Reclamações públicas
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Vodafone não renegoceia
Exmos Senhores, após variados contatos com a Vodafone para renegociar o contrato e baixar o valor a resposta foi sempre que não o poderiam fazer porque a fidelização estava ainda em vigor. Após exaustos todos os meios de comunicação decidi então que a única forma de conseguir baixar o valor da fatura seria tomar medidas de tirar o móvel para outra operadora. Antes de concluído o processo de portabilidade tentei uma vez mais negociar com a Vodafone para que baixassem o valor, valor esse que foi dito nunca sairia dos 68eur sendo que já vamos em 72eur e não há qualquer apoio ou alternativa para baixar. Assim sendo e dada nova oportunidade, a Vodafone continua irredutível e ameaça que com a portabilidade deverá ser paga a penalização na totalidade da fidelidade restante sendo que não ofereceu NENHUMA alternativa, apenas a ameaça e serviço paupérrimo que lastimavelme tem sido uma constante. Assim sendo venho por esta forma pedir a V. Exas ajuda para resolver esta questão. Tenciono sim continuar cliente da Vodafone mas tenciono que seja me dado o apoio que como cliente necessito pois a Vodafone parece não ter alternativas a não ser quando quer apenas vender mais, não apoia o cliente nem ouve os seus pedidos ao longo de vários meses apenas se escondendo atrás da ameaça da penalização de incumprimento de contrato quando na verdade a ser penalizado seria apenas o valor equivalente ao serviço móvel, e não o valor total do contrato visto que se a Vodafone não oferece qualquer alternativas ao cliente, não presta um serviço de apoio, não tenta manter o cliente com propostas mais atrativas, não me parece de todo válido moral e eticamente atirar a penalização de incumprimento de contrato sem antes ser capaz de levar até à exaustão outras vias alternativas que sejam do agrado do cliente e operadora. Assim solicito ajuda pois vejo toda esta situação como uma intimidação monetária por parte da Vodafone para penalizar o cliente que nunca jamais tentou ajudar em momento algum. Agradeço a vossa ajuda para resolver esta questão e conseguir por fim renegociar com a Vodafone sem a intimidação de penalizações monetárias e falta de apoio por parte da operadora, que lamentavelmente tem sido a experiência dos últimos meses, sem claridade por parte da operadora, sem quaisquer alternativas. Como vou continuar com o serviço TV NET VOZ não em parece de todo correto pagar penalização sendo que continuo cliente e a Vodafone mostrou-se sempre irredutível e indisponível para renegociar, ou até mesmo prestar um simples apoio ao cliente. Agradeço resolução deste problema. Sem mais de momento, Adelaide Coelho
Reembolso do bilhete
Boa noite, Venho por este meio reclamar que após o cancelamento do evento não recebi o reembolso de 3 bilhetes. O último email que me enviaram foi a dizer que no dia 20 de Outubro de 2026 seria o último dia a efetuar o pagamento, porém estamos a dia 28 de Outubro de 2026 e nada de reembolso. Espero que este caso seja resolvido o quanto antes...
Encomenda não recebida
Exmos. Srs. Venho por este meio divulgar aquilo que considero um exemplo de gestão de cliente e seu apoio pós venda. Pedi, através da eurosender, que me enviassem um chapéu deixado num hotel em Sevilha no último verão. Sim, apenas um chapéu, mas que pelo baixo valor do envio, achei por bem fazê-lo. Acontece que o chapéu não me chegou, e foi devolvido ao hotel, depois de ser levantado e aceite pelo agente para que seguisse para a minha morada em Portugal. Eu reclamei, e disseram que por motivos de segurança a encomenda tinha sido devolvida. Eu respondi, perguntando qual o motivo ou a justificação para que um chapéu de cabeça fosse considerado não seguro. Com várias respostas sem sentido pelo meio de muitos emails, foi declarado que a encomenda tinha sido extraviada e que preenchesse um formulário de queixa e no qual teria de enviar cópia da minha identificação. Eu respondi humildemente que os ajudaria porque sabia que o chapéu tinha sido devolvido ao hotel porque o mesmo me enviou um email a confirmar. Sugeri que fosse reenviado sem custos. Até agora só recebi respostas feitas tipo IA e não devolvem o processo que seria simples de solucionar. Eu pergunto o que é necessário hoje para ter uma ajuda e competência numa situação destas. Não é certamente pelo valor de um simples chapéu, mas a minha insistência é sobretudo pela análise de competências humanas que estão em falta. Cumprimentos
Exmos. Senhores do Centro de Gestão de Reclamações da Fidelidade,
Dados do processo: Seguradora: Fidelidade Número do processo de sinistro: 26AA217443/002 Número da apólice: 756403794 Matrícula da viatura: 14-AO-97 Data do acidente: 01/09/2026 Na sequência do acidente, a Fidelidade considerou a viatura como perda total e comunicou que o valor da indemnização seria de 2.000,00 €, correspondente ao valor venal da viatura, de 2.200,00 €, deduzido do valor do salvado, de 200,00 €. A seguradora informou igualmente que aceitaria pagar 351,94 € relativos às despesas de transporte apresentadas, excluindo uma fatura anterior à data do acidente e recusando o pagamento de uma despesa de ginásio. Contudo, a Fidelidade limitou o período de reconhecimento das despesas de transporte a 19 de outubro de 2026, alegando que essa foi a data da comunicação definitiva dos valores relativos à perda total. O problema é que, até à presente data, não recebi qualquer pagamento, nem da indemnização pela perda total da viatura, nem das despesas de transporte já reconhecidas pela seguradora. Considero necessário esclarecer se é legítimo limitar o reconhecimento das despesas de transporte a essa data quando a indemnização ainda não foi paga e continuo a suportar as consequências da privação da minha viatura. Já apresentei uma reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), mas pretendo obter apoio adicional para defender os meus direitos enquanto consumidora. Assim, solicito à DECO PROteste: A análise da situação e o esclarecimento dos meus direitos perante a Fidelidade. A avaliação da legitimidade da limitação temporal das despesas de transporte, tendo em conta que ainda não recebi a indemnização. O aconselhamento sobre a possibilidade de reclamar as despesas de transporte suportadas após 19 de outubro de 2026. O apoio na contestação dos valores e das despesas recusadas pela seguradora, incluindo a despesa de ginásio, caso exista fundamento para o seu reembolso. A orientação sobre os meios adequados para exigir o pagamento dos montantes já reconhecidos pela Fidelidade. Posso disponibilizar o e-mail da seguradora, a documentação do sinistro, as faturas das despesas de transporte e os comprovativos das reclamações já efetuadas. Agradeço a vossa atenção e aguardo as vossas orientações sobre os próximos passos a seguir. Com os melhores cumprimentos, Paloma Sousa
Encomenda errada
Boa tarde, No dia 01 de outubro fiz uma encomenda (encomenda #50974), como até 19 de outubro a encomenda se encontrava em processamento (ainda está), enviei um email a solicitar informações relativamente à minha encomenda #50974, realizada no dia 1 de outubro de 2026. Não obtive resposta a esse email, no entanto, a 22 de outubro de 2026 recebi a encomenda. A mesma no site ainda está em processamento. Quando verifiquei a encomenda, dos dois artigos encomendados (camisolas personalizadas), um deles, não veio como solicitado. Tinha pedido a gravação "Maria" e o que recebi diz "Maria Kiki". A 23 de outubro de 2026, enviei um email a reportar a situação com fotos da encomenda e do artigo rececionado, e a pedir resposta e solução ao acontecido. Até ao momento não recebi qualquer resposta e tenho uma camisola que não cumpre com o solicitado. Gostaria, por isso, de saber se existe alguma novidade relativamente a solução desta encomenda "errada". Como devo proceder para solucionar este erro? Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Obrigado. Cumprimentos
Impossibilidade de submeter candidatura
PORTA 65+ | QUATRO MESES DE IMPOTÊNCIA, DESESPERO E SILÊNCIO PERANTE UMA FALHA DO ESTADO ATÉ QUANDO TERÃO OS CIDADÃOS DE SUPORTAR AS CONSEQUÊNCIAS DA INOPERÂNCIA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS? Escrevo esta reclamação num sentimento de profunda indignação, desespero e impotência perante uma situação que considero absolutamente inadmissível num país que afirma defender o direito à habitação e a proteção das famílias economicamente mais vulneráveis. Desde junho de 2026 que tento, sem sucesso, efetuar uma atualização de dados na plataforma eletrónica do IHRU, necessária para prosseguir com a minha candidatura ao programa Porta 65+. Estamos a 28 de outubro de 2026. Passaram mais de quatro meses. O erro informático continua exatamente igual. Nada foi resolvido. Quatro meses de tentativas, contactos, reclamações e pedidos de ajuda. Quatro meses em que continuo impedida de apresentar uma candidatura a um apoio que poderá ser determinante para a sobrevivência económica do meu agregado familiar. Sou mãe de uma menor, constituo uma família monoparental, sou reformada por invalidez e tenho uma incapacidade permanente de 73%, devidamente reconhecida por Atestado Médico de Incapacidade Multiuso. Pago uma renda mensal de 800 euros. O meu rendimento é uma pensão de invalidez de valor muito reduzido. Não estou a pedir um favor, um privilégio ou qualquer tratamento especial. Estou simplesmente a tentar exercer o direito de apresentar uma candidatura a um programa público de apoio à habitação. Já fui beneficiária do Porta 65+, tendo a minha candidatura anterior sido aprovada e recebido um apoio de 200 euros mensais. Sei, portanto, a diferença que este apoio pode fazer na vida de uma família como a minha. E é precisamente por isso que esta situação se tornou tão angustiante. Cada mês que passa é mais um mês de incerteza, de dificuldades económicas e de receio de perder um apoio essencial, sem sequer me ser dada a possibilidade de apresentar a candidatura para avaliação. Perante a ausência de uma solução, apresentei reclamações junto das entidades competentes e recorri inclusivamente ao Provedor de Justiça. A resposta recebida deixou-me profundamente preocupada. O Provedor de Justiça informou-me, por escrito, que: «A questão geral que está na base da sua comunicação é já conhecida do Provedor de Justiça.» Acrescentou que se encontra em curso a sua análise, em termos globais, com as diligências necessárias ao seu esclarecimento. Contudo, concluiu: «Não se justifica, assim e por ora, intervenção nos casos concretos.» Ou seja, o problema é conhecido, está a ser analisado, mas, entretanto, a minha situação concreta continua sem qualquer solução. E eu pergunto: QUEM PROTEGE AS FAMÍLIAS ENQUANTO AS ENTIDADES PÚBLICAS ANALISAM OS PROBLEMAS? Quem paga as rendas enquanto os processos ficam bloqueados? Quem assume a responsabilidade pelos meses de apoio que poderemos perder por não conseguirmos apresentar uma candidatura devido a uma falha informática? Quem garante que, quando o sistema finalmente funcionar, não seremos prejudicados pela impossibilidade de apresentar os nossos pedidos atempadamente? Como pode o Estado exigir o cumprimento rigoroso de prazos aos cidadãos quando os seus próprios serviços permanecem meses sem lhes permitir cumprir os procedimentos necessários? É profundamente desolador sentir que, enquanto cidadã, tenho de cumprir todas as minhas obrigações, pagar a minha renda, suportar as minhas despesas e respeitar todos os prazos, mas, quando preciso que uma instituição pública cumpra a sua função, encontro uma plataforma que não funciona e uma sucessão de respostas que não resolvem absolutamente nada. A habitação não é um luxo. Para uma família monoparental com rendimentos reduzidos, o apoio à habitação pode representar a diferença entre conseguir manter uma casa ou entrar numa situação de enorme fragilidade financeira. Não estamos a falar de números, estatísticas ou processos administrativos. Estamos a falar de pessoas. De famílias. De crianças. De vidas reais. Atrás de cada candidatura bloqueada pode estar uma mãe que não sabe como conseguirá pagar a próxima renda, uma família que já esgotou as suas poupanças ou alguém que vive diariamente com o receio de perder a sua casa. É desesperante sentir que estamos entregues à nossa sorte por causa de um problema técnico que não temos qualquer possibilidade de resolver. Não sei quantas outras famílias estarão na mesma situação. Mas sei que nenhuma deveria ser obrigada a passar por isto. Por tudo isto, EXIJO PUBLICAMENTE AO IHRU: 1. Uma explicação clara e transparente sobre a persistência deste problema informático desde junho de 2026. 2. A disponibilização urgente de um procedimento alternativo que permita apresentar candidaturas enquanto a plataforma não estiver operacional. 3. O reconhecimento das tentativas de candidatura efetuadas durante o período de indisponibilidade do sistema. 4. O esclarecimento sobre a salvaguarda dos direitos dos candidatos e a eventual atribuição de apoios relativos aos meses em que estiveram impedidos de apresentar os respetivos pedidos, desde que cumpridos os requisitos legais. 5. Uma resposta concreta, com indicação das medidas que estão a ser tomadas e dos prazos previstos para a resolução do problema. NÃO É ACEITÁVEL QUE UMA FALHA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA POSSA TRANSFORMAR-SE NUM PREJUÍZO PARA QUEM MAIS PRECISA DE APOIO. Estou cansada de reclamar. Estou cansada de tentar resolver um problema que não provoquei. Estou cansada de ver os meses passar enquanto a minha situação económica se torna cada vez mais difícil. E, acima de tudo, estou cansada de sentir que a minha voz não é ouvida. Não peço caridade. Peço respeito, responsabilidade e o direito de aceder a um serviço público que deveria estar ao alcance de todos os cidadãos. Apelo também à comunicação social e às entidades responsáveis pela fiscalização da Administração Pública para que olhem para esta situação e procurem perceber quantas famílias estarão a ser prejudicadas. A dignidade das famílias não pode ficar eternamente à espera de que alguém resolva um erro informático. Quatro meses já foram tempo demais. QUANTO TEMPO MAIS TEREMOS DE ESPERAR?
Impossibilidade de cancelar a inscrição – sem resposta por nenhum canal
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Fitness UP por não conseguir cancelar a minha inscrição, apesar de várias tentativas por todos os canais disponíveis. - Por telefone: tentei contactar o apoio ao cliente várias vezes, sem conseguir ser atendido. - Presencialmente: dirigi-me ao clube e fui informado de que não é possível tratar do cancelamento no local. - Por e-mail: enviei um pedido formal de cancelamento para o apoio ao cliente, ao qual não obtive qualquer resposta até à data. Pretendo apenas cancelar a minha inscrição. Caso exista alguma taxa de cancelamento prevista no contrato, estou disponível para a pagar. Para isso, preciso que me indiquem o valor, o procedimento e o formulário necessário. Solicito: - o processamento do meu pedido de cancelamento, considerando como data do pedido o dia 28/10/2026; - o envio, por escrito, das instruções e documentos necessários para concluir o cancelamento; - a cessação dos débitos diretos após o cancelamento; - a confirmação escrita do cancelamento. Com os melhores cumprimentos.
EDP FATURA ILEGAL
REF. : Nome do titular DINA MARIA CALCADO CORDEIRO Morada de fornecimento ARNEIRO DAS MILHARICAS SANTAREM NIF 152098135 Código de contrato 160803550234 Exmos Senhores, Desde Setembro de 2023, a EDP Comercial tem aumentado a minha fatura mensal de consumo de energia electrica em €6,42, alegadamente por SERVIÇOS. Eu nunca autorizei a cobrança de qualquer serviço nem beneficiei de quer que seja o que fosse. Em Outubro de 2023 solicitei ao telefone para cancelarem a cobrança dos €6,42. Prometeram que cancelariam, mas nada foi feito. Continuei a reclamar, em pessoa na EDP de Santarém e Torres Novas. Nunca cancelaram. Cheguei a escrever ao CEO e a um administrador. NADA. Recusam cancelar a cobrança. Também tenho enviado emails e telefonado vezes sem conta. Em resposta, dizem que o SERVIÇO está ativo e que não podem cancelar depois de ser renovado todos os anos. Por favor ajudar-me a obter o que a EDP me deve até este mês = € 237,54 E ajudar-me a forçar a EDP a cancelar o roubo que me fazem todos os meses. Muito obrigada Dina Cordeiro
Cobrança Indevida
No mês de setembro, contactei a linha de apoio online para obter informações sobre uma campanha. Antes de tomar qualquer decisão, fui às instalações da Portela, mas acabei por decidir não aderir e devolvi a chave que me tinham entregue. Garantiram-me que ficaria tudo resolvido. No entanto, cerca de um mês depois, fiquei desagradavelmente surpreendida ao ver uma cobrança de 17,60 € na minha conta bancária, sem nunca ter assinado qualquer contrato ou autorização de débito direto. Foi-me apresentado um documento de autorização de débito direto, mas nunca o cheguei a assinar. Por isso, é inaceitável que tenham efetuado esta cobrança sem a minha autorização. Voltei a contactar o espaço da Portela, onde me disseram para recorrer à linha de apoio online. Procurei contactos e só encontrei um email, para o qual enviei a minha reclamação. Até agora, não recebi qualquer resposta. O mais incompreensível é que, apesar de ignorarem a minha situação, continuam a enviar-me emails de marketing e até mensagens a felicitar pelo 'primeiro mês' no clube, quando nunca cheguei a aderir. Para além disso, recebi hoje a fatura do valor cobrado de forma indevida, sem qualquer esclarecimento sobre a saída deste dinheiro da minha conta. Acho esta situação inadmissível e uma enorme falta de respeito pelo cliente. Não só foi feita uma cobrança sem contrato ou autorização, como continuo sem resposta, apesar de todas as tentativas que já fiz para resolver o assunto. Escrevo esta reclamação após 12 dias sem qualquer tipo de contacto por parte do fitness up, apesar de já ter enviado dezenas de email e inclusive ter ido ao ginásio da portela para escrever no livro de reclamações. No ginásio da portela, não houve ninguém que se dignasse a ajudar ou tentar resolver a questão da melhor maneira. Fui recebida com a maior arrogância com se a errada fosse eu por estar a reclamar depois de me terem tirado o meu dinheiro. Ainda me disseram que o problemas não é deles se o online não funciona como devia. Sendo tudo parte da mesma empresa, não devia funcionar da mesma maneira ou no mínimo haver algum tipo de apoio, em vez atirarem responsabilidades para uma linha online que claramente não funciona, a não ser que seja para vender? Continuo a aguardar a resolução do meu problema e que o meu dinheiro seja devolvido. Relembro que não tenho qualquer tipo de contrato assinado com esta empresa.
Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas
Assunto: Queixa por disfunção sistémica no SNS: Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas Venho por este meio expor e requerer a intervenção de Vossas Excelências perante uma grave e generalizada disfunção no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), especificamente no que concerne aos cuidados de saúde primários e ao acesso a meios complementares de diagnóstico, que viola flagrantemente o artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa. O motivo desta queixa fundamenta-se num padrão institucional que se tornou a norma em várias Unidades Locais de Saúde (ULS) do país, e do qual o agregado familiar da signatária é vítima direta: 1. Bloqueio no Acesso a Consultas: O tempo médio de espera para uma consulta com o Médico de Família ultrapassa os 4 meses. 2. Cancelamentos Sucessivos e Arbitrários: Tornou-se prática corrente o cancelamento de consultas por parte dos serviços, muitas vezes no próprio dia do agendamento, sem que seja facultada ao utente uma alternativa célere ou viável. Este facto arrasta o tempo de espera real por tempo indeterminado, gerando uma total desproteção do cidadão. 3. Encargos Duplos no Setor Privado: Perante a inércia do sistema, os cidadãos são empurrados para o setor privado. O caso concreto que motiva esta exposição, implicou o pagamento imediato de 230,00€ para a realização de um exame urgente à coluna vertebral, por manifesta incapacidade de resposta do SNS. Esta realidade assume contornos de profunda injustiça social e económica. No meu caso de Trabalhadora Independente, enquanto contribuinte ativa, cumpro rigorosamente com obrigações fiscais e contribuições elevadas para a Segurança Social, sem que usufrua de quaisquer regalias, redes de proteção céleres ou subsistemas de saúde específicos. Mais do que a resolução de um processo individual, esta queixa visa denunciar a exclusão social gerada pelo próprio Estado: a população sem recursos financeiros fica condenada ao abandono e à degradação absoluta da sua saúde na sarjeta da burocracia pública. Face à gravidade do cenário exposto, solicito que: • Seja realizada uma auditoria urgente à taxa de cancelamento de consultas nos cuidados primários e aos mecanismos de reagendamento obrigatório; • Sejam avaliadas medidas de salvaguarda ou reembolso para utentes que, por manifesta falha de resposta atempada do Estado em situações de dor aguda, sejam obrigados a suportar custos no setor privado.
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