Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. B.
15/06/2026

Reativação do número 960097096

Reclamação – Serviço NÓS Eu, utilizador do número 960097096, anteriormente associado ao contribuinte 297521349, venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela operadora NÓS. Contactei a operadora com o objetivo de retirar o referido número do contrato existente, de forma a proceder à mudança de titularidade e celebração de um novo contrato. Durante esse processo, foi também solicitada uma segunda via do cartão/SIM, a qual foi enviada para a minha morada. No entanto, ao tentar proceder à ativação do número após receção da segunda via, fui informado de que o número em questão não consta no sistema, sendo indicado que o mesmo “não existe”. Desde então, tenho tentado resolver a situação através de diversos meios, incluindo deslocações a lojas físicas e envio de emails para a operadora, sem que até à data tenha sido apresentada qualquer solução ou resposta eficaz. Esta situação tem causado transtornos significativos, uma vez que fiquei impossibilitado de utilizar o meu número de telemóvel sem qualquer justificação válida por parte da operadora. Assim, solicito: A regularização imediata da situação do número 960097096; Uma explicação clara sobre o sucedido; A reposição do serviço ou, caso não seja possível, uma solução alternativa adequada; A devida compensação pelos transtornos causados. Aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos,Agelton Bom Jesus 15 de junho 2026

Em curso
I. P.
15/06/2026

Ameaça de corte con faturas por débito directo

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º de contribuinte 230507034 venho apresentar uma queixa formar pela ameaça, sem fundamento, de corte de serviço. A ameaça de corte veio por SMS num domingo às 10h da manhã sem que eu pudesse tomar qualquer medida nem pudesse contactar a Galp. Aparentemente à facturas em atraso, nomeadamente uma de Outubro de 2025 que não foi efectuada o débito directo, pelo que ficou por pagar. Ora eu sem me preocupar com as faturas da Galp, precisamente porque estão em débito directo, nem me dei conta que está por pagar e todas las posteriores sim foram pagas por débito directo. Coisa esquisita. Por se existe alguma dúvida a conta sempre tem dinheiro lá, pelo que o débito poderia ser feito em qualquer momento. Pois bem, por falho da Galp chega-me essa ameaça de corte sem que eu tenha qualquer tipo de culpa. Imaginem o pánico quando recebo esse SMS. Apesar de ser culpa da Galp sou eu que me tenho de preocupar em ligar-lhe (1h à espera) para ver que raios se passava. Acho injusto e a forma como fui tratada, sem ter qualquer tipo de culpa, além do mais de todo o incómodo que estou a ter por falha dos sistemas da Galp ou o que quer que seja que originou esta confusao toda. Tenho uma queixa aberta na Galp, R-7667917C8R5, mas nao quero deixar passar em fazer uma queixa aqui também. Quem me compensa por todo este mal estar e tempo que estou a perder com algo que nao tive culpa nenhuma? Cumprimentos. Isabel Preto

Em curso
J. M.
15/06/2026

Crédito indevido, informações insuficientes, recusa em resolver problema

Exposição/Reclamação contra Clínicas BodyScience / Regra Suplementar, Lda. e Cofidis Venho apresentar reclamação contra as Clínicas BodyScience, em concreto a unidade do Porto/Júlio Dinis, bem como solicitar a análise da articulação entre esta entidade e a Cofidis, na sequência da contratação de um plano de tratamentos estéticos/terapêuticos que acabou por ficar associado a um contrato de crédito ao consumo, sem que, no momento da venda, me tivesse sido explicado de forma clara, expressa e suficientemente transparente que estava a celebrar um contrato de crédito com uma entidade financeira terceira. O plano foi-me apresentado e vendido nas instalações da BodyScience, por uma consultora da clínica, no contexto de uma avaliação e recomendação de tratamentos. A informação que me foi transmitida levou-me a entender que se tratava de uma modalidade de pagamento ou crédito interno associado à própria clínica, e não de um contrato autónomo de crédito celebrado com a Cofidis. Só posteriormente percebi que existia um contrato de crédito com uma instituição financeira, com prestações mensais debitadas automaticamente, situação que considero não ter sido devidamente esclarecida no momento da contratação. A comunicação da Cofidis identifica o contrato n.º 50000013491636 como aceite em 09-06-2025 e efectuado através de Regra Suplementar, Lda., com prestações mensais de 76,07€. Esta referência demonstra, no mínimo, uma ligação directa entre a entidade prestadora dos serviços e a contratação do crédito. Por esse motivo, entendo que a situação deve ser analisada não apenas como um contrato de crédito isolado, mas como uma operação associada à aquisição de um serviço específico, vendido e promovido pela clínica. Desde o início da prestação do serviço surgiram problemas. No primeiro dia previsto para iniciar o plano, tirei férias de propósito para realizar uma sessão de tratamento e uma consulta de nutrição. Nenhuma das duas aconteceu como previsto. Foi-me transmitido por uma técnica que não poderíamos começar de imediato com o tratamento escolhido, tendo sido colocada noutra máquina, que me pareceu diferente e menos eficaz do que aquilo que tinha sido apresentado. A consulta de nutrição foi desmarcada à última hora. Estas situações geraram, desde o primeiro momento, uma quebra de confiança na forma como o plano tinha sido vendido e como estava a ser executado. Ao longo do tempo, a utilização do plano revelou-se difícil e insatisfatória. Algumas sessões, designadamente as de nutrição, foram difíceis de marcar, quer por indisponibilidade dos profissionais, quer por desmarcações. Frequentei apenas algumas sessões, mas não fiquei satisfeita com o atendimento nem com o tratamento sugerido. Acabei por deixar de usufruir do plano, apesar de continuar a pagar mensalmente à Cofidis. Acresce que, meses antes da reclamação formal, solicitei o envio da factura, sem obter resposta. Também tentei contactar a consultora da clínica, que me indicou que me ligaria mais tarde, mas esse contacto não aconteceu. A comunicação posterior por parte da BodyScience insistiu em contacto telefónico, apesar de eu ter solicitado expressamente que a comunicação fosse feita por escrito, por email. Em Janeiro de 2026 fiquei desempregada. Embora actualmente já me encontre novamente empregada, à data em que pedi o cancelamento encontrava-me numa situação de maior fragilidade financeira, que tornava muito difícil suportar uma prestação mensal por um serviço que não estava a utilizar e com o qual não estava satisfeita. O documento que me foi apresentado e a política posteriormente invocada pela BodyScience não previam qualquer mecanismo de resolução ou reavaliação em caso de desemprego, alteração relevante da situação financeira ou impossibilidade superveniente de suportar o encargo. Quando contactei a Cofidis, foi-me transmitido que teria de ser a BodyScience a cancelar o processo, o que reforça a ligação prática entre o serviço contratado e o crédito associado. A BodyScience respondeu ao meu pedido afirmando que o prazo de livre revogação já tinha sido ultrapassado e que, por isso, não poderia aceitar o cancelamento antecipado do plano. Acrescentou ainda que, segundo a sua política, não procede à devolução de quantias pagas e que os serviços adquiridos, mas não realizados, ficariam em crédito para usufruto futuro ou cedência a familiar ou amigo. Considero esta resposta insuficiente e desadequada, porque trata o caso como uma simples desistência fora de prazo, ignorando as questões principais: a falta de transparência na forma como o crédito foi apresentado, a deficiente prestação do serviço, as dificuldades de marcação, a ausência de resposta a pedidos anteriores e a minha efectiva não utilização do plano. Mais recentemente, verifiquei ainda que qualquer atraso no pagamento pode agravar significativamente a prestação, que passa de cerca de 76€ para quase 90€, mesmo perante um atraso muito reduzido. Esta situação é particularmente gravosa num contrato que, na prática, continua a obrigar-me a pagar por serviços que não estou a usufruir e cuja contratação, nos seus contornos financeiros, não considero ter sido devidamente explicada. Não pretendo apresentar esta reclamação como uma mera mudança de vontade. O que está em causa é um conjunto de circunstâncias que, no meu entender, tornam a manutenção integral do contrato desproporcionada: um serviço vendido de forma que considero pouco transparente, um crédito que não me foi devidamente explicado como contrato autónomo com entidade financeira, uma prestação de serviços que ficou aquém do prometido, dificuldades reais na marcação e execução do plano, ausência de resposta a pedidos de documentação/facturação e recusa de qualquer solução efectiva para cancelamento ou redução do encargo. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de ser analisada a actuação da BodyScience/Regra Suplementar, Lda. e da Cofidis, designadamente quanto à transparência da informação prestada no momento da contratação, à eventual existência de contrato de crédito coligado ao serviço, à adequação da resposta dada ao meu pedido e à proporcionalidade da manutenção integral dos pagamentos. Pretendo, como solução, o cancelamento do valor associado ao plano de tratamentos não usufruído, com a correspondente regularização junto da Cofidis, sem penalização adicional para mim. Subsidiariamente, caso não seja aceite o cancelamento total, solicito uma solução proporcional e justa, que tenha em conta as sessões efectivamente realizadas, os serviços não prestados, as dificuldades de marcação e a circunstância de eu ter continuado a pagar por um plano que não utilizei. Solicito ainda a emissão/envio de toda a documentação contratual e fiscal em falta, incluindo factura(s), contrato/folha de prescrição assinada, plano contratado, número de sessões incluídas, sessões efectivamente realizadas, sessões por realizar, condições financeiras completas e identificação exacta do papel desempenhado pela BodyScience/Regra Suplementar, Lda. na contratação do crédito Cofidis. Tenho na minha posse as comunicações trocadas com a BodyScience e com a Cofidis, incluindo a reclamação, a resposta da BodyScience, a resposta da Cofidis e a comunicação inicial da Cofidis relativa ao contrato de crédito.

Em curso
P. R.
15/06/2026

Falta de produto

Bom dia, efetuei uma compra na loja no dia 06/06 de 2 Apple Watch fiz o pagamento todo certo e somente dois dias depois a loja mandou e-mail falando que o produto que escolhi não havia em estoque que eu teria que escolher outro, escolhi outro do mesmo porém só mudando a cor e me responderam dizendo que também não havia sendo que no site estava como disponível então me enviaram um link com um produto para substituição que tinha o dobro do valor do que eu comprei dizendo que eu teria que pagar a diferença de valor para concretizar o pedido é claro que eu recusei rapidamente me responderam dizendo que tinha disponível um outro que era uma diferença de valor de 120€ como é um presente e tenho pressa na entrega aceitei fiz o pagamento e hoje para a minha surpresa recebi mais um e-mail dizendo que o produto não está disponível. Como a loja coloca no site produtos disponíveis e depois de um pagamento realizado dizem que não tem? A loja não tem solução para o problema do cliente o que é um absurdo estou a 9 dias nessa falta de respeito com e-mail sem solução. Eu só quero os meus produtos paguei e os quero a loja é quem deve arrumar uma solução.

Em curso
D. L.
15/06/2026

10 meses da compra do meu automovel e não recebi o DUA

Já se passaram 10 meses desde a compra do meu automóvel Bayon 2023 na Caetano Energy de Setúbal e até o presente dia não recebi o DUA, tenho viagem programada para o próximo mês de julho e gostava de usar o veículo para a fazer, entretanto, como não tenho o DUA, não posso sair do país. Não faz nenhum sentido demorar esta quantidade de tempo para receber o DUA de um veículo. Entrei em contacto com o vendedor da sucursal de Setúbal e não obtive nenhuma resposta, não possuo o número de protocolo para tentar resolver por meios próprios no IRN, e não me é passado nenhum tipo de atualização do meu caso, muito frustrante!

Em curso
P. A.
15/06/2026

valor cobrado em duplicado e sem reembolso à mais de 2 meses

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº (AG-251013-2928318). Face ao problema já detetado e reclamado anteriormente várias vezes por chamadas a serem gravadas, solicito o reembolso da quantia em causa. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Inclusive reduziram a potencia contratada e efectuaram hoje no dia 15 JUN o corte de energia, trabalhando eu e a minha esposa remotamente e tendo impactos brutais na nossa atividade, sendo que tento resolver esta situação desde ABRIL. Cumprimentos.

Em curso

Entrega inadequada de correspondência/encomendas

Exmos Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço de distribuição postal efetuado na minha morada. No dia 11/06/2026 (quinta-feira) encontrei na minha caixa de correio um livro que tinha sido dobrado ao meio para conseguir passar pela abertura da caixa, causando uma manipulação inadequada do objeto postal. Não compreendo esta atuação, uma vez que o carteiro não tocou à campainha nem tentou efetuar a entrega em mão. Caso o objeto não pudesse ser introduzido na caixa de correio sem danos, deveria ter sido deixado aviso para levantamento ou encaminhado para um posto dos CTT, conforme os procedimentos aplicáveis. Acresce que, no mês anterior, uma encomenda contendo óculos foi deixada à porta da minha residência, ficando exposta ao risco de furto ou extravio. Considero que ambas as situações revelam falta de cuidado na entrega dos objetos postais e colocam em causa a integridade e segurança das encomendas. Solicito que esta situação seja analisada e que sejam adotadas as medidas necessárias para evitar a repetição destas ocorrências, garantindo o correto cumprimento dos procedimentos de entrega. Agradeço ainda informação sobre as conclusões da análise efetuada e as medidas tomadas na sequência desta reclamação. Poderão ver a morada no anexo que envio e envio foto do livro danificado. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
S. N.
15/06/2026

Reclamação por recusa injustificada de embarque – Voo Ryanair FR4546 de 12 de junho de 2026

Venho apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e desproporcionada, ocorrida no voo FR4546 das 07:35 no dia 12 de junho de 2026. Eu e outro passageiro encontrávamo-nos na fila de embarque, tendo já os nossos familiares embarcado normalmente. Durante o processo de embarque, fui chamada para verificar as dimensões da minha bagagem. A mala encaixava nas dimensões permitidas na vertical, embora não na horizontal. Procurei de imediato reorganizar o conteúdo das duas malas, de forma a cumprir os requisitos indicados pelos agentes de embarque. Apesar dos nossos esforços, foi-nos solicitado que apresentássemos novamente ambas as bagagens para nova verificação. Durante este processo, os agentes de embarque exerceram uma pressão significativa para que tomássemos rapidamente uma decisão sobre o pagamento de uma taxa adicional por excesso de bagagem, insistindo que a mesma não cumpria as medidas permitidas. Enquanto me dirigia rapidamente ao balcão para efetuar o pagamento solicitado, a supervisora responsável decidiu, sem qualquer aviso prévio ou tentativa de resolução, impedir o nosso embarque, alegando uma suposta "falta de respeito" da nossa parte. Importa esclarecer que nunca existiu qualquer comportamento agressivo, ofensivo ou desrespeitoso da nossa parte. Pelo contrário, procurámos sempre colaborar, cumprir as instruções recebidas e, perante a alegação da supervisora, apresentámos de imediato um pedido de desculpas caso tivesse existido algum mal-entendido. Ainda assim, a decisão de recusar o embarque foi mantida. Considero particularmente grave o facto de, após a nossa exclusão, terem sido autorizados a embarcar pelo menos mais dois passageiros, o que demonstra que o embarque não se encontrava encerrado e que existia margem para resolver a situação. Acresce que apenas me foi permitida a possibilidade de reagendar o voo, enquanto ao outro passageiro que se encontrava comigo, essa opção foi recusada, novamente com fundamento numa alegada "falta de respeito" que não corresponde à realidade. O único comentário efetuado pelo outro passageiro consistiu em pedir à supervisora que mantivesse a calma enquanto tentávamos cumprir as exigências impostas. Perante esta situação, e com a familia já dentro da aeronave foi solicitado auxílio à tripulação, que demonstrou surpresa com a atitude dos agentes de embarque e tentou interceder para encontrar uma solução. Contudo, essa intervenção revelou-se infrutífera, mais indicando que não existia motivo aparente para a falta de flexibilidade dos colegas na porta, alegando ainda que estariam a agir de má fé. Entendo que a recusa de embarque aplicada foi totalmente desproporcionada e injustificada. Tratava-se, na pior das hipóteses, de uma divergência quanto às regras relativas à bagagem de cabine, situação que estávamos a procurar resolver através do pagamento da taxa exigida e da adaptação das bagagens. Em momento algum existiu qualquer comportamento que justificasse uma medida tão gravosa como a recusa de embarque. Por fim, solicitei no balcão um documento formal que justificasse a recusa de embarque, pedido esse que me foi recusado pela supervisora Rosa Nolasco, impedindo-me de obter um registo oficial da decisão tomada e dos respetivos fundamentos. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Ryanair: Esclareça formalmente os motivos concretos que fundamentaram a recusa de embarque; Justifique a recusa de emissão de um documento comprovativo dessa decisão; Analise a atuação dos agentes de embarque envolvidos; Proceda ao ressarcimento dos prejuízos sofridos em consequência desta situação; Agradeço a apreciação desta reclamação e aguardo uma resposta fundamentada por parte da companhia aérea. Com os melhores cumprimentos, Sara Neves Reserva nºZ7J2GH Voo FR4546, 12 de Julho de 2026

Em curso
N. C.
15/06/2026

Reparação não feita

Bom dia venho fazer esta reclamação contra a Worten onde fiz a compra da máquina de lavar e secar que ando a caminho de três meses que a máquina me mancha a roupa toda de manchas pretas já pedimos assistência por 3 vezes a primeira vez disseram para fazer uma limpeza com produtos indicados por eles mas depois de fazer a limpeza fizemos duas ou três lavagens e volta a manchar a roupa voltamos a chamar o técnico novamente e foi nos dito que seria substituída a Cuba da máquina mais o displai da máquina depois enviaram o técnico para fazer essa reparação onde só mudaram o display e não mexeram na Cuba da máquina e a máquina continua a manchar a roupa já me desloquei de cinfaes para março de Canavezes umas 6 ou 7 vezes reclamar com eles mas nada fazem dizem que fazem ou abrem processo contra a marca da máquina e que não podem fazer mais nada se a marca não assumir depois vem com história que são os detergentes que mancham a roupa quando nós em casa usamos detergentes caros de marca boa que usa também familiares meus e que não lhes mancha a roupa conclusão fiz a compra na Worten e andam a ver se passa o tempo da garantia que neste caso acaba em outubro deste ano

Em curso
B. J.
15/06/2026

Devolução realizada para conta errada, worten recusa-se a corrigir

Necessito de auxilio na resolução da situação em que estou envolvido com a worten: relativamente ao processo de garantia do meu equipamento PlayStation Portal Remote Player, no dia 05/03/2026, dia em que este processo começou e que se arrasta até ao dia hoje, ficando pior a cada dia. Inicialmente foi-me indicado que o processo seria tratado como Troca Direta, sendo-me dada a possibilidade de optar pela devolução do valor pago pelo equipamento, no montante de 199,99€. Optei pela devolução do valor em numerário, uma vez que o artigo me foi oferecido, sendo este artigo ter sido comprado a terceiros por quem me ofereceu, não existe forma de contacto com a pessoa original da encomenda. No entanto, o responsável da loja informou-me que tal não seria possível e que teria obrigatoriamente de ser feito um pedido de devolução ao departamento financeiro, sendo necessário apresentar um comprovativo de IBAN. No momento, foi enviado o comprovativo de IBAN da conta correta, via WhatsApp, conforme solicitado pelo responsável. O pedido foi assim efetuado e foi-me garantido que o responsável faria o acompanhamento do processo e me daria feedback. No dia 06/03 fui informado, novamente via WhatsApp, de que a devolução tinha sido processada e que o valor demoraria até 14 dias úteis a chegar à conta. Contudo, no dia 17/03 recebi nova mensagem a indicar que a devolução tinha sido efetuada com sucesso e que deveria apenas confirmar a conta. Após verificação, confirmei que não foi creditado qualquer valor, nem em saldo corrente nem em saldo contabilístico. Reforço que, no primeiro dia desta situação em loja, foi confirmado com o responsável da loja da Worten da Tapada das Mercês VÁRIAS vezes que não poderia ser devolvido à conta bancária original, devido a ser uma conta de uma pessoa que nem tenho contacto, tendo as mensagems com o whatsapp da loja para comprovar. Com o desenrolar da situação, deparo-me com uma fuga de dados pessoais enorme, dado que o WO criado sobre este processo, foi criado em nome dessa tal pessoa que eu não conheço, e por isso, eu nunca ter recebido mensagens sobre a criação do processo e ter sido acompanhado via whats app. Considero esta situação inadmissível, uma vez que me encontro desde o dia 04/03 sem o equipamento e sem o valor que me é devido, apesar de já ter seguido todos os procedimentos que me foram solicitados. No Dia 31/03 recebo um email da worten a informar que não tem resolução a apresentar dado que a devolução já foi efetuado, devolução esta para a conta errada que o responsável da loja garantiu-me que não aconteceria. Hoje, dia 15/06, continua sem a situação resolvida e com 199,99€ em falta em que a loja rescusa-se a corrigir a situação.

Em curso

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