Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. P.
16/03/2026
Generation Bloom Lda

Reembolso

Exmos. Senhores, em 6 janeiro 2026 comprei-vos, através do vosso site, um/uma Starlyf Presure Gun 1 por 53,49 € (transporte incluído 3,99 €). A referência da encomenda é #1015675. A 12 fevereiro 2026, recebi o artigo. Depois de várias tentativas de contacto convosco e sem resposta de quando iriam enviar a encomenda, a 5 fevereiro, contactei-vos para ser reembolsada, pois já tinha passado um mês e não enviaram o artigo. Mas mesmo assim, enviaram o artigo a 10 fevereiro, o qual foi recebido por mim a 12 fevereiro. Exerci o meu direito de devolução, dentro do prazo legal, a 20 fevereiro. Até a data não foi reembolsada, mesmo depois de várias tentativas de contacto para o vosso email e para a vossa empresa. Venho pedir que o meu direito ao reembolso seja concretizado e como a lei determina que não terei que suportar qualquer custo adicional pelo exercício do meu direito, exijo a devolução da totalidade do preço que paguei, mais os custos de devolução no valor de 8,93€ (comprovativo enviado para o vosso email) ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
C. S.
16/03/2026

Cancelamento de encomenda e falha no reembolso

Exmos. Senhores, No dia 23/02/2026 solicitei por escrito o cancelamento da encomenda nº11562, efetuada junto da empresa A Loja do Gato Preto, no valor total de 1.265,69€, relativa a módulos de sofá e respetivo serviço de montagem. O cancelamento foi solicitado antes da expedição dos artigos, uma vez que a previsão de entrega indicada para a encomenda se encontrava a ser sucessivamente alargada, deixando de se adequar às minhas necessidades. Não houve, portanto, qualquer entrega de produto ou prestação de serviço. Na mesma data, o apoio ao cliente confirmou a receção do pedido de cancelamento e dos dados bancários (IBAN) para processamento do respetivo reembolso, indicando que o processo poderia demorar até 14 dias para validação e para que o valor fosse refletido na conta. Esse prazo foi entretanto ultrapassado sem que tivesse sido efetuada a devolução do montante pago. Desde então tenho efetuado diversos contactos telefónicos com o apoio ao cliente, tendo sido informado de que a situação foi reencaminhada para o departamento financeiro, sem que até à presente data tenha sido fornecida qualquer data concreta para a realização do reembolso. Assim, solicito a regularização urgente da situação e a devolução imediata do valor de 1.265,69€ para o IBAN previamente fornecido.

Em curso
A. B.
16/03/2026

Assunto: Reclamação – Anulação de cupões da campanha Pingo Doce / BP

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na loja do Pingo Doce de Ermesinde. No âmbito da campanha em que, por compras superiores a 100€, eram atribuídos cupões de 20€ para utilizar no Pingo Doce e na BP, realizámos várias compras utilizando diferentes cartões associados ao mesmo NIF, tendo sido emitidos os respetivos cupões pelo sistema da loja. As compras foram efetuadas no dia 13 de março pelas 20:20 (ver anexo) na loja do Pingo Doce de Ermesinde, tendo sido atendidos pela funcionária Fátima Moura. No momento das compras foram efetivamente emitidos os cupões correspondentes, tendo sido impressos os dois talões da campanha (um cupão de 20€ para utilizar no Pingo Doce e outro cupão de 20€ para utilizar na BP, ver anexo). Importa ainda referir que esta alteração de regras, segundo o gerente, terá sido efetuada apenas nesta semana de março, pois no início deste mesmo mês realizámos compras no âmbito da mesma campanha sem qualquer problema. Além disso, nem a própria operadora (Fátima moura) tinha conhecimento dessa alteração. Durante a manhã, quando entrei em contacto telefónico com a loja, foi-me indicado que o problema se devia a uma anomalia com os cartões. Posteriormente, já durante a tarde, foi-nos apresentada uma explicação diferente, indicando que afinal existiria uma limitação de três utilizações por NIF através de SMS. Foi ainda referido, em tom exaltado, ao telefone que os clientes têm a obrigação de ler os folhetos da campanha. No entanto, essa informação encontra-se em letras muito pequenas e, aparentemente, nem os próprios funcionários tinham conhecimento claro dessa limitação. Acresce ainda que todos os produtos adquiridos estavam incluídos na campanha e que os cupões foram efetivamente emitidos pelo sistema e entregues em talão no momento da compra. Caso existisse qualquer limitação ou impedimento, seria expectável que o próprio sistema bloqueasse a emissão dos cupões, o que não aconteceu. Importa também referir que o SMS relativo à campanha apenas foi enviado na segunda-feira seguinte, ou seja, cerca de três dias após a realização das compras (sexta-feira) Posteriormente deslocámo-nos eu e o meu filho novamente à loja durante a tarde e falámos com o gerente, o Sr. Paulo, que nos informou que tentou contactar a central do Pingo Doce para esclarecer a situação, mas que não conseguiu obter resposta naquele momento, indicando que iria registar o nosso caso, transmitindo ainda que provavelmente não haveria resolução para o mesmo. Importa ainda referir que o cartão em questão que alegadamente não seria válido encontra-se registado em meu nome com o meu NIF particular. No entanto, na fatura emitida consta um número de contribuinte diferente, o que demonstra ainda mais a falta de coerência nas explicações apresentadas para a anulação dos cupões. Face a toda esta situação sinto-me claramente prejudicado e enganado, uma vez que os cupões foram emitidos após compras efetivamente realizadas e posteriormente anulados com justificações contraditórias. Gostaria ainda de salientar que sou cliente do Pingo Doce desde os anos 80, ou seja, há várias décadas. Sou cliente da marca há tanto tempo que muito provavelmente alguns dos atuais responsáveis da loja ainda nem trabalhavam na empresa nessa altura. Tanto eu como a minha família realizamos compras frequentes no Pingo Doce que rondam, em média, cerca de 2000€ por mês. Face a este histórico de fidelidade, esta situação revela uma clara falta de sensibilidade e consideração para com clientes de longa data. Do meu ponto de vista, existe ainda uma irregularidade legal, pois as faturas foram emitidas no Pingo Doce e de certa forma fui também afetado no cupão da BP, sendo que neste último ainda nem sequer pedi a fatura ou me dirigi ao local. É importante notar que os vales da BP só poderiam ser descontados a partir de quinta-feira, dia 19 de março. Portanto, como poderia a anulação ou limitação retroativa afetar algo que ainda não estava sequer disponível para uso? Face à situação descrita, informo ainda que irei expor esta ocorrência junto das entidades competentes de defesa do consumidor, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico, a ASAE, bem como outras plataformas de defesa dos consumidores, por considerar que esta situação poderá configurar uma prática de publicidade enganosa. Com efeito, as condições da campanha parecem ter sido alteradas ou aplicadas de forma pouco transparente, encontrando-se eventualmente mencionadas apenas em letras muito reduzidas nos folhetos promocionais, o que dificulta a sua perceção clara pelos consumidores e pode induzir em erro. Assim, solicito a análise desta situação e a reposição ou validação dos cupões emitidos, uma vez que foram obtidos através de compras efetivamente realizadas e com base nas condições apresentadas no momento da compra. Aguardamos uma resposta e resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, António Borges

Encerrada
M. L.
16/03/2026

Cobrança indevida

Fiz uma compra de 0.10 no site pdf.co e já é o segundo mês que debitam do meu cartão o valor de 49.90€!!!!! Quero meu dinheiro de volta! Pois não autorizei de forma alguma esta subscrição.

Resolvida

Avaria de viatura no +prazo de garantia

Venho solicitar o apoio relativamente a um litígio de consumo que mantenho com o stand automóvel Léguas Destemidas, relacionado com a aquisição de uma viatura usada. No âmbito de um contrato de compra e venda de bem móvel de consumo, adquiri a viatura Volkswagen Scirocco, matrícula 75-IU-62, à referida empresa, tendo sido igualmente associada ao negócio uma garantia comercial prestada pela empresa SNG. Durante o mês de outubro, ainda dentro do período de garantia, comuniquei ao vendedor e à entidade responsável pela garantia a existência de duas desconformidades graves na viatura: -Avaria na caixa de velocidades automática, concretamente na mecatrónica; -Consumo anormal e excessivo de líquido refrigerante, na ordem de aproximadamente 1 litro a cada 300 km, situação claramente incompatível com o funcionamento normal do veículo e que poderá indiciar defeito grave no sistema de refrigeração ou no próprio motor. Por indicação da própria garantia, a viatura foi entregue numa oficina por esta designada. Contudo, o veículo permanece imobilizado e sem reparação desde outubro, encontrando-me privado da sua utilização desde essa data. A empresa SNG recusou assumir a reparação da caixa de velocidades, invocando uma exclusão contratual da garantia comercial e quanto ao problema do consumo anormal de líquido refrigerante, não foi apresentada qualquer solução ou resposta clara. Contactei o stand que remeteu para a seguradora e, em face da recusa daquela na reparação da viatura, notificado formalmente por escrito, não respondeu. As avarias verificadas dizem respeito a componentes essenciais do veículo (motor e caixa de velocidades), não resultando de uso indevido da minha parte. Acresce que o facto de estar privado do uso da viatura há vários meses configura uma situação de claro prejuízo e incumprimento das obrigações contratuais. Face ao exposto, venho solicitar à DECO apoio na mediação com o vendedor e com a entidade da garantia, com vista à resolução do contrato, uma vez que o arrastar da situação está a causar-me muitos danos e preciso de resolver o assunto com a maior brevidade. Anexo a esta reclamação toda a documentação relevante que disponho, sendo que as comunicações com o stand e com a seguradora foram essencialmente telefónicas. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
J. R.
16/03/2026
Isx financial

Solicitação de reembolso de transferências não autorizadas – 22Bet / ISX Financial

Venho, através deste portal, reportar uma situação de transferências realizadas para a plataforma 22Bet, processadas via ISX Financial, para as quais não obtive reembolso, apesar de todas as tentativas formais de resolução. Segue o resumo cronológico e das ações já tomadas: Transferências realizadas: Valores debitados da minha conta Revolut para 22Bet via ISX Financial (datas e montantes detalhados em comprovativos). As transações não resultaram em benefícios ou créditos correspondentes na plataforma, configurando situação de pagamento indevido. Primeira denúncia de fraude na Revolut: Enviada há alguns meses. Encerrada com parecer negativo (“não houve indícios de fraude”) e não aparece mais na app. Segunda denúncia de fraude na Revolut: Enviada recentemente. Inicialmente atribuída a um agente humano, depois cancelada por ser considerada duplicada. Reclamação formal já registrada, com todos os comprovativos, anexada ao processo interno (nº de apoio Revolut: 83866-64350-53596). Processo judicial ativo: Julgados de Paz, Portugal, contra 22Bet e ISX Financial (Processo nº [INSERIR NÚMERO DO PROCESSO]). Notificações do tribunal enviadas às empresas. Cartas formais enviadas às empresas: Solicitando reembolso dos montantes totais, com envio de todos os comprovativos. Denúncia a reguladores: Reclamação ao Central Bank of Cyprus contra ISX Financial. Possibilidade de ação junto ao Banco de Portugal. Comprovativos adicionais: Reembolso anterior efetuado pela 22Bet em situação semelhante via Pluspay Ltd. Comunicação de agente da 22Bet oferecendo bônus em troca de cancelamento de recall bancário. Comprovativo de conta espanhola em meu nome, caso desejem realizar pagamento direto. Solicitação: Peço que a 22Bet e ISX Financial realizem o reembolso total dos valores transferidos, ou que se posicionem formalmente sobre a impossibilidade de pagamento, considerando que: Todas as tentativas de resolução voluntária já foram realizadas; Há processo judicial ativo; Reclamação formal foi enviada à Revolut com todos os comprovativos; Reclamações foram registradas junto de reguladores financeiros competentes.

Em curso
J. R.
16/03/2026

Pagamentos efetuados pela eupago para casino que opera de forma ilegal em Portugal

Venho, através deste portal, reportar uma situação de transferências realizadas para a plataforma 22Bet, processadas via ISX Financial, para as quais não obtive reembolso, apesar de todas as tentativas formais de resolução. Segue o resumo cronológico e das ações já tomadas: Transferências realizadas: Valores debitados da minha conta Revolut para 22Bet via ISX Financial (datas e montantes detalhados em comprovativos). As transações não resultaram em benefícios ou créditos correspondentes na plataforma, configurando situação de pagamento indevido. Primeira denúncia de fraude na Revolut: Enviada há alguns meses. Encerrada com parecer negativo (“não houve indícios de fraude”) e não aparece mais na app. Segunda denúncia de fraude na Revolut: Enviada recentemente. Inicialmente atribuída a um agente humano, depois cancelada por ser considerada duplicada. Reclamação formal já registrada, com todos os comprovativos, anexada ao processo interno (nº de apoio Revolut: 83866-64350-53596). Processo judicial ativo: Julgados de Paz, Portugal, contra 22Bet e ISX Financial (Processo nº 125/2026 JP. Notificações do tribunal enviadas às empresas. Cartas formais enviadas às empresas: Solicitando reembolso dos montantes totais, com envio de todos os comprovativos. Denúncia a reguladores: Reclamação ao Central Bank of Cyprus contra ISX Financial. Possibilidade de ação junto ao Banco de Portugal. Comprovativos adicionais: Reembolso anterior efetuado pela 22Bet em situação semelhante via Pluspay Ltd. Comunicação de agente da 22Bet oferecendo bônus em troca de cancelamento de recall bancário. Comprovativo de conta espanhola em meu nome, caso desejem realizar pagamento direto. Solicitação: Peço que a 22Bet e ISX Financial realizem o reembolso total dos valores transferidos, ou que se posicionem formalmente sobre a impossibilidade de pagamento, considerando que: Todas as tentativas de resolução voluntária já foram realizadas; Há processo judicial ativo; Reclamação formal foi enviada à Revolut com todos os comprovativos; Reclamações foram registradas junto de reguladores financeiros competentes. Observações importantes: Todos os documentos anexados (comprovativos de transferências, cartas, denúncias e processo judicial) são apresentados de forma objetiva e segura. Nenhuma informação sensível (cartões, números de identificação fiscal ou documentos de identidade) foi incluída. A publicação tem como objetivo informar sobre práticas e buscar solução formal, sem linguagem agressiva ou ameaças.

Em curso
A. M.
16/03/2026

Encomenda não efectuada

Fiz uma reserva no dia 07.03 onde a reserva não foi confirmada ate o fim o valor de reserva foi cobrado onde tentei varias vezes de entrar em contacto com o apoio mais sem sucesso nenhum porque so da para falar com assistência virtual onde foi comunicado que vou ter o meu reembolso de volta do valor todo que foi cobrado como a reserva não foi confirmada durante 10 dias úteis ja passou os 10 dias e não tenho o meu reembolso e a empresa não está me dar nenhuma informação agora quer dizer que fiquei sem o dinheiro e sem a viagem porque eu já não sei como contactar esta empresa para ter alguma informação porque os números de telefone que tem não funcionam e os e-mail não responde

Em curso
N. P.
16/03/2026

Norauto: desleixo e lncompetência levados ao Extremo!

Foi bizarro o que me aconteceu na Norauto de Odivelas. No ano de 2025 gastei nesta oficina, 3mil euros. Entre diagnósticos para antecipar soluções e sugestões do Chefe da Oficina, deixei-me ir sem me aperceber que estava a cair num buraco sem fundo, até ao dia em que um certo Diogo - chefe das peças - me informou, com maus modos, que o carro podia ficar na oficina à espera de um apoio para o motor, cerca de 1 ano. Tudo começou quando o chefe da oficina me disse que o carro necessitava de uma embraiagem nova. Aceitei a sugestão. Supostamente a viatura levou a embraiagem, mas quando saiu da oficina tinha tantos barulhos que voltou lá no dia seguinte. Uma semana depois, à custa de muitas discussões e stress tiraram-me os barullhos. Menos de um ano depois, azares dos azares, voltei à oficina de reboque sem embraiagem. Voltaram a mexer no carro para rectificar o erro. O carro voltou com os mesmo barulhos e com 2 semanas no parque do centro comercial, com chapa riscada e sem a tampa exterior do combustível. Não tive outro remédio que não mudar o carro de oficina, mas sem um pedido de desculpas por tudo o que se passou e sem conseguir chegar à fala, com alguém da oficina, para perceber o que se passou. É uma falta de respeito e uma falta de educação pelo cliente que dói muito.

Em curso
P. C.
16/03/2026

Artigos com defeito

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Total Protex, relativamente a dois artigos adquiridos em encomendas distintas, ambos com defeitos, e também pela falta de resposta e de resolução por parte da empresa, apesar de me ter sido prometida a substituição dos mesmos. A primeira compra foi efetuada em 29/11/2025, correspondente à fatura n.º 500006746, na qual adquiri o artigo Polar Mar do Norte - S665NARM, no valor de 42,49 €. Quando o artigo foi utilizado, verificou-se que o fecho da frente tinha os dentes todos desfeitos, o que compromete totalmente a sua utilização normal. A segunda compra foi efetuada em 03/12/2025, correspondente à fatura n.º 500006754, na qual adquiri o artigo Casaco de Trânsito Respirável de Alta Visibilidade RT27 - RT27ORRXXL, no valor de 150,28 €. Após utilização, este artigo começou a perder os botões de metal da frente do casaco, revelando igualmente falta de qualidade, defeito de fabrico ou má conformidade do bem. Importa referir que ambos os artigos foram ofertas de Natal, pelo que só tomei conhecimento dos defeitos quando as pessoas que os utilizaram me foram relatando os problemas detetados. Relativamente ao casaco RT27, enviei um primeiro email com fotos à empresa em 21/01/2026, a comunicar o defeito e a solicitar a respetiva resolução. No entanto, não obtive qualquer resposta. Posteriormente, em 18/02/2026, ao tomar conhecimento do problema com o polar e mantendo-se a ausência de resposta ao meu primeiro contacto, telefonei para a empresa. O senhor que me atendeu informou-me de que a empresa iria proceder à substituição dos dois artigos, solicitando o envio de imagens do segundo artigo, o que fiz nesse mesmo dia. Apesar disso, até à presente data não obtive qualquer resposta adicional, nem foi concretizada a substituição prometida. Face à falta de resolução, no dia 01/03/2026 enviei novo email à empresa, reclamando da falta de comunicação e concedendo o prazo de cinco dias para resolução da situação e resposta pela mesma via. Até hoje, não recebi qualquer contacto da empresa. Assim, venho solicitar a intervenção dessa entidade no sentido de me esclarecer sobre quais são os meus direitos enquanto consumidor e sobre como devo proceder para exigir o cumprimento da solução que me foi prometida, nomeadamente a substituição dos dois artigos defeituosos. Trata-se de roupa de trabalho, pelo que é legítimo esperar qualidade, resistência e adequação à função a que se destina. Os defeitos apresentados demonstram falta de conformidade dos bens adquiridos, motivo pelo qual considero que a empresa deve assumir a respetiva responsabilidade e proceder, sem mais demora, à substituição dos artigos ou a outra solução legalmente adequada. Pretendo, assim, ver garantidos os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente através da substituição sem custos dos dois artigos defeituosos, ou, não sendo isso possível, por outra solução prevista na lei. Cumprimentos, Paulo Calejo Rodrigues 966387598 pacalejo@gmail.com N.º de sócio DECO, 0120565-91

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