Reclamações públicas
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Serviço não prestado e sem resposta.
1- O vosso site, NotaryOnline.PT, publicita serviços de autenticação (e serviços relacionados a imigração), o site está configurado para receber pagamentos, mas não prestam os serviços, como prometido. 2- Receberam um pagamento de 89 euros por um serviço de autenticação, mas nunca disponibilizaram o link prometido para agendar o serviço. 3- Vocês recusaram-se a responder a todos os meus e-mails e mensagens. Vocês afirmam estar localizados em Braga, mas não disponibilizam um número de telefone. O seu site e o recibo por e-mail convidam-nos a enviar mensagens através do Facebook, mas essas mensagens são rejeitadas automaticamente. 4- Prometem um serviço rápido, mas apenas cumprem o prometido. Vocês prometem o reembolso, mas não respondem a nenhuma mensagem que enviei a solicitar o reembolso. 5- Não parecem ter um link para o IRN, mesmo "prestando serviços de autenticação". 6- As avaliações do vosso "serviço" sugerem um padrão de comportamento: recebem o pagamento, mas não prestam os serviços. Estas ações têm um nome. Um notário deveria saber o que é isto, especialmente como se auto-intitulam quando utilizam um website para atrair "clientes". Exijo o meu pagamento de volta, no valor de 89 euros, de imediato. Já reportei esta transação financeira questionável ao meu banco e irei comunicá-la às autoridades. Um notário deveria saber porque é que este comportamento não é apenas um problema menor. O vosso website deve ser encerrado de imediato, para que não continuem a aceitar clientes que não pretendam servir conforme anunciado, enquanto se apresentam como notários em Portugal.
Cancelar contrato | Falhas serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal relativa ao contrato de comunicações eletrónicas celebrado entre a minha empresa e a NOS Comunicações, S.A., bem como requerer a rescisão do mesmo sem qualquer penalização, devido a sucessivas irregularidades contratuais, falhas graves de serviço e prejuízos profissionais causados por ações e informações contraditórias prestadas por colaboradores e gestores da referida operadora. Sou cliente empresarial da NOS , tendo inicialmente celebrado um contrato no valor mensal de 50€. Alguns meses após o início do contrato, fui contactado por um gestor da NOS que me propôs a inclusão de um cartão móvel adicional, com um acréscimo mensal de 7€, garantindo expressamente que tal alteração não implicaria qualquer renovação ou prolongamento do período de fidelização. Contudo, meses depois, vim a constatar a existência de uma central telefónica associada ao contrato, serviço que nunca solicitei, nem para o qual me foi entregue qualquer equipamento, verificando ainda que o contrato passou a incluir dois números de telefone fixo, sem o meu conhecimento. No dia 15 de janeiro de 2026, o gestor Gerson deslocou-se às instalações da minha empresa e apresentou-me uma nova proposta contratual, alegadamente mais vantajosa, com uma redução mensal de 10€ e internet ilimitada em dois telemóveis, serviço este que, segundo o próprio, não estava relacionado com a central telefónica. Questionei expressamente se esta alteração implicaria o aumento do período de fidelização, tendo-me sido garantido que não. Com base nessa garantia, aceitei a proposta. No entanto, no dia 21 de janeiro de 2026, fiquei sem qualquer serviço de internet no meu estabelecimento comercial (cabeleireiro), serviço esse essencial para a emissão de faturação legal aos clientes. Inicialmente presumi tratar-se de uma falha temporária associada a condições climatéricas adversas, dado que a quinta-feira corresponde ao meu dia de folga. Contudo, na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, verifiquei que a situação se mantinha. Contactei então a NOS, tendo sido instruído por uma gestora a reiniciar o router, procedimento que não resolveu o problema. Foi, por isso, agendada uma intervenção técnica para o dia 26 de janeiro de 2026. O técnico que se deslocou ao local tentou substituir o router, mas informou que tal não era possível, uma vez que o serviço de internet se encontrava desligado na origem. Nesse mesmo dia, voltei a contactar a NOS e falei com o gestor Alexandre, que me informou que, na sequência do contrato celebrado a 15 de janeiro com o gestor Gerson, os serviços de NET e TV tinham sido desligados a mandato do gestor Gerson com o novo contrato mantendo-se apenas os serviços móveis, situação que me impossibilitou legalmente de continuar a faturar aos meus clientes. Questionei a possibilidade de regressar ao contrato anterior, no valor de 57€, com os serviços restabelecidos, tendo-me sido dito que tal não era possível. Foi-me então apresentada uma nova proposta no valor de 68€ + IVA/mês, alegadamente por existirem “irregularidades no serviço”, proposta essa que recusei, não só pelo valor, mas também pela gravidade implícita do termo utilizado. Apesar da insistência do gestor, mantive a minha recusa. Contactei posteriormente o gestor Gerson, solicitando esclarecimentos sobre o corte dos serviços, tendo-me sido dito que tal não seria possível e que iria averiguar a situação. Paralelamente, tentei contactar a NOS por correio eletrónico, através dos endereços disponíveis, solicitando a rescisão do contrato sem penalização, não tendo obtido resposta eficaz. No dia 28 de janeiro de 2026, contactei novamente a NOS, tendo sido atendido pelo gestor Jorge Matos, a quem expus a situação e solicitei orientações para proceder à rescisão contratual. O referido gestor informou-me que tal não seria possível e que, caso pretendesse cessar o contrato, os serviços seriam imediatamente cortados, ficando eu obrigado a pagar o remanescente da fidelização, correspondente a 36 meses no valor de 71€/mês. Acresce que, apesar de o gestor afirmar que o serviço de internet já se encontrava ativo, tal não correspondia à realidade, e o gestor Jorge perguntou me se já tinha reiniciado o router , referi que não pois, não sabia que os serviços já estavam a funcionar, tendo-me sido dada uma resposta de forma arrogante, imputando à própria NOS o erro no corte dos serviços e ilibando posteriormente o gestor Gerson de qualquer responsabilidade. Face a todo o exposto, considero que a NOS demonstrou grave falta de transparência, alterações contratuais não informadas, incumprimento contratual e falhas graves na prestação de serviços essenciais, causando prejuízos diretos à minha atividade profissional, nomeadamente a impossibilidade de faturar legalmente aos meus clientes. Nestes termos, exijo: 1. A rescisão imediata do contrato sem qualquer penalização; 2. A compensação pelos serviços indevidamente cortados e pelos prejuízos financeiros resultantes da impossibilidade de faturação; 3. A confirmação por escrito de todas as medidas adotadas para regularizar esta situação. Sem outro assunto, aguardo resposta célere e adequada, reservando-me o direito de recorrer a todas as vias legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Laura Gomes Gerente Semeiacharme
COBRANÇA INDEVIDA
No dia 22/01/2026 apresentei reclamacao junto da MEO relativamente ao nao reconhecimento de um pagamento efetuado em 15/01/2026 por entidade e referencia conforme comprovativo em anexo. Foi-me indicado um prazo de 5 dias uteis para analise e resolucao, prazo esse que ja foi ultrapassado sem qualquer resposta conclusiva. Apesar de a divida se encontrar paga, o processo mantem-se indevidamente em contencioso, sendo-me indicado apenas que se encontra em analise, sem prazo definido. Processo numero 3-937217941885. Solicito a baixa imediata do contencioso, a regularizacao definitiva da conta e confirmacao escrita de inexistencia de qualquer valor em divida, bem como garantia de que nao havera juros, penalizacoes ou cobrancas indevidas.
Burla estorquir clientes
Olá boa tarde,eu queria apresentar uma queixa contra a Norauto Portugal! Por estar a burlar clientes, e com a prática de tentar estorquir, o cliente com uma campanha falsa de promoção, efectuei duas compras na Norauto Portugal no dia 17/01/2026 em saldos umas colunas JBL stage 3 (627), que custavam 57.99 e com os saldos ficou, a 22 euros e um subwoofer de Alpine 1244BR, que custava 109 euros e em promoção ficou a 32.70 quando fiz o pagamento a Norauto. Aguardei e mandei um e-mail quando a entrega não foi entregue no dia, que o site me deu. Depois foi contactado por um profissional da Norauto de Torres Novas me informando que as colunas e o Subwoofer estavam com atraso e só na primeira semana de fevereiro estavam na loja. Depois uns dias recebi um email de um senhor que se representava como Filipe gerente da Norauto de Torres Novas, a pedir para solicitar o reembolso, mas eu nunca pedi o reembolso, tanto que no email eu sugeri que aceitava troca por outras iguais que tinham JBL que eram mais baratas do que as tinha comprado e um subwoofer do mesmo valor, esse tal representante da Norauto me deu outra informação falsa para ir ao Norauto Torres Novas que isso se resolvia. Foi lá no dia seguinte além de não cumprirem com com o acordo, ainda me tentaram descontar o que eu tinha pago e me estorquirem o restante do valor dos produtos que eu não comprei, que só ia aceitar para facilitar. Como não aceitei, pedi para falar com um supervisor, nem livro de reclamações tem na loja, todos os meus direitos como consumidor foram cessados e foi obrigadamente a ter que aceitar o reembolso onde eles nem me deram um comprovativo porque eu falei que ia apresentar queixa contra eles
Impossibilidade de matrícula
Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade formadora acima identificada, devido à recusa da minha inscrição numa formação para a qual me candidatei, com base em fundamentos incorretos, contraditórios e não divulgados previamente. Candidatei-me à referida formação após anos à espera de uma oportunidade nesta área, cumprindo todos os requisitos publicitados, nomeadamente: Ser maior de 18 anos Formação destinada a público em geral Em momento algum foi mencionado, na divulgação do curso, qualquer critério de exclusão relacionado com a zona geográfica de residência. Apesar disso, após o envio de toda a documentação solicitada, recebi um email a informar que a minha candidatura foi recusada por dois motivos: Alegada invalidade do meu título de residência Este fundamento é incorreto. O meu título de residência encontra-se devidamente renovado, estando legalmente válido, conforme a legislação portuguesa em vigor, que reconhece o comprovativo de renovação como válido até à emissão do novo documento. Esta documentação foi enviada à entidade formadora. Alegação de que a minha morada não se enquadra nas regiões abrangidas pelo projeto Este critério nunca foi divulgado previamente como requisito de acesso à formação. A introdução de uma condição de exclusão apenas após a candidatura configura falta de transparência e viola o princípio da igualdade de acesso à formação. Saliento que esta situação causou-me grande impacto emocional e prejuízo pessoal, uma vez que aguardei por vários anos por esta oportunidade de formação, organizei a minha vida em função da mesma e vi a minha inscrição ser recusada com base em critérios não anunciados e juridicamente questionáveis. Desta forma, solicito: A reavaliação imediata da minha candidatura, com base nos requisitos efetivamente publicitados ou, em alternativa, A apresentação de uma justificação legal e documental clara que sustente a exclusão aplicada Considero que esta situação merece a devida análise pelas entidades competentes, de forma a garantir práticas justas, transparentes e em conformidade com a lei. Termos em que, Aguardo resposta. Thais de Oliveira Soares
ANÁLISE BIOTA 200 REALIZADA E PAGA - RESULTADOS CONTINUAM EM FALTA
No dia 20-12-25 dirigi-me à Clinica do Plaza em Tavira para efetuar no laboratório Synlab com quem têm parceria, a análise BIOTA200 bem como outras análises solicitadas pelo meu médico. No balcão não sabiam o que era a Análise BIOTA200 e informaram-me que teria de ser a técnica da Synlab a prestar informações. A mesma veio ao balcão e também não estava informada sobre o que era necessário para realizar a análise, dizendo inclusivamente que era necessário um Kit. Disse a mesma técnica que uma vez que era Sábado não tinha como se informar. Por insistência minha e porque eu estava em jejum e realmente necessitava da análise para a consulta de Gastro no HPA no dia 06-01-26, a técnica acabou por ligar a alguém da Synlab. Após desligar o telefone, a técnica disse-me que podia fazer a análise e não era necessário kit. É inadmissivel que a técnica da Synlab não tenho conhecimento das análises que o laboratório faz. No dia 30-12-25, estranhei ainda não ter os resultados no email pelo que contactei o laboratório. De imediato recebi um email de resposta com os "supostos" resultados, e qual foi o meu espanto que tinha apenas os resultados das análises do colesterol etc e na última página na Rubrica "MEDICINA PERSONALIZADA" dizia BIOTA200, Teste de Microbiota e intolerância - AMOSTRA EM FALTA. Voltei a contactar por email o laboratório para saber o que se passava, questionando como era possível estar em falta uma amostra, que presumi ser amostra fecal, e que nunca foi mencionada pela técnica da Synlab e, pior ainda, passaram-se 10 dias e nada disseram sobre esta amostra em falta. No dia seguinte dirigi-me à clinica do Plaza onde expus toda esta situação. Foi então sugerido voltar para realizar as análises, sugestão que eu recusei visto não estar disposta a realizar a análise com a mesma técnica da Synlab. A colaboradora do balcão da clinica do Plaza ligou para a Synlab e ficou combinado ir às instalações do laboratório em Tavira na Rua 25 de Abril para realizar a análise. Foi-me dito ainda pela colaboradora do balcão da clinica do plaza que uma vez que já estávamos a meio da semana, 4af dia 31-12 e 5af era feriado dia 1 de Janeiro, eu deveria fazer a análise na 2a feira seguinte, dia 5 de de Janeiro de 2026. Nunca me foi dito em momento algum que a análise tinha de ser feita IMPERATIVAMENTE numa 2a feira. Acontece que na 2a feira, dia 05-01, foi-me impossível fazer a análise pois contactaram-me para ir à consulta de cardiologia em Faro nesse mesmo dia de manhã e na 3a feira também não foi possível pois tinha consulta de Gastro no HPA à 8h20 em Faro. Fui então à Synlab na 4a feira dessa semana, foi então (e a única vez) que me disseram que esta análise só pode ser feita à 2af pois as amostras seguem para Barcelona e a amostra não pode ter mais do que 24h. Portanto mais uma vez e não por algo que me possa ser imputável, não foi possível fazer a análise. Sendo que estava marcada a Colonoscopia para a 2af seguinte e que devido à preparação de limpeza do intestino a microbiota fica completamente alterada por vários meses, não restou outra alternativa se não cancelar a colonoscopia por forma a poder entregar a amostra fecal na 2af seguinte. E assim foi, no dia 12 de Janeiro, 2af, fui entregar a dita amostra. Qual foi o meu espanto quando há 2 dias, isto é, no dia 27 de janeiro, 15 dias após a entrega da amostra, ligou-me uma senhora da Synlab, Marília Faisca, directora técnica da Synlab de Lisboa, para informar que eu tinha de entregar novamente uma amostra fecal pois devido ao Natal e feriados em Barcelona algo aconteceu e não fizeram a análise!!! Portanto a senhora diretora pediu para eu entregar novamente uma amostra na próxima 2af dia 2 de Fevereiro. Tanto quanto sei e confirmei, a época Natalicia e feriados inerentes, etc... vão até dia 8 de Janeiro em Espanha. Eu entreguei a a amostra fecal no dia 12 de janeiro de 2026 (4 dias depois da época Natalicia em Espanha). Portanto isto nada teve a ver com o Natal e feriados em Barcelona. Deve-se sim à incompetência, falta de profissionalismo e seriedade por parte deste laboratório. Não irei entregar mais nenhuma amostra, a colonescopia que era para ter sido feita em 12 de Janeiro foi cancelada para que eu pudesse recolher e entregar a amostra fecal para o Biota 200 e agora a dita colonescopia está marcada precisamente para a próxima 2af, dia 2 de Fevereiro e mais uma vez após a preparação e limpeza do intestino para a realização do exame não faz qualquer sentido fazer análise ao microbiota pois este vai ficar alterado por muito tempo. Mais ainda informo que no dia 4 de Fevereiro vou realizar Ressonância Magnética ao abdomen e Ressonânica Magnética Pélvica para pesquisa de doença de crohn e endometriose profunda, exames que exigem também uma preparação e ingestão de liquídos especificos para a realização dos exames e que provocam alteração da microbiota. Portanto, literalmente a Synlab tem andado a brincar com a minha saúde, por causa deles adiei exames importantes que necessito de fazer com urgência por suspeita de doenças complicadas, tive de me deslocar várias vezes ao Laboratório por culpa e incompetência deles, paguei 325€ e continuo sem quaisquer resultados. Ao dia de hoje eu informei a Synlab que exijo que me enviem o resultado das intolerâncias A200 que está em poder deles há mais de 1 mês, fica sei efeito a análise à microbiota, paciência, e que me devolvam o montante que eu paguei no valor de 325€ pois é o mínimo que devem fazer por tudo o que me têm feito passar e pelos danos que me têm causado. Agradeço a vossa ajuda. Dulce Abraços
Sem serviço na totalidade desde 26/01
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com numero de cliente 1111063826 , comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm desde o dia 27/01/2026. Desde o dia 27/01/2026 que foram realizadas várias chamadas para a vossa linha, falar com o assisente virtual, etc. Já foram efetuados alguns agendamentos mas até ao momento nenhum foi concretizado. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: a reparação do cabo que se encontra partido e na via pública, e realço que esta situação do cabo partir na via pública não é a primeira vez que acontece, logo também têm que ver a melhor solução para não voltar a acontecer e estarmos dias consecutivos sem serviço e um cabo a "diambolar" na via pública. Cumprimentos.
Defeito no capacete
Exmos. Senhores, venho por este meio pedir a vossa ajuda. Eu e o meu marido compramos na Motocard no dia 11/10/2025, um capacete da marca Airoh. O capacete foi utilizado duas vez, a primeira vez que foi utilizado sentiu se uma pequena dormência na cabeça. Da segunda vez que foi utilizado, já foi uma viagem em autoestrada, no espaço de meia hora já era impossível estar com o capacete. O meu marido mandou um e-mail para a empresa, ao qual recebeu a resposta que não poderiam fazer nada, para ele se deslocar a loja. Assim no dia 16/11/2025 fomos á loja. Não trocaram o capacete mas disseram que o iam enviar para a fábrica, entreguei a caixa respectiva do capacete ao qual me disseram que não a queriam, para eu a trazer de volta. O que se segue é, mais de um mês para dizerem alguma coisa, o capacete veio riscado e na loja não quiseram saber. A folha que vinha com o capacete diz que não tem garantia, que o capacete não tem defeito. O problema é que a partir dos 80kh. Não se consegue andar com o capacete, mesmo tirando a pala que ele traz. Em conversa com um funcionário,ele assumiu que este modelo de capacete vinha com defeito, mas que ele não poderia fazer nada. Eu não quero um capacete para efeito decorativo, eu quero um val para comprar outro capacete ou então que me devolvam o dinheiro.
SOLICITAÇÃO DE FATURA COM NIF
CONTINUO SEM REPOSTA À RECLAMAÇÃO INICIAL. ESTA É A 3ª! AGRADEÇO QUE ME RESOLVAM O PROBLEMA!!!! ________________________ Boa tarde, Venho por este meio reclamar um pedido de fatura feito à Easyjet a 9/11/25. Fiz a compra do voo, solicitei fatura. Veio com os dados errados e estou desde então a solicitar a correção da mesma com os dados corretos. É lamentável que não respondam/resolvam nem por email, nem no chat, nem através do webform. O erro foi da Easyjet. Ter a fatura é um direito que tenho e gostava de perceber como reclamar esse direito. Obrigada. Rita Serejo Número da fatura: EJIN374291821 Envio as informações. O código da reserva (um código alfanumérico que começa com K): KBJNFWW O e-mail que utilizou para fazer a reserva: margarida.lobao.serejo@gmail.com O nome da pessoa responsável pela reserva: Ana Rita Horta Soares Lobão Serejo Aguardo. Obrigada! Rita Serejo
Dinheiro retido e não devolvido na maquina de tabaco
No dia segunda-feira, 26/01 encontrei-me no estabelecimento explorado pela empresa Ementa Insólita, Lda, sito na Rua Mestre Guilherme Camarinha, n.º 221-A, Paranhos, Porto. Nesse dia, utilizei a máquina automática de venda de tabaco existente no interior do restaurante, tendo o valor de 10 € ficado retido na máquina, sem que o produto fosse dispensado. A situação foi imediatamente comunicada à funcionária Fátima, que confirmou presencialmente que o dinheiro tinha ficado preso no interior da máquina. Posteriormente, foi-me transmitido que apenas o gerente, Cláudio, ou o responsável pela máquina poderia resolver a situação. Apesar de ter solicitado a devolução imediata do valor, foi-me recusado o reembolso, tendo sido informado de que teria de aguardar pela presença do gestor da máquina, o que só ocorreria na quinta-feira seguinte. Perante a recusa, procedi ao registo da ocorrência no Livro de Reclamações físico do estabelecimento. Até à presente data dia 29/01, o valor de 10 € não foi devolvido, nem fui contactado para resolução do problema, apesar de já ter decorrido o prazo indicado pelo próprio estabelecimento. Considero esta situação inadmissível, uma vez que o estabelecimento é responsável pelos equipamentos existentes no seu espaço e não pode transferir para o consumidor a resolução de problemas internos com terceiros. Solicito a intervenção da DECO no sentido de obter: a devolução imediata dos 10 €, e o devido enquadramento legal da atuação do estabelecimento.
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