Reclamações públicas

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M. C.
29/07/2018

Cobrança indevida Limpeza pós-incêndio

Boa tarde Ex.mos,Serve o presente para demonstrar o meu desagrado face aos serviços prestados pela empresa Reilimpa Serviços S.A com número de identificação fiscal 503088323.No dia 26 e 27 de Abril de 2018 a equipa da Reilimpa esteve presente na minha habitação para executar uma limpeza pós-incêndio. Apesar de não estar explicito em lado nenhum (website, emails trocados e próprio orçamento - ver anexos), que esta empresa executava limpezas pós-incêndio a comercial da Reilimpa, após visitar o meu imóvel e analisar os requesitos da limpeza informou-me que a Reilimpa teria capacidade para executar a limpeza pós-incêndio, garantindo, que as paredes e tectos seriam limpos e ficariam prontos para aplicação directa de tinta. É de notar que geralmente as limpezas pós-incêndio compreendem a limpeza de tectos e paredes ou a limpeza de tectos e paredes e recheio.Apesar de estranhamente o prazo da intervenção ser de só dois dias, enquanto outras entidades especialista em limpezas pós-incêndio não terem dado prazos inferiores a uma semana, solicitei a intervenção da Reilimpa, para a limpeza de tectos, paredes e recheio.A equipa Reilimpa iniciou a intervenção no meu imóvel, sem EPI's (equipamentos de proteção individual), tendo em falta óculos e máscaras, tendo eu disponibilizados estes EPI's em falta para a equipa avançar com a limpeza. Durante a limpeza questionei a equipa sobre os produtos utilizados, dando-me a garantia que eram os melhores do mercado, usando a lixívia como termo de comparação, informaram-me que eram muito mais eficazes.No final da limpeza, reparou-se que um tampo de cozinha estava partido, consequência de um colaborador da Reilimpa se ter apoiado com os pés no mesmo durante a limpeza. Confrontou-se a responsável, que teria estado a lavar a loiça durante o primeiro dia, ou seja, esteve em contacto com o tampo na zona partida durante esse dia e concordou que o tampo não se encontrava partido antes da intervenção. Ficou combinado que a Reilimpa entraria em contacto comigo para resolver o assunto. A equipa foi embora, deixando 8 sacos do lixo de 200L cheios na minha habitação, justificando-se que os mesmo não cabiam no ecoponto, portanto não os iriam levar, e assim foi.Contactei uma empresa de pinturas para iniciar a obra, quando me informaram que a mesma não podia avançar, devido às paredes e tectos não estarem limpos. Informaram-me que a empresa que fez a limpeza pós-incêndio simplesmente tinham passado um pano e que seria impossível a aplicação de tintas naquele estado. A empresa de pinturas demonstrou-me como as paredes deveriam estar usando um esfregão de cozinha e lixívia.No anexo 2 pode-se observar a diferença entre a limpeza Reilimpa e a limpeza com um esfregão e lixívia. Pode-se concluir que a Reilimpa não está apta para executar limpezas pós-incêndio e não cumpriram com as garantias dadas antes da intervenção. Aguardei o contacto da Reilimpa para resolver o assunto pendente em relação ao tampo partido, e sem qualquer justificação enviaram-me a factura para pagar 50% da intervenção que se encontrava em falta.Informei por email a Reilimpa das não conformidades da intervenção, enviando registos fotográficos (ver anexo 2) e combinou-se com a comercial que tinha visitado o meu imóvel antes da intervenção e com a responsável que esteve presente durante a intervenção, de nos encontrarmos na minha habitação para poderem confirmar as não conformidades. Ambas verificaram que os tectos e paredes não tinham sido devidamente limpos, observaram o trabalho da empresa de pinturas que tinha limpo uma parede com esfregão e lixívia e comparam com o que faltava limpar, a limpeza feita pela Reilimpa. Para garantir às senhoras que bastava um esfregão e lixívia, eu próprio, na presenças das mesmas, limpei uma pequena área do tecto, tendo eliminado toda a fuligem naquela zona. Durante a visita ao imóvel a Reilimpa desculpou-se que a lixívia era melhor que os produtos deles, por isso é que não era possível obter os resultados pretendidos, que não utilizavam esfregões, só extensores com pano na extremidade e em relação ao tampo da cozinha, afinal não tinha sido partido pela Reilimpa, apresentaram-me a teoria que já estava partido antes da intervenção. As senhoras da Reilimpa viraram costas e saíram da minha habitação sem darem nenhuma conclusão da visita, tendo-me ainda acusado de estar a arranjar desculpas para não pagar o valor em falta, apesar de terem verificado pessoalmente o serviço prestado.No dia 25 de Julho de 2018, recebi um email da Reilimpa a ameaçar recurso a vias judícais se o restante pagamento não fosse efectuado no prazo de 2 dias.A empresa Reilimpa não cumprio com as garantias dadas e pode-se concluir que limpezas pós-incêndio não estão no âmbito da mesma, tendo o serviço prestado ficado longe de atingir os ojectivos.A empresa Reilimpa não reconhece que falhou no serviço prestado e demonstra grande falta de seriedade não reconhecer que está a fazer uma cobrança indevida.Anexo 1 – Email não conformidadesAnexo 2 – Registo fotográfico não conformidadesAnexo 3 – Email Proposta comercialAnexo 4 – Proposta comercialAnexo 5 – Factura FT 2754Anexo 6 – Email Ameaça judicial Sem mais a acrescentar,Marco Costa

Encerrada

Possível burla em compra de YZF R1 2018

O cliente ( Francisco Silva ) dirigiu-se à empresa em questão ( Motoracing Faro ) em Fevereiro do presente ano para efectuar uma compra em pronto pagamento de uma YZF R1 de 2018.Até à data, foi depositado na conta do stand pelo cliente, 17 000 € ( comprovativos serão fornecidos se necessário ) pois assim foi exigido pelo Sr Pacheco ( dono do stand ) para que a mota pudesse ser encomendada.O motociclo em questão, em qualquer stand do país, está disponível, após pagamento, desde Abril do ano corrente.O dono do stand de motociclos ( Sr Pacheco ) não é capaz ( mesmo sendo Julho ) de precisar uma data de entrega, relembro que a mota está disponivel para entrega desde Abril, facto facilmente comprovável contactando a responsável Yamaha em Portugal ( foram eles que me forneceram esta informação.A Yamaha Portugal, também me forneceu outros detalhes, nomeadamente que a empresa Motoracing passa por dificuldades, ou seja, estão endividados.Ora isto comprovou-se quando o Sr Pacheco casualmente e por telefone, me disse que ainda nem sequer pediu a mota e que os 17 000€ foram utilizados por ele para comprar outros motociclos, para outros clientes. O descaramento.Isto é burla, incompetência e uma vergonha, pois a motoracing tem o patrocinio Yamaha para trabalhar no Algarve. Este senhor não tem, e nunca teve segundo o que sei, capacidades para me entregar o produto que lhe paguei. Estamos a falar de uma venda do mais fácil que há. Empresa tem um produto, cliente tem o dinheiro. Contando desde a data oficial de entrega, Abril, passaram já 3 meses, onde estive sem mota e por conseguinte, sem veículo, pelo que exigo compensação por este prejuízo.

Encerrada
A. C.
04/07/2018

Exposição contrato PC18041832

Venho por este meio expor junto de vos uma situacao que decorreu ontem, dia 20 de junho, que creio ser meu dever dar-vos conhecimento, assim como mostrar a minha surpresa e desagrado. No passado dia 14 de junho, assinei convosco um contrato (PC18041832), refente ao aluguer do veiculo Nissan Juke com a matricula 85-UJ-16, pelo periodo de seis dias, tendo a entrega sido realizada ontem por volta das 07h00, aquando da abertura das vossas instalacoes do aeroporto de Lisboa. Aquando da assinatura do contrato, todo o processo foi realizado ao balcao, nunca tendo o vosso colaborador se deslocado junto da viatura. Ao balcao, foi-me informado pelo vosso colaborador, alem de todas as formalidades do processo, que o veiculo se encontrava danificado numa das portas traseiras. Apos terminar todo o processo ao balcao, desloquei-me sozinho junto do veiculo e procedi a uma rapida vistoria ao mesmo, importa salientar que o veiculo se encontrava no interior das vossas instalacoes (local escuro e com pouca visibilidade), no entanto de imediato me apercebi de um enorme dano na parte superior direita do para choques traseiro. Nesse mesmo momento desloquei –me ao balcao e apos relatar ao vosso colaborador o que tinha observado, este sem a qualquer momento se deslocar junto do veiculo, averbou o dano na caixa “danos a saida” do meu contrato. De referir que, na minha opiniao, qualquer vistoria efectuada ao veiculo em causa, por muito superficial que fosse teria dado conta deste dano, o que me leva a crer que os danos referentes ao veiculo que aluguei nao estariam actualizados na vossa base de dados. Ainda no decorrer do dia 14, apos chegar a minha residencia em Leiria, em local bem iluminado e com o piso claro, apercebi-me de outro dano no veiculo, desta feita na parte inferior esquerda do para choques frontal. Admito que nao entrei de imediato en contacto com os vossos servicos, pelo facto de ter sido testemunha da forma facil e rapida que tinha sido tratada a situacao do dano que encontrei ainda nas vossas instalacoes. Ja na manha do dia 20, apos a vistoria para a entrega do veiculo realizada pelo vosso colaborador , o mesmo me informou que seria obrigado a reter um valor da franquia bloqueada  a data da assinatura do contrato, referente a reparacao do dano no para choques traseiro, de imadiato lhe mostrei o meu contrato, onde o vosso colega que me fez o mesmo, acrescentou o referido  dano, tendo esta situacao ficado resolvida. Devido ao anteriormente relatado, e ja depois de realizada a vistoria final (se fosse eu o responsavel pelo dano, neste momento ja estaria safo e ficaria calado),  lembrei-me do tal dano na viatura que observei em Leiria, e agindo de boa fe e de forma sincera, informei o vosso colaborador  do mesmo. Fiquei estupefacto ao ouvir da boca do vosso colaborador que seria obrigado a cobrar-me o dano no para choques frontal, dano que ele mesmo um minuto antes nao havia observado, provavelmente devido a sua localizacao, a mesma razao pela qual eu tambem nao o vi quando levantei o carro. Ainda tentei reexplicar a situacao, mas sem sucesso. Pedi a presenca de um responsavel  o que sucedeu, mas do qual obtive a mesma resposta. Tendo em conta que o meu aviao partia do aeroporto as 08h25, e ja deviam ser nessa altura 07h30, nada mais consegui fazer no momento, sendo obrigado a abandonar as vossas instalacoes para nao perder o meu voo. Sendo ainda  informado pelos vossos colaboradores que me iria ser enviada uma factura com o valor a descontar da franquia, o que recebi ainda antes de entrar no aviao. Durante toda a tarde de ontem, tentei entrar em contacto com as vossas instalacoes em Lisboa o que foi completamente impossivel uma vez que, ou nao atendiam ou estava ocupado. Liguei ainda para um numero que retirei da net, tendo atendido uma senhora que depois de me ouvir e num portugues muito timido me informou que para qualquer reclamacao, a mesma teria de ser feita por escrito, nao me sendo possivel sequer pedir a identificacao de todos os vossos colaboradores intervenientes no processo. Sou vosso cliente a cerca de tres anos, e sempre recebi por parte dos vossos colaboradores um enorme profissionalismo e simpatia, o que me leva a continuar a ser vosso cliente ate ao dia de hoje. Por acreditar que toda esta situacao seja um mal entendido ainda a tempo de ser remediado, me dirijo aos vossos servicos com o pedido de que nao me seja cobrado a reparacao de um dano que nao fui eu que provoquei.

Encerrada

Reclamação do telemóvel

Tenho um iPhone 6S Plus dado novo pela seguradora spb, seguro da fnac, que sempre apresentou defeito no botão principal, visto ter já uma experiência má em relação ao botão do meu iPad que deixou de funcionar, tenho tentado reclamar o telemóvel para não acontecer o mesmo.A bateria também não está em bom estado.Deste equipamento foi dada garantia de 1 ano, que terminou no dia 06/04/2018. É o número de processo é 909771.Enviei um e-mail para seguradofnac@spb.eu no dia 17 de Fevereiro a explicar a situação para proceder à reclamação, reenviei o mesmo e-mail no dia 22, não obtive resposta então voltei a enviar um novo e-Mail a pedir que entrassem em contacto comigo, coisa que não aconteceu. Então desloquei-me à loja FNAC NORTESHOPPING PORTO, para explicar a situação, foi me dito que tinha que ser reclamado à spb que eles não podiam ficar com o artigo, ficaram com os meus dados para entrar em contacto com a seguradora e me dar uma resposta. Perguntei também se a bateria tinha garantia porque em pouco tempo ficou viciada, disseram-me que sim. Passou uma semana mandei mensagens através do facebook para a fnac Portugal que entrou em contacto com a fnac do NORTESHOPPING e ligaram-me passados uns dias a perguntar se já tinham entrado em contacto comigo e eu disse que não. Foi-se arrastando e ninguém me disse mais nada. Liguei diretamente com a spb, mais uma vez expliquei a situação toda, e a Sra respondeu que as garantias são dadas pela fnac eles só tratavam de situações em que o cliente aciona o seguro. Visto isto se ter arrastado por tanto tempo, e eu morar a 40km do Porto só me foi possível passar na fnac no dia 06/04/2018. Falei com um responsável, António Machado, e ouvi novamente a conversa de ter que ser a seguradora a levantar o equipamento e se responsabilizar pela garantia. Enviei todos os e-mails para o funcionário para ele resolver a situação, tem sido muito profissional, não tenho nada a apontar. Tive que trocar mais e-mails com o Sr. António por não haver nenhum contacto. Até que finalmente recebo uma chamada para fazer o levantamento do equipamento no dia 10 de Maio, até aí tudo bem, a partir daí também recebi um e-mail da spb (o único e-mail) para desativar a função FMI. Fiz o que me disseram e enviei um e-mail a informar. Recebo o telemóvel no dia 28/05/2018 sem qualquer relatório e exatamente igual, nada foi feito ao equipamento. Enviei e-mail para a spb mas como das outras vezes não obtive resposta.

Encerrada
R. H.
08/06/2018

empresa tenta acrescentar serviços para cobrar mais valores

Contratei um serviço de mudança internacional de Lisboa para Hamburgo, com a empresa de mudanças translowcost, após ter combinado um valor para este serviço, 553.50 € (450€ + IVA). Consultei ainda a empresa para saber se necessario paletização das caixas a transportar, e disseram-me que para o transporte das caixas não seria necessário os bens estarem paletizados. Confirmei então o serviço.Mas depois fazer transferencia o valor total de service (553,50), mandaram outra email a dizer que a paletização das caixas vai ter outro custo. Liguei a empresa translowcost e perguntei se a paletização vai ter custo, eu posso fazer paletização e entrega todo meu cargo em palate mas informou-me que não é neccesário fazer paletização desde todo meu cargo esta em caixas.No dia 30 de maio de 2018, fizerem recolha os meus caixas.No dia 6 de Junho, Já em Hamburgo, recebi um email desta empresa a pedir a cobrança do custo de paletização dos meus bens no valor de 307,50 €. Tentei cancelar o service varias vezes, mas disseram-me que não devolvem o dinheiro pago, e que se eu não pagar este novo valor a partir de 11 de junho seguem para armazém com os custos associados (valores a confirmar).Eu pergunto, que direitos tenho nesta situação? Desde o início que esta empresa tenta acrescentar serviços para cobrar mais valores, obrigou-me ao pagamento total do transporte, e apesar de ter sido acertado que não havia paletização dos bens, estão a tentar cobrar este valor, ainda ameaçam que levam as minhas coisas para armazém, e que terei mais custos por isso, sem sequer indicar quais são estes valores. Declaro que tenho alguns emails trocados com eles que comprovam estas afirmações.Acrescento que neste momento já estou na minha nova casa na Alemanha a aguardar os meus bens pessoais e da minha família, e neste momento já comecei a comprar algumas coisas que nos fazem muita falta e a ter despesas extra com estas compras inesperadas.Acordo com legislação europeia à Lei de Defesa do Consumidor indica que a empresa prestador de serviço, quando o consumidor não esta satisfeito com serviço pode cancelar o serviço, sem pagar algum custa extra.

Encerrada
T. P.
01/06/2018

Danos canalizacao durante desentupimento - Martim Moniz

Pela manha de dia 07 de Maio foi detetada dificuldade de escoamento das águas sanitárias do meu apartamento (no 4o andar), que até então haviam escoado com normalidade. Esta dificuldade foi detetada com o acumular de agua no chuveiro e escoamento lento na sanita. Para resolver a situação foi contactada a empresa Simpliesgoto para vir ao local identificar e resolver o problema. Técnicos da Simpliesgoto apresentaram se no local pelas 11:30 e apresentaram como solução realizar uma operação de desentupimento utilizando uma maquina que introduz uma mola pela canalização.Após algum tempo de operação e algumas manifestações de dificuldade em obter resultados, de repente os técnicos declaram que haviam desentupido a canalização. Como demonstração do desentupimento foram abertas todas as torneiras da WC para observar e comprovar que a água escoava agora sem qualquer acumulação de água. Durante este teste surge o vizinho do 2º andar a bater à porta a reportar inundações na sua casa. Nós (eu e os técnicos da Simpliesgoto) deslocámo-nos ao 2º andar e observámos que efetivamente pingava água do teto do apartamento no 2º andar. No 3º andar não estava ninguém em casa. (mais tarde foi também identificado que também caiu agua no 3o andar). Tirei algumas fotos da agua no apartamento do 2o andar. Desde esse dia cortámos a água ao nosso apartamento e temos tentado sem sucesso que a empresa Simplisgoto assuma qualquer responsabilidade pelo ocorrido. As restantes frações do prédio continuam a ser utilizadas com normalidade e sem haver mais relatos de inundações.Na semana anterior ao incidente o nosso apartamento foi utilizado sem ter havido relatos de inundações De reportar que o prédio tem um histórico anterior de infiltrações e fugas de água, que foram resolvidas com obras de fachada realizadas no ano passado.Existem no prédio marcas de infiltracao de água que sao posteriores ao dia 7, mas esse facto nao anula que depois dos técnicos da Simpliesgoto terem introduzido a maquina de desentupir na nossa canalizacao agora corre agua directamente para os pisos inferiores tal nao acontecia antes dos desentupidores terem realizado o seu trabalho.

Encerrada
T. L.
28/05/2018

Problema com rescisão de contrato

O contrato assinado com a empresa foi de um ano, com possibilidade de rescindir, portanto, em quatro meses. Até aí, tudo em ordem. Porém, no contrato, a empresa diz que há um prazo de TRINTA dias para rescisão do mesmo, ao avisar que vai sair. Ok. Eu avisei a minha saída no dia 04/05, pedindo para sair no dia 04/06. A empresa alega que eu não posso sair no dia 04/06 porque os contratos são mensais e que eu deveria ter avisado antes porque os contratos são mensais e devem ser encerrados até os dias 30/31 de cada mês. Tudo bem. Só que eles me cobraram mais quinze dias devido a isto, num valor total de 290 euros. Acontece que, conforme é possível ver nos documentos anexados, o contrato diz que A RENDA é mensal, e que o prazo para a saída é de 30 dias. E o pagamento da renda da Smart Studios é até dia 08 de cada mês, motivo pelo qual eu avisei dia 04/05, e não ao final do mês. Em nenhum momento, o contrato menciona um dia fixo para avisar a data da saída, e eu também não encontrei isso na lei. Lembrando que isso foge da constituição, como podemos ver no artigo 1075, inciso 2º: Na falta de convenção em contrário, se as rendas estiverem em correspondência com o calendário gregoriano, a primeira vencer-se-á no momento da celebração do contrato e cada uma das restantes no 1º dia útil do mês imediatamente anterior àquele a que diga respeito, lembrando que, se assim o contrato fosse cumprido, eu não teria avisado dia 04/05, mas sim antes do dia 01/05.Além disso, no artigo 1087º, diz que A desocupação é exigível após o decurso de um mês A CONTAR da resolução se outro prazo não for judicialmente fixado ou acordado pelas partes.Lembrando que 1 mês é igual a 30 dias.Eu tentei conversar por email com a responsável por diversas vezes, pedi o email da superior, pedi o livro de reclamações, e continuam a me pedir os 290 euros, cada hora alegando uma coisa. Chegaram até a alegar, via telefone, que o motivo seria que teriam arrumado alguém para ocupar o estúdio, mas dias depois, a responsável me ligou perguntando se poderia fazer uma visita, ou seja, isto não era verdade. E, mesmo que fosse, também não está acordado em contrato pagar por isto. Portanto, gostaria de não ter que pagar por isto, a não ser que haja provas, concretas, de que eu estou errada.

Resolvida
M. S.
24/05/2018

Vistoria inqualificável

Hoje dia 24/5 foi realizado uma vistoria ao meu prédio a meu pedido, devido ao telhado ser de fibra de amianto. Sendo a Mhabit se deslocou para confirmar se já se tinha efectuado as obras. Obras quais não tem data de iniciação nem orçamento por parte da empresa Nortabita que está a fazer a gestao do condomínio. A Mhabit ao se deslocar as instalações deveriam de ter dirigido ao requerente algo que se demonstrou uma falta de respeito por não o terem efectuado. Ouvindo apenas Condomínio e não o requerente. Durante este processo foi enviado para a Mhabit uma carta registada do advogado a divulgar o não acesso pela parte da fração tendo estes meios de acesso pela clarabóia do prédio. O condomínio pretende abrir uma entrada por esse acesso para o vão afirmando existir na planta do prédio porem essa entrada não existe. A Arq. Ana Osorio da Matosinhos Habit, foi de uma arrogância tal e se demonstrou em favor ao condomínio dizendo que caso acontece-se algum problema no telhado seria a minha fração a pagar. Sendo que existem duas frações com acesso interior ao vão sendo este dividido em 3 partes.

Encerrada
H. R.
14/05/2018

Problema com garantia de um secador

Após a entrega de um secador com uma avaria, sob garantia, adquirido numa loja Pluricosmética, foi me informado que deveria de pagar cerca de 11€ por uma limpeza realizada pela representante da marca do secador (Ricki Parodi). Estes últimos enviaram junto do secador um saco com uma quantidade absurda de cabelos, alegando que estaria dentro do secador, sendo que, na semana em que o secador teria avariado, realizei a limpeza devida. Entrei em contacto com a empresa Ricki Parodi e não aceitaram a minha reclamação.

Encerrada

Incumprimento com reparação de materiais

Em Julho/Agosto de 2017 a referida empresa colocou-me um portão, uma porta e duas janelas em PVC na frente da minha casa. A porta com o transporte foi riscada e o portão passados três ou quatro meses descolou uma das folhas de PVC. O serviço foi feito e nunca teve um acabamento correto mas o empresário sempre me garantiu que iria fazer a reparação dos materiais (porta e portão). Inicialmente disse que seria em setembro de 2017 quando a fábrica que lhe forneceu o material abria, pois encontrava-se de férias em agosto. Acontece que até hoje isso não aconteceu e fui informado que entretanto fechou portas. Também não atende o telefone. Gostaria de saber o que posso fazer para resolver este problema pois só o dito empresário pode, através da fábrica que lhe forneceu o material, fazer a reparação ou troca dos mesmos.Entretanto também tenho receio que passe o prazo de validade dos trabalhos (não sei se um ou dois anos).Obrigado pelo esclarecimento ou eventual andamento de reclamação.Carlos Manuel da Silva Tarelho

Encerrada

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