Reclamações recentes

V. D.
02/03/2026

Problemas urbanísticos

Em outubro de 2024 adquiri um apartamento na Bobadela através da RE/MAX Bobadela. Durante o processo de financiamento bancário, o avaliador identificou que existia uma área do apartamento correspondente a um logradouro que foi coberto por anteriores proprietários e que esses metros quadrados não constavam na caderneta predial. Antes da escritura, enviei um e-mail à agência RE/MAX a pedir esclarecimentos sobre essa discrepância. A agência respondeu por escrito garantindo que se tratava de um processo simples de regularização, que assumiria a responsabilidade pela situação e que suportaria os respetivos custos após a escritura. Com base nessa garantia escrita, avancei para a assinatura da escritura. Após a compra, a RE/MAX alterou completamente a sua posição, recusando assumir qualquer responsabilidade. Alegaram que eu tinha conhecimento da situação e que, ao ter avançado com a escritura, a responsabilidade passou a ser exclusivamente minha. Entretanto, fui confrontada com notificação da Câmara Municipal relativa a irregularidades urbanísticas e estou atualmente a suportar despesas com arquitetos, advogados e processos de tentativa de legalização. Os custos são elevados e colocam-me numa situação financeira difícil. Considero que houve: • Falta de transparência e informação completa antes da venda; • Garantia escrita que não foi cumprida; • Violação do dever de informação e boa-fé na mediação imobiliária. Solicito a intervenção da DECO para defesa dos meus direitos e para que a RE/MAX seja responsabilizada pelos custos de legalização e demais prejuízos causados.

Em curso
T. C.
22/02/2026

Atuação das agentes Inês Lopes e Fátima Lopes – Remax Must 2

Apresentamos reclamação relativamente ao processo de mediação imobiliária do imóvel sito na Travessa dos Reis nº4, São Pedro da Cadeira, conduzido pelas agentes Inês Lopes e Fátima Lopes, da equipa Fátima Lopes, agência Remax Must 2. A proposta foi aceite a 03/11/2025 e o CPCV assinado a 18/11/2025, com pagamento de sinal no valor de 21.000€. Durante o processo verificaram-se várias irregularidades e incongruências, nomeadamente: - Informação inicial de que a documentação se encontrava regularizada, o que não se confirmou; - Entrega tardia das plantas; - Alterações sucessivas no enquadramento documental do imóvel; - Referência posterior à necessidade de “viabilidade de construção” para imóvel já edificado; - Incumprimento reiterado de prazos indicados; - Falta de respostas claras às questões colocadas por escrito; - Cancelamento de reunião previamente agendada no próprio dia (31/01/2026), após deslocação nossa desde Lisboa. Posteriormente, deslocámo-nos à Câmara Municipal de Torres Vedras, onde verificámos que a documentação não estava em conformidade e que existiam licenciamentos em falta, contrariamente ao que nos foi transmitido ao longo do processo. Face à perda de confiança, desistimos do negócio. Para recuperar o sinal, fomos confrontados com a assinatura de um acordo que afastava eventual direito à restituição em dobro, o que aceitámos com receio de não recuperar o montante entregue. O sinal foi devolvido, mas consideramos que todo o processo ficou aquém dos padrões de transparência, rigor e profissionalismo exigíveis. Solicitamos análise da situação e resposta formal.

Resolvida
F. R.
18/09/2025

Desde 2020 a pedir a cópia de contrato assinado

Ex.mos Senhores, Desde setembro ou outubro de 2020 que solicito cópia do contrato assinado com a Remax Alcateia. Enviei diversos emails a solicitar e, para fugirem à mesma, inventaram ainda mentiras e avançaram com açào. Voltei a pedir, inclusivé à Remax Portugal, que se escudou na dita ação. Mesmo que estivesse a correr, não era direito meu receber a cópia? Mais, no CPCV aparece o nome da Remax Alcateia que, quando houve problemas de falta de cumprimento por parte dos vendedores, enviaram resposta tardia. Tive que arranjar advogado para avançar. Qual, então, a utilidade de uma mediadora? O que esconde a Remax Alcateia e a Remax Portugal, para não entregarem o documento e se escudarem a dar respostas até agora? Será que não temos direitos?

Encerrada
Y. W.
25/01/2024

problema arrendamento

Mudamo-nos para este novo alojamento em Novembro de 2023, e assim que entrámos as anomalias começaram:- A chamine esta apoiada, e durante a tempestada, agua entrou. Nao e possivel usa lo.- A pia está constantemente entupida e vazando pelo ralo.- A Torneira da pia e vazando tambem.- O exaustor não funciona.-O forno e os queimadores a gás não estão todos funcionando- O esquintador e vazando em duas partes, e tem que ser trocando.- Uma janela da quarta do fundo nao pode fechar. Colocamos fita porque ela abre em caso de vento (tempestade).- Os azulejos da sala e do corridor estão soltos em vários lugares e correm o risco de quebrar.- falta uma janela do armário de canto da sala.As anomalias continuaram apesar das tentativas desesperadas de reparação do proprietário:acabamos de descobrir, enquanto fazíamos os reparos com o proprietario, que o contador elétrico em nosso nome também é usado pelo outro arrendamento abaixo, um certo Sr. Ignacio.Ao falar com o proprietario, este diz-me que não pode fazer um segundo pedido de contador porque é um alojamento único aos olhos do Estado e dos impostos.A solução é que tenho que pagar a electricidade das 2 casas?Isto sem ter em conta as novas anomalias da casa: a rampa exterior não está devidamente vedada e ameaça soltar-se, não está terminada e grande parte está sem qualquer segurança.E, claro, a instalação elétrica não está de acordo com os padrões.Não podemos abrir o contrato de água em nosso nome porque também diz respeito aos 2 alugueres.Descobrimos também que a casa está infestada de cupins. Temos grandes buracos no teto de madeira e vivemos sob azulejos como nosso único isolamento.E por fim, nossa instalação de gás apresenta vazamentos e não está de acordo com os padrões.Como a agência não quer saber de nada e nos julga inadequados, obrigado de dizer-nos o que fazer para fazer valer os nossos direitos.cumprimentos.

Resolvida
N. O.
28/03/2023

Rescisão de contrato

Exmos. Senhores,Como proprietário do imóvel com ID 124941095-4 assinei um contrato de exclusividade com a vossa empresa com a duração de 9 meses do qual confiamos o nosso imóvel a uma ex consultora.Sucede porém, que a minha intenção de rescisão de contrato com a vossa empresa imobiliária não se prende única e exclusivamente com a saída da vossa ex consultora, mas sim com o trabalho da vossa imobiliária/vossa nova consultora, em todo e qualquer diligencia efetuada para a angariação de cliente na compra da casa que na presente data é zero.Fiz o pedido por carta registada com aviso de recepçâo à qual me foi respondido por e-mail de uma forma abruta recusando de imediato, sugerindo que fosse apresentado um motivo valido.A minha questão é a seguinte, como proprietário legitimo do imóvel tento um contrato em vigor e não estando satisfeito com os motivo acima mencionados não é o suficiente para que a minha vontade seja respeitada?Irei continuar a prevalecer a minha vontade de rescisão de contrato e irei até as ultimas circunstancias.Sem mais assunto de momento.CumprimentosRicardo Dias

Resolvida

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