Reclamações públicas

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L. R.
11/06/2026

Reembolso da compra em loja, recusado

No dia 10/06/2026, comprei uma mala na loja situada no centro comercial Nova Arcada, em Braga. No momento da compra, perguntei à colaboradora da loja se a mala era feita de pele, tendo-me sido respondido que sim. O preço da mala era de 115,90 €, e efetuei a compra sem verificar a etiqueta, confiando apenas na informação prestada pela colaboradora. Contudo, algumas horas depois, já em casa, ao consultar a composição da mala, fiquei surpreendida ao verificar que os materiais eram constituídos por apenas 20% de Pele, 80% de Lona, Interior em Poliéster e componentes metálicos em Zamac. No próprio dia da compra, regressei à loja com a intenção de proceder à devolução da mala. Fui então informada de que, de acordo com a política da marca para compras realizadas em loja física, não é efetuado reembolso, sendo apenas possível a troca por outro produto ou a emissão de um voucher com validade de seis meses, para a compra de outro produto neste período. Se tivesse o conhecimento prévio da composição dos materiais, não teria efetuado a compra. Acabei por ser obrigada a trocar por outra mala. Pagar um valor tão elevado por um produto cuja composição não corresponde às expectativas criadas no momento da venda. Na minha opinião, o preço acaba por refletir sobretudo o valor da marca (Branding) e não a qualidade dos materiais utilizados. Esta experiência deixou-me profundamente insatisfeita e comprometeu a minha confiança na marca. Espero sinceramente não voltar a realizar compras desta marca no futuro.

Em curso

cobranca de imposto ilegal e incorreta (matematicamente comprovado)

Comprei um produto da China que custou 174.49 (com portes). Entretando os senhores maguinificos da AT estao a cobrar valores superiores aos pagos. Disseram que nao podem considerar descontos. Pergunto-me se agora em diante o imposto e cobrado como sorteio e boa vontade. Ja reclamei ao CTT para corrigir o valor para o correto. Mais uma vez, nao estou a negar a pagar o imposto mas que seja o "LEGAL" por lei. Se a AT esta a cobrar ilegalmente e dar o mau-exemplo, nao posso aceitar tal comportamente imaturo. Infelizmente dia 11-Julho a encomenda voltara para a origem por culta da AT e do CTT, que tambem vai levar com uma reclamacao por fazer a ilegalidade de cobrar a mais do que o valor legal pago e comprovado. Quase 1 mes para responder e responder perguntas repetitivas e sempre com ilegalidade, por parte das autoridades!

Em curso

Valor do imposto de encomenda ilegal/incorrecto (matematicamente provado)

Comprei um produto da China que custou 174.49 (com portes). Entretando os senhores maguinificos da AT estao a cobrar valores superiores aos pagos. Disseram que nao podem considerar descontos. Pergunto-me se agora em diante o imposto e cobrado como sorteio e boa vontade. Ja reclamei ao CTT para corrigir o valor para o correto. Mais uma vez, nao estou a negar a pagar o imposto mas que seja o "LEGAL" por lei. Se a AT esta a cobrar ilegalmente e dar o mau-exemplo, nao posso aceitar tal comportamente imaturo. Infelizmente dia 11-Julho a encomenda voltara para a origem por culta da AT e do CTT, que tambem vai levar com uma reclamacao por fazer a ilegalidade de cobrar a mais do que o valor legal pago e comprovado. Quase 1 mes para responder e responder perguntas repetitivas e sempre com ilegalidade, por parte das autoridades!

Em curso
J. M.
10/06/2026

Descodificador TDT em televisão sem box

Exmos Senhores Em data não concretamente apurada, mas pensando que terá ocorrido nos dia 20 ou 21 do passado mês de abril, contactamos através da linha de apoio da NOS, através do número 16990, em virtude de o aparelho descodificador TDT que possuo numa televisão sem box, não se encontrava a funcionar. A operadora que nos atendeu e como não conseguiu resolver o problema remotamente, deu-nos a indicação para nos dirigirmos à loja, neste caso à existente no Fórum Coimbra, para aí procedermos à troca do referido equipamento. devendo irmos munidos do equipamento avariado e respetivos cabos de ligação. Por esta funcionária foi-nos ainda solicitado que fornecessemos o nº de série do equipamento, p que fornecemos de imediato - s/n 223H2012L1413. Deslocámo-nos então pessoalmente à loja da NOS, situada no Fórum Coimbra, conforme nos foi proposto. Aí chegados pelo operador, foi-nos perguntado porque nos deslocamos pessoalmente à loja, informamos e depois de consultar a nossa ficha de cliente, fomos informados que efetivamente existia uma informação para troca do equipamento. No entanto, este operador perguntou-nos se tínhamos connosco o aparelho para trocar, ao que respondemos afirmativamente. Então, o operador perguntou-nos se poderia fazer um teste, nomeadamente um reset ao aparelho e verificar o que estaria a acontecer, ao que acedemos, pois o que queríamos era que o problema ficasse resolvido, tendo o equipamento depois de alguma insistência, o equipamento acabou por recuperar e começou a trabalhar, aparentemente sem qualquer anomalia. Atendendo a tal situação não se procedeu à troca do equipamento, tendo regressado com o mesmo aparelho. Senão, quando chegados a casa e voltando a ligar o referido aparelho , o descodificador já identificado, ao televisor, o mesmo não respondeu, voltando a não accionar o equipamento de televisão, dando o mesmo erro, o que nos levou a crer que o equipamento só funcionou na loja porque estava ligado à própria rede e na loja NOS e com códigos próprios. Atendendo a esta situação, decidimos deslocarmo-nos a outra loja NOS, sita em Cantanhede, para se ouvir outra opinião, e porque é a cidade onde trabalhamos, portando, mais perto para nos deslocarmos. Aí, pelo funcionário que aí se encontrava, e depois de fornecermos os nossos dados de cliente, fomos informados de que não tínhamos direito à troca do equipamento, pois o mesmo já não estava no prazo de garantia para a troca. Esta era uma situação nova para nós, pois nunca nos tinha sido confrontados com tal situação. Então perguntámos ao funcionário da NOS, atendendo a este dado novo, se puderíamos adquirir um equipamento de imediato, ao que mesmo respondeu afirmativamente, existindo no entanto, um senão, que seria que havíamos e efetuar um contrato para tal equipamento, pois pelo mesmo era devida uma mensalidade e que o meso seria sempre propriedade da NOS, isto é, não poderia adquirir o referido equipamento, pagando o mesmo na sua totalidade, o que significa a dizer que o aparelho nunca seria nossa propriedade e nos obrigaria a pagar uma pensão mensal. Nesta altura pelo funcionário foi ainda referido em tom intimidatório que se não queria este tipo de contrato, seria melhor adquirir um televisor novo ou então aquele que tinha seria melhor esquecê-lo. Atendendo a tal situação e depois de mostrarmos o nosso total desagrado por tal situação, decidimos adquirir um aparelho descodificador a uma outra empresa, pagando-o na sua totalidade. Rececionado este novo equipamento o mesmo não desempenhou a função para o qual havia sido adquirido, pois a linha NOS não reconhecia o mesmo, o que significa a dizer que o linha sómente está preparada para funcionar com equipamentos adquiridos na NOS e por eles fornecidos. Assim, não estando nós dispostos a pagar uma mensalidade pelo equipamento fornecido pela NOS e não nos sendo possível adquirir um equipamento noutra empresa, será que a empresa NOS poderá agir da forma descrita e ter este tipo de comportamento do eu, quero, posso e mando, não nos permitindo termos uma livre escolha. Achamos uma propotência. Cumprimentos

Em curso
F. T.
10/06/2026

Reclamação – North Festival 7 junho 2026 – Sistema cashless abusivo e retenção ilegal de saldo

Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o apoio desta associação na defesa dos meus direitos enquanto consumidor/a, relativamente ao North Music Festival de 7 de junho de 2026 (Cidade Desportiva da Maia), organizado pela Vibes & Beats. Tomo nota de que outra consumidora (S.G.) já submeteu queixa na DECO em 9 de junho de 2026, descrevendo circunstâncias quase idênticas às que relato — nomeadamente a saída forçada pela segurança sem conseguir gastar o saldo do cartão. O Portal da Queixa regista já perto de 50 reclamações sobre este evento, o que demonstra tratar-se de uma falha sistémica e generalizada, não de um caso isolado. Factos: Fui obrigado/a a adquirir um cartão cashless por 1,49€, único meio de pagamento aceite no recinto; O sistema de carregamento online (QR Code) estava completamente inoperacional — erros de time out sistemáticos; As caixas físicas de carregamento tinham filas incomportáveis durante todo o evento; Ao fim do dia, as filas nos pontos de venda tornavam impossível o consumo do saldo restante; As forças de segurança forçaram a saída rápida, impedindo qualquer tentativa de resolução no local; A política da organização é de não reembolso de saldos — mesmo quando a impossibilidade de gastar foi causada pela própria organização. Prejuízo: Taxa do cartão (1,49€) + saldo retido (>3€) = mínimo de 4,49€. Enquadramento legal que solicito à DECO que avalie: Artigo 473.º do Código Civil — enriquecimento sem causa; DL 57/2008, de 26 de março — práticas comerciais desleais; Lei 24/96, de 31 de julho — Lei de Defesa do Consumidor, artigo 8.º (direito à qualidade dos serviços); Possível infração ao DL 363/99 — emissão de moeda eletrónica e obrigações de reembolso. Solicito orientação jurídica sobre os meus direitos e apoio no processo de recuperação dos valores retidos. Com os melhores cumprimentos, Fernando

Em curso
G. C.
10/06/2026

Falha serviço

Venho por este meio reclamar que no dia de hoje a empresa Nos me iria ligar afim de se resolver o meu problema de serviço que há mais de 1 mês andamos sempre no mesmo tento rescindir e não deixam. Hoje fiquei por casa caso alguma coisa fosse necessário e eles mesml assim andam a brincar as pessoas ficam em casa a perder tempo não deixam rescindir sem qualquer custo quando o problema está no lado deles uma vergonha. Exijo neste momento que a Nos se pronuncie sobre este problema.

Em curso
D. M.
10/06/2026

Entregaram me uma prescrição em branco

Exmos. Senhores, Hoje dirigi-me a uma MultiOpticas para fazer uma consulta de optometria. Durante a consulta explicaram-me tudo direitinho. No fim, alteraram um pouco a minha prescrição e por consequência atualizei a graduação das minhas lentes de contacto, que já adquiro da mesma loja à vários anos. No entanto, não efetuei nenhuma compra de óculos por não encontrar modelos que goste, apenas comprei umas gotas de hidratação recomendadas. Quando cheguei a casa, reparei que o papel de prescrição que me deram não tinha nenhuns valores, apenas riscos, tanto em cima da prescrição para óculos como para as lentes. Acho incorreto não me facultarem a prescrição tendo ou não comprado óculos e sendo à mesma cliente, uma vez que contínuo a comprar as suas lentes de contacto. São detentores de dados relativamente à minha saúde ocular e deram me um papel com riscos. Espero que este tipo de situações não sejam recorrentes.

Em curso
A. P.
10/06/2026

Divergência no custo da alteração de reserva de voos flexíveis

No dia 05/06/26, solicitei através da aplicação edreams, a alteração das datas da minha reserva 25076618873, Lisboa - Genebra- Lisboa (12/06/26 - 15/06/2026) uma vez que na altura da reserva paguei por datas flexíveis. Escolhi datas/horas que apresentavam custo 0€. (Lisboa Genebra 11/06/26 TAP 14:05 / Genebra - Lisboa 16/06/2026 TAP 18:20) fiquei a aguardar até hoje pela confirmação mas como não surgia, resolvi contatar o apoio a cliente. Realizei uma primeira chamada pelas 14:19 e fui atendida pela vossa colaboradora (Manuela X). Foi-me dito por esta pessoa que poderia dar seguimento ao pedido de alteração via telefone, ou seja, ainda não tinha sido realizada qualquer operação da vossa parte desde a data que o solicitei (05/06). Qual não é meu espanto quando a pessoa me diz que a alteração teria um custo de cento e poucos euros. Questionei de imediato o motivo, uma vez que quando fiz alteração na app selecionei vôos com custo 0€. Foi-me transmitido que os valores que app apresenta são aproximados. Questionei onde estaria essa informação como consumidora que sou. A Sra. Manuela respondeu que estaria nos Termos e Condições da Reserva. Segui questionando onde especificamente nesse documento etaria essa informação, uma vez que tinha o lido e não constava. Disse-me que não sabia mas que tinha recebido formação para dizer que estaria nesse documento. Voltei a ler o documento e não consta em nenhuma das linhas a informação de que o valor dos novos vôos selecionados seria aproximado. Voltei a ler o documento e verificar todos os dados na vossa app e voltei a contatar o vosso apoio via telefone e desta vez fui atendida pelo Sr. Rodrigo X, que me transmitiu que não teria a ver com os termos e condições mas sim com os valores que os agentes vêem quando estão a fazer as alterações solicitadas. Questionei como se poderia resolver esta questão, e a resposta óbvio foi a de que teria que se pagar para alterar. Questionei se poderia ser então reembolsada, a resposta também foi negativa pois não havia contratado reembolso. Fiz agora mesmo uma simulação para alteração dos võos e que as datas horas que poderia optar apresentam um custo de 0€ e seguido da seguinte frase "Preço total com garantia de Datas de Viagem Flexíveis" e em baixo numa cor cinza surge a mensagem: "Preço sem garantia: 100€" Ora acabei de visualizar a mesma informação que visualizei quando do meu pedido de alteração no dia 5. Junto em anexo o print desta informação que comprova que em lado algum surge a informação de que o valor a apagar pela alteração seria aproximado (neste caso aproximado de 0€). Junto ainda os vosso termos e condições que fiz download na minha reserva e dos quais não consta como referi esta mesmo a informação (valor aproximado). O que aconteceu foi que não deram seguimento atempado à alteração que solicitei, e como e óbvio à data de hoje os võos estão mais caros e não existem alterações a custo 0€. Posto isto, agradeço a máxima urgência na verificação desta ocorrência e exijo o reembolso do valor que paguei pela minha reserva. (127,84€). Caso contrário, seria obrigada a agir legalmente para ver cumpridos os meus direitos de consumidora. nota - pago uma subscrição e-prime anual precisamente para ter alguns benefícios e não para ser vedado o acesso aos mesmos.

Encerrada
R. G.
10/06/2026

Burla

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa ChefPanda pelos seguintes motivos, No dia 3 de junho de 2026 efetuei uma encomenda de flores e champanhe/espumante no site da ChefPanda, com serviço de entrega expressa em 3 horas, tendo pago a taxa adicional de 6,49 €. No momento da compra, o champanhe/espumante estava claramente disponível no site, foi adicionado ao carrinho e pago integralmente. Algum tempo depois, recebi um email da loja a informar que o espumante não estava disponível, o que constitui uma prática abusiva, uma vez que o produto estava visível e disponível no momento da encomenda e que continua disponível no site. Até à data de hoje (10 de junho de 2026), a encomenda nunca foi entregue. Trata-se de bens perecíveis (flores) que perderam completamente a sua utilidade devido ao atraso de vários dias. As flores deveriam ter sido entregues no máximo até às 19h do dia 3 de junho uma vez que paguei a taxa de serviço de entregar de 3h, tentaram entregar passava das 21.30h , hora essa que não se encontrava ninguém em casa pois a minha amiga estaria a festejar o aniversário. Foi-lhe dito que as flores seriam entregues na manhã seguinte, as flores não foram entregues nem houve qualquer tentativa de contacto. Contactei várias vezes a empresa por email. A ChefPanda reconheceu o erro (falha do parceiro de distribuição Paack e falha da chefpanda na indisponibilidade do espumante) e ofereceu inicialmente apenas o reembolso da taxa de entrega. Posteriormente ofereceram o reembolso de 15% via cupão, o qual recusei expressamente por escrito, eu paguei a 100% , a empresa falha, não há qualquer tipo de entrega e querem reembolsar me a 15%? Após mais um turbilhão de emails ofereceram um reembolso de 100% em cupão , recusei, uma vez que não pretendo voltar a comprar nesta loja e o cupão não me serve para nada. Exigi por várias vezes o reembolso integral em dinheiro no meio de pagamento original, mas a empresa insiste na política interna de devolução apenas via cupão, o que contraria a lei. Esta situação configura incumprimento contratual (prazo específico de entrega expressa não cumprido, indisponibilidade de produto pago e anunciado) e violação dos direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 24/2014, nomeadamente o direito ao reembolso integral em dinheiro em caso de não entrega ou entrega com atraso significativo de bens perecíveis. Solicito à DECO PROTESTE que intervenha junto da ChefPanda para obter o reembolso integral em dinheiro do valor total pago (flores + champanhe + portes + taxa expressa de 6,49 €); Pelo que vejo não sou a primeira pessoa que está empresa tenta enganar e sair impune.

Em curso
P. C.
10/06/2026

serviços defeituosos

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º C961033984, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: tv sem sinal router avariado Cumprimentos.

Em curso

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