Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. D.
23/10/2026
Nordiventa Operations Partner

Encomenda em nada publicitada fraudulenta

Exmos. Senhores, Em 15/10/26 comprei-vos, através do vosso site,uma Kreadora Pro por 109 € mais portes de envio . A referência da encomenda é 20320044. Em 22/10/26, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso

Falha no reembolso após cancelamento

Comprei dois bilhetes para o festival Lendas do Rock no dia 19 de janeiro de 2026, pelo valor de 35 € cada, num total de 70 €. O festival estava previsto para os dias 16, 17 e 18 de julho de 2026. No dia 13 de julho, recebi um email a informar do cancelamento do evento. No dia seguinte, a organização enviou instruções para preencher um formulário de pedido de reembolso, procedimento que cumpri. Apesar de ter seguido as instruções da organização, continuo sem receber o meu dinheiro. A 18 de setembro, perante a demora, enviei um email a informar que iria apresentar reclamação junto das entidades competentes. Em resposta, a organização garantiu que o pagamento seria efetuado até 20 de outubro de 2026. Essa data chegou e passou sem que recebesse o reembolso ou qualquer comunicação a justificar o incumprimento. No dia 21 de outubro, voltei a contactar a organização, exigindo a devolução do valor em falta. A resposta, recebida dois dias depois, foi que o pagamento seria realizado na semana seguinte, voltando assim a adiar uma obrigação que deveria estar resolvida há muito. A 23 de outubro de 2026, continuo sem receber os 70 € correspondentes aos dois bilhetes. O que considero particularmente inaceitável não é apenas a demora no reembolso, mas também o incumprimento de uma data de pagamento comunicada expressamente pela própria organização, seguido de um novo adiamento, sem uma justificação concreta. Não consegui igualmente identificar um Livro de Reclamações Eletrónico associado à empresa, pelo que estou a recorrer a outras vias para expor a situação e procurar uma solução. O que pretendo: a devolução integral dos 70 € pagos pelos dois bilhetes, sem novos adiamentos, e uma resolução efetiva desta situação. Partilho esta experiência para dar conhecimento a outros consumidores e alertar para a importância de as organizações cumprirem os compromissos assumidos perante quem compra os seus bilhetes. Aguardo a restituição do valor em dívida.

Em curso
L. D.
23/10/2026

Wells – óculos novos, sucessivos problemas, garantia recusada sem fundamentação técnica

Venho apresentar novamente reclamação contra a **Wells Ótica – Braga, Avenida da Liberdade**, uma vez que o problema continua sem solução vários meses depois e a minha reclamação anterior na plataforma DECO acabou por ser encerrada automaticamente, em **4 de outubro de 2026, após mais de 30 dias sem qualquer resposta da Wells na plataforma**. A situação começou com a compra de uns óculos destinados especificamente ao trabalho ao computador. Depois de uma longa espera, levantei os óculos no dia **15 de julho de 2026**. Ao chegar a casa e começar a trabalhar, verifiquei que os óculos não eram adequados para a utilização para a qual tinham sido encomendados. Seguiu-se um processo extremamente desgastante. Tive de contactar a Wells repetidamente por telefone e por e-mail, explicar o mesmo problema a diferentes colaboradores e deslocar-me várias vezes à loja de Braga. Vivo a cerca de 45 minutos da loja e cada deslocação implica tempo, combustível e portagens. Chegou inclusivamente a ser marcada e confirmada por escrito uma reunião por Teams para **31 de julho às 15h30**. Não recebi qualquer link, ninguém me contactou e a reunião simplesmente não aconteceu. Posteriormente, a própria optometrista da Wells confirmou-me por escrito, em **31 de julho**, que seriam fabricadas **novas lentes de acordo com o que tinha sido acordado**. No dia **7 de agosto**, a mesma colaboradora pediu-me que levasse a fatura para que pudesse ser aplicada uma **“new warranty” às novas lentes**. As novas lentes foram-me entregues em **10 de agosto de 2026**. No dia seguinte, **11 de agosto**, comuniquei imediatamente à Wells um novo problema. Os óculos tinham caído uma única vez e as lentes ficaram imediatamente com uma quantidade anormal de pequenos riscos, ao ponto de se tornarem praticamente inutilizáveis para mim. Nunca escondi que os óculos tinham caído. A questão nunca foi saber se uma queda pode provocar um risco. Naturalmente que pode. A questão é saber se é normal que **lentes novas, no primeiro dia de utilização, fiquem cobertas de múltiplos riscos depois de uma única queda**. Uso óculos há muitos anos. Os meus óculos anteriores duraram quase **dez anos** e nunca apresentaram um comportamento semelhante. A Wells enviou posteriormente os óculos para alegada análise técnica pelo fabricante. Apesar disso, foi-me comunicado por telefone que a garantia não seria aceite. A situação passou então a ser acompanhada por uma advogada portuguesa, que contactou formalmente a Wells. A resposta recebida do advogado da Wells limitou-se essencialmente a afirmar que os serviços técnicos do fabricante tinham analisado o produto e concluído que **não existia defeito de fabrico**. No entanto, até hoje não me foi disponibilizado: - o relatório técnico integral do fabricante; - a identificação de quem realizou a análise; - a metodologia ou os testes efetuados; - a descrição técnica dos danos; - a identificação exata das lentes e respetivos revestimentos; - uma explicação técnica da causa dos riscos; - nem qualquer demonstração de que todos os danos resultaram exclusivamente da queda e não de uma insuficiente resistência, qualidade ou durabilidade das lentes. A minha advogada solicitou formalmente estes elementos à Wells. É importante sublinhar que **“não foi identificado um defeito de fabrico” não responde à questão central da minha reclamação**. A questão é também se as lentes fornecidas apresentam a qualidade, resistência e durabilidade que um consumidor pode razoavelmente esperar de umas lentes novas e se o produto entregue está efetivamente em conformidade com aquilo que foi contratado. Acresce que os danos foram comunicados **apenas um dia depois da entrega das novas lentes**, depois de a própria Wells ter confirmado por escrito que estas novas lentes teriam uma nova garantia. Ao longo de todo este processo, tenho colaborado com a Wells, disponibilizado os óculos para análise, fornecido fotografias e documentação e respondido a todas as solicitações. Depois de vários meses, continuo sem uma solução adequada. Considero particularmente grave que: 1. os primeiros óculos já tenham sido entregues com um problema que obrigou à substituição das lentes; 2. as lentes de substituição tenham apresentado um novo problema imediatamente após a entrega; 3. a Wells tenha prometido expressamente uma nova garantia; 4. a garantia tenha sido posteriormente recusada; 5. a recusa continue sem ser acompanhada de uma fundamentação técnica completa e verificável; 6. e a minha anterior reclamação na DECO tenha ficado durante mais de 30 dias sem qualquer resposta da Wells. **Pretendo uma solução definitiva: a substituição das lentes, sem qualquer custo para mim, por lentes de qualidade e durabilidade adequadas ou, em alternativa, uma solução financeira equivalente.** Depois de meses de contactos, deslocações, reclamações e intervenção de uma advogada, considero que esta é uma expectativa perfeitamente razoável. Espero que desta vez a Wells responda efetivamente à reclamação e apresente uma solução concreta, em vez de se limitar a repetir que “não existe defeito de fabrico” sem facultar a respetiva fundamentação técnica.

Em curso
D. P.
23/10/2026

ncumprimento de recolha de equipamento e retenção indevida de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Cecotec Innovaciones, S.L., devido ao incumprimento nos prazos de assistência pós-venda e retenção de reembolso de um artigo adquirido. No dia 15/10/2026 , a Cecotec aprovou formalmente a devolução do produto 0 Drumfit WOD Rider 3000 Eolo associado á encomenda n.º232489195236240 . Ficou acordado que a marca procederia à recolha da mercadoria na minha morada através da sua transportadora parceira. Contudo, e apesar de o artigo se encontrar devidamente embalado e pronto para envio, a transportadora nunca efetuou a recolha, não cumprindo as datas e os prazos estipulados. Já contactei o apoio ao cliente, mas o problema continua sem resolução e o processo encontra-se estagnado por vossa responsabilidade. Nos termos da legislação de defesa do consumidor em vigor (Decreto-Lei n.º 84/2021), a gestão logística da recolha de um bem devolvido ao abrigo da garantia/direito de livre resolução é da inteira responsabilidade do vendedor, não podendo o consumidor ser penalizado por falhas logísticas de terceiros. Face ao exposto, e visto que a devolução já foi aceite e a recolha está pendente por vossa inércia, exijo a revolução imediata do valor total pago 359 euros pelo mesmo meio de pagamento original, e o agendamento urgente de uma data definitiva para a recolha do equipamento. Sem outro assunto, aguardo uma resposta célere com a resolução deste diferendo, sob pena de avançar com uma denúncia formal junto da ASAE.

Em curso
R. A.
22/10/2026

Facturas emitidas sem NIF, apesar de pedidos repetidos

Desde Julho de 2026 que o El Corte Inglés emite facturas sem o meu NIF nas encomendas que faço através da Glovo, apesar de o NIF estar registado na Glovo e ser pedido para a factura. A lei obriga a pôr o NIF do cliente na factura quando ele o pede (n.º 3 do artigo 40.º do Código do IVA). O caso mais recente foi a 16/10/2026. A encomenda n.º 101804590116, de 39,51 €, deu a factura simplificada n.º FS 014026040A/011566, sem NIF. Antes disso, a encomenda n.º 101783061363, de 24/09/2026 e no valor de 20,13 €, deu a factura simplificada n.º FS 014026057A/008483, também sem NIF. Desde Julho pedi várias vezes facturas com NIF (casos 24738726, 25187155 e 26615353). Reenviaram-me facturas em nome de consumidor final, um email sem anexo e a factura de outra encomenda. O pedido para o caso subir a um supervisor ficou sem resposta. A factura com NIF da encomenda de 30/07 só chegou a 18/10, quase três meses depois. Aos meus emails de 14, 15 e 16/10 responderam apenas com uma mensagem automática a pedir que preenchesse um formulário. Quero as facturas de 24/09 e de 16/10 corrigidas com o meu NIF e que o El Corte Inglés resolva o problema de vez. Já fiz denúncia à Autoridade Tributária.

Em curso
L. L.
22/10/2026

Água da torneira com excesso de calcário, sabor desagradável e consequências na pele e cabelo.

Resido no centro de Vila do Conde e há pelo menos dois anos que me deparo com problemas persistentes na qualidade da água da torneira, nomeadamente um sabor extremamente desagradável e uma quantidade de calcário que considero excessiva. O problema não se limita ao incómodo causado pela água. O calcário acumula-se rapidamente nas torneiras, incluindo nas novas, e na cabine de duche, deixando depósitos persistentes e obrigando a uma limpeza constante. Esta situação provoca desgaste e deterioração dos equipamentos, representando custos adicionais para os consumidores que não deveriam ser ignorados. Além disso, tenho sofrido de secura e comichão na pele e no couro cabeludo. Ao utilizar água mineral engarrafada para lavar o rosto e o cabelo, notei uma melhoria imediata. Esta diferença leva-me a suspeitar que as características da água da rede possam estar a contribuir para estes problemas. É inaceitável que os consumidores tenham de suportar os custos de manutenção e substituição de torneiras e outros equipamentos devido à acumulação persistente de calcário, sem informação clara sobre a dureza da água e sem uma resposta concreta da entidade responsável pelo abastecimento. Numa habitação com uma renovação da casa de banho há apenas cinco anos, fui obrigada a substituir uma torneira que se encontrava num estado de deterioração extremamente avançado, com uma acumulação de calcário que considerei anormal para o tempo de utilização. O próprio profissional responsável pela troca da torneira, ficou incrédulo quando soube que a mesma tinha apenas cinco anos de uso doméstico. Não estamos, portanto, a falar apenas de manchas superficiais ou de uma questão estética. Estamos a falar de equipamentos que se deterioram, de despesas suportadas pelos consumidores e da necessidade de perceber se as características da água fornecida estão a contribuir para estes danos. **Exijo que a INDAQUA Vila do Conde esclareça:** - Qual é a dureza da água fornecida no centro de Vila do Conde e quais foram os valores registados nos últimos dois anos. - Se foram detetadas alterações na composição, no tratamento ou na origem da água durante esse período. - Que medidas estão a ser tomadas para investigar e esclarecer as queixas relativas ao sabor e à acumulação excessiva de calcário. - Se existe algum mecanismo de compensação ou responsabilização quando as características da água provocam danos comprovados nos equipamentos domésticos. A água é um serviço essencial e os consumidores têm direito a informação transparente sobre a sua qualidade. Não basta afirmar que a água cumpre os parâmetros legais de potabilidade: é necessário esclarecer as características da água fornecida, investigar as reclamações e responder às consequências práticas que os consumidores enfrentam. Solicito uma resposta concreta, fundamentada em resultados de análises e dados verificáveis, e não uma resposta genérica que não esclareça o problema. **Os consumidores não devem ser deixados sozinhos a suportar os custos e as consequências de uma situação que merece ser devidamente investigada.**

Em curso

Cobrança injustificada de 130 €, ausência de fatura, falta de resposta ou resolução

Apresento reclamação contra a Rádio Popular pela cobrança adicional de 130 € na instalação de um ar condicionado anunciado com instalação gratuita, sem orçamento prévio, discriminação dos custos ou emissão posterior de fatura ou recibo. Após várias tentativas de resolução, continuo sem a devolução do valor, sem documentação fiscal e sem resposta ao meu último email, enviado a 17 de agosto. Solicito a devolução integral dos 130 € e uma indemnização de 200 € pelos transtornos e prejuízos causados. 1. Cobrança adicional e ausência de justificação Após aproximadamente um mês de espera pela instalação, foi me exigido o pagamento de 130 €, alegadamente pela instalação de uma calha técnica e pela espessura da parede. O pagamento foi efetuado por MB Way diretamente para um número indicado pelo técnico, sem orçamento prévio, discriminação dos trabalhos ou possibilidade de avaliar antecipadamente os custos. As condições da instalação standard enviadas pela própria Rádio Popular incluem expressamente a calha técnica, a tubagem e a ligação elétrica até três metros. A instalação realizada respeitou esse limite. A parede tem aproximadamente 50 cm de espessura, excedendo em cerca de 10 cm os 40 cm previstos nas condições. Contudo, nunca me foi explicado como essa diferença justificaria 130 €, nem apresentado qualquer cálculo ou orçamento que demonstrasse a proporcionalidade do valor. Além disso, os próprios técnicos sugeriram alterar a localização inicialmente pretendida para evitar custos relacionados com a distância. Aceitei a alteração e, ainda assim, fui confrontada com esta cobrança. Não contesto a possibilidade de existirem custos extraordinários, mas exijo que sejam previamente comunicados, devidamente justificados e discriminados. 2. Cronologia das tentativas de resolução • 15 de julho, às 14h06: enviei a primeira reclamação por email, solicitando a devolução integral dos 130 € e contestando a falta de informação prévia. Às 14h07, recebi apenas uma confirmação automática. • 22 de julho, às 11h23: a Rádio Popular respondeu que os extras seriam orçamentados pelo técnico e enviou as condições da instalação standard. • 22 de julho, às 11h40: respondi detalhadamente, demonstrando que a calha técnica e os três metros de instalação estavam incluídos. Questionei a cobrança de 130 €, solicitei a discriminação dos custos e denunciei a ausência de orçamento, fatura e recibo. Para tentar chegar a um acordo, admiti nessa fase a devolução de, pelo menos, 65 €. • 29 de julho, às 15h32: a Rádio Popular informou que a situação tinha sido encaminhada para o departamento responsável e que seria contactada assim que possível, sem apresentar qualquer solução concreta. • 17 de agosto: enviei um último email, indicando que tinham passado 19 dias desde a última resposta e mais de quatro semanas desde a instalação. Reiterei os factos, exigi a devolução integral dos 130 € e estabeleci um prazo de cinco dias úteis para a resolução, informando que recorreria às entidades competentes. Este último email ficou sem resposta. Não recebi qualquer esclarecimento, proposta de resolução, documentação fiscal ou devolução do dinheiro. A Rádio Popular teve várias oportunidades para resolver a situação, mas limitou se a confirmar o encaminhamento interno da reclamação, sem qualquer acompanhamento efetivo. 3. Fundamentos legais Solicito que a situação seja apreciada à luz da Lei n.º 24/96, de 31 de julho, Lei de Defesa do Consumidor, nomeadamente o artigo 9.º, relativo à proteção dos interesses económicos do consumidor, e o artigo 12.º, relativo ao direito à indemnização nas situações legalmente abrangidas. Invoco também os artigos 798.º e 799.º do Código Civil, relativos à responsabilidade por incumprimento contratual, e o artigo 496.º, quanto a danos não patrimoniais que, pela sua gravidade, mereçam tutela jurídica. Solicito ainda a apreciação da eventual aplicação do Decreto Lei n.º 57/2008, relativo às práticas comerciais desleais, caso se verifique que a informação prestada sobre a instalação gratuita e os encargos adicionais foi suscetível de induzir o consumidor em erro. Quanto à ausência de fatura ou recibo, solicito o esclarecimento da entidade responsável e a emissão da documentação fiscal aplicável, tendo em conta o artigo 29.º, n.º 1, alínea b), do Código do IVA. 4. Pedido de indemnização A situação obrigou me a despender tempo a analisar condições, reunir documentação, redigir sucessivas reclamações e insistir numa resolução que deveria ter sido célere. A ausência de resposta ao último email agravou a frustração e o desgaste causados. Por isso, solicito uma indemnização de 200 €, além da devolução integral dos 130 €, como proposta de compensação pelos transtornos e prejuízos decorrentes da situação, sem prejuízo da apreciação dos pressupostos legais aplicáveis. 5. Resolução pretendida Solicito à Rádio Popular: 1. A devolução integral dos 130 € cobrados. 2. Uma indemnização de 200 €, além da restituição. 3. O envio da fatura ou recibo relativo ao pagamento por MB Way. 4. A discriminação dos trabalhos, materiais e serviços que alegadamente justificaram a cobrança, incluindo o cálculo do valor. 5. Um esclarecimento formal sobre o procedimento de cobrança e a documentação fiscal. 6. Uma resposta escrita, fundamentada e conclusiva. Solicito uma proposta concreta de resolução no prazo de 10 dias úteis após a publicação desta reclamação. Caso não obtenha resposta satisfatória, recorrerei ao Livro de Reclamações Eletrónico, às entidades de defesa do consumidor e aos mecanismos de resolução alternativa de litígios, reservando me o direito de recorrer aos meios judiciais adequados. Lamento ter de recorrer a uma reclamação pública após várias tentativas de resolução amigável. Espero que a Rádio Popular assuma a responsabilidade, devolva o valor contestado e apresente uma solução adequada.

Em curso
L. F.
22/10/2026

Burla de encomenda á cobrança

Boa noite Ex senhores recebi uma encomenda á cobrança do Remetente EATT EURO aan039738@gmail.com Getafe 28906 Madrid pelo valor de 49 euros cuja encomenda seria um laser 360 autonivelante, sendo a encomenda após paga e aberta uma mala de brinquedo para crianças superiores a 3 anos cujo valor é bastante inferior. Peço aos CTT que não façam a transferência para esta entidade até eu conseguir fazer a devolução da encomenda e reaver o valor pago de volta . O número de referência da encomenda do remetente é: cargo/CC/dpto 008280/6391500001, Exp CTT express 0082800082909726405766, peço ajuda para eu conseguir devolver a encomenda que não corresponde ao encomendado e conseguir reaver o valor quebrado 49 euros desde já um muito obrigado pela atenção de todos os que me poderem ajudar com os meus melhores cumprimentos Leonel

Em curso
L. M.
22/10/2026
STE - Serviços Técnicos de Electrodomésticos, Lda.

Recusa de devolução e reembolso de peça não levantada

Em 16 de setembro de 2026, encomendei à STE - Serviços Técnicos de Electrodomésticos, Lda., NIF 503177024, uma porta para uma máquina Candy, referência 70004782, pelo valor de 67,54 euros. Antes da encomenda e do pagamento, a empresa não informou que a peça seria considerada uma encomenda especial, nem que estaria excluída de cancelamento, devolução ou reembolso. Essa condição também não consta da fatura FT 202600009/615 ou do recibo. O pagamento foi efetuado em 21 de setembro. Em 25 de setembro, antes de a peça ser levantada, aberta ou utilizada, solicitei o cancelamento e o reembolso. Em 28 de setembro, a STE respondeu apenas que a encomenda já tinha sido expedida pelo fornecedor. Solicitei as condições de devolução e a base contratual da recusa. Reforcei o pedido em 30 de setembro e 2 de outubro, mas a empresa deixou de responder diretamente. Também nunca fui informado de que a peça tinha chegado ou estava disponível para levantamento. Posteriormente, a representante jurídica da empresa alegou que a peça tinha sido especialmente encomendada e que essa condição me teria sido comunicada. Pedi que identificasse o email, documento ou registo de aceitação que comprovasse essa informação, mas não foi apresentada qualquer prova. Em 20 de outubro, enviei uma última interpelação à STE. A empresa não respondeu e a sua representante jurídica limitou-se a declarar: “Nada mais temos a acrescentar.” A peça nunca me foi entregue, levantada, aberta ou utilizada. A STE mantém simultaneamente a peça e os 67,54 euros pagos. Em 22 de outubro de 2026, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, com o protocolo ROR00000000045771941. A reclamação foi remetida à ASAE e à STE. Solicito a intervenção da DECO PROteste para ajudar a obter o reembolso dos 67,54 euros. Disponibilizo a fatura, o recibo, a correspondência trocada e o comprovativo da reclamação.

Em curso
M. D.
22/10/2026
European Custom Tailor

Bespoke Suit Order Not Received

Hello, I am reaching out regarding a custom suit purchase I made in May of 2025 from European Custom Tailor (Porto, Portugal), owned by Eduardo Xavier. Since May 2025, I have attempted to contact Eduardo via WhatsApp and Instagram hundred of times (I can provide message transcripts as needed) to understand the status of my order (details below). Eduardo and his company have barely responded over these 18 months, therefore I am taking legal action. Eduardo has not provided my order, nor has provided sufficient information as to where my order is. I've attached the PDF invoice for your reference (Silver Package, 3,360 Euros - paid in full on May 25, 2025). I also have records of all tracking information for the portion of the suit order I have received, I can provide that upon request. I've reached the US Consumer protection organization and have filed a request (REQ: 204504281) on July 27, 2026. Details: In May of 2025, I traveled to Porto Portugal to attend a friends (Craig and Nina Walker's) wedding, and had received high praise from my friend Craig regarding European Custom Tailor's (Eduardo Xavier) suits. I went to European Custom Tailor (P. de Guilherme Gomes Fernandes 84, Porto Portugal), for a fitting and placed a bespoke suit order: Silver Package - 3 suits, 3pc. with two shoes, two shirts, two ties, two socks, two suspenders. Details of my order details are noted within the attached file. To date, I have only received the following: 1 Blue Suit (3 pc) Brown Loafers 1 White shirt 1 Tie I am getting married in January and will be wearing the Olive suit (have not received). For the wedding, we will be having formal photos taken during Thanksgiving (November 24th), therefore will need my order before then. Please provide me a status of when I will be receiving the remainder of my order. I'd also like to understand my legal rights and what support you can provide me to collect my suits. Overall, I am quite disappointed in this companies (European Custom Tailor - Eduardo Xavier's) process - it should not take 18+ months to receive my suits. Additionally, it has been impossible to get in touch with the shop owner (Eduardo Xavier), I would think customer service should be a priority for his business. Here is European Custom Tailor's Contact information: Owner: Eduardo Xavier Email: info@europeancustomtailor.com; eduardo@eduardoxavier.com Website: europeancustomtailor.pt; eduardoxavier.com Phone: +351 910 684 896 Instagram: @europeancustomtailor_pt; @the.european.shop Please let me know what legal action I can take within Portugal. I have already begun legal discussions within the United States. Thank you, Matthew Doyle matthew.c.doyle29@gmail.com +1 610-306-6430

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