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Cobrança indevida
Exmos Senhores A Bolt cobrou-me 2 meses sem me ter avisado nem na altura da inscrição nem do fim do período experimental. Já reclamei pelos canais deles há mais de um mês e não devolvem o dinheiro apesar de terem prometido que o fariam. Raimundo Barbosa Telemóvel 961442861 NIF 133129586
WiFi não funciona
Exmos Senhores Há cerca de duas semanas que estou sem WiFi. Sou cliente da DIGI. Já fiz n telefonemas enviei email, prometem vir resolver o problema mas não vem. Raimundo Adelino Santos Praceta Estanislau Raimundo Nogueira 3. 2 Dto 2615-075 Alverca do Ribatejo NIF: 133129586 Telemóvel: 961442862
Castro Electrónica - Encomenda online sem atualização e ausência de resposta
No dia 19 de outubro, fiz uma compra na loja online e paguei de imediato. No dia seguinte, recebi um e-mail a informar que a minha encomenda estava em preparação e, mais tarde, outro a dizer que estava em processo de faturação. Já passou uma semana e o estado da encomenda continua igual, sem qualquer evolução. Tentei contactar a loja por telefone, mas a chamada toca indefinidamente e ninguém atende. Também preenchi o formulário de apoio ao cliente, mas apenas obtive uma resposta automática e ninguém me contactou. Sinto-me completamente enganado com esta situação e considero este tratamento inaceitável.
Medicare
Exmos Senhores,venho por este meio pedir um aconselhamento ou possível resolução há cerca de cinco anos eu e a minha esposa fizemos um seguro de saúde com a medicare na condição que eles nos enviariam os cartões ,a partir daí até a data atual nunca recebemos nenhum cartão e nunca utilizamos os serviços porque não tínhamos acesso passado um tempo a Medicare começou a enviar cartas a dizer que tínhamos uma dívida,a minha esposa ligou para eles a dizer que nunca tinha recebido nenhum cartão e que nunca utilizou os seus serviços porque era impossível sem ter o cartão a operadora simplesmente respondeu que não tinha nada a ver com isso que somente tinha que pagar a dívida e agora ameaçam que a dívida está no contencioso,peço ajuda a Deco porque já não sabemos o que fazer,obrigado pela atenção
Danos no telhado durante a instalação de painéis solares e ausência de resolução
Venho apresentar uma reclamação contra a EDP Comercial devido aos danos causados no telhado da minha habitação durante a instalação de painéis solares realizada por técnicos responsáveis pelo serviço contratado. Durante a execução dos trabalhos, foi partida uma telha, causando danos na cobertura da minha habitação. Trata-se de um dano diretamente relacionado com a instalação, pelo que considero que a responsabilidade pela sua reparação deverá ser assumida pela entidade responsável pelos trabalhos. No dia 6 de setembro, apresentei uma reclamação diretamente numa loja da EDP Comercial, dando conhecimento formal da situação e aguardando desde então uma resolução. No entanto, até à presente data, continuo sem uma solução para o problema, apesar de já ter decorrido um período considerável desde a apresentação da reclamação. Considero inaceitável que, após a contratação de um serviço, os danos causados durante a sua execução permaneçam por resolver e que o cliente tenha de continuar a aguardar sem uma resposta satisfatória. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste para ajudar a obter uma resposta formal da EDP Comercial e exigir: * O reconhecimento dos danos causados durante a instalação; * A reparação da telha partida e de quaisquer danos associados, sem custos para mim; * Uma resposta formal e célere à reclamação apresentada no dia 6 de setembro; * A resolução definitiva desta situação, sem mais atrasos injustificados. Pretendo que esta situação seja resolvida de forma justa e célere, sem ter de suportar custos por danos que não foram causados por mim. Aguardo uma resposta e uma solução concreta para este problema. Com os melhores cumprimentos. Cristiano Ingrez
Reclamação contra a eDreams Prime por cobrança indevida de 89,99 € após cancelamento free trial
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho apresentar uma reclamação formal contra a eDreams Prime, solicitando a vossa intervenção relativamente a uma cobrança de 89,99 €, efetuada no dia 13 de outubro de 2026, apesar de ter cancelado a subscrição durante o período experimental gratuito. 1. Descrição dos factos Aderi ao período experimental gratuito da eDreams Prime, tendo procedido ao cancelamento da subscrição antes do seu término, precisamente para evitar a renovação automática e a consequente cobrança anual. Contudo, no dia 13 de outubro de 2026, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente à renovação da subscrição. Embora não tenha recebido um e-mail formal de confirmação do cancelamento, tenho na minha posse uma comunicação da própria eDreams com o seguinte conteúdo: “Parece que desativou a sua conta Prime. Se gostaria de obter o seu crédito de conta, tem de reativar a sua conta Prime no prazo…” Esta comunicação constitui um elemento relevante para a análise da situação, uma vez que faz referência à desativação da minha conta Prime, contradizendo a posição posteriormente assumida pela empresa. 2. Respostas da eDreams e recusa de reembolso No dia 18 de outubro de 2026, recebi uma primeira resposta da eDreams Prime, na qual a empresa confirmou que a renovação automática tinha sido desativada na sequência do meu pedido. Informou ainda que a subscrição permaneceria ativa até 13 de outubro de 2027, data em que expiraria sem nova cobrança, recusando, contudo, o reembolso dos 89,99 € com fundamento nos termos e condições da subscrição. Nessa comunicação, a empresa alegou que o período experimental terminava a 13 de outubro de 2026, data em que a subscrição seria automaticamente renovada, e considerou que eu não tinha direito ao reembolso. Posteriormente, no dia 20 de outubro de 2026, recebi uma segunda resposta, na qual a eDreams afirmou que, após analisar a minha conta, concluiu que a subscrição Prime permanecia ativa e não tinha sido cancelada. Com base nessa alegação, justificou a cobrança e reiterou que as taxas de renovação não são reembolsáveis, afirmando não poder abrir exceções à sua política interna. Considero estas respostas insatisfatórias, uma vez que a empresa se limita a invocar os seus termos e condições, sem esclarecer devidamente a discrepância entre a comunicação que indica a desativação da conta Prime e a alegação posterior de que a subscrição nunca foi cancelada. A questão central não é a possibilidade de cancelar uma subscrição anual já renovada, mas sim a legitimidade de uma cobrança efetuada após um cancelamento que solicitei durante o período experimental gratuito. 3. Fundamentos da reclamação Considero que esta situação merece ser analisada à luz da legislação de defesa do consumidor aplicável, nomeadamente no que respeita à transparência das condições contratuais, à renovação automática de subscrições e ao cumprimento dos procedimentos de cancelamento. A invocação de uma política interna de não reembolso não esclarece, por si só, se a cobrança foi legítima nas circunstâncias concretas. 4. Pedido de intervenção da DECO PROteste Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste junto da eDreams Prime, com vista a obter: 1. O reembolso integral dos 89,99 € cobrados em 13 de outubro de 2026, uma vez que contesto a legitimidade da renovação por ter solicitado o cancelamento durante o período experimental gratuito. 2. Um esclarecimento formal sobre a discrepância entre o e-mail que indica a desativação da minha conta Prime e as respostas posteriores em que a empresa afirma que a subscrição permaneceu ativa. 3. A confirmação de que não serão efetuadas novas cobranças associadas a esta subscrição. 5. A avaliação da conformidade dos procedimentos adotados pela eDreams Prime com a legislação de defesa do consumidor aplicável. Pretendo resolver esta situação de forma amigável, mas considero inaceitável ter de suportar um encargo de 89,99 € por uma renovação que procurei evitar através do cancelamento durante o período experimental gratuito. Não considero suficiente a resposta padronizada da empresa, baseada na alegada manutenção da subscrição ativa e numa política de não reembolso, sem um esclarecimento concreto sobre os elementos que sustentam a minha reclamação. Agradeço, assim, o vosso apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e na obtenção de uma resolução justa para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Cruz [jsoacruz2000@gmail.com]
RECLAMAÇÃO FORMAL CONTRA A GOLDENERGY
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Goldenergy relativamente aos valores que me têm sido faturados pelo fornecimento de eletricidade e gás natural, os quais considero manifestamente desproporcionais face à realidade do meu agregado familiar e aos meus hábitos de consumo. Em agosto de 2024, quando celebrei contrato com a Goldenergy, um comercial que se deslocou à minha residência, após analisar as minhas faturas anteriores, indicou-me que cerca de 60,00 € mensais para eletricidade e gás seria um valor adequado aos meus consumos. Contudo, os valores faturados têm vindo a aumentar significativamente, apesar de se manterem essencialmente as mesmas condições de utilização. Resido num apartamento T3, onde vivem apenas um adulto e uma criança, que passam grande parte do dia fora de casa. O gás é utilizado para aquecimento de águas, confeção de alimentos — utilizando habitualmente apenas um ou dois queimadores do fogão — e aquecimento central nos meses de inverno, nomeadamente dezembro e janeiro e, eventualmente, fevereiro. A minha fatura de água ronda os 23,00 € mensais. 1. Leituras do contador de gás As leituras do contador que registei são as seguintes: 07/10/2026: 275 m³; 21/10/2026: 280 m³; 26/10/2026: 282 m³. Enviei fotografias do contador à Goldenergy. Entre 7 e 26 de outubro, o contador registou um aumento de apenas 7 m³. O consumo habitual na minha residência ronda os 10 m³ mensais. Perante estes dados, exijo que sejam verificadas as leituras utilizadas na faturação, esclarecendo se foram considerados consumos reais ou estimados, se existem acertos de períodos anteriores e se os valores faturados correspondem efetivamente ao consumo registado. 2. Histórico completo dos valores faturados Apresento abaixo todos os valores que registei, solicitando a sua análise e confronto com as faturas anexas. Período de faturação Valor 04/07/2024 a 03/08/2024 66,43 € 04/08/2024 a 03/09/2024 67,67 € 04/09/2024 a 03/10/2024 67,51 € 04/10/2024 a 03/11/2024 73,49 € 04/11/2024 a 03/12/2024 96,01 € 04/12/2024 a 03/01/2025 107,10 € 04/01/2025 a 03/02/2025 147,16 € 04/02/2025 a 03/03/2025 94,94 € 04/03/2025 a 03/04/2025 114,39 € 04/04/2025 a 03/05/2025 71,76 € 04/05/2025 a 03/06/2025 75,75 € 04/06/2025 a 03/07/2025 65,93 € 04/07/2025 a 03/08/2025 72,16 € 04/08/2025 a 03/09/2025 78,23 € 04/09/2025 a 03/10/2025 76,26 € 04/10/2025 a 03/11/2025 80,67 € 04/11/2025 a 03/12/2025 92,24 € 04/12/2025 a 03/01/2026 106,53 € 04/01/2026 a 03/02/2026 248,78 € 04/02/2026 a 03/03/2026 120,26 € 04/03/2026 a 03/04/2026 167,22 € 04/04/2026 a 03/05/2026 179,13 € 04/05/2026 a 03/06/2026 -115,52 € 04/06/2026 a 03/07/2026 95,09 € 04/07/2026 a 03/08/2026 159,44 € — após pedido de revisão, paguei 148,81 € 04/08/2026 a 03/09/2026 106,30 € — solicitei revisão; o valor aparentemente manteve-se 04/09/2026 a 03/10/2026 162,50 € — após pedido de revisão, passou para 50,33 € 07/05/2026 a 03/10/2026 173,65 € — período e natureza do valor a confirmar Os valores apresentados reproduzem os meus registos e deverão ser confrontados com as faturas. O valor negativo de -115,52 € deverá ser esclarecido quanto à sua natureza, nomeadamente se corresponde a um crédito ou acerto. O valor de 173,65 € também carece de confirmação, uma vez que o período indicado se sobrepõe a outros períodos de faturação. Destaco particularmente a fatura de 248,78 €, bem como os valores de 179,13 €, 159,44 € e 162,50 €, que considero desproporcionais face aos consumos e às características do meu agregado. Saliento ainda que a fatura de 162,50 € foi revista para 50,33 €, uma redução de 112,17 €. Esta alteração levanta dúvidas legítimas sobre os critérios de cálculo inicialmente utilizados e reforça a necessidade de uma revisão integral das restantes faturas. No entanto, recebo ontem uma fatura com acertos de maio a setembro, no valor de 173,65€. No passado dia 25/10/2026, recebi uma mensagem a informar que o meu escalão de consumo de gás passaria do escalão 1 para o escalão 2, alegadamente com base no consumo anual. Considero esta comunicação incompreensível perante as características do meu agregado familiar, os hábitos de consumo descritos e as dúvidas que subsistem quanto aos valores faturados. Exijo que a Goldenergy esclareça qual o consumo anual considerado, o período utilizado no cálculo, as leituras reais ou estimadas que serviram de base à decisão e se a alteração terá impacto no preço do gás ou nos restantes encargos. Caso a alteração tenha resultado de dados incorretos ou de consumos estimados que não correspondam à realidade, solicito a sua correção. Não me recuso a pagar os consumos efetivamente devidos. Exijo, sim, que me seja cobrado o valor correto, devidamente fundamentado e compatível com os consumos reais e as condições contratuais aplicáveis. Considero inaceitável ter de contestar sucessivamente faturas de valores tão elevados sem obter uma explicação satisfatória. Exijo transparência, rigor, revisão integral da faturação e resolução efetiva desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sofia Mota
Garantia
Em abril de 2026 comprei um telemóvel à PowerPlanet, passado 6 meses reparei que a tinta do telemóvel estava a saltar, envia reclamação para a powerplanet e fotografias do sucedido, demoraram duas semanas a responder e quando responderam disseram que a garantia não abrangia essa situação e que era normal acontecer isso devido a uso, estive a ver na internet e tive a pesquisar alguns decretos leis os quais dizem que não é bem assim. O que é certo é que paguei o telemóvel o telemóvel tem 6 meses ainda está na garantia de 3 anos a tinta está a saltar não por mal uso nem nada que se parece e a power plana tens que garantia não abrange o mesmo só defeitos de fabrico. Aguardo resposta.
Publicidade enganosa e obstáculos à devolução
Exmos. Senhores, No dia 22/09/2026 efetuei a encomenda em loja física de uma cama anunciada e faturada com as dimensões 160x200 cm, tendo a mesma sido entregue em 28/09/2026. Confiando nas características anunciadas pela empresa, adquiri igualmente um colchão numa outra empresa com as dimensões 160x200 cm, precisamente por ser compatível com a cama adquirida. Sucede que, após a montagem da cama e a colocação do colchão, verifiquei que o estrado apresenta apenas 156 cm de largura, não correspondendo às dimensões contratadas. Em consequência, o colchão não encaixa corretamente na estrutura, não ficando devidamente apoiado, situação suscetível de provocar deformação e desgaste prematuro do mesmo. Após reportar a situação à empresa e remeter os respetivos elementos fotográficos, foi-me comunicado que o artigo se encontrava em conformidade e que era normal o estrado ter apenas 156 cm de largura, apesar de a cama ser comercializada, anunciada e faturada como tendo as dimensões de 160x200 cm. Não posso aceitar tal justificação. Enquanto consumidora, adquiri um produto identificado como sendo de 160x200 cm e tenho o direito de esperar que o mesmo seja adequado à utilização normal de um colchão com essas exatas medidas. Perante a minha insistência, a empresa acabou por admitir a devolução do montante pago, mas condicionando a recolha do artigo ao facto de a cama se encontrar desmontada e embalada. Considero esta exigência manifestamente abusiva e suscetível de criar obstáculos ilegítimos ao exercício dos meus direitos. Com efeito, a desconformidade apenas pôde ser detetada depois da cama estar integralmente montada e após a colocação do colchão. Naturalmente, quando procedi à montagem, não tinha qualquer motivo para suspeitar que o produto não correspondia às características anunciadas. Acresce que tive de contratar um profissional externo para proceder à montagem da cama, suportando os respetivos custos. Não pode agora a empresa exigir que seja a consumidora a suportar novos encargos para desmontar um produto cuja desconformidade lhe é imputável. Mais grave ainda, foi-me transmitido que a transportadora poderia recusar o levantamento do artigo caso este não se encontrasse desmontado, sendo certo que a transportadora atua por conta e no interesse da empresa reclamada, não podendo tal circunstância servir para limitar ou inviabilizar a resolução da situação. Nestes termos, solicito a intervenção da entidade competente e requeiro que a empresa: 1. Proceda ao levantamento da cama no estado em que atualmente se encontra, ou seja, montada; 2. Em alternativa, envie meios próprios ou profissionais por si contratados para proceder à desmontagem e levantamento do artigo, sem qualquer custo para mim enquanto consumidora; 3. Proceda à devolução integral da quantia paga pela cama, no montante de 335,00 €. Ana Martins
Promoção não aplicada
Exmos. Senhores, Em 02/06/2026, assinei o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº M34377901, onde consta a promoção desconto de €22,90 durante 12 meses, incluído no preço total a pagar apresentado (benefício de €22,90 x12meses= €274,80). Oferta da ativação do serviço (benefício de €60,00). Total de benefícios = €334,80. Como podem verificar pela(s) fatura(s) anexa(s), o desconto acordado não está a ser aplicado, pelo que solicito a devida correção já na próxima fatura. Cumprimentos.
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