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Conta permanentemente suspensa injustamente
A minha conta foi suspensa pela Vinted sem qualquer aviso prévio ou motivo claro. Sou estudante universitária e, devido à dificuldade em encontrar trabalho este verão, optei por vender algumas roupas que já não uso para conseguir algum dinheiro extra. Ontem, dia 30 de julho, quando acedi à app percebi que a minha conta estava bloqueada sem qualquer mensagem de alerta ou avisos posteriores. Reclamei e apenas me disseram que iam avaliar o caso em cerca de cinco dias. Estou à 20 horas sem resposta alguma. Com esta suspensão, uma encomenda que tinha em andamento foi automaticamente cancelada sem que eu pudesse sequer explicar ao comprador o que aconteceu. Além disso, fiquei sem acesso ao estado de outras encomendas, que estão agora sem acompanhamento por minha parte. Perdi 7 euros devido à encomenda cancelada — pode parecer pouco, mas para mim tem bastante impacto. Ao questionar o motivo da suspensão, informaram-me que se devia a uma possível suspeita sobre um produto, mas tenho provas de que o artigo (uma saia) é totalmente legítimo, pois fotografei todos os detalhes e etiquetas importantes. Além dos problemas com as encomendas, utilizei "bumps" pagos para promover os meus anúncios, que estão a ser gastos mesmo sem eu conseguir aceder à conta e tirar partido deles. Só peço que a situação seja resolvida rapidamente e a minha conta seja reposta, pois trata-se da minha única fonte de rendimento neste momento e esta suspensão inesperada já me prejudicou financeiramente, tanto nas encomendas como nos "bumps" pagos desperdiçados.
Cobrança de serviços não solicitados
No momento da celebração do meu contrato de eletricidade com a EDP, foi-me vendido um serviço adicional denominado Pack EDP Full, que eu não solicitei. O meu único objetivo era contratar o fornecimento de eletricidade para a minha habitação. Foi-me apresentado um conjunto de documentos para assinatura, sem que me tivesse sido devidamente explicado que estava a aderir a um serviço adicional com um período de fidelização de 12 meses. Algum tempo depois, apercebi-me de que estava a pagar mensalmente por um serviço que incluía, entre outras componentes, um seguro de saúde, do qual não necessito, uma vez que já disponho de um seguro de saúde através da minha entidade patronal. Em outubro de 2025 contactei a EDP para cancelar o Pack EDP Full, tendo sido informado de que tal não era possível devido à existência de um período de fidelização de 12 meses. Apesar de não concordar, aguardei pelo termo desse período. No dia 30 de julho de 2026, assim que terminou o período de fidelização, voltei a contactar a EDP para solicitar o cancelamento do serviço. Para minha surpresa, fui informado de que a fidelização tinha sido renovada automaticamente por mais 12 meses. A EDP afirma que enviou uma comunicação por e-mail a informar dessa renovação. No entanto, nunca recebi qualquer e-mail ou outro aviso que me alertasse para essa renovação, nem fui informado de forma clara de que, caso não apresentasse um pedido de cancelamento até determinada data, ficaria vinculado por mais um ano. Tenho guardadas todas as comunicações trocadas com a EDP e nunca manifestei a minha vontade de renovar este serviço. Pelo contrário, já tinha demonstrado anteriormente a intenção de o cancelar assim que terminasse o período inicial de fidelização. Sinto que este serviço me foi vendido sem o devido esclarecimento e que a renovação automática da fidelização ocorreu sem o meu conhecimento e sem o meu consentimento expresso. Considero esta situação injusta e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor.
Prejuízos
Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa resposta relativa à reclamação por danos em equipamento, associada ao contacto n.º 100109562009. Na referida resposta, a E-REDES confirmou expressamente que ocorreu uma interrupção no fornecimento de energia elétrica que afetou o meu local de consumo. Contudo, recusou qualquer responsabilidade pelos danos reportados, limitando-se a indicar, de forma genérica, que as interrupções são inerentes à atividade de distribuição de energia elétrica e que os equipamentos devem estar preparados para lidar com este tipo de eventos. Não considero que essa resposta esclareça adequadamente a ocorrência concreta nem os fundamentos técnicos utilizados para excluir a responsabilidade da E-REDES. Após a apresentação da reclamação, a televisão Samsung QLED, modelo QE49Q6FNATXXC, foi avaliada e reparada por um centro técnico especializado. O relatório técnico emitido conclui: “Avaria verificada: avaria compatível com a reclamação efetuada. Substituição da fonte de alimentação. Testes OK.” A reparação consistiu na substituição da fonte de alimentação e teve um custo total de 193,52 €, conforme fatura que junto em anexo. Recordo que: — ocorreram duas interrupções gerais de energia num intervalo aproximado de cinco a dez minutos; — a televisão encontrava-se ligada e a funcionar normalmente; — desligou-se de forma instantânea durante a ocorrência; — após o regresso da energia ficou completamente inoperacional, sem luz de standby ou qualquer sinal de alimentação; — não apresentava anteriormente qualquer sintoma de avaria; — a avaria técnica identificada incidiu precisamente sobre a fonte de alimentação. Assim, solicito a reapreciação da reclamação com base nos novos elementos técnicos e documentais apresentados. Solicito igualmente que a E-REDES esclareça, de forma concreta e fundamentada: 1. Quantas interrupções foram registadas no local de consumo na data da ocorrência; 2. A hora e duração de cada interrupção; 3. A causa técnica das interrupções; 4. Se ocorreram tentativas automáticas ou sucessivas de reposição do fornecimento; 5. Se foram analisados registos de tensão, sobretensão, subtensão, transitórios ou outras perturbações associadas à interrupção ou ao restabelecimento da energia; 6. Que elementos técnicos concretos sustentam a conclusão de que a E-REDES não pode ser responsabilizada; 7. Se foram registadas outras ocorrências ou reclamações de clientes afetados na mesma zona. A presente reclamação não assenta apenas na existência de uma interrupção de energia, mas na possível existência de uma perturbação elétrica associada à interrupção ou à reposição do fornecimento, temporalmente coincidente com a avaria da fonte de alimentação da televisão. Face ao exposto, solicito: — a reabertura e reapreciação do processo; — o reembolso do valor de 193,52 € suportado com a reparação do equipamento; — ou, caso mantenham a recusa, uma resposta técnica detalhada e individualizada, indicando os registos analisados, a causa concreta da ocorrência e a fundamentação regulamentar e técnica da decisão. Anexo: 1. Relatório técnico da reparação; 2. Fatura da reparação no valor de 193,52 €; 3. Cópia da anterior resposta da E-REDES; Agradeço resposta por escrito, para eventual apresentação posterior à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e aos meios competentes de resolução de litígios. Com os melhores cumprimentos, Vítor Pereira Em representação da titular do contrato, Cláudia Isabel Silva Custodinho CPE: PT0002000111207428XQ Contacto anterior: 100109562009 Telefone: 917419107 E-mail: victormmp@gmail.com
avaria
Assunto Processo P134011 – Exercício dos direitos de garantia legal Exmos. Senhores, No âmbito do processo P134011, venho exercer os direitos que me assistem ao abrigo da legislação portuguesa de defesa do consumidor. Adquiri o aspirador comercializado pela vossa cliente há cerca de 8 meses, pelo valor de 440 €, tendo sido informado de que o equipamento beneficiava de uma garantia de 2 anos. Contudo, nunca me foi entregue a fatura nem qualquer contrato de compra. Desde a aquisição, o aspirador tem vindo a apresentar sucessivas avarias, designadamente na base de carregamento, na bateria, que deixou de funcionar, e, atualmente, o equipamento encontra-se novamente avariado, conforme comprovam as fotografias em anexo. Nos termos da garantia legal de conformidade dos bens, solicito a imediata resolução da situação, através da reparação ou substituição do equipamento, ou, caso tal não seja possível ou não seja efetuado dentro de um prazo razoável, a resolução do contrato com a devolução do montante pago, conforme previsto na lei. Solicito ainda que me seja facultado, com urgência, o contacto da vossa cliente, uma vez que me tem sido impossível estabelecer qualquer comunicação direta. Caso não obtenha uma resposta e uma solução adequada no prazo máximo de 10 dias úteis, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes e de recorrer aos meios judiciais necessários para defesa dos meus direitos. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade.
Problema na segurança no carrinho Kinderkraft
Exmos. Senhores, No dia 07-02-2026 adquiri no site oficial da Kinderkraft em Portugal um sistema de carrinho de bebé (Kinderkraft Nea 2) e um sistema de cadeiras auto com sistema isofix (ENDURA SAFE Modular System). A escolha destes produtos deveu-se especificamente porque ambos são apresentados pela marca como sendo totalmente compatíveis entre si. No entanto, após o nascimento da minha bebé em junho-2026, e com a utilização do sistema detetei que, quando a cadeira auto é colocada na estrutura do carrinho, a minha bebé fica numa posição claramente não anatómica e potencialmente insegura. Como é possível verificar nas fotografias e no vídeo que envio em anexo, a cabeça da bebé fica significativamente mais baixa do que os pés, colocando-a numa posição quase de cabeça para baixo. Esta situação verifica-se mesmo com o redutor para recém-nascidos colocado. Sem o redutor, o problema torna-se ainda mais evidente, ficando a bebé praticamente deitada de cabeça para baixo, o que não é, de todo, a posição recomendada para um recém-nascido. Esta situação foi observada e considerada preocupante por vários profissionais de saúde, nomeadamente pediatras, enfermeiras especialistas em pediatria e uma fisioterapeuta pediátrica, que alertaram para o facto de esta posição poder comprometer o alinhamento adequado da cabeça, do pescoço e da coluna, além de não corresponder à posição fisiológica esperada numa cadeira auto corretamente instalada no carrinho. Além disso, referiram ainda que a posição em que a bebé se encontra quando a cadeira está acoplada ao carrinho pode agravar sintomas de refluxo ou causar RISCO DE ENGASGAMENTO. Escolhi estes produtos precisamente porque a Kinderkraft informa que são compatíveis. Contudo, a posição em que a bebé fica quando o ovo é montado no carrinho leva-me a questionar seriamente essa compatibilidade, ou a eventual existência de um defeito de fabrico ou de conceção. Tentei enviar reclamação para o formulário oficial da marca mas apenas obtive resposta automática do site e tentei contactar a linha de apoio ao cliente (tanto o número espanhol como o polaco) e nunca me atenderam. Assim, solicito que esta situação seja analisada com a máxima urgência e que me seja feita a devolução do valor da encomenda para eu poder proceder à compra de um novo sistema, adequado e seguro para a minha bebé. Sendo esta uma questão diretamente relacionada com a segurança de um recém-nascido, agradeço uma resposta célere. Cumprimentos.
Cancelamento Abusivo / Falsa Rutura de Stock
Assunto: Cancelamento unilateral abusivo de encomenda por falsa rutura de stock N.º da encomenda 83226044. No passado dia 21 de Julho de 2026, efetuei a compra de um carrinho de bebé no site da Worten por um valor promocional de 133,66€, tendo recebido a respetiva confirmação e efetuado o pagamento regulamentar.Após quase 10 dias de espera, recebi uma comunicação escrita a informar o cancelamento unilateral da encomenda sob o pretexto de "rutura de stock", tendo a empresa procedido à devolução do montante sem o meu consentimento prévio.Contudo, verifiquei que o exato mesmo produto, comercializado pelo mesmo vendedor (KINDERKRAFT), continua listado como disponível para compra imediata no site da Worten, encontrando-se atualmente inflacionado para o valor de 379,00€.Esta conduta configura uma clara violação do princípio da boa-fé contratual (Artigo 406.º do Código Civil) e uma prática comercial enganosa (Decreto-Lei n.º 57/2008), comummente designada como "venda isco", onde se publicita um preço promocional sem intenção de cumprir o stock indicado. A dita rutura de stock serve apenas de pretexto para contornar a venda pelo preço mais baixo.Dado que existe stock real disponível no vosso portal, recuso a resolução do contrato através do reembolso forçado. Exijo a reposição das condições contratadas: a reativação da encomenda original para que possa proceder novamente ao pagamento dos 133,66€ acordados e a consequente entrega do artigo.
Produto recebido defeituoso e dificuldades no processo de reembolso
No dia 9 de Julho de 2026 eu efetuei a compra (Nº do pedido: 3074681146705922) de 4 lâmpadas com sensores de movimento (https://pt.aliexpress.com/item/1005008688503389.html?gatewayAdapt=glo2bra), além de outros itens na Aliexpress, sendo que as lâmpadas foram adquiridas especificamente do vendedor Shop1102777072 Store (https://pt.aliexpress.com/store/1102777072?spm=a2g0o.detail.0.0.210bSzWkSzWkN4). Quando finalmente as recebi, no dia 23 de Julho de 2026, notei que todas as quatro lâmpadas não funcionam. Sendo que, na verdade, pareciam se tratar de simulacros do produto encomendado. Uma completa fraude e golpe perpetrado pelas duas empresas em causa. Ainda no dia 23 de Julho de 2026 eu tentei fazer uma reclamação junto à Aliexpress, sem sucesso, porque o site não tem meios de contato direto o que viola as normas de operação para qualquer e-commerce na União Europeia e em Portugal. Então às 11:14:04 eu pedi reembolso dos referidos produtos e, como solicitado, enviei um vídeo demonstrando que os mesmos não funcionavam. Às 23:32:44 o vendedor propôs me devolver 1/4 do valor pago, o que, mais uma vez, só demonstra se tratar de um golpe gerido e suportado pela Aliexpress, uma clara violação aos meus direitos como consumidor. O que prontamente eu recusei. No dia 30 de Julho de 2026 às 17:14:53, 7 dias depois de pedir o reembolso e 1 dia depois do prazo estipulado pela própria Aliexpress em seu Termos e Condições para que o vendedor fornecesse uma morada de devolução, outra clara violação dos meus direitos o vendedor e a Aliexpress estão a exigir que eu pague os portes para efetuar a devolução de um engodo, portes que custam mais que os produtos falsos enviados pelo vendedor. O que mais me surpreende é que todo o processo que permitiu que eu fosse vítima desse golpe foi suportado e apoiado pela empresa Aliexpress, que ao invés de reconhecer o problema e tentar tratá-lo da forma adequada exigida pela legislação da União Europeia e de Portugal foi cúmplice. Tendo disto tudo isso, comunico que estou a fazer a devida queixa à Direção-Geral do Consumidor, à Direção-Geral da Justiça e dos Consumidores (DG JUST) e ao Centro Europeu do Consumidor (CEC) informando-lhes sobre o golpe perpetrado pela Aliexpress e a Shop1102777072 Store - já que, apesar de operar em Portugal, a Aliexpress não possui um Livro de Reclamações como é exigido a qualquer empresa que opera no país.
Encerramento de conta e sem reembolso
Há alguns dias, eu possuía uma conta empresarial na SumUp e realizei diversas vendas para o mesmo cliente, com valores semelhantes. Um dos pagamentos foi processado normalmente e o valor chegou a ser recebido. Pouco tempo depois, recebi um e-mail informando que minha conta estava passando por uma verificação. Após cerca de 24 horas, fui comunicado de que a conta seria encerrada. Na ocasião, a SumUp informou que eu teria apenas duas opções: aguardar uma retenção dos valores por até dois meses para uma análise ou solicitar o reembolso ao cliente. O que considero mais preocupante é que, em nenhum momento, a SumUp solicitou qualquer documentação ou comprovação das transações, embora eu possuísse todos os comprovantes necessários para demonstrar a legitimidade das vendas. A decisão de encerrar minha conta foi tomada sem que eu tivesse a oportunidade de apresentar essas evidências. Optei pelo reembolso, porém, até o momento, não obtive confirmação da SumUp de que ele foi efetivamente processado. Meu cliente também informou que ainda não recebeu o valor de volta. Desde então, não recebo respostas da empresa e permanecemos sem qualquer informação sobre a situação do reembolso ou dos valores envolvidos.
ACORDO PAGAMENTO
Exmos. Senhores, Sou cliente com o NIF nº ( 515781851) e recebi a fatura nº (Nº 2026/1846350). Como podem facilmente verificar, consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, já enviámos vários e-mails e tentativas de contacto telefónico, sem sucesso ou qualquer resposta da vossa parte. Pretendmos resposta urgente com acordo de pagamentoss em várias prestações e não só em 3 vezes . assim, aguardamos contacto. Cumprimentos.
G9 faturação incorreta
TICKET:390845 Continuamos a aguardar resposta à reclamação apresentada diversas vezes. Sem qualquer resposta da vossa parte.
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