Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. R.
29/01/2026

Reparação ao abrigo da garantia não realizada

Contratámos ao Leroy Merlin a compra e instalação de um resguardo de chuveiro. A instalação apresenta defeito, permitindo a passagem de água para o exterior. O problema foi comunicado dentro do prazo legal de garantia em 22/11/2025. Após ausência de resposta, foi aberto novo processo de assistência técnica em 12/12/2025 (AT 00021176), uma vez que o pedido inicial não teve qualquer seguimento. Apesar de a empresa ter assumido a reparação ao abrigo da garantia, nunca foi realizada qualquer intervenção, limitando-se a adiamentos, mensagens automáticas e ausência de resposta, mesmo após vários contactos por telefone e pelos canais oficiais indicados pela própria empresa. Em 21/01/2026 foi apresentada nova reclamação telefónica, tendo sido reconhecida a inexistência de justificação para a falta de contacto técnico. Posteriormente, a empresa deixou de responder, incluindo no Livro de Reclamações Eletrónico, apesar da obrigação legal de resposta. O defeito mantém-se sem resolução, sendo o consumidor penalizado por falhas internas do Leroy Merlin e dos seus prestadores. Solicitamos o apoio da DECO para obter a reparação imediata ao abrigo da garantia legal ou a aplicação da solução legalmente prevista.

Em curso
B. C.
29/01/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa às encomendas efetuadas no IKEA de Loures e ao serviço de entrega e montagem associado, devido a um conjunto de situações inaceitáveis que demonstram falta de organização, comunicação e respeito para com o cliente. No dia 24/01/2026 dirigi-me à loja IKEA de Loures, onde realizei uma compra no valor total de 1.470,79 €, com entrega ao domicílio agendada para o dia 28/01/2026 e montagem marcada para o dia 31/01/2026. Posteriormente, no dia 25/01/2026, efetuei telefonicamente uma nova encomenda de uma cama (n.º de encomenda 1578097563), com entrega agendada para o dia 29/01/2026, no intervalo horário 18h–22h, e montagem igualmente marcada para o dia 31/01/2026. No dia 28/01/2026, devido às condições meteorológicas adversas e ao facto de ter ficado retida numa estrada cortada pela queda de uma árvore, a encomenda não foi entregue. Importa referir que o próprio entregador, já presente na morada, me informou que não haveria qualquer problema, que colocaria a minha entrega para o final da rota e que a mesma seria efetuada. No entanto, após chegar a casa e aguardar várias horas, a entrega nunca foi realizada, tendo a encomenda sido devolvida. Ao contactar a linha de apoio ao cliente do IKEA, deparei-me com uma total falta de empatia, especialmente considerando que a situação vivida era de conhecimento público, dada a dimensão dos acontecimentos meteorológicos em todo o país. Ainda assim, foi-me feito um reagendamento apenas da encomenda devolvida, para entrega no dia 02/02/2026 e montagem no dia 04/02/2026, nunca tendo solicitado nem autorizado qualquer alteração à entrega prevista para o dia 29/01/2026. Contudo, hoje, dia 29/01/2026, após várias horas de espera dentro do intervalo horário de entrega, consultei a aplicação IKEA e constatei que a entrega agendada para hoje havia sido alterada para o dia 02/02/2026, sem o meu consentimento ou qualquer contacto prévio. Após novo contacto com a linha de apoio, a operadora confirmou tratar-se de um erro interno e reconheceu que o reagendamento foi feito indevidamente. Considero esta situação absolutamente inaceitável. Encontro-me em processo de mudança de casa e planeei todas as entregas e montagens com a antecedência necessária precisamente para garantir condições mínimas de conforto. O IKEA tomou, no entanto, a liberdade de decidir por mim enquanto cliente, sem qualquer comunicação, obrigando-me a enfrentar uma mudança sem mobiliário e sem condições básicas. Foi-me então comunicada uma compensação no valor de 58 €, a ser atribuída em cartão digital. Contudo, esta compensação corresponde apenas ao valor de uma entrega que não foi realizada, não cobrindo de forma alguma: o transtorno causado ao longo de vários dias; o tempo perdido em sucessivos contactos com o apoio ao cliente; o impacto direto na minha mudança de casa; nem a situação das duas montagens cobradas, que acabaram por ficar agendadas para o mesmo dia, situação sobre a qual não obtive qualquer esclarecimento relativo a acertos de valores. Reitero que 58 € não compensam, de forma alguma, os prejuízos, transtornos e a falta de consideração demonstrada. Sinto-me profundamente desrespeitada enquanto cliente e espero que esta situação seja analisada com a seriedade que merece. Solicito, assim, uma revisão urgente deste caso, com: esclarecimento claro sobre os valores cobrados relativos às montagens; uma compensação adequada e proporcional aos transtornos causados; e garantias de que as novas datas de entrega e montagem serão cumpridas sem novos incidentes. Aguardo uma resposta célere e uma solução justa. Com os melhores cumprimentos,

Em curso

Portugal é generoso, o procedimento da AIMA é duro.

Os portugueses são pessoas extraordinárias; contudo, infelizmente, o funcionamento da AIMA tem tornado a vida dos imigrantes extremamente difícil. Concluí o meu pedido de renovação no portal em 07/08/2025, de forma completa. No recibo emitido, constava que a renovação seria efetuada no prazo de 60 dias, o que não aconteceu. Aguardei cerca de duas semanas, na expectativa de que a situação fosse corrigida automaticamente, mas tal não ocorreu. Posteriormente, desloquei-me ao AIMA II, onde falei com pelo menos três funcionários diferentes. Todos informaram que não poderiam intervir e que deveria apenas aguardar. O último funcionário compreendeu a minha situação, mas referiu não ter meios para atuar, tendo apenas elaborado uma JUSTIFICAÇÃO. Em 21/10/2025, recebi através do sistema uma notificação de Audiência Prévia, informando que seria enviada uma carta e que me seria atribuído um agendamento. Durante este período, vivi com grande ansiedade, uma vez que, por não conseguir comprovar o meu estatuto de residência, as minhas contas bancárias foram limitadas e as contas fora de Portugal encerradas. A carta chegou em 11/12/2025, mas a situação agravou-se. Não foi indicada qualquer falta concreta; apenas foi solicitado que apresentasse defesa antes de uma eventual decisão de indeferimento, com base num alegado “pedido não apresentado nos termos legais”. Em conjunto com o meu advogado, tentámos obter esclarecimentos junto da AIMA por e-mail, sem sucesso, não tendo sido possível identificar objetivamente a alegada irregularidade. Perante esta situação, submeti uma explicação escrita na área disponibilizada no portal e carreguei todos os documentos atualizados relativos à minha situação, reapresentando o pedido. Em síntese, encontro-me há 176 dias numa situação de total incerteza jurídica e administrativa. Não consigo contactar a AIMA, e os meus e-mails permanecem sem resposta. A minha tranquilidade foi seriamente afetada. Apelo, com sinceridade, a qualquer pessoa de boa vontade na AIMA que possa prestar apoio a esta situação. Por favor, ajudem-me antes que tudo se torne ainda mais grave. Apresentarei em anexo toda a documentação do processo. Compreendo que a AIMA esteja sobrecarregada. Não solicito um agendamento; peço apenas que entrem em contacto comigo por e-mail. Estou disponível para apresentar toda a documentação necessária. Acredito que compreenderão a minha situação.

Em curso
J. D.
29/01/2026

Recusa a garantia

Comprei um carro de segunda mão no stand da lene car automóveis no dia 27 de novembro de 2025 e esse mesmo agora no dia 24 de janeiro de 2026 deve um problema na bomba de travão na qual tem que ser substituída. Tentei falar com a vendedor para ativar a garantia como ainda nem 3 meses tinha deste a compra do carro. Recusou se a substituição porque o contrato que tinha com ela era de caixa e motor e que as bombas de travão não tinha garantia sendo que nem 3 meses tenho de uso do carro. Falei sobre os meus direitos e que a lei prevalece sobre o contrato e mesmo assim agiu com cara de gozo. Nem 3 mil km fiz com o carro e falou me que estava sujeito a desgaste sendo uma peça que é impossível ter desgaste em 3 meses da minha parte, uma coisa são as pastilhas de travões outra é bomba de travão que tenho o direito de pedir uma nova ou a reparação da mesma mas no caso tem que ser uma nova.

Em curso
M. P.
29/01/2026

Cobrança sem consentimento

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 18 de janeiro de 2026, pelas 05h50, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Como solução inicial, foi-me proposto um vale no valor de 80 €, utilizável apenas em voos de valor superior a 300 €, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45 €, acompanhado de um vale de igual montante, aplicável apenas a voos a partir de 150 €, solução igualmente recusada. Reforcei o meu pedido de reembolso total do valor indevidamente cobrado, o qual foi novamente recusado, tendo-me sido apresentada uma justificação vaga e juridicamente infundada, segundo a qual “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem indicação de qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal alegação é manifestamente incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não prevê qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos do consumidor determinados pela existência (ou inexistência) de consentimento válido e pelo cumprimento das obrigações legais de informação. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.

Em curso

Pedido de reagrupamento sem resposta

Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar urgência na análise e conclusão do processo de reagrupamento familiar, que se encontra pendente e sem resposta por parte da AIMA. O titular da autorização de residência é o meu marido, Luis Eduardo dos Santos Almeida, portador de autorização de residência válida, tendo sido por ele submetido o pedido de reagrupamento familiar para mim, Camila Lopes Palma Almeida, bem como para as nossas duas filhas menores, Maria Eduarda Lopes Almeida e Alice Lopes Almeida. Trata-se de um processo de reagrupamento familiar envolvendo menores, totalmente dependentes da decisão da AIMA, sendo a demora excessiva causa de prejuízos graves à estabilidade familiar, nomeadamente no acesso a direitos básicos como educação, saúde, mobilidade e segurança jurídica. Até ao momento, não foi prestada qualquer informação clara ou resposta concreta sobre o estado do processo, apesar do tempo decorrido desde a submissão. Solicito, com caráter de urgência, a análise e decisão do referido processo, bem como a prestação de informação clara sobre o seu estado atual. Reforço que se trata de um processo familiar sensível, que envolve crianças menores, pelo que solicito especial atenção e celeridade. Aguardo resposta nos prazos legais.

Em curso

o processo de reunificação familiar.

Saudações cordiais, meu nome é Diego Alonso. Com número de autorização de residência  VV0423314 nif 315796413  Solicito o agendamento de uma consulta para reunificação familiar. Efetuei o pagamento em março de 2025.E até agora não recebi nenhuma informação. Para levar minha esposa e minha filha de 6 anos. E Tenho tido dificuldades em encontrar um médico de família para ela porque ela não tem autorização. Residência Solicito sua colaboração, muito obrigado. 

Em curso
K. B.
29/01/2026

Mostrar mais troca de titularidade da EPAL - burla

Boa tarde, Fui induzida ao erro de pagar um valor de 34,50€ por uma troca de titularidade da EPAL através do site Alterar Titular e depois constatei que este serviço é gratuito através da própria plataforma da EPAL. Gostaria de reaver este valor a qual eu realizei a transferência no valor de 34,5€, além da exclusão de todos os meu dados pessoais inseridos na plataforma. Invoco o meu direito previsto no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD, UE 2016/679), nomeadamente os artigos relativos ao direito de eliminação (art. 17) e o direito à informação clara sobre o tratamento de dados. Adicionalmente, de acordo com o Direito de Arrependimento do Consumidor previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, relativo a contratos celebrados à distância, exijo a devolução do montante pago, por ter sido alvo de informação enganosa sobre o serviço. Caso não haja resposta ou resolução no prazo legal de 30 dias, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Polícia Judiciária, por práticas comerciais fraudulentas e tratamento indevido de dados pessoais. Agradeço confirmação imediata do recebimento desta reclamação. Cumprimentos, Karen Souza

Em curso
S. G.
29/01/2026

Não negociou com as entidades, até ir para contencioso com risco de penhora.

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Go Bravo – Intermediários de Crédito, por incumprimento contratual grave e falta de resposta a pedido formal de rescisão. Celebrei contrato com a referida empresa com base na promessa de uma prestação fixa e acompanhamento eficaz na negociação das minhas dívidas, o que não se verificou. Foram impostas alterações unilaterais às condições inicialmente acordadas e a falta de atuação atempada levou um dos créditos (Cofidis) a situação de contencioso, com risco de penhora. Entre abril e novembro efetuei pagamentos no montante total aproximado de 3.496 €, sempre com o meu próprio dinheiro, tendo sido realizados apenas pagamentos pontuais a credores, não existindo qualquer adiantamento por parte da Go Bravo. Em 6 de Janeiro do corrente ano, enviei email formal a solicitar a rescisão do contrato por justa causa, a suspensão de pagamentos e a restituição de valores pagos e não aplicados. Decorridos mais de 10 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Acresce que nunca me foi disponibilizada cópia válida, completa e legível do contrato, apenas links expirados ou ficheiros em branco. Solicito o cancelamento definitivo do contrato, cessação de quaisquer cobranças e a restituição dos valores pagos e não devidamente aplicados. Tenho documentação que comprova.

Em curso
F. T.
29/01/2026
Beauty Travel

Pedido de intervenção administrativa – Agência Beauty Travel | Processo D.L n. ° 17/2018

Em 29/05/2025 contratei, junto da agência de viagens Beauty Travel, uma viagem, tendo efetuado o pagamento total de 2.420,00€, conforme comprovativos, valor que inclui 1.874,60€ relativos a bilhetes de avião. Desde o início da relação contratual verificaram-se diversos problemas graves, nomeadamente prestação de informação contraditória e incorreta, falta de acompanhamento adequado e alterações relevantes aos serviços contratados sem a minha autorização ou comunicação clara e atempada. A situação agravou-se quando a agência ameaçou proceder ao cancelamento dos voos sem o meu consentimento e, mais tarde, transferiu indevidamente a minha reserva de cruzeiro para terceiros, facto que me obrigou a mudar de agência para conseguir salvaguardar a viagem. Apesar disso, nenhum valor me foi devolvido pela Beauty Travel. Desde então, a agência recusou contacto direto, e não apresentou qualquer solução ou reembolso, mantendo-se em total incumprimento contratual. Em 08/10/2025, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, à qual a agência nunca respondeu, em violação do dever legal de resposta. Em 20/10/2025, submeti processo junto da Comissão Arbitral do Turismo de Portugal, o qual se encontra ainda em análise. O último contacto que tive com a Beauty Travel ocorreu em 09/11/2025, não tendo havido qualquer resposta, esclarecimento ou tentativa de resolução desde essa data até ao presente momento. Perante o silêncio prolongado, a retenção indevida dos valores pagos e os indícios de má-fé e práticas comerciais desleais, venho solicitar o apoio e intervenção da DECO, no sentido de salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora e obter orientação quanto aos meios legais adequados para a resolução desta situação.

Em curso

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