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Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h015 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h15) nos gabinetes.
Atraso grave em encomenda online e recusa de Livro de Reclamações em loja – Lion of Porches
No dia 1 de dezembro, efetuei uma encomenda online no site da Lion of Porches, com o número LPPT2025/1117592, tendo sido indicado que a entrega ocorreria antes do Natal. Após efetuar a encomenda, contactei diversas vezes o apoio ao cliente da Lion of Porches para obter informações sobre a entrega. Em todas as ocasiões, a única explicação apresentada foi o ‘mau tempo’, acompanhada da garantia de que a encomenda certamente chegaria antes do Natal. Na última vez que contactei, a 22 de dezembro, informei que, caso a encomenda não chegasse antes do Natal, apresentaria reclamação em todas as instâncias disponíveis. Até à presente data, a encomenda não foi entregue, frustrando totalmente o objetivo da compra, que se destinava a prenda de Natal. Saliento que outras encomendas realizadas no mesmo dia chegaram antes do Natal, nomeadamente uma encomenda da Amazon (plataforma com múltiplos fornecedores), o que demonstra que não existiu um constrangimento logístico generalizado, mas sim uma falha específica da Lion of Porches, que opera apenas com um único fornecedor e cadeia logística própria. Perante a ausência de resolução, no dia 27 de dezembro, dirigi-me à loja física da Lion of Porches no MadeiraShopping para exercer um direito básico do consumidor: o acesso ao Livro de Reclamações físico. Esse acesso foi-me recusado, com o argumento de que a loja não tem qualquer responsabilidade sobre compras online, que são entidades independentes, e que a loja física não poderia responder por essa situação. No entanto, tanto quanto é do meu conhecimento, todas as lojas abertas ao público são legalmente obrigadas a disponibilizar o Livro de Reclamações físico, independentemente do canal de venda, do regime de franchising ou da existência de NIPC distintos. Face à situação: - A encomenda continua por entregar; - Não foi apresentada qualquer solução concreta; - Foi-me recusado um direito legal básico em loja física. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online e denúncias junto da ASAE e da ARAE, e venho agora solicitar o apoio da DECO – Defesa do Consumidor, quer na análise da legalidade da recusa do Livro de Reclamações físico, quer na mediação da situação relativa à encomenda não entregue. O que pretendo: - A entrega imediata da encomenda ou outra solução adequada do contrato; - O reconhecimento da irregularidade na recusa do Livro de Reclamações físico; - Um gesto comercial compensatório, proporcional ao atraso, ao transtorno causado e à perda do propósito da compra.
Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h05 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h05) nos gabinetes. Tânia Isabel Correia Duarte CC. 14658717 N.Utente 387990804
Cobrança feita, mas passaporte não aceito
Olá, fiz uma compra junto ao site xiaomi com a sequra, porém após a cobrança da primeira parcela o meu passaporte não foi aceito, preciso do reembolso.
Crédito pessoal
Exms srs Venho por este meio denunciar o seguinte: Recentemente em consulta ao meu mapa de responsabilidades constatei que esta empresa registou em Março de 2022 o meu nome no banco de portugal como tendo uma divida de um crétito pessoal feito a 4/4/2005. Os créditos que fiz até à data foram: - um crédito a habitação - dois créditos automóveis Todos liquidados. Nunca fiz nenhum crédito pessoal, portanto sinto-me lesada por ver o meu nome manchado por falsas informações. Além disso, mesmo que se fosse verdade, tendo em conta as datas, esta divida já estaria prescrita. Agradeço que corrijam a situação e apaguem esta informação no banco de portugal, pois pretendo fazer um crédito automóvel e não estou a conseguir derivado a esta situação. Informo que já reclamei junto do banco de portugal e aguardo resposta. Obrigada
Nós telecomunicações engana pessoas pelo Call Center
No dia 20 de novembro de 2025, acordámos por e-mail com a consultora comercial Liliana Rodrigues que o procedimento se limitaria a uma simples alteração de titularidade do contrato existente (de titularidade pessoal para o NIF da empresa), mantendo o contrato vigente, cumprindo o tempo restante e sem celebração de novo contrato. Foi expressamente referido que não haveria prolongamento de fidelização nem novo período contratual, permitindo-nos decidir no final se pretendíamos continuar ou não. Em anexo, envio os e-mails trocados, onde a Sra. Liliana Rodrigues confirma: "seguem comprovativos de alteração de titulariedade do seu contrato atual, para o nif da vossa empresa, e contrato final empresarial, onde pode constatar tudo o que foi oferecido e falado. Pode ficar descansado. Prolonga se a permanência do atual contrato, onde já tem 10 meses, para 24meses, onde tem flexibilidade de alterar as condições..." Contudo, verifico que foi celebrado um novo contrato em vez de mera alteração de titularidade, o que não foi acordado nem autorizado por mim. Este erro gerou a sobreposição de dois contratos no mesmo endereço, resultando em duas faturas indevidas no mês de dezembro de 2025. Adicionalmente, a operadora pretende agora cobrar €247,50 por alegado incumprimento contratual do contrato antigo, o qual eu desconhecia ter permanecido ativo, pois a responsabilidade de finalizar corretamente o processo cabia à consultora comercial. Solicito, com caráter de urgência: O cancelamento imediato do novo contrato celebrado indevidamente, sem qualquer penalização ou encargo para mim. A manutenção ou restabelecimento do contrato original com mera alteração de titularidade (para o NIF da empresa), sem prolongamento de fidelização além do acordado inicialmente. O anulamento das faturas duplicadas e da cobrança de €247,50 por incumprimento, por ser indevida. Confirmação escrita de todas as correções efetuadas. Caso esta situação não seja resolvida no prazo de 15 dias, reservo-me o direito de recorrer ao Livro de Reclamações Eletrónico, à ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) e a centros de arbitragem de consumo. Aguardo resposta célere e agradeço a vossa atenção. Com os melhores cumprimentos.
Encomenda não recebida
No dia 28/11 comprei uma mesa de jantar pelo site do Conforama com entrega ao domicílio. Até hoje o único feeedback que recebi foi um e-mail de confirmação de pagamento. A mesa? Não faço ideia, mas o dinheiro saiu da conta. A única informação que tenho até hoje está no e-mail automático que recebi: “prazo estimado de entrega: 8 dias (úteis) a partir da data do pedido”. Tal não aconteceu. Tentei ligar para o apoio ao cliente, mas sem sucesso. Só consegui falar com um assistente uma única vez e o mesmo disse-me que iria encaminhar um pedido de ponto de situação para o Conforama de Corroios, pois o artigo partiria de lá. Já se passou um mês e ninguém me contactou. Tentei novamente contactar a linha e não é possível falar com ninguém. Já enviei dois e-mails e é exatamente igual: sem resposta. Desloquei-me ao Conforama de Cascais, o mais perto da minha zona de residência, e a colaboradora disse que não poderia ajudar, pois não conseguia aceder ao pedido no sistema. Disse que iria passar o meu contacto aos colegas de Corroios e, mais uma vez, nada aconteceu. Exijo uma explicação por parte do Conforama. Não acho normal não haver comunicação com o cliente! A mesa de jantar era para um evento pessoal importante e sei lá eu onde ela anda. A mesa e os 430 euros que dei por ela! Já tinha ouvido falar mal das encomendas do Conforama, arrependo-me de ter dado uma oportunidade. Não recomendo!!! Número do pedido do Conforama online: 6342533200368791
Cobrança indevida de subscrição eDreams Prime sem consentimento
No dia 18/12/2025 foi debitado no meu cartão de débito o valor de 99,99 €, referente a uma subscrição “eDreams Prime Annual”, à qual não aderi conscientemente nem prestei consentimento expresso. A utilização do site limitou-se à compra pontual de um voo, tendo a subscrição sido introduzida de forma pouco transparente durante o processo de compra, o que configura uma prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, bem como uma violação do Decreto-Lei n.º 24/2014, que exige consentimento claro para pagamentos adicionais. O cancelamento do serviço é dificultado e o contacto com o apoio ao cliente revelou-se ineficaz, após mais de 35 minutos de espera telefónica. Solicito: Cancelamento imediato da subscrição Reembolso integral do valor cobrado indevidamente (99,99 €) Anexo prova do débito bancário e do contacto telefónico efetuado. Considero esta prática abusiva e lesiva dos direitos do consumidor.
Encomenda nao recebida
Fiz uma compra dia 01\10 na TEMU a qual estou a espera ate hoje. A encomenda diz ter sido entregue pelo site do CTT, porém sem nenhum PIN que foi recebido por SMS e não conheço a pessoa que colocaram a receber. Entrei em contacto inumeras vez com a TEMU sem resolução. Com esperança que anulassem meus pagamentos, solicitei a klarna cancelasse a compra, passaram imenso tempo (mais e 1 mes) e depois disso a klarna retornou negando e dizendo que a TEMU mostrou evidencias que foi entregue (quais???). Gostaria por gentileza que essa compra seja anulada e meu dinheiro retome a conta.
Faturas em falta, contratos duplicados e tarifa social
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular dos contratos n.º AG-251020-3092157, AG-251202-3118708, AG-251027-3150313 comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas de gás desde á adesão do serviço 22-10-2025 Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Além disso, peço que seja migrados os contratos duplicados para assim manter apenas um. Também, que seja atribuído a tarifa social e ajustes correspondentes de formar retroactiva no qual não está reflectido na fatura de luz enviada. Devido a esta situação dos contratos múltiplos, não posso usufruir do plano casa 360 e ainda tenho de pagar. Como podem verificar pela(s) fatura(s) anexa(s), o desconto da tarifa social não está a ser aplicado, pelo que solicito a devida correção já na próxima fatura Considerando o exposto, venho reiterar que o atraso na efetivação destas mudancas é da vossa inteira responsabilidade, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta atuação. Cumprimentos.
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