Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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2. Receba um email assim que a empresa responder.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
Adquiri um aparelho auditivo
Exmos. Senhores, venho por este meio pedir uma opinião como fazer para desfazer este negócio de 5999€. Em fevereiro adquiri um aparelho auditivo entre um a dois meses teve uma avaria demorou tempo mas resolveram passados mais um dois meses voltou a avariar pedi novamente um técnico para resolver o problema demorou um pouco mais veio deu um jeito mas logo no dia seguinte deixou de dar voltei a chamar o técnico mas até á data não agendaram uma visita para a reparação ou mesmo a substituição dos mesmos. Como não estou satisfeito com eles quero saber se podes desfazer o negócio e receber o valor dado por mim? Obrigada pela atenção Adélio Sá
Montante não devolvido.
Exma. Direção da O Meu Doutor (RAP - Reabilitação Auditiva Portugal, Lda.), o mmeu nome é Miguel Angel Ramón Ferrer, genro de Dona Nuelma Soares. Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e apresentar uma reclamação formal relativamente à compra de aparelhos auditivos efetuada pela minha sogra, uma senhora de 95 anos de idade, no valor de 5.990 euros.A venda foi efetuada através de métodos de angariação agressivos dirigidos a uma pessoa idosa e vulnerável. No próprio dia da compra, após verificar que os aparelhos lhe causavam forte mal-estar físico, a minha sogra decidiu rescindir o contrato.Procedeu-se ao cancelamento estritamente dentro dos prazos e moldes legais definidos no contrato e na legislação portuguesa vigente para contratos celebrados fora do estabelecimento comercial (Direito de Livre Resolução de 14 dias, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014).Apesar de termos cumprido escrupulosamente todas as formalidades e devolvido os equipamentos, a vossa empresa continua a não devolver o montante pago, retendo indevidamente o dinheiro de uma cidadã idosa.Exijo a devolução imediata do valor integral correspondente aos aparelho.Fico a aguardar uma resposta urgente e a respetiva nota de crédito.Com os meus cumprimentos,[Miguel Ángel Ramón Ferrer / Nuelma Soares]
Resolução de contrato por livre Resolução
Assunto : Resolução de contrato por livre Resolução - Contrato n° 13489 DA Venho por este meio apresentar uma reclamação e exigir o cancelamento do contrato de compra e venda de um aparelho auditivo, realizada no dia 11 de setembro de 2026, numa das vossas unidades móveis, pelo valor total de 5.990 €, já integralmente pago. Senti que fui alvo de uma abordagem de venda extremamente agressiva e sob grande pressão emocional. O vosso comercial colocou-me o aparelho diretamente nos ouvidos, onde permaneceu durante cerca de 4 horas, sem que me fosse dado tempo suficiente para refletir sobre um investimento desta dimensão. Ao abrigo da legislação aplicável, exerço o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago. O equipamento está guardado na respetiva caixa e disponível para devolução assim que o montante me for restituído. Espero uma resposta urgente, caso contrário terei de recorrer a outras entidades de defesa do consumidor.
Venda a idoso sobre pressão
Exmos. Senhores Eu recebi um telefonema para ir fazer um rastreio de vários exames que eram muito importantes dada a minha idade, e eu fui ao chegar uma senhora mandou-me entrar na carrinha e começou a fazer um exame auditivo que eu exitei porque sei que não tenho solução para mim. Mas a senhora insistiu dizendo que era preciso aquele para fazer os outros seguintes. Saímos da parte de trás da carrinha e ela disse-me que o resto dos exames se faziam na outra parte da carrinha. Eu entrei, e estava uma rapariga de bata branca sentada à frente de um computador e a senhora que me acompanhava disse que era necessário retificar o exame. E eu acreditei, e a senhora simulou um exame que eu não percebi nada, mas eu estava confusa imaginando que se seguiam mais exames, a senhora que me acompanhava sentou-se e disse-me que eu tinha um grave problema no ouvido, que estava a perder a audição. Eu fiquei mais confusa ainda, e ela começou a tentar me convencer que havia solução. Não havendo eu continuei cada vez mais confusa e não percebia o que estava a acontecer, era como se tivesse meia adormecida e passei a fazer tudo o que me mandaram. A senhora mandou-me assinar e eu assinei sem qualquer responsabilidade não tive noção do preço, nem se podia pagar ou não, se fiz a compra a pronto pagamento ou em mensalidades. A senhora ajudou-me a sair da carrinha com muito cuidado, e parecia que tinha muito medo de eu cair. Eu continuei caminhando meio assustada e confusa. Isto aconteceu no parque de um Pingo Doce em Portimão. Eu não sabia para onde me dirigir, se entrasse no Pingo doce e comprasse alguma coisa, ou se me dirigir se para o carro. Entrei no Pingo doce sem saber bem o que fazia dando algumas voltas comprei duas coisas saí dirigindo-me ao carro, já um pouco mais consciente mas assustada. Consegui conduzir até a casa mas não dormi nada assustada com o que se tinha passado porque não acreditava naquele aparelho e como ia resolver o problema, (mas já consiente tive noção que antes de entrar na parte da frente da carrinha tinha consciência do que queria, sabendo que eu não necessitava de um exame de audição e que não ia me deixar enganar) também com medo de contar aos meus filhos. Porque eu já desconfiava que tinha sido burlada. Eu estava com uma depressão piorei muito, mas não sabia a quem me dirigir. Fui ao banco mas disseram-me que tinha que ir à polícia. Eu não pudia ir porque com toda aquela aflição, não sabia onde tinha posto o aparelho, e pensava que uma vez assinado, não poderia fazer mais nada. E assim tem continuado este sofrimento. Porque para mim é uma importância muito grande e que não me adianta rigorosamente nada. Há poucos dias desabafei com o meu neto de 15 anos, e ele lembrou-se logo de ir pesquisar, encontrando logo um caso parecido com o meu. Em que uma filha denunciava burla aos pais idosos cometida pela a mesma empresa. Foi para mim algum alívio porque já não me sentia só, e com esperança de que ainda havia algo a fazer, porque eu tenho 71 anos, fiz muitos rastreios mas nunca vi vender nada num rastreio. Este assunto me está prejudicando muito, e não quero que outros idosos sejam também prejudicados. Porque quem abusa dos mais velhos deve ser punido. Desde já agradeço a vossa colaboração e ajuda.
venda agressiva aparelho auditivo
Assunto: Pedido de apoio e análise de situação de consumo – aquisição de aparelhos auditivos e contrato de crédito associado Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação que envolve a minha sogra, a Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado, e que nos suscita sérias preocupações enquanto consumidores. A Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado é uma pessoa idosa, residente em Quinta Vale do Homem, n.º 28, Rés-do-Chão, Reta da Salinha, 6440-492 Nogueira do Cravo, Oliveira do Hospital. No dia 12 de maio de 2026, participou numa ação de rastreio auditivo gratuito promovida pela empresa OMD Audição Portugal, Lda., NIPC 514149485. Esta ação foi realizada numa carrinha/unidade móvel de rastreio auditivo e não num estabelecimento comercial tradicional. Durante essa ação, foi informada de que sofria de perda auditiva e foi aconselhada a adquirir aparelhos auditivos. A venda foi efetuada pela colaboradora Joana Martins, tendo sido atendida pelo Sr. Paulo Breda e avaliada pela audiologista Mariana Moura. Na sequência do rastreio foi celebrado o contrato n.º 12331DA, através do qual foram vendidos dois aparelhos auditivos modelo SPA360 e respetivos acessórios. Os equipamentos fornecidos incluíram: Dois aparelhos auditivos modelo SPA360; Auscultadores e acessórios associados; Carregador; Olivas e restantes componentes fornecidos com o equipamento. Posteriormente foi celebrado um contrato de crédito associado à aquisição destes equipamentos. O contrato de crédito tem o n.º 80004465299 e foi aprovado apenas em 20 de maio de 2026. O valor global financiado ascende a 6.507,70 €, sendo que aproximadamente 5.990 € correspondem ao custo dos aparelhos auditivos e o valor remanescente corresponde a encargos e seguro associado ao financiamento. O contrato prevê o pagamento de 72 prestações mensais de 114,29 €. Após a contratação, a família tomou conhecimento do valor total do compromisso financeiro assumido e verificou que a Senhora Lucília não possui capacidade económica compatível com este encargo. A consumidora já possui outras responsabilidades financeiras em curso, incluindo outro crédito ativo, situação que agrava significativamente a sua capacidade de pagamento. A Senhora Lucília possui reduzida literacia financeira e tem dificuldade em compreender contratos complexos, designadamente contratos de crédito, os respetivos encargos e as consequências financeiras de longo prazo. Acresce que os aparelhos auditivos adquiridos não se revelaram adequados à sua utilização diária. A consumidora não conseguiu adaptar-se aos equipamentos, não os utiliza regularmente e considera que os mesmos não lhe proporcionaram o benefício esperado. Existem igualmente dúvidas relativamente ao processo de avaliação auditiva realizado antes da venda, nomeadamente quanto à realização dos exames necessários, à explicação dos resultados obtidos e ao esclarecimento prestado sobre as alternativas disponíveis. A família considera que a consumidora não teve plena perceção do compromisso financeiro que estava a assumir nem do impacto económico de um contrato desta dimensão. Perante esta situação, foram preparados pedidos de resolução amigável dirigidos quer à OMD Audição Portugal, Lda., quer à entidade financiadora Credibom, solicitando a devolução dos equipamentos e a resolução dos contratos celebrados. No entanto, antes de avançarmos para outras entidades ou meios de resolução de conflitos, pretendemos obter o parecer e apoio da DECO. Assim, solicitamos: A análise da legalidade e regularidade de todo o processo de venda e financiamento; A análise dos direitos da consumidora relativamente à resolução do contrato; A análise da atuação da entidade vendedora e da entidade financiadora; Informação sobre os mecanismos mais adequados para defesa dos direitos da consumidora; Apoio na eventual apresentação de reclamações ou procedimentos de resolução de litígios. Juntaremos toda a documentação disponível, incluindo contratos, proposta de crédito, comprovativos de pagamento e restantes elementos relevantes. Agradecemos desde já toda a atenção dispensada e ficamos a aguardar a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos, João Carlos Fonseca Restolho Em representação de Lucília Marques Rodrigues Pagado Oliveira do Hospital, 03 de junho de 2026
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