Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. A.
27/10/2026

ENCOMENDA NAO RECEBIDA

Exmos. Senhores, Em 23/10/2026 adquiri um livro, da marca wook, pelo valor de 10,45 €. O pagamento foi efetuado no momento. Até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei contacto junto dos vossos serviços e obtive a resposta "a encomenda nº 16874543 não foi enviada porque o ponto PAPELARIA VIKTORIAS está, de momento, indisponível." 1. Têm o dever contratual de avisar porque o cliente não adivinha. 2. É mentira que o ponto PAPELARIA VIKTORIAS esteja, de momento, indisponível. Acabei de contactar para o número 21 234 77 56 e foi-me confirmado que continuam a receber encomendas.

Em curso

Não reembolsam

Comprei uma máquina de café Delonghi no dia 30/09/2026. Ao seguir todos os procedimentos recomendados para a inicialização, a máquina não deitava água. Contactei o apoio ao cliente da Delonghi, realizei vários testes com o técnico ao telefone, mas a máquina continuou sem funcionar. A Delonghi informou-me por email para entregar a máquina numa loja, tendo em conta que o erro persistia. Liguei para o apoio ao cliente da Rádio Popular e indicaram-me que deveria proceder à livre resolução da compra, já que estava dentro do prazo de 14 dias. Fiz a livre resolução de imediato e enviei um email à Rádio Popular a informar da minha decisão. Mais tarde, recebi uma resposta da Rádio Popular a instruir para entregar a máquina na loja para ser analisada pela assistência técnica. Esclareci novamente por email que não pretendia reparação, mas sim o reembolso. Mesmo assim, quando entreguei a máquina na loja, informaram-me que só poderia ser considerado o reembolso após confirmação da avaria. No dia 27/10, recebi uma mensagem da loja a indicar que a máquina estava reparada e pronta para levantamento. Voltei a contactar a Rádio Popular, mas disseram-me que tinha de resolver o assunto diretamente com a loja. Quero esclarecer que nunca pedi reparação, apenas pretendo o reembolso da máquina. Considero inaceitável estar a ser contrariada na minha decisão, tendo cumprido todos os prazos e procedimentos de livre resolução. Fui á loja pedir o reembolso, foi me informado que não me reembolsam, porque a máquina não tinha avaria nenhuma conforme a assistência técnica , quando , no dia que chegou a máquina, fiz testes com o apoio da Delonghi e própria marca indica que tenho que devolver por avaria Não levantei a máquina de café, fiz reclamação no livro de reclamações Porque quero o reembolso

Em curso
E. M.
27/10/2026

Troca colchão defeituoso

Exmos. Senhores, Desde o mês de julho que aguardo a troca do colchão defeituoso. Enviei a documentação toda necessária e reconheceram que o produto era abrangido pela garantia e seria trocado. Até agora nada, estando sempre a inventar desculpas para não entregaram o colchão novo.

Em curso

Valor Abusivo

Embora o problema técnico aparente ter ficado resolvido, a falta de transparência na cobrança é inaceitável. Foi-me exigido o valor exorbitante de 1500€ por um desentupimento que mal demorou uma hora, o que demonstra uma total desproporção e um aproveitamento da situação de necessidade do cliente. Depois do serviço feito vem a dizer que os valores são de tabela, tabela esta que nunca foi apresentada antes do serviço ter sido iniciado. Este tipo de serviço como estava realmente a ser preciso nem perguntei primeiro qual seria o orçamento.

Em curso
A. P.
27/10/2026

Reclamação formal sobre a conduta de motorista da UNIR – Linha 7013 – Falta de paragem

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à conduta de uma motorista da UNIR que assegura a linha 7013, na sequência de duas situações ocorridas nos dias 13 e 27 de outubro de 2026, que considero graves e reveladoras de falta de atenção e profissionalismo no exercício das suas funções. A minha filha, de 14 anos, utiliza regularmente esta linha para regressar da escola a casa. Em ambos os dias, apanhou o autocarro com passagem prevista às 13h22 na paragem E.B. 2/3 S. Lourenço, devendo sair na paragem Chãos. No dia 13 de outubro, apesar de ter carregado no botão de solicitação de paragem, a motorista não parou na paragem Chãos, obrigando a minha filha a prosseguir viagem para além do seu destino. Infelizmente, a situação repetiu-se hoje, dia 27 de outubro, no mesmo autocarro e com a mesma motorista. Mais uma vez, a minha filha carregou no botão para solicitar a paragem, mas a motorista não parou onde deveria. Segundo o relato da minha filha e de uma colega que a acompanhava, a motorista encontrava-se distraída a conversar com outros passageiros, não tendo aparentemente prestado atenção ao sinal sonoro do pedido de paragem. A situação torna-se ainda mais preocupante pelo facto de, logo na paragem seguinte, ter ocorrido um episódio semelhante com outro passageiro, que manifestou o seu desagrado perante a falta de paragem. A resposta da motorista terá sido a de que o passageiro carregara no botão errado. No entanto, segundo o relato coincidente da minha filha e da colega, esse passageiro também carregou no botão e o sinal sonoro foi claramente audível. Tal circunstância reforça a preocupação de que a motorista não estivesse suficientemente atenta aos pedidos de paragem por se encontrar envolvida numa conversa. Considero esta conduta inaceitável. A função de um motorista de transporte público exige atenção permanente ao percurso e aos pedidos de paragem dos passageiros. As conversas com passageiros não podem, em circunstância alguma, comprometer o cumprimento do serviço nem prejudicar quem depende deste transporte. Para além do incómodo e da frustração causados, estas falhas têm consequências concretas para a minha filha. Sendo menor e tendo apenas 14 anos, vê-se obrigada a sair numa paragem que não corresponde ao seu destino e a apanhar outro autocarro para conseguir chegar a casa, o que faz com que o seu tempo de viagem seja praticamente o dobro. É particularmente preocupante que uma adolescente que regressa da escola tenha de enfrentar este tipo de situação, sem poder confiar que o autocarro efetuará a paragem devidamente solicitada. É igualmente inadmissível que o mesmo problema se repita com a mesma motorista, em duas ocasiões distintas, num intervalo de apenas duas semanas. Assim, solicito à UNIR que: -Averigue formalmente os dois incidentes, tendo em conta a linha 7013, o horário das 13h22, a paragem E.B. 2/3 S. Lourenço e o destino previsto, Chãos; -Identifique a motorista e verifique, se disponíveis, os registos de localização do veículo e outros elementos que permitam apurar o sucedido; -Avalie a conduta da motorista e tome as medidas adequadas para evitar a repetição destas situações; -Garanta que os motoristas se mantêm atentos aos pedidos de paragem e cumprem as paragens solicitadas pelos passageiros; -Me seja enviada uma resposta formal sobre a análise efetuada e as medidas adotadas na sequência desta reclamação. Não considero aceitável que uma passageira de 14 anos seja obrigada, por duas vezes, a prolongar significativamente o seu percurso para casa devido à aparente falta de atenção de quem tem a responsabilidade de assegurar o transporte. Espero que esta reclamação seja tratada com a seriedade que merece e que sejam tomadas medidas concretas para que situações desta natureza não voltem a acontecer, nem à minha filha nem a qualquer outro passageiro. Aguardo uma resposta por parte da UNIR. Com os melhores cumprimentos, Ana Pinto

Em curso
M. C.
27/10/2026

Rejeição de Alegada Dívida por Inexistência de Contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio contestar a alegada dívida que me está a ser imputada pela entidade Medicare e INDEBT, relativa a um plano de saúde Medicare. Informo que nunca recebi contrato nem cartões da Medicare, por isso nunca usufruí de qualquer serviço, nunca ativei qualquer plano, nem celebrei qualquer contrato formal com a referida empresa. Nos termos do Artigo 5.º, n.º 7 do Decreto-Lei n.º 24/2014, os contratos celebrados por telefone apenas vinculam o consumidor após a sua assinatura ou envio de consentimento por escrito, o que nunca aconteceu. Uma vez que não existe um contrato juridicamente válido nem fundamentação legal para os valores pedidos, exijo o imediato cancelamento do processo de cobrança junto da INDEBT, a anulação de alegados saldos em dívida e a eliminação dos meus dados pessoais.

Em curso
R. B.
27/10/2026

Cobrança indevida

Exmos Senhores A Bolt cobrou-me 2 meses sem me ter avisado nem na altura da inscrição nem do fim do período experimental. Já reclamei pelos canais deles há mais de um mês e não devolvem o dinheiro apesar de terem prometido que o fariam. Raimundo Barbosa Telemóvel 961442861 NIF 133129586

Em curso
R. B.
27/10/2026

WiFi não funciona

Exmos Senhores Há cerca de duas semanas que estou sem WiFi. Sou cliente da DIGI. Já fiz n telefonemas enviei email, prometem vir resolver o problema mas não vem. Raimundo Adelino Santos Praceta Estanislau Raimundo Nogueira 3. 2 Dto 2615-075 Alverca do Ribatejo NIF: 133129586 Telemóvel: 961442862

Resolvida
H. C.
27/10/2026

Castro Electrónica - Encomenda online sem atualização e ausência de resposta

No dia 19 de outubro, fiz uma compra na loja online e paguei de imediato. No dia seguinte, recebi um e-mail a informar que a minha encomenda estava em preparação e, mais tarde, outro a dizer que estava em processo de faturação. Já passou uma semana e o estado da encomenda continua igual, sem qualquer evolução. Tentei contactar a loja por telefone, mas a chamada toca indefinidamente e ninguém atende. Também preenchi o formulário de apoio ao cliente, mas apenas obtive uma resposta automática e ninguém me contactou. Sinto-me completamente enganado com esta situação e considero este tratamento inaceitável.

Resolvida
A. F.
27/10/2026

Medicare

Exmos Senhores,venho por este meio pedir um aconselhamento ou possível resolução há cerca de cinco anos eu e a minha esposa fizemos um seguro de saúde com a medicare na condição que eles nos enviariam os cartões ,a partir daí até a data atual nunca recebemos nenhum cartão e nunca utilizamos os serviços porque não tínhamos acesso passado um tempo a Medicare começou a enviar cartas a dizer que tínhamos uma dívida,a minha esposa ligou para eles a dizer que nunca tinha recebido nenhum cartão e que nunca utilizou os seus serviços porque era impossível sem ter o cartão a operadora simplesmente respondeu que não tinha nada a ver com isso que somente tinha que pagar a dívida e agora ameaçam que a dívida está no contencioso,peço ajuda a Deco porque já não sabemos o que fazer,obrigado pela atenção

Em curso

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