Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
S. S.
29/10/2026

IKEA Customer Relations: Dois pesos e duas medidas, chefias protegidas e colaboradores desrespeitado

A IKEA Alfragide no departamento de Customer Relations é uma vergonha. Aquilo parece um grupo fechado que se protege a si próprio, onde muita coisa se esconde, se abafa e as chefias se protegem umas às outras, com a ajuda da chefe de People & Culture, Lélia. Depois, quem acaba por sofrer são os colaboradores, que são tratados como se não tivessem direitos nem voz. Vejam os grupos whatsapp de Teams que existem entre chefias e as mensagens que por lá circulam sobre os colaboradores. Há mensagens em que se fala mal das pessoas, rebaixam quem trabalha e se fazem comentários que mostram bem o respeito que certas chefias têm por quem está no terreno. E depois, quando alguém fala, parece que ninguém sabe de nada e que está tudo bem. Também há situações relacionadas com a Team Leader caixas e afins de relações com colaboradores, incluindo o ex colaborador Brain, que é casado, e o EX CHEFE SEGURANCA Ricardo e muitos mais. Teams leader e chefias e departamento com comportamentos durante o horário de trabalho que merecem ser esclarecidos, uso telemoveis pessoais, mensagens que devem ser tidas em conta como para o ex seguranca na hora de trabalho, etc. Depois, as chefias de caixas e outras chefias sabem ou ouvem falar destas situações e fica a sensação de que tudo é abafado e de que há sempre alguém a proteger alguém, com People & Culture pelo meio. E os Frontliners e as chefias que deviam dar o exemplo? Há situações de pausas atrás de pausas, frontliners sentados na sala junto às caixas a conversar sobre assuntos pessoais e até a ver futebol, enquanto há trabalho para fazer. Mas aos colaboradores comuns exigem tudo, controlam tudo e tratam-nos mal quando alguma coisa não lhes agrada. Para uns parece haver regras e para outros parece que vale tudo. Afinal, para que servem tantas chefias e tantos Frontliners se nem sempre dão o exemplo, se há falta de organização e se os colaboradores continuam a ser os mais prejudicados? Está na altura de a IKEA olhar bem para o que se passa neste departamento e perceber se faz sentido ter tantas pessoas em cargos de chefia e tantas funções de Frontliner, quando é preciso melhorar a organização, a produtividade e a forma como as pessoas são tratadas. Não é normal que quem trabalha tenha de cumprir regras enquanto quem devia dar o exemplo parece estar acima delas. Não é normal que os colaboradores se sintam desrespeitados e que os problemas nunca tenham consequências. E muito menos é normal que se crie um ambiente em que as pessoas tenham medo de falar porque acham que as chefias se protegem umas às outras. A IKEA fala de valores, respeito e espírito de equipa, mas esses valores têm de existir na prática e não apenas nos cartazes. Está na altura de acabar com os favoritismos, com os silêncios e com esta sensação de que há pessoas intocáveis. Os colaboradores merecem respeito, as regras têm de ser iguais para todos e está na altura de rever seriamente o número de chefias e de Frontliners neste departamento. Porque ter cargos não faz de ninguém um bom líder, e quem não dá o exemplo não devia exigir aos outros aquilo que não faz.

Em curso
A. P.
29/10/2026

Má-fé contratual, falta de transparência e assédio - RE/MAX TOP II (Baião)

Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma grave situação de má-fé contratual e conduta abusiva por parte da agência imobiliária RE/MAX TOP II (gerida pela entidade legal Dd Vendas - Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda., NIF 507457137). No âmbito do meu interesse no imóvel com a Ref. 122211050-701, agendei uma visita formal para o dia 09/11 às 10:00. Com base nesta marcação ativa e confirmada, fui induzido em erro pela agência, iniciando estudos de viabilidade e simulações de crédito habitação junto de uma entidade financeira intermediária parceira. Contudo, no dia 28/10, fui abruptamente notificado do cancelamento da visita sob o pretexto de que o imóvel fora vendido, tendo a proposta de compra sido aceite pela agência no dia 20/10. A retenção deliberada desta informação constitui uma postura de manifesta má-fé. A agência permitiu que eu prosseguisse com diligências bancárias e organizasse uma deslocação familiar com custos associados não reembolsáveis, sabendo perfeitamente que o imóvel já não se encontrava disponível há mais de uma semana. Adicionalmente, cumpre denunciar um padrão de atuação abusivo e opaco por parte da equipa de Baião. A agência recusa-se categoricamente a fornecer qualquer documentação ou comprovativo oficial por escrito relativo ao histórico e estado das propostas do imóvel, inviabilizando a transparência do processo. Para agravar o cenário, ao manifestar formalmente o meu desagrado perante este tratamento lesivo, passei a ser alvo de hostilidade e assédio por parte dos colaboradores da referida agência. Face aos danos patrimoniais e morais causados, exijo através desta plataforma: 1. O envio imediato por escrito da linha temporal oficial de propostas e comunicações deste imóvel; 2. Uma clarificação cabal dos procedimentos éticos da agência perante clientes com processos de financiamento em curso; 3. A indemnização/compensação integral pelos custos financeiros diretos não reembolsáveis decorrentes da deslocação inutilizada por negligência da RE/MAX; 4. A cessação imediata de qualquer conduta de intimidação, assédio ou hostilidade para com a minha pessoa. Anexo os comprovativos de comunicações eletrónicas, posso enviar em privado o início do processo de crédito e despesas efetuadas.

Em curso
J. R.
29/10/2026

Cobrança indevida

No dia 30 de setembro de 2026, fui ao Hospital Lusíadas por causa de uma dor persistente numa perna. Depois de me medirem a temperatura e a tensão arterial, fui encaminhado para o médico. Expliquei os sintomas, mas o médico não observou a minha perna, não fez qualquer exame físico e não realizou qualquer avaliação para além de ouvir o que eu descrevi**. Sem sair da secretária, disse-me apenas que poderia tratar-se de uma trombose, mas que ali não tinham meios para avaliar essa situação e que deveria dirigir-me ao Hospital de Santo António. Compreendo perfeitamente o encaminhamento, se de facto havia suspeita de trombose. O que não considero aceitável é ter sido cobrado €50 por uma consulta de urgência quando, na prática, não houve qualquer exame ou observação médica. A fatura/recibo tem o número FR26N02/0000150654, emitida em 30/09/2026, no valor de €50. Na altura, quis logo reclamar, mas disseram-me que o Apoio ao Cliente já estava encerrado. No dia 2 de outubro, enviei um email a explicar toda a situação e a pedir a devolução dos €50. Como não obtive resposta, enviei depois um segundo email de insistência. Também não tive qualquer resposta. No dia 29 de outubro, telefonei para o Hospital Lusíadas para tentar perceber o que se passava com a minha reclamação. Fui mal atendido e a pessoa que me atendeu acabou por desligar a chamada a meio da conversa. O que me leva agora a recorrer à DECO não é apenas o que aconteceu na consulta. É também o facto de já ter tentado resolver diretamente a situação por várias vias e continuar sem qualquer resposta. Pretendo que o Hospital Lusíadas: - devolva os €50 cobrados; - explique que ato clínico foi efetivamente prestado que justifique essa cobrança; - responda às reclamações que enviei; - esclareça o sucedido no atendimento telefónico de 29/10. Não estou a contestar o facto de ter sido encaminhado para outro hospital. Estou a contestar ter pago por uma consulta em que nem sequer houve observação da perna e, depois disso, não conseguir obter uma resposta do Hospital Lusíadas. Acresce que todo este processo já me obrigou a perder tempo com sucessivos emails e contactos telefónicos para tentar obter resposta a uma situação que poderia e deveria ter sido resolvida de forma simples pelo Hospital Lusíadas. Caso esta situação continue sem resolução, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes e de reclamar os prejuízos que consiga demonstrar terem resultado desta atuação.

Em curso
J. L.
29/10/2026

Recusa de garantia para Pixel 7a com bateria inchada (Risco de segurança física)

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Google Commerce Limited devido à recusa de assistência a um defeito de fabrico que constitui um risco crítico de segurança física (bateria inchada). Adquiri o telemóvel Google Pixel 7a (IMEI 35352940859XXXX) diretamente na Google Store em 27/11/2023, pelo valor total de 459,00 € (Fatura n.º GS.7341-0322-7029). O equipamento encontra-se dentro do prazo de 3 anos e apresenta a bateria severamente inchada, ao ponto de deformar o chassis e descolar/levantar a tampa traseira do aparelho. O telemóvel tem zero danos cosméticos, quedas ou contacto com líquidos, tratando-se puramente de uma falha de hardware do componente. Contactei o suporte da Google Store (Ticket ID: 7-6802000040972), que recusou repetidamente a assistência gratuita com base num programa interno de software, ignorando as provas fotográficas do perigo de segurança e potencial combustão do lítio. Ao abrigo da legislação de conformidade e segurança de produtos da União Europeia e do regime jurídico das garantias de bens de consumo, a marca é inteiramente responsável por defeitos estruturais que ponham em risco a integridade física do consumidor. A recusa de reparação ou reembolso de um produto com risco de incêndio constitui uma violação grave dos direitos do consumidor. Face à total perda de confiança na segurança do equipamento e à negligência do suporte inicial, não aceito a reparação do mesmo lote. Exijo a resolução do contrato com a devolução integral do valor pago (459,00 €) ou a atribuição do valor equivalente em crédito na Google Store para aquisição de um modelo seguro. No aguardo. Obrigada.

Em curso
G. S.
29/10/2026

iphone 18 pro max loja nos

Boa noite eu fiz uma compra do 1 phone 18 pro max, no dia 13 de setembro e a data prevista da entrega seria dia 18 de setembro e hoje e dia 29 de outubro ainda nao recebi o meu iphone 18 pro max bordo de 256 g e todos dias ligo pra saber da minha encomenda e ninguem me consegue responder sao quase 2 meses isso e uma total falta de respeito com as pessoas,

Em curso
C. S.
28/10/2026

Cobranças indevidas

Essa empresa está tentando debitar do meu cartão de crédito indevidamente

Em curso
P. S.
28/10/2026
jop land rover

Serviço automóvel

No passado mês de Junho de 2025 adquiri uma viatura Range Rover Sport de serviço neste stand. Desde logo o veículo foi-me entregue cheio de manchas nos estofos de pele e uma pintura defeituosa no para-choques frontal que havia de formar uma bolha e cair. Durante pouco mais de um anos os problemas foram recorrentes: desde não conseguirem encaixar o para-choques do carro à primeira, nem à segunda, apenas à terceira quando se soltou; montagem defeituosa de um vidro frontal que resultou numa inundação do carro; enviarem o carro para casa sem fazerem o que estava combinado na oficina; mandarem o carro com jantes com massa e com a reparação a meio; etc etc. No total o carro esteve 12 vezes na oficina por defeitos em intervenções simples, por vezes por períodos ate 1 semana de cada vez. Em todas estas 12 vezes o carro foi sempre entregue sujo e sem aspirar; em mais do que uma vez com os pneus com pressão irregular; o trato da generalidade dos funcionários péssimo, de extrema falta de cortesia e até de educação, tendo até eu andado a transportar o carro entre oficinas durante reparações; nunca me foi oferecido um carro de cortesia, e mesmo quando o exigi na ultima intervenção, inicialmente foi-me negado; ambiente péssimo na recepção com vários clientes sempre a fazer grandes escândalos. No passado mês de abril de 2026 encaminhei uma reclamação escrita para a empresa e vários responsáveis, reclamação essa que até hoje não motivou sequer uma resposta. Enfim: serviço deplorável, falta de organização, péssima qualidade nas intervenções e faltpura e simples de controlo de qualidade. A cereja no topo do bolo: falta de respeito total pelos clientes.

Em curso
A. M.
28/10/2026

Cobrança por alegado incumprimento contratual após pedido de denúncia do contrato

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Vodafone Portugal, contestando a cobrança de uma penalização no valor de 200 €, identificada como decorrente de alegado incumprimento contratual, na sequência da denúncia do meu contrato de serviços de comunicações eletrónicas. Considero que esta cobrança carece de fundamentação suficiente e solicito a sua análise à luz das condições contratuais aplicáveis e da legislação portuguesa, nomeadamente do artigo 136.º da Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto. 1. Exposição dos factos O meu contrato com a Vodafone estava sujeito a um período de fidelização de 24 meses (terminava em setembro de 2026) No dia 1 de julho de 2026, manifestei expressamente a minha vontade de denunciar o contrato, solicitando que a cessação produzisse efeitos a partir de 1 de setembro de 2026. Em resposta, a Vodafone informou-me de que o pedido teria de ser apresentado com uma antecedência de 30 dias relativamente à data pretendida para a cessação. Em conformidade com essa indicação, voltei a formalizar o pedido de denúncia no dia 1 de agosto de 2026, tendo o mesmo sido aceite pela operadora. Cumpri, assim, o procedimento que me foi indicado pela própria Vodafone e paguei as mensalidades devidas até ao termo do contrato. Os equipamentos foram entregues dentro do prazo estabelecido pela operadora. Contudo, posteriormente, a Vodafone cobrou-me uma penalização de 200 €, alegadamente por incumprimento contratual. Esta cobrança surpreendeu-me, uma vez que comuniquei a minha intenção de terminar o contrato em 1 de julho de 2026, indiquei como data pretendida para a cessação o dia 1 de setembro de 2026 e, após a indicação da operadora, voltei a formalizar o pedido em 1 de agosto, tendo este sido aceite. 2. Contestação da penalização A cobrança de 200 € suscita dúvidas quanto à sua legitimidade, por diversas razões. A Vodafone aceitou o pedido apresentado em 1 de agosto, tendo eu procedido ao pagamento das mensalidades até à data indicada para o termo do contrato. Considero, por isso, necessário esclarecer por que motivo foi posteriormente exigida uma penalização por alegado incumprimento contratual. Importa determinar se, à data em que a cessação produziu efeitos, existia fundamento contratual para exigir encargos por cessação antecipada. Caso a penalização corresponda a encargos por cessação antecipada durante o período de fidelização, deverá ser verificado o cumprimento do artigo 136.º, n.º 4, da Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto, que estabelece limites para esses encargos. A existência de uma cláusula contratual de fidelização não permite, por si só, cobrar qualquer montante sem demonstrar o respetivo fundamento e o cumprimento dos limites legais aplicáveis. Acresce que solicito o esclarecimento da natureza exata da quantia cobrada, designadamente se corresponde a encargos por cessação antecipada, a uma penalização contratual de outra natureza ou a qualquer outro valor, bem como a identificação da cláusula contratual que alegadamente sustenta essa cobrança. 3. Pedido de intervenção e esclarecimento Face ao exposto, solicito analise da situação e que se verifique se a atuação da Vodafone respeitou as regras aplicáveis à denúncia dos contratos de comunicações eletrónicas, ao período de fidelização e à cobrança de encargos por cessação antecipada. Solicito igualmente à DECO que o Gabinete de Apoio ao Consumidor analise o caso e aprecie a situação do ponto de vista da defesa dos direitos do consumidor.

Em curso
P. M.
28/10/2026

Alarme Verisure

Exmos. Senhor ( Alarme Verisure) 28/10/2026 Apos os vários incidentes de intrusão resultando danos consideráveis a minha residência, mesmo com participação policial, a Verisure não assume responsabilidade neste caso. logo não faz sentido continuar com este contrato para este serviço. Mesmo existindo um contrato entre mim e o BPI para este Serviço, o mesmo deixa de ser valido por in comprimento de uma das partes Por esse motivo pretendo rescindir contrato. Cumprimentos.

Encerrada

APOIO TECNICO DEFECIENTE E FRACO APOIO PEDAGOGICO

Venho manifestar o meu desagrado em relação ao serviço prestado. Há cerca de 10 meses, celebrei um contrato de formação, mas tenho tido vários problemas sérios com a plataforma de estudo disponibilizada. Existem erros técnicos constantes e falhas (bugs) que dificultam ou até impossibilitam o normal funcionamento da plataforma. Por exemplo, o corte de palavras prejudica a leitura dos conteúdos e o sistema de reconhecimento de voz, essencial para a evolução no curso, simplesmente não funciona. Além disso, o serviço de apoio técnico, que estava incluído no contrato, não funciona. No dia 28/10/2026, tentei entrar em contacto com o suporte durante mais de 10 minutos, mas a chamada foi interrompida sem qualquer resposta ou apoio da vossa parte. Sinto que estou a estudar sozinho numa plataforma ultrapassada e com inúmeras dificuldades. Perante esta situação, considerando que não estão a cumprir as condições básicas de acessibilidade nem o acompanhamento prometido, peço o cancelamento imediato da minha inscrição bem como o fim de futuras cobranças. Solicito ainda o reembolso proporcional dos valores já pagos pelo serviço que não foi prestado com a qualidade devida.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.