Reclamações públicas

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Valor Abusivo

Embora o problema técnico aparente ter ficado resolvido, a falta de transparência na cobrança é inaceitável. Foi-me exigido o valor exorbitante de 1500€ por um desentupimento que mal demorou uma hora, o que demonstra uma total desproporção e um aproveitamento da situação de necessidade do cliente. Depois do serviço feito vem a dizer que os valores são de tabela, tabela esta que nunca foi apresentada antes do serviço ter sido iniciado. Este tipo de serviço como estava realmente a ser preciso nem perguntei primeiro qual seria o orçamento.

Em curso
A. P.
27/10/2026

Reclamação formal sobre a conduta de motorista da UNIR – Linha 7013 – Falta de paragem

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à conduta de uma motorista da UNIR que assegura a linha 7013, na sequência de duas situações ocorridas nos dias 13 e 27 de outubro de 2026, que considero graves e reveladoras de falta de atenção e profissionalismo no exercício das suas funções. A minha filha, de 14 anos, utiliza regularmente esta linha para regressar da escola a casa. Em ambos os dias, apanhou o autocarro com passagem prevista às 13h22 na paragem E.B. 2/3 S. Lourenço, devendo sair na paragem Chãos. No dia 13 de outubro, apesar de ter carregado no botão de solicitação de paragem, a motorista não parou na paragem Chãos, obrigando a minha filha a prosseguir viagem para além do seu destino. Infelizmente, a situação repetiu-se hoje, dia 27 de outubro, no mesmo autocarro e com a mesma motorista. Mais uma vez, a minha filha carregou no botão para solicitar a paragem, mas a motorista não parou onde deveria. Segundo o relato da minha filha e de uma colega que a acompanhava, a motorista encontrava-se distraída a conversar com outros passageiros, não tendo aparentemente prestado atenção ao sinal sonoro do pedido de paragem. A situação torna-se ainda mais preocupante pelo facto de, logo na paragem seguinte, ter ocorrido um episódio semelhante com outro passageiro, que manifestou o seu desagrado perante a falta de paragem. A resposta da motorista terá sido a de que o passageiro carregara no botão errado. No entanto, segundo o relato coincidente da minha filha e da colega, esse passageiro também carregou no botão e o sinal sonoro foi claramente audível. Tal circunstância reforça a preocupação de que a motorista não estivesse suficientemente atenta aos pedidos de paragem por se encontrar envolvida numa conversa. Considero esta conduta inaceitável. A função de um motorista de transporte público exige atenção permanente ao percurso e aos pedidos de paragem dos passageiros. As conversas com passageiros não podem, em circunstância alguma, comprometer o cumprimento do serviço nem prejudicar quem depende deste transporte. Para além do incómodo e da frustração causados, estas falhas têm consequências concretas para a minha filha. Sendo menor e tendo apenas 14 anos, vê-se obrigada a sair numa paragem que não corresponde ao seu destino e a apanhar outro autocarro para conseguir chegar a casa, o que faz com que o seu tempo de viagem seja praticamente o dobro. É particularmente preocupante que uma adolescente que regressa da escola tenha de enfrentar este tipo de situação, sem poder confiar que o autocarro efetuará a paragem devidamente solicitada. É igualmente inadmissível que o mesmo problema se repita com a mesma motorista, em duas ocasiões distintas, num intervalo de apenas duas semanas. Assim, solicito à UNIR que: -Averigue formalmente os dois incidentes, tendo em conta a linha 7013, o horário das 13h22, a paragem E.B. 2/3 S. Lourenço e o destino previsto, Chãos; -Identifique a motorista e verifique, se disponíveis, os registos de localização do veículo e outros elementos que permitam apurar o sucedido; -Avalie a conduta da motorista e tome as medidas adequadas para evitar a repetição destas situações; -Garanta que os motoristas se mantêm atentos aos pedidos de paragem e cumprem as paragens solicitadas pelos passageiros; -Me seja enviada uma resposta formal sobre a análise efetuada e as medidas adotadas na sequência desta reclamação. Não considero aceitável que uma passageira de 14 anos seja obrigada, por duas vezes, a prolongar significativamente o seu percurso para casa devido à aparente falta de atenção de quem tem a responsabilidade de assegurar o transporte. Espero que esta reclamação seja tratada com a seriedade que merece e que sejam tomadas medidas concretas para que situações desta natureza não voltem a acontecer, nem à minha filha nem a qualquer outro passageiro. Aguardo uma resposta por parte da UNIR. Com os melhores cumprimentos, Ana Pinto

Em curso
M. C.
27/10/2026

Rejeição de Alegada Dívida por Inexistência de Contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio contestar a alegada dívida que me está a ser imputada pela entidade Medicare e INDEBT, relativa a um plano de saúde Medicare. Informo que nunca recebi contrato nem cartões da Medicare, por isso nunca usufruí de qualquer serviço, nunca ativei qualquer plano, nem celebrei qualquer contrato formal com a referida empresa. Nos termos do Artigo 5.º, n.º 7 do Decreto-Lei n.º 24/2014, os contratos celebrados por telefone apenas vinculam o consumidor após a sua assinatura ou envio de consentimento por escrito, o que nunca aconteceu. Uma vez que não existe um contrato juridicamente válido nem fundamentação legal para os valores pedidos, exijo o imediato cancelamento do processo de cobrança junto da INDEBT, a anulação de alegados saldos em dívida e a eliminação dos meus dados pessoais.

Em curso
R. B.
27/10/2026

Cobrança indevida

Exmos Senhores A Bolt cobrou-me 2 meses sem me ter avisado nem na altura da inscrição nem do fim do período experimental. Já reclamei pelos canais deles há mais de um mês e não devolvem o dinheiro apesar de terem prometido que o fariam. Raimundo Barbosa Telemóvel 961442861 NIF 133129586

Em curso
R. B.
27/10/2026

WiFi não funciona

Exmos Senhores Há cerca de duas semanas que estou sem WiFi. Sou cliente da DIGI. Já fiz n telefonemas enviei email, prometem vir resolver o problema mas não vem. Raimundo Adelino Santos Praceta Estanislau Raimundo Nogueira 3. 2 Dto 2615-075 Alverca do Ribatejo NIF: 133129586 Telemóvel: 961442862

Em curso
H. C.
27/10/2026

Castro Electrónica - Encomenda online sem atualização e ausência de resposta

No dia 19 de outubro, fiz uma compra na loja online e paguei de imediato. No dia seguinte, recebi um e-mail a informar que a minha encomenda estava em preparação e, mais tarde, outro a dizer que estava em processo de faturação. Já passou uma semana e o estado da encomenda continua igual, sem qualquer evolução. Tentei contactar a loja por telefone, mas a chamada toca indefinidamente e ninguém atende. Também preenchi o formulário de apoio ao cliente, mas apenas obtive uma resposta automática e ninguém me contactou. Sinto-me completamente enganado com esta situação e considero este tratamento inaceitável.

Em curso
A. F.
27/10/2026

Medicare

Exmos Senhores,venho por este meio pedir um aconselhamento ou possível resolução há cerca de cinco anos eu e a minha esposa fizemos um seguro de saúde com a medicare na condição que eles nos enviariam os cartões ,a partir daí até a data atual nunca recebemos nenhum cartão e nunca utilizamos os serviços porque não tínhamos acesso passado um tempo a Medicare começou a enviar cartas a dizer que tínhamos uma dívida,a minha esposa ligou para eles a dizer que nunca tinha recebido nenhum cartão e que nunca utilizou os seus serviços porque era impossível sem ter o cartão a operadora simplesmente respondeu que não tinha nada a ver com isso que somente tinha que pagar a dívida e agora ameaçam que a dívida está no contencioso,peço ajuda a Deco porque já não sabemos o que fazer,obrigado pela atenção

Em curso
C. V.
27/10/2026

Danos no telhado durante a instalação de painéis solares e ausência de resolução

Venho apresentar uma reclamação contra a EDP Comercial devido aos danos causados no telhado da minha habitação durante a instalação de painéis solares realizada por técnicos responsáveis pelo serviço contratado. Durante a execução dos trabalhos, foi partida uma telha, causando danos na cobertura da minha habitação. Trata-se de um dano diretamente relacionado com a instalação, pelo que considero que a responsabilidade pela sua reparação deverá ser assumida pela entidade responsável pelos trabalhos. No dia 6 de setembro, apresentei uma reclamação diretamente numa loja da EDP Comercial, dando conhecimento formal da situação e aguardando desde então uma resolução. No entanto, até à presente data, continuo sem uma solução para o problema, apesar de já ter decorrido um período considerável desde a apresentação da reclamação. Considero inaceitável que, após a contratação de um serviço, os danos causados durante a sua execução permaneçam por resolver e que o cliente tenha de continuar a aguardar sem uma resposta satisfatória. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste para ajudar a obter uma resposta formal da EDP Comercial e exigir: * O reconhecimento dos danos causados durante a instalação; * A reparação da telha partida e de quaisquer danos associados, sem custos para mim; * Uma resposta formal e célere à reclamação apresentada no dia 6 de setembro; * A resolução definitiva desta situação, sem mais atrasos injustificados. Pretendo que esta situação seja resolvida de forma justa e célere, sem ter de suportar custos por danos que não foram causados por mim. Aguardo uma resposta e uma solução concreta para este problema. Com os melhores cumprimentos. Cristiano Ingrez

Em curso
J. C.
27/10/2026

Reclamação contra a eDreams Prime por cobrança indevida de 89,99 € após cancelamento free trial

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho apresentar uma reclamação formal contra a eDreams Prime, solicitando a vossa intervenção relativamente a uma cobrança de 89,99 €, efetuada no dia 13 de outubro de 2026, apesar de ter cancelado a subscrição durante o período experimental gratuito. 1. Descrição dos factos Aderi ao período experimental gratuito da eDreams Prime, tendo procedido ao cancelamento da subscrição antes do seu término, precisamente para evitar a renovação automática e a consequente cobrança anual. Contudo, no dia 13 de outubro de 2026, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente à renovação da subscrição. Embora não tenha recebido um e-mail formal de confirmação do cancelamento, tenho na minha posse uma comunicação da própria eDreams com o seguinte conteúdo: “Parece que desativou a sua conta Prime. Se gostaria de obter o seu crédito de conta, tem de reativar a sua conta Prime no prazo…” Esta comunicação constitui um elemento relevante para a análise da situação, uma vez que faz referência à desativação da minha conta Prime, contradizendo a posição posteriormente assumida pela empresa. 2. Respostas da eDreams e recusa de reembolso No dia 18 de outubro de 2026, recebi uma primeira resposta da eDreams Prime, na qual a empresa confirmou que a renovação automática tinha sido desativada na sequência do meu pedido. Informou ainda que a subscrição permaneceria ativa até 13 de outubro de 2027, data em que expiraria sem nova cobrança, recusando, contudo, o reembolso dos 89,99 € com fundamento nos termos e condições da subscrição. Nessa comunicação, a empresa alegou que o período experimental terminava a 13 de outubro de 2026, data em que a subscrição seria automaticamente renovada, e considerou que eu não tinha direito ao reembolso. Posteriormente, no dia 20 de outubro de 2026, recebi uma segunda resposta, na qual a eDreams afirmou que, após analisar a minha conta, concluiu que a subscrição Prime permanecia ativa e não tinha sido cancelada. Com base nessa alegação, justificou a cobrança e reiterou que as taxas de renovação não são reembolsáveis, afirmando não poder abrir exceções à sua política interna. Considero estas respostas insatisfatórias, uma vez que a empresa se limita a invocar os seus termos e condições, sem esclarecer devidamente a discrepância entre a comunicação que indica a desativação da conta Prime e a alegação posterior de que a subscrição nunca foi cancelada. A questão central não é a possibilidade de cancelar uma subscrição anual já renovada, mas sim a legitimidade de uma cobrança efetuada após um cancelamento que solicitei durante o período experimental gratuito. 3. Fundamentos da reclamação Considero que esta situação merece ser analisada à luz da legislação de defesa do consumidor aplicável, nomeadamente no que respeita à transparência das condições contratuais, à renovação automática de subscrições e ao cumprimento dos procedimentos de cancelamento. A invocação de uma política interna de não reembolso não esclarece, por si só, se a cobrança foi legítima nas circunstâncias concretas. 4. Pedido de intervenção da DECO PROteste Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste junto da eDreams Prime, com vista a obter: 1. O reembolso integral dos 89,99 € cobrados em 13 de outubro de 2026, uma vez que contesto a legitimidade da renovação por ter solicitado o cancelamento durante o período experimental gratuito. 2. Um esclarecimento formal sobre a discrepância entre o e-mail que indica a desativação da minha conta Prime e as respostas posteriores em que a empresa afirma que a subscrição permaneceu ativa. 3. A confirmação de que não serão efetuadas novas cobranças associadas a esta subscrição. 5. A avaliação da conformidade dos procedimentos adotados pela eDreams Prime com a legislação de defesa do consumidor aplicável. Pretendo resolver esta situação de forma amigável, mas considero inaceitável ter de suportar um encargo de 89,99 € por uma renovação que procurei evitar através do cancelamento durante o período experimental gratuito. Não considero suficiente a resposta padronizada da empresa, baseada na alegada manutenção da subscrição ativa e numa política de não reembolso, sem um esclarecimento concreto sobre os elementos que sustentam a minha reclamação. Agradeço, assim, o vosso apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e na obtenção de uma resolução justa para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Cruz [jsoacruz2000@gmail.com]

Resolvida
S. M.
27/10/2026

RECLAMAÇÃO FORMAL CONTRA A GOLDENERGY

Venho apresentar uma reclamação formal contra a Goldenergy relativamente aos valores que me têm sido faturados pelo fornecimento de eletricidade e gás natural, os quais considero manifestamente desproporcionais face à realidade do meu agregado familiar e aos meus hábitos de consumo. Em agosto de 2024, quando celebrei contrato com a Goldenergy, um comercial que se deslocou à minha residência, após analisar as minhas faturas anteriores, indicou-me que cerca de 60,00 € mensais para eletricidade e gás seria um valor adequado aos meus consumos. Contudo, os valores faturados têm vindo a aumentar significativamente, apesar de se manterem essencialmente as mesmas condições de utilização. Resido num apartamento T3, onde vivem apenas um adulto e uma criança, que passam grande parte do dia fora de casa. O gás é utilizado para aquecimento de águas, confeção de alimentos — utilizando habitualmente apenas um ou dois queimadores do fogão — e aquecimento central nos meses de inverno, nomeadamente dezembro e janeiro e, eventualmente, fevereiro. A minha fatura de água ronda os 23,00 € mensais. 1. Leituras do contador de gás As leituras do contador que registei são as seguintes: 07/10/2026: 275 m³; 21/10/2026: 280 m³; 26/10/2026: 282 m³. Enviei fotografias do contador à Goldenergy. Entre 7 e 26 de outubro, o contador registou um aumento de apenas 7 m³. O consumo habitual na minha residência ronda os 10 m³ mensais. Perante estes dados, exijo que sejam verificadas as leituras utilizadas na faturação, esclarecendo se foram considerados consumos reais ou estimados, se existem acertos de períodos anteriores e se os valores faturados correspondem efetivamente ao consumo registado. 2. Histórico completo dos valores faturados Apresento abaixo todos os valores que registei, solicitando a sua análise e confronto com as faturas anexas. Período de faturação Valor 04/07/2024 a 03/08/2024 66,43 € 04/08/2024 a 03/09/2024 67,67 € 04/09/2024 a 03/10/2024 67,51 € 04/10/2024 a 03/11/2024 73,49 € 04/11/2024 a 03/12/2024 96,01 € 04/12/2024 a 03/01/2025 107,10 € 04/01/2025 a 03/02/2025 147,16 € 04/02/2025 a 03/03/2025 94,94 € 04/03/2025 a 03/04/2025 114,39 € 04/04/2025 a 03/05/2025 71,76 € 04/05/2025 a 03/06/2025 75,75 € 04/06/2025 a 03/07/2025 65,93 € 04/07/2025 a 03/08/2025 72,16 € 04/08/2025 a 03/09/2025 78,23 € 04/09/2025 a 03/10/2025 76,26 € 04/10/2025 a 03/11/2025 80,67 € 04/11/2025 a 03/12/2025 92,24 € 04/12/2025 a 03/01/2026 106,53 € 04/01/2026 a 03/02/2026 248,78 € 04/02/2026 a 03/03/2026 120,26 € 04/03/2026 a 03/04/2026 167,22 € 04/04/2026 a 03/05/2026 179,13 € 04/05/2026 a 03/06/2026 -115,52 € 04/06/2026 a 03/07/2026 95,09 € 04/07/2026 a 03/08/2026 159,44 € — após pedido de revisão, paguei 148,81 € 04/08/2026 a 03/09/2026 106,30 € — solicitei revisão; o valor aparentemente manteve-se 04/09/2026 a 03/10/2026 162,50 € — após pedido de revisão, passou para 50,33 € 07/05/2026 a 03/10/2026 173,65 € — período e natureza do valor a confirmar Os valores apresentados reproduzem os meus registos e deverão ser confrontados com as faturas. O valor negativo de -115,52 € deverá ser esclarecido quanto à sua natureza, nomeadamente se corresponde a um crédito ou acerto. O valor de 173,65 € também carece de confirmação, uma vez que o período indicado se sobrepõe a outros períodos de faturação. Destaco particularmente a fatura de 248,78 €, bem como os valores de 179,13 €, 159,44 € e 162,50 €, que considero desproporcionais face aos consumos e às características do meu agregado. Saliento ainda que a fatura de 162,50 € foi revista para 50,33 €, uma redução de 112,17 €. Esta alteração levanta dúvidas legítimas sobre os critérios de cálculo inicialmente utilizados e reforça a necessidade de uma revisão integral das restantes faturas. No entanto, recebo ontem uma fatura com acertos de maio a setembro, no valor de 173,65€. No passado dia 25/10/2026, recebi uma mensagem a informar que o meu escalão de consumo de gás passaria do escalão 1 para o escalão 2, alegadamente com base no consumo anual. Considero esta comunicação incompreensível perante as características do meu agregado familiar, os hábitos de consumo descritos e as dúvidas que subsistem quanto aos valores faturados. Exijo que a Goldenergy esclareça qual o consumo anual considerado, o período utilizado no cálculo, as leituras reais ou estimadas que serviram de base à decisão e se a alteração terá impacto no preço do gás ou nos restantes encargos. Caso a alteração tenha resultado de dados incorretos ou de consumos estimados que não correspondam à realidade, solicito a sua correção. Não me recuso a pagar os consumos efetivamente devidos. Exijo, sim, que me seja cobrado o valor correto, devidamente fundamentado e compatível com os consumos reais e as condições contratuais aplicáveis. Considero inaceitável ter de contestar sucessivamente faturas de valores tão elevados sem obter uma explicação satisfatória. Exijo transparência, rigor, revisão integral da faturação e resolução efetiva desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sofia Mota

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