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Haven't received the last order
I haven't received my last order even though I was charged for it. I was also charged this month. Two Charges: 03/30 and 04/29 No order I have been a customer for a very long time. This is very confusing.
Dualidade de preços
Há 12 semanas efetuei a pré-inscrição online para o ginásio que iria abrir da Fitness Up nas Caldas da Rainha, tendo inclusive comentado com colegas meus, tendo alguns deles há pouco mais de 02 semanas terem feito igual inscrição e que já tinha até pago a inscrição e assinado o contrato. Só passadas 12 semanas e só após insistências fui contactado pelo Fitness Up, onde me ofereceram preços diferentes ao já contratualizados pelos meus colegas. Como será possível existirem preços diferentes para pessoas nas mesmas condições? Tanto eles como eu pertencemos à GNR que tem protocolo com essa rede de ginásios, a mim disseram-me que não poderiam ativar o protocolo para beneficiar de preços mais acessíveis e quando questionei do motivo de aos meus colegas o terem aceite esse protocolo apenas se limitaram a informar que deveria ter sido um erro. Questiono novamente se os preços exercidos são consoante querem ou se não deverá haver uma tabela de preços/mensalidades iguais para todos (com e sem protocolos). Esta situação é no mínimo obscura, pelo que gostaria que a ASAE verifica-se esta dualidade de serviços que deveriam ser tabelados.
Equipamento não funciona
Adquiri um fogao em 13/11/2024, que detetei que ja vinha com defeito depois de varias reclamacoes tanto via telefone como por escrito na loja onde adquiri o aparelho (Radio Popular Vila Nova de Famalicao) ate a data de hoje ainda nao solucionaram o problema. E informaram que nao vao solucionar, com isto continuo sem ter fogao para cozinhar.O fogao ainda se encontra na garantia
Avaria no Fornecimento do serviço com previsão de reparação de 3 semanas
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 010701054250, venho por este meio comunicar que os problemas técnicos anteriormente reportados se mantêm até à presente data, sem que tenha sido apresentada uma solução eficaz. Atualmente, verificam-se falhas graves no serviço contratado, nomeadamente: Ausência de serviço de televisão e canal Sport TV; Inexistência de serviço de telefone fixo; Falta de acesso à internet. Importa referir que, após diversos contactos efetuados através dos vossos canais de apoio, dincluindo assistentes automáticos e comunicações de avaria, a situação permanece por resolver. Face à ausência de resolução, os meus pais deslocaram-se presencialmente a uma loja, na tentativa de obter apoio direto. Contudo, a informação prestada revelou-se contraditória e insatisfatória: Inicialmente, foi garantido que a situação seria resolvida até às 15h do dia seguinte; Posteriormente, foi indicado um novo prazo apenas a partir do dia 11 de maio, o que representa um atraso inaceitável para um serviço essencial já em falha desde o dia 27 de março. Neste sentido, venho exigir a resolução imediata da avaria, bem como solicitar esclarecimentos formais sobre: A origem do problema; O motivo da discrepância nas informações prestadas; O prazo efetivo para reposição integral dos serviços. Adicionalmente, solicito que seja considerada a devida compensação pelos períodos de indisponibilidade dos serviços, nos termos legais e contratuais aplicáveis. Sem outro assunto de momento, aguardo uma resposta célere e a resolução urgente da situação.
Sofá exposição
Reclamação já apresentada, na loja de Alfragide, com ausência de resposta. No dia 24/01/2026 comprei, na vossa loja de Alfragide, um sofá Modelo Relax 2 lugares Elétrico KMAX, conforme encomenda/factura Nº PC1026/26005760 - Nº 161/9318 . O contrato/compra previa a entrega de um artigo novo e selado, no prazo de 15 dias úteis e não um artigo de exposição. • No dia 11/02/2026 recebi um contacto, via SMS da transportadora, com entrega prevista no dia 13/02/2026, que não se realizou, um dia de férias tirado desperdiçado e não renumerado; .Finalmente, dia 24/02/2026, 21 dias úteis após a compra, foi-me entregue um sofá que, por coincidência, no arrumo do mesmo, constatei informações de emails internos (colados ao plástico de filme), correspondendo a um artigo de exposição proveniente de Bragança. Apresentando, também, em falta uma peça elétrica, a junção de união ao transformador afim de usufruir da parte elétrica das 2 cadeiras, situação reportada de imediato à transportadora e via mail à loja. Após envio de email nesse dia, com todas as provas inerentes à situação explicada anteriormente, fui contactado, pelo Sr. Hugo, que me informou que iria se inteirar da situação e que o sucedido era inadmissível, lamentando o ocorrido, fazendo da situação “mea culpa”, informou-me que poderia usar o sofá livremente e que seria contactado com a maior brevidade possível afim de resolver a situação. Dia 01/03/2026, recebi um telefonema da Catarina que propôs 2 soluções, ou a troca por outro modelo ou um desconto de 15 % sobre o sofá recebido. No dia 03/03/2026, respondi que não concordava com o desconto ínfimo apresentado. Já que a entrega do sofá de exposição foi premeditada, havendo uma falta de profissionalismo tremenda, dado que deveriam ter contactado com o cliente e informado que não havia stock com o objetivo de se resolver a situação de uma forma conveniente. Na ausência de resposta, enviei novo mail e dirigi-me à loja, no dia 07/03/2026, para obter resposta tanto da solução do desconto como da junção que nunca foi solucionada conforme referido anteriormente. Consegui trazer, da loja, a junção em falta, mas ficaram de dar resposta, aos emails, já que o Sr. Hugo, gerente da loja de Alfragide, não estava sendo, só ele a pessoa responsável, por este tipo de situações. Expondo o desconto apresentando pela loja de 15%, com o dia tirado de férias e combustível gasto na ida à loja o desconto real seria de 7,9 % Novo email enviado dia 20/03/2026, a aguardar resposta... Até ao presente, não houve qualquer resposta assim como uma solução apresentada ao meu último email e presença na loja de Alfragide demonstrando falta de profissionalismo e falta de respeito pelo cliente.
Manutenção paga e não realizada
Exmºs senhores: Dirijo-me a Vªs Exªs, na qualidade de herdeiro de CARLOS ALBERTO LOUREIRO MARTINS, NIF 166288667, (falecido) com quem a Vulcano tem um contrato de manutenção de painéis solares. O meu pai, à data ainda vivo, realizou um contrato de manutenção de painéis solares, em que por ano, pagava cerca de 80,00€, para realização da referida manutenção. Acontece que a Vulcano, sem qualquer explicação, deixou de fazer a manutenção contratada, mesmo tendo por dois anos seguidos, sido cobrada e paga a manutenção. Não tendo sido feita qualquer manutenção durante dois anos seguidos, não sabemos se haverá avarias provocadas por falta de manutenção. Por diversas vezes, o técnico responsável pela manutenção, foi contactado no sentido de agendar as manutenções, ao que o técnico respondia sempre que aguardasse porque estaria com muito serviço. Foi feito um primeiro contacto via telefone, a reclamar, tendo a Vulcano informado que nesse mesmo dia, voltaria a contactar. Porém, a Vulcano não fez qualquer contacto, pelo que no dia seguinte, foi feito um novo contacto, ao qual a Vulcano respondeu da mesma maneira. Estes contatos, foram feitos no início de março e ao dia de hoje (30abr26), a empresa Vulcano, não fez qualquer contato, demonstrando total desprezo e falta de respeito pelo cliente. Aqui chegados, solicito que com a brevidade que se impõe, a Vulcano resolva esta situação, devolvendo os valores pagos pela manutenção dos painéis solares, nunca realizada. (cerca de 80,00 € x 2 anos).
Cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de cobrança que considero abusiva e desprovida da necessária transparência, envolvendo a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. e a empresa Intrum Portugal, Lda. Encontro-me a ser alvo de insistentes tentativas de cobrança por parte da Intrum e da MEO relativamente a uma suposta dívida no valor aproximado de 178€, a qual contesto integralmente por falta de fundamento, inconsistência de valores e ausência de prova contratual. Apesar de já ter contestado formalmente esta alegada dívida por escrito, por mais do que uma vez, a Intrum e a ANACOM não responderam aos pedidos de esclarecimento e documentação que solicitei. Em concreto, continuo sem receber: 1. Cópia integral do alegado contrato celebrado (que nunca assinei nem vi). 2. Condições gerais e particulares aplicáveis à data; 3. Gravação da chamada de adesão com prova de que me foi informado as condições de contrato, como cancelar e perspectivas consequências. Importa ainda referir que: * O serviço em causa não foi utilizado; * Não me foi explicado qualquer procedimento de cancelamento no momento da adesão; * Procedi ao cancelamento do débito direto; * Continuei, ainda assim, a ser confrontada com cobranças; * Foram-me previamente mencionados valores completamente desproporcionais (na ordem dos 5.000€), sem qualquer explicação ou suporte documental; Não obstante a ausência de resposta e de prova documental, fui agora novamente notificada pela Intrum com uma comunicação de teor intimidatório, concedendo um prazo de 2 dias para pagamento e ameaçando com recurso a ação judicial, penhora de salário e bens, caso não proceda à liquidação do montante exigido. Considero esta atuação particularmente grave, na medida em que: * A dívida permanece formalmente contestada; * Não foi apresentada qualquer prova contratual; * Persistem contradições e omissões materiais; * Estão a ser utilizadas ameaças de natureza judicial sem prévio esclarecimento da legitimidade da dívida. Entendo que esta conduta poderá configurar uma prática abusiva de cobrança e uma violação dos deveres de informação, transparência e boa-fé no âmbito das relações de consumo. Solicito, assim, a vossa análise deste caso e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, bem como orientação sobre os passos adequados a adotar perante esta situação. Se for necessário, gostaria de entrar com uma queixa jurídica. Com os melhores cumprimentos, Cláudia
Reclamação Urgente – Sinistro de 28/11/2025 – Matrícula AR-58-EI
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao sinistro ocorrido em 28/11/2025, referente ao veículo com a matrícula AR-58-EI (Jeep Compass), atualmente sem qualquer resolução após mais de 5 meses. O veículo foi alvo de uma desvalorização de cerca de 50%, justificada pela alegação de existência de “danos sobre danos”, o que não corresponde à realidade. Importa salientar que, antes da aceitação do seguro contra todos os riscos, foi realizada uma perícia ao automóvel, não tendo sido identificados quaisquer danos prévios que justificassem tal conclusão. Adicionalmente, as oficinas têm-se recusado a efetuar a reparação com base no valor atribuído pela peritagem, considerando-o manifestamente insuficiente para a execução dos trabalhos necessários. Esta situação deixa-me numa posição completamente prejudicada, sem solução viável apresentada até ao momento. O processo encontra-se, assim, parado há 5 meses, com o veículo imobilizado durante todo este período. Acresce ainda o facto de o carro necessitar de realizar a sua primeira inspeção no presente mês de maio, o que não será possível devido à ausência de reparação, agravando ainda mais os prejuízos. Face ao exposto, venho exigir uma resolução urgente deste processo, nomeadamente: - A revisão do valor atribuído à reparação; ou - O pagamento de uma indemnização justa que permita a resolução da situação de forma célere. Caso não seja apresentada uma solução concreta com a máxima brevidade, reservo-me o direito de avançar com a reclamação junto das entidades competentes. Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Vasile Claudiu Lupu
Impossibilidade de fazer check-in na aplicação da Ryanair
Boa tarde Efetuei uma compra de voo na Kiwi.com com o n de reserva 764393575. na escala que tinha que fazer entre Roma e Bari, não apareceu o check-in na aplicação da Ryanair, nem tive acesso ao boarding pass. Note-se que posteriormente já tinha feito o check-in do voo seguinte de Bari (BRI)para Kaunas(KUN) que foi o meu destino. O que aconteceu é que dia 11/04/2026 antes do voo que foi às 06:;05m, 60.50€ por me imprimirem o bilhete pois não tive forma de fazer check-in na aplicação. Já apresentei reclamação na KIWI.com e na Ryainayr e a resposta é sempre a mesma. Pretendo reembolso deste valor pois já tinha feito pagamento do mesmo na reserva desta viagem. Mais transmito que fui muito no guiché de apoio ao cliente em Roma, por 2 colaboradores, inicialmente uma rapariga, cerca das 4 a.m e quando lá voltei um sr. (cerca das 5 a.m), mal educados, não tentaram ajudar. A Sra. do checkin que me imprimiu o bilhete e o rapaz que estava de apoio é que me ajudaram, este até viu no meu telemóvel que não tinha este voo na aplicação. A sra garantiu que a Ryanair me reembolsava. Aguardo resposta
Atraso de voo e reencaminhamento para outra cidade
Exmos. Senhores, Em 8 dezembro 2025, dirigi-me ao aeroporto de Lisboa, para embarcar no vosso voo ryanair FR1143 para Berlim. Sucede que o voo, que estava marcado para as 17h00 se atrasou, com partida a ter lugar pelas 21h30 e a chegada ao destino a ocorrer já de madrugada numa outra cidade, e teria que ir de autocarro até Berlim, chegando já na manhã seguinte. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 400 eur por passageiro, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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