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cobrança indevida
Boa tarde, meu contrato com a NOS, teve um termino a mais menos 2-4 meses, eu ativei protoloco do fim contrato como dizia na faturas em si, podia rescindir todo serviço, e tudo interligado que tinha sem pagar nada mais. Desloquei a loja Norteshoping, fiz cancelamentos serviços, começaram a complicar que nao podia rescindir e inventaram uma data terminar em novembro, depois não podia cancelar porque tinha pagar resto telemóvel na totalidade que falta, la no fim ligaram e foi a loja e foi rescindido com TUDO PAGO, sem mais nenhum valor a pagar sem mais nada, ficava tudo assim. Ok fiz pagamento mensal e desliguei e entreguei equipamentos, outro mês a seguir, nao havia nada mais, mas mandaram um fatura de 60 e poucos euros, afinal ainda havia acertos, para nao me chatear, paguei. Quando penso esta resolvido de novo, apos 1-2 meses, recebo email a dizer vao processo em tribunal e querem 250€ dos custos que falta agora do telemovel.... afinal estao a brincar com quem, dao me tudo pago e depois veem com coisas falta tudo? As lojas nao me dao solução nenhum nem resposta nenhum, por chamada e so eles tem razao, nao se resolve em que se lixa, e quem tem continuar a pagar na qual eu me recuso. Só Existe 1 forma de resolver para mim, mas quero eles deem a solucao 100%
Cancelamento indevido de número de telemóvel após pedido de suspensão temporária
Encontrando-me a trabalhar temporariamente num país onde a DIGI não dispunha de cobertura, circunstância que impossibilitava a utilização do serviço móvel, contactei previamente aquela operadora, tendo-me sido informado de que existiam apenas duas alternativas: solicitar a suspensão temporária do serviço ou requerer o seu cancelamento definitivo. Na sequência desse esclarecimento, remeti à DIGI, por correio eletrónico de 9 de fevereiro de 2026, um pedido cujo teor é absolutamente claro e não admite qualquer interpretação diversa da sua letra. Nesse pedido solicitei expressamente: a suspensão temporária do serviço por 90 dias; e a reativação automática do serviço no termo desse período(Conforme Anexo 1). Estes dois elementos integram um único pedido, coerente, inseparável e absolutamente inequívoco, não contendo qualquer referência, expressa ou implícita, ao cancelamento definitivo do serviço. Apesar disso, a DIGI decidiu, de forma totalmente unilateral, converter um pedido de suspensão temporária num alegado pedido de cancelamento definitivo. Tal atuação é manifestamente ilegítima. Caso entendesse que a suspensão temporária não constituía uma funcionalidade disponível para o serviço móvel, apenas lhe assistiam duas alternativas legalmente admissíveis: informar-me da impossibilidade de executar o pedido ou apresentar uma solução alternativa, sempre dependente do meu consentimento expresso. O que nunca poderia fazer era substituir a vontade claramente manifestada pelo cliente por uma decisão unilateral, atribuindo ao meu pedido um conteúdo que este manifestamente nunca teve. Na sequência dessa atuação sucederam-se inúmeros contactos telefónicos e por correio eletrónico com os serviços de apoio ao cliente da DIGI. Inicialmente fui informado de que a situação seria regularizada no prazo de dois dias, o que jamais veio a acontecer. Perante a persistência da situação, apresentei reclamação formal junto da DIGI (conforme Anexo 2), à qual se seguiram diversas outras reclamações. Apesar de todas as diligências efetuadas, a DIGI continua a recusar assumir as consequências da decisão unilateral que tomou e a adotar todas as medidas ainda possíveis para repor a situação criada pelo seu próprio erro. Em vez de corrigir a situação, optou por construir uma narrativa sem qualquer correspondência com a realidade, procurando imputar ao consumidor os prejuízos resultantes de uma atuação exclusivamente imputável à própria operadora. Um exemplo particularmente elucidativo desse comportamento consta da resposta de 21/07/2026, na qual a DIGI chegou a afirmar que fui informado do procedimento de cancelamento e que o efetuei. Tal afirmação é manifestamente falsa. Nunca solicitei ou autorizei o cancelamento do serviço. Se esse alegado pedido existisse, bastaria à DIGI apresentar a respetiva prova documental. Contudo, apesar de expressamente interpelada para o efeito (conforme Anexo 3), jamais apresentou qualquer documento suscetível de sustentar essa afirmação. Igualmente reveladoras são as respostas de 21/07/2026 e 29/07/2026, nas quais a DIGI invoca a regulamentação da ANACOM para evitar responder à única questão verdadeiramente essencial: quem decidiu cancelar o meu serviço e com que fundamento?A invocação dessa regulamentação é manifestamente irrelevante para o caso concreto, uma vez que as normas da ANACOM apenas disciplinam os efeitos jurídicos de uma cessação validamente ocorrida. Não conferem, nem poderiam conferir, legitimidade para cancelar um serviço sem pedido ou autorização do respetivo titular. A DIGI sabe, por conseguinte, que nunca lhe foi solicitado o cancelamento definitivo do serviço. Sabe igualmente que o pedido apresentado era perfeitamente legítimo e que, conforme veio entretanto reconhecer, a suspensão temporária era tecnicamente exequível. O que efetivamente ocorreu foi um erro na execução do meu pedido, erro esse que a operadora continua a recusar admitir, optando antes por responder de forma evasiva e por evitar esclarecer quem tomou a decisão de cancelar o serviço. Acresce que a gravidade da situação criada não pode ser minimizada. O número de telemóvel em causa é da minha titularidade há mais de 30 anos e constitui o meu único contacto telefónico associado a múltiplos serviços públicos, instituições bancárias, seguradoras, prestadores de cuidados de saúde e inúmeras outras entidades com as quais mantenho relações jurídicas permanentes. A privação ilegítima desse número compromete gravemente as minhas comunicações, impede o acesso a serviços essenciais, inviabiliza mecanismos de autenticação, dificulta o relacionamento com inúmeras entidades públicas e privadas e causa prejuízos patrimoniais e não patrimoniais cuja responsabilidade recai exclusivamente sobre a DIGI. A operadora não pode, pois, eximir-se às consequências da decisão unilateral que tomou. Incumbe-lhe desenvolver todas as diligências ainda possíveis para repor a situação que existiria se o meu pedido de 9 de fevereiro de 2026 tivesse sido corretamente executado ou, caso entendesse não ser possível executá-lo, legitimamente recusado. Face ao exposto, exijo que a DIGI proceda, com caráter de urgência, à reposição do meu número de telemóvel, mediante a respetiva reativação ou, caso tal se revele tecnicamente necessário, através da emissão de um novo cartão SIM associado ao mesmo número, reconstituindo integralmente a situação que existiria se o meu pedido de suspensão temporária tivesse sido corretamente executado. Caso a reposição já não seja tecnicamente possível em consequência da atuação da própria DIGI, deverá esta assumir integralmente a responsabilidade pelos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais daí decorrentes, não podendo, em caso algum, fazer recair sobre o consumidor as consequências do erro exclusivamente imputável à própria operadora.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 16/05/2026 adquiri um sofá KIVIK 4 lugares com chaise-long e respectiva entrega, da marca IKEA, pelo valor de 1018 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a estrutura do sofá seria entregue no dia 26/05/2026 e as capas do mesmo no dia 07/07/2026. Contudo, até à presente data, as capas ainda não foram entregues. O meu sofá está sem capas há meses e a degradar-se, porque foi montado a 26/05/2026, quando o recebemos, e revestido provisoriamente, tal como os funcionários do IKEA recomendaram. Disseram-nos que o modelo KIVIK é fácil de montar e desmontar e que podíamos deixá-lo montado e revestido provisoriamente até chegarem as capas. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (07/07/26, 14/07/26, 24/07/26, 28/07/26) e continua a não haver qualquer justificação para o atraso ou uma solução apresentada por parte do apoio ao cliente. Assim sendo, até receber as capas que encomendei, exijo que me seja feito o empréstimo de umas capas em stock para o modelo KIVIK 4 lugares com chaise-long, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Demora na alteração dos acessos à conta do condomínio
Na última assembleia de condóminos do condomínio da R Eng Manuel Rocha 31-33 em Lisboa foi eleita uma nova administração composta por 3 representantes dos condóminos (Admin Interna) e uma empresa externa. No balcão BPI da Av. da Igreja (Lisboa) informaram que devíamos enviar a ata dessa assembleia para servicoalteracaocontascondominio@bancobpi.pt de onde indicariam os passos necessários. Este envio foi feito a 11 de junho último, tendo-se recebido depois sucessivos pedidos de documentos adicionais que foram sendo rapidamente satisfeitos A Admin Externa comunicou ao banco que por necessidade de saída de Lisboa de um dos Admin Internos eles iriam à agência da Av. da Igreja no dia 2 de julho para a recolha das suas assinaturas. Assim fizeram, mesmo sem resposta do BPI: de nada serviu. Finalmente o BPI dá luz verde à recolha das assinaturas nesse balcão no dia 16 de julho quando o mesmo se encontrava encerrado, Na manhã seguinte recolheram as assinaturas dos administradores internos que estavam em Lisboa prometendo que o processo estaria disponível para recolha da assinatura do terceiro administrador interno na agência da Ribeira Brava (Madeira) no dia 21 de julho. Por falta de informação nesse dia, este administrador interno foi a esta agência onde conseguiu que a sua assinatura fosse recolhida a 22 de julho. No dia seguinte o BPI informa que pediu "urgência na conclusão do processo de atualização da conta do condomínio" No dia 28 de julho, na agência da Av. da Igreja só souberam indicar que era preciso aguardar que os novos administradores recebessem os códigos de acesso à movimentação e/ou visualização da conta Venho pedir a vossa ajuda para a necessária ação contra esta excessiva demora do BPI lesiva do bom funcionamento do condomínio
Recusa de Troca por sinais de uso
Exmos. Senhores. Não posso concordar com a vossa recusa de devolução/troca com base nas fotografias enviadas. Conforme visível nas próprias imagens, o artigo não apresenta quaisquer marcas estruturais na pele (vincos ou dobras) nem desgaste ou danos na sola. O artigo mantém-se rigorosamente novo e intacto, tendo sido apenas testado para aferir o tamanho. A sujidade superficial e poeira apontadas são estéticas e facilmente removíveis com uma limpeza básica, não constituindo de forma alguma uma 'depreciação do bem' que impeça a sua comercialização, nos termos do Artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. Face à total integridade do produto, solicito que revejam a vossa posição e procedam à troca pelo número acima (ou reembolso), sob pena de apresentar queixa formal nas instâncias competentes. Melhores cumprimentos, Bráulio Serras
Encomenda não recebida
No dia 24 de Julho, despachei o ponto pickup da dpd em Serpa, Fotolusitana, uma encomenda para Cascais. Foram preechidos todos dados, email do emissor e do destinatário, etc. A encomenda foi entregue ã dpd no dia seguinte Número da encomenda *096077720054721 Liguei para o apoio da dpd. Começou por não ser encontrada a encomenda.. Depois apareceu no histórico com este número. A seguir dizia que foi deixada à porta. Ninguém deu autorização para isso, as pessoas estavam em casa, deverá ter sido deixada em qualquer sítio. Agora desapareceu até do histórico. Trata-se de um carregador de computador Xiaomi hypercharge. Acrescento que apesar de ter dado o meu telem. e o do destinatário na altura do despacho, ninguém recebeu mensagens da dpd. Agora lamentam não encontrar a encomenda e ficam por aí. Quero meu carregador.
Incumprimento na prestação do serviço e pedido de devolução do valor pago
No dia 19 de maio de 2026, adjudicámos a esta empresa um serviço no qual foi pago uma das partes, tendo sido efetuado um pagamento antecipado de 844,75 €. Após a adjudicação e o pagamento, foram acordadas várias datas para a execução do serviço. Contudo, a empresa procedeu a sucessivos reagendamentos e não compareceu em diversas datas previamente combinadas. Até ao momento, o trabalho não foi realizado. Foram efetuadas várias tentativas de contacto telefónico com o responsável da empresa, sem que as chamadas fossem atendidas ou devolvidas. Devido à ausência de qualquer resposta ou solução, deslocámo-nos pessoalmente às instalações da empresa. No local, uma funcionária administrativa contactou o responsável, que nos devolveu posteriormente a chamada. Durante essa conversa, o responsável adotou uma postura agressiva, elevou a voz, gritou e dirigiu-se a nós de forma rude e pouco profissional. Foi ainda transmitido que não seria efetuada qualquer devolução do valor pago. Consideramos esta situação particularmente grave, uma vez que o serviço não foi executado, a empresa faltou repetidamente às datas acordadas, não existiu uma comunicação adequada, as tentativas de contacto foram ignoradas e foi recusada a devolução do montante pago. Já apresentámos uma reclamação no Livro de Reclamações. Pretendemos obter a resolução do contrato e a devolução integral dos 844,75 € pagos, uma vez que o serviço não foi realizado e deixou de existir qualquer confiança na capacidade ou intenção da empresa para cumprir o que foi acordado. Solicitamos o apoio da DECO PROteste na resolução deste conflito e na recuperação do valor entregue.
Reclamação sobre óculos com defeito e falta de resposta
**Reclamação sobre óculos com defeito e falta de assistência** Adquiri uns óculos na Braga Av. da Liberdade mas desde a entrega já tive de regressar várias vezes à loja devido a erros cometidos pela própria ótica. Apesar das várias deslocações, o problema ainda não foi resolvido de forma definitiva e os óculos continuam a não funcionar corretamente para a finalidade para a qual foram adquiridos. A empresa não está acessível por telefone nem por e-mail. Mesmo quando me desloco pessoalmente à loja, não consigo obter uma solução adequada e definitiva. Desta forma, sou repetidamente obrigada a regressar à loja por causa de erros que não foram causados por mim. Considero esta situação inaceitável. Pretendo que os óculos sejam corrigidos de forma definitiva e sem quaisquer custos adicionais para mim. Solicito uma resposta por escrito, indicando quando e de que forma o problema será resolvido. Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de recorrer aos restantes meios de defesa do consumidor.
Reclamação sobre óculos com defeito e falta de resposta
**Reclamação sobre óculos com defeito e falta de resposta** Adquiri uns óculos na [nome da ótica], mas desde a entrega já tive de regressar várias vezes à loja devido a erros cometidos pela própria ótica. Apesar das várias deslocações, o problema ainda não foi devidamente resolvido e os óculos continuam a não funcionar corretamente para a finalidade para a qual foram adquiridos. Além disso, não é possível contactar a empresa por e-mail, o que dificulta ainda mais a resolução do problema e me obriga a deslocar-me pessoalmente à loja sempre que necessito de assistência. Não considero aceitável ter de regressar repetidamente à loja por causa de erros que não foram causados por mim. Pretendo que os óculos sejam corrigidos e reparados de forma definitiva, sem quaisquer custos adicionais para mim. Solicito também uma resposta por escrito, indicando quando e de que forma o problema será resolvido. Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de recorrer aos restantes meios de defesa do consumidor.
Falta de Profissionalismo
Exmos senhores, No final de junho efetuei uma reserva através da plataforma da Hyundai para a revisão dos 60.000 km, tendo posteriormente recebido a confirmação da marcação para o dia 31 de julho. No dia 20 de julho, após me terem solicitado novamente os meus dados por e-mail, informação essa que já tinha sido previamente introduzida na plataforma da Hyundai, responderam-me informando que o serviço apenas poderia ser realizado no dia 21 de agosto. Nesse mesmo dia respondi de imediato, informando que não tinha disponibilidade para essa data. Após essa resposta, nunca mais obtive qualquer contacto ou esclarecimento. No entanto, no dia 29 de julho, recebi um lembrete automático a confirmar a marcação para o dia 31 de julho, o que naturalmente me levou a concluir que esse agendamento se mantinha válido. Nesse mesmo dia enviei ainda um e-mail a solicitar confirmação da marcação, ao qual, uma vez mais, nunca obtive resposta. Adicionalmente, tentei contactar a central de marcações por telefone nos dias 27 e 29 de julho, permanecendo cerca de 20 minutos em espera em cada uma das chamadas, sem que ninguém atendesse. Face a todas estas indicações, organizámos a nossa agenda em função da marcação. O meu namorado teve inclusivamente de tirar um dia de férias para poder levar o veículo à oficina. Quando se deslocou às instalações no dia 31 de julho, fomos informados de que afinal a revisão não estava agendada, sendo-nos explicado que "a Hyundai não pode confirmar logo a reserva". Esta justificação é, no mínimo, incompreensível. O cliente recebe uma confirmação de marcação, recebe um lembrete automático poucos dias antes, não obtém resposta aos e-mails nem às chamadas telefónicas e, no final, descobre que afinal nunca existiu qualquer agendamento efetivo. É inaceitável que um serviço de aproximadamente 600 € seja acompanhado por um nível de atendimento tão pouco eficiente e profissional. Independentemente da articulação existente entre a Hyundai e os seus parceiros, essa falta de coordenação não pode ser transferida para o cliente, que cumpriu todos os procedimentos solicitados e viu o seu tempo desperdiçado devido à ausência de comunicação. Todas as datas que me foram propostas posteriormente, quer em Guimarães quer em Braga, são incompatíveis com a minha disponibilidade. É completamente inaceitável que, após um erro exclusivamente da vossa responsabilidade, seja eu a ter de suportar as consequências, incluindo a necessidade de tirar mais um dia de férias para realizar uma revisão que já deveria ter sido efetuada. Segue anexo comprovativos. Acrescento ainda que o email que está disponível de apoio ao cliente da oficina em causa não está atribuido (apoio.cliente@mcostas.pt). Espero que seja apresentada uma solução que compense o prejuízo e o transtorno causados, compatível com a falta de profissionalismo demonstrada ao longo de todo este processo.
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