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Incidente grave em escadas rolantes, vestido inutilizado e ausência de resposta da loja
No passado dia 30 de agosto, na loja Maisons du Monde de Alfragide/Carnaxide, o meu vestido ficou preso nas escadas rolantes, colocando-me em risco real de queda. O técnico encontrava-se em loja e tentou resolver a situação, nomeadamente através da paragem das escadas rolantes. Não tendo sido possível libertar o vestido em segurança, acabou por ser necessário cortá-lo, ficando o mesmo completamente inutilizado. A situação foi ainda mais preocupante por eu ter antecedentes médicos relevantes, pelo que uma eventual queda poderia ter tido consequências físicas sérias. O incidente foi reportado de imediato em loja e posteriormente por telefone e email. Desde então, tenho solicitado uma resposta concreta relativamente ao sucedido, às medidas tomadas e à forma como a empresa pretende compensar-me pelo risco, pelo transtorno causado e pelo dano material sofrido. Apesar de me ter sido comunicado que o processo tinha sido encaminhado para o departamento responsável e, posteriormente, escalado à Direção do Serviço de Apoio ao Cliente e à equipa de Segurança com “caráter de máxima urgência”, passaram já mais de duas semanas desde o incidente sem qualquer conclusão, esclarecimento ou proposta concreta de resolução. Tenho recebido apenas respostas a indicar que o assunto se encontra “em análise”, sem qualquer prazo ou desfecho. Considero esta situação inaceitável, sobretudo tratando-se de um incidente de segurança que poderia ter tido consequências graves e que resultou também na destruição de um bem pessoal. Pretendo uma resposta formal e conclusiva, esclarecimento sobre as medidas tomadas relativamente ao incidente e uma proposta de compensação adequada face à gravidade da situação, ao risco a que fui exposta, ao transtorno causado e ao vestido que ficou inutilizado. Aguardo uma resposta concreta e célere por parte da Maisons du Monde.
Cancelamento de contrato não realizado
Venho apresentar a minha reclamação porque celebrei um contrato com a Impress para o aparelho embrace e um financiamento com a Cofidis. Desde o início, não senti transparência no processo. Inicialmente, disseram-me que tratariam as minhas cáries e tinham orçamento para esse tratamento, mas depois afinal informaram que isso não estava disponível. Tive sempre a sensação de que o objetivo era apenas que efetuasse o pagamento do aparelho. Procurei valores noutros locais para os tratamentos necessários, mas são elevados e não faz sentido pagar em dois sítios diferentes. Pretendo cancelar o contrato com a Impress e disseram-me que iriam tratar da situação, mas já passou dois meses e já foi cobrado a segunda mensalidade. Quero salientar que não iniciei nenhum procedimento com eles relativamente ao aparelho embrace, por isso não compreendo porque não posso cancelar. Alegam que os técnicos começaram a analisar os meus dentes, mas nunca tiveram acesso a raio-X dos meus dentes sem cáries para tal. Já fiz reclamação junto da Cofidis, que respondeu dizendo que a Impress ainda não tinha cancelado nada. Contactei também a responsável que me fez o contrato, Ana Sofia da Silva Santos, mas ela diz sempre que o assunto é com outros departamentos e não me fornece contactos para falar diretamente com eles. Exijo poder assinar imediatamente o cancelamento do contrato, pois não avancei com nenhum tratamento e só me têm cobrado mensalidades sem realizarem qualquer trabalho.
APOIO SUSPENSO INDEVIDAMENTE HA 3 ANOS
Senhores, boa tarde. Me chamo Jose Rodrigues e Venho, respeitosamente, solicitar a intervenção relativamente à situação do meu Apoio Extraordinário à Renda, que se encontra sem resolução efetiva desde 2024, apesar das várias tentativas que tenho realizado junto do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU). O meu primeiro contrato de arrendamento da habitação onde resido teve início em junho de 2022, com duração de dois anos. Quando foi criado o Apoio Extraordinário à Renda, fui considerada elegível e passei a receber o apoio mensalmente, sem qualquer problema. Em 2024, o meu contrato de arrendamento foi renovado por mais cinco anos. Importa esclarecer que esta renovação não representou uma mudança de habitação nem uma alteração da situação que justificou inicialmente a atribuição do apoio. Pelo contrário, mantive-me na mesma habitação e continuei a cumprir as condições que, até então, permitiam o recebimento do apoio. A única alteração relevante foi o aumento do valor da renda, o que, naturalmente, aumentou o esforço financeiro do meu agregado familiar e tornou o apoio ainda mais necessário. No entanto, após a renovação do contrato, o Apoio Extraordinário à Renda foi automaticamente interrompido. Desde então, tenho procurado esclarecer e regularizar a situação junto do IHRU. Ao longo de 2024, 2025 e 2026, apresentei sucessivos pedidos/processos através dos meios disponibilizados pelo IHRU, explicando a situação e enviando a documentação necessária para demonstrar que a minha situação de arrendamento se mantinha e que, inclusivamente, a renda tinha aumentado. Apesar de todas essas diligências, os processos continuam, até à presente data, com o estado "Em revisão", sem que tenha recebido uma decisão concreta, uma explicação suficientemente esclarecedora sobre o motivo da suspensão do apoio ou uma indicação objetiva sobre o que falta para a situação ser regularizada. A situação económica do meu agregado familiar entretanto agravou-se significativamente. Em 2025, a minha esposa ficou desempregada e, posteriormente, em 2026, eu própria fiquei desempregada. Ou seja, a necessidade de apoio financeiro à renda tornou-se ainda mais evidente, enquanto o processo permanece sem resolução. Tenho continuado a pagar a renda da habitação e, apesar das sucessivas comunicações efetuadas ao IHRU, não consigo obter uma resposta efetiva sobre a razão pela qual o apoio foi interrompido nem sobre a possibilidade de regularização da situação e eventual pagamento dos valores que possam estar em falta. Depois de tantos contactos realizados ao longo de aproximadamente dois anos, considero particularmente preocupante continuar sem uma resposta concreta, permanecendo os processos no estado "Em revisão". Posto isso, seria possivel ajudar-me? Encontro-me numa situação financeira particularmente difícil e tenho procurado, por todos os meios disponíveis, resolver esta questão diretamente com o IHRU, sem sucesso.Atualmente ja estou a pagar quase 523€ de arrendamento visto os reajustes anuais previstos por lei. Estou disponível para apresentar todos os documentos necessários, incluindo os contratos de arrendamento, comprovativos das alterações da renda, comunicações efetuadas ao IHRU, Agradeço desde já a atenção dispensada à minha situação e, sobretudo, a possibilidade de obter finalmente uma resposta concreta relativamente a um processo que permanece sem resolução desde 2024. Com os melhores cumprimentos, Jose Rodrigues
Participação de sinistro - sem resposta há mais de 90 dias
Exmos Senhores, Sou cliente da OK seguros, tendo lá vários seguros, entre os quais casa e automóvel. O facto de haver um protocolo com a Deco também contribuiu, dando-me mais confiança na qualidade do serviço. Porém, no início do ano, aquando das tempestades e motivado por elas, houve uma infiltração de água no meu apartamento, situado em Lisboa, tendo feito a participação online em 30/03 e recebido a confirmação de que tinha sido aceite (Proc MR86073951). Foram-me pedidos elementos complementares, cujo último envio foi em 15/06. Desde então não tive qualquer retorno. Já telefonei várias vezes e quem me atende do call center responde que não compreende a falta de resposta, pois o processo está completo. Em 08/09 insisti, por e-mail enviado ao cuidado da pessoa que tem o processo (Sandra Moutinho, da Direção de Sinistros e Gestão de Prestadores) e até à data sem qualquer resultado. Creio que esta falta de respeito pelo cliente também afeta indiretamente a DECO, pois o acordo com esta seguradora foi um fator que ponderou bastante na minha contratação do seguro. Solicito, pois, a vossa ajuda na resolução deste assunto. Muito obrigado. Cumprimentos Joaquim do Rosário
Cancelamento Sem devolução Valor Bilhete
Exmos Senhores, Concerto anulado na Aula Magna a 05JUN do Osvaldo Montenegro sem qualquer reembolso até à data. Agradeço devolução URGENTE do valor pago por 2 bilhetes. Carlos Marques.
Dificuldade na obtenção de fatura com NIFs para subsídio de mobilidade
Efetuei uma reserva para duas pessoas residentes na Madeira e, para solicitar o subsídio de mobilidade, preciso da fatura com o NIF de ambas. No momento da reserva não existe opção para inserir os NIFs, mas nas FAQs é referido que é possível adicioná-los posteriormente ao transferir a fatura. No entanto, esta informação não corresponde à realidade: não existe a opção de adicionar NIF. Após diversos pedidos de apoio ao cliente, continuo sem conseguir a fatura correta. O apoio simplesmente não resolve a situação: tanto o email como o telefone direcionam-me sempre para as FAQs. No chat informam-me que não é possível emitir a fatura, o que não faz sentido. Os meus pedidos de apoio são encerrados sem qualquer resposta efetiva ou solução.
Cancelamento de voo
Assunto: Reclamação por Cancelamento de Voo e Pedido de Reembolso de Despesas Extra – Reserva ZPJT7X CHQ62M FL96TGdL Exma. Equipa de Apoio ao Cliente da Vueling,Venho por este meio apresentar uma reclamação formal em nome do meu grupo de 13 passageiros, associados à reserva [Inserir Código], para o voo Menorca (MAH) - Porto (OPO) no dia 07/10.Fomos notificados do cancelamento do voo original. No entanto, a alternativa de reencaminhamento proposta pela Vueling (voo às 07:00 da manhã) revelou-se totalmente desproporcional e inviável para a logística de um grupo deste tamanho. Esta alternativa exigia o check-out do hotel às 04:00 da manhã, resultando na perda direta de serviços de pequeno-almoço e almoço que já haviam sido integralmente pagos ao hotel.Devido à falta de alternativas razoáveis e comparáveis por parte da Vueling, fomos forçados a adquirir novos bilhetes através de outra agência de viagens para garantir o regresso do grupo em condições semelhantes às contratadas originalmente.Face ao exposto, e salvaguardando os direitos de assistência ao passageiro previstos no Regulamento (CE) n.º 261/2004, solicitamos:O reembolso integral e imediato dos bilhetes originais cancelados pela Vueling (caso ainda não tenha sido processado).O pagamento de 350,00 €, correspondentes à diferença financeira entre o reembolso do voo original e o custo real que tivemos de suportar para comprar os novos bilhetes de substituição.O ressarcimento dos serviços de hotelaria pagos e não usufruídos devido à alteração forçada de horários.Anexamos a esta queixa os comprovativos da reserva original, as faturas e bilhetes do novo voo adquirido, bem como o comprovativo da reserva do hotel.Ficamos a aguardar uma resposta num prazo máximo de 30 dias antes de escalarmos esta situação junto da AESA (Agencia Estatal de Seguridad Aérea) e da ANAC.Melhores cumprimentos Bruno Pedreira
alojamento fechado
Exmos Senhores fiz uma reserva no booking no dia 06/08 para o alojamento "Luan Café" , na Rua de João Sá nº 23 4910-205 Caminha, com o nº reserva 6097896409. No dia 8/08 tinha que fazer o check-in até as 18h e assim o fiz, cheguei ao local e encontrei o alojamento encerrado, dirigi me a um estabelecimento perto e a sra me informou que já tinham aparecido varias pessoas á procura, mas que há muito tempo que está encerrado Tentei reclamar na hora pelo booking mas sem efeito, enviei vários emails e reclamações ao mesmo, mas nada foi resolvido, responderam me uma vez a dizer que não era possivel resolver esta situação, e eu voltei a reclamar porque como eu, muitas pessoas estão a cair nesta fraude, ao menos deviam retirar o anuncio do alojamento da plataforma. Segue em anexo o "recibo" enviado pelo Booking e tambem um print à data de hoje, como o alojamento ainda está disponivel na plataforma sem existir fisicamente. Aguardo que me ajudem a resolver esta situação junta da Entidade. Obrigada
Bloqueio da candidatura ao Porta 65+ desde junho de 2026
Na sequência dos contactos anteriores, continuo impedida de concluir a candidatura ao Porta 65+ — Família Monoparental, que tento apresentar desde junho. O portal apresenta a mensagem «Já existe uma candidatura associada ao par NIF/Modalidade». Solicito que verifiquem qual a candidatura que está a originar este bloqueio e indiquem como posso aceder-lhe ou regularizar a situação. Agradeço uma previsão concreta para a resolução ou uma alternativa que permita concluir a candidatura. Solicito também esclarecimento sobre como será considerado este atraso, tendo em conta que o impedimento técnico já foi comunicado aos vossos serviços. Apesar dos contatos efetuados junto do IHRU, a situação permanece por resolver. Em 13 de agosto de 2026, recebi uma resposta informando que os serviços ainda aguardavam a resolução do problema, sem indicação de qualquer prazo ou alternativa para apresentar a candidatura. Em setembro, voltei a contactar os serviços, comunicando que o erro persistia e solicitando uma previsão de resolução. Continuo, porém, sem conseguir concluir a candidatura que pretendia apresentar em junho. Esta situação impede o acesso à apreciação do meu pedido de apoio à renda e gera incerteza quanto às consequências deste atraso, que decorre de um impedimento técnico já comunicado aos serviços.
RECUSA DE EMBARQUE
enho, por este meio, solicitar esclarecimentos por parte da Azul relativamente à passagem emitida sob o número de reserva BQ2ZMX, com voo previsto para o dia 30/09, às 21h10, de VCP para Lisboa em nome de Luana Amaral silva. Não consegui, de forma alguma, realizar o check-in online e, por esse motivo, optei por chegar ao aeroporto com cerca de três horas de antecedência para efetuar o check-in diretamente no balcão. No entanto, ao ser atendida, fui informada de que a minha passagem havia sido declinada, situação que me causou enorme transtorno e desespero, sobretudo porque teria de regressar ao trabalho já no dia seguinte. A funcionária que me atendeu informou-me que a única alternativa disponível seria embarcar no voo seguinte para Lisboa, no dia seguinte, às 17h00. Além disso, teria de assumir os custos de uma noite de hotel. Sem qualquer outra alternativa e não tendo condições para adquirir uma nova passagem, aceitei a solução apresentada e fui acomodada, por cortesia, no voo 8750. Importa ainda referir que este voo sofreu um atraso de aproximadamente 1h30, o que acabou por representar mais um dia de problemas no trabalho, além de todos os transtornos e custos associados a esta situação. Desta forma, gostaria de obter uma explicação formal por parte da Azul relativamente ao que aconteceu com a minha reserva e, sobretudo, qual foi o motivo pelo qual a passagem foi declinada, tendo em conta que a mesma foi devidamente paga e que disponho do respetivo comprovativo de pagamento, confirmação da emissão e número de reserva. Considerando que cumpri todas as condições necessárias e tinha uma reserva devidamente confirmada, agradeço que me esclareçam o ocorrido e indiquem o motivo concreto que levou à impossibilidade de embarque no voo originalmente contratado. Agradeço, desde já, uma resposta célere, tendo em conta os transtornos significativos causados por esta situação.
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