Reclamações públicas
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falhas graves no processo de peritagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo do sinistro por mim participado em dezembro de 2025, o qual até à presente data não teve um acompanhamento adequado nem uma resolução satisfatória. Após a participação do sinistro, foi indicada a realização de uma peritagem online através da aplicação, a qual não foi possível concretizar, uma vez que a pessoa responsável pela peritagem nunca me contactou, apesar de tal contacto estar da responsabilidade da seguradora. Perante a ausência de contacto, fui obrigado a realizar uma peritagem presencial em Vila Real, no dia 31/12/2025, apesar de não residir nessa localidade, o que me causou constrangimentos adicionais. Desde então, nunca recebi qualquer comunicação oficial por parte da Tranquilidade relativamente ao resultado da peritagem. Apenas fui contactado pelo mecânico, que me informou que o relatório da peritagem considerou apenas um dano, quando o veículo apresentava dois danos distintos, claramente identificáveis. Durante o mês de janeiro, enviei vários emails a solicitar esclarecimentos, sendo os últimos enviados no dia 20 de janeiro ao gestor do processo, Sr. Nuno Braga. Em resposta, recebi apenas uma mensagem automática, indicando que seria contactado brevemente, o que não aconteceu até à data. No dia 29 de Janeiro enviei mais um email, como sempre recebei uma mensagem automática - registrado com o n.º14550730. Contactei igualmente o Serviço de Apoio ao Cliente, que me informou que seria deixada uma nota ao gestor para que entrasse em contacto comigo (passaram 10 dias). Até ao momento, continuo sem qualquer contacto. Mais recentemente, através do chat do vosso serviço de apoio ao cliente, tive finalmente acesso ao relatório da peritagem, confirmando que o mesmo considera apenas um dano, o que evidencia uma avaliação incompleta e tecnicamente deficiente do estado real do veículo. Considero, assim, que o nível de profissionalismo, acompanhamento e qualidade do serviço prestado neste processo é manifestamente insatisfatório, não estando à altura dos padrões expectáveis de uma seguradora da dimensão da Tranquilidade. Acresce ainda que sou titular de mais dois seguros de vida junto da Tranquilidade, bem como de outros contratos de seguro em Itália, junto da Generali, estando neste momento a ponderar seriamente o cancelamento de todos os seguros que mantenho, em função da forma como este processo está a ser conduzido. Mais informo que, caso esta situação não seja resolvida com a urgência e seriedade devidas, não excluo a apresentação de uma reclamação formal junto das entidades competentes, incluindo DECO (em Portugal) e a IVASS (Istituto per la Vigilanza sulle Assicurazioni) em Itália. Face ao exposto, exijo ser contactado com a maior brevidade possível por um responsável competente, para esclarecimento da situação, revisão do relatório de peritagem e indicação clara dos próximos passos para a resolução definitiva deste processo. Aguardo uma resposta célere e adequada. Com os melhores cumprimentos, Fabrizio Graglia
Publicidade enganosa
Eu, Ester Souza, venho por este meio apresentar uma reclamação contra a loja Worten devido a uma situação de clara propaganda enganosa. No dia 29 de janeiro de 2026, consultei o site da Worten e deparei-me com um anúncio referente ao Smartphone Xiaomi Redmi 13C (8GB/256GB), apresentado com o preço promocional de 29,67€, indicando um desconto de 69% sobre o valor original. O artigo surgia como disponível em stock, motivo pelo qual tentei efetuar a compra de imediato. Contudo, apesar de o produto estar assinalado como disponível, não foi possível finalizar a encomenda, surgindo sucessivos impedimentos no processo de pagamento. Esta situação demonstra que o preço anunciado não correspondia a uma oferta real e acessível ao consumidor, configurando uma prática de publicidade enganosa, proibida pela legislação de defesa do consumidor. Sinto-me lesada enquanto consumidora, pois fui induzida em erro por uma promoção irreal, perdi tempo com tentativas de compra e não obtive qualquer esclarecimento adequado por parte da Worten. Assim, solicito a intervenção da DECO para que: 1. A Worten esclareça publicamente esta situação; 2. Seja garantido o direito de aquisição pelo preço anunciado ou apresentada uma solução justa para os consumidores afetados; 3. Sejam adotadas medidas para impedir que este tipo de prática volte a ocorrer. Agradeço a atenção e fico a aguardar um retorno. Com os melhores cumprimentos, Ester Souza
Devolução não aceite
Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa Cellumove (website: https://www.cellumove.pt), relativa à rejeição indevida do meu pedido de devolução de um produto adquirido online, contrariando tanto a sua política de devoluções como a legislação de defesa do consumidor. Efetuei a compra em no dia 9 de dezembro de 2025 através do site oficial da Cellumove, com o número de encomenda #510348. Dentro do prazo legal de 14 dias e conforme a política de devoluções publicada no site da empresa, solicitei a devolução das leggings adquiridas, pois não servem adequadamente e além disso a encomenda chegou incompleta. A empresa rejeitou a devolução. Esta recusa é abusiva e ilegal. O produto em causa — leggings — não se enquadra em nenhuma das exceções ao direito de livre resolução previstas no artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, como bens selados para proteção da saúde ou higiene (ex.: roupa interior, cosméticos). Leggings são vestuário exterior comum, passível de devolução após experimentação cuidadosa e reembalagem, tal como admite a lei e a política de devoluções da própria Cellumove, sem qualquer exclusão específica para este tipo de artigo. A oferta de desconto ou reembolso parcial não substitui o meu direito legal a um reembolso integral, nos termos do artigo 12.º do mesmo Decreto-Lei.
Reclamação urgente por atendimento inadequado e cobrança abusiva no check‑in do voo Porto–Ponta Delg
Dados Pessoais Identificados - Profissão "médico" (torna-o identificável em contexto local como Açores/Ponta Delgada). - Detalhes familiares específicos: "esposa e os nossos três filhos" (pode ser único). - Reserva implícita anterior (RR8S5V, se visível). - Contexto temporal/profissional: "turno de urgência no dia seguinte" (liga a médico local). Exmos. Senhores, Por este meio, apresento uma reclamação formal relativa à experiência profundamente desagradável vivida por um passageiro com a sua família na viagem Porto–Ponta Delgada, na primeira vez que utilizou a vossa companhia (Ryanair). Chegámos ao aeroporto por volta das 15h00, com a antecedência adequada, e fomos informados de que era necessário instalar a aplicação da companhia no telemóvel e realizar o check-in online, uma vez que já não o efetuam ao balcão. Fomos atendidos por um senhor e uma senhora que se limitaram a indicar que era necessário “baixar o aplicativo” e fazer o check-in online, sem prestar explicações claras, completas e adequadas ao nosso caso. Ao longo de todo este processo, tentámos, sem sucesso, concluir o check-in e, repetidamente, solicitámos apoio, que nos foi prestado de forma insuficiente e pouco cuidadosa. O colaborador em particular que se encontrava no balcão fornecia informação de forma vaga e “a conta-gotas”, atendendo várias pessoas ao mesmo tempo, sem prestar a devida atenção à nossa situação. Apenas após sucessivas insistências da nossa parte é que nos informou, de forma fria e com aparente falta de vontade, de que o check-in online já tinha encerrado há cerca de 30 minutos. Nessa altura, fomos confrontados com duas alternativas: ou comprar novos bilhetes noutra companhia, ou pagar 55 euros por pessoa para que o check-in fosse feito no balcão. Apesar de termos explicado a nossa situação, o colaborador mostrou-se pouco recetivo, chegando mesmo a falar com outras pessoas enquanto expúnhamos o problema, o que considero um claro desrespeito. Para não perder o voo, vi-mo-nos obrigados a recorrer a familiares para conseguir, à pressa, o valor necessário para pagar o total de 275 euros, numa situação de grande stress, até porque o embarque já se encontrava em curso. Perante o sucedido, coloco algumas questões de fundo: – É agora obrigatório instalar a aplicação da companhia para poder viajar? – O que acontece a passageiros que não dispõem de um equipamento compatível ou com memória suficiente? – Por que motivo esta informação não é claramente comunicada antes da compra do bilhete, de forma inequívoca, como condição essencial (instalar aplicação e fazer obrigatoriamente o check-in online)? Entendo que uma companhia aérea tem o dever de garantir uma comunicação clara, atempada e acessível a todos os clientes. No nosso caso, tal não aconteceu. A informação foi prestada de forma incompleta, confusa e sem qualquer empatia, contribuindo para uma situação de grande tensão, sobretudo com crianças presentes, que testemunharam um cenário de desvalorização e falta de respeito. Considero igualmente necessário que os vossos colaboradores recebam melhor formação em termos de atendimento ao público, comunicação eficaz, empatia e respeito pelos clientes, designadamente realçando de forma clara os procedimentos obrigatórios e os prazos de check-in, evitando situações limite em que o passageiro se sente coagido a pagar taxas adicionais para não perder o voo. Quero salientar que não pretendo qualquer indemnização por danos morais, embora considere que estes existiram, em particular ao nível emocional. Contudo, entendo ser profundamente injusto o pagamento de 275 euros para realização de um check-in ao balcão, valor que apenas foi cobrado porque não nos foram dadas, atempadamente, instruções claras e apoio eficaz. Senti que tudo foi conduzido de forma a criar as condições para que fôssemos forçados a pagar esse montante. Assim, venho requerer a devolução integral dos 275 euros cobrados pelo check-in no balcão. Não concordo com o que aconteceu, não considero aceitável a forma como a situação foi gerida e espero que a companhia faça a devida correção, reembolsando o valor em causa e revendo os seus procedimentos internos de modo a evitar que outros clientes passem pelo mesmo. Aguardo uma resposta por escrito a esta reclamação, bem como a indicação dos passos a seguir para o reembolso do montante mencionado. Com os melhores cumprimentos, ACM
Nota de crédito não processada
Exmos. Senhores, Na sequência do cancelamento do Contrato de Prestação de Serviços com a vossa empresa, com mudança de fornecedor efectivada a 13 de Outubro 2025, foi cobrada à Cliente nº. 145 845 48 25 custos indevidos, em duplicação com o novo fornecedor. Em contexto de acerto de contas, foi por mim recebida, via e-mail: gracaxsimoes@gmail.com, (conforme contacto oficial constante na MEO e prática habitual ao longo de todo o Contrato que aliás se iniciou anteriormente em nome do meu pai, já falecido), a Nota de Crédito FT A/855470509 , de Dezembro de 2025, com a indicação de: ||Crédito|a|Transferir|para|o|Mês|Seguinte||||€|-23,09|. Acontece porém, que o Contrato já foi cancelado em momento anterior e não há, neste caso, mês seguinte... No intuito de resolver esta questão, dirigi-me já a duas lojas vossas, que me informaram que para reaver o montante da Nota de Crédito a cliente, minha mãe, tinha OBRIGATORIAMENTE de comparecer presencialmente para assinar o pedido de reembolso em pessoa. Sucede que a cliente de 95 anos está impossibilitada, por incapacidades motoras, de se deslocar. À semelhança do que aconteceu quando da celebração do Contrato em nome da cliente, (e aí não houve problema...), sugeri que poderia levar o dito impresso para ser assinado e voltaria à loja com o documento já assinado e o respetivo cartão de cidadão, como aconteceu com a celebração do Contrato. Foi-me dito que as regras da MEO não permitem aquela solução. Assim sendo, pergunto, devo chamar os bombeiros e levar a minha mãe à loja, de maca, para ela assinar o impresso? E já agora, de preferência com os midia atrás... Ou a MEO fica indevidamente com o montante que não lhe pertence? É deveras lamentável a burocracia, a rigidez e a complexidade administrativa levada ao limite pela MEO. Cumprimentos GS
Termoacumulador com Defeito e ausência de assistência em Garantia
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a Ariston Portugal pelo mau funcionamento do termoacumulador LYDOS HYBRID WIFI 100L (adquirido em 13/09/2025) e pela sistemática falta de resposta do serviço de assistência. Histórico do Problema: O equipamento foi adquirido em 13 de Setembro de 2025 e após um mês de funcionamento verificamos que apresentava anomalias ao usar o modo de agendamento que permite agendar o aquecimento da água durante dois horários diferentes selecionando a temperatura desejada. A situação foi reportada oficialmente à Ariston a 11 de Novembro de 2025 e registada sob o número de assistência 202532225. Após a visita de um técnico no local, foi efetuado um reset no equipamento. Contudo, após um período de testes, verifiquei que o problema persistia, tendo reportado novamente a situação diretamente à equipa técnica apoiadamente no final do mês de Novembro de 2025. Desde essa data, não obtive qualquer resposta ou solução por parte da assistência da Ariston. Desta forma voltei a reportar oficialmente à Ariston um pedido de assistência no dia 18 de Janeiro de 2026. Uma vez que não recebi qualquer contacto por parte da assistência da Ariston entrei em contacto telefónico e reportei a situação, no qual foi-me indicado que efetuasse uma reclamação por escrito para o email service.callcenter.pt@ariston.com. Efetuei a reclamação pro escrito no 22 de Janeiro de 2026. Uma vez que não recebi reposta voltei a enviar um email no dia 27 de Janeiro a solicitar o ponto de situação. Desde esta altura tenho tentado entrar em contacto telefónico com a assistência da Ariston através do número oficial de apoio ao cliente pelo 219 605 300, mas nunca consegui ser atendido por nenhum assistente e mesmo após deixar o meu nome e contacto no "voice mail" nunca me ligaram de volta. Descrição da Avaria: O equipamento demonstra uma incapacidade de cumprir as temperaturas agendadas, apresentando as seguintes discrepâncias: • Período da Noite (Exemplo - Agendado 55ºC às 21:00): O equipamento ultrapassa largamente o valor definido, tendo atingido até 62ºC ( 7ºC acima do programado e em outras ocasiões chegou até 10ºC acima do programado). Esta situação varia geralmente entre os 5ºC a 10ºC a mais, independentemente da temperatura que foi agendada. • Período da Manhã (Exemplo - Agendado 60ºC às 07:30): A água apresenta-se apenas a 55ºC, falhando o objetivo de conforto programado. Esta situação varia geralmente entre os 5ºC a 8ºC a menos, independentemente da temperatura que foi agendada. • Num dos dias não aqueceu a água na parte da manhã, falhando o agendamento. Nota: Curiosamente, no modo "Green", o equipamento funciona corretamente (tolerância de 1ºC geralmente), o que indica que a falha reside especificamente na gestão do agendamento, seja por defeito nos sensores, na placa de controlo ou um erro de firmware. Esta avaria não só impede a utilização normal do equipamento, como está a gerar consumos energéticos excessivos e desnecessários, contrariando a eficiência prometida por este modelo. Como cliente, prezo pela qualidade da marca, mas a ausência de resposta desde o final de Novembro de 2025 é inaceitável para um produto dentro da garantia. Face à total inércia da marca desde Novembro de 2025, exijo a reparação imediata ou a substituição do equipamento por um novo, caso o defeito de fabrico não seja corrigível. Fico a aguardar o vosso contacto com uma data concreta para a resolução definitiva do problema.
Reclamação sobre atendimento e condições de funcionamento
Venho por este meio apresentar uma reclamação referente ao atendimento e ao ambiente observado na vossa loja no dia de hoje. Efetuei um pedido que demorou cerca de uma hora a ser preparado. Perante a demora, questionei o motivo, ao que uma funcionária — identificada pelo próprio chefe de loja como Carolina — respondeu de forma rude e mal-educada. O chefe de loja pediu-lhe para parar, mas a funcionária não acatou a instrução e continuou a falar de forma imprópria, o que considero completamente inaceitável num ambiente profissional. Para além disso, pude observar várias situações que demonstram uma falta de profissionalismo generalizada: pessoas não fardadas a entrar na cozinha, colaboradores a falar e a brincar em horário de trabalho, uso constante de telemóveis e utilização de palavrões e expressões inadequadas. Estes comportamentos não só transmitem uma má imagem, como comprometem a qualidade do serviço e o cumprimento das normas básicas de higiene e segurança. Tendo em conta os valores associados à marca, considero o serviço prestado extremamente fraco e muito aquém do que seria expectável. Solicito que esta situação seja analisada com a devida seriedade e que sejam tomadas medidas para garantir que algo semelhante não volte a acontecer.
Pedido de devolução de dinheiro
Caros Srs. Adquiri na loja Worten de Caldas da Rainha, no dia 09/10/2025, um telemóvel que, no dia seguinte começou a apresentar problemas de funcionamento, desloquei-me à referida loja onde me disseram que seria um problema de configuração da Apple. Nos dias seguintes, quando recebia uma chamada, o telefone desligava-se e reiniciava passados alguns largos minutos. Desloquei-me novamente à loja, onde confirmaram a avaria e, enviaram o telemóvel para a garantia para ser reparado, sendo-me dito que demoraria cerca de duas semanas. Ao fim de um mês sem ter notícias, fui à loja desisti de ficar com o referido telemóvel e, solicitei que me fosse devolvida a quantia que gastei, 300€ de entrada e, cerca de 113€ que me descontaram da conta bancária. Após várias semanas de idas à loja, fui informado que, o processo se encontrava em fase de resolução, que me seriam devolvidos os 300€ para a conta bancária e, os 113€ da primeira das três prestações me seria devolvida para o cartão universo. Por considerar que ultrapassaram todos os limites de razoabilidade dos prazos de resposta, no dia 12/12/2025 apresentei uma reclamação por escrito, (nº 36744893) não tendo até a data, mais uma vez, qualquer resposta ou esclarecimento. Venho assim, por este meio solicitar que seja ressarcido do dinheiro em causa. Mais informo que vou apresentar queixa a outras entidades de defesa do consumidor. Caso se queiram dignar a dar-me resposta, o meu contacto é: sarabuga@gmail.com Tlm. 964 057 056 Atentamente: João Edgar Fragoso Ferreira
Ageas Seguros - Reclamação sobre sinistro nº 25AAU0619105 (Falta de Resposta e Inércia)
Exmos. Senhores da Ageas Seguros, Escrevo-lhes para registar formalmente a minha mais profunda insatisfação e preocupação com a total inércia e ausência de resposta no processo de reparação do meu sinistro, sob a referência 25AAU0619105. Passaram-se aproximadamente 10 meses desde que assumiram a responsabilidade pelo sinistro. No entanto, após mais de 5 meses de silêncio absoluto, o processo está completamente parado, sem qualquer avanço. A situação atual é inaceitável: 1. A oficina que a Ageas inicialmente indicou informou não ter condições de fazer o reparo e orientou-me a contactar-vos novamente para indicarem uma alternativa. 2. Desde então, nunca mais obtive qualquer contacto, indicação, atualização ou instrução da vossa parte, apesar dos meus vários contactos de seguimento. Exceto por um e-mail a indicar que iriam fazer algo, inclusive com uma carta de NÃO-DIVIDA do meu carro com a oficina. A qual a oficina CARPARAUTO COIMBRA NEGOU a emissão para mim, sendo possível apenas para a seguradora. Que nada tem feito. 3. O meu veículo mantém os danos do acidente e, devido a esta demora prolongada, surgiram novos problemas, como lâmpadas queimadas e marcas de oxidação. Estes danos e os prejuízos associados são uma consequência direta da vossa inação e devem, por isso, ser assumidos pela Ageas. 4. A total falta de comunicação e a paralisia deste processo atingem proporções que não podem ser toleradas. Já se aproxima o primeiro aniversário de um problema que vossa seguradora assumiu resolver, sem que qualquer ação concreta tenha sido tomada. Face ao exposto, exijo de imediato: 1. Uma resposta urgente e clara, por escrito, com um plano de ação concreto e prazos definidos. 2.A indicação imediata de uma oficina oficial ou alternativa aprovada para realizar a reparação. 3.A garantia de que os novos danos resultantes da vossa demora serão avaliados e reparados a vosso cargo. Considero este assunto da maior gravidade e urgência. Confio que, finalmente, daremos início a uma solução. Aguardo a vossa resposta imediata. Com os melhores cumprimentos,
Venda de equipamento com defeito reiterado – recusa ilegítima de resolução do contrato
Adquiri um frigorífico combinado encastrável à empresa Moderno e Indispensável no dia 03/04/2025. O equipamento apresentou defeito logo na entrega, tendo sido devolvido e reparado. Voltou a avariar em 21/08/2025, sendo novamente reparado. Em 06/01/2026, ocorreu nova avaria, totalizando três falhas graves num curto período, tornando evidente a falta de conformidade reiterada. Trata-se de um eletrodoméstico essencial, encastrável, cuja remoção sucessiva causou danos no móvel, perda repetida de alimentos (com provas em vídeo) e inconveniente significativo, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. Informei por carta registada que não aceito novas reparações, exigindo substituição por novo equipamento ou resolução do contrato com reembolso. A empresa recusou ilegalmente a resolução, apesar de estarem preenchidos os pressupostos legais. Solicito a intervenção desta entidade para garantir o reembolso integral do valor pago ou a substituição por equipamento novo, conforme a lei.
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