos. Cumprimentos.
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