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Recusa em me resgatarem a apólice
Exmos. Senhores, Possuo várias apólices da Generali Tranquilidade. Devido a pagamentos que tenho de efetuar, preciso de resgatar com a máxima urgência a apólice 5600013XXX do seguro de capitalização Generali + Poupança. Em 13/8/2026 enviaram por email a minuta de resgate em anexo para preenchimento. Em 13/8/2026 enviei por email os documentos para resgate da referida apólice. Em 14/8/2026 responderam “Não recebemos os anexos” Em 14/8/2026 tornei a enviar por email os anexos. Em 2/9/2026 protestei por não ter recebido o resgate da apólice. Em 3/9/2026 escreveram “Na sequência do seu email, informamos que no seu pedido, recebido por esta via, em 14.08.2026, às 09h34m não constava, qualquer anexo, o qual, solicitamos por aqui, na mesma data, às 11h38m. Assim solicitamos o reenvio da documentação, de modo a podermos prosseguir, com a maior brevidade possível, relativamente ao pedido em assunto.” Em 3/9/2026 respondi que enviei a documentação às 13h35 tal como solicitaram. Em 3/9/2026 responderam “Na sequência do seu email, solicitamos comprovativo do envio da documentação, por esta via, às 13h35m, de forma a podermos identificar a situação.” Em 3/9/2026 enviei Print Screen comprovativo do email e dos documentos que anexei às 13h35. Este Print Screen provava de forma convincente o envio. Em 9/9/2026 escreveram: “Na sequência deste pedido, informamos que o seu email não foi recebido, devido a um erro informático, pelo que solicitamos o reenvio da documentação.” Em 9/9/2026 enviei a minuta digitalizada. Em 10/9/2026 escreveram: “Na sequência do seu pedido, solicitamos nova digitalização completa, isto é, desde o topo até ao rodapé, das 4 páginas da minuta, uma vez que as mesmas, agora anexadas, encontram-se parcialmente cortadas.” Em 11/9/2026 enviei nova digitalização completa. Em 11/9/2026 responderam: “Na sequência do seu pedido, solicitamos o preenchimento de data atual, na minuta agora recebida, de modo a podermos dar seguimento, ao resgate em assunto, com a maior brevidade possível.” Em 11/9/2026 enviei a minuta preenchida com a data atual. Em 14/9/2026 respondera: “Na sequência do seu email, junto enviamos o impresso em vigor, o qual, deve preencher, datar, assinar e devolver, dado que a minuta anexada, está descontinuada (fevereiro 2022).” Em 13/8/2026 enviaram o impresso para preencher e em 14/9/2026 exigem que preencha outro impresso (uma vez que o que me tinham enviado não é válido desde fevereiro 2022)! Solicito que antes de mais nada me resgatem imediatamente a apólice pois preciso já do dinheiro. É totalmente ilegal o que está a suceder. Não sei se me vão apresentar um grande pedido de desculpas. Tenho várias apólices vossas. Depois de me transferirem o dinheiro que me pertence e para não perderem um cliente, gostaria que me indemnizassem por todos os prejuízos e incómodos que estou a ter. Cumprimentos.
Cobrança abusiva e não autorizada
Assunto: Reclamação Urgente – Cobrança Abusiva e Não Autorizada eDreams PrimeExmos. Senhores,Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a eDreams (entidade em extrato: Edreams Prime Annual 1000000001 Es) devido a uma cobrança abusiva e não autorizada na minha conta bancária através do meu cartão terminado em 5222.No ano passado, procedi ao cancelamento formal da minha subscrição eDreams Prime. A eDreams chegou a efetuar um reembolso parcial de 45,00 Eur no dia 06/02/2025 (conforme comprovativo em anexo), o que demonstra que assumiram o erro na altura e que eu não pretendia o serviço.No entanto, o serviço não foi totalmente cancelado no vosso sistema como me foi garantido, e voltaram a cobrar-me o valor da anuidade de forma indevida. Há dois meses que tento o contacto por telefone (que não funciona) e por e-mail (que devolve mensagens de erro de entrega), pelo que me vejo obrigado a recorrer a esta via.Exijo o reembolso do restante valor cobrado indevidamente e o cancelamento definitivo e imediato de qualquer vínculo ou renovação automática associada ao meu cartão. Segue também em anexo o comprovativo do reembolso que fizeram em 2025 Melhores cumprimentos, Adélia Tavares E-mail da conta eDreams: sophy2tavares@gmail.com
Reclamação formal à E-Redes
Exmos. Senhores, No dia 26 de setembro de 2024, pelas 08h30, ocorreu uma anomalia no fornecimento de energia elétrica da E-Redes, tendo a tensão elétrica sofrido um aumento anormal, passando dos habituais 230 V para aproximadamente 420 V. Esta sobretensão provocou a avaria e/ou destruição de diversos aparelhos elétricos e eletrónicos existentes na habitação, causando prejuízos materiais consideráveis. Os equipamentos danificados, bem como os respetivos prejuízos, encontram-se discriminados nas reclamações e documentos que serão anexados ao presente processo. Perante esta situação, apresentei uma primeira reclamação junto da E-Redes no dia 30 de setembro de 2024. Posteriormente, no dia 21 de outubro de 2024, apresentei uma segunda reclamação, como complemento da primeira, na qual comuniquei e acrescentei outros prejuízos entretanto identificados. Importa ainda salientar que esta não foi a primeira ocorrência desta natureza. Em abril de 2024 já tinha ocorrido uma situação semelhante, igualmente relacionada com uma anomalia na tensão elétrica, tendo esse processo sido posteriormente resolvido pela E-Redes. No entanto, apesar da situação ter sido tratada, a E-Redes não procedeu à reparação efetiva da causa que estava na origem da sobretensão, nomeadamente da anomalia existente no poste/rede elétrica que estava a provocar a sobrecarga de tensão. Assim, a situação não ficou efetivamente solucionada na sua origem. Como consequência, alguns meses mais tarde, em setembro de 2024, voltou a ocorrer uma sobretensão, desta vez de 230 V para cerca de 420 V, provocando novamente elevados prejuízos materiais. Considero particularmente relevante esta circunstância, uma vez que a ocorrência de abril já era do conhecimento da E-Redes e, apesar disso, a situação voltou a verificar-se em setembro do mesmo ano. Após as reclamações apresentadas, troquei vários e-mails com a E-Redes, tendo-me sido solicitada a apresentação de diversas faturas e outros documentos comprovativos relativos aos equipamentos danificados e aos prejuízos sofridos. Algumas dessas faturas só puderam ser adquiridas e/ou apresentadas posteriormente, uma vez que, na altura, não dispunha de capacidade financeira para proceder imediatamente à substituição de todos os equipamentos danificados. Esta situação foi comunicada à E-Redes. Importa salientar que a impossibilidade financeira de adquirir imediatamente determinados equipamentos não significa que esses equipamentos não tenham sido efetivamente danificados pela sobretensão, nem deverá ser utilizada como fundamento para desconsiderar os respetivos prejuízos. No âmbito do processo, ocorreram diferentes momentos de avaliação dos prejuízos. Numa primeira fase, um perito deslocou-se à minha habitação, tendo procedido à verificação dos diferentes locais onde se encontravam os equipamentos danificados. Durante essa visita, o perito teve oportunidade de verificar os aparelhos existentes nas várias divisões da habitação. Além disso, alguns dos equipamentos já tinham sido entretanto encaminhados para uma loja de eletrodomésticos, onde se encontravam para avaliação da possibilidade de reparação. O referido perito deslocou-se também à loja, tendo aí verificado os equipamentos que já se encontravam nesse local. Esta primeira avaliação permitiu, portanto, verificar não apenas os equipamentos que permaneciam na habitação, mas também aqueles que, por se encontrarem danificados e necessitarem de avaliação/reparação, já tinham sido encaminhados para a loja. Num segundo momento, recebi a visita de um técnico da E-Redes. No entanto, esta segunda visita foi marcada por limitações que considero relevantes para a correta avaliação dos prejuízos. Ao contrário do primeiro perito, o técnico não visitou todas as divisões da habitação onde existiam aparelhos avariados, deixando, por esse motivo, equipamentos sem a devida verificação presencial. Para além disso, o técnico recusou-se a deslocar-se à loja de eletrodomésticos onde se encontravam outros equipamentos danificados, apesar de essa mesma loja já ter sido visitada anteriormente pelo perito no âmbito do processo. Quando lhe foi solicitado que se deslocasse à referida loja para verificar os equipamentos, o técnico limitou-se a alegar que "não podia fazê-lo", não tendo, assim, procedido à verificação dos equipamentos que ali se encontravam. Posteriormente, a E-Redes veio alegar que alguns dos equipamentos indicados na reclamação não se encontravam nos seus locais "normais" ou nos locais onde, alegadamente, deveriam estar, utilizando essa circunstância para colocar em causa a existência ou a avaliação de determinados danos. Esta conclusão não corresponde à realidade dos factos. Os equipamentos encontravam-se efetivamente na habitação ou tinham sido encaminhados para a loja de eletrodomésticos precisamente por se encontrarem danificados e necessitarem de avaliação/reparação. Assim, considero injusto que sejam desconsiderados determinados equipamentos ou prejuízos com fundamento na ausência dos mesmos dos seus locais habituais, quando o próprio técnico não procedeu à verificação de todas as divisões da habitação e recusou expressamente deslocar-se à loja que já tinha sido visitada pelo perito. No dia 1 de abril de 2025, recebi uma comunicação da E-Redes na qual me informavam que iriam proceder ao pagamento de uma indemnização no valor de 2.814,65 €. No entanto, não concordei com esse valor, por considerar que não corresponde à totalidade dos prejuízos efetivamente causados pela sobretensão. Respondi à E-Redes, manifestando expressamente a minha discordância, nomeadamente relativamente aos seguintes pontos: * Existem equipamentos danificados que não foram analisados pelo segundo técnico, não por falta de colaboração da minha parte, mas porque este não se deslocou a todas as divisões da habitação onde se encontravam equipamentos danificados; * O técnico recusou-se a deslocar-se à loja de eletrodomésticos onde se encontravam outros equipamentos danificados, apesar de essa mesma loja já ter sido visitada pelo primeiro perito; * Alguns equipamentos foram considerados sem a respetiva fatura de substituição, quando a razão pela qual ainda não tinha sido possível proceder à sua aquisição era a falta de meios financeiros para suportar esses custos; * Não considero razoável que a falta de capacidade financeira para substituir imediatamente os equipamentos danificados seja utilizada para reduzir ou excluir a consideração dos respetivos prejuízos; * O valor de 2.814,65 € fica muito aquém do valor global dos danos efetivamente sofridos, conforme resulta da documentação e da lista de equipamentos anexadas. Apesar da minha discordância relativamente ao valor proposto pela E-Redes, continuei a colaborar na tentativa de resolução do processo e na apresentação da documentação comprovativa dos prejuízos. Assim, no dia 5 de setembro de 2025, voltei a contactar a E-Redes por e-mail, através do qual enviei mais duas faturas relativas aos prejuízos/equipamentos em causa. Nesse contacto, manifestei novamente a minha expectativa de que a documentação apresentada fosse devidamente considerada e indiquei que aguardava uma resposta da E-Redes e uma justa indemnização pelos prejuízos efetivamente sofridos. Este contacto demonstra, uma vez mais, que procurei colaborar com a E-Redes e fornecer toda a documentação que me foi possível obter, apesar das dificuldades financeiras que enfrentei para proceder à substituição dos equipamentos danificados. Apesar das reclamações apresentadas, da documentação enviada, das várias trocas de correspondência, das avaliações realizadas e do envio de documentação adicional em 5 de setembro de 2025, a situação permanece sem uma resolução que considere justa e adequada. A E-Redes pretende limitar a indemnização a um valor que não corresponde à totalidade dos prejuízos que resultaram da sobretensão. Mesmo após a apresentação de documentação adicional, continuo sem resposta e sem uma solução que considere adequada.
Extravio de bens pessoais
Estive hospedado no Evolution Hotel Lisboa entre os dias 1 e 3 de agosto de 2026, juntamente com a minha companheira. No momento da saída, esqueci no quarto uma mala de ombro com uma câmara fotográfica, que nunca foi recuperada. Após a constatação do esquecimento, contactámos o hotel diversas vezes a pedir informações. A resposta foi sempre a mesma: que estavam a investigar internamente e que voltariam a contactar-nos assim que houvesse novidades. Esse contacto nunca partiu deles. Já passado cerca de um mês, e apenas depois de insistirmos de novo, foi-nos finalmente sugerido que apresentássemos queixa na PSP. Ao fazê-lo, fomos informados de que o prazo legal de conservação das imagens de videovigilância é de 30 dias — prazo que, nessa altura, já tinha sido ultrapassado. Fica o alerta a outros consumidores: a demora do hotel em encaminhar-nos para as autoridades competentes coincidiu, de forma no mínimo preocupante, com o esgotamento do prazo de conservação das imagens, inviabilizando qualquer possibilidade de esclarecimento através do único meio de prova disponível. Enquanto consumidor, considero que o hotel não cumpriu com a diligência que seria exigível perante uma situação de extravio de bens de um hóspede, e que a forma como o processo foi conduzido levanta sérias dúvidas quanto à boa-fé da resposta dada. Solicito à DECO PROteste que associe o seu nome a esta reclamação, de forma a reforçar o pedido de esclarecimento e responsabilização junto do hotel.
Encomenda danificada com reparação amadora e apoio ao cliente inexistente (Pedido MYFWXYZBF)
No dia 15 de setembro recebi a encomenda MYFWXYZBF e deparei-me com uma situação inaceitável: a mesa que comprei veio visivelmente danificada e com uma tentativa de reparação precária. Usaram massa e pintaram pontos à mão para disfarçar a avaria, além de o tampo vir coberto de arranhões. O suporte ao cliente é simplesmente inexistente. As chamadas telefónicas remetem para uma mensagem automática sobre o horário de funcionamento (09:00 às 13:00), mas mesmo ligando dentro desse intervalo a gravação repete-se e ninguém atende. Fiz a reclamação através do site com fotos do sucedido e continuo sem qualquer resposta. Exijo a troca do produto por uma mesa nova nas devidas condições, com a recolha do artigo avariado no ato da entrega. A ausência total de resposta levanta sérias dúvidas sobre se estão a tentar deixar expirar o prazo legal de devolução para não fazerem nada. Aguardo uma resolução imediata.
encomenda nao recebida
Bom Dia A minha enc 44129479169 Vossa fatura 1315017232 Feita em 7/09/2026 com 5 dias de tempo maximo de entrega nunca foi entregue. Agradeço entrega urgente. Obrigado
Atraso na reparação, incumprimento de prazos e pedido de reembolso de adiantamento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela MCoutinho Vila Real, na qualidade de agente oficial Mitsubishi e oficina onde foi adquirida a viatura Mitsubishi CANTER FB73SB4SLEA1. 1. Entrada da viatura na oficina No dia 13 de agosto de 2026, a viatura sofreu uma avaria, tendo sido necessário proceder ao seu transporte por reboque para as instalações da MCoutinho Vila Real. Após análise, foram identificados, entre outros, os seguintes problemas: depósito do líquido refrigerador danificado; problemas elétricos no vidro do lado do passageiro. Foi-nos então comunicado que seria necessário encomendar um novo depósito de líquido refrigerador e que o mesmo seria entregue no prazo de 5 dias úteis. Desde o primeiro momento alertámos a MCoutinho para a urgência da reparação, uma vez que a viatura era indispensável para a nossa atividade profissional e, concretamente, para os trabalhos de vindima, que teriam início no dia 31 de agosto de 2026. Foi-nos assegurado que seria feito o possível para que a viatura estivesse disponível dentro desse prazo. 2. Incumprimento do prazo inicialmente comunicado Decorridos os 5 dias úteis indicados, o depósito não tinha sido entregue. Continuámos a contactar a MCoutinho, reforçando repetidamente que a viatura teria de estar operacional antes do início da vindima, dada a sua importância para o normal funcionamento da nossa atividade. No dia 27 de agosto de 2026, data em que estava prevista a revisão da viatura e a instalação do novo depósito, começámos a contactar telefonicamente a MCoutinho Vila Real logo às 08h44, pouco depois da abertura da oficina, precisamente com o objetivo de obter informações sobre o estado da reparação. Apesar das várias tentativas de contacto ao longo do dia, apenas conseguimos falar com um responsável às 16h41, ou seja, cerca de oito horas depois da primeira tentativa de contacto. Nessa altura, fomos informados de que o depósito continuava sem ter chegado e que, consequentemente, a viatura não se encontrava em condições de circular. Esta informação foi-nos transmitida numa quinta-feira, quando a vindima teria início na segunda-feira seguinte, 31 de agosto, deixando-nos apenas um dia útil para procurar uma solução alternativa. Ou seja, tinham já decorrido 11 dias úteis desde a entrada da viatura na oficina, apesar de nos ter sido inicialmente comunicado um prazo de apenas 5 dias úteis para a chegada da peça. Acresce que perdemos praticamente todo o dia 27 de agosto sem conseguir obter informações concretas por parte da oficina, situação que agravou significativamente a dificuldade em encontrar uma solução de emergência para a nossa atividade. 3. Solução provisória aplicada pela MCoutinho Perante esta situação, e face à proximidade do início da vindima, foi-nos comunicado pela MCoutinho que seria aplicada uma massa nas fissuras existentes no depósito, com o objetivo de impedir a fuga do líquido refrigerador. Foi-nos ainda transmitido que tinham sido realizados os testes necessários e que, apesar de a peça definitiva ainda não ter chegado, a viatura estaria em condições de circular até à sua substituição. Contudo, a solução apresentada não se revelou eficaz nem suficiente. Durante o período da vindima tivemos diversos episódios de sobreaquecimento da viatura, sendo necessário adquirir 3 garrafões de 5 litros de líquido refrigerador para repor constantemente o líquido perdido. Esta situação é particularmente preocupante tendo em conta que, segundo a informação que nos tinha sido transmitida pela própria MCoutinho, o depósito estaria reparado provisoriamente e a viatura teria sido testada e estaria apta para circular. 4. Novo incumprimento e perda de confiança Entretanto, decorreram mais 7 dias úteis sem que o depósito tivesse chegado. No dia 4 de setembro de 2026, face à ausência de uma solução definitiva e à sucessiva ultrapassagem dos prazos que nos tinham sido comunicados, informámos a MCoutinho de que não poderíamos continuar a aguardar indefinidamente. Perante o sucedido, e tendo em consideração a falta de cumprimento dos prazos comunicados, a ausência de informação atempada e os problemas verificados com a solução provisória, deixámos igualmente de ter confiança na continuidade do serviço. Solicitámos, por isso, o reembolso do valor que havíamos adiantado para as peças, no montante de 199,99 € (162,60 € + IVA). O referido pedido de reembolso não obteve resposta. Posteriormente, no dia 8 de setembro de 2026, fomos informados de que a previsão de chegada do depósito seria apenas na semana com início em 14 de setembro. Nessa ocasião, voltámos a recordar à MCoutinho que já havíamos solicitado o reembolso do valor adiantado e que, face ao comportamento verificado e ao sucessivo incumprimento dos prazos comunicados, não nos era possível continuar a confiar na execução do serviço. Mais uma vez, não obtivemos resposta concreta relativamente ao pedido de reembolso. 5. Situação atual À data desta reclamação, passaram já mais de 20 dias úteis relativamente ao prazo inicialmente indicado para a entrega da peça, sem que a situação tenha sido devidamente resolvida. A MCoutinho Vila Real mantém na sua posse o valor do nosso adiantamento, no montante de 199,99 €, sem que tenha sido apresentada uma solução definitiva dentro dos prazos inicialmente comunicados e sem que tenha sido dada resposta ao nosso pedido expresso de reembolso. Consideramos particularmente grave: O prazo inicialmente comunicado de 5 dias úteis não ter sido cumprido; A falta de informação adequada e atempada relativamente ao estado da reparação; O facto de, no dia anterior ao início da vindima, termos ficado sem uma solução definitiva para uma viatura essencial à nossa atividade; A aplicação de uma solução provisória que, na prática, não resolveu o problema, tendo ocorrido diversos episódios de sobreaquecimento; Os custos adicionais que tivemos de suportar com a aquisição de líquido refrigerador; A sucessiva alteração das previsões para a chegada da peça; A ausência de resposta ao nosso pedido de reembolso do valor adiantado. 6. Pedido Face ao exposto, solicitamos formalmente: O reembolso dos 199,99 € adiantados.
Placard.pt - Placard.pt (sas apostas sociais) recusa-se a pagar 279,79€ de apostas ganhas
Nos dias 5 e 6 de setembro de 2026, ganhei duas apostas na Placard.pt: (05/09/2026) — Handicap Bayern Munique +3 | Aposta: 43,17 € | Odd 3.00 | Ganhos: 129,51 € (06/09/2026) — Handicap Flamengo RJ +1 | Aposta: 63,95 € | Odd 2.35 | Ganhos: 150,28 € No total, estão em dívida 279,79 €, dos quais 107,12 € correspondem ao meu investimento próprio. Ambas as apostas foram incorretamente consideradas como "Perdidas". Após vários contactos com o apoio ao cliente, recebi telefonemas da operadora nos dias 10 e 16 de setembro de 2026, e a empresa reconheceu que o erro resultou de uma falha de visualização do sistema. Apesar disso, fui informado de que não irão creditar o valor em saldo real — nem os 279,79 € de ganhos, nem sequer os 107,12 € que apostei do meu próprio dinheiro. Em vez disso, tentam impor uma "compensação" em saldo de bónus/freebets, que não pode ser levantado. Acho esta situação totalmente inaceitável: o montante em causa resulta de apostas ganhas e confirmadas, e a operadora tenta restringir-me o acesso ao saldo real, substituindo-o por bónus para não assumir responsabilidade pelo erro próprio. Já recorri ao SRIJ, mas quero também deixar aqui o meu alerta público para que outros utilizadores estejam atentos a esta prática. Solicito à Placard.pt: - O crédito imediato dos 279,79 € em saldo real, com possibilidade de levantamento; - Uma explicação pública sobre o motivo pelo qual pretendem impor bónus como "solução" para um erro que admitiram ser da sua responsabilidade.
DEVOLUCAO DE MACBOOK SEM REEMBOLSO E COBRANCAS DA KLARNA
No dia 11/08/2026 efetuei a devolucao presencial de um MacBook Pro M3 Pro 14 polegadas adquirido atraves da Cash Converters e financiado atraves da Klarna. O valor total da compra foi de 1245,95 euros. O equipamento apresentava um defeito no ecra, concretamente pixels mortos, motivo pelo qual foi efetuada a devolucao. A Cash Converters registou a devolucao com o numero 14001211474-PT006_E345364_0. Tenho um comprovativo onde consta a data de 11/08/2026, o defeito identificado e o estado do processo como EM CURSO. Apesar de ja ter passado mais de um mes desde a devolucao, continuo sem receber o reembolso. A situacao tornou se ainda mais complicada porque a compra deixou de aparecer na minha aplicacao Klarna, assim como a referencia a Cash Converters, mas continuam a ser efetuadas cobrancas. Ja paguei uma primeira prestacao e entretanto foi efetuada uma segunda cobranca, apesar de o equipamento ter sido devolvido no dia 11/08/2026. Tenho tentado obter esclarecimentos junto da Cash Converters, mas nao obtive ate ao momento uma resposta ou uma resolucao concreta para o problema. Esta situacao esta a causar me dificuldades financeiras significativas, uma vez que o dinheiro das cobrancas estava reservado para outros pagamentos. Existe tambem um impacto profissional. O MacBook era uma ferramenta de trabalho necessaria para a minha atividade profissional e, devido a esta situacao, estou a perder trabalhos e oportunidades profissionais por nao ter o equipamento disponivel e por nao ter recebido o valor que ja paguei para poder adquirir uma alternativa. Pretendo o reembolso integral dos 1245,95 euros e nao pretendo a substituicao do equipamento. Gostaria de solicitar o apoio da DECO PROteste para perceber quais sao os meus direitos nesta situacao e quais os procedimentos que devo seguir para exigir a conclusao da devolucao, o reembolso do valor pago e a interrupcao das cobrancas da Klarna. Tenho disponiveis o comprovativo da devolucao, os comprovativos das cobrancas efetuadas pela Klarna e os contactos realizados com a Cash Converters. Solicito ajuda para resolver esta situacao com a maior brevidade possivel, uma vez que ja passou mais de um mes desde a devolucao e continuo a sofrer prejuizos financeiros e profissionais.
Período de reparação ultrapassado
Vem a presente reclamação expor o grave incumprimento legal por parte da Mcoutinho Coimbra, e por consequência da marca Jeep relativamente à reparação em garantia do meu veículo automóvel, um Jeep Renegade Hybrid Plug-in, adquirido nesta mesma concessão em 28 de Agosto de 2025. O referido veículo avariou no dia 6 de Abril de 2026 e deu entrada nas instalações da oficina da Mcoutinho Coimbra no dia 9 de Abril de 2026, após ter estado retido pela empresa de reboque esses 3 dias, devido a uma avaria que se encontra coberta pela garantia legal de conformidade do bem. À data de hoje, o veículo encontra-se imobilizado na oficina há cerca de 150 dias consecutivos, sem que tenha sido reparado por alegada falta de peças de substituição e sem qualquer previsão para a entrega das mesmas. Esta situação constitui uma violação flagrante dos mais fundamentais direitos do consumidor, consagrados na legislação portuguesa: Entre outros, o direito do consumidor à reposição da conformidade do bem que não pode ficar refém de problemas logísticos internos do vendedor ou da marca. Face ao evidente incumprimento do prazo legal visto que não se trata da complexidade técnica da reparação mas sim a insistência de peças e com a agravante de não haver data para a reparação por não haver data de entrega das peças em falta, a oficina mantém uma atitude de pressionar a espera pelas peças sem que haja data prevista para a entrega em vez de fazer a resolução do contrato de compra e venda devolvendo o valor de compra ou a entrega de um veículo novo de características iguais ou superiores. Venho também denunciar que a Mcoutinho Coimbra não facultou veículo de substituição nos primeiros 30 dias alegando também não ter, situação até a data não compensada.
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