Reclamações públicas

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D. L.
30/07/2026

Nome no banco de Portugal indevidamente

Aqui estou eu, cansado , desgastado e envergonhado por esta instituição Servdebt. Nada é mais esclarecedor que um email enviado para os serviços jurídicos a anos e continuo sem resposta por me estarem a tentar cobrar uma dívida resolvida a mais de vinte anos. Ex.mo Colega, Aceite os meus respeitosos cumprimentos. Acuso a receção do seu e-mail infra, o qual desde já agradeço. Pelo exposto, informo que só agora logrei alcançar contacto com os meus clientes DAVID LEITE,e pai, o motivo pelo qual lhe retomo, agora o contacto. Análisado o teor do seu email infra, cumpre-nos por hora expor e requerer o seguinte: Os meus clientes não aceitam nem tão pouco reconhecem a dívida referida no seu email. Os meus clientes dispõe de comprovativos em como a viatura inerente ao contrato de crédito por vós referido foi sujeito a abate, o que por si só prova que para o efeito existiu necessáriamente a extinção e levantamento da reserva que sobre aquele constava a título do referido contrato de crédito, o que só decorre contra o pagamento integral da dívida. O referido crédito foi liquidado pelo Sr. David há mais de 20 anos, mais concretamente no ano de 1998. Os meus clientes nunca foram notificados das sucessivas cedências de crédito, nem tão pouco as aceitaram, nem aceitam, motivo pelo qual não dispõe V/Exas. de legitimidade para a referida cobrança. Acresce, que decorre da análise da informação do Banco de Portugal, onde V/Exas. intentaram o meu cliente junto da central de responsabilidades, que o incumprimento do referido crédito ocorreu em 31/12/2002. Verifica-se assim que se volveram mais de 20 anos sobre o referido incumprimento, motivo pelo qual, desde já os meus clientes invocam a prescrição presuntiva da dívida, nos termos e para os efeitos dos artigos 301º e seguintes do Código Civil. A referida dívida, que à cautela desde já se invoca que não se reconhece por liquidada, deveria ter sido dentro do prazo legal para o efeito cobrada, o qual já prescreveu, dando origem à caducidade do vosso direito de judicialmente recuperarem o referido crédito. Por tudo o quanto é exposto, e uma vez que a vossa comunicação junto da central de resposabilidades do Banco de Portugal é um total abuso de direito dado o facto de ter caducado o vosso direito de executar aquela dívida, requer-se o imediato cancelamento daquela comunicação, por abusiva e indevida, imediatamente. Caso V/Exas. não cumpram com o solicitado, iremos acionar os meios legais para ressarcimento de todos os prejuízos que a vossa conduta venha a trazer para a esfera patrimonial e não patrimonial dos meus clientes. Agradecia resolução mais rápido possível devido a estar a lutar com um cancro na cabeça irremovível e maligno , e este assunto deixa me nervoso e envergonhado.

Em curso
F. G.
30/07/2026

Campainha avariada

Reclamei avaria da campainha em 25/06/2026. Enviaram orçamento/proposta de reparação de 2.441,55 € em 20/07/2026. Solicitei proposta de outro/a fornecedor/empresa para comparação e decisão. Responderam em 21/07/2026 que não tinham mais fornecedores a quem solicitar orçamentos e propostas e que, no caso de assim o querermos, teriam de procurar outras empresas "que não temos feedback" e "perder tempo" na deliberação. Respondi no mesmo dia que certamente haveria mais fornecedores, aquele não seria certamente o único, que sim, queria, que procurassem por favor outras empresas, que isso fazia parte das responsabilidades deles como administradores/gestores do condomínio, que para isso pagamos, e que preferia perder tempo na deliberação do que dinheiro na decisão. Ignoraram. Perdi encomenda/entrega em 26/07/2026. Solicitei no mesmo dia atualização, expliquei que perdi encomenda, e avisei que se não resolvessem até 09/08/2026 reservava-me o direito de suspender o pagamento do condomínio, responsabilizá-los por encomendas falhadas, e proceder legalmente. Ignoraram. Perdi entretanto outra encomenda/entrega. Lembrei-lhes em 29/07/2026 que continuava aguardando atualização e resolução e expliquei que perdera entretanto outra encomenda, iam duas, e seriam ambas contabilizadas. Responderam em 30/07/2026 sem atualizar nem resolver nada e desafiando-me a proceder judicialmente e enviar o meu representante legal.

Em curso
F. G.
30/07/2026
Adiurbana - Administração e Manutenção de Condomínios, Lda.

Campainha avariada

Reclamei avaria da campainha em 25/06/2026. Enviaram orçamento/proposta de reparação de 2.441,55 € em 20/07/2026. Solicitei proposta de outro/a fornecedor/empresa para comparação e decisão. Responderam em 21/07/2026 que não tinham mais fornecedores a quem solicitar orçamentos e propostas e que, no caso de assim o querermos, teriam de procurar outras empresas "que não temos feedback" e "perder tempo" na deliberação. Respondi no mesmo dia que certamente haveria mais fornecedores, aquele não seria certamente o único, que sim, queria, que procurassem por favor outras empresas, que isso fazia parte das responsabilidades deles como administradores/gestores do condomínio, que para isso pagamos, e que preferia perder tempo na deliberação do que dinheiro na decisão. Ignoraram. Perdi encomenda/entrega em 26/07/2026. Solicitei no mesmo dia atualização, expliquei que perdi encomenda, e avisei que se não resolvessem até 09/08/2026 reservava-me o direito de suspender o pagamento do condomínio, responsabilizá-los por encomendas falhadas, e proceder legalmente. Ignoraram. Perdi entretanto outra encomenda/entrega. Lembrei-lhes em 29/07/2026 que continuava aguardando atualização e resolução e expliquei que perdera entretanto outra encomenda, iam duas, e seriam ambas contabilizadas. Responderam em 30/07/2026 sem atualizar nem resolver nada e desafiando-me a proceder judicialmente e enviar o meu representante legal.

Em curso
L. C.
30/07/2026

fibra

em 2024/ 2025 a meo e nos passao fibra nesta zona mas a nos levarao muito tempo e a meo antessipou bairro social 6 predios camararios 36 familias e uma vergonha ainda mais quando vejo um placar gigante que a nos a dizer que tem fibra no Algarve todo onde ? ridicula esta empresa nestes predios tem de pedir autorização a altice sao uma vergonha ja fui vosso cliente assim nao ha concorrência no predio tem pdo da meo 3143 tem 12 vagas no prédio morao 6 pessoas e so 3 clientes tem fibra da meo e uma vergonha nao ha concorrência morada urbanização municipal lote 3 2esq sitio da brava 8500-059 vao a geo anacom e vejao que esta zona nao tem concorrência so fibra da meo

Em curso
C. P.
30/07/2026

nao recebi a encomenda

Ex Sr por este meio venho expor uma reclamação a empresa que comprei 10 paneis de cofragem em 23-07-2026 a empresa sequencia cordial contribuinte N 518041948 fez o pagamento e nao me entraram o produto ligaram me passado alguns dias a dizer que faziam a entrega ate hoje nada me foi entregue obrigado pela ajuda

Em curso
L. F.
30/07/2026

Pagamento de um serviço que não tenho

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a vossa empresa devido à cobrança indevida de mensalidades e à exigência de fidelização por um serviço que se encontra totalmente desligado e inoperacional há mais de um ano.Há mais de um ano, contactei a vossa empresa a comunicar que o meu serviço de alarme estava desligado. Naquela data, em momento algum fui informado pelos vossos serviços ou operadores de que seria obrigatório o envio de uma carta registada para efetivar o cancelamento definitivo do contrato. Houve, portanto, uma clara omissão do dever de informação ao consumidor.Fui agora surpreendido com a exigência de pagar mais um ano de um serviço que não possuo nem usufruo, uma vez que está tudo desligado há mais de 12 meses. Esta cobrança é totalmente ilegítima, constituindo um abuso e um enriquecimento sem causa por parte da vossa empresa.Mais informo que, para salvaguardar os meus direitos face à vossa insistência, procedi hoje ao envio da carta formal de anulação por Correio Registado .Face ao exposto, exijo:O cancelamento imediato de qualquer vínculo contratual, sem qualquer penalização económica;A anulação total de todas as faturas emitidas e valores cobrados relativos ao período em que o serviço esteve inoperacional;A emissão de uma nota de crédito retificativa com o saldo a zeros.Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal.

Em curso
R. M.
30/07/2026

Serviço pós venda

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Leroy Merlin – Loja de Ponta Delgada, referente ao fornecimento e instalação de uma banheira destinada à casa de banho principal da minha habitação. O contrato celebrado com a Leroy Merlin compreendia o fornecimento e instalação de banheira; resguardo; painel frontal da banheira; tijolos; todos os materiais necessários à instalação, serviço integral de instalação, incluindo transporte do material até ao apartamento e remoção de entulho. Era igualmente do conhecimento da Leroy Merlin que, dada a reduzida dimensão da casa de banho, a substituição da banheira obrigava à remoção de diversos azulejos, bem como da sanita e do bidé, para permitir a execução dos trabalhos. Infelizmente, o processo ficou marcado por uma sucessão de falhas graves, totalmente incompatíveis com a qualidade de serviço que um consumidor legitimamente espera de uma empresa da dimensão da Leroy Merlin. 1. Entrega da banheira sem componentes essenciais No dia 29 de julho de 2026 foi comunicada à Leroy Merlin a ausência do kit de tubagem, ralo e manípulo rotativo, componente indispensável e integrante da própria banheira. Foi-nos confirmado pelo Serviço Pós-Venda que essa omissão resultou de um erro do fabricante, tendo sido efetuada nova encomenda do referido kit no mesmo dia. Esta situação demonstra, desde logo, uma evidente falta de controlo e verificação da mercadoria antes da respetiva entrega ao consumidor. Caso essa verificação tivesse sido devidamente efetuada, a ausência de um componente essencial teria sido imediatamente detetada. 2. Entrega de uma banheira danificada Aquando da colocação da banheira, no dia 30 de julho de 2026, igualmente verificado que a banheira apresentava um dano significativo. Pela localização, natureza e intensidade do impacto, tudo indica tratar-se de um dano provocado por uma força elevada, sendo manifestamente incompatível com a simples movimentação da banheira entre o veículo da transportadora e o interior da habitação. Os acidentes podem acontecer em qualquer cadeia logística. Todavia, aquilo que distingue uma empresa verdadeiramente orientada para o cliente é a forma como resolve esses incidentes. Foi precisamente nesta fase que o Serviço Pós-Venda da Leroy Merlin revelou uma atuação profundamente dececionante. 3. Atuação do Serviço Pós-Venda Após o contacto efetuado pelo meu marido acerca dos danos da banheira foi-lhe comunicado que o prazo previsível para substituição da mesma seria de aproximadamente quatro semanas. Perante uma solução claramente incomportável, desloquei-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Ponta Delgada na tarde do mesmo dia, sensivelmente pelas 15h15. Durante esse atendimento questionei se a mercadoria havia sido inspecionada aquando da receção, pois uma simples verificação teria permitido detetar, pelo menos, a inexistência do kit da banheira ao que foi respondido que essa verificação tinha sido efetuada. Confesso que esta resposta me suscita sérias reservas, pois, caso tivesse existido uma inspeção efetiva, dificilmente teria passado despercebida a ausência de um componente essencial da própria banheira. Foi-me igualmente referido que a responsabilidade seria da empresa transportadora. Tal argumento não pode ser aceite. O contrato foi celebrado exclusivamente com a Leroy Merlin, tendo sido esta empresa que vendeu os materiais, contratou o transporte, vendeu o serviço de instalação e recebeu integralmente o respetivo pagamento. O consumidor não mantém qualquer relação contratual com o fabricante nem com a transportadora. Perante o enorme transtorno causado, solicitei ainda que fosse equacionada uma solução excecional, designadamente o envio urgente da nova banheira e do respetivo kit, por forma a minimizar o período durante o qual ficaríamos privados da utilização da casa de banho principal. A resposta recebida foi, e passo a citar, que tal solução "não podia ser porque isso ia sair caríssimo". Esta resposta é particularmente preocupante na medida em que perante um incumprimento imputável à cadeia de fornecimento da Leroy Merlin, a principal preocupação transmitida ao cliente foi o custo que a empresa teria de suportar para corrigir o seu próprio erro, sem qualquer demonstração de preocupação pelos enormes prejuízos causados ao consumidor. Trata-se de uma postura incompatível com os deveres de diligência, boa-fé e respeito pelos direitos dos consumidores. 4. Consequências para o consumidor Como consequência direta destas sucessivas falhas: a casa de banho principal da habitação encontra-se totalmente inutilizada; a banheira foi removida; a sanita e o bidé tiveram igualmente de ser desmontados para permitir a execução dos trabalhos; a família ficou privada da utilização da principal instalação sanitária da habitação; somos confrontados com a perspetiva de permanecer nesta situação durante aproximadamente um mês, exclusivamente por motivos imputáveis à Leroy Merlin e à sua cadeia de fornecimento. É difícil conceber um exemplo mais evidente de "grave inconveniente para o consumidor". 5. Enquadramento legal A presente situação configura uma clara falta de conformidade, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos dos consumidores na compra e venda de bens. Nos termos deste diploma, a Leroy Merlin é a única entidade responsável perante o consumidor pelo cumprimento integral do contrato, não podendo eximir-se dessa responsabilidade através da invocação de erros do fabricante ou da transportadora dado essas relações pertencem exclusivamente à esfera interna da empresa. Caso a Leroy Merlin entenda existir responsabilidade do fabricante ou da transportadora, poderá posteriormente exercer contra essas entidades os mecanismos legais que considere adequados, mas tal nunca pode prejudicar nem atrasar os direitos do consumidor. No presente caso verificaram-se duas faltas de conformidade distintas: 1ª entrega de uma banheira sem componentes indispensáveis ao seu funcionamento; 2ª entrega de uma banheira danificada. Nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através da substituição do bem. O artigo 18.º determina que essa reposição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e, sobretudo, sem grave inconveniente para o consumidor. Ora, manter o nosso agregado familiar privado da utilização da sua casa de banho principal durante cerca de quatro semanas constitui um "grave inconveniente" Não pode a Leroy Merlin justificar tal demora apenas com razões de natureza económica ou logística, nomeadamente afirmando que um transporte urgente "ia sair caríssimo". O custo da correção do erro pertence exclusivamente à esfera empresarial da Leroy Merlin e nunca pode ser transferido, direta ou indiretamente, para o consumidor. 6. O que exigimos Face ao exposto, exigimos que a Leroy Merlin: Proceda com caráter de absoluta urgência à substituição da banheira danificada e ao fornecimento do kit em falta; Recorra, se necessário, a transporte urgente, à expedição direta pelo fabricante ou à transferência de uma unidade existente noutra loja da cadeia Leroy Merlin, por forma a assegurar uma solução imediata; Caso exista uma banheira idêntica disponível em qualquer loja da rede Leroy Merlin, proceda à sua imediata e célere afetação ao presente processo, não sendo aceitável que o consumidor suporte um atraso de várias semanas quando existem soluções logísticas ao alcance da própria empresa; Assuma integralmente a responsabilidade pelo incumprimento contratual, abstendo-se de imputar responsabilidades ao fabricante ou à transportadora, entidades com as quais o consumidor não mantém qualquer vínculo contratual; Apresente um pedido formal por escrito, de desculpas pelos transtornos causados; Informe, por escrito, quais as medidas concretas que irão ser adotadas para evitar a repetição de situações idênticas.

Em curso
J. N.
30/07/2026

Reclamação da experiência profissional na Telecabine Lisboa vaga de Assistente de Fotografia

No dia 29 de julho de 2026, eu tive, sem exageros, uma das piores experiências profissionais durante o processo de integração para a função de Assistente de Fotografia, no âmbito de um contrato de outsourcing entre a Adecco e a Eventline (Empresa responsável pelo serviço de fotografia no espaço) No dia da minha integração compareci à hora indicada, vim com a indumentária indicada, assinei toda a documentação que me foi solicitada (referente a titularidade dos rendimentos e outros documentos) e iniciei imediatamente as funções para as quais tinha sido contratado. Ao longo do dia procurei cumprir todas as instruções que me foram dadas, abordando clientes, tirar fotos, prestando apoio e realizando as restantes tarefas inerentes à função. Sendo o meu primeiro dia, era natural existir um período de adaptação. Cometi alguns erros, como acontece com qualquer colaborador que está a aprender um novo posto de trabalho. Sempre que me eram dadas indicações, procurei aplicá-las imediatamente. Um dos aspetos que mais me desagradou foi a falta de clareza nas instruções. Em determinada situação foi-me transmitido posteriormente que estaria a interferir com o trabalho de outro colaborador. No entanto, durante o próprio serviço cheguei a perguntar diretamente a esse colaborador se estava a dificultar o seu trabalho, tendo recebido como resposta que não. Perante essa resposta, não tinha qualquer motivo para acreditar que estivesse a desempenhar incorretamente as minhas funções. Além disso, nunca recebi um feedback claro e direto por parte da coordenadora relativamente ao meu desempenho enquanto estava a trabalhar. Apenas fui chamado posteriormente ao escritório da Adecco a meio do turno, onde me foi pedido para assinar o contrato de trabalho a termo incerto e logo a seguir a denúncia do mesmo. Permaneci cerca de 30 minutos no escritório a ler e assinar o contrato de trabalho, acreditando que iria iniciar uma nova etapa profissional. Logo de seguida foi-me comunicado que o contrato seria imediatamente cessado. Eu considero esta situação muito mal gerida, se não havia intenções de me contratar, porque é que ela não me disse logo no início, nunca fui tratado com tanta indiferença e crueldade por parte de uma empresa. Porque é que foi tão importante eu assinar este contrato se nunca houve intenção de continuidade? Considero que esta situação foi gerida de forma desrespeitosa e pouco transparente. Se já existia a intenção de cessar a colaboração, não compreendo porque fui levado a assinar o contrato imediatamente antes de me ser comunicada essa decisão. Considero que, antes de uma decisão tão drástica, deveria ter existido uma comunicação mais transparente e objetiva, permitindo-me compreender concretamente o que deveria corrigir e dando-me uma oportunidade real para melhorar. Também me foi referido que procuravam uma pessoa "mais dinâmica" e que estavam a ocorrer "entropias". No entanto, estes conceitos nunca me foram explicados de forma concreta, com exemplos específicos que me permitissem perceber exatamente quais eram os comportamentos considerados inadequados. Fiquei igualmente surpreendido com o facto de o contrato ter sido cessado após apenas um dia de trabalho, sem que tivesse existido um período mínimo de adaptação ou acompanhamento. Considero que é extremamente difícil avaliar de forma justa as capacidades de um colaborador com base apenas em algumas horas de trabalho, sobretudo num contexto completamente novo. Gostaria ainda de referir que as condições de trabalho também me suscitaram preocupação. Durante grande parte do turno permaneci várias horas consecutivas de pé, tendo apenas uma pausa muito reduzida (sendo esta de 5 minutos na totalidade das 8h de trabalho), o que tornou o trabalho fisicamente bastante exigente. Teria igualmente sido útil que, durante o processo de integração, tivesse sido recomendado o uso de calçado confortável, tendo em conta que a função implica permanecer várias horas consecutivas de pé. Naturalmente respeito o direito da empresa em decidir quem pretende integrar na sua equipa. Contudo, considero que a forma como todo este processo foi conduzido revelou falta de comunicação, falta de acompanhamento e ausência de uma oportunidade razoável para adaptação e aprendizagem. O objetivo desta reclamação não é contestar a decisão da empresa, mas sim demonstrar o meu desagrado relativamente à forma como fui tratado durante este processo e alertar para práticas desumanas que, na minha opinião, poderiam ser significativamente melhoradas para futuros colaboradores. Em momento algum me foi dada uma advertência clara de que o meu desempenho colocava em risco a continuidade da colaboração. Se tivesse recebido esse feedback de forma direta e específica, teria feito todos os esforços para corrigir imediatamente o que estivesse a fazer de forma incorreta. Saí desta experiência com a sensação de que não fui avaliado de forma justa nem tive uma oportunidade real de demonstrar as minhas capacidades. Considero que qualquer novo colaborador merece um período mínimo de adaptação, instruções claras e feedback direto antes de ser tomada uma decisão tão definitiva como a cessação do contrato no próprio dia de trabalho. Espero que esta reclamação contribua para que situações semelhantes não se repitam com futuros trabalhadores.

Em curso
G. C.
30/07/2026

Aluguel de carro Localiza - Wise não devolve o dinheiro

Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma cobrança em duplicado efetuada no meu cartão Wise. No dia 20 de julho de 2026, a empresa Localiza Rent a Car efetuou duas cobranças referentes ao mesmo contrato de aluguer. Assim que detetei a situação, entrei imediatamente em contacto com a Localiza, que me informou que o estorno apenas seria processado após o encerramento do contrato. O contrato terminou no dia 27 de julho de 2026. No entanto, até à presente data, o valor cobrado em duplicado continua sem ser devolvido. Contactei várias vezes a Localiza e a situação continua sem resolução. Perante a falta de resposta e de reembolso por parte do comerciante, solicito que a Wise analise este caso e inicie o procedimento de contestação da cobrança pois que eu ja tento entrar em contato com a wise faz muito tempo e ninguém consegue fazer nada, uma vez que fui debitado duas vezes pelo mesmo serviço e apenas uma das cobranças é legítima. Anexo os comprovativos das duas cobranças, o contrato de aluguer e toda a documentação que demonstra as tentativas de resolução diretamente com o comerciante. Agradeço uma análise urgente deste caso e uma resposta o mais rapidamente possível. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Candeias

Em curso
H. N.
30/07/2026

Participação contra Meta Platforms Ireland (Instagram @neto.uk)

utilizei os mecanismos oficiais do Instagram para reportar uma falha grave do algoritmo, que entregava no meu feed conteúdos inapropriados e sexualizados envolvendo menores. alertei a empresa sobre este problema de segurança, em resposta, a Meta Platforms Ireland Limited atuou em abuso de direito e retaliação, punindo-me arbitrariamente com o bloqueio e eliminação sumária da minha conta (@neto.uk) no dia 30 de Julho de 2026 de forma automática do algoritmo (falso positivo), que tratou a minha denúncia legítima de falha de segurança como se fosse uma infração cometida por mim. O sistema da empresa, inverteu a situação: tratou a minha denúncia contra o algoritmo como se eu fosse o infrator, imputando-me uma acusação falsa e extremamente grave. 4. Violação Frontal do RGPD (Decisão Automatizada Abusiva): A Meta violou as normas do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) ao aplicar uma decisão 100% automatizada, sem qualquer auditoria humana, privando-me do acesso a todos os meus dados pessoais, fotos, histórico e contactos armazenados na plataforma, sem me dar qualquer direito a contraditório ou defesa. Face à gravidade da conduta retaliatória da Meta Platforms Ireland Limited, solicito a intervenção urgente da CNPD para: Sancionar a conduta abusiva e retaliatória da empresa contra um utilizador que reportou uma falha de segurança; Determinar a imediata reativação da conta @neto.uk e a restituição integral do acesso aos meus dados pessoais;

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