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Fraude Bancária
Exmos. Senhores, Gostaria de expor uma situação em que fui vítima de fraude bancária em 04/11/2025, por meio da utilização abusiva dos dados do meu cartão bancário Visa Debit ****3100, do Banco CTT, para transações efetuadas a partir da minha conta (IBAN CONTA: PT50 0193 0000 11507000591 18), para as quais não efetuei qualquer tipo de validação e de solicitar a vossa ajuda e aconselhamento na resolução desta situação. Considero que as explicações dadas para o sucedido pelo Banco CTT não foram suficientes, assim como não foi disponibilizada pelo banco qualquer prova que evidencie a validação para as transações em causa, com os elementos de validação forte, efetuada por mim. A razão pela qual não vos enviei a reclamação mais cedo foi por desconhecimento da minha parte de que poderia reclamar também junto de vós e solicitar ajuda. Em anexo envio: - Declaração do registo na Polícia Judiciária; - Carta recebida pelo Banco CTT (de 17/11/2025) em resposta à reclamação efetuada ao balcão a 05/11/2026; - Carta enviada ao departamento de reclamações do BANCO CTT a 19/11/2025, com nova reclamação; - Email com confirmação de submissão de reclamação no Livro de Reclamações a 19/11/2025; - Resposta final do Banco CTT de 11/12/2025; Obrigada pela atenção. Cumprimentos, Inês Moço
Pagamentos em falta e retorno indevido
Exmo. Sr./a Venho uma vez mais através dos canais mencionados solicitar uma vez mais uma explicação para o assunto em cima mencionado, onde espero uma resposta há demasiado tempo e que pela atualização da vossa plataforma, todas as mensagens trocadas entre ambos que estavam guardadas simplesmente desapareceram da plataforma da SSDireta! Para tal uma vez mais aqui faço um resumo da situação em causa: O meu Subsídio de Doença foi cancelado em Fevereiro de 2020, por não comparência a uma Comissão de verificação, por não ter recebido a carta de Convocação. (Carta essa que chegou à minha caixa de correio no dia 04-Julho-2020) Ficando sem receber qualquer valor durante mais de um ano! Entretanto foi-me solicitada pela segunda vez, a restituição de prestação indevidamente paga no valor de 122.99 euros, carta datada de 2020-03-10. Com atendimento presencial na Seg. Social a 2020-03-18, voltei a confirmar o extravio da carta que deu origem ao cancelamento e questionando este pagamento (entregando mais uma vez todos os comprovativos), a própria funcionária fez uma reclamação nota de reposição e, uma vez que não tinha outra forma de rendimento aconselhou-me solicitar RSI. Recebi resposta de Indeferimento aos 2 pedidos. Datada de 2020-07-30 recebo carta, (desta vez registada com A/R) onde sou informada que me foi instaurado um processo e que deveria proceder ao pagamento em divida e, agora com custas de processo no valor de: 146.16 euros. Durante o período de confinamento, foram inúmeros os e-mails que enviei para Seg. Social, pedindo uma resposta e, a cada vez que o fazia enviava de novo todos os comprovativos que atestavam a minha situação. Nunca obtive qualquer resposta. Apenas a 19 de Junho 2020, recebo carta da S. Social solicitando um maior esclarecimento acerca da questão que coloquei. Enviei tudo de novo e, desta vez também cópia do último Relatório Médico. No dia 24 de Julho 2020: Exponho toda esta situação para Provedor da Justiça (com respetivos comprovativos em anexo), recebo resposta e pedido de preenchimento de inquérito, o que foi feito. Estive de Baixa Médica desde 09 de Maio 2018 até ao mês em Fevereiro de 2020 onde foi cortado o subsidio de doença! No dia 10 Novembro de 2020 foi me atribuído o valor de 2934,19 referente a reforma por invalidez que por sua vez e sem o meu conhecimento e da entidade patronal, que já estaria reformada desde o dia:2019-08-20. Sem receber qualquer valor ate a data! Passado 2 (dois) dias desta comunicação, recebo uma nova carta onde refere que terei que devolver o valor de 2811,20 referente a pagamento indevido das prestações de baixa medica, desde de Fevereiro ate Novembro de 2020. Pergunto uma vez mais: se me foi cortado as prestações em Fevereiro e tendo pago por ter recebido 146,16 euros indevidamente e sem usufruir de qualquer valor relacionado durante todos estes meses , para onde foi esse dinheiro e o porque de não receber ainda ter que pagar os 2811,20 que me foi atribuído como forma de pagamento referente ao inicio de reforma por invalidez? Assim uma vez mais, Venho através deste e-mail, pedir esclarecimento pois existem varias incongruências no que diz respeito ao Deferimento da minha Pensão de Invalidez Relativa. Número de processo: 202000029428 Número de Identificação de Segurança Social: 1120269290 Primeira: Como se justifica que apenas 1 ano e 2 meses depois, tanto eu como a minha Entidade Patronal tenhamos tido conhecimento dessa situação. Isto porque a Segurança Social, deu Deferimento ao meu pedido, considerando-me reformada desde: 2019-08-20. Segunda: Como se justifica que estando eu reformada desde a data acima referida, tenha continuado a ser convocada para Juntas/Comissões de Verificação, nas datas que de seguida mencionarei, datas estas que podem obviamente ser por vós confirmadas. Dia: 01 Agosto 2019 pelas 17.27h Dia: 11 Setembro 2019 pelas 16.21h Data por vós alterada para: Dia 10 Setembro 2019 pelas 15.01h Dia: 04 Outubro 2019 pelas 16.30h Dia: 20 Novembro 2019 pelas 15.54h Data por vós alterada para: 21 Novembro 2019 pelas 17.15h. Relembro que o meu Subsídio de doença, foi cancelado, em virtude da minha falta de comparência para Comissão de Verificação. Situação esta que vos foi reportada, enviando inclusive a minha reclamação junto dos CTT e, respetiva resposta. Informação esta que está em vosso poder. Parece-me agora que, após ter feito queixa junto da Provedoria da Justiça, passei a "existir". Isto porque a cada Comissão de Verificação que fui, apresentei sempre Relatórios Médicos, mas pelos vistos foi o que vos enviei por e-mail, que permitiu o Deferimento do meu pedido. E, finalmente fui obrigada a pagar com custas de processo o que a Segurança Social alega ter pago indevidamente (documentação esta que também vos foi enviada). Em anexo junto toda a documentação referente a todo este processo e exijo que me seja transmitido uma explicação plausível em âmbito de todas estas incongruências e falta de resposta dos vossos serviços! Mais informo que este email será uma vez mais partilhado com todas as entidades responsáveis e ate ministério publico afim de ser esclarecido toda esta situação! Sem mais assunto Maria Salgado
Reclamação – Falta de entrega de produto e ausência de solução por parte da Wallapop
Venho, na qualidade de consumidor, apresentar reclamação contra a plataforma Wallapop, relativa a uma compra online em que o produto pago nunca foi entregue. A transação foi efetuada através da Wallapop, tendo a empresa de transporte sido selecionada pela própria plataforma, sem intervenção da minha parte. Quando recebi a encomenda, o envelope encontrava-se frágil e com sinais de manipulação, contendo apenas duas capas e um cabo, em vez do equipamento principal. O envelope apresentava ainda fita adesiva da transportadora na parte inferior, indiciando que foi aberto e novamente selado durante o transporte. A entrega nunca foi formalmente comprovada, uma vez que não me foi solicitado qualquer PIN, assinatura ou código de confirmação, o que evidencia falhas graves na rastreabilidade e validação da entrega.Apesar de ter sido cobrado um seguro obrigatório associado ao envio, este não garantiu qualquer proteção ou indemnização, mesmo após eu ter apresentado fotografias, vídeos e demais provas de que o equipamento não chegou. A Wallapop recusou a disputa e encerrou a minha conta, sem fundamentação adequada.Considero que esta situação configura incumprimento das obrigações do fornecedor em contratos celebrados à distância, nos termos do DL n.º 24/2014, bem como violação dos deveres de informação e de entrega do bem em conformidade. Solicito: Mediação com a Wallapop; Reembolso integral do valor pago; Análise à atuação da plataforma e da transportadora; Indicação das vias de recurso adicionais ao meu dispor. Encontro-me disponível para enviar toda a documentação (comprovativos de pagamento, comunicação com a Wallapop, fotos e vídeos da embalagem à chegada). Com os melhores cumprimentos, C. S. Valongo Envio 61840115169419
Falta de profissionalismo e caractér
Exmos Srs Contactei no dia 13/03//26 o stand Dacar Automóveis decido a uma carrinha publicitada no site da empresa (VW Caddy) no qual fui atendido pelo Sr. Carlos Costa e solicitei vídeos, fotos e informação em geral pois queria comprar a mesma. Recebi toda a informação solicitada e quis agilizar o dia para me deslocar ao stand e finalizar a compra da carrinha. Dia 14/03/26 combinei com o Sr. Carlos Costa sendo eu de Almada ir ao Stand (Porto/Trofa) buscar a carrinha no dia 15/03/26 (Domingo), pois na Segunda-Feira (Dia 16/03/26) não daria para o Sr. Carlos Costa e assim foi. Dia 15/03/2026 apanho transportes públicos: Comboio Fertagus Fogueteiro para Sete Rios, Expresso para Campanhã-Porto e Uber até à Trofa. Quando me encontro a chegar a Campanhã recebo um SMS do Sr. Carlos a informar que a viatura já estava reservada e vendida desde o dia anterior de manhã quando eu estive a falar com ele até às 19h do dia anterior e de manhã informei que iria ao seu encontro como combinado por escrito (SMS/WhatsApp). Ao chegar ao stand encontrava-se um outro colaborador de nome Carlos Santos na qual nos informa que se deu com a mesma informação sobre a viatura que eu estava interessado, expliquei a situação e este ligou ao colega Carlos Costa para nos tentar ajudar e apurar informação na qual a resposta ouvida foi «Este gajo é maluco, não combinei nada com ele!», a carrinha está vendida por outro colega!». Para meu choque não só pela má educação, péssimo profissionalismo e ética laboral pois combinou comigo, sabia que eu era de longe e iria de propósito ao seu encontro por ir buscar a carrinha. só obtive despesa, má atitude e educação, o Sr. Carlos Costa não apareceu e nem se designaram a tentar arranjar uma solução, ou uma outra viatura semelhante, ou qualquer sugestão de resolução ou atenção para o que estava a acontecer para no final fazerem-me esperar pelo livro de reclamações 20 min a ver se desistia de apresentar o meu desagrado com aquele atendimento e falta de profissionalismo.
Recusa de sinistro
Bom dia, Venho por este meio expor a minha reclamação pela recusa de sinistro (Seguro de conteúdo nºMR58243789) apresentada pela companhia de seguros Fidelidade. O meu apartamento (5º andar) foi assaltado no dia 16/12/25, foram roubadas todas as minhas peças de ouro (anéis, fios e brincos) e um par de sapatilhas Asics. A porta não foi arrombada, não houve entrada por escalamento (segundo a polícia) portanto a única forma de entrada foi pela porta principal (que esteva trançada com duas voltas). O desaparecimento dos objetos só foi detetado por nós (eu e o meu marido) no dia 18/12/25, quando foi chamada a polícia e trocado o canhão da porta de entrada. Fomos visitados pelo perito da companhia e fiz um apanhado dos objetos roubados. No dia 9/03/26 recebi um sms a dizer que o processo estava concluído, tentei tomar conhecimento da conclusão pela APP da Fidelidade e acabei por solicitar ser contactada pela companhia, contacto que aconteceu no dia 16/03/26, quando fui informada que a Fidelidade recusava o sinistro por não se verificarem os pressupostos que permitiriam acionar a referida cobertura (arrombamento, escalamento, uso de chave falsa, ameaça à integridade física) sem mais nenhum esclarecimento e que posteriormente confirmei com a receção, por acaso no mesmo dia, de uma carta da Fidelidade. Não percebo e não aceito a conclusão da Fidelidade, somos clientes da companhia desde 1999, foi a primeira vez que acionamos qualquer tipo de sinistro. Para pagar servimos, para usufruir do seguro já não servimos e nem temos o direito a uma esclarecimento detalhado para a recusa. Já apresentei no dia 17/03/26, por email, a minha reclamação à Fidelidade, mas insisto em apresentar também, a minha reclamação na Deco porque esta forma de agir da Fidelidade não é correta, se não cumprimos os pressupostos devem ser rigorosos e concretos e comunicar de uma forma clara e direta. Não cumprimos os pressupostos de roubo com utilização de chave falsa? Então quem cumpre? Como é possível provar que entraram na nossa casa, sem o nosso conhecimento, sem deixar qualquer tipo de rasto de entrada forçada, sem deixar a casa revirada, muito pelo contrário tentaram deixar tudo exatamente como estava. Temos dois filhos de 20 e 24 anos, que já não vivem connosco (estão a estudar em Paris e em Rio Maior) e na altura do assalto não estavam em Faro. O processo/queixa feita à polícia foi arquivado por falta de provas, apesar da polícia ter referido que não é invulgar a utilização de chaves mestras para entrar em apartamento e além disso, existirem provas físicas (deformação) na porta de entrada do prédio, que provam que houve utilização de força (com um ferro). Volto a questionar quais são os pressupostos que não cumprimos?? Agradeço a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos. Sónia Osório
Problemas contratuais e doença
No dia 03/03/2025 celebrei um contrato de adesão com a empresa “Fitness Up, Lda.”, na receção do ginásio de “VN Gaia - Sardão” (empresa “UP Gaia Lda”). O vínculo selecionado foi “52 semanas (plano anual)”, tendo-me sido atribuído o n.º de sócio 43005642. Paguei taxa administrativa, chip de sócio e fita, bem como, a inscrição. A “data de inscrição” colocada no contrato foi 04/04, no entanto, iniciei os treinos e respetivos pagamentos a 07/03. No dia 04/03/2026, através de email, solicitei a não renovação do meu plano anual. No dia 06/03, em resposta ao email, referiram: - “Verificámos que o seu plano ainda se encontra dentro do período de compromisso de 52 semanas pagas (…) é possível solicitar o cancelamento dentro deste período. No entanto, esta opção implica o pagamento de uma taxa de cancelamento no valor de 50 EUR”. - “Gostaríamos de reforçar que o vínculo do seu plano prevê o pagamento de um total de 26 quinzenas de ginásio, correspondentes a 52 semanas de adesão. Até à data, verificamos que 18 quinzenas já foram devidamente regularizadas.” Como já me encontrava doente e impossibilitado de frequentar o ginásio desde meados de janeiro de 2026 (por tempo indeterminado), solicitei um atestado médico na Unidade de Saúde Familiar. No dia 07/03, enviei novo email, com o atestado de doença (devidamente assinado) em anexo, a solicitar o cancelamento do contrato. No dia 10/03, em resposta ao email, referiram: “constatamos que o seu plano ainda se encontra dentro do período de compromisso (…) o pedido de cancelamento do contrato dentro do período de compromisso é possível. Contudo, implica o pagamento de uma taxa de cancelamento no valor de 50 EUR”.
Reclamação – Pedido urgente de reembolso (Encomenda n.º 402-3697762-1937903)
Bom dia,Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à encomenda n.º 402-3697762-1937903 e ao respetivo reembolso que se encontra em falta.No momento da compra, ocorreu um erro no pagamento, uma vez que o banco não validou o código necessário. No próprio site da Amazon, foi indicado que a compra não tinha sido concluída. Por esse motivo, realizei uma nova compra, sem me aperceber de imediato que existiam duas encomendas do mesmo produto.Assim que verifiquei a situação, procedi imediatamente à devolução de um dos iPads. Antes de o fazer, entrei em contacto com o vosso apoio ao cliente, tendo sido informado de que, após o envio do produto, o reembolso seria efetuado sem qualquer problema.Gostaria de salientar que nunca faria a devolução de um produto sem a garantia de reembolso — não faz qualquer sentido devolver um artigo e não receber o respetivo valor.Mais informo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, tenho direito ao reembolso integral no prazo máximo de 14 dias após a devolução do produto.Desta forma, solicito que o reembolso desta encomenda seja efetuado com a maior brevidade possível. Caso a situação não seja resolvida dentro do prazo legal, verei-me obrigado a apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente através do Livro de Reclamações e do Centro Europeu do Consumidor.Fico a aguardar uma resolução rápida desta situação. Com os melhores cumprimentos Daniel Vieira Tomaz
Devolução encomenda #14946
Na sequência das várias queixas já apresentadas relativamente à devolução de artigos, em falta de conformidade com a política de devoluções claramente indicada no site da loja, verifica-se que a mesma continua a não cumprir as suas obrigações. Assim, mantenho-me a aguardar uma resolução, não tendo até ao momento recebido qualquer resposta quanto à devolução da encomenda n.º 14946, entregue no dia 16/03/2026. Adicionalmente , não obstante das múltiplas queixas , acrescento que a empresa continua a actuar livremente continuando as suas campanhas agressivas de marketing e possivelmente a registar mais casos de fraude diariamente
Não cumprem com os prazos de entregas
Exmos. Senhores, Em 10/03/2026 adquiri um Frigorifico combinado, da marca LG, pelo valor de 607,83 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 15/03/2026, sendo que a empresa informa que a entrega ''Standard'' mediante a pagamento de 9,90 € seria feito a entrega em 48h ou 72h após a aprovação . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 16/03, 17/03 e hoje pela ultima vez e obtive a resposta de que o SAC irá encaminhar a minha mensagem para o setor responsavel. Inadimicivél uma resposta desta mediante a entrega fora do prazo. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 2 dias, procedam à entrega do referido COMBI LG 333L.NF.INVER-GBBS312CPY, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Burla
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação que considero ser uma burla praticada pelo site "EDreams" e/ou o serviço associado "Prime anual". Efetuei uma compra no site "EDreams", onde era anunciado o serviço Prime, Contudo, durante o processo de compra, não foi devidamente destacado que estaria a subscrever um serviço anual de 89,99 €. A única menção a esta cobrança encontra-se em letras pequenas, mal visíveis, num e-mail posterior à compra — o que considero uma prática enganosa e desleal, proibida nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, que transpõe para o direito português a Diretiva 2005/29/CE relativa às práticas comerciais desleais. Mais grave ainda, esta subscrição parece resultar de uma check-box pré-selecionada, ou seja, uma forma de "compra casada", ilegal ao abrigo da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor). A prática de induzir o consumidor a aceitar condições adicionais sem o seu consentimento claro e informado é ilegal e punível por lei. Ou seja, se o cliente não tirar a seleção estará "comprando" um serviço mensal. Após contato telefónico, a empresa se negou a fazer o cancelamento e estorno total do valor, sugerindo apenas estorno de metade do valor e permanência da assinatura enganosa. Peço o estorno total e cancelamento deste plano que em momento nenhum concordei. Caso não receba resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da DECO, da Direção-Geral do Consumidor e da ASAE, bem como recorrer aos meios judiciais competentes. Com os melhores cumprimentos,
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