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Cobrança de diagnóstico durante garantia Hyundai
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pela Caetano e pela Hyundai à situação do meu veículo Hyundai, adquirido em 2021. O veículo foi adquirido na Caetano, onde tenho realizado todas as revisões e manutenções anuais, cumprindo as condições exigidas pela marca para usufruir da garantia anunciada pela Hyundai de 7 anos. Recentemente, o veículo começou a apresentar um barulho anormal. Contactei a Caetano, precisamente por ser o concessionário onde comprei o carro e onde tenho mantido todo o histórico de manutenção. Foi-me informado que, para identificarem a origem do problema, teria de pagar 95 € + IVA, correspondentes a uma hora de mão de obra para diagnóstico, e que só depois dessa análise é que iriam determinar se a avaria está ou não abrangida pela garantia. É precisamente esta situação que considero inaceitável. Na prática, estão a exigir que o cliente pague 95€ + IVA para descobrir se tem ou não direito à garantia. Antes de a própria marca determinar se existe uma avaria coberta pela garantia, o cliente tem de suportar o custo da mão de obra necessária para fazer essa avaliação. Esta situação levanta uma questão muito simples: qual é, afinal, a utilidade de uma garantia de 7 anos se, perante uma possível avaria dentro desse período, o cliente tem primeiro de pagar para saber se a garantia se aplica? Como comparação, pensemos nas garantias de outros bens de consumo, como um eletrodoméstico. Quando um equipamento dentro do período de garantia apresenta uma avaria, não é prática habitual o consumidor ter de pagar previamente uma hora de assistência apenas para descobrir se o problema está ou não coberto pela garantia. A situação é avaliada e, caso se conclua que a avaria não está abrangida, o consumidor é então informado dos eventuais custos. Além disso, toda esta situação transmite uma imagem bastante negativa da política da marca. Fica a sensação de que existe um grande esforço para fidelizar e manter o cliente dentro da rede oficial durante os anos de garantia, garantindo que todas as revisões são feitas na marca, para depois, quando surge efetivamente um problema que exige uma intervenção, o cliente ser confrontado com custos adicionais antes sequer de saber se a avaria está coberta. Ou seja, o cliente cumpre a sua parte durante anos, paga as revisões na rede oficial precisamente para manter as condições da garantia e, quando finalmente precisa de recorrer a essa garantia, é-lhe pedido que pague para descobrir se pode ou não usufruir dela. Esta abordagem acaba por transmitir ao consumidor a sensação de que a garantia serve para fidelizar o cliente, mas que, quando chega o momento de assumir uma eventual reparação, são criados obstáculos e custos adicionais. No meu caso, o veículo está dentro do período de garantia, foi comprado na Caetano e todas as revisões foram realizadas na própria rede oficial da marca. Por isso, considero legítimo esperar que uma possível avaria seja primeiro avaliada no âmbito da garantia, e não que me seja imediatamente apresentada uma cobrança de uma hora de mão de obra para descobrir se a marca irá ou não assumir a responsabilidade. Solicito, por isso, a revisão desta situação com a maior brevidade possível Considero que esta situação deve ser seriamente revista. Não me parece aceitável publicitar uma garantia de 7 anos, exigir que o cliente mantenha o veículo na rede oficial durante esse período e, quando surge uma possível avaria, cobrar-lhe 95€ + IVA apenas para determinar se a própria garantia será acionada. Aguardo uma resposta concreta e uma solução para esta situação com a maior brevidade possível.
Tv com avaria persistente
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à televisão da marca , a vosso Marca: LG Modelo: OLED65C36LC.AEU Nº de Série: 307MAYY6WT46 Ref. Fabricante: RNU260521076748 O equipamento apresentou um defeito imagem fica intermitente e desliga ficando só com som . No abrigo da garantia legal, o produto já foi sujeito a três reparações pelo exato mesmo problema, conforme comprovam as folhas de assistência técnica em anexo (Ordens de reparação n.º [Número 1], [Número 2] e [Número 3]). Uma vez que o defeito persiste após três intervenções, a reparação demonstrou ser ineficaz. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, recuso uma nova tentativa de reparação e exijo substituição do equipamento por um novo (Conforme legislação Decreto-Lei nº 84/2021 Artigo 15 nº, nº4, alínea b , sem qualquer encargo adicional. Pois contacto a empresa Circuit Crafters fui informado que terá que levar um novo Painel , que já foi substituído em 21 - 07 - 2025 . Em virtude de ser já a quarta reparação e a avaria ser sempre a mesma , hoje 03 - 09-2026 novamente mais uma assistécnica e a avaria persiste , como devem calcular esta situação é insustentável . Melhores cumprimentos, Luis Manuel Martins Toscano 96613321
Cobrança de diagnóstico durante garantia Hyundai
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pela Caetano e pela Hyundai à situação do meu veículo Hyundai, adquirido em 2021. O veículo foi adquirido na Caetano, onde tenho realizado todas as revisões e manutenções anuais, cumprindo as condições exigidas pela marca para usufruir da garantia anunciada pela Hyundai de 7 anos. Recentemente, o veículo começou a apresentar um barulho anormal. Contactei a Caetano, precisamente por ser o concessionário onde comprei o carro e onde tenho mantido todo o histórico de manutenção. Foi-me informado que, para identificarem a origem do problema, teria de pagar 95 € + IVA, correspondentes a uma hora de mão de obra para diagnóstico, e que só depois dessa análise é que iriam determinar se a avaria está ou não abrangida pela garantia. É precisamente esta situação que considero inaceitável. Na prática, estão a exigir que o cliente pague 95€ + IVA para descobrir se tem ou não direito à garantia. Antes de a própria marca determinar se existe uma avaria coberta pela garantia, o cliente tem de suportar o custo da mão de obra necessária para fazer essa avaliação. Esta situação levanta uma questão muito simples: qual é, afinal, a utilidade de uma garantia de 7 anos se, perante uma possível avaria dentro desse período, o cliente tem primeiro de pagar para saber se a garantia se aplica? Como comparação, pensemos nas garantias de outros bens de consumo, como um eletrodoméstico. Quando um equipamento dentro do período de garantia apresenta uma avaria, não é prática habitual o consumidor ter de pagar previamente uma hora de assistência apenas para descobrir se o problema está ou não coberto pela garantia. A situação é avaliada e, caso se conclua que a avaria não está abrangida, o consumidor é então informado dos eventuais custos. Além disso, toda esta situação transmite uma imagem bastante negativa da política da marca. Fica a sensação de que existe um grande esforço para fidelizar e manter o cliente dentro da rede oficial durante os anos de garantia, garantindo que todas as revisões são feitas na marca, para depois, quando surge efetivamente um problema que exige uma intervenção, o cliente ser confrontado com custos adicionais antes sequer de saber se a avaria está coberta. Ou seja, o cliente cumpre a sua parte durante anos, paga as revisões na rede oficial precisamente para manter as condições da garantia e, quando finalmente precisa de recorrer a essa garantia, é-lhe pedido que pague para descobrir se pode ou não usufruir dela. Esta abordagem acaba por transmitir ao consumidor a sensação de que a garantia serve para fidelizar o cliente, mas que, quando chega o momento de assumir uma eventual reparação, são criados obstáculos e custos adicionais. No meu caso, o veículo está dentro do período de garantia, foi comprado na Caetano e todas as revisões foram realizadas na própria rede oficial da marca. Por isso, considero legítimo esperar que uma possível avaria seja primeiro avaliada no âmbito da garantia, e não que me seja imediatamente apresentada uma cobrança de uma hora de mão de obra para descobrir se a marca irá ou não assumir a responsabilidade. Solicito, por isso, a revisão desta situação com a maior brevidade possível Considero que esta situação deve ser seriamente revista. Não me parece aceitável publicitar uma garantia de 7 anos, exigir que o cliente mantenha o veículo na rede oficial durante esse período e, quando surge uma possível avaria, cobrar-lhe 95€ + IVA apenas para determinar se a própria garantia será acionada. Aguardo uma resposta concreta e uma solução para esta situação com a maior brevidade possível.
Debitos indevidos
Shop-Makers - Réductions Privées FR76840776298. No dia 5 de dezembro de 2025, efetuei uma compra e realizei o pagamento através do meu cartão Visa. Desde essa data até ao passado mês de julho, tem vindo a ser debitado mensalmente na minha conta o valor de 23,90€. Após ter contactado os serviços, fui informada de que teria subscrito um serviço, do qual não tenho qualquer conhecimento ou lembrança de ter contratado. Foi-me também referido que as condições do serviço teriam sido enviadas por e-mail na altura. Contudo, nunca recebi qualquer mensagem com essa informação. Apresentei uma reclamação e solicitei o reencaminhamento desse mesmo e-mail, tendo verificado que os dados de envio não estavam corretos, motivo pelo qual nunca poderia ter recebido a referida documentação. Apesar desta situação, verifica-se uma recusa na devolução dos valores indevidamente debitados. Face ao exposto, solicito novamente a revisão deste processo e o reembolso integral dos montantes cobrados.
Rebentamento da válvula do termostato e sobreaquecimento do motor.
Exmos. Senhores. Solicito a vossa intervenção urgente e a aplicação da política de cortesia comercial (Goodwill) à totalidade da reparação (peças e mão de obra) do meu Nissan Qashqai 1.3 DIG-T 140 CV, com a matrícula 57-VV-87. O veículo tem atualmente cerca de 90 mil km e encontra-se imobilizado no vosso Concessionário Oficial Lage & Lage, Lda., em Chaves. Este pedido fundamenta-se estritamente nos factos e nos documentos oficiais que se encontram em anexo e que passo a expor: 1.º O veículo foi adquirido e sempre assistido, sem qualquer exceção, na vossa rede oficial - Concessionário Lage & Lage, Lda., em Chaves. Conforme poderão verificar nos vossos registos, o plano de manutenção anual foi integralmente cumprido na marca ao longo destes anos (incluindo as revisões anteriores e a última intervenção periódica anual realizada cerca de 2 meses (12/06/06) antes do rebentamento. Uma revisão oficial periódica pressupõe a verificação rigorosa de aspetos críticos da viatura, nomeadamente da estanquicidade e da integridade do sistema de refrigeração. O rebentamento do termostato escassas semanas após a última intervenção periódica, demonstra que houve uma falha na revisão técnica, ou uma omissão do plano oficial da marca na prevenção de quebras em componentes essenciais, ou ainda um defeito oculto no próprio componente. Salienta-se o elevado número de queixas relativas ao rebentamento desta válvula, indiciando a existência de um defeito estrutural. Em qualquer cenário, a responsabilidade não pode ser imputada ao cliente. 2.º Conforme declaração oficial emitida pela vossa oficina em Chaves, o veículo deu entrada de reboque porque "rebentou o termostato ficando a viatura sem líquido de refrigeração, provocando um sobreaquecimento no motor". Demonstra esta declaração que o motor ficou destruído devido ao rebentamento da válvula do termostato e subsequente aquecimento. Salienta-se que, em momento algum, o indicador de temperatura no painel de bordo indicou qualquer alteração à temperatura do mesmo. Esta situação poderá ser facilmente comprovada através da análise do registo da viatura (algo que o Concessionário Lage & Lage, Lda., em Chaves não fez). Devido ao colapso do termostato e à consequente perda instantânea do fluido, presume-se que o sensor terá ficado sem meio de leitura física, induzindo o condutor em erro e impossibilitando uma paragem preventiva antes do dano mecânico. A imobilização da viatura ocorreu em condições de circulação da viatura normais e num local seguro da A24 (SOS - Km 31). 3.º O orçamento de reparação emitido pela vossa oficina (21 072,30 € com IVA) supera o valor de mercado do próprio automóvel, configurando uma perda total económica provocada pelo defeito de um componente de plástico mantido sob vossa responsabilidade. Exigir o pagamento deste valor a um cliente com fidelidade absoluta à vossa marca, devido à falha de um produto mantido rigorosamente na vossa rede oficial, representaria uma total quebra da Promessa ao Cliente Nissan e dos vossos padrões de garantia de qualidade. Face ao exposto, e estando o veículo sob a vossa custódia, solicita-se a assunção integral dos custos de reparação/substituição do motor. Anexos: - Declaração técnica e orçamento do concessionário Lage & Lage, Lda; - Fatura e folha de obra da última revisão oficial; - Histórico/comprovativos das revisões oficiais dos anos anteriores.
Recebi uma encomenda diferente
Exmos. Senhores, Em 27 de agosto de 2026 adquiri um frigorífico mini compacto COMFEE’ 43L, uma porta, Chill Box (0-10 °C) pelo valor de [coloca aqui o preço que pagaste]. A referência da encomenda é 406-7329601-4855567. No dia 31 de agosto de 2026 recebi uma vossa encomenda, mas em vez do frigorífico mini que tinha encomendado, recebi um varal. Exijo que me entreguem o objeto que vos encomendei (frigorífico mini COMFEE’ 43L) e que levantem o que me entregaram por engano. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão de me compensar pelo incómodo e pelos custos de devolução. Além disso, solicito uma compensação pelo transtorno causado (vale Amazon ou crédito na conta). Caso não me resolvam a situação e não me entreguem o que encomendei nos próximos 5 dias úteis, considerarei o contrato como incumprido e terão de me devolver o valor total que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei de tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos (incluindo reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e na DECO PROteste). Cumprimentos, Lucas Vieira Cardoso +351 967 291 832 Lucascardoso37@hotmail.com
Bloqueio/banida
Assunto: Bloqueio da conta Vinted e impossibilidade de aceder às minhas vendas Venho solicitar a intervenção da DECO ProTeste relativamente a um problema que estou a enfrentar com a plataforma Vinted. A minha conta Vinted foi bloqueada, ficando impedida de aceder normalmente à minha conta e de acompanhar/gerir as minhas vendas e transações. Já entrei em contacto com o suporte da Vinted e apresentei recurso, encontrando-me atualmente a aguardar uma resposta. No entanto, até ao momento, não consegui resolver a situação. Na tentativa de perceber se o problema estava relacionado com o dispositivo utilizado, tentei aceder através de outros telemóveis. O bloqueio, entretanto, também ocorreu em outras contas, mesmo utilizando dispositivos diferentes. Por esse motivo, acredito que possa existir algum bloqueio ou associação automática dos meus dados pela plataforma, mas não me foi apresentada uma explicação suficientemente clara que me permita compreender e resolver a situação. Gostaria de esclarecer que a minha intenção não é contornar as regras da Vinted. O que pretendo é apenas que a situação seja analisada individualmente e que me seja explicado de forma clara o motivo do bloqueio. Além do acesso à conta, esta situação está a prejudicar diretamente as minhas vendas e as transações que tenho na plataforma, não me permitindo gerir normalmente os meus artigos e operações. Solicito, por isso, a intervenção da DECO ProTeste junto da Vinted, para que a empresa: 1. Analise concretamente o motivo do bloqueio da minha conta; 2. Informe de forma clara qual regra ou condição teria sido violada; 3. Verifique se o bloqueio foi aplicado de forma correta ou por engano; 4. Proceda ao desbloqueio da conta, caso não exista fundamento válido para a suspensão; 5. Garanta, caso existam valores ou transações pendentes, que estes sejam devidamente tratados e disponibilizados. Já tentei resolver a situação diretamente com a Vinted e estou a aguardar a resposta ao recurso apresentado. Recorro agora à DECO ProTeste por não conseguir resolver a situação pelos canais normais da plataforma. Estou disponível para apresentar prints, mensagens, comprovativos das vendas e qualquer outra documentação necessária para comprovar o ocorrido. Agradeço a análise e, se possível, a intervenção da DECO ProTeste junto da Vinted para tentar solucionar o problema.
Site Scam / Encomenda não entregue há 49 dias – pedido de reembolso integral
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma compra online efetuada no site da empresa Stick Around (stickaround.pt), em 15 de julho de 2026, referente à encomenda nº ORD-20260714231654-776, a qual, até à presente data (2 de setembro de 2026), não me foi entregue, acreditando assim que o site se trata de um site scam, no início informavam ter um problema e simplesmente deixaram de responder. Nos termos do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, o vendedor tem a obrigação de entregar os bens ao consumidor no prazo acordado ou, na ausência de acordo, no prazo máximo de 30 dias a contar da celebração do contrato. Uma vez que decorreram 49 dias desde a data da compra sem que a entrega se tenha verificado, considero estar configurado o incumprimento contratual por parte da empresa, o que me confere o direito de resolver o contrato e exigir a devolução imediata da totalidade das quantias pagas, nos termos do artigo 12.º do mesmo diploma legal. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste junto da empresa Stick Around (StickAround.pt) para que proceda ao reembolso integral do valor pago, incluindo eventuais custos de envio, para o mesmo meio de pagamento utilizado na compra, no prazo legal de 14 dias. Caso o reembolso não seja efetuado dentro deste prazo, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente a ASAE e o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como de exigir a devolução em dobro da quantia paga, conforme previsto no artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. Aguardo confirmação da receção desta reclamação e do processamento do reembolso no prazo indicado. Com os melhores cumprimentos,
Fraude
venho por este meio expor publicamente a minha insatisfação relativamente à agência Kate. Em maio de 2026, efetuei o pagamento solicitado no âmbito do agenciamento da minha filha, Maria. Na altura, foi-me transmitida a expectativa de que todo o processo seria formalizado e teria seguimento. No entanto, desde o pagamento, a situação tornou-se completamente diferente. Até à presente data, não me foi entregue qualquer contrato de agenciamento, não obtive o serviço pelo qual paguei e todas as minhas tentativas de contacto têm sido sucessivamente ignoradas. Não atendem as chamadas, não respondem às mensagens nem aos e-mails e não me é dada qualquer explicação relativamente ao processo da minha filha ou ao valor que foi pago. Entretanto, a agência continua ativa nas redes sociais, o que torna ainda mais difícil compreender a ausência total de resposta perante uma situação que se arrasta há vários meses. Estamos a falar de um serviço pago, associado a uma criança e às expectativas criadas junto da família. Considero inadmissível que, após receberem o pagamento, não exista qualquer acompanhamento, documentação ou sequer resposta às várias tentativas de contacto. A minha filha chama-se Maria e tenho comprovativo de todos os valores pagos e das tentativas de contacto efetuadas. Neste momento, perante a ausência de prestação do serviço e de qualquer resposta por parte da agência, solicito a devolução integral do valor pago. Caso a situação não seja resolvida, irei recorrer às entidades competentes e aos meios legais ao meu dispor para salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora. Continuo disponível para que a situação seja resolvida de forma séria e responsável. Joana Pinhal
Feira dos Sofás (Maia): mais de 60 dias sem solução, artigo de substituição danificado e recusa de d
Feira dos Sofás (Maia): mais de 60 dias sem solução, artigo de substituição danificado e recusa de devolução com um bebé em casa Partilho a minha experiência deplorável com a Feira dos Sofás (Loja da Maia e Departamento de Pós-Venda do Grupo Feira), para que futuros clientes saibam com o que contam caso necessitem de assistência: 1. **Colapso do móvel em garantia:** A 1 de julho de 2026 reportei a cedência estrutural de um aparador adquirido em agosto de 2024, em pleno período da garantia legal de 3 anos (Decreto-Lei n.º 84/2021). 2. **Prazos legais ignorados:** A empresa esteve 40 dias sem dar qualquer resposta útil, violando ostensivamente o limite legal de 30 dias para sanação da desconformidade. 3. **Substituição por artigo com danos:** Após insistências, concordámos com a substituição. Na loja da Maia garantiram que existiam 32 unidades novas em armazém. No entanto, a 13 de agosto entregaram caixas com os cantos rompidos e, no interior, peças danificadas, ferragens completamente moídas e puxadores com defeitos visíveis. 4. **Recuo no reembolso após pedirem o IBAN:** A 15 e a 17 de agosto, tanto na loja física como por e-mail, solicitaram-nos o comprovativo de IBAN para processar a devolução do dinheiro. Depois de o enviarmos, o pós-venda recuou, alegou sem fundamento que a substituição tinha sido por "mera cortesia comercial", recusou devolver o montante e exigiu que fôssemos nós, pelo manual de instruções, a inventariar peças para nova reparação. 5. **Impacto familiar grave:** Estamos há mais de dois meses com a sala de estar completamente inutilizada, entulhada de caixas abertas e ferragens soltas, tendo em casa um bebé de 9 meses exposto a este transtorno e risco. Não dispomos de tempo livre nem conhecimentos técnicos para fazer o trabalho do departamento de controlo de qualidade da marca. A marca recusa-se a cumprir a lei e a honrar os compromissos assumidos pelo seu pessoal de balcão.
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