Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
S. F.
26/08/2026

Falta de emissão e envio de fatura/recibo – pagamento efetuado em 26/06/2026

Venho manifestar o meu descontentamento relativamente à Host Wise devido à falta de emissão e envio do recibo/fatura referente a uma reserva paga a 26 de junho de 2026. A reserva foi cancelada devido ao agravamento de uma doença grave da minha mãe, que infelizmente acabou por falecer. Foi uma situação absolutamente excecional e inesperada. Apesar do cancelamento, não me foi devolvido o valor pago, o que me levou a acionar o seguro associado ao meu cartão Revolut Ultra para tentar recuperar o montante. Para dar andamento ao pedido na seguradora, foi-me solicitado o recibo/fatura da reserva, com o valor pago e as datas da estadia. Solicitei esse documento à Host Wise em 12 de agosto. No dia seguinte, responderam-me dizendo que o pedido da fatura já estava feito e que seria enviada logo que possível. No entanto, já passaram vários dias e continuo sem receber qualquer fatura ou recibo. Consultei o portal e-Fatura e, ao que consegui apurar, não foi emitido qualquer documento sobre este pagamento, mesmo tendo já ocorrido há dois meses. Entretanto, voltei a contactar a Host Wise, expus o meu descontentamento e reforcei a urgência da situação, explicando que a falta deste documento está a prejudicar o processo junto da seguradora. Apesar disso, continuo sem resposta concreta nem recebi o documento em questão. Acho inadmissível ter de insistir repetidamente para obter uma documentação fiscal de um pagamento efetuado e que não foi reembolsado. A situação é ainda mais delicada porque, sem este documento, o meu reembolso está em risco, o que não é consequência de qualquer omissão da minha parte, mas sim da falta de emissão por parte da empresa. Peço, com a máxima urgência, a emissão e o envio imediato da fatura/recibo correspondente ao pagamento efetuado em 26 de junho de 2026. Se esta questão não for resolvida rapidamente, irei apresentar reclamação junto das entidades competentes, como a ASAE e a Autoridade Tributária. Lamento profundamente ter chegado a este ponto, pois tudo poderia ter sido resolvido com o simples envio da documentação. Após várias tentativas e sem qualquer solução, sinto que já não tenho alternativa. É triste e demonstra uma enorme falta de profissionalismo ter que lidar com mais esta dificuldade numa altura tão difícil da minha vida. Aguardo a resolução urgente deste assunto e o envio do respetivo documento.

Em curso
M. P.
26/08/2026

ALERTA: Venda de ténis falsificados, atrasos e e-mails – SneaxLab (S6434LAB)

Escrevo esta reclamação com o objetivo de alertar futuros consumidores sobre a falta de transparência, a fraca resposta no apoio ao cliente e as práticas da loja online SneaxLab. 1. Incumprimento de Prazos de Entrega: Data do pagamento confirmado: 09/07/2026 (Encomenda N.º S6434LAB). Data de entrega efetiva: 13/08/2026. O envio demorou mais de um mês a chegar, ultrapassando largamente o prazo máximo estipulado pela própria marca de 13 dias úteis. 2. Venda de Produto Falsificado e Verificação: Após a longa espera, ao receber o par de ténis New Balance 327, verifiquei que se trata de um produto falsificado/contrafeito, apresentando diferenças evidentes de qualidade, materiais e acabamentos face ao modelo original. Com a intenção deliberada de reunir provas adicionais da falta de autenticidade, submeti o artigo na plataforma Vinted para recorrer ao respetivo serviço de verificação, tendo sido aí confirmada a não autenticidade do produto. 3. Troca de E-mails e Falta de Solução Eficaz: Entrei em contacto por e-mail com a SneaxLab (info@sneaxlab.com) a expor o atraso na entrega, a falta de autenticidade comprovada do produto e a solicitar a devolução e o reembolso integral do montante pago. Apesar da troca de e-mails, o processo revelou-se desgastante e sem uma resolução rápida e transparente por parte da loja. 4. Denúncias Oficiais: A situação foi formalmente registada no Livro de Reclamações Eletrónico. Foi também apresentada uma denúncia junto da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) para o devido apuramento de responsabilidades legais pela venda de produtos contrafeitos. Pretendo o reembolso integral e imediato do valor pago pelo produto, bem como o pagamento/reembolso total dos portes de envio dos CTT necessários para a devolução do artigo, sem qualquer encargo adicional para o consumidor. Deixo este registo público no Portal do DecoProteste para que outros compradores pesquisem e fiquem cientes dos riscos antes de realizarem qualquer encomenda nesta plataforma.

Em curso
T. R.
26/08/2026

Demora entrega da encomenda

Bom dia! Estou desde o dia 18/8/2026 a espera de uma encomenda que fiz na tradeinn e que tinha como data de entrega dia 20/8/2026, data que foi retirada do site, Passado este tempo todo contactei mais de 10 vezes a loja para saber o porque da demora e ate agora a resposta é sempre a mesma: Seu pacote está atualmente a caminho e deve ser entregue em breve. Para acompanhar o seu pacote, use as seguintes informações:- Número da parcela: 01613J353188 . O meu espanto é que no site da mrw diz que ainda não recolheram. Tentei a devolução do valor em causa e ate agora continuam com a mesma resposta que mencionei acima. como posso resolver este problema? Mando vir muita coisa pela tradeinn e é a 1ª vez que isto acontece. o apoio ao cliente não funciona.

Resolvida
J. L.
26/08/2026

Intregador inresponsavel

Quero por favor que me ajude a resolver esse problema que já não é a primeira vez que acontece, meu pacote é sempre jogado pra dentro do meu portão e nem sequer batem a campainha, tenho 3 cães e os mesmos destroem tudo, já tenho tentado contato com a gls e a mesma nunca me responde. Tenho fotografia video, pelo facto tenho câmera de vigilância em meu portão para comprovar o mesmo Agradeço pela ajuda e aguardo retorno Jussara Lima

Em curso
L. A.
25/08/2026

Avaria

Agendei uma recarga de gás para o AC do meu veiculo (passat 2002). Ao chegar a oficina, fui abordado pelo funcionário a me perguntar se eu sabia a quantidade de pressão que ele deveria meter no compressor. Procurou no documento algumas informações sobre o veiculo, procurou em algumas etiquetas que estavam tambem no veiculo e nao achou o que procurava. Voltou a me chamar e perguntar novamente detalhes sobre o carro e me fez perguntas técnicas relacionadas ao serviço dele, que obviamente eu nao sabia responder. O funcionário etão começou a fazer a recarga e alguns minutos depois me chamou novamente a dizer que ja estava a funcionar o AR, mas estava a fazer barulho no compressor do AC quando o mesmo era acionado. Eu informei ao funcionário que esse barulho nunca existiu, nem mesmo quando estava vazio ou cheio anteriormente. O funcionario me orientou a esvaziar o compressor e que eu procurasse algum especialista em compressor. Eu insisti que o carro nunca teve esse problema, informei ao funcionário que eu iria a recepção para me orientar melhor e a todo momento o funcionário tentou me impedir de ir a recepção. Ai que eu errei e por muita insistencia dele a me dizer que nao precisava ir a recepção que ele mesmo resolveria isso e me retornava, fui embora sem o AC a funcionar e com um problema novo que nao havia anteriormente. Enviei um email a relatar o ocorrido, agendaram novamente uma visita para verificarem o ocorrido, voltei na data agendada, aguerdei por 2 horas. Simplesmente meteram o gás mesmo com o compressor avariado, a me dizer que era uma cortesia pelo dano e que logo me retornariam com uma resposta. Ja se passaram quase 2 meses, do inicio do problema, querem que eu leve o carro novamente até lisboa para uma segunda analise, mas o carro ja começou a apresentar outros problemas devido a avaria do compressor que forçou a correia. Eu me neguei a ir para lisboa e que o carro devera ir e voltar com um guincho porque eu nao vou arriscar ir ate lisboa com o veiculo agora cheio de problemas. Até então estou sem qualquer tipo de resposta da MyForce/*Vila Franca de Xira

Encerrada
D. D.
25/08/2026

Produto fresco embalado estragado

No dia 23/8 efectuei uma compra na minha loja habitual (LIDL Pragal) e a caixa automática pediu para confirmar os meus dados, o que fiz. Ao chegar a casa constatei que não me tinha sido aplicado o desconto de cliente da aplicação Lidl Plus: uma embalagem de 1kg de Nectarinas custaria 1,49€, em lugar de 1,99€. Mas ainda mais grave foi o facto de ao abril a embalagem de nectarinas verificar que todas as unidades estavam “tocadas” em vários locais. Tentei deixar a embalagem para devolução e reclamação futura, mas no dia seguinte a fruta estava com bolor, pelo que tive que a deitar fora para evitar contaminação do frigorifico

Em curso
A. C.
25/08/2026

Publicade Enganosa

No dia 25 de agosto, dirigi-me à loja situada no Sintra Retail Park onde adquiri duas mesas de cabeceira que estavam indicadas como estando em promoção (tenho fotos como prova) com a designação 'Broby mesa de cabeceira', ao preço de 27,50€ cada, ou seja, 50% do valor habitual. Após efetuar o pagamento, verifiquei que o desconto não tinha sido aplicado. Questionei uma funcionária sobre a situação, que por sua vez chamou uma colega que se identificou como responsável pela loja. Perguntei o nome e respondeu que era Beatriz. A explicação que me foi dada limitou-se a dizer que o preço era 54,99€ cada, sem apresentar argumentos ou justificações. Recusaram-se a aplicar o desconto que estava assinalado, apesar de o cliente ter direito a que os preços promocionais sejam respeitados. Senti que esta situação é publicidade enganosa. Apresentei reclamação diretamente na loja, assim como à ASAE e à Deco. Lamento que, enquanto cliente há vários anos (inclusive noutra loja), a responsável não tenha resolvido a situação e até tenha incentivado a apresentação de reclamação. Peço que sejam cumpridas as regras relativas à afixação e aplicação de preços promocionais.

Em curso
I. M.
25/08/2026

Fornecimento de lavatório diferente do acordado, problemas de qualidade e recusa de substituição sem

Exmos. Senhores Venho solicitar o apoio e intervenção da DECO PROteste relativamente a um problema ocorrido na remodelação integral da minha casa de banho, realizada no final de março de 2026 pela empresa JCC Design. No âmbito da adjudicação da obra, ficou acordado verbalmente com a Engenheira responsável que o lavatório a instalar seria em cerâmica. No entanto, apesar de esse ter sido o material acordado, verifico que o contrato e a restante documentação fornecida pela empresa omitem, em todas as partes, a indicação do material do lavatório. Só após a conclusão da obra e depois de terem surgido problemas é que fui informada de que, afinal, o lavatório instalado era em Gelcoat, um material diferente daquele que tinha sido acordado comigo. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que se trata de uma alteração relevante relativamente ao produto que foi acordado, sem que me tenha sido apresentada ou solicitada qualquer autorização para substituir a cerâmica por Gelcoat. Logo após a conclusão da obra, verifiquei também que o lavatório se encontrava mal instalado e que não tinha sido devidamente aplicado silicone na zona de contacto com os azulejos. Esta situação foi imediatamente comunicada à empresa, que posteriormente se deslocou à habitação para proceder à correção. Cerca de uma a duas semanas após o início da utilização normal do lavatório, começaram a surgir riscos e manchas anormais na superfície. O lavatório foi sempre utilizado de forma perfeitamente normal e adequada, não tendo sido sujeito a qualquer utilização que pudesse justificar os danos apresentados. Reportei novamente a situação à empresa e solicitei a substituição do lavatório. Posteriormente, em abril/maio de 2026, um representante da fábrica/marca deslocou-se à minha habitação para analisar o lavatório. Na sequência dessa visita, foi-me transmitido verbalmente que o lavatório apresentava problemas de qualidade e que o representante iria falar com a empresa no sentido de encontrar uma solução e eventualmente instalar um lavatório de melhor qualidade. Na altura, não foi efetuada qualquer substituição. No entanto, passado algum tempo, recebi um email da JCC Design no qual a empresa veio afirmar que o fabricante teria concluído que os danos resultavam de “mau uso” e que, por esse motivo, não assumiria a substituição ao abrigo da garantia. Discordo totalmente dessa conclusão. Em momento algum me foi explicado concretamente em que teria consistido o alegado “mau uso”, nem me foi apresentado qualquer relatório técnico que demonstre que os danos resultaram de uma utilização incorreta. Considero particularmente injustificado que um lavatório apresente riscos e manchas desta natureza apenas uma a duas semanas após o início da sua utilização normal e que, perante essa situação, a responsabilidade seja simplesmente imputada ao consumidor sem uma fundamentação técnica clara. Mais recentemente, a JCC Design informou-me de que, apesar de alegadamente não ter responsabilidade pela situação, estaria disposta a agir “de boa-fé” e substituir o lavatório por um de cerâmica. Contudo, posteriormente veio alegar que não existem lavatórios de cerâmica compatíveis com o móvel instalado que não tenham furação para torneira, sendo que a minha casa de banho possui uma torneira de parede. Como alternativa, a empresa propôs a instalação de outro lavatório, em Solid Surface/Silk, material que, segundo a própria empresa, apresenta características e cuidados semelhantes aos do Gelcoat inicialmente instalado, mediante o pagamento de 365,00 €. Não considero aceitável esta proposta. Se o lavatório em cerâmica foi o material acordado com a Engenheira responsável, não compreendo como pode a empresa alegar agora que não existe uma solução compatível e, por esse motivo, exigir-me um pagamento adicional para obter um lavatório de melhor qualidade. A escolha do móvel, do lavatório, dos materiais e da respetiva compatibilidade técnica foi da responsabilidade da empresa que projetou e executou a obra. Não fui eu quem escolheu instalar um lavatório em Gelcoat em vez de cerâmica, nem fui eu quem definiu uma solução que posteriormente se veio a revelar incompatível com a torneira de parede. Não considero, por isso, legítimo que sejam agora transferidos para mim os custos necessários para corrigir essa situação. A remodelação integral da casa de banho representou um investimento de aproximadamente 8.000 €, pelo que considero legítimo esperar que os materiais fornecidos correspondam ao que foi acordado e tenham uma qualidade adequada e uma durabilidade normal. Acresce que tenho tentado resolver esta situação diretamente com a empresa, através de emails, chamadas telefónicas e mensagens, mas tenho enfrentado dificuldades em obter respostas e uma solução concreta. Apesar das várias tentativas de contacto, a situação permanece por resolver. Pretendo, por isso, saber junto da DECO PROteste quais são os meus direitos nesta situação e se a empresa pode efetivamente exigir-me o pagamento de 365,00 € para substituir um lavatório que não corresponde ao material que foi acordado e que apresentou problemas pouco tempo depois da sua instalação. Entendo que a solução deverá passar pela reposição da conformidade do serviço e pela disponibilização de um lavatório de qualidade adequada e correspondente ao que foi contratado, sem qualquer custo adicional para mim. Não considero aceitável ser obrigada a pagar novamente para corrigir uma situação que resulta da solução fornecida e instalada pela própria empresa. Tenho disponíveis o contrato, documentação relativa à obra, fotografias do lavatório, comunicações trocadas com a empresa e demais elementos que poderão ser necessários para comprovar os factos descritos. Solicito, assim, a análise da situação pela DECO PROteste, nomeadamente quanto aos meus direitos enquanto consumidora, à responsabilidade da empresa pela desconformidade do produto/serviço fornecido, à alegação de “mau uso” apresentada pelo fabricante e à legitimidade da cobrança dos 365,00 € proposta pela JCC Design. Pretendo resolver esta situação de forma amigável, mas, caso não seja possível, estou disponível para avançar com reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente e utilizar os restantes meios legais ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Agradeço desde já a análise e orientação da DECO PROteste relativamente aos próximos passos que devo tomar.

Em curso
M. F.
25/08/2026

Retenção de envio, falta de valores e taxas de armazenamento abusivas (AWB 8662425671)

Vem por este meio apresentar uma reclamação formal contra a DHL Express Portugal relativamente ao envio com o Air Waybill (AWB) nº 8662425671. O envio em questão trata-se de um telemóvel pessoal Google Pixel que esqueci temporariamente no estrangeiro (Geórgia) e que me foi devolvido por um conhecido. O objeto chegou a Portugal há cerca de dois meses. Desde então, tenho estado em comunicação constante com o departamento de despachos da DHL, tendo submetido voluntariamente toda a documentação solicitada, incluindo o comprovativo de viagem e declarações detalhadas sobre o contexto da devolução. Até à data, a DHL recusa-se a avançar com o processo de desalfandegamento como devolução de um bem pessoal usado e, simultaneamente, não fornece qualquer estimativa ou cálculo definitivo dos valores de IVA e Direitos Aduaneiros que alega serem devidos para a importação definitiva. Esta total ausência de informação e falta de transparência impede-me de resolver a situação. Mais grave ainda, enquanto o processo se encontra num impasse provocado pela própria inércia e falta de resposta clara da DHL (que afirma consecutivamente estar a aguardar pareceres da Autoridade Tributária), estão a ser-me cobradas taxas diárias de armazenamento no valor de 3,00€ por dia. Considero esta cobrança profundamente abusiva, dado que o atraso decorre exclusivamente da falta de celeridade e da ausência de liquidação de custos por parte da DHL e das entidades competentes, e não de qualquer incumprimento da minha parte. Face ao exposto, exijo: 1. A emissão imediata e clara da nota de liquidação com os custos exatos devidos para o desalfandegamento do artigo. 2. A anulação integral das taxas de armazenamento acumuladas durante o período em que o processo esteve retido sem resposta conclusiva da vossa parte. 3.A rápida entrega do equipamento após o pagamento dos direitos estritamente legais. Anexo a esta reclamação o histórico completo de e-mails trocados

Em curso

Lançamento de cobrança pela Trust In News, Lda, sem que recebido publicação "VISÃO"

À Deco ! Fui leitor e assinante da revista Visão em papel até um certo número e que depois passei a recebê-la de forma digital com a Trust In News , sendo a ultima publicação recebida em 10/09/2025. Acontece que no passado dia 20/08/2026, desde a data atrás referida resolvem sem me consultar, proceder à cobrança de uma anuidade , de uma publicação que deixei de receber por um período de um ano. Tentei contactar a Trust in News pelo o número oficial de contacto ,(+351 21 870 50 50), para um possível esclarecimento da situação, o mesmo se apresenta como não atribuído, o que transparece má fé. Mas o que torna a situação ainda mais revoltante é ver que todas as minhas publicações digitais pagas por mim ao longo deste período de assinante se encotram bloqueadas .Lamento, pois fui leitor e conservador desta revista desde o 1º Nº, e vejo-me com tristeza ter que denunciar esta situação. Perante os motivos apresentados , agradecia-vos uma orientação para a resolução deste assunto. Atenciosamente, Luís Santos.

Em curso

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