Reclamações públicas
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Encomenda aberta e rasgada
Boa tarde mais uma pérola por parte da gls. Além de inventarem uma desculpa esfarrapada Para não procederem á entrega da encomenda atempadamente hoje a mesma é entregue aberta e toda rasgada. Se estavam á espera de encontrar alguma coisa que lhes sei-se bem se lograr am nos seus intentos. A delegação de Alcabideche com. Um serviço vergonhoso. Trabalho á vários anos com a delegação da gls do seixal 5*
Reembolso de preço de bilhete do Festival Nos Alive´25, dia 11.07.25
Exmos. Senhores, até ao momento não tive qualquer reposta à carta registada com aviso de receção enviada no dia 09.07.25, a solicitar o Reembolso de preço de bilhete do Festival Nos Alive´25, dia 11.07.25, e por vós já rececionada. Nesta carta solicito que, enquanto promotores do espetáculo em referência, restituam o valor dos dois bilhetes que adquiri para o dia 11.07.25 do Nos Alive´25 uma vez que o concerto de Sam Fender que estava marcado para o palco principal, foi cancelado por motivos de doença do mesmo. O anúncio deste artista no cartaz do palco principal foi essencial e o único motivo que me levou à compra dos bilhetes. Em anexo envio cópia da carta e documentação enviada, assim como o aviso de receção assinado por vós. Queiram, por favor, proceder ao devido reembolso. Com os melhores cumprimentos
Encomenda paga e não entregue!
Exmos. Senhores, Em 10 de Junho de 2025 adquiri umas sapatilhas adidas samba pelo valor de 77,90 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até 18 dias uteis. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e nunca obtive a resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a entrega da encomenda efetuada ou a devolução do valor da mesma. Cumprimentos. Ana Vicente
Não realização de exame
Dirigi me ao hospital privado de alfena para realizar um exame aos ouvidos . Fui chamada, e quando ia começar a fazer o exame, a técnica diz que falta uma peça no aparelho !! Fiquei deitada mais de uma hora, e a técnica disse "vamos improvisar"??!! Como não tinha a peça "improvisou " e não estava a conseguir realizar o exame , enquanto isso os meus ouvidos foram sendo massacrados com a insistência de tentar fazer sem a tal peça. Perguntei á técnica se demorava muito o qual me respondeu que é um exame que demora 5minutos mas sem a peça que alguém levou não era possível realizar! Ao fim terei de voltar novamente para começar de novo . Como é possível ter esta marcação e o aparelho não estar nas devidas condições! É de lamentar
Incumprimento de contrato e desresponsabilização
Exmos senhores No dia 26 de abril, através da plataforma da empresa "stayforlong" fiz a marcação de alojamento para as noites de 15,16 e 17 de agosto, no Hotel Rali em Viana do Castelo. A referida empresa confirmou a marcação e enviou comprovativo. No dia 15 de junho recebi um email de um representante da "stayforlong" referindo que, afinal, o hotel com que fiz marcação não me poderia fornecer alojamento e sugerindo um outro hotel, que passaria a ser alternativa caso aceitasse. Importa salientar que esta aceitação era feita através de um link disponibilizado para uma página que nada tinha a ver com a "stayforlong" e que obrigava à criação de uma conta na mesma. No dia seguinte, recebi um email da empresa dizendo que estava quase chegada a altura do alojamento no Hotel. Perante a contradição clara, de que me apercebi na mesma altura, contactei telefonicamente o hotel que me informou que, apesar de ter recebido o pedido de alojamento, nunca fora dado provimento ao mesmo, por não haver quartos disponíveis. Perante os factos contactei representante da empresa pedindo a restituição do dinheiro por incumprimento do acordado do qual não era possível imputar-me qualquer responsabilidade. Numa troca de mensagens que, até ao momento soma doze interações, a representante da empresa mostrou-se compreensiva e pediu tempo para a resolução do problema junto dos seus "fornecedores", em prazos que passou de fim-de-semana, para posteriores 24horas, 48 horas e 72 horas depois de ter insistido que este último prazo já estava ultrapassado. No dia 25 de junho já aceitaram o cancelamento do contrato, mas a devolução do dinheiro ainda carece de aprovação junto dos fornecedores. Queria ainda referir que na interação mantida, deixei claro que, neste momento, só me resta aceitar o facto de que o alojamento nas datas requeridas é virtualmente impossível, como já confirmei em recente procura, e que estou disposto a aceitar esse facto. Contudo, como é óbvio, não aceito que não me seja restituído o dinheiro que paguei, pois o serviço não foi cumprido. Para os factos relatados, deixo anexo comprovativo. Muito obrigado
Mapfre - Mapfre nega responsabilidade e recusa a partilha de relatório de peritagem
Venho por meio desta formalizar reclamação contra a MAPFRE Seguros, devido à recusa indevida de indemnização pelo sinistro ocorrido em maio de 2025, alegando falsamente que o evento seria anterior à vigência da apólice (iniciada em abril de 2025). Adicionalmente, a seguradora recusa-se a partilhar o relatório de peritagem, violando o Artigo 88.º do Código do Seguro (Decreto-Lei n.º 291/2007). Factos Incontestáveis - Cronologia Impossível: A alegação da MAPFRE de que o sinistro ocorreu antes de abril de 2025 é materialmente falsa, pois o evento deu-se no meado de maio de 2025. - Violação de Direitos: O Artigo 88.º garante ao segurado acesso a toda a documentação do processo, incluindo relatórios de peritagem. A MAPFRE classificou-o como "documento interno" sem base legal. - Falta de Transparência: Exigi repetidamente as provas técnicas que sustentam a conclusão do perito (ex.: metodologia, registos anteriores), mas a seguradora recusa a partilha de informação. Além de reclamar aqui, vou proceder reclamação também à ASF e Outras Entidades competentes para realizar - Intervenção Urgente: exijo que as entidades audite a Mapfre para: -- Divulgar o relatório completo de peritagem, conforme a lei; -- Justificar como um sinistro de maio de 2025 poderia ser anterior à apólice; -- Investigar possível falsificação de documentos ou má-fé contratual; -- Assumir a responsabilidade e indemnizar os danos com a máxima urgência. - Aplicação de Sanções: Pela violação do dever de informação e transparência (Artigo 94.º do Código do Seguro). - Mediação ou Arbitragem: Solicito a intervenção do CACC ou similar para resolução extrajudicial. Anexos Cópia da apólice; Comprovativo da data do sinistro; Troca de mensagens com a MAPFRE, incluindo a recusa de partilha do relatório; Comunicação prévia com Técnico e Perito enviado pela companhia Mapfre Nota Final: Caso a MAPFRE não regularize a situação em 10 dias úteis, avançarei com ação judicial por incumprimento contratual e danos morais, nos termos do Artigo 800.º do Código Civil.
Vidro partido durante serviço na Norauto
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Norauto de Alfragide, na sequência do registo nº 36721217 efetuado no Livro de Reclamações, relativo a um dano grave causado ao meu veículo e não assumido pela empresa. Ontem, dia 24/07/2025, deixei o meu carro BE 34 TF na Norauto de Alfragide para uma revisão. Quando o fui buscar, a fatura foi emitida às 18:17 e ainda fui até ao carro, tendo provavelmente saído das instalações pelas 18:19. Só reparei no vidro dianteiro partido depois de conduzir cerca de 3 minutos, momento em que tive que parar o carro, procurar o número da loja e ligar para a Norauto às 18:25. Inicialmente não atenderam; voltei a ligar e, quando finalmente atenderam, já estava a chegar novamente à loja para tentar resolver a situação. Voltei ao local em poucos minutos. No entanto, depois de quase uma hora à espera, enquanto alegadamente reviam as imagens de videovigilância, a resposta da equipa foi a de que o dano não teria acontecido nas instalações, e insinuaram que teria ocorrido nos minutos entre a minha saída e o meu regresso. Alegaram que se via nas câmaras que o carro não apresentava qualquer dano nem à entrada, nem à saída, e que “conseguiram vê-lo na saída sem o vidro partido”. Esta versão é inacreditável, impossível e de muito mau gosto, sugerindo que fui eu própria a causar um dano desta gravidade nos escassos 3 minutos fora das instalações. Reforço que: * Não fui informada de qualquer dano no momento da entrega e tenho a certeza de que o vidro não estava assim; * Não foi feito qualquer registo do estado do carro à entrada; * Recusaram-se a mostrar as imagens de videovigilância;; * Não apresentaram nenhuma prova que descarte a responsabilidade da Norauto; * O carro esteve o dia inteiro nas instalações, sob responsabilidade da oficina. Neste momento, tenho um prejuízo direto e urgente: fui informada de que o vidro terá mesmo de ser substituído por completo. Ao longo do dia de hoje terei de encontrar uma empresa especializada que o possa substituir com urgência, e serei obrigada a pagar a franquia do seguro, bem como custos adicionais se o valor da substituição ultrapassar o capital segurado. O carro, neste estado, não está em condições de circular legalmente e não passará na inspeção obrigatória que seria até hoje dia 25/07/2025. A Norauto recusa-se a assumir qualquer responsabilidade, razão pela qual solicito à DECO que intervenha e apoie na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Solicito que a empresa assuma a indemnização correspondente ao prejuízo causado, pois quando isto for respondido certamente já terei substituído o vidro. Sugiro vivamente que sejam revistos os padrões de atendimento, comunicação e conduta da equipa da Norauto de Alfragide, pois o comportamento demonstrado foi, no mínimo, insensível e desumano perante uma cliente em clara situação de vulnerabilidade. Foram totalmente irredutíveis, indisponíveis e frios assim que, depois de eu estar à espera tanto tempo, a resposta foi: "foi a senhora que fez isso e pronto, se quiser escreva no livro de reclamações". Estando grávida, senti-me completamente sozinha, desamparada e impotente perante a recusa da empresa em sequer considerar a hipótese de responsabilidade própria. Acresce que, assim que saí novamente das instalações, senti-me mal e tive de chamar ajuda. Junto em anexo: * Cópia da reclamação no Livro de Reclamações nº 36721217; * Fatura com hora de entrega; * Registo da chamada telefónica; * Fotografias do vidro danificado. Melhores cumprimentos, Verónica Pinto
PRAZO PARA ENTREGA DE CARTÃO
Exmo./Exma. Analista da AIMA, Venho por este meio requerer esclarecimento sobre a tramitação do meu processo de autorização de residência, que se encontra pendente há mais de 90 dias, ultrapassando o prazo legalmente estabelecido para decisão. De acordo com o Artigo 81.º da Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, bem como o Artigo 128.º do Código do Procedimento Administrativo (CPA), a decisão sobre o meu pedido deve ser proferida no prazo máximo de 90 dias, salvo situações devidamente fundamentadas e justificadas nos termos legais. Tendo em conta que até à presente data não me foi comunicada qualquer decisão ou justificação para a demora, solicito que seja dada prioridade ao meu processo, garantindo o cumprimento dos prazos estabelecidos pela legislação vigente. Caso a situação não seja regularizada num prazo razoável, reservo-me o direito de apresentar reclamação formal e recorrer a meios judiciais, nomeadamente uma intimação para a prática do ato devido, conforme previsto no Artigo 129.º do CPA. Aguardo a vossa resposta e agradeço a atenção dispensada.
Cancelamento de contrato
Entidade visada: Master.D – Formação e Ensino à Distância, Lda Motivo da reclamação: Recusa de cancelamento contratual em situação de fragilidade financeira Descrição da situação: Celebrei contrato com a Master.D no dia 12/06/2025 para o curso de Marketing Digital com especialização em E-commerce. Infelizmente, pouco tempo depois da assinatura, fui confrontada com uma situação de desemprego, tendo ficado totalmente dependente do rendimento do meu marido e do subsídio de desemprego, com dois filhos menores a cargo e um arrendamento elevado. Solicitei à Master.D o cancelamento do contrato com base na minha evidente situação de força maior, vulnerabilidade social e incapacidade de continuar a pagar as mensalidades. No entanto, a empresa recusou todas as tentativas de resolução amigável, oferecendo apenas alternativas que mantêm o vínculo contratual e a dívida, mesmo sem condições de pagamento. A insistência da Master.D em exigir o cumprimento integral do contrato, mesmo após apresentação de motivos justificados, representa um tratamento desumano e insensível, incompatível com os princípios da boa-fé e responsabilidade social. O que pretendo com esta queixa: Cancelamento do contrato com isenção de penalizações e perdão da dívida por motivo de força maior; ou Intermediação para suspensão total do contrato enquanto durar a situação de desemprego e comprovada vulnerabilidade financeira. Dados da consumidora: Nome: Rafaela Soares de Melo Berto Nif: 311432220 Telefone: 934146650 Email: rafaelaberto14@gmail.com Endereço: Rua Casal de Entre Matos, n.º 33, 1º Direito – Tojalinho, 2670-348 Loures, PORTUGAL
Contacto
Hoje às 12:34 h, recebi uma chamada telefónica do nº. 930466589 e uma senhora que se identificou como sendo da EDP Comercial, que falava com forte sotaque brasileiro de difícil compreensão, começou a "debitar" a alta velocidade, sem que me desse hipótese de falar, uma série de coisas imperceptíveis, sendo que a dada altura percebi que a EDP me iria dar um desconto de 6% sobre não sei o quê. Durante 4 minutos ouvi tentando perceber a mensagem que supostamente me queria fazer chegar,"e que não conseguiu". Quando tentei falar para pedir esclarecimentos pois não estava a entender nada de nada, a senhora desligou. Ora, o que me preocupa é se ela usou essa artimanha para me fazer subscrever algum serviço ou contrato ou o quer que seja. Assim, informo de que não aceitarei qualquer vínculo seja para o que for e agradeço cabal esclarecimento por este mesmo meio. Grato Inácio Manuel Granadeiro Malta
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