Reclamações públicas

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R. D.
23/10/2026

Encomenda não recebida.

Exms, Venho por este meio reclamar de uma encomenda não entregue por parte da empresa Monsieur Moteurs. Realizei o pagamento desta encomenda dia 16/10/26 via transferência bancária, no valor de 900€. O Sr. Gonçalo Laurent apresentou-me a factura, seu duplicado, IBAN e termos e condições da venda. Disse-me que o motor seria entregue entre 3-5 dias úteis, o que não aconteceu. A comunicação com o Sr. Gonçalo foi ficando cada vez mais difícil e estranha. Fui informado pelo próprio que a encomenda (um motor) já tinha sido recolhido quarta-feira dia 21/10/26. Na quinta-feira de manhã enviou-me um print-screen do número do despacho para a transportadora CARF recolher o motor. Contactei a transportadora CARF várias vezes desde quinta-feira dia 22/10/26 que me garantiu que a encomenda ainda não foi recolhida. Disse-me que o despacho para esse serviço está feito mas que a encomenda ainda não foi recolhida porque a empresa Monsieur Moteurs ainda não deu ordem de recolha. Estou a tentar esclarecer a situação amigavelmente com o Sr. Gonçalo mas infelizmente não me atende o telemóvel ou responde a mensagens. Desejo avançar judicialmente de modo a resolver esta situação.

Encerrada

Festival Lendas do Rock cancelado e não reembolsado

Adquiri 4 bilhetes para o festival Lendas do Rock, entretanto cancelado pela organização. Após o cancelamento, submeti o respetivo pedido de reembolso através do formulário disponibilizado pela organização, tendo sido comunicado um prazo máximo de 60 dias para a devolução do valor pago. Terminado esse prazo sem qualquer reembolso, contactei a organização, que, por e-mail de 12 de setembro de 2026, garantiu que todos os reembolsos pendentes seriam efetuados, impreterivelmente, até 20 de outubro de 2026, afirmando expressamente que esta seria uma data definitiva e que seria cumprida. Hoje, 23 de outubro, continuo sem receber qualquer valor. Voltei a contactar a organização, mas não obtive resposta ao meu último e-mail. Considero inaceitável o sucessivo incumprimento dos compromissos assumidos, especialmente quando os consumidores continuam privados do dinheiro pago por um evento que não se realizou. Pretendo o reembolso integral e imediato dos 4 bilhetes adquiridos, sem novos adiamentos, bem como uma resposta formal da entidade responsável.

Em curso
M. D.
23/10/2026

Ausência de fatura para garantia, falta de resposta da loja "kuphone" e passividade do KuantoKusta

A/C KuantoKusta Marketplace / Loja "kuphone" Número da Encomenda: 5844-259202-3375-A Produto: Samsung Galaxy S22 5G 6.1" Dual SIM 8GB/128GB Data da Compra / Entrega: 05/09/2026 (Entregue a 09/09/2026) Valor / Pagamento: 285,00 € (via FLOA) Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal contra o KuantoKusta Marketplace e a loja parceira "kuphone" devido à não disponibilização da fatura de compra, o que me impede de agendar a reparação em garantia do meu telemóvel. Exposição dos Factos: A 05/09/2026 adquiri o telemóvel através do KuantoKusta (vendedor "kuphone"), entregue a 09/09/2026. No dia 10/10/2026 o ecrã do telemóvel ficou completamente preto. No dia 11/10/2026 contactei o apoio ao cliente do KuantoKusta a pedir orientação para reparar o equipamento. A 14/10/2026 o KuantoKusta indicou-me que devia contactar diretamente a marca (Samsung). Segui a indicação do KuantoKusta e contactei a Samsung. A Samsung contactou-me para agendar a recolha do telemóvel para reparação ao abrigo da garantia, mas solicitou dados referentes à fatura.Ao aceder à minha área de cliente no KuantoKusta para consultar os dados da fatura, verifiquei que a fatura não se encontra disponível na área da encomenda. Sem este documento/dados, fico impossibilitada de agendar e enviar o telemóvel para a Samsung. Desde o dia 15/10/2026 que solicito com urgência a fatura no apoio ao cliente do KuantoKusta. A loja "kuphone" nunca respondeu a nenhuma mensagem no suporte. O KuantoKusta tem-se limitado a enviar avisos à loja e, a 23/10/2026, respondeu no chat a alegar que a fatura foi enviada com a encomenda e que não tem acesso à mesma, deixando-me sem qualquer solução há quase duas semanas. Enquadramento Legal: A emissão e entrega da fatura é uma obrigação fiscal e legal do vendedor (artigo 36.º do Código do IVA). A fatura nunca esteve disponível na minha área de cliente nem acompanhou o produto.A ausência do documento impede-me de facultar os dados exigidos pela Samsung para acionar a garantia legal (Decreto-Lei n.º 84/2021). O KuantoKusta, enquanto plataforma de marketplace que intermediou a venda e cobrou o valor (via FLOA), tem a responsabilidade de intervir e resolver a situação quando o comerciante não cumpre a lei. Pretensão: A disponibilização imediata da fatura de compra para que possa facultar os dados à Samsung e dar seguimento ao agendamento da reparação. Caso a loja não faculte a fatura, exijo a anulação da compra e do financiamento FLOA, com o cancelamento das prestações vincendas e a devolução integral dos montantes cobrados. Atenciosamente, Catarina Alexandra Frutuoso Gomes Dias

Em curso

reembolso em falta

Na sequência do cancelamento do evento, foi-me comunicado que os reembolsos seriam efetuados no prazo de 60 dias. Posteriormente, fui informada de que, apesar de parte dos reembolsos já ter sido realizada, não tinha sido possível concluir o processo dentro do prazo inicialmente previsto. Num email enviado pela organização, foi indicada uma nova data para a realização dos reembolsos pendentes: 20 de outubro de 2026. Nesse mesmo email, a organização afirmou expressamente que essa data era definitiva e que seria cumprida, garantindo que todos os valores em dívida seriam pagos impreterivelmente até esse dia. No entanto, até à presente data, continuo sem receber o reembolso referente aos quatro passes, apesar da garantia expressa de pagamento dada pela própria organização. Considero esta situação inaceitável, uma vez que já decorreu o prazo inicialmente estabelecido e também a data posteriormente apresentada como definitiva. A ausência de reembolso, após sucessivos adiamentos e garantias de pagamento, causa-me prejuízo financeiro e retira-me a confiança na resolução voluntária desta situação.

Em curso
G. M.
23/10/2026

Atraso e Tratamento Indigno voo da Azul AZU8002/AD8002

Reclamação formal, incumprimento dos deveres de assistência e informação e pedido de indemnização por danos – Voo AZU8002/AD8002 – Reserva BQ9T8H Exmos. Senhores, Nós, Gonçalo Marques e Sara Pereira, passageiros do voo AZU8002/AD8002, com partida de Recife, Brasil, e destino final no Porto, Portugal, vimos apresentar uma reclamação formal e exigir a reparação dos prejuízos decorrentes da forma como a Azul geriu a interrupção da nossa viagem, a assistência prestada em Faro e o transporte até ao destino contratado. A presente reclamação fundamenta-se, designadamente, na Resolução ANAC n.º 400/2016, na Convenção de Montreal de 1999, promulgada no Brasil pelo Decreto n.º 5.910/2006, no Código Brasileiro de Aeronáutica e, na medida da respetiva aplicabilidade, no Regulamento (CE) n.º 261/2004, sem prejuízo de outros direitos que nos assistam ao abrigo da legislação aplicável. 1. Dos factos e do atraso verificado O voo em causa partiu de Recife às 20h44 do dia 16 de outubro de 2026 e tinha chegada prevista ao Porto às 08h50 do dia 17 de outubro de 2026. Devido ao alegado nevoeiro no aeroporto do Porto, a aeronave foi desviada para Faro, onde aterrou às 09h58. Reconhecemos que condições meteorológicas adversas podem justificar desvios por razões de segurança. O que não aceitamos é que essa circunstância sirva de justificação automática para todas as decisões posteriores da companhia, nomeadamente quanto à informação prestada, à assistência aos passageiros e à escolha dos meios de transporte para concluir a viagem. Após a aterragem em Faro, permanecemos mais de quatro horas dentro da aeronave, sem informação adequada, regular e transparente sobre a continuação da viagem. A determinada altura, foi-nos comunicado que teríamos de desembarcar e recolher a bagagem, alegando-se que a tripulação tinha ultrapassado o limite de horas de serviço. Foi-nos igualmente transmitido que uma nova tripulação estaria a caminho para permitir a continuação da viagem por via aérea. Esta informação criou uma expectativa legítima de que a companhia estava a organizar a substituição da tripulação para prosseguir o transporte até ao Porto. Contudo, após o desembarque, fomos informados de que a viagem seria realizada por autocarro. A solução apresentada foi manifestamente insatisfatória, quer pela falta de clareza das informações anteriormente prestadas, quer pelas condições do transporte que nos foi disponibilizado. 2. Da aparente contradição nas informações prestadas e da decisão de transporte terrestre O aspeto mais grave desta ocorrência prende-se com o facto de a aeronave ter posteriormente descolado de Faro às 18h39 e aterrado no Porto às 19h26 do mesmo dia. Ou seja, o avião chegou ao Porto cerca de quatro horas e meia antes de nós, apesar de termos sido encaminhados para um transporte terrestre que apenas chegou ao destino final por volta das 23h57. Esta sequência de acontecimentos suscita questões sérias que a Azul tem obrigação de esclarecer. Se a companhia nos informou de que estava a ser mobilizada uma nova tripulação para permitir a continuação da viagem aérea, importa explicar por que motivo acabámos por ser transportados por estrada, enquanto a própria aeronave prosseguiu para o destino originalmente contratado. Não afirmamos conhecer todos os constrangimentos operacionais existentes, mas a divergência entre a informação transmitida aos passageiros e a solução efetivamente adotada exige uma explicação objetiva, documentada e coerente. Assim, exigimos que a Azul esclareça: Qual foi o motivo operacional concreto que determinou a opção pelo transporte terrestre dos passageiros. Se existiam lugares disponíveis na aeronave que prosseguiu de Faro para o Porto e, em caso afirmativo, por que motivo não foram utilizados para transportar os passageiros afetados. Se foi efetivamente mobilizada uma nova tripulação, conforme nos foi comunicado, e qual o destino dessa operação. Quais foram os critérios utilizados para decidir a continuação da viagem por avião ou por autocarro. Que alternativas de reacomodação foram consideradas e por que motivo não nos foi disponibilizada uma solução aérea adequada. A informação prestada em Faro revelou-se, no mínimo, contraditória com os acontecimentos posteriores. Esta situação comprometeu a nossa confiança na companhia e contribuiu para um sentimento de termos sido enganados quanto às soluções que estavam a ser consideradas. 3. Do incumprimento dos deveres de informação e assistência A Resolução ANAC n.º 400/2016 estabelece obrigações específicas das transportadoras aéreas em situações de atraso, cancelamento e interrupção do serviço. Em particular, os artigos 26.º e 27.º regulam a prestação gratuita de assistência material, incluindo alimentação adequada em função do tempo de espera, mesmo quando os passageiros permanecem a bordo da aeronave nas condições previstas na norma. O artigo 28.º estabelece regras relativas à reacomodação. No nosso caso, apesar da duração excecional da perturbação, a assistência prestada foi insuficiente. Foi-nos atribuído um voucher para almoço no aeroporto, mas não nos foi disponibilizada qualquer solução para o jantar, apesar de a viagem se ter prolongado até perto da meia-noite. Acresce que permanecemos durante horas dentro da aeronave, sem informação satisfatória sobre o que iria acontecer, e fomos posteriormente encaminhados para uma viagem terrestre em condições que consideramos inadequadas. Por conseguinte, solicitamos que a Azul identifique concretamente as medidas de assistência prestadas a cada um dos passageiros, indicando os horários, os serviços disponibilizados e os fundamentos para considerar que cumpriu integralmente as suas obrigações regulamentares. Não basta invocar genericamente dificuldades operacionais ou condições meteorológicas. É necessário distinguir a causa inicial do desvio das decisões subsequentes relativas à assistência e ao transporte. 4. Das condições do transporte terrestre disponibilizado O transporte entre Faro e o Porto foi realizado inicialmente num autocarro muito antigo e sem condições que consideramos aceitáveis, tendo sido necessário mudar de veículo na área de serviço de Santarém. A viagem decorreu, assim, em condições que ficaram aquém do que seria razoável esperar de uma transportadora responsável pela conclusão de uma viagem internacional já significativamente perturbada. A chegada ao Porto ocorreu apenas por volta das 23h57 de 17 de outubro de 2026, representando um atraso de aproximadamente 15 horas e 7 minutos face à hora de chegada contratada. Não se tratou, portanto, de um simples atraso de curta duração, mas de uma perturbação que afetou substancialmente o nosso dia, o nosso descanso, os nossos planos e a organização do transporte à chegada. Exigimos que a companhia esclareça que entidade contratou o transporte terrestre, quais os padrões de qualidade e segurança exigidos e que medidas foram adotadas para assegurar uma alternativa adequada aos passageiros. 5. Da responsabilidade civil e do direito à reparação dos danos O artigo 19.º da Convenção de Montreal estabelece a responsabilidade da transportadora pelos danos ocasionados por atrasos no transporte aéreo, salvo se esta demonstrar que tomou todas as medidas razoavelmente necessárias para evitar os danos ou que lhe foi impossível adotá-las. Por sua vez, o artigo 256.º do Código Brasileiro de Aeronáutica, na redação aplicável, prevê a responsabilidade do transportador pelos danos decorrentes do atraso do transporte aéreo contratado, ressalvadas as condições legais de exclusão dessa responsabilidade. 6.Compensação e indemnização 1.Analise e pague a compensação financeira legalmente devida a cada um dos dois passageiros, invocando-se o Regulamento (CE) n.º 261/2004 na medida em que seja aplicável e sem prejuízo dos direitos previstos na legislação brasileira. 2.Indemnize os danos materiais comprovados e os demais danos indemnizáveis que resultem da perturbação da viagem, nos termos da Convenção de Montreal.

Em curso
A. R.
23/10/2026

IRobot nao funciona, servico pessimo

Comprei um IRobot modelo Roomba Combo 505 Plus + Base AutoWash – Branco no valor total de EUR 476.10, fatura emitida em 14/10/2025. O aparelho deixou de funcionar e ja fiz todas as tentativas encontradas na internet. O atendimento ao telefone simplesmente nao funciona, dizem para acessar o website que eh mais rapido. Mentira! Ja fiz o pedido via website ha mais de 10 dias e nao ha ninguem que tenha entrado em contato comigo. So recebo o numero de protocolo via email e nada acontece. Nao ha como fazer reclamacao no Livro de Reclamacoes pois nao ha a opcao da empresa iRobot em Portugal. Me sinto lesada com essa empresa, nunca mais comprearei algum produto deles. Atendimento pessimo e qualidade do produto pior ainda.

Em curso
C. L.
23/10/2026

Reclamação – Recusa de Reembolso (Apple) e Incumprimento de Prazos / Inoperância em Chargeback (Acti

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra o ActivoBank devido à falta de apoio e inoperância na resolução de uma situação de segurança bancária. Foram efetuadas duas cobranças não autorizadas no meu cartão por parte da Apple Portugal (nos dias 16/10 e 20/10, no valor total de 47,98 €), resultantes da utilização indevida por um menor de 5 anos de idade sem o meu consentimento.  1. Erros na Aplicação Móvel: Tentei proceder ao cancelamento imediato do cartão através da aplicação do ActivoBank por razões de segurança, mas a plataforma apresentou erros técnicos contínuos que impediram o bloqueio direto do cartão. 2. Recusa de Atendimento por Escrito: Reportei a situação com urgência através do suporte por mensagem na área cliente, solicitando o bloqueio e a abertura do processo de contestação (chargeback). Em resposta (Ref: 73649184), o banco recusou-se a tratar do assunto por via escrita, remetendo obrigatoriamente para a linha telefónica.  3. Incumprimento do Prazo Prometido: Foi-me expressamente garantido pelo ActivoBank que entrariam em contacto comigo num prazo máximo de 48 horas. Esse prazo já expirou e até ao momento não recebi qualquer contacto, e-mail ou resolução por parte do banco. Pretensões: 1. Abertura imediata do processo de chargeback junto da rede do cartão (Visa/Mastercard) para reembolso dos 47,98 €;  2. Cancelamento e substituição do cartão bancário sem quaisquer encargos adicionais; 3. Pedido de esclarecimento sobre o incumprimento do prazo de contacto de 48 horas perante um alerta urgente de segurança bancária.

Em curso
J. D.
23/10/2026

Encomenda não recebida

Boa tarde, já faz mais de um mês que fiz uma encomenda neste site. Paguei de imediato, pensando tratar-se dum vendedor sério e de confiança, mas até hoje a encomenda continua no estado "em processamento". Já enviei uma mensagem privada pelo Instagram, email e nem uma reasposta, enquanto a página da loja continua em actividade e a fazer promoções nos seus produtos. Até posso compreender a possível "carga de trabalho" que um trabalho destes encarrega, mas não responder a mensagens dos clientes que lhe pagam, acho inadmissível. Gostaria de ter uma actualização da minha encomenda, saber se está em curso, se será enviada ou não, e caso não seja enviada, gostaria de ser reembolsado.

Em curso
M. R.
23/10/2026

Reembolso não recebido

Fiz uma viagem na indie campers em agosto, de 15 a 22 de agosto, com o código KZ3KV3. Quando fiz o check in, informamos a rapariga que a caravana estava completamente suja e que era inadmissível. Despachou-nos no check in e não fez a visita.Tirei fotografias para registo. A rapariga disse que iria proceder ao reembolso da taxa de limpeza. Passou a viagem e não recebemos nada. No check-out voltamos a referir isso ao rapaz e ele disse que não tinha indicação na minha conta que tinha sido pedido. Ele próprio o voltou a fazer. Disse que poderia demorar até 2 meses. Já passa esse tempo e nunca vi o reembolso. A caravana suja, os colaboradores mentem, … como é possível terem um serviço assim? Não vale de todo o dinheiro.

Em curso
R. R.
23/10/2026

Atraso na entrega da encomenda

Exmos. Senhores, O meu nome é Ricardo Ribeiro, sou associado da DECO (Sócio Nº 5455504-30), e venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio institucional relativamente a um grave litígio de consumo com a empresa El Corte Inglés, decorrente da compra online de um telemóvel. No passado dia 2 de outubro, efetuei a compra e o respetivo pagamento de um Smartphone Xiaomi Redmi 15 5G 256GB + 8GB RAM 6,9' na plataforma online do El Corte Inglés. Tratando-se da minha primeira experiência de compra online com esta entidade, decidi avançar confiando no prestígio da marca e, sobretudo, no prazo de entrega expressamente anunciado no ato da compra: 5 dias úteis, com entrega agendada para o dia 7 de outubro. Contudo, a partir dessa data, entrei num ciclo inacreditável de sucessivos adiamentos unilaterais e sem qualquer garantia de cumprimento por parte da empresa: 1. A entrega foi inicialmente adiada do dia 7 para o dia 15 de outubro. 2. Posteriormente, o prazo foi novamente alargado para o dia 24 de outubro. 3. No dia de hoje, recebi uma nova comunicação a empurrar a entrega para o dia 5 de novembro, alegando "questões de produção" do fornecedor. Contas feitas, irei receber o equipamento — na melhor das hipóteses e sem certezas absolutas — mais de um mês após ter liquidado a totalidade do valor. Considero esta situação inadmissível. O El Corte Inglés anunciou o produto como disponível, cobrou o valor de imediato e fixou um prazo de 5 dias. Não é aceitável que transfira o seu risco de desorganização logística ou de má relação com os fornecedores para o consumidor, retendo o meu dinheiro por mais de 30 dias. Apesar de me ter sido dada a opção de cancelamento, recusei o reembolso. Exijo o cumprimento do contrato de compra e venda e a entrega efetiva do bem que adquiri de boa-fé. Já respondi à empresa manifestando a minha profunda indignação, informando que irei aguardar apenas para exigir o envio do artigo, e que avançaria com esta exposição. Face ao exposto, e na qualidade de vosso associado, peço a intervenção da DECO junto do El Corte Inglés para exigir o cumprimento rigoroso e urgente da entrega do equipamento no novo prazo indicado (5 de novembro), sem mais demoras, bem como a assunção de responsabilidades pelo manifesto prejuízo causado por este atraso desmesurado. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio. Melhores cumprimentos, Ricardo Ribeiro ricard.ribeir@gmail.com

Em curso

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