Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. M.
16/03/2026

Encomenda não efectuada

Fiz uma reserva no dia 07.03 onde a reserva não foi confirmada ate o fim o valor de reserva foi cobrado onde tentei varias vezes de entrar em contacto com o apoio mais sem sucesso nenhum porque so da para falar com assistência virtual onde foi comunicado que vou ter o meu reembolso de volta do valor todo que foi cobrado como a reserva não foi confirmada durante 10 dias úteis ja passou os 10 dias e não tenho o meu reembolso e a empresa não está me dar nenhuma informação agora quer dizer que fiquei sem o dinheiro e sem a viagem porque eu já não sei como contactar esta empresa para ter alguma informação porque os números de telefone que tem não funcionam e os e-mail não responde

Em curso
N. P.
16/03/2026

Norauto: desleixo e lncompetência levados ao Extremo!

Foi bizarro o que me aconteceu na Norauto de Odivelas. No ano de 2025 gastei nesta oficina, 3mil euros. Entre diagnósticos para antecipar soluções e sugestões do Chefe da Oficina, deixei-me ir sem me aperceber que estava a cair num buraco sem fundo, até ao dia em que um certo Diogo - chefe das peças - me informou, com maus modos, que o carro podia ficar na oficina à espera de um apoio para o motor, cerca de 1 ano. Tudo começou quando o chefe da oficina me disse que o carro necessitava de uma embraiagem nova. Aceitei a sugestão. Supostamente a viatura levou a embraiagem, mas quando saiu da oficina tinha tantos barulhos que voltou lá no dia seguinte. Uma semana depois, à custa de muitas discussões e stress tiraram-me os barullhos. Menos de um ano depois, azares dos azares, voltei à oficina de reboque sem embraiagem. Voltaram a mexer no carro para rectificar o erro. O carro voltou com os mesmo barulhos e com 2 semanas no parque do centro comercial, com chapa riscada e sem a tampa exterior do combustível. Não tive outro remédio que não mudar o carro de oficina, mas sem um pedido de desculpas por tudo o que se passou e sem conseguir chegar à fala, com alguém da oficina, para perceber o que se passou. É uma falta de respeito e uma falta de educação pelo cliente que dói muito.

Em curso
P. C.
16/03/2026

Artigos com defeito

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Total Protex, relativamente a dois artigos adquiridos em encomendas distintas, ambos com defeitos, e também pela falta de resposta e de resolução por parte da empresa, apesar de me ter sido prometida a substituição dos mesmos. A primeira compra foi efetuada em 29/11/2025, correspondente à fatura n.º 500006746, na qual adquiri o artigo Polar Mar do Norte - S665NARM, no valor de 42,49 €. Quando o artigo foi utilizado, verificou-se que o fecho da frente tinha os dentes todos desfeitos, o que compromete totalmente a sua utilização normal. A segunda compra foi efetuada em 03/12/2025, correspondente à fatura n.º 500006754, na qual adquiri o artigo Casaco de Trânsito Respirável de Alta Visibilidade RT27 - RT27ORRXXL, no valor de 150,28 €. Após utilização, este artigo começou a perder os botões de metal da frente do casaco, revelando igualmente falta de qualidade, defeito de fabrico ou má conformidade do bem. Importa referir que ambos os artigos foram ofertas de Natal, pelo que só tomei conhecimento dos defeitos quando as pessoas que os utilizaram me foram relatando os problemas detetados. Relativamente ao casaco RT27, enviei um primeiro email com fotos à empresa em 21/01/2026, a comunicar o defeito e a solicitar a respetiva resolução. No entanto, não obtive qualquer resposta. Posteriormente, em 18/02/2026, ao tomar conhecimento do problema com o polar e mantendo-se a ausência de resposta ao meu primeiro contacto, telefonei para a empresa. O senhor que me atendeu informou-me de que a empresa iria proceder à substituição dos dois artigos, solicitando o envio de imagens do segundo artigo, o que fiz nesse mesmo dia. Apesar disso, até à presente data não obtive qualquer resposta adicional, nem foi concretizada a substituição prometida. Face à falta de resolução, no dia 01/03/2026 enviei novo email à empresa, reclamando da falta de comunicação e concedendo o prazo de cinco dias para resolução da situação e resposta pela mesma via. Até hoje, não recebi qualquer contacto da empresa. Assim, venho solicitar a intervenção dessa entidade no sentido de me esclarecer sobre quais são os meus direitos enquanto consumidor e sobre como devo proceder para exigir o cumprimento da solução que me foi prometida, nomeadamente a substituição dos dois artigos defeituosos. Trata-se de roupa de trabalho, pelo que é legítimo esperar qualidade, resistência e adequação à função a que se destina. Os defeitos apresentados demonstram falta de conformidade dos bens adquiridos, motivo pelo qual considero que a empresa deve assumir a respetiva responsabilidade e proceder, sem mais demora, à substituição dos artigos ou a outra solução legalmente adequada. Pretendo, assim, ver garantidos os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente através da substituição sem custos dos dois artigos defeituosos, ou, não sendo isso possível, por outra solução prevista na lei. Cumprimentos, Paulo Calejo Rodrigues 966387598 pacalejo@gmail.com N.º de sócio DECO, 0120565-91

Em curso
M. G.
16/03/2026

Leitura incorreta vs alteração de operador

Exmos. Senhores, Até dia 6 de março tive um contrato de gás natural com V. Exas, no local com o CUI PT16020000001099117PG. Aquando do encerramento do mesmo (a 6 de março), infelizmente, não registei a contagem, apenas o tendo feito no dia 13 de março. Nesse dia a contagem era de 518m3. Qual o nosso espanto quando verificámos que vem relatado na fatura (de 7 dias antes e supostamente consumo real) um valor superior ao que foi lido a 13 de março. De facto, na FT DR2601478989 estão lidos 521m3 e no dia de hoje (como foto em anexo) estão gastos 518 m3, ou seja, 10 dias depois continua a não ser os 521m3 que V. Exas. referiram na fatura acima citada. Agradeço o acerto desta fatura ou devolução do valor que irei pagar a mais bem como que comuniquem ao meu novo operador o valor real e não o da vossa fatura. Envio fotos a comprovar o que estou a dizer, tiradas hoje. Cumprimentos, Gustavo José

Em curso

Avaliação / Alerta a consumidores

Adquiri uma BMW 216d Gran Tourer à empresa Prestige FMF Premium Car / Crystal Drops UNP Lda. em 22/10/2025. Após a compra surgiram vários problemas graves. A viatura foi reprovada na inspeção (CIMA), onde foi detetada incongruência na quilometragem e indícios de substituição do motor, informação que nunca foi comunicada no momento da venda e apenas veio a ser conhecida após a vistoria. Além disso, o veículo apresentou avarias mecânicas poucos dias após a entrega, sem que tenha sido prestada assistência eficaz ao abrigo da garantia prometida. Apesar de várias tentativas de contacto, o vendedor deixou de responder. Posteriormente tive conhecimento de que a empresa se encontra em processo de insolvência. Deixo este alerta para que outros consumidores tenham muita cautela antes de realizar negócios com esta entidade ou com os seus responsáveis. O caso encontra-se atualmente a ser tratado pelas vias legais.

Em curso
V. B.
16/03/2026
Fração Completa - Gestão de Condomínios, Lda

Rescisão e devolução dos documentos do condomínio

CHARIB Aliança: morada no site Rua da Guiné 8 Loja C, 2620-044 Olival Basto (Tel. 211 928 234, Tlm. 934 693 456); No Livro de Reclamações Online consta Fração Completa - Gestão de Condomínios, Lda, Praça José Fontana 4 - Galeria, NIPC 514236060. Há discrepância; As comunicações foram dirigidas a Olival Basto. Carta registada com AR (03/02/2026): rescisão por justa causa e convocatória de assembleia 19/02/2026. A CHARIB não compareceu à assembleia e não entregou a documentação (livro de atas, prestação de contas, extratos bancários, contratos, apólices, chaves, credenciais, certificados de manutenção). O responsável pelo condomínio eleito em 19/02 enviou email e sem resposta. Em chamada telefónica disseram não ter recebido nada. A situação impede os cuidados necessários ao prédio. A assembleia exonerou a CHARIB por justa causa. Persistem extintores e alarme com revisão por fazer e degradação das partes comuns. A CHARIB passa a sensação de querer prejudicar os condóminos.

Em curso
B. P.
16/03/2026
MEO

Incumprimento de Prestação de Serviço após alteração de morada

Exmos. Senhores, Somos clientes da MEO há aproximadamente 14 anos, período durante o qual sempre mantivemos uma relação de confiança com a operadora, tendo inclusive recomendado os seus serviços a familiares e conhecidos. Importa desde já esclarecer que não é nossa intenção rescindir contrato nem mudar de operadora, pretendendo apenas que a situação descrita seja resolvida com a maior brevidade e transparência. No entanto, vimos por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo de alteração de morada do nosso serviço, o qual se encontra, até à presente data, sem resolução, originando uma situação de clara impossibilidade de utilização do serviço contratado. No dia 07 de março de 2026, contactámos telefonicamente a MEO com o objetivo de solicitar a alteração de morada, uma vez que nos encontrávamos em processo de mudança de residência. Durante essa chamada, com a Exma. Sra. Maria Amélia, o pedido foi formalizado e a instalação do serviço ficou agendada para o dia 11 de março de 2026. Posteriormente, no dia 09 de março, recebemos uma mensagem da MEO informando que não seria possível realizar o serviço na data previamente agendada, sendo indicado que a operadora entraria em contacto connosco para proceder a um novo agendamento. No dia 11 de março, contactámos novamente a MEO, tendo sido atendidos pelo Exmo. Sr. Rui, que nos informou que a instalação não poderia ser realizada, sem que nos fosse apresentada uma explicação clara ou uma solução concreta para o problema. No dia 13 de março, voltámos a entrar em contacto com a operadora, tendo falado com o Exmo. Sr. Raul, que nos informou que o PDO se encontrava cheio, informação de natureza técnica que, naturalmente, ultrapassa o conhecimento de um cliente comum e que não foi acompanhada de qualquer solução ou previsão de resolução. No dia 14 de março, realizámos novo contacto telefónico, tendo falado com a Exma. Sra. Carolina e posteriormente com a Exma. Sra. Valentina, que nos informou que nada poderia ser feito de imediato e que, apesar da impossibilidade de prestação do serviço, continuaríamos obrigados a pagar o contrato até ao mês de outubro. Importa igualmente referir que, em todos os contactos efetuados, fomos sucessivamente encaminhados entre diferentes departamentos (técnico, comercial, contratual, entre outros), sem que fosse apresentada qualquer solução concreta para a situação. Salientamos ainda que no dia 07 de março de 2026 foi formalizado e validado um acordo/contrato de alteração de morada com a MEO, no qual ficou estabelecido que o serviço seria prestado na nova morada por nós indicada. Consideramos, portanto, que a partir do momento em que esta alteração contratual foi formalmente validada pela operadora, o contrato associado à morada anterior deixa de produzir efeitos práticos, passando a obrigação de prestação de serviço a incidir sobre a nova morada. Apresentamos igualmente o registo das mensagens SMS enviadas pela operadora: 07 de março de 2026, 10h51: “Bem-vindo ao MEO. A instalação do seu serviço está marcada para dia 11.03.2026 com início entre as 17h30 e as 18h. Caso não seja possível, por favor altere a data em … (link MEO).” 09 de março de 2026, 09h35: “Por motivos técnicos não será possível instalarmos o seu serviço na data marcada. Em breve entraremos em contacto consigo para marcar nova data.” 14 de março de 2026, 12h50: “Informamos que na presente data o PDO que permite a instalação do serviço MEO na sua morada está em construção. Só após conclusão será possível instalar o serviço MEO Fibra.” Face ao exposto, verificamos que a MEO não está, neste momento, em condições de prestar o serviço contratado na morada validada contratualmente, situação que se traduz numa falha de prestação do serviço por motivo não imputável ao cliente. Importa igualmente referir que nos encontramos sem serviços básicos de televisão e voz desde o dia 07 de março de 2026, situação que nos causa prejuízos evidentes e que não pode ser prolongada indefinidamente. Adicionalmente, informamos que constituímos uma empresa durante o presente mês, pelo que gostaríamos igualmente de proceder à portabilidade do contrato atual de cliente particular para cliente empresarial, caso o serviço venha a ser devidamente regularizado. Assim, solicitamos que a MEO: Apresente com caráter de urgência uma solução concreta para a instalação do serviço na nova morada, indicando prazo efetivo para a sua realização; ou, caso tal não seja possível, Proceda à resolução do contrato sem qualquer penalização para o cliente, uma vez que se verifica impossibilidade de prestação do serviço por motivos técnicos imputáveis à operadora. Não sendo apresentada uma solução célere e satisfatória, veremos inevitavelmente esta situação encaminhada para as entidades competentes, nomeadamente através do Livro de Reclamações e da ANACOM, bem como ponderaremos a celebração de contrato com outro operador que assegure a prestação do serviço. Aguardamos uma resposta urgente e uma resolução adequada para a situação descrita. Atentamente, Bruno Pinheiro N.º de cliente MEO - 1496445376

Em curso
M. M.
16/03/2026

Encomenda não revebida

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à encomenda efectuada no vosso site no dia 5 de dezembro, cujo envio foi realizado através da empresa de transporte Tipsa. Segundo a informação disponibilizada pela transportadora, a encomenda terá sido dada como entregue, facto que não corresponde à verdade, uma vez que nunca recebi a referida encomenda. Após vários contactos telefónicos e por email com a Tipsa, fui informada de que a encomenda foi dada como perdida/extraviada, como lhe queiram chamar. Desde então, encontro-me a aguardar uma resposta e resolução por parte da Druni, nomeadamente a devolução do valor pago. Contudo, apesar de já terem sido enviados dois e-mails, não obtive qualquer resposta até ao momento. Acresce ainda a impossibilidade de contacto telefónico, uma vez que o número indicado no vosso site se encontra sistematicamente ocupado. Esta situação arrasta-se há demasiado tempo, sem qualquer comunicação da vossa parte, o que considero totalmente inaceitável. Recordo que, enquanto consumidor, a responsabilidade pela entrega da encomenda é da empresa vendedora, independentemente da transportadora contratada. Solicito, assim, a resolução imediata deste assunto, com a devolução do montante pago no mais curto espaço de tempo. Caso não obtenha uma resposta célere, ver-me-ei obrigada a recorrer a outros meios ao meu dispor, nomeadamente a apresentação de reclamação através dos canais oficiais competentes. Aguardo uma resposta urgente.

Em curso
M. M.
16/03/2026

Retenção indevida de capital e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Sou cliente com o Vosso pedido de Referência Nº 973793963. Problema detetado: Data do pedido: 1 de dezembro de 2025 Produto: Xiaomi Redmi 15 5G Valor pago: 148,68€ Estado do pedido: Cancelado antes do envio Reembolso: Não recebido Após semanas de espera pelo produto que comprei e de inúmeros e-mails a solicitar uma resposta, recebi finalmente um e-mail a informar que o produto estava esgotado. Após ter solicitado o estorno, ainda não efectuaram o reembolso na forma de pagamento original e dentro do prazo legal. Em vez de efectuarem o reembolso directamente, enviaram um e-mail alegando "limitações operacionais". Pediram-me para encaminhar o caso para o meu Banco e pedir-lhes que fossem eles a solicitar o reembolso a Vós. A Allzone exige que seja eu, consumidor, a resolver a sua falha através da abertura de um processo de disputa/chargeback junto do meu banco. Esta postura é sem dúvida alguma uma violação dos Direitos do Consumidor e uma tentativa de fuga às responsabilidades legais de reembolso (conforme o DL n.º 24/2014). Apesar de já ter reportado tudo ao meu Banco como solicitaram (há + de 1 mês), continuo sem receber reembolso. Irei apresentar também queixa junto do Centro Europeu do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, na ASAE e no Ministério Público caso o reembolso não seja efectuado, acrescida de queixa-crime por burla informática/retenção indevida de capital. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
H. R.
16/03/2026

Furto de Bagagem

Exmos. Senhores, No dia 17/11 viajei de Nazaré para Portimão, com mudança de autocarro em Lisboa – Gare do Oriente, na rota 1012, reserva n.º 3303994716. Tive uma espera de cerca de 1h30 em Lisboa e, durante esse período, trouxe comigo a mala que vinha no porão do primeiro autocarro. À hora da segunda viagem (13h), fui para a zona de embarque e, a pedido do motorista, coloquei a minha mala vermelha (marca AIR, com puxador preto, quatro rodas e interior preto com elásticos vermelhos) no porão do autocarro. A mala estava comigo até esse momento, completamente identificável, e foi o próprio motorista que me instruiu a colocá‑la no porão. Durante o embarque, o porão permaneceu aberto entre 20 e 30 minutos, sem qualquer vigilância, sem controlo de entrada ou saída de bagagem, algo absolutamente inaceitável numa estação tão movimentada como a Gare do Oriente. Quando cheguei a Portimão, a mala já não estava no porão. Fui de imediato falar com o motorista, que confirmou que a mala não se encontrava. Informou-me também que, entre Lisboa e Portimão, apenas parámos em Armação de Pêra e que não abriu o porão por não haver passageiros a sair. Torna-se assim evidente que a mala foi retirada ainda na Gare do Oriente, durante o período em que o porão esteve aberto sem qualquer supervisão. Isto revela uma falha gravíssima da transportadora, que deixou a bagagem dos passageiros totalmente exposta a furtos, sem qualquer medida mínima de segurança. Dentro da mala encontravam-se vários bens pessoais de valor, que passo a descrever: dois pares de jeans Levi’s (um azul e um preto), uma camisola preta Bimba Y Lola, uma sweat preta simples, roupa interior, um casaco de lã, uma camisola de lã, um casaco de couro preto Stradivarius, um gorro verde Carhartt e um saco de cosméticos Chanel contendo vários produtos de marca (creme Avène, creme SVR Cicavit+, base Lancôme, creme de olhos Lancôme, perfume YSL Libre 30 ml, escova e pastas de dentes). Para além disso, levava uma caixa de jóias com três anéis de prata e brincos de pérola. Todos estes bens foram roubados, representando um prejuízo significativo. Apresentei queixa na PSP de Portimão imediatamente após a chegada, e igualmente apresentei queixa no formulário da FlixBus, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta ou solução por parte da transportadora, que se tem mostrado totalmente ausente, sem responsabilização e sem qualquer apoio. Importa reforçar que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 9/2015, que estabelece as condições do contrato de transporte rodoviário de passageiros e bagagens, a transportadora é responsável pela custódia da bagagem entregue ao seu cuidado, devendo assegurar condições adequadas de segurança e cumprimento das suas obrigações contratuais durante toda a viagem. Paralelamente, o Regulamento (UE) n.º 181/2011, aplicável ao transporte rodoviário em Portugal, impõe ao operador a obrigação de disponibilizar mecanismos de tratamento de reclamações, prestar informação ao passageiro e assegurar a indemnização adequada quando há perdas ou danos de bagagem sob custódia da transportadora. Mesmo nos serviços com menos de 250 km, aplicam‑se direitos essenciais dos passageiros, incluindo a obrigação do transportador de proteger a bagagem que recebe e tratar devidamente as reclamações apresentadas. A minha situação corresponde exatamente a aquilo que a lei pretende evitar: uma transportadora que recebe bagagem no porão, não implementa qualquer sistema de vigilância ou controlo e, perante um furto ocorrido enquanto a bagagem estava sob sua custódia, não oferece qualquer apoio, resposta ou processo de indemnização. Fui prejudicada de forma clara por negligência da empresa, que não garante segurança no processo de carga de bagagem e não cumpre mínimos como vigilância, fecho dos porões, registo de bagagem ou supervisão durante o embarque. O passageiro entrega a bagagem ao cuidado da transportadora e confia que a mesma será devidamente protegida — o que, neste caso, não aconteceu de forma alguma. Exijo que seja acionado o seguro da transportadora, que existe precisamente para situações de furto de bagagem sob custódia da empresa. O prejuízo que sofri é real, direto e resultante da falta de procedimentos e de segurança no embarque em Lisboa. Não aceito respostas evasivas nem tentativas de desresponsabilização: a bagagem desapareceu enquanto estava sob responsabilidade direta da transportadora e após ter sido colocada no porão a pedido do motorista. Exijo indemnização integral pelos bens furtados, pela mala e a abertura formal de um processo que inclua a análise das câmaras de videovigilância da Gare do Oriente e dos registos internos do embarque. Fui lesada, fui prejudicada e até agora ninguém assumiu responsabilidades. Quero uma resposta, uma solução e a ativação do seguro correspondente, sem mais demoras.

Em curso

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