Reclamações públicas

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B. V.
27/07/2026

Pedido de apoio — pagamento efetuado à SKLUM sem criação de encomenda nem reembolso

Pedido de apoio — pagamento efetuado à SKLUM sem criação de encomenda nem reembolso Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um problema com a empresa SKLUM, relacionado com um pagamento efetuado através de entidade e referência Multibanco, sem que a respetiva encomenda tenha sido criada. No dia 28/05/2026, efetuei um pagamento no valor de 3.992,55 €, utilizando a entidade e referência Multibanco disponibilizadas pela SKLUM HOME AND DECO SL, durante o processo de compra no seu site (Entidade: 45648, Referência: 573923865) O valor foi debitado da conta bancária do meu esposo, mas não recebi qualquer número ou confirmação de encomenda. Após contactar a SKLUM, a empresa informou que não conseguia localizar o pagamento e alegou que a Stripe não o teria recebido. Contactei também o meu banco, Montepio, que confirmou por escrito que o pagamento foi corretamente executado e que o valor foi recebido pela entidade beneficiária associada à referência Multibanco. Enviei essa documentação à SKLUM, juntamente com o comprovativo do pagamento, mas, até ao momento, a situação continua sem resolução. A empresa não criou a encomenda, não identificou o destino do pagamento e não procedeu à devolução do valor pago. Limita-se a indicar que a Stripe não recebeu o pagamento, sem esclarecer: * quem é o titular da entidade Multibanco utilizada; * qual foi o prestador de serviços de pagamento que gerou a referência; * para onde foi transferido o valor; * que diligências foram efetuadas para localizar a transação. Apresentei ainda uma reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, com a referência nº ROR00000000045641508, em 30/06/2026. Já decorreram mais de 15 dias úteis e não recebi qualquer resposta da SKLUM. Considero que não é aceitável que o consumidor fique sem o dinheiro e sem a encomenda, sobretudo quando existe documentação bancária que comprova que o pagamento foi efetuado e recebido pela entidade beneficiária. Venho, por isso, solicitar o apoio e a intervenção da DECO para que a SKLUM seja instada a: 1. identificar formalmente o titular da entidade Multibanco e o prestador de pagamentos que recebeu a operação; 2. efetuar o rastreio completo da transação; 3. proceder ao reembolso integral do valor de 3.992,55 €; 4. esclarecer a ausência de resposta à reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico. Junto em anexo os seguintes documentos: * comprovativo do pagamento Multibanco; * declaração ou comprovativo emitido pelo Montepio; * restantes documentos relevantes. Agradeço a vossa análise e indicação sobre os próximos passos a adotar. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Vieira Telefone: 965347379 Email: barbarapv@gmail.com Morada: Funchal

Em curso
T. P.
27/07/2026

Devolução e reembolso de encomenda

Exmos. Senhores Responsáveis pela marca Diana Lisboa, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à encomenda nº #19943, efetuada no vosso website no dia 03/07 e recebida na minha morada no dia 20/07. Após a receção do artigo, verifiquei que o mesmo não corresponde minimamente à qualidade do anunciado. Como tal, decidi exercer o meu direito de livre resolução do contrato (direito de devolução), salvaguardado pelo Artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que prevê o prazo legal de 14 dias seguidos para desistir da compra. Pretendo o reembolso total, pelo facto de o vestido não corresponder minimamente às imagens, no que diz respeito ao material e à qualidade dos acabamentos. É uma peça de qualidade muito inferior, que não se ajusta nem ao preço publicitado. Reclamei em vários sítios, como é referido na vossa Política de Reembolso, e obtive uma resposta automática. Não me foram enviados os dados para proceder à devolução. Caso não obtenha uma resposta célere e uma resolução para este problema nas próximas 48 horas, farei avançar esta queixa junto das entidades supervisoras competentes (ASAE e Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo) e darei início ao processo de chargeback (reversão do pagamento) junto da minha entidade bancária por incumprimento comercial. Sem outro assunto.

Em curso
S. P.
27/07/2026

Reclamação sobre o protocolo da DECO com a OK Teleseguros

Boa tarde, Na qualidade de associado da DECO, venho apresentar a minha profunda indignação relativamente à forma como fui tratado pela OK Teleseguros, empresa com a qual a DECO mantém um protocolo que, naturalmente, transmite aos associados uma imagem de confiança, transparência e respeito pelos consumidores. Contactei a OK Teleseguros com o objetivo de transferir dois seguros multirriscos habitação. Fui atendido pelo Sr. Filipe Rodrigues, que iniciou o processo de simulação. Após cerca de vinte minutos de recolha de informação, e quando o processo já estava a meio e bastante adiantado, fui surpreendido com a informação de que a companhia não aceitava segurar os meus apartamentos. O mais grave é que nenhum dos dois apartamentos apresenta qualquer historial de sinistros ou qualquer situação que justificasse, à partida, uma recusa desta natureza. Perante a minha insistência em obter uma explicação, o colaborador limitou-se a informar que existia um "bloqueio" no sistema, sem qualquer capacidade para esclarecer o motivo, dizendo apenas que alguém do apoio ao cliente me contactaria posteriormente. Algumas horas depois fui contactado por uma colaboradora, a Sr.ª Kepemby (peço desculpa, desconheço a grafia correta do nome), que se limitou a repetir, várias vezes, que a OK Teleseguros "efetua escolhas" e que, por esse motivo, não aceitava os meus apartamentos. Quando lhe perguntei, de forma muito simples, qual era a razão concreta dessa decisão, nunca me foi dada qualquer explicação. A resposta foi sempre exatamente a mesma, parecia uma Inteligência Artificial a falar sempre o mesmo discurso, recusando-se a indicar qualquer fundamento para a recusa. Considero este comportamento absolutamente inaceitável. Não é admissível que um consumidor perca tempo num processo de adesão para, no final, lhe ser comunicada uma recusa sem qualquer fundamentação. Mais grave ainda é verificar que ninguém na companhia consegue - ou quer - explicar os critérios utilizados para essa decisão. Enquanto associado da DECO, recorri precisamente a uma empresa protocolada convicto de que encontraria um serviço pautado pela transparência, seriedade e respeito pelos consumidores. Em vez disso, fui confrontado com uma atuação que considero arbitrária, opaca e profundamente desrespeitadora! Perante esta situação, não posso deixar de questionar a posição da DECO. Tem a DECO conhecimento de que os seus associados podem ser tratados desta forma por uma empresa com a qual mantém um protocolo?? Considera a DECO aceitável que uma seguradora recuse clientes sem apresentar qualquer justificação?? É este o nível de transparência e de respeito pelos consumidores que a DECO entende compatível com os protocolos que celebra?? Confesso que fiquei profundamente dececionado. A confiança que depositava na DECO e nos seus protocolos ficou seriamente abalada. Esperava muito mais de uma entidade cuja missão é defender os consumidores! Solicito, por isso, que a DECO analise esta situação junto da OK Teleseguros, me esclareça se este tipo de atuação é compatível com os princípios que regem os vossos protocolos e me informe quais as diligências que pretende adotar perante uma situação que considero extremamente grave. Fico a aguardar a vossa resposta. Obrigado pela atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
P. R.
27/07/2026

Campanha ny5

Campanha NY5 — Motor destruído, carro parado há um ano, sem resposta da marca Sou proprietário de um Citroën C5 Aircross (matrícula AD34IF, VIN VR7ACYHZJLL031949). Há aproximadamente um ano o motor falhou catastroficamente — travou completamente, sem funcionar. O mecânico local, após desmontagem completa do motor, identificou válvula partida, pistão furado e desgaste profundo generalizado dos pistões e camisas dos cilindros. Estes danos são consistentes com a falha da corrente da árvore de cames — defeito que a própria Citroën reconheceu oficialmente através da Campanha Técnica de Segurança NY5, que me foi enviada por carta em maio de 2026, um ano depois da avaria. À data da avaria, a Citroën ainda não havia comunicado este defeito. Fiquei um ano sem carro, com motor fora, sem meios para suportar uma reparação que é da responsabilidade da marca. Após receber a carta da Campanha NY5, preenchi o formulário no site oficial da Citroën. Nunca obtive resposta. Contactei também o concessionário por telefone, que recusou aceitar o veículo com o motor desmontado. Solicito formalmente à Citroën Portugal: 1. Diagnóstico oficial a expensas da marca 2. Reparação completa e gratuita ao abrigo da Campanha NY5 3. Reembolso dos custos de diagnóstico já suportados 4. Compensação pelos danos indiretos de um ano sem veículo Tenho declaração da oficina e cópia da Campanha NY5 como documentação de suporte. Nota: encontrei outras pessoas com o mesmo problema. Este não é um caso isolado.

Em curso
F. P.
27/07/2026

Devolução e Reembolso

Exmos. Senhores, Pretendo a resolução o mais breve possível do assunto, conforme email que recebi da ABOUT YOU em 15/01/2026 e da última reclamação que fiz por email em 21/05/2026, que se juntam em anexo. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
I. G.
27/07/2026
leonor braga

Direito de Livre Resolução e Devolução para Morada Nacional / Europeia – Encomenda N.º 1954

No passado dia 28/06/2026, adquiri através do vosso sítio de internet designado “Leonor Braga” o produto “Sofia - Sandálias Artesanais e Elegantes”  tendo a transação sido efetuada com a vossa empresa, uma entidade comercial que diz ter sede em Brag, Portugal e portanto ser registada em Portugal. Ao abrigo do Direito de Livre Resolução contratual (Artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância), comuniquei a minha intenção de proceder à devolução do referido artigo dentro do prazo legal anunciado no vosso site. No entanto, ao solicitar as instruções de devolução, inicialmente forçaram a solução “troca por outro produto” e ao cabo de vários e-mails trocados foi-me fornecido um endereço de destino localizado na República Popular da China, sem que me sejam dadas quaisquer garantias de receção, segurança ou reembolso alfandegário. Face a isto, manifesto a minha total oposição pelos seguintes fundamentos legais: 1. Falta de Informação Pré-contratual: Em momento algum antes da celebração do contrato fui expressamente informado de que, em caso de devolução, os bens teriam de ser expedidos para fora do território da União Europeia, o que viola o Artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. 2. Ónus Desproporcional ao Consumidor: Exigir o envio internacional para a China imputa-me custos de transporte desproporcionais, riscos de extravio elevados e procedimentos alfandegários complexos, anulando na prática o meu direito legal de desistência. 3. Sede da Empresa: Sendo a vossa firma portuguesa, a devolução deve ser efetuada para uma morada em território nacional ou, no limite, para um entreposto comercial dentro do espaço económico europeu. Pelo exposto, solicito que me seja fornecida, no prazo de 48 horas, uma morada de devolução em Portugal ou na União Europeia, ou, em alternativa, que assumam a recolha do produto na minha morada sem custos adicionais. Caso insistam no envio para a China sem assumirem os custos e os riscos do transporte, ver-me-ei obrigado a avançar com uma queixa formal junto da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), da Direção-Geral do Consumidor e a recorrer a um Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Fico a aguardar a vossa resposta imediata com a morada correta para o envio. Com os meus cumprimentos, Isabel Maria Cardoso da Costa Gonçalves +351966792041

Em curso
M. P.
27/07/2026
MEO

Serviço interrompido mas cobrado

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º (114 640 06 47), comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Nao temos telefone fixo, nao tem net em casa, nao temos cobertura de rede aceitaval para o telemovel associado ao serviço. Explicaçao fornecida : linhas de cobre discontinuadas, as avariadas nao estao a ser tratadas. Soluçao dada : fibra a ser puxada, prazo indeterminado. Duraçao desta situaçao dramatica : 1 ano, mas cobrança a ser feita. Fatura do mês de julho 2026 N°FT A/871135322, valor 56,94€ Em paralelo a esta reclamaçao foi submetida hoje o formulario à Provedoria do cliente no site da Meo, às 16:25:27. Assim sendo, solicito a resolução imediata das anomalias acima reportadas, regularizaçao da faturaçao excessiva a ser cobrada ha 1 ano para um serviço mais que reduzido e em caso de impossibilidade de fornecer um serviço digno e em condiçoes a anulaçao do contrato por justa causa por incumprimento do contratado. Cumprimentos.

Em curso
A. M.
27/07/2026

Atraso no envio da Encomenda.

Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca _____, pelo valor de _____euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Encerrada
A. G.
27/07/2026

O aparelho queimou

Exmos. Senhores, Em 02 de Janeiro de 2026 adquiri um/uma máquina de soldar por305.19 Euros. A referência da encomenda é PO-163-10499146112630541. Sucede que este apresenta defeito; Ao ser utilizada pela segunda vez no dia 26/07/2026 a maquina começou a deitar muito fumo branco pelas gateiras de arrefecimento e posteriormente lume, deixando de funcionar de imediato Comuniquei-vos de imediato o problema, em 26 de Julho de2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o iriam reencaminhar para o vendedor, este respondendo que nao tinha a certeza que o fumo vinha da máquina e enrolando em vez de activar a garantia; a vossa plataformafoi a intermediaria de venda e recusa se a resolver a situação e/ou recolher o aparelho para a garantia, insistindo para falar com o vendedor, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximox dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida
D. D.
27/07/2026

Reembolso em atraso

Saudações no dia, 21 de maio de 2026, comprei um relógio na plataforma Vinted de um vendedor que — após eu questionar sobre o funcionamento do artigo — confirmou que ele funcionava, embora as fotos do anúncio sugerissem o contrário. Ao recebê-lo, descobri que não estava funcionando; entrei em contato com o vendedor, que autorizou a troca da bateria. No entanto, depois de relatar o problema na plataforma, o vendedor de imediato solicitou a devolução. Como os termos de venda da plataforma não autorizam a venda de itens danificados — a menos que isso esteja especificado no anúncio —, os custos de envio deveriam ter sido cobertos pela plataforma ou pelo vendedor; contudo, tive de arcar com eles por conta própria. Quando o pedido chegou ao vendedor, ele inventou desculpas, alegando que o item era diferente daquele enviado originalmente. Apesar das provas apresentadas à Vinted, a plataforma vem protelando a situação até hoje, sem oferecer uma solução definitiva.

Resolvida

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