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Extinção de reserva de propriedade
Bom dia,No passado dia 29/01/2018, tentei efectuar a extinção de reserva de propriedade de um veiculo pessoal, no site da IRN. Preenchi todos os campos, apenas não efectuei o upload dos documentos, com ideia de enviar no dia seguinte por email para a mesma entidade, com o numero do processo. Logo após a estes passos, foi pedido o pagamento, sem qualquer aviso de impossibilidade/ competência para fazer a extinção. Efectuei o pagamento solicitado referente à alteração com os seguintes dados:Entidade: 11712Referência: 234610361Montante: 27,60 €No dia seguinte recebo um e-mail da parte do IRN, em como o pedido havia sido recusado pois não tinha autonomia para o fazer.Ontem, dirigi me portanto a uma loja do cidadão localizada em Azambuja e qual não é o meu espanto ao ter que pagar mais 67.50€!Fui informado que os 27,60€ que já haveria pago, não seriam descontados no pagamento.Paguei esse valor para extinção da reserva de propriedade online (que não foi feita), entrei com o cartão de cidadão e respectiva assinatura digital tal como refere no site... Permitem que o processo avance, enviam as entidades para o pagamento e por fim é recusado e ficam com o meu dinheiro, e tenho que pagar novamente para ser feito presencialmente? Pagar aquilo que já estava pago!Na loja do cidadão fui informado, que quando é feito um pedido online de extinção de reserva de propriedade, e este é rejeitado, o cidadão terá que pagar um juro de 25€!Como sobravam apenas 2,60€, e também fui informado que apenas efectuam devoluções de quantias superiores a 5€, fiquei sem o valor que paguei no site.Gostaria de saber se tudo isto é legal. Após toda esta história fui ler os FAQ's do site e em lado algum somos informados que a rejeição do pedido terá um custo de 25€.Não deveria ser descontado o que já teria pago, na loja do cidadão?Obrigado, Diogo Rocha
Problema com ar condicionado
Bom dia,O meu nome é Sandra Afonso, e em Agosto de 2017 os meus pais ofereceram me um Ar condicionado da marca HTW.Foi feita a instalação por um técnico certificado, sendo o mês de Agosto, apenas utilizei o programa para dar frio, quando quis utilizar o programa do quente o aparelho não dava calor, apresentando um erro, e mais tarde começou a disparar o quadro eléctrico.Foi pedida assistência, e como teve que ser pedida duas vezes o técnico que inicialmente montou o aparelho entrou em contacto com a marca Htw falando com um colega, explicado o que se passava e esse colega disse para o técnico verificar o gás do aparelho, que poderia não ter gás, isso que s verificou que o aparelho tinha o gás.Assistencia veio e não sabendo muito bem o que os 3 senhores fizeram, porque nunca me explicaram o que o aparelho tinha, sei apenas que foi trocada uma placa e os senhores da assistência foram embora, deixando o aparelho igual, sem Funcionar, sim porque agora nem ar frio já dava. Passado uma semana e sem qualquer informação sobre a situação ligamos ao Sr Jeremias, o senhor da assistência da garantia, para vir resolver o problema. O Sr Jeremias começou logo por arranjar desculpas, primeiro as tomadas tinham a voltagem muito alta, depois a tubagem de cobre entre os dois aparelhos tinham que ter mais de 2metro e meio de distância, sabemos que não é completamente verdade e por fim o Sr Jeremias diz que a causa da avaria do Ar Condicionado é porque o tubo do gás esta dobrado, e caso os meus pais tivessem interessados ele vendia o motor novo e que tinha sido da má instalação inicial do técnico que contratamos.Agora só quero que me expliquem uma coisa, entao se o problema era do tubo porque é que o aparelho deu frio e continuou a trabalhar ate vir a primeira vez assistência e depois disso o aparelho nunca mais funcionou? Porque é que o Sr Jeremias não detectou o problema do tubo dobrado e trocou uma placa?De qualquer forma, o aparelho esta na garantia e a empresa não esta a fazer nada para ajudar o cliente.Quanto ao Sr Jeremias, acabou por me estragar o aparelho, e agora ninguém me arranja uma solução nem obtenho resposta de ninguém.
Burla em venda de casa
Em Setembro contactamos um vendedor Remax para vermos um a casa, vimos a casa e nesse mesmo dia fizemos a nossa proposta de compra.Negociamos o valor com a proprietária sob mediação do vendedor e ficou acordado que iríamos pagar 120,000€ pela casa mais cerca de 1500€ por uma pintura e lavagem na casa que estava num estado deplorável, paredes estragadas, cozinha toda suja.Dias mais tarde o valor das pinturas passou para 2000€ porque afinal o pintor disse que havia ali mais umas coisas a fazer que não teria reparado antes e ficou tudo pelos 122.000€.Começamos a reunir a documentação necessária para se iniciar os processos bancários. Logo aí outro sócio do vendedor o Sr Paulo Viegas enviou um email que não nos agradou e que tive de lhe responder de forma mais assertiva porque supostamente a proprietária da casa tinha muita urgência em vender a casa e por lhe ter pedido dois ou três dias para reunir a documentação achou que estaria no direito de nos falar da maneira que falou ( tenho os emails todos guardados).Reunimos mais tarde para ver simulações, pediu desculpa pela forma como nos falou, dizendo que estava com muito trabalho e stress e etc e tal.Pedimos simulações no banco popular com protocolo Deco, BPI e Santander. O vendedor disse que o Santander não estava a dar boas avaliações e que por esse motivo nem pediu simulações.Tivemos portanto 3 respostas positivas, 3 porque eles decidiram que o GNB seria uma opção também. Pedimos para avançar para o Popular.Estivemos um mês á espera que fosse marcado dia para abrirmos conta para depois se tratar da avaliação.Passado um mês e com o Sr Paulo Viegas a pedir desculpas porque tinha muito trabalho, disse que aquele balcão do banco Popular com quem tinham protocolo mudou de gerente e que agora o gerente disse que o nosso processo tinha que ser avaliado novamente. Achamos estranho, mas como a nossa área não é aquela e o profissional seria o Sr Paulo Viegas confiamos nele quando ele disse que iriam fazer novo protocolo no balcão da Expo e que teria pernas para andar depois disso. Entretanto durante todo este tempo, tínhamos pedido para escolher tintas para as paredes da casa, a minha mulher está grávida do nosso primeiro filho, em Setembro estaria com cerca de 5 meses e andámos á procura de tintas para o quarto do bebé, para o quarto do casal e para a sala, o resto seria tudo branco. Isto teria sido falado com a proprietária e ela teria dado ok para se pintar a casa aumentando claro o valor a pagar, os tais 2000€.Enquanto o processo no banco não andava, certo dia o Sr Paulo Viegas quis nos mostrar a casa, para vermos as pinturas e porque já ia em quase 2 meses sem avançar nada no processo. Nessa íamos a meio de Outubro princípio de Novembro, perguntei porque é que não assinámos ainda um contrato promessa compra e venda? Sabemos que é o normal porque esta não era a nossa primeira casa. O Sr Paulo Viegas disse que como não tínhamos dinheiro para dar de entrada, nós apenas conseguimos juntar dinheiro para as despesas bancárias, disse que não se podia passar um cheque sem termos capital para cobrir. Disse que aquilo que ele dizia não fazia sentido porque aquele dinheiro só seria mexido se até ao final do contrato a venda não se concretizasse. O Sr Paulo Viegas pediu para não assinarmos e confiarmos nele porque de facto para passarmos o cheque é preciso ter o capital disponível ( na verdade esse capital existia, mas iria sendo subtraído á medida que as despesas bancárias iam aparecendo), enfim, confiamos no Sr e hoje sabemos que não o deveríamos ter feito ou não estaria a pedir aqui a vossa intervenção. Voltando ao banco popular foi feito o tal contrato entre a Remax e o balcão da Expo, foi logo marcada uma avaliação á casa sem ter sido preciso abrir conta porque como a avaliação era gratuita o Sr Paulo disse que não precisávamos lá ir. A avaliação foi feita, veio abaixo do que seria expectável e o St Paulo Viegas disse que á poucos meses venderam ali uma casa igual mas com menos uma assoalhada e teve menos 2000€ de avaliação. Tendo em conta a área disse que conseguia facilmente expor a situação no balcão explicando que aquela diferença não fazia sentido e ainda por cima tinha sido o banco popular também a avaliar. Disse que no balcão lhe disseram que nem precisavam de autorização superior e que era tratado logo ali ao balcão. Perfeito, ficámos radiantes. Dias depois o banco popular não disse mais nada ao Sr Paulo Viegas. Devo referir que o Sr Paulo Viegas nesta altura já não recebia chamadas ou SMS meus, por algum motivo os meus contactos estavam bloqueados, ele obviamente nunca o confirmou mas foi o que aconteceu, tinha que usar o telemóvel da minha esposa para falar com ele, mas se ele me ligasse ou enviasse SMS eu recebia. O Sr Paulo esteve várias vezes incontactável ou ausente. Uma das vezes perdeu familiares nos incêndio de Pedrogão, outras vezes estaria com a mãe em consultas no hospital e no IPO. Hoje pergunto-me se seria verdade, em Outubro numa reunião na loja que ele representa disse quando percebeu que estávamos à espera de bebê que no dia anterior a esposa lhe tinha dito que estava grávida, em Janeiro disse a mesma coisa, mas já lá vamos. A meio de Dezembro e porque o Popular não dava andamento, decidimos seguir pela proposta seguinte que era do banco BPI, neste dia o Sr Paulo disse que estava solidário connosco e que tinha falado com a proprietária a perguntar se ela se importava de assinar um contrato que permitisse que nós começassemos a morar na casa mesmo antes de ser feita escritura e que ela que sempre foi muito acessível aceitou. Ficámos radiantes, íamos poder começar a montar o quarto do bebé e mudar as nossas coisas todas, parecia mentira. Ficámos logo ali com a chave mas.... Calma... Diz depois pediu a chave de volta porque como a pintura não estava bem feita ( parecia que eu tinha estado a pintar a casa, mas eu não dou pintor e não percebo nada do assunto. Para 2000€ o trabalho deixava muito a desejar) disse que teria de ir lá com o pintor mostrar o estado das paredes para ele voltar a pintar, por nós tudo bem, já esperamos 2 meses e meio, mais uma semana não iria fazer grande moça. No dia 24/12 a proprietária da casa envia um email ao Sr Paulo a dizer que em conversa na noite de consoada um primo queria comprar casa e fez ali o negócio. Disse inclusive que lhe deu um sinal de 5000€.Soubemos isto quando o Sr Paulo nos chamou no dia 26, dia em que iríamos assinar o tal contrato que nos permitia morar na casa enquanto se tratava de tudo. Estávamos bastante curiosos porque a Sra era boa demais para ser verdade.Escusado será dizer que ficamos devastados, a minha mulher grávida agora de 7 meses começou logo a chorar, o Sr Paulo Viegas chorou também, disse que ia fazer era tudo e que os advogados já estavam de volta do processo. A Remax trabalha com contrato de exclusividade e a Sra tinha um contrato até dia 18/02/2018. Parecia impossível. Depois disto, a Sra foi lá falar pessoalmente com os advogados da remax e o gerente da loja. Disse que afinal não existia nenhum cheque sinal e que ia pedir aos novos moradores da casa apara sairem de lá. Sim, já havia pessoas na casa a fazer mudanças, á semelhança do que estaríamos a fazer também. Já em Janeiro houve nova reunião desta vez da advogada da proprietária com a Remax, disse que afinal existia o tal cheque e que tinham de mostrar provas de que tinham alguém em processo de compra da casa para que ela voltasse atrás. O Sr Paulo Viegas chamou-nos á loja e deu-nos o ponto de situação. Curiosamente agora os mesmos bancos que nos davam o crédito agora diziam que as condições se alteraram e ambos os dois, BPI e GNB obrigavam a que terminasse o crédito que temos a decorrer de outra casa. Não havia pernas para andar com nada e desistimos ali. Disse que nos ia ajudar a ver outras casas, estava muito triste a chorar e foi quando disse mais uma vez, que na noite anterior a mulher lhe tinha dito que estava grávida. Até ao dia de hoje ainda não marcamos casa nenhuma para ver, nem um telefonema, nem um SMS, nada.
Garantia sobre avarias Automóvel
Meu carro tem uma avaria no volante do motor e consequentemente kit de embraiagem e respectivo rolamento, e a empresa NSA, diz que a garantia ( garantia de motor e caixa por 12 meses ) não cobre esse tipo de peças.Paguei 1.000€ pela garantia, junto com o crédito do automóvel e agora tenho o carro inoperacional, sem que a garantia paga assuma a despesa.Viatura Peugeot 508, matricula 38-QL-44Agradeço toda a ajuda que me possam dar, e se a garantia não cobre as peças do motor, a NSA que solicite ao Stand ( Apostavedeta - Caldas da Rainha - tlf: 262 838 048 ) onde comprei o carro, que me devolva os 1.000€ que paguei pela garantia e assim já poderei pagar a despesa da viatura.
Burla e ameaças ao querer desistir do curso
Inscrevi-me no site da CEAC com o intuito de esclarecer dúvidas acerca do curso de Auxiliar de Farmácia.Passado pouco tempo ligo-me uma senhora da CEAC que disse estar perto da minha casa sem sequer me ter efetuado qualquer tipo de permissão.De boa fé da minha parte convidei-a a entrar em minha casa e perguntei como tinha tido acesso à minha morada. Ele referiu que foi através da inscrição no site.Depois disso começou-me a falar do curso e referiu que podia desistir a qualquer momento e sem qualquer compromisso.O único documento que tinha que assinar era a permissão de débito direto (03-01-2018).Verifiquei mais tarde que afinal tinha assinado outros papéis em que me indicaram que era só para efeitos em como ia efectuar o curso e quando questionei acerca se tratava-se de um contrato foi me informado que não.Assim fiz , e por motivos pessoais e financeiros e sem ter até agora efectuado nenhum tipo de pagamento enviei um e-mail (dia 20-01-2018) para a CEAC com pedido de desistência ao qual não obtive qualquer resposta.Hoje dia 22-01-2018 liguei para a CEAC e informaram-me que não podia desistir que tinha um prazo de 14 dias para efectuar a desistência (algo que contradiz o que a comercial da CEAC me disse) e ainda ameaçaram-me ir para tribunal.Face a esta questão e revendo as atitudes por parte da comercial é válido argumentar que trata-se de uma verdadeira burla e que fui enganado por esta entidade que além de omitir informações não me foi dito que tinha assinado nenhum tipo de contrato e que podia desistir a qualquer momento.Já reforcei com a entidade que pretendo cancelar qualquer tipo de contacto com esta entidade e que fui burlada e enganada.
Problema com sinistro de equipamento móvel
No dia 31-05-2017 dirigi-me à loja Fnac no Shopping da Guia, no Algarve, para comprar um equipamento móvel, o Samsung S8. Como é hábito, estas lojas tentam nos sempre vender os seguros que abrangem sinistros que a garantia do próprio equipamento não abrange, e eu, achei por bem contratar o seguro, durante 1 ano, pagando bimensalmente 23,99€, sujeita a franquias em caso de sinistro, uma vez que me pareceu tão aliciante e benéfico para mim enquanto consumidora.Acontece que no dia 29-09-2017 tive um sinistro com o equipamento seguro. Caiu-me do bolso enquanto tratava de um cavalo, e após cair, o cavalo ainda pôs parte da pata em cima do ecrã traseiro do telemóvel, ficando o canto inferior direito partido, pois o telemóvel caiu, e o vidro traseiro estilhaçado porque foi pisado. Consequentemente, a câmara fotográfica deixou de focar, focando apenas 90% das vezes que a utilizava. Uma vez que reparei que o débito relativo ao pagamento de seguro não estava a ser feito, ainda antes do sinistro, enviei um e-mail a perguntar se realmente tinha o seguro ativo, e-mail este enviado a 25-09-2017, ao qual nunca recebi uma resposta. Dirigi-me então mais uma vez à Fnac na Guia uma vez que não conseguia que me respondessem ao e-mail, e atenderem o telefone também estava a ser missão impossível… Ao ligar da loja, atenderam e consegui abrir processo, por chamada telefónica.Posto isto, fiz a participação no dia 03-10-2017 à seguradora SPB Iberica, e neste mesmo dia recebi um e-mail a solicitar toda a documentação necessária e referente ao sinistro para dar continuidade ao processo. A minha resposta com os documentos solicitados deu-se neste dia também, 03-10-2017, com o formulário com as circunstâncias, data e danos ocorridos com o equipamento seguro (Samsung S8), uma cópia legível da fatura de compra e a fotocópia da apólice de seguro devidamente assinada. No dia 11-10-2017 enviei outro e-mail pois ainda não tinha recebido qualquer resposta.Dia 20-10-2017 recebi então uma resposta, na qual me solicitavam o pagamento de uma franquia de 70€ para poder dar seguimento ao processo, e no dia 22-10-2017 enviei também por e-mail o comprovativo de pagamento da franquia.No dia 30/10/2017 recebi um e-mail a solicitar a recolha do equipamento, tendo recebido depois um e-mail como resposta no dia 02/11/2017 a confirmar a entrada do equipamento no serviço técnico.A 13/11/2017 foi-me enviado outro e-mail que afirmava que o equipamento já tinha sido reparado e que iria então ser enviado para a minha morada.No próprio dia que recebi o equipamento, 14/11/2017, enviei um e-mail e questionei por que razão o canto do telemóvel não tinha sido reparado. Resposta que nunca obtive por e-mail, pelo que tive que ligar para o apoio ao cliente da SPB Iberica, ao que me foi respondido que não tinha sido reparado por ser um dano estético. Acontece que o meu equipamento, Samsung S8 é um telemóvel à prova de água, e sendo considerado pelo departamento técnico um dano estético, eu solicitei garantias em como não entraria água pelo canto danificado, uma vez exposto a esta. Claro que nunca obtive uma resposta.Para além disto, o software do equipamento ainda vinha pela metade, deixei de receber notificações, tanto de aplicações como de e-mails.Dia 16/11/2017 enviei um e-mail a questionar novamente por que razão o equipamento não tinha sido reparado em condições.A 17/11/2017 enviei novo e-mail com fotos tiradas pelo equipamento a comprovar que a câmara continuava desfocada, consequência do sinistro, e pelos vistos, este dano não foi reparado. Neste mesmo dia contactei novamente a seguradora, mas sempre sem sucesso uma vez que as respostas que me são dadas são sempre as mesmas “tem que aguardar uma resposta do serviço técnico não lhe consigo responder a essa questão, só mesmo com o serviço técnico tem que enviar um e-mail para a qualidade pois aqui já não conseguimos resolver mais nada”. No entanto, o colaborador que me atendeu a chamada respondeu-me a uma questão muito simples que coloquei: uma vez que já tinha passado bem mais do que 30 dias do envio de toda a documentação solicitada, da recolha e da entrega do equipamento, que não estava em condições, eu teria direito a um novo equipamento? Ao qual o colaborador me responde que sim, que segundo a lei sim tenho direito ao novo equipamento mas que teria que expor a situação ao departamento de qualidade. Nunca obtive qualquer resposta relativamente a este tópico, como seria de esperar…Após enviar dezenas de e-mails repetidos, pois só assim consegui obter uma resposta, recebi um e-mail e uma chamada a solicitar nova recolha do equipamento, ao qual respondi dia 05/12/2017, fazendo uma reclamação, uma vez que não me foi dada nenhuma resposta relativamente aos e-mails que enviei, logo, tinha receio de enviar novamente o meu telemóvel para “reparação”.Dia 11/12/2017 enviei outro e-mail a perguntar se algum dia iria obter alguma resposta da vossa parte, mais uma vez, claro que não obtive resposta.Dia 13/12/2017 e dia 18/12/2017 voltei a enviar e-mails a solicitar o anexo que não me tinha sido enviado aquando do pedido de nova recolha, e que teria que ser preenchido por mim com a devida informação.Dia 20/12/2017 envio novo e-mail a questionar novamente se algum dia irei ter uma resposta…No dia 26/12/2017 enviei 11 e-mails, num total de 22, tanto para o departamento de qualidade como para o e-mail seguradofnac, que surtiu efeito pois no dia 27/12/2017 recebi uma chamada telefónica para recolha do equipamento. Esta recolha deu-se no dia 29/12/2017.Dia 04/01/2017 recebo um e-mail a dizer que não poderá ser dado seguimento à participação de sinistro, por ser um dano novo. Acontece que o dano não é novo e há provas disso. Neste mesmo dia também recebi uma notificação de envio do equipamento para a morada. Posto isto, reenviei todos os e-mails que já tinha enviado anteriormente com as provas de que o equipamento não tinha sido reparado na totalidade da primeira vez e reclamei. No dia 05/01/2017 não recebi o equipamento, nem no dia 08/01/2018, nem no dia 09/01/2018, pelo que neste dia resolvi ligar para transportadora Nacex, a questionar onde se encontrava a minha encomenda, ao qual me foi respondido que tinham ordens para devolver a encomenda ao remetente, ou seja, à SPB Iberica. Eu não fui notificada com nenhum e-mail ou chamada telefónica por parte da seguradora, o que é lamentável. Recebo uma notificação de envio e a partir daí nunca mais sei nada sobre o meu processo nem respostas a e-mails ou justificações relativamente ao nunca ter recebido o equipamento. Também neste mesmo dia enviei e-mails a questionar a situação.Aguardei uns dias, na expectativa de receber algum tipo de resposta, mas não aconteceu. Pelo que no dia 14/01/2017 enviei um e-mail a expor a situação, a perguntar por que razão não fui avisada do sucedido e que já estou privada do meu telemóvel há muito tempo.Depois deste e-mail ainda recebo um novo e-mail, dia 15/01/2017, a solicitar nova recolha e uma chamada da seguradora para confirmar o dia da recolha, ao que informei a colaboradora de que não poderia haver recolha quando nunca houve uma entrega.Contactei a seguradora por chamada telefónica, que me responderam que o equipamento deve ter voltado para o remetente talvez devido à minha reclamação por e-mail, que provavelmente estará a ser analisado pelo departamento técnico, mas que não fui notificada porque não são eles quem trata dessa parte. Então quem trata? Dia 16/01/2017 mandei novamente e-mails a reclamar, pois tal não é a falta de organização desta empresa, que nem sabem dos equipamentos dos clientes, ao ponto de me solicitarem uma recolha quando ainda não me foi entregue. Neste dia enviei também a prova de recolha do equipamento no dia 29/12/2017.Dia 18/01/2017 enviei novo e-mail a solicitar respostas, e até hoje dia 21/01/2018 continuo sem obter qualquer tipo de resposta.Tenho que referir que pelas últimas vezes não enviava só um e-mail mas sim dezenas deles, iguais, tanto para a qualidade, como para o seguradofnac, para que na vossa caixa de entrada se fizesse notar que este processo não está resolvido, nem de perto, e que estou privada dele há quase um mês, sem respostas da vossa parte, sem justificações, sem arranjos, sem nada. No entanto continua a ser debitado da minha conta os 23,99€, mas o meu equipamento reparado, não o tenho. Esta situação arrasta-se desde Outubro e eu exijo uma resolução o mais rápido possível!Hoje dia 22/01/2018 contactei novamente a seguradora por chamada telefónica, e a resposta foi que iriam notificar o departamento técnico para resolverem o processo com urgência, ainda me solicitaram outro contacto e outra morada, pois alegaram que o departamento técnico me estaria a tentar contactar já há muito tempo mas sem sucesso...Estranho, se não houve problemas com a primeira recolha e entrega, por que razão há agora? Para além disto, não me confirmaram que o meu equipamento se encontrava com eles.Começo a achar que foi furtado ou extraviado.A minha advogada irá notificar a SPB Iberica e se até ao fim do mês de Janeiro não obtiver nenhum tipo de resposta, o processo seguirá para tribunal.Lamentável toda esta situação, lamentável também, a Fnac, como intermediária, lavar as mãos e dizer que não é nada com eles. Quando é para vender o seguro estão lá todos sentados a dar-nos o papel para assinar, quando se trata de problemas para resolver já não é nada com eles.Nunca mais irei comprar nenhum equipamento na Fnac e muito menos contratar esta seguradora.
Impossibilidade de contacto com a GLS
Apesar de todas as minhas tentativas de contacto (preenchimento de formulário no site da GLS e inúmeros telefonemas) vejo no site da GLS que a encomenda endereçada para mim,com as referências seguintes, foi devolvida ao remetenteNúmero de encomenda:98272904586CP72 tracking numberRO884693623GBComo o meu endereço é um Apartado dos CTT, logo que soube que a referida encomenda, enviada de Inglaterra via Royal Mail, chegaria a Portugal via GLS, procurei contactar a GLS variadas vezes para lhes comunicar o local da minha residência. Apesar dos meus esforços, nunca os consegui contactar.
PCDiga - Lastimável serviço de reparação
A PCDIGA é uma loja de informática referência em Portugal e até há muito pouco tempo a minha experiência pessoal com a loja tinha sido a melhor. No entanto o que se passou comigo (Ary Costa) e com a minha namorada (Inês Oliveira) na PCDIGA Leiria deixou-me francamente desapontado com a falta de profissionalismo com que me deparei.Há cerca de três anos atrás a minha namorada (Inês Oliveira) adquiriu o seu computador de gaming na PCDIGA Leiria (é importante realçar que neste artigo eu refiro-me especificamente à loja de Leiria e não às outras lojas). A máquina funcionou bem até há cerca de um mês atrás, altura em que começou a crashar e por vezes teimava em não ligar.Pois bem, este tipo de problemas são muito comuns em computadores e a minha namorada decidiu deslocar-se à PCDIGA Leiria com o objectivo de receber um diagnóstico do problema e descobrir quais seriam os custos de uma eventual reparação.--- A Primeira Visita ---A falta de profissionalismo começou aquando da primeira visita dela à PCDIGA Leiria. Ela deslocou-se à loja com o seu computador e informou-lhes que por vezes quando ela carregava no botão power a luz indicadora até acendia mas o ecrã permanecia preto. Era como se algo estivesse a impedir o computador de arrancar normalmente e isto começou a acontecer tantas vezes que ela ficou preocupada.O técnico de serviço da PCDIGA Leiria levou de seguida o computador dela para o que eu presumo seja a sua sala de reparações e após alguns minutos voltou com a máquina e informou-a de que o problema residia num processador danificado. Pior do que isso, eles não tinham processadores i7 compatíveis com a motherboard do computador da minha namorada, só restava mesmo um processador i5 inferior o que essencialmente significaria que uma mudança de processador nestas condições seria para pior.O técnico sugeriu então duas hipóteses:1. ou ela mudava para um processador inferiorou2. apostava numa renovação da máquina que consistia na compra de um novo processador, uma nova motherboard bem como memórias novas.Escusado será dizer que a primeira opção era mudar de cavalo para burro e a segunda era demasiado dispendiosa e só poderia ser mesmo uma alternativa de último recurso.A minha namorada voltou para casa desiludida mas de imediato todos ao seu redor estranharam que o processador de um computador, que não é assim tão antigo, estivesse avariado.--- A Segunda Visita Já Comigo ---Eu (Ary Costa) também fiquei intrigado, tão intrigado que eu próprio decidi deslocar-me à PCDIGA Leiria para me certificar de que realmente eles tinham a certeza naquele diagnóstico. Por esta altura o computador já só ligava esporadicamente e o problema estava mais grave.Quando cheguei à loja falei com um técnico - não era o mesmo com quem a minha namorada falou na sua primeira visita - e rapidamente expliquei o que se passava e pedi-lhe para verificar o computador de forma a darem-me a certeza de que realmente o processador estava danificado e necessitava de ser trocado. De realçar que eu fui bastante claro quando lhe disse que nós queríamos ter a certeza de qual seria o problema para então decidirmos o que iríamos fazer.Tal como aconteceu na primeira visita, este técnico levou o computador para a sala de reparações e poucos minutos depois voltou com a máquina na mão e também ele afirmou categoricamente que o problema residia no tal processador danificado. Ele não sugeriu que nós deixássemos lá a máquina para que eles pudessem fazer um diagnóstico mais aprofundado, pelo contrário parecia certo de que era o processador e apresentou as mesmas duas hipóteses já indicadas pelo seu colega na primeira visita:1. uma seria a mudança para um processador mais antigo2. a outra era o tal upgrade de componentes mais dispendioso.É claro que eu avancei com uma terceira hipótese que era a compra de um novo processador do mesmo modelo do que o antigo. Na PCDIGA esse processador não estava disponível mas eu já tinha verificado com a minha namorada e ele estava à venda numa outra loja em território nacional. O técnico concordou que um novo processador resolveria o problema.Esta segunda visita que a minha namorada fez comigo à PCDIGA Leiria aconteceu apenas porque eu queria ter a confirmação de que realmente o processador estava danificado e era necessário trocá-lo.Voltámos para casa e decidimos então mandar vir um novo processador igual ao antigo que supostamente estava danificado mas qual não foi o nosso espanto quando verificámos que o problema persistia também com o processador novo colocado. É verdade, não só o problema continuou como numa terceira visita à PCDIGA Leiria eles descobriram que AFINAL o problema não era o processador, ALIÁS tanto o processador novo como o processador antigo estão impecáveis!!--- A Terceira Visita... ---Na terceira visita a minha namorada foi atendida pelo mesmo técnico que me disse a mim na cara - com aparente confiança - que o problema era um processador danificado. Pois bem, desta vez ela foi precavida e levou consigo o seu irmão que tem conhecimentos sólidos na área de hardware.Pois bem, nesta terceira visita este técnico chegou à conclusão que o problema afinal não era o tal processador danificado - porque como eu referi anteriormente tanto o processador antigo como o novo estão impecáveis - e informou a minha namorada que seria necessário ela deixar lá o computador de forma a que eles pudessem investigar o problema para descobrirem o que se passava de uma vez por todas.Entretanto os cerca de 300€ gastos no novo processador foram-se! Ou seja, a minha namorada comprou um processador novo porque confiou na informação recebida por dois técnicos da PCDIGA Leiria mas essa informação estava errada!O resultado: uma cliente da PCDIGA Leiria gastou cerca de 300€ num novo processador quando não precisava de o fazer e tudo porque agiu de acordo com a informação recebida pelos técnicos da loja em questão.--- A Conclusão, o Computador Reparado e o Problema Resolvido ---Naturalmente que depois da terceira visita à PCDIGA Leiria a minha namorada não voltou à loja para descobrir o problema e reparar a máquina, pelo contrário ela decidiu recorrer a um outro estabelecimento de reparações de computadores. Uma loja infinitamente mais pequena quando comparada com um colosso como é a PCDIGA Leiria naquela cidade, mas que curiosamente diagnosticou e resolveu o problema de um dia para o outro.O problema não era um processador danificado, era simplesmente uma motherboard que não estava actualizada...Foi necessário actualizar a BIOS e os controladores (drivers) do chipset da motherboard e voilà o computador está novamente a funcionar às mil maravilhas. O trabalho foi realizado de um dia para o outro e custou apenas algumas dezenas de euros.--- Uma Daquelas Inevitabilidades da Vida... ---Todos nós temos uma história destas, por vezes acontece com o carro, outras vezes é com a máquina de lavar roupa lá de casa e a lista continua..Infelizmente estas coisas acontecem, eu chamo-lhes de inevitabilidades do destino que ocorrem quando nós, sem sabermos, somos obrigados a lidar com profissionais que das duas uma: ou não estão nos seus melhores dias ou dificilmente podem ser apelidados de profissionais.Em abono da verdade reconheço que a a minha namorada não foi obrigada a comprar um processador novo, ela simplesmente limitou-se a seguir os conselhos de dois técnicos de uma loja em que ela confiava. Infelizmente nós não devíamos ter confiado no diagnóstico destes dois técnicos da PCDIGA Leiria, devíamos ter procurado uma segunda e até uma terceira opinião se necessário.O que é certo é que eu pessoalmente perdi confiança na PCDIGA Leiria e não aconselho ninguém a reparar por lá a sua máquina.
Cobrança de custos de honorários de advogado
Foi-me solicitado pagamento de quotas de condominio atrasadas que já haviam sido pagas em 2016. Efectuei o pagamento de 4º trimestre 2016 por transferência bancária tendo enviado por mail o comprovativo para a empresa gestora do condomínio e para o solicitador que tratou do processo. Em Outubro/2017 enviei mail para a empresa e para o mesmo solicitador a solicitar envio dos avisos de cobrança para proceder ao pagamento.
Pagamento de saldo em divida
Exmo. Sr.,Sou membro da Netsonda desde 2008, e participei sempre com regularidade nos inquéritos Netsonda de forma bastante leal.Em 06 de dezembro de 2016, fiz o pedido de saldo, ao qual me foi proposto pela pag. Netsonda a ADESÃO AO PROGRAMA EXTENSÃO DO SALDO COM BÓNUS e que eu aderi.A 5 de agosto de 2017, após ter feito alguns inquéritos Internacionais e recomendar alguns amigos, fiz novamente o pedido de saldo, uma vez que estava em situação de o solicitar. Em 15 de Setembro perguntei à Netsonda quando me era pago os 55€ que havia pedido em 5 de agosto de 2017, ao que me foi respondido que existem contas fraudulentas recomendadas por mim.Ora estou a solicitar o saldo dos meus inquéritos desde 2014, e não posso responder pelas outras contas que nada tenho a ver com o que cada pessoa faz e que até ao dia 17 de Outubro a minha conta esteve ativa, tendo eu feito o ultimo inquérito Internacional a 15 de outubro de 2017. Se a Netsonda pretendia cancelar a minha conta porque nunca me avisou antes, mas sim só após eu ter perguntado a 15 de Setembro quando era depositado o dinheiro no meu banco.
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