Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. P.
15/09/2026

Atraso significativo na recepção de encomenda

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao actual estado da minha encomenda que se encontra sem qualquer atualização desde o dia 02 de Setembro, no Centro Operacional de Lisboa. Na tentativa de obter esclarecimento sobre o atraso, contactei o apoio ao cliente através de formulário, no dia 10 de Setembro. Inicialmente, recebi uma resposta quase automatizada, contendo informação à qual tenho acesso a partir do meu próprio login na plataforma CTT. Retornei o e-mail pedindo mais esclarecimentos, e ajuda para localizar a encomenda e reencaminhá-la para o seu último destino – a minha posse – e sugeriram-me que fizesse o remetente, que está localizado na República Checa, abrir queixa. Ora, sendo que a encomenda se situa neste momento em solo português, nas mãos dos CTT em Portugal, envolver o remetente não irá solucionar o problema no prazo urgente. Retornei o e-mail e ainda aguardo resposta. Neste momento, a recepção da encomenda tornou-se urgente. Ela foi-me enviada com tempo suficiente para chegar à minha localização dentro do prazo que teria de chegar. Requiro, portanto, que a encomenda seja despachada nos próximos três dias úteis, até 5ª-feira, 17 de Setembro, bem como uma explicação para o atraso significativo nas actualizações e processamento da encomenda. Caso facilite, encontro-me disponível para levantar a encomenda junto do centro de processamento operacional dos CTT por forma a conseguir obtê-la dentro do prazo urgente. Para além da informação contraditória prestada, considero ainda inaceitável a forma como estou a ser ‘gerida’ pelo apoio ao cliente dos CTT, que parece mais importar-se em ‘despachar’ clientes do que de facto prestar apoio. Face ao exposto, solicito que me seja esclarecido o motivo concreto pelo qual a encomenda se encontra retida sem qualquer movimento há quase um mês, bem como a sua localização e situação atual dentro da rede dos CTT. Considero particularmente preocupante que, apesar das diversas tentativas de contacto realizadas ao longo deste período, não me tenha sido prestada qualquer informação nova ou esclarecimento efectivo. Agradeço, por isso, uma resposta célere e uma resolução urgente da situação, bem como uma explicação adequada para o atraso verificado e para a ausência de informação e acompanhamento por parte dos CTT durante este período.

Em curso
R. R.
15/09/2026

800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO

O autocarro 800 sentido gondomar que supostamente passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h falham constantemente. Durante esta semana ainda não houve nenhum em cumprimento de horário (14/09 e 15/09) levando a uma espera de mais de meia hora na paragem e ter de pagar ubers para o trabalho, que é altamente despendioso e não pode ser rotina! Quanto a estes incumprimentos nada é feito, já faço reclamações há mais de 1 ano e nada muda, alegam sempre que ou é transito ou que por motivos operacionais não são realizadas as viagens, o que é impossivel visto que falham quase todos os dias 2 autocarros seguidos. Deviam ser responsabilizados.

Em curso

Bilhetes não disponibilizados após compra online

No dia 9 de setembro, à 01:24, comprei 4 bilhetes para o jogo Portugal vs Noruega da Liga das Nações, para a S22, através da bilheteira online da FPF. Cada bilhete custou 20€ e paguei o total de 80€ pelo MB Way, com o ID da transação "s2aZebV0nKxd6cQEE3A8". A transação foi concluída com sucesso e o ecrã apresentava a mensagem "compra efetuada" e uma indicação de que receberia os bilhetes no prazo máximo de 24 horas. Decorrido esse prazo, e não tendo recebido os bilhetes por e-mail, entrei na área de cliente da bilheteira FPF e surge a indicação de que não realizei nenhuma compra. Enviei um e-mail para o apoio ao adepto, preenchi o formulário de contacto, mas até ao momento não tive qualquer resposta. Aguardo o envio dos bilhetes para o e-mail associado ao login, conforme seria esperado após concluir a compra.

Em curso
R. B.
15/09/2026

Cobrança e ativação do eDreams Prime após cancelamento do período experimental

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida associada à subscrição eDreams Prime. Aderi ao eDreams Prime através de um período experimental gratuito e, no dia 23/08/2026, procedi ao cancelamento da subscrição através do próprio site da eDreams, antes do início de qualquer período pago. O cancelamento ficou registado no site da eDreams, sendo-me apresentada a informação de que o meu Prime terminaria no dia 02/09/2026. Tenho um screenshot que comprova o cancelamento e a respetiva data de término. Apesar disso, no dia 08/09/2026, seis dias depois da data em que a própria eDreams indicava que o meu Prime terminaria, foi-me cobrado o valor de 10,99 € relativo ao eDreams Prime. Após esta cobrança, a minha conta passou ainda a indicar que a subscrição Prime continuará ativa até 2027. Não autorizei esta subscrição paga. Aderi através de um período experimental e cancelei expressamente a subscrição antes do início do período pago, tendo a própria eDreams confirmado que o serviço terminaria em 02/09/2026. Acresce que não recebi qualquer e-mail ou outra comunicação da eDreams a informar-me de uma renovação, da conversão do período experimental numa subscrição paga ou de que seria efetuada uma cobrança. Esta situação parece-me contrariar inclusivamente os próprios Termos e Condições do eDreams Prime. A cláusula 4.1.1 estabelece que, durante um Período Experimental, o cliente pode cancelar a renovação automática antes do início do Prazo Prime. A cláusula 5.1 estabelece que o Prazo Prime começa automaticamente caso o cliente NÃO CANCELE antes do fim do Período Experimental. No meu caso, o cancelamento foi efetuado em 23/08/2026 e a própria eDreams confirmou que o Prime terminaria em 02/09/2026. Não compreendo, portanto, com que fundamento foi posteriormente ativada uma subscrição paga e efetuada uma cobrança em 08/09/2026. Face ao exposto, solicito o reembolso integral dos 10,99 € cobrados indevidamente; o cancelamento imediato e definitivo da subscrição eDreams Prime que aparece agora ativa até 2027; e a confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças relativas a este serviço. Caso a eDreams considere que a cobrança foi legítima, solicito que apresente prova da autorização que alegadamente dei para iniciar uma subscrição paga após ter cancelado o período experimental, bem como os registos relativos ao meu cancelamento de 23/08/2026. Junto como prova o screenshot do site da eDreams que confirma o cancelamento e indica 02/09/2026 como data de término do Prime, bem como comprovativo da cobrança de 10,99 € efetuada posteriormente. Solicito que esta situação seja regularizada com a maior brevidade possível, com o cancelamento definitivo da subscrição e o reembolso integral do valor cobrado. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Bonito

Em curso

Reclamação contra prática comercial abusiva, violação de deliberações de ata e cobrança indevida de

Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa Faaz, na qualidade de proprietário da fração A do condomínio sito em Rua Quinta da Casa, nº 22QUINTA DA CASA, Bomsucesso, Aradas. Em assembleia realizada a 09/01/2026, foi deliberada uma quota extra para obras com vencimento a 30/03/2026. Ficou contratualmente definido em ata que, em caso de incumprimento, a administração estaria obrigada a emitir um aviso prévio dando 5 dias adicionais para pagamento, antes de aplicar qualquer penalização ou avançar para contencioso. Contudo, a administração agiu em total desrespeito pelas regras estabelecidas e pelos direitos do consumidor: No dia 26/03/2026, a empresa emitiu um documento oficial de cobrança estipulando, expressamente, uma nova Data Limite de Pagamento para 08/04/2026. O pagamento da referida quota foi por mim integralmente efetuado no dia 02/04/2026, ou seja, 6 dias antes do prazo oficial concedido pela própria empresa. Apesar de o pagamento ter sido feito dentro do prazo do documento emitido, a empresa ignorou as suas próprias instruções e as regras da ata (que exigiam o aviso prévio de 5 dias). Enviou o caso para uma sociedade de advogados e aplicou uma multa ilegal de 20%, acrescida de 40€ de supostos "honorários de gestão de cobrança extrajudicial". Esta atuação constitui uma prática comercial agressiva, abusiva e ilegal, assente na criação de pressões financeiras infundadas através de mandatários jurídicos para cobrar valores indevidos. Solicito a intervenção das entidades fiscalizadoras para a verificação dos procedimentos desta empresa e exijo a anulação imediata de todas as penalizações e custos associados a este processo indevido. Sem mais de momento, António Silva Fracção A Condomínio Rua Quinta da Casa, nº 22, QUINTA DA CASA  

Em curso
A. P.
15/09/2026

Publicidade enganosa

Na loja Feira dos Sofás da Batalha demonstrei interesse no colchão Molaflex Infinity Multi anunciado pelo preço base de 919,20 euros. Na altura estava publicitada uma campanha Sem IVA válida até 15/09, que colocaria o preço final em cerca de 747,30 euros. Após um período de férias regressei à loja no dia 12/09, ainda dentro do prazo da campanha, com intenção de adquirir o colchão. Para minha surpresa o preço tinha aumentado para 1149 euros. Apesar disso encontrava-se colocado em cima do colchão um panfleto da campanha Sem IVA. Questionei o funcionário que explicou que o preço tinha sido alterado pelo fornecedor e que a loja não tinha controlo sobre essa alteração. Ao questionar a aplicação da campanha informou-me que a mesma já não se aplicava ao colchão, tendo posteriormente removido o panfleto. Considero esta situação pouco transparente e lesiva da confiança do consumidor. A campanha estava publicitada como válida até 15/09 e regressei no dia 12/09 para efetuar a compra. No entanto deparei-me com um aumento significativo do preço e com a informação de que a campanha já não era aplicável apesar de a publicidade continuar junto ao produto. Por ter confiado nas condições apresentadas pela Feira dos Sofás não avancei com a compra noutra loja quando tive oportunidade. Manifesto o meu descontentamento e solicito uma explicação formal sobre esta situação e sobre as condições anunciadas ao consumidor.

Em curso
R. O.
15/09/2026

Recusa ilegal de garantia em TV LG de exposição danificada na loja FT BLI006/005320

Exmos. Senhores, Vem por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à aquisição de uma televisão LG de exposição na loja Worten, no valor de 930 € (acrescido do custo de 55 € referente a um seguro), efetuada no dia [Data da Compra]. 1. Negligência e Mau Atendimento na Loja Durante o processo de venda e entrega do equipamento de exposição, os funcionários da loja demonstraram extrema dificuldade em retirar a televisão do suporte de parede e em acondicioná-la na caixa. Chegaram a tentar entregar um comando Samsung para a TV LG e deixaram cair o comando no interior da caixa juntamente com os parafusos metálicos. Adicionalmente, foi informado de que o ecrã daquele modelo de exposição já tinha sido substituído anteriormente pela loja. 2. Prova Técnica do Dano Pré-existente e Recusa Ilegal de Garantia Após chegar a casa — tendo o transporte sido feito com total segurança num veículo amplo e espaço almofadado —, verifiquei que a televisão não funcionava. A assistência técnica oficial da LG deslocou-se à minha residência e constatou que a televisão estava estalada por dentro num dos cantos, sem qualquer marca de impacto externo. Em resposta, a Worten recusou prestar a garantia legal (Decreto-Lei n.º 84/2021), alegando "palavra contra palavra" e obrigando-me a acionar o seguro. 3. Venda Omissa do Seguro e Prejuízo Causado A contratação do seguro (55 €) assentou numa prática omissa ("A TV custa 1100 €, mas fazemos a 980 € com seguro"). Após ser obrigado a acioná-lo, o seguro declarou a TV como irreparável. A Worten respondeu formalmente à reclamação no Livro de Reclamações ao fim de 13 dias úteis recusando qualquer responsabilidade. Pedido Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a responsabilidade recai sobre a Worten. Não aceito o reembolso do valor promocional ou vale, pois tal inviabilizaria a aquisição de um bem com o mesmo nível de desempenho (modelo topo de gama equivalente à LG G5 de 65''). Exijo expressamente: A substituição imediata por um equipamento novo de características técnicas e desempenho equivalentes (concretamente o modelo topo de gama LG G5 de 65" ou equivalente atual), sem qualquer custo adicional; A restituição integral do valor do seguro (55 €). Com os melhores cumprimentos,

Em curso
L. C.
15/09/2026

Fibra

E uma vergonha publicidade enganosa dizem que tem fibra no país todo e Algarve mas nada bairro social montes de alvor 6 prédios camararios 36 famílias e só ter fibra da Meo não há concorrência não vale virem talvez que não e possível existe pdo a 50 metros prédio e vergonhoso já foi vosso cliente vai continuar reclamações

Em curso
L. A.
14/09/2026

Avis mantém 133,16 EUR bloqueados após não confirmar a viatura

Exmos. Senhores, No dia 10/09/2026 efetuei através da Avis um pedido de reserva de uma viatura para levantamento em Elvas no dia 23/09/2026 às 09:00, com devolução no Estoril no dia 24/09/2026 às 09:00, pelo valor total de 133,16 EUR. Após efetuar o pedido, recebi uma comunicação da Avis informando expressamente que a reserva ainda aguardava confirmação devido à disponibilidade limitada do grupo de veículos selecionado e que seria posteriormente informado acerca da disponibilidade da viatura. Apesar de a reserva ainda estar sujeita a confirmação, a Avis efetuou uma pré-autorização no valor integral de 133,16 EUR no meu cartão Wise, deixando este montante bloqueado e indisponível na minha conta. Posteriormente, recebi uma nova comunicação da própria Avis, com a indicação "Avis - Viatura Indisponível", informando que não seria possível confirmar o veículo selecionado devido à indisponibilidade da viatura pretendida. Importa esclarecer que não fui eu quem cancelou ou desistiu da reserva. Foi a própria Avis que informou não conseguir confirmar e disponibilizar a viatura solicitada. Apesar disso, a pré-autorização de 133,16 EUR continua ativa no meu cartão Wise e o dinheiro permanece indisponível. Em consequência deste bloqueio, fiquei com apenas 0,84 EUR disponíveis na minha conta em euros. Esta situação está a causar-me um transtorno significativo. A minha viagem está marcada para o dia 23/09/2026 e preciso justamente deste dinheiro para efetuar uma nova reserva de veículo. Neste momento, além de não ter a viatura solicitada à Avis, também estou impossibilitado de utilizar os 133,16 EUR destinados ao aluguer para contratar outra empresa. Tentei entrar em contacto com a Avis para solicitar a libertação da pré-autorização, inclusive por telefone, mas até ao momento não consegui obter uma solução. Não considero razoável que o consumidor tenha de suportar a indisponibilidade do seu próprio dinheiro depois de a empresa informar que não consegue confirmar nem prestar o serviço solicitado, sobretudo quando a impossibilidade de concretização da reserva decorre da indisponibilidade comunicada pela própria Avis. Tenho em minha posse todos os comprovativos da situação, nomeadamente o pedido original de reserva, a comunicação inicial informando que a reserva aguardava confirmação, o email posterior da Avis informando que a viatura estava indisponível e o comprovativo do Wise demonstrando que os 133,16 EUR permanecem pré-autorizados. Face ao exposto, solicito à Avis: A libertação ou reversão imediata da pré-autorização de 133,16 EUR; A confirmação por escrito de que este montante não será efetivamente cobrado; Uma explicação sobre o motivo pelo qual a pré-autorização permanece ativa mesmo depois de a própria Avis informar que não consegue confirmar a reserva; Caso exista disponibilidade, uma solução alternativa de viatura equivalente para as mesmas datas e condições, sem que me seja exigido um novo pagamento enquanto o primeiro montante permanece bloqueado. Considerando que a viagem ocorrerá no dia 23/09/2026 e que necessito do valor bloqueado para contratar imediatamente uma alternativa, solicito que esta situação seja tratada com caráter de urgência. A situação também foi formalmente reclamada através dos meios competentes, dispondo de toda a documentação necessária para comprovar os factos aqui relatados. Aguardo uma resolução urgente e a confirmação da libertação dos 133,16 EUR. Com os melhores cumprimentos, Luiz Antonio Alves de Oliveira Junior

Em curso
H. P.
14/09/2026

Encomenda danificada

Exmos. Senhores, Em 09/09/2026 vendi uma máquina fotográfica polaroid por 75€ a gio10.dj. A 14/09/2026 recebi uma mensagem do comprador a informar que tanto a embalagem como a máquina vinham deteriorados, com os danos seguintes: embalagem aparentava ter sido danificada e a máquina possuía uma pequena rachadura numa esquina. Junto fotografias para comprovar como foi embalada a máquina (papel próprio para embalamento de produtos) e as suas condições. A vinted decidiu que a culpa do estrago era minha, a vendedora, pois teria embalado insuficientemente o produto, ainda que as fotografias provem o contrário. O comprador não só ficou com o produto, como recebeu um reembolso total, deixando-me a mim, vendedora, sem o produto e sem dinheiro. Exijo que me devolvam o artigo. Se não puderem obrigar o comprador a proceder à devolução, então terão que me compensar pelo incómodo e ausência do produto e dinheiro. Estas medidas são totalmente injustas para o vendedor, levando a que os compradores possam acusar o produto de estar danificado, indevidamente, pois sabem que irão ficar com o dinheiro e com o produto. Caso não me resolvam a situação e não me devolvam o produto nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido, e terão que me devolver o valor do produto. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso

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