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Contestação de dívida
Venho contestar uma divida que me foi ameaçado pela intrum que não tenho qualquer conhecimento dela. Ja pedi o contrato assinado por mim e nem resposta. Pois não vou pagar um serviço que não pedi nem usufrui. Atenciosamente carla rodrigues.
Venda de máquina nova avariada
Exmos. Senhores, Venho por este meio mostrar a insatisfação pelo péssimo serviço da AEG/electrolux no que diz respeito ao foco do cliente. Explico passo-a-passo tudo o que temos passado de forma a que futuros clientes não passem pelo mesmo. - No dia 4 de outubro comprámos no site da AEG uma máquina de levar roupa. Optámos por comprar diretamente à marca porque diziam que por 89.90 euros faziam a entrega, instalação, desinstalação a remoção do equipamento antigo. Ao fazer a encomenda reparámos que não aparecia para seleccionar esse serviço (que era apresentado como vantagem de compra no site, print em anexo) - No dia 6 de outubro falámos com o centro de apoio a pedir esse serviço, disseram-nos para mandar email, o que fizemos. A resposta foi que esse serviço não está disponível e que tinhamos de contatar o parceiro deles Capital gas. - Contactamos a Capital Gas que por 135 euros nos prestavam esse serviço mas que só podiam agendar quando tivessemos a máquina fisicamente connosco. - No dia 12 de outubro é-nos entregue a máquina por um senhor com a máquina às costas! Quando lhe disse que pelo menos não teria que levar a máquina antiga, ele disse que nem tinha essa indicação (quando na verdade era a única coisa aquando a encomenda que nos deixaram seleccionar, a remoção da máquina antiga de forma gratuita). Neste dia agendámos com a Capital gas para a instalação no dia seguinte. - no dia 13 de outubro, a Capital gas instalava a máquina e mesmo com a máquina desligada da corrente, ao ligar a água, a água começa a entrar na máquina. O senhor diz que já não seria da competência dele e que teriamos de contatar a assistência da AEG, o que fizemos ainda com o senhor da Capital gas presente. Abriram um ticket mas que teriam até 3 dias para responder. - No dia seguinte agendaram para dia 16 de outubro. Nesse dia o senhora da assistência nem 5 min esteve, nem ligou a água, carregou em botões e disse logo que era da electroválvula e que ia encomendar mas só deveria chegar a meio da semana. Nesse mesmo dia tentámos ligar para electrolux e dize que queriamos a subsituição da máquina, mas o centro de contato disse que não podia fazer nada porque não tinham recebido o relatório da assistência. - No dia 19 continuavam sem receber o relatório mas um dia mais atrde lá agendaram a assistência para dia 21. - No dia 21 o senhor da assistência trocou a peça e quando ligou a máquina começou a fazer um barulho (tipo batida) que só parava quando desligava da corrente. E quando voltou a ligar a máquina, a máquina já só fazia esse barulho, e nem ligava o visor. O senhor disse que a máquina teria de ser substituída. - No dia 21, 22 e 23 ligámos para o serviço de clientes, diziam sempre que faltava o relatório da assistência. No final do dia 23 diziam que iam abrir o pedido de substituição e pedimos que fosse pedida máxima urgência. - No dia 26 ligamos novamente, e dependendo de quem nos atendia, diziam que não tinha nada a ver com eles e para enviar email, outros dizia que estava a ser tratado pela superior (uma Ana), e ninguém nos sabia dizer se existia de facto um pedido de substituição aberto e muito menos quando é que vinham substituir a máquina por uma que funcione. - Hoja dia 27, está tudo na mesma, sempre que ligamos temos de explicar tudo de novo, embora sejam sempre uma das mesmas 4 pessoas que nos atendem, continua a falar-nos em reparações, em tickets na sua superior, e nós sem lavar roupa em casa há 4 semanas. No telefonema de hoje exigimos a devolução porque já não aguentamos mais este serviço prestado pela Electrolux, não só a devolução do dinheiro como dos 135 que gastámos no parceiro que eles nos recomendaram para instalarem a máquina. Exigimos também que venham buscar a máquina até ao final da semana porque não somos armazem da AEG e queremos comprar outra máquina de outro fornecedor qualquer. Para nosso espanto, enquanto escrevia esta reclamação, recebemos novo email a dizer que o ticket de reparação estava aberto isto é desesperante. Não há qualquer orientação ao cliente, o facto de terem entregue uma máquina nova avariada, para eles, é indiferente. No mínimo, a tal senhora supervisor já nos teria ligado com a informação consolidada sobre quando é que nos entregariam uma máquina nova. Estamos fartos de cancelar compromissos devido aos agendamentos de assistência e fartos de gastar dinheiro em lavandaria. O mínimo que exigimos é a restituição do valor completo da máquina (897.14 euros) + 135 euros da instalação, e que venham buscar a máquina esta semana.
Reembolso de 497,07 € em atraso após cancelamento da encomenda
Exmos. Senhores, Em 01/10/2026, efetuei uma encomenda na vossa loja online, no valor de 497,07 €, que paguei por MB WAY. Em 12/10/2026, exerci o direito de livre resolução, solicitando o cancelamento e o reembolso. A receção deste pedido foi confirmada pela vossa empresa nesse mesmo dia. Os artigos nunca me foram entregues. Em 13/10/2026, emitiram a nota de crédito NC 2026A4/6085, correspondente ao valor pago. Contudo, até hoje, 27/10/2026, não recebi o dinheiro nem um comprovativo de execução do reembolso, apesar dos contactos posteriores. O prazo de 14 dias previsto no artigo 12.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 24/2014 terminou em 26/10/2026. A emissão de uma nota de crédito não substitui a devolução efetiva do dinheiro. Face ao incumprimento, solicito a devolução em dobro do montante pago, num total de 994,14 €, nos termos do artigo 12.º, n.º 6, do mesmo diploma, dentro do prazo aí previsto de 15 dias úteis. Não pretendo vale ou saldo para futuras compras. Solicito uma resposta escrita com a data de regularização e o envio do respetivo comprovativo de pagamento. Com os melhores cumprimentos.
Vinted recusa resolver problema de encomenda não entregue e deixa vendedor com o prejuízo
Venho apresentar uma reclamação contra a Vinted relativamente a uma venda, enviada através da transportadora SEUR, utilizando uma etiqueta de envio disponibilizada pela própria Vinted. Dados do envio: Transportadora: SEUR / TIPSA Pickup Código de seguimento: 000191324787 Data de envio: 05/10/2026 Estado da encomenda: nunca foi atualizado dentro da Vinted. Entreguei a encomenda à transportadora e tenho o comprovativo de envio. Além disso, consultei diretamente o sistema de seguimento da SEUR, que confirmou que a encomenda foi entregue em 08/10/2026, às 12h01. Apesar de ter cumprido a minha parte enquanto vendedor, o comprador não recebeu o produto e fiquei numa situação em que posso perder tanto o artigo como o valor da venda. Contactei a Vinted por diversas vezes, expliquei a situação e solicitei uma revisão da decisão. No entanto, recebi respostas sucessivas a informar que a decisão final se mantinha, sem que me fosse apresentada uma explicação concreta para a recusa de uma eventual indemnização ou uma solução para o prejuízo sofrido. Considero esta situação injusta. Utilizei o método de envio disponibilizado pela própria plataforma e disponho de provas de que a encomenda foi entregue à transportadora. Não considero razoável que um vendedor que cumpriu as suas obrigações tenha de suportar sozinho as consequências de um problema logístico, sem uma justificação devidamente fundamentada para a decisão tomada. Embora o valor da venda seja de apenas 10 €, considero que o problema merece ser resolvido. A questão não é apenas o montante envolvido, mas também a responsabilidade da plataforma perante os vendedores que utilizam os seus serviços e cumprem os procedimentos estabelecidos. Solicito, por isso, que a Vinted: Apresente uma explicação fundamentada para a decisão de não me compensar pelo prejuízo sofrido; Esclareça o resultado da investigação relativa à encomenda com o código de seguimento 000191324787 e as diligências realizadas junto da SEUR; Reavalie o caso tendo em conta os comprovativos de envio e as condições aplicáveis ao transporte utilizado; Apresente uma solução justa, através da recuperação e devolução do artigo, caso seja localizado, ou da compensação a que possa ter direito nos termos aplicáveis. Já tentei resolver esta situação diretamente com o apoio ao cliente da Vinted, mas não obtive uma resposta que esclareça os fundamentos da decisão nem uma solução satisfatória. Espero que esta reclamação permita dar visibilidade ao caso e obter uma análise efetiva, transparente e devidamente fundamentada, para que não tenha de suportar injustamente um prejuízo decorrente de uma encomenda que enviei e que nunca chegou ao comprador.
ENCOMENDA NAO RECEBIDA
Exmos. Senhores, Em 23/10/2026 adquiri um livro, da marca wook, pelo valor de 10,45 €. O pagamento foi efetuado no momento. Até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei contacto junto dos vossos serviços e obtive a resposta "a encomenda nº 16874543 não foi enviada porque o ponto PAPELARIA VIKTORIAS está, de momento, indisponível." 1. Têm o dever contratual de avisar porque o cliente não adivinha. 2. É mentira que o ponto PAPELARIA VIKTORIAS esteja, de momento, indisponível. Acabei de contactar para o número 21 234 77 56 e foi-me confirmado que continuam a receber encomendas.
Não reembolsam
Comprei uma máquina de café Delonghi no dia 30/09/2026. Ao seguir todos os procedimentos recomendados para a inicialização, a máquina não deitava água. Contactei o apoio ao cliente da Delonghi, realizei vários testes com o técnico ao telefone, mas a máquina continuou sem funcionar. A Delonghi informou-me por email para entregar a máquina numa loja, tendo em conta que o erro persistia. Liguei para o apoio ao cliente da Rádio Popular e indicaram-me que deveria proceder à livre resolução da compra, já que estava dentro do prazo de 14 dias. Fiz a livre resolução de imediato e enviei um email à Rádio Popular a informar da minha decisão. Mais tarde, recebi uma resposta da Rádio Popular a instruir para entregar a máquina na loja para ser analisada pela assistência técnica. Esclareci novamente por email que não pretendia reparação, mas sim o reembolso. Mesmo assim, quando entreguei a máquina na loja, informaram-me que só poderia ser considerado o reembolso após confirmação da avaria. No dia 27/10, recebi uma mensagem da loja a indicar que a máquina estava reparada e pronta para levantamento. Voltei a contactar a Rádio Popular, mas disseram-me que tinha de resolver o assunto diretamente com a loja. Quero esclarecer que nunca pedi reparação, apenas pretendo o reembolso da máquina. Considero inaceitável estar a ser contrariada na minha decisão, tendo cumprido todos os prazos e procedimentos de livre resolução. Fui á loja pedir o reembolso, foi me informado que não me reembolsam, porque a máquina não tinha avaria nenhuma conforme a assistência técnica , quando , no dia que chegou a máquina, fiz testes com o apoio da Delonghi e própria marca indica que tenho que devolver por avaria Não levantei a máquina de café, fiz reclamação no livro de reclamações Porque quero o reembolso
Troca colchão defeituoso
Exmos. Senhores, Desde o mês de julho que aguardo a troca do colchão defeituoso. Enviei a documentação toda necessária e reconheceram que o produto era abrangido pela garantia e seria trocado. Até agora nada, estando sempre a inventar desculpas para não entregaram o colchão novo.
Valor Abusivo
Embora o problema técnico aparente ter ficado resolvido, a falta de transparência na cobrança é inaceitável. Foi-me exigido o valor exorbitante de 1500€ por um desentupimento que mal demorou uma hora, o que demonstra uma total desproporção e um aproveitamento da situação de necessidade do cliente. Depois do serviço feito vem a dizer que os valores são de tabela, tabela esta que nunca foi apresentada antes do serviço ter sido iniciado. Este tipo de serviço como estava realmente a ser preciso nem perguntei primeiro qual seria o orçamento.
Reclamação formal sobre a conduta de motorista da UNIR – Linha 7013 – Falta de paragem
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à conduta de uma motorista da UNIR que assegura a linha 7013, na sequência de duas situações ocorridas nos dias 13 e 27 de outubro de 2026, que considero graves e reveladoras de falta de atenção e profissionalismo no exercício das suas funções. A minha filha, de 14 anos, utiliza regularmente esta linha para regressar da escola a casa. Em ambos os dias, apanhou o autocarro com passagem prevista às 13h22 na paragem E.B. 2/3 S. Lourenço, devendo sair na paragem Chãos. No dia 13 de outubro, apesar de ter carregado no botão de solicitação de paragem, a motorista não parou na paragem Chãos, obrigando a minha filha a prosseguir viagem para além do seu destino. Infelizmente, a situação repetiu-se hoje, dia 27 de outubro, no mesmo autocarro e com a mesma motorista. Mais uma vez, a minha filha carregou no botão para solicitar a paragem, mas a motorista não parou onde deveria. Segundo o relato da minha filha e de uma colega que a acompanhava, a motorista encontrava-se distraída a conversar com outros passageiros, não tendo aparentemente prestado atenção ao sinal sonoro do pedido de paragem. A situação torna-se ainda mais preocupante pelo facto de, logo na paragem seguinte, ter ocorrido um episódio semelhante com outro passageiro, que manifestou o seu desagrado perante a falta de paragem. A resposta da motorista terá sido a de que o passageiro carregara no botão errado. No entanto, segundo o relato coincidente da minha filha e da colega, esse passageiro também carregou no botão e o sinal sonoro foi claramente audível. Tal circunstância reforça a preocupação de que a motorista não estivesse suficientemente atenta aos pedidos de paragem por se encontrar envolvida numa conversa. Considero esta conduta inaceitável. A função de um motorista de transporte público exige atenção permanente ao percurso e aos pedidos de paragem dos passageiros. As conversas com passageiros não podem, em circunstância alguma, comprometer o cumprimento do serviço nem prejudicar quem depende deste transporte. Para além do incómodo e da frustração causados, estas falhas têm consequências concretas para a minha filha. Sendo menor e tendo apenas 14 anos, vê-se obrigada a sair numa paragem que não corresponde ao seu destino e a apanhar outro autocarro para conseguir chegar a casa, o que faz com que o seu tempo de viagem seja praticamente o dobro. É particularmente preocupante que uma adolescente que regressa da escola tenha de enfrentar este tipo de situação, sem poder confiar que o autocarro efetuará a paragem devidamente solicitada. É igualmente inadmissível que o mesmo problema se repita com a mesma motorista, em duas ocasiões distintas, num intervalo de apenas duas semanas. Assim, solicito à UNIR que: -Averigue formalmente os dois incidentes, tendo em conta a linha 7013, o horário das 13h22, a paragem E.B. 2/3 S. Lourenço e o destino previsto, Chãos; -Identifique a motorista e verifique, se disponíveis, os registos de localização do veículo e outros elementos que permitam apurar o sucedido; -Avalie a conduta da motorista e tome as medidas adequadas para evitar a repetição destas situações; -Garanta que os motoristas se mantêm atentos aos pedidos de paragem e cumprem as paragens solicitadas pelos passageiros; -Me seja enviada uma resposta formal sobre a análise efetuada e as medidas adotadas na sequência desta reclamação. Não considero aceitável que uma passageira de 14 anos seja obrigada, por duas vezes, a prolongar significativamente o seu percurso para casa devido à aparente falta de atenção de quem tem a responsabilidade de assegurar o transporte. Espero que esta reclamação seja tratada com a seriedade que merece e que sejam tomadas medidas concretas para que situações desta natureza não voltem a acontecer, nem à minha filha nem a qualquer outro passageiro. Aguardo uma resposta por parte da UNIR. Com os melhores cumprimentos, Ana Pinto
Rejeição de Alegada Dívida por Inexistência de Contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio contestar a alegada dívida que me está a ser imputada pela entidade Medicare e INDEBT, relativa a um plano de saúde Medicare. Informo que nunca recebi contrato nem cartões da Medicare, por isso nunca usufruí de qualquer serviço, nunca ativei qualquer plano, nem celebrei qualquer contrato formal com a referida empresa. Nos termos do Artigo 5.º, n.º 7 do Decreto-Lei n.º 24/2014, os contratos celebrados por telefone apenas vinculam o consumidor após a sua assinatura ou envio de consentimento por escrito, o que nunca aconteceu. Uma vez que não existe um contrato juridicamente válido nem fundamentação legal para os valores pedidos, exijo o imediato cancelamento do processo de cobrança junto da INDEBT, a anulação de alegados saldos em dívida e a eliminação dos meus dados pessoais.
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