Reclamações públicas

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M. R.
17/03/2026

Reclamação – Atraso na devolução de equipamento em garantia

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de garantia do meu iPad Pro M4, entregue no dia 18 de fevereiro na loja Worten do Rio Sul (Seixal), devido a um problema na câmara. No dia 26 de fevereiro, fui informado de que o equipamento apresentava efetivamente um defeito, tendo sido proposta a devolução do valor pago. No entanto, não aceitei essa solução, uma vez que se trata de um artigo descontinuado, tendo solicitado expressamente a devolução do meu equipamento nas mesmas condições em que foi entregue. Desde essa data (26 de fevereiro), encontro-me a aguardar a devolução do meu iPad, sem qualquer resolução até ao momento. Já me desloquei várias vezes às lojas do Rio Sul (Seixal) e da Quinta do Conde, bem como entrei em contacto diversas vezes com a linha de apoio ao cliente. Em todas as ocasiões, é referido que a situação depende de um desbloqueio por parte da estrutura central da Worten. Importa referir que, no dia 13 de março, foi-me garantido pelo apoio ao cliente que receberia um contacto com feedback sobre o processo, o que não se verificou até à presente data. Acresce ainda que já me foi solicitado, por quatro vezes distintas, que aguardasse um prazo de 72 horas para resposta por parte da estrutura central. Após ter cumprido sucessivamente esses prazos sem qualquer resolução ou contacto efetivo, considero esta situação inaceitável, motivo pelo qual me vejo obrigado a apresentar a presente reclamação. Encontro-me, assim, há praticamente três semanas à espera de um pedido simples: a devolução do meu próprio equipamento. Esta situação tem vindo a afetar diretamente a minha atividade profissional, uma vez que necessito do iPad para trabalhar. Considero inaceitável a demora na resolução, bem como a ausência de comunicação e acompanhamento ao cliente ao longo de todo este processo. Face ao exposto, solicito: - A resolução urgente da situação e devolução imediata do meu equipamento; - Um esclarecimento formal sobre o motivo do atraso; - Informação sobre eventuais medidas compensatórias pelos prejuízos causados, tendo em conta que necessito do equipamento para o exercício da minha atividade profissional e que a sua ausência tem impactado diretamente o meu trabalho. Relembro que o equipamento foi entregue a 18 de fevereiro e que, à data de hoje (17 de março), continuo sem o mesmo. Aguardo uma resposta célere e a devida resolução desta situação.

Em curso
B. C.
17/03/2026

Falta de RESPEITO

enho por este meio reclamar da Carby Audi do Feijó, em nome da Cecilia Caldeira ( minha mãe de 74 anos). Bateram no dia 24 de Dezembro no carro da minha mãe, sendo um Audi A1 novo, mandamos para a Audi do feijó, disseram ao perito da companhia de seguro que o arranjo seria de 3 dias...esteve lá quase 3 MESES, eles nunca nos contactaram a dar justificaçao, tivemos que ser nós a ir lá, pois nem telefone eles atendem na parte dos sinistros. Disseram que: arranjaram depois quando foi para o alinhamento viram que estava o amortecedor tambem partido, arranjaram e ao ir ao alinhamento, repararam que tinha outro problema...a incompetencia é gritante. PIOR, 3 MESES depois fomos buscar o carro, e sem sequer terem mostrado o carro quanto mais experimentar, quiseram que a Cecilia assinasse um documento a dizer que estava satisfeita com o arranjo, obvio, a Cecilia questionou como pode ela assinar isso se nao tinha sequer experimentado, nesse momento veio um senhor, que se identificou como chefe o stand Audi ( que eu duvido que seja) o Senhor LUIS DUQUE, e começou a ameaçar a CEcilia, que lembro, tem 74 anos, que se nao assinasse nao levava o carro para casa, sendo muito malcriado. O que acho incrivel, depois da incompetencia gritante de 3 dias para 3 meses de arranjo, ainda foi super malcriado com alguem de 74 anos, aos gritos e ameaçador. LUIS DUQUE, nao esquecer este nome

Em curso
A. C.
17/03/2026

Encomenda não entrega no prazo

No dia 16/11/2025 adquiri um sofá (ref. 144691824), pelo valor de 849,39€, pago por Multibanco, com prazo de entrega de 75 dias úteis, conforme ficha de encomenda assinada em loja. O prazo de entrega não foi cumprido. Após vários contactos com a empresa, foram fornecidas informações contraditórias: inicialmente ausência de previsão de entrega, posteriormente indicação de que o produto estaria descontinuado e, no mesmo dia, nova comunicação a indicar que afinal o produto estaria disponível, com nova previsão apenas para abril de 2026. Considero que existe incumprimento do contrato e prestação de informação inconsistente, causando transtornos e incerteza. Face a esta situação, solicitei a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago, não tendo ainda obtido confirmação concreta quanto à devolução. Solicito a intervenção das entidades competentes para garantir o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o reembolso integral do valor pago.

Em curso
D. C.
17/03/2026

Encomenda não recebida

Bom dia, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda efetuada no site "Loja Saúde" no dia 27 de Fevereiro com o nº LS_30867v, a qual, até à presente data, ainda não foi entregue. Dia 2 de Março, recebi um email a dizer que a minha encomenda foi enviada para a transportadora e se quiser fazer o seguimento é só introduzir o código enviado mas ao aceder ao site dos CTT, o seguimento está bloqueado em "Aguarda entrada nos CTT" desde do dia 2 de Março. Acresce ainda o facto de ter tentado contactar o serviço de apoio ao cliente por diversas vezes, sem sucesso, uma vez que não obtive qualquer resposta às minhas chamadas nem aos meus emails. Resumindo, na presente data nem encomenda, nem reembolso do valor pago. Fui enganada !!

Em curso
L. L.
17/03/2026

Vinted Pro Registration System Refusing Valid Portuguese NIF – Legally Registered Sole Trader Blocke

I am a legally registered sole trader in Portugal, registered with the Portuguese Tax and Customs Authority (Autoridade Tributária e Aduaneira) since 23 February 2026, under NIF 272542520. My registered business activity is the retail of second-hand goods (CAE 47790), operating under the Simplified Tax Regime (Regime Simplificado) and VAT-exempt under Article 53 of the Portuguese VAT Code (CIVA). I have been attempting to convert my existing Vinted account to a Vinted Pro account, as required by Vinted’s platform rules for professional sellers. However, the registration system repeatedly rejects my NIF (272542520), displaying an “invalid company registration number” error, preventing me from completing the process entirely. I have tried entering my NIF both with and without the “PT” country prefix — neither works. I have contacted Vinted support multiple times over several weeks and have received no meaningful resolution. I have provided Vinted with my official Declaração de Início de Atividade as proof of my legitimate registration, but the issue remains unresolved. My NIF is valid and my business is fully and legally registered in Portugal. There is no legitimate reason for Vinted’s system to reject it. As a result of this technical failure, I am being unlawfully prevented from operating my legally registered business on their platform. Vinted is my primary source of income and this situation is causing significant financial harm. I am requesting that DECO intervene and require Vinted to resolve this issue immediately, either by fixing their registration system or by manually verifying and approving my account without further delay. Supporting documentation attached: Comprovativo da Declaração de Início de Atividade, Document No. 9996N01741376, issued 23 February 2026.

Em curso
M. P.
17/03/2026

Pedido de esclarecimento

Recentemente participei na plataforma Nicequest, onde é possível acumular pontos (moedinhas) respondendo a questionários, e posteriormente trocar esses pontos por prémios, incluindo cartões de oferta de lojas online. Escolhi resgatar um cartão-presente da Amazon, tendo reunido os pontos necessários para efetuar o resgate. O problema surge na informação apresentada pelo próprio site da plataforma. O título do produto indica: “Cartão Amazon 25€” No entanto, a descrição detalhada do mesmo produto afirmava expressamente: “Com este cartão presente, terá 50 euros para gastar, e com o máximo de conforto. Deixa-lhe aconselhar pelas recomendações personalizadas de compra ou utiliza o seu eficiente motor de busca para encontrar tudo o que procuras, sem ter de sair e visitar várias lojas diferentes. A sua compra a um só clique!” Ou seja, existe uma contradição clara entre o título e a descrição: o título indica 25€, enquanto a descrição indicava 50€. Esta discrepância induziu-me a acreditar que o cartão que receberia teria o valor de 50€, informação que foi decisiva para proceder ao resgate. Para documentar esta situação, tirei o primeiro print da página às 9:40 da manhã, mostrando a descrição com o valor de 50€ e registando a data e hora. Após enviar o email de reclamação à Nicequest, a plataforma alterou a descrição do produto. Tenho um segundo print, tirado após esta alteração, demonstrando que a descrição foi modificada depois da minha queixa, o que reforça que a informação inicial estava incorreta ou induzia em erro. Após efetuar o resgate, recebi efetivamente um cartão com o valor de 25€. Contactei então o suporte da plataforma, apresentando as minhas provas (screenshots do título e da descrição) e solicitando o cumprimento da oferta conforme a descrição, ou compensação adequada. A resposta da Nicequest foi a seguinte: “Tal como indicado no próprio nome do produto, o voucher tem o valor de 25€. Por este motivo, não nos é possível proceder ao pagamento da compensação solicitada. Agradecemos a sua compreensão e permanecemos à sua disposição para qualquer questão adicional.” Esta resposta ignora totalmente o problema central: a descrição clara e detalhada afirmava 50€, e esta informação fazia parte da oferta apresentada no momento do resgate. Perante esta situação, coloco as seguintes questões: Quem tem razão nesta situação do ponto de vista do direito do consumidor? É legal que uma plataforma apresente um produto com título e descrição contraditórios, e que posteriormente se recuse a cumprir a descrição que induziu o consumidor a efetuar o resgate? Quais são os passos formais que posso seguir para garantir que os meus direitos sejam respeitados, caso a plataforma continue a recusar cumprir a oferta? Existem meios de obter compensação pelo valor prometido (50€) ou outro tipo de compensação equivalente, mesmo que a plataforma alegue que o valor correto é o do título? Para contextualizar, e para fundamentar a minha reclamação: A legislação europeia (Diretiva 2005/29/CE sobre práticas comerciais desleais) e a legislação portuguesa (Decreto-Lei n.º 57/2008) determinam que a informação fornecida ao consumidor deve ser clara, correta, completa e não contraditória, e que práticas suscetíveis de induzir o consumidor em erro são proibidas. A jurisprudência e a interpretação usual das autoridades de defesa do consumidor indicam que toda a informação apresentada como parte da oferta é vinculativa, incluindo títulos, descrições e detalhes do produto. A lei estabelece também que, em caso de ambiguidade ou contradição, a interpretação deve ser a mais favorável ao consumidor. O facto de a plataforma ter alterado a descrição após a minha reclamação reforça que a informação original estava incorreta ou induzia em erro, e evidencia a necessidade de proteção do consumidor. O meu objetivo ao contactar a DECO Proteste é obter orientação clara sobre os meus direitos e sobre como agir neste caso, de forma a perceber se posso exigir legalmente a entrega do valor de 50€ ou outro tipo de compensação adequada. Agradeço desde já a vossa atenção e orientação, e fico a aguardar instruções sobre os passos formais que devo seguir para defender os meus direitos como consumidora.

Em curso
P. A.
17/03/2026

Sinistro

Bom dia No passado dia 6 de Março do corrente ano ás 17h50 enquanto esperava para a saída de uma viatura que se encontrava estacionada na Rua Branca Edmee Marques para eu estacionar a minha, uma bicicleta partilhada petencente á EMEL Gira, embateu-me na traseira da minha viatura (danos visiveis em anexo). Saiu do carro para verificar o estado do condutor da bicicleta bem como verificar o mau carro. Quando verifico que o rapaz se encontra bem dirijo-me ao interior do meu carro para ir buscar o telemóvel para assim tirar fotos á bicicleta bem como aos meus danos, o condutor da bicicleta pôs se em fuga. No dia 9 dirigi-me junto da EMEL para assim poderem fornecer os dados do condutor visto que as bicicletas são munidas por GPS ao qual me foi negado tais dados porque as pessoas estam protegidas pela proteção de dados mas que forneciam ás entidades competentes. Entam efetuei queixa na PSP (em anexo) e por sua vez enviei a participação para a companhia de seguros Continente. Para meu espanto marcaram-me peritagem logo para o dia seguinte ás 9h30 como se encontra em anexo. Quando estou na recepção da oficina da Fidelidade nos Olivais o Sr. Enforma-me que quando efetuar o arranjo terei de efetuar um pagamento de 500 euros referente á minha franquia. Perguntei o porquê? Ao qual sou informado que a minha companhia de seguros acionou os meus danos próprios. Ao qual neguei o pagamento da franquia visto que não sou culpado do meu acidente e que se efetuasse esse pagamento iria sofre aumento na prestação do seguro. Entretanto a peritagem foi feita. Na parte da tarde sou contactado por parte da companhia de seguros dizendo que ja tinham os resultados da peritagem e que agora teria que efetuar o pagamento da franquia ao qual neguei por completo efetuar tal pagamento porque não sou culpado mas sim lesado e que é a primeira vez em tantos anos de seguro que me deparo com uma situaçao destas. Sou informado que se não efetuasse esse pagamento o processo passaria a concluído como se apresenta na foto em anexo. Agradeço desde já se me puderem ajudar numa situação desta visto não saber como resolver. Obrigado

Em curso
V. C.
17/03/2026

“Recusa de garantia”

Venho apresentar reclamação relativamente à minha viatura, matrícula BA-53-TT, atualmente imobilizada na Peugeot de Paço D’Arco, encontrando-se dentro do prazo de garantia. A viatura apresentou uma avaria grave, deixando de efetuar a troca de marchas e, posteriormente, deixando de funcionar, tendo sido necessário o reboque. Após análise, fui informada pela oficina que o problema estaria relacionado com a não substituição do filtro de combustível aos 60.000 km, sendo este o motivo alegado para a recusa da reparação ao abrigo da garantia. Adicionalmente, foi também alegado que a segunda substituição do filtro de combustível terá ultrapassado cerca de 4.000 km do prazo previsto, sendo esse o motivo do problema. No entanto, importa esclarecer que a revisão dos 60.000 km foi realizada antecipadamente aos 56.000 km, por indicação do próprio sistema da viatura e orientação da própria Peugeot. Em nenhum momento fui informada de que seria necessário regressar aos 60.000 km para realizar qualquer intervenção adicional, nomeadamente a substituição do filtro de combustível. Mais grave ainda, a primeira substituição do filtro de combustível apenas foi realizada aos 79.000 km, ou seja, com um atraso superior a 20.000 km, sem que tal tenha sido previamente identificado ou comunicado pela própria marca. Desta forma, questiono como pode a marca alegar que um atraso de cerca de 4.000 km na segunda substituição seja a causa da avaria, quando a primeira substituição ocorreu com um atraso significativamente superior, sem qualquer intervenção preventiva ou alerta por parte da Peugeot. Importa ainda referir que a viatura tem apresentado diversos problemas desde a sua aquisição, tendo sido várias vezes encaminhada para assistência na marca. Assim, considero que sempre cumpri as orientações indicadas, não havendo qualquer negligência da minha parte. Ainda assim, a marca recusa-se a assumir a reparação, baseando-se numa situação que resulta claramente de falhas de informação e acompanhamento por parte dos seus próprios serviços. Face ao exposto, solicito a intervenção para que a situação seja revista e a reparação seja assumida ao abrigo da garantia.

Em curso
A. S.
17/03/2026

fatura muito alta

Prezados, bom dia! já fiz uma reclamação junto a meo energia por conta de uma conta de luz em exagero, conta essa que me cobrarão um uso em kwh de 1.140, por 45 dias utilizados, coisa que já foi explicado e ate a presente data não foi resolvido, mudei de empresa para ver se era mesmo a minha casa que estava errada, chegou a fatura com um uso de 241 kwh. com os mesmos 45 dias de utilização, neste total acordado o valor de 0.1299, e na Meo foi solicitado 0.1499 e não cumpriram essa solicitação, onde me cobraram 0.1699, ainda por cima. é um absurdo uma casa em 45 dias consumir 1.140kwh. hoje ficam a me enviar cobraças a minha residencia e me ligam cobrando, é um saco ter de ficar atendendo essa empresa sendo que eles não querem resolver tal problema. segue duas faturas para compração, a endesa hoje é a melhor empresa pois trabalha com transparencia.

Em curso
M. R.
17/03/2026

Burla - Valor do envio da encomenda

No dia 9 de Marco 2026 efectuei um pagamento no valor de 66,30€ por um envio de encomenda (recolha no domicílio) para o dia seguinte (10/03/2026) qual procedi pela aplicativo MyGLS. Referência do pedido: 728ae1f6-0f7c-4027-a238-a0ca39005c45 Cliquei na opção de receber por e-mail a guia para impressão. Não recebi e-mail nenhum nem com a confirmação, nem com a guia. No dia 10 de Março de 2026 estive em casa o dia todo à espera da transportadora. Ninguém veio buscar a encomenda. Ainda no mesmo dia tentei fazer queixa pelo formulário da GLS, mas é impossível sem o número do envio /Track ID que não tenho pois não recebi a guia. No dia 12 de Março de 2026 tentei entrar em contacto por telefone e mais uma vez a única opção (automática) é fornecer o número do envio /Track ID qual não estou a possuir. Resumidamente, efectuei um pagamento por um serviço não prestado e não consigo contactar a empresa para fazer queixa e pedir o reembolso do meu dinheiro. Tenho o comprovativo do pagamento. O valor saiu da minha conta. Quero o meu dinheiro de volta IMEDIATAMENTE!

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