Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

COBRANÇA DUVIDOSA

Provavelmente sou mais um cliente / ou não a reclamar de uma suposta dívida em cobrança sem que seja indicada qualquer documentação ou prova da existência dessa dívida A white star enviou, por correio uma cobrança de uma suposta dívida e sem qulquer prova documental acontece que tenho estado fora do país há mais de 15 anos e não reconheço qualquer dívida destes valores indicados Também não reajo bem com ameaças de cobrança em tribunal para a correr pagar cerca de 1/3 da alegada dívida. Sou mais um que não cai no conto do vigário com cobranças a correr.

Em curso
A. R.
29/07/2026
Looking4Parking (Portugal)

Parachoques danificado

Exmos Sr's è inaceitavel não darem seguimento a uma reclamaçao de um carro danificado durante a prestaçao de um serviço por arte de um dos vossos fornecedores neste caso a JET PARK LIsboa. Continuou a aguardar uma resposta. Obgd Cumpts

Em curso
M. M.
29/07/2026
Tuticar.pt

Reclamação relativa à garantia e conduta intimidatória do proprietário

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado pelo STand TUTICAR no âmbito da garantia do veículo que adquiri. Durante o processo de compra, o atendimento foi exemplar. O vendedor mostrou-se sempre disponível, acessível e profissional, transmitindo-me a confiança necessária para concretizar a aquisição do veículo. Contudo, após detetar uma avaria no sistema de ar condicionado e solicitar a respetiva reparação ao abrigo da garantia, a postura do vendedor alterou-se por completo. Em vez de receber um atendimento profissional e orientado para a resolução do problema, fui tratado com arrogância, falta de respeito e uma atitude claramente rude, tornando toda a comunicação desagradável e desnecessariamente conflituosa. A situação agravou-se depois de eu ter publicado uma crítica relativa ao serviço prestado no respetivo site. Na sequência dessa publicação, fui contactada telefonicamente por um senhor que se identificou como sendo o proprietário do stand. Durante essa chamada, voltou a adotar uma postura extremamente mal-educada, utilizando linguagem ofensiva e recorrendo a diversas expressões insultuosas e palavrões. Durante a mesma chamada, afirmou ainda que eu não tinha o direito de publicar uma crítica relativamente ao serviço prestado. Tal afirmação é incorreta, uma vez que a crítica publicada refletia exclusivamente a minha experiência enquanto consumidora e foi efetuada no exercício do meu direito de expressar a minha opinião sobre o serviço recebido. Em vez de procurar resolver a situação de forma profissional, optou por uma postura intimidatória e hostil. Para além disso, proferiu afirmações que considerei claramente intimidatórias, designadamente: "Sei onde a menina vive", "amanhã falamos cara a cara" e "vais levar comigo durante muito tempo". Estas expressões causaram-me um sentimento de intimidação e insegurança, sendo totalmente inadmissíveis no contexto de uma relação comercial e de uma reclamação apresentada por um consumidor. Considero esta postura inaceitável, sobretudo quando me limitei a exercer direitos que me assistem enquanto consumidora, nomeadamente o direito de exigir a reparação de uma avaria abrangida pela garantia legal e o direito de manifestar publicamente, de forma verdadeira e fundamentada, a minha experiência enquanto cliente. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade dos bens quando exista uma falta de conformidade abrangida pela garantia legal. Assim, a solicitação da reparação de uma avaria não pode, nem deve, dar origem a um tratamento desrespeitoso, intimidatório ou incompatível com os deveres de boa-fé e de diligência que devem pautar a relação entre o profissional e o consumidor. Acresce que a conduta descrita revela uma manifesta falta de respeito pelos direitos dos consumidores, contrariando os princípios consagrados na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente o direito à proteção dos interesses económicos dos consumidores, o direito à qualidade dos bens e serviços e o dever de atuação de boa-fé por parte do profissional. O exercício dos meus direitos, quer ao solicitar a reparação ao abrigo da garantia legal, quer ao apresentar uma reclamação e manifestar a minha opinião sobre o serviço prestado, nunca poderia justificar um tratamento ofensivo, intimidatório, desrespeitoso ou persecutório. A presente reclamação incide não apenas sobre a necessidade de resolução da avaria do sistema de ar condicionado ao abrigo da garantia, mas também sobre a forma como fui tratado durante todo o processo, incluindo o contacto telefónico posteriormente efetuado, que considero manifestamente intimidatório, ofensivo e incompatível com qualquer padrão de atendimento profissional. Solicito, por isso, que esta situação seja devidamente analisada e que sejam adotadas as medidas necessárias para assegurar a reparação da avaria nos termos da legislação aplicável, bem como para apurar a conduta adotada durante o atendimento e no referido contacto telefónico, prevenindo que outros clientes venham a ser alvo de situações semelhantes. Face à gravidade dos factos descritos, solicito ainda que a entidade competente avalie a eventual existência de infrações à legislação de defesa do consumidor e adote as medidas que considere adequadas, por forma a garantir o cumprimento da lei e a proteção dos direitos dos consumidores.

Em curso

Publicidade enganosa

Exmos senhores O concessionário tem uma campanha de retoma onde indica que oferece 5950€ pela retoma de um veículo Peugeot com mais de 15 anos. Sem mais nenhuma informação na dita publicidade. No mesmo site indica que a aquisição de um Peugeot 2008 Allure com IVA tem o valor de venda de 24810€, contactaram do fornecedor e dizem então que o valor já está incluído no preço, mas em lado algum essa situação está referida, sendo o preço apresentado o mesmo para que não tem veículo para retoma. O facto de não efetuar o desconto da retoma oferecido ao preço indicado, é claramente uma situação de publicidade enganosa. Sinto prejudicado e acho que com a entrega de um veículo Peugeot com mais de 15 anos e o valor a pp de 18860€ cobre a publicidade apresentada e o concessionário recusa a vender por esse valor, justificando que existe um preço promocional que é da retoma, que também não é referido em momento algum

Em curso
L. H.
29/07/2026

RDGRG0QP

Ola. Bom dia. Venho por este meio a solicitar o reembolso de 125 euros deste cartão que não foi utilizado porque deu erro na transacção. Eu já abri uma disputa ainda sem resposta. Podem verificar que um par de horas depois usei outro cartão para o mesmo vendedor. O vendedor indica que só tem um pago feito e pertece ao segundo cartão. Verifiquem com eles o que aconteceu mais eu não vou pagar 2 vezes o mesmo montante. Também vocês não estão a facilitar um comrpovativo de esse pagamento duplo. No caso de não ser reembolsado os 125 euros abrirei um litígio legal com os advogados do deco proteste Obrigada

Em curso
A. R.
29/07/2026
JetPark Lisboa

Carro com para choques danificado

Enviei no passado dia 13/07, um pedido para o arranjo do para-choques da minha viatura estragado durante o tempo em que esteve na vossa garagem JET PARK Lisboa Rua Professor Henrique Barros 11A, Loures, o assunto ainda não está resolvido, agradecia o vosso contacto para a devida reparação. Obgd Cumprimentos

Em curso
D. R.
29/07/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Realizei uma encomenda na MisterTuga no valor de 50€ a 05-06-2026 para adquirir uma camisola de futebol. Até hoje, ainda não recebi a camisola nem qualquer informação sobre o estado da encomenda. O link de rastreamento fornecido não funciona e já tentei contactar por duas vezes por email, e por via telefónica mas nunca obtive qualquer resposta. Estou muito insatisfeito com esta situação.

Em curso
F. F.
29/07/2026

O valor debitado bao corresponde ao calor corretor

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à conta n.º C967508450, associada ao NIF 100929095. Recebi um e-mail da NOS a informar a emissão da nota de crédito NC e26/184716, datada de 24-07-2026, no valor de 20,00 €, indicando que, após a respetiva correção, o montante a pagar seria de 106,38 €. Contudo, foi debitado da minha conta o valor total da fatura, sem que a referida nota de crédito tivesse sido refletida no montante cobrado. Solicito a verificação desta situação, a regularização do valor indevidamente debitado e o respetivo esclarecimento por escrito. Com os melhores cumprimentos, Francisco Farofias

Resolvida
A. F.
29/07/2026

Devolução do colchão Ikea

Boa Tarde Venho por este meio reportar o meu desagrado perante ao desenvolvimento da empresa Ikea. A mesma se recusa a recolher/reembolsar o valor do colchão alega que o mesmo está com manchas amarelas/falta de higiene e mau uso. Contudo foi enviado fotos referentes ao equipamento que mostram que essas manchas estão relacionadas com o facto do colchão ser muito quente e quando acordamos parece que estamos numa poça de água, e é isso que gerou essas manchas pelo o facto do colchão ser de má qualidade. Alegam que o equipamento não pode ser coberto pela garantia derivado ao que acabo de citar"Analisámos as fotos que nos enviou e, com base nas mesmas, verificamos a existência de extensas manchas no colchão. Gostaríamos de informar que a garantia dos nossos colchões não cobre danos resultantes de uso indevido, falta de higiene ou manchas, uma vez que estas condições comprometem a integridade e a salubridade do produto. A ocorrência de manchas como as apresentadas na imagem infelizmente inviabiliza a aplicação da garantia, de acordo com os termos e condições que acompanham a aquisição do artigo.". Reportei que este colchão ja foi trocado derivado ao facto de afundar e de ser muito quente. O corpo fica todo dobrado não é um bom equipamento porque acordo pior parece que o corpo não descansou nada. Já prejudiquei bastante a minha saúde pelo facto de passar noites em claro. Eu não estou a pedir muito simplesmente quero devolver o colchão e o reembolso total do valor pago. Já tentei chegar a um conceção com a empresa e dizem sempre a mesma que o mesmo foi dado mau uso e por essa razão não podem dar a garantia /reembolso do mesmo. Eu perguntei qual seria o mau uso que uma pessoa dá a um colchão que simplesmente o único uso que dá é dormir. Nós saímos todos ensopados com a roupa toda molhada e isso gere um mau estar que temos que acordar no meio da noite para trocar os lençóis. Nós somos pessoas bastante higiênicas como eles já tentaram alegar tomamos banho mais 3 vezes por dia. é inadmissível ainda nos estarem a insinuar que não somos pessoas higiênicas. Como já referi o colchão está dentro da garantia, peço a vossa ajuda para poder ter este assunto resolvido o quando antes. Porque não pretendo nunca mais comprar nada neste estabelecimento. Aguardo uma resposta da vossa parte Atenciosamente Ana Carmo

Em curso

Reembolso das Garrafas de gás

Ex.mos Sr.s Depois de 28 anos, como cliente da Galp na compra de Garrafas de Gás Propano (11kg), quero deixar a minha indignação com a política de devolução das respetivas garrafas utilizada pela empresa, que visam prejudicar de forma inadmissível o cliente e ser uma forma de lucro encapotado paralelo ao serviço da empresa. No dia 11 de julho de 2026, devolvi à empresa José Pereira & Lemos, Lda, agente de distribuição da Galp, uma garrafa de gás vazia e uma cheia selada. A resposta do agente: Por especial favor (dado que não é obrigatório), dou-lhe o valor da fatura FTP01/368175, pela garrafa cheia e 3,00€ pela devolução pela tara de cada garrafa, a não ser que tenha o talão que lhe foi dado na compra da primeira garrafa. Expresso a minha indignação pela resposta recebida, e ligo para o apoio ao cliente da Galp, que não só me confirma a resposta do agente, como evitou responder à minha pergunta, mas face à minha insistência acabou por fazê-lo, que o preço da tara garrafa praticada atualmente é de 15,00€ De forma clara, recebem ao preço real mas pagam ao preço nominal, que aplicando o valor da inflação de vários anos, constitui uma margem de lucro inadmissível, se não constituir mesmo, uma fraude. Outra questão prende-se com o pedido de um talão passados 28 anos. Não me lembro sequer de o receber. Que validade isto poderá ter? Lembro que a utilização de garrafas de gás ocupa tendencialmente uma franja da sociedade mais idosa e com menos literacia. Razão pela qual, compreendo que ainda não tenha sido exposto, e me sinto na obrigação de cidadã participativa de denunciar. Para oficializar a minha queixa, pedi o livro de reclamações e fiz a reclamação número 4501033.

Em curso

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