Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. D.
29/07/2026

burla com encomenda

Fui vítima de burla informática. Acedi supostamente ao site da FLY, comprei 4 artigos, efetuei o pagamento por MBWAY, e não recebi qualquer confirmação do pagamento por e-mail. Ou seja, parece que clonaram o site da FLY e utilizaram supostamente a vossa plataforma para efetuar o pagamento. No MBWAY aparece PRO PAYMENT SER SA RUE BRAGANCE. Fiz um pagamento de 118,16€.

Em curso
C. C.
29/07/2026

Cancelamento de apolice

Sou titular de uma apolice de seguro automovel, junto da OK seguros, com o numero 960063606 . Uma vez que o veiculo já não se encontra na minha posse contactei a companhia no sentido de cancelar a apolice em causa o que me foi negado

Em curso
A. A.
29/07/2026

Reparação não efetuada

Em 16 de maio de 2025 adquiri um apple iphone 13 pro graphite. A meados de abril de 2026, o aparelho começou a reiniciar sozinho, várias vezes ao dia. Contactei a assistência técnica da tek4life que emitiu o RMA 46642, para a reparação do equipamento. Este foi entregue em loja e, cerca de 30 dias depois, foi-me devolvido com a indicação que tinha sido substituída a bateria. Passados cerca de 3/4 dias de utilização, o mesmo voltou a apresentar exatamente a mesma avaria. Voltei a contactar a assistência, que emitiu o RMA 46999. Nesta reparação, o equipamento foi-me devolvido com a indicação de que tinham sido efetuado extensos testes, uma atualização de software e que o aparelho não denotava qualquer problema. Voltei a tentar utilizar o equipamento e, nas primeiras cinco horas de utilização, o mesmo reiniciou-se mais de 10 vezes. Após isto o mesmo foi abaixo e não ligou mais. Dado que já era a terceira vez que o mesmo avariava, solicitei a devolução do mesmo e a emissão do crédito, por qualquer meio. Foi-me recusado, dando indicação que teria que ser aberto um novo RMA, para uma nova reparação. Este RMA foi o n.º 47243. O telemóvel foi-me entregue a 10 de julho, com a indicação que o "encaixe da bateria estava com uma obstrução, pelo que, após a limpeza ele voltou a funcionar". No dia seguinte, voltei a colocar o equipamento em funcionamento. Ontem, 28 de julho, e após cerca de 15 dias de utilização, o mesmo voltou a apresentar os mesmos sintomas, começando uma serie de reinicios e voltando a deixar sequer de ligar. Face ao numero de avarias com o equipamento, e a incapacidade da marca em proceder à sua correta reparação, pretendo que me seja devolvido o valor pago pelo equipamento. De notar que me encontro impedido de utilizar o equipamento que adquiri desde meio de abril (há já mais de 3 meses).

Em curso
E. C.
29/07/2026

Devolução sem reembolso

Exmos. Senhores, Em 01/07 comprei-vos, através do vosso site, um Homey - Colchão viscoelástico Serenity | Molas com levantamento, ideal para pessoas com dor nas costas, altura 28 cm, alta firmeza, antiácaros, antibacteriano e hipoalergénico 135 x 190 por (190,08€). A referência da encomenda é Pedido n.º 403-0372964-8488326. Em 07/07/2026, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
S. S.
29/07/2026

Remarcar bilhete

Preciso remarcar meu bilhete por motivo de saúde, preciso remarcar pro dia 15 de Novembro com retorno dia 21. Não tenho muito tempo. Preciso de uma solução urgente Por favor em contato 960419035. Estou disponível a pagar a diferenca

Em curso
S. M.
29/07/2026

Encomenda falsa

Em 10-12-2025 mandei vir um smartphone, que dizia que era da Média Markt e não era era uma aplicação falsa e foi o valor de 90€. O pagamento foi efetuado na entrega quando chegou mas não veio nada dentro da caixa. Ainda por cima foi pago em maos, contactei para o email (afterservice88@163.com) e disseram que iam mandar de novo e me deram um código de rastreio novamente Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Voltei a contactar me disseram que extraviou e que iriam dar o dinheiro e nada. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito que me possam resolver o assunto tenho prova nos CCT que paguei e os emails que enviei e me enviaram. E também que realmente fiz a encomenda e não a recebi. Gostaria de uma breve resposta obrigado

Em curso
J. A.
28/07/2026

KIWI.COM - Voo Cancelado e reembolso em Falta (Air Europa)

No passado dia 3 de junho de 2026, tinha um voo agendado com a companhia aérea Air Europa, cuja reserva foi efetuada e paga através da plataforma Kiwi.com. O referido voo, com horário de saída do Porto pelas 16H05 e chegada a Madrid pelas 18H15 acabou por ser cancelado devido a uma greve. De acordo com o Regulamento Europeu CE 261/2004, tenho direito ao reembolso integral do valor pago pelo serviço que não foi prestado. No entanto, passados dois meses desde a data do cancelamento, continuo sem receber qualquer valor ou atualização concreta sobre o processo. Já tentei resolver o problema através do assistente virtual de apoio ao cliente da Kiwi.com, mas o estado do pedido permanece inalterado e sem qualquer resposta OFICIAL por parte de um operador humano. Exijo que a Kiwi.com clarifique a situação junto da Air Europa e proceda à devolução imediata do meu dinheiro por via de transferência ou estorno no método de pagamento original. Não aceito créditos de viagem na plataforma, exijo o reembolso em dinheiro conforme estipulado por lei. Fico a aguardar uma resposta célere a esta situação.

Em curso
C. P.
28/07/2026

Incumprimento reiterado da entrega da encomenda n.º 83097954

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado à minha encomenda n.º 83097954, efetuada na vossa plataforma no dia 4 de julho de 2026. No momento da compra, a entrega ficou agendada para o dia 18 de julho de 2026, entre as 08h00 e as 14h00. Nesse dia, recebi um SMS a confirmar a entrega e um link para acompanhar o respetivo estado. Permaneci em casa durante toda a manhã, aguardando a chegada da encomenda. Contudo, cerca das 13h00, recebi um SMS a informar que, devido a constrangimentos logísticos, a entrega não seria efetuada. A mesma mensagem indicava ainda que seria posteriormente contactada pela equipa da Worten para agendar uma nova data de entrega. Além do transtorno causado por ter permanecido toda a manhã à espera de uma entrega que não se concretizou, o prometido contacto para reagendamento nunca aconteceu. Face a esta situação, fui eu quem teve de contactar o serviço de apoio ao cliente, o que, por si só, revelou ser um processo pouco acessível, uma vez que o atendimento é essencialmente efetuado através de chat ou por telefone em horário limitado. Após esse contacto, consegui agendar uma nova entrega para o dia 27 de julho de 2026, igualmente entre as 08h00 e as 14h00. Mais uma vez, recebi um SMS de confirmação da entrega e permaneci em casa, tendo inclusivamente prescindido de cumprir as minhas obrigações profissionais para garantir que estaria disponível para receber a encomenda. Passadas as 14h00, sem qualquer informação ou entrega, contactei novamente o apoio ao cliente. O sistema automático informou apenas que existiam atrasos devido ao elevado número de entregas. Continuei a aguardar até às 16h00, sem qualquer contacto ou atualização. Pelas 17h45, voltei a contactar a vossa linha de apoio, sendo então informada por uma colaboradora de que, novamente por constrangimentos logísticos, a entrega não seria realizada. Perante esta segunda falha consecutiva, sem qualquer solução eficaz apresentada, e após três semanas de espera desde o pagamento da encomenda, perdi completamente a confiança na capacidade da Worten para cumprir o compromisso assumido. Assim, decidi cancelar a encomenda e solicitar a devolução do valor pago, a qual, reconheço, foi efetuada no próprio dia. Contudo, a rápida restituição do montante pago não elimina todos os prejuízos sofridos. Quem compensa: o tempo perdido em duas manhãs completas à espera de entregas que nunca aconteceram; a necessidade de alterar a minha atividade profissional para estar presente no domicílio; o incómodo e a frustração causados pela falta de informação e de acompanhamento do processo; o facto de ter ficado sem o eletrodoméstico de que necessitava; e, por fim, a perda da campanha promocional existente na data da compra, obrigando-me agora a adquirir o mesmo produto noutro fornecedor, provavelmente por um valor superior? Considero que a Worten revelou uma total falta de consideração pelo cliente. Após o primeiro incumprimento, seria expectável uma atuação diligente para garantir que a situação não voltaria a repetir-se. No entanto, verificou-se exatamente o contrário: um segundo incumprimento, novamente sem aviso prévio, obrigando-me a ser eu a procurar informações sobre uma entrega que, mais uma vez, nunca se concretizou. Enquanto cliente, esperava um nível de serviço compatível com a reputação da Worten, o que manifestamente não aconteceu neste processo. Assim, solicito que esta reclamação seja analisada e que me seja apresentada uma resposta formal, esclarecendo as razões destes sucessivos incumprimentos e indicando de que forma a Worten pretende compensar os prejuízos e incómodos causados por esta situação. Aguardo a vossa resposta dentro do prazo legal.

Em curso
J. G.
28/07/2026
MEO

Denúncia Formal e Pedido de Intervenção Regulatória contra a MEO (Altice Portugal)

Venho, por este meio, formalizar DENÚNCIA URGENTE E PEDIDO DE INTERVENÇÃO REGULATÓRIA contra a operadora MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. (Altice Portugal), na sequência de graves violações aos direitos dos consumidores, incumprimento da Lei das Comunicações Eletrónicas, faturação ilícita e conduta comercial coerciva. Passo a enumerar as inconformidades: Dentro do prazo legalmente fixado para o efeito, manifestei expressa, clara e inequívoca intenção de rescindir o contrato de prestação de serviços de comunicações eletrónicas que mantinha com a MEO. A comunicação de denúncia foi formalizada e remetida através de carta registada com aviso de receção. Antes do envio da referida missiva, foi efetuado um contacto telefónico com as linhas de apoio da MEO no sentido de solicitar as instruções necessárias para o cancelamento do serviço. O operador de serviço instruiu quanto ao procedimento, omitindo deliberadamente a necessidade de anexar qualquer documentação complementar (nomeadamente cópia do documento de identificação). Posteriormente, a MEO recusou processar o cancelamento e alegou a não efetivação da rescisão com base nessa alegada "falta de documentação". Esta postura consubstancia uma clara manobra de obstrução ao direito de livre resolução/cancelamento e viola de forma chocante o princípio da boa-fé na execução e cessação dos contratos (Artigo 762.º, n.º 2 do Código Civil). Não obstante o caráter abusivo da exigência, a documentação foi posteriormente remetida para a operadora. Em chamada subsequente para aferir do estado do cancelamento, fui confrontada por uma assistente da MEO com uma conduta irrisória, desrespeitosa e desprovida de qualquer ética profissional, questionando-me nestes termos: "Como é que sei que foi você que enviou a carta?". Trata-se de um argumento manifestamente descabido, uma vez que a carta deu entrada por correio registado, devidamente identificada, assinada e precedida de contactos informativos. Nota-se um contraste gritante entre a total ausência de validações no momento da celebração do contrato por via telefónica e o labirinto burocrático e persecutório criado no momento da cessação. No passado dia 27 de julho de 2026, desloquei-me presencialmente a uma loja oficial da MEO e procedi à devolução integral de todos os equipamentos pertencentes à operadora (routers, boxes e respetivos cabos/acessórios), possuindo o respetivo comprovativo de receção assinado pela loja. O serviço encontra-se completamente desligado e sem qualquer fruição. Apesar da receção da carta de rescisão, da prestação da documentação e da entrega dos equipamentos, a MEO: Continua a emitir e a enviar faturas respeitantes a períodos posteriores à data em que a rescisão deveria ter produzido efeitos; Ameaçou a cobrança de um montante penalizador na ordem dos 300 €; Criou um clima de pressão e receio de contencioso; Em consequência direta deste receio infundado e da pressão exercida pela MEO, cedemos e efetuamos, erradamente, o pagamento injustificado de faturas emitidas após a data do cancelamento (relativo ao mês de junho e julho). A atuação da MEO viola frontalmente o quadro legal e regulatório aplicável ao setor das comunicações eletrónicas e à proteção dos consumidores em Portugal: Lei das Comunicações Eletrónicas (Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto): A declaração unilateral de denúncia do contrato por parte do assinante, transmitida de forma inequívoca e dentro dos prazos legais, produz efeitos na data da sua receção pelo operador. A partir dessa data, extingue-se a obrigação do consumidor de pagar pela prestação do serviço e cessa o direito da operadora de faturar quaisquer mensalidades. Restituição do Indevido (Artigo 476.º do Código Civil): O pagamento efetuado por nós relativo a faturas emitidas após a receção da carta de cancelamento consubstancia a liquidação de uma prestação que não era devida. Tendo tal pagamento sido realizado por mero erro fundado em receio/coação moral de penalizações e ações judiciais, a MEO encontra-se na obrigação legal de reembolsar integralmente as quantias indevidamente recebidas. Inexigibilidade de Penalizações por Equipamentos (Artigos 7.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 e regime aplicável): Tendo a totalidade dos equipamentos sido devolvida no dia 27 de julho de 2026 e estando a MEO na posse dos mesmos, carece de qualquer fundamento contratual ou legal a ameaça ou cobrança de qualquer verba a título de incumprimento ou não devolução de material. Violação do Regime das Práticas Comerciais Desleais (Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março): Criar obstáculos desproporcionados e burocráticos ao exercício do direito de cancelamento e faturar serviços após denúncia válida consubstancia uma prática comercial agressiva e enganosa. Peço Notificação da Operadora MEO para a Resolução Imediata do Litígio, devendo a mesma ser compelida a: a) Reconhecer o cancelamento definitivo do contrato com efeitos retroativos reportados à data de receção da primeira comunicação/carta de rescisão enviada; b) Efectuar o reembolso/restituição integral de todos os montantes faturados e pagos indevidamente após a referida data de rescisão; c) Anular e expurgar do sistema qualquer nota de débito, fatura ou penalização pendente (incluindo o valor anunciado de cerca de 300 €).

Em curso
S. J.
28/07/2026

Crédito habitação - Comunicação para utilização

Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.