Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. F.
22/10/2026

MOVEL APARADOR COM DEFEITOS CONSECUTIVOS

Ao longo dos últimos anos, comprei móveis para quatro quartos, incluindo colchões, mesas de cabeceira e cómodas. Todos os móveis foram adquiridos no Conforama, sendo que apenas um aparador está a dar problemas, pois parece-me mal projetado: não existe folga suficiente entre as portas e as gavetas, o que faz com que batam umas nas outras ao abrir e fechar, provocando danos. Neste momento, algumas gavetas e portas já nem sequer abrem e fecham em condições. Adquiri e levantei quase tudo na loja do Montijo, mas este aparador tive de levantar no Conforama de Setúbal, pois não havia stock no Montijo. Agora, o Conforama Montijo afirma que a resolução do problema tem de ser feita em Setúbal, empurrando-me de uma loja para a outra. Sinto que estão apenas a empatar até que a garantia prescreva. Considero inaceitável, visto que o número de contribuinte do Conforama é o mesmo para ambas as lojas, por isso esta distinção não faz sentido. As arestas tem danos não fruto de maus tratos mas sim por as portas e gavetas sem folga nenhuma roçarem entre elas.

Em curso
A. M.
22/10/2026

Impossibilidade de alterar o método de entrega de duas encomendas

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Darty relativamente à compra online de duas consolas PlayStation 5 Pro de 2 TB, correspondentes às encomendas **#710201 e #710199**. As encomendas foram realizadas online, tendo sido selecionada a opção de levantamento em loja. No entanto, a situação tornou-se problemática devido ao facto de as encomendas estarem associadas à loja de Setúbal, obrigando-me a deslocar a essa localização para proceder ao levantamento dos produtos. Após contactar o apoio ao cliente para tentar encontrar uma solução, fui informado por email de que, devido ao facto de as encomendas terem sido processadas por um sistema automático, não seria possível alterar o método de envio inicialmente selecionado. Como alternativa, a Darty informou-me de que teria 30 dias para levantar os produtos na loja física de Setúbal ou, caso pretendesse receber as consolas noutra morada, teria de realizar novas encomendas, solicitando o cancelamento e o reembolso das encomendas anteriores. **Considero esta solução desadequada e causadora de transtorno desnecessário para o consumidor.** Não considero razoável que, perante um pedido de resolução de um problema relacionado com a entrega, a única alternativa apresentada seja uma deslocação a uma loja distante ou a realização de novas compras, ficando dependente do processamento de um reembolso das encomendas originais. Entendo que deveria existir uma solução mais simples, transparente e adequada, nomeadamente a possibilidade de alterar o método de entrega ou de encontrar uma alternativa que evitasse obrigar o cliente a repetir o processo de compra. Face ao exposto, solicito que esta situação seja devidamente analisada, que sejam prestados esclarecimentos sobre os procedimentos adotados e que sejam tomadas medidas para melhorar a resolução deste tipo de situações, de forma a evitar transtornos semelhantes a outros consumidores. Pretendo igualmente que os meus direitos enquanto consumidor sejam respeitados e que me seja dada uma resposta clara relativamente ao cancelamento das encomendas e ao reembolso integral dos valores pagos, caso esse seja o procedimento necessário para resolver a situação. A presente reclamação tem como objetivo obter uma solução justa e alertar para um procedimento que considero pouco razoável do ponto de vista do consumidor. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
G. D.
22/10/2026

Encomenda roubada

Boa tarde, ao receber minha encomenda em um ponto de entrega o comerciante colocou a mesma no balcão e me pediu o PIN, após eu dar o PIN ao pegar a encomenda notei que estaria leve demais para ter o meu produto dentro, ao verificar se havia rasuras na embalagem externa constatei que não havia então decidi abrir o plastico que estava envolto da caixa e para minhha surpresa a caixa da encomenda estava VAZIA. Ao analisar a foto que o site/loja disponibiliza da encomenda pronta para entrega notei que a foto estava cortada sendo impossivel servir como prova de validação que entraga estava integra dentro da caixa. Achei mesmo que fosse um comérrcio idonêo no entanto me deparei com tal situaçção, aguardando parecer da empresa sobre o caso.

Em curso
M. G.
22/10/2026

Artigo falsificado

Exmos. Senhores, efetuei uma compra online de umas sapatilhas adidas gazelle, na plataforma Joom, mas o tamanho era pequeno, tentei devolver, mas como os portes eram muito dispendiosos, fiquei com elas e resolvi vender na vinted. Mas, quando coloquei as recebo um notificação da vinted, a dizer que o artigo foi eliminado, pois depois de analisado detetaram que era falsificado. Mas, eu paguei o preço delas como da marca se tratasse, reclamei no site mas sem resposta até ao dia de hoje. Cumprimentos.

Em curso
P. C.
22/10/2026

Reclamação contra a eDreams- Cobrança de taxa para alteração da data de regresso de passagem aérea.

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a agência de viagens online eDreams, relativamente à cobrança de uma taxa para a alteração da data de regresso de uma passagem aérea adquirida através da referida plataforma. A reserva em questão corresponde a uma viagem com origem em Maceió, Brasil, e destino a Lisboa, Portugal, tendo a compra sido efetuada através da eDreams. Dados da reserva: * Agência de viagens: eDreams * Referência da reserva: 25402878926 * Código da reserva: OQIZCW * Serviço contratado: eDreams Prime * Motivo da reclamação: Cobrança de taxa para alteração da data de regresso da viagem. Sou cliente do serviço eDreams Prime, pelo qual pago para beneficiar das vantagens e condições associadas a esta modalidade de subscrição. Contudo, ao solicitar a alteração da data de regresso da minha viagem, fui confrontada com a exigência de pagamento de uma taxa adicional, situação que considero merecedora de esclarecimento e análise. Enquanto cliente Prime, entendo que tenho o direito de receber informações claras, transparentes e completas sobre os benefícios efetivamente abrangidos pela subscrição, nomeadamente no que respeita às alterações de reservas e aos eventuais encargos associados. No entanto, considero fundamental que a eDreams esclareça, de forma inequívoca, a natureza da taxa que pretende cobrar, o respetivo fundamento contratual e a razão pela qual a mesma é aplicável à minha situação, tendo em conta a subscrição e as condições do serviço Prime. Não considero aceitável que sejam exigidos pagamentos adicionais sem que exista uma explicação clara, devidamente fundamentada e transparente sobre a sua origem, sobretudo quando o cliente paga por um serviço de subscrição que lhe confere determinadas vantagens comerciais. O meu objetivo é conseguir alterar a data de regresso da viagem em condições claras, transparentes e justas, sem ser sujeita a encargos cuja legitimidade não me tenha sido devidamente demonstrada. Considero que a transparência na prestação de serviços e o cumprimento das condições apresentadas ao consumidor são fundamentais para uma relação comercial de confiança, pelo que espero que esta situação possa ser devidamente analisada e esclarecida. Agradeço, desde já, a atenção dispensada à presente reclamação e aguardo o vosso parecer, bem como a indicação dos procedimentos que poderei adotar para defender os meus direitos enquanto consumidora.

Em curso
A. X.
22/10/2026

PCDIGA recusa substituir uma RTX 5090 defeituosa ao abrigo da garantia, apesar da disponibilidade de

No dia 6 de agosto de 2026, adquiri na PCDIGA uma placa gráfica Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER 32G pelo valor de 4.499,90 €. Desde os primeiros dias de utilização, a placa gráfica apresentou problemas de funcionamento: a imagem no monitor piscava ocasionalmente, posteriormente a iluminação RGB deixou completamente de funcionar e um LED branco de erro de alimentação começou a piscar. Apesar destes problemas, a placa gráfica continuava a desempenhar as suas funções principais. No dia 18 de setembro, entreguei o equipamento à PCDIGA para reparação ao abrigo da garantia. Após a análise técnica, a Gigabyte informou que não foi possível efetuar a reparação devido à indisponibilidade dos componentes necessários e que, naquele momento, não dispunha de uma unidade idêntica para substituição. No dia 9 de outubro, a PCDIGA emitiu unilateralmente uma nota de crédito no valor de 4.499,90 €, recusando proceder à substituição do equipamento. Informei repetidamente que não aceitava o reembolso como solução para o problema e que pretendia a substituição ao abrigo da garantia legal. No entanto, já no dia 12 de outubro, encontravam-se disponíveis no website da PCDIGA três alternativas tecnicamente equivalentes: Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER ICE (a mesma versão, em branco) — 5.649,90 €. MSI RTX 5090 SUPRIM SOC — 5.899 €. Palit RTX 5090 GameRock OC — 5.899 €. Assim, os preços das alternativas disponíveis eram apenas 25,6% a 31,1% superiores ao valor original da minha compra. A disponibilidade dos produtos e os respetivos preços estão documentados em capturas de ecrã de 12 de outubro. Além disso, no dia 16 de outubro, a PCDIGA voltou a colocar à venda exatamente o mesmo modelo Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER que eu tinha adquirido, com a indicação «Em Stock», mas agora pelo preço de 8.649,90 €. Apesar disso, a loja continuou a recusar a substituição. A PCDIGA invoca o artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, alegando que a substituição implicaria custos desproporcionados devido ao aumento dos preços de mercado. Discordo categoricamente desta argumentação. No momento da recusa inicial da substituição, existiam alternativas disponíveis cujos preços eram apenas 26% a 31% superiores ao valor do equipamento adquirido. Desde então, os preços aumentaram significativamente, mas considero que as consequências da demora na resolução do problema não devem ser automaticamente transferidas para o consumidor. Entendo que a proporcionalidade dos custos deve ser avaliada tendo em consideração os preços e a disponibilidade dos produtos no momento em que a decisão foi tomada, nomeadamente as ofertas documentadas de 12 de outubro, e não exclusivamente com base nos preços muito mais elevados praticados posteriormente. Acresce que o preço de venda ao público não corresponde necessariamente ao custo efetivo suportado pelo vendedor para proceder à substituição. A PCDIGA não me apresentou qualquer fundamentação documental que demonstre a alegada desproporcionalidade dos custos. O artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021 prevê o direito do consumidor a exigir a reparação ou substituição de um bem não conforme, dentro dos limites legalmente estabelecidos. A legislação também não impede que as partes acordem a substituição por um modelo tecnicamente equivalente, mesmo que tenha uma referência comercial diferente ou pertença a outro fabricante. Propus ainda uma solução alternativa: que me fosse devolvida a placa gráfica original que entreguei para reparação, uma vez que o equipamento continuava, de um modo geral, funcional. Contudo, a PCDIGA também recusou esta possibilidade, alegando que a placa gráfica tinha ficado na posse do fabricante. Não me foi apresentada uma explicação concreta sobre os motivos que impedem a devolução do meu equipamento. Desta forma, a loja recusa tanto substituir a placa gráfica defeituosa como devolver o equipamento original, insistindo exclusivamente no reembolso do valor da compra, que atualmente já não é suficiente para adquirir um produto equivalente. Considero esta situação injusta e questiono a fundamentação da recusa de substituição ao abrigo da garantia legal. O que pretendo: a substituição da placa gráfica defeituosa por uma unidade nova Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER 32G ou, mediante acordo comigo, por um modelo tecnicamente equivalente, sem quaisquer custos adicionais. Caso a PCDIGA mantenha a recusa, solicito uma justificação documental dos custos efetivos que tornam a substituição alegadamente desproporcionada, tendo em consideração a disponibilidade e os preços das alternativas em 12 de outubro de 2026, bem como uma explicação concreta para a impossibilidade de devolução da minha placa gráfica original. Solicito a intervenção da DECO PROteste para ajudar a defender os meus direitos enquanto consumidor e a resolver este litígio.

Encerrada
M. P.
22/10/2026
Park dos Tecidos

Viatura bloqueada por descarga de camião sem aviso e conduta desrespeitosa do funcionário

Exmos. Senhores / À Atenção da Direção do Parque dos Tecidos, Vem a presente servir para apresentar uma reclamação formal relativa a um incidente ocorrido no vosso estabelecimento/parque de estacionamento no dia 22 de outubro de 2026, por volta das 14h35. Ao chegar às vossas instalações, deparei-me com um camião a realizar manobras no parque de estacionamento. Como não era claro se o veículo pesado estava a entrar ou a sair, aguardei até que o funcionário que orientava as manobras me indicasse expressamente que poderia avançar e estacionar a minha viatura. Confiando na indicação do vosso colaborador, avancei, estacionei o carro e dirigi-me à loja para efetuar as minhas compras. No entanto, ao regressar para sair do parque, constatei que o camião tinha sido posicionado de tal forma que bloqueava completamente a saída da minha viatura, tornando impossível a minha partida. Dirigi-me imediatamente ao interior da loja para expor a situação. Uma das funcionárias informou-me que a pessoa no exterior a orientar a carga/descarga era vosso colaborador, André. Ao abordar o referido funcionário para pedir esclarecimentos e solicitar uma solução rápida — explicando que precisava de sair com urgência para ir trabalhar —, deparei-me com uma atitude de total insensibilidade e falta de profissionalismo. Naquele momento, a báscula do camião nem sequer estava baixada, ou seja, o processo de descarga ainda não se tinha iniciado. Apesar de alertado para o facto de ter sido ele próprio a dar-me indicação para passar e de eu ter compromissos profissionais urgentes, o funcionário ignorou o meu pedido, baixou a báscula e deu início à descarga, mantendo-me indevidamente retido(a) e impossibilitado(a) de utilizar o meu veículo. Considero esta conduta um grave desrespeito pelos direitos do consumidor e uma falha inaceitável na gestão da logística e no atendimento ao cliente. A falta de planeamento nas descargas não pode, em caso algum, lesar os clientes nem privá-los do uso do seu próprio veículo. Atento o exposto, solicito: Um pedido de esclarecimento e desculpas formais por parte da empresa pelo transtorno e prejuízo causados; A tomada de medidas disciplinares e organizacionais para garantir que as manobras e descargas de mercadoria não voltem a bloquear os veículos dos clientes nem a condicionar o funcionamento do parque de estacionamento. Mais informo que este incidente já foi registado no Livro de Reclamações. Fico a aguardar a vossa resposta e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
H. D.
22/10/2026

Burla

Continente, até quando vão continuar a desrespeitar os clientes? A aplicação do Continente raramente funciona como deveria e os descontos anunciados quase nunca são aplicados corretamente. O resultado é passarmos situações desconfortáveis na caixa, muitas vezes tendo de desistir das compras ou acabar por pagar mais do que estava previsto. Já me aconteceu deslocar-me ao supermercado especificamente pelas promoções anunciadas e, no fim, não as conseguir aproveitar. É inaceitável que esta situação continue a repetir-se! Basta comparar com o Pingo Doce, onde os descontos são aplicados normalmente, sem complicações. Se acontece uma vez, é uma falha. Se acontece sempre, deixa de ser aceitável e, no mínimo, começa a levantar sérias dúvidas sobre a fiabilidade das promoções e o respeito pelos clientes. Continente, se anunciam descontos, têm a obrigação de garantir que são aplicados. Os clientes merecem respeito, transparência e que cumpram o que prometem. Quando me perguntam, sou sempre claro: não são fiáveis. Observação final, após mais essa "falha", assim que saí do mercado a APP voltou magicamente a funcionar.

Em curso
T. S.
22/10/2026

Reclamação contra a Booking.com – Reserva 6407590028

Venho apresentar uma reclamação relativa à reserva 6407590028, no valor de 627,30 €, devido à alteração das condições de check-in pelo alojamento após a reserva ter sido paga, situação que nos obrigou a reservar e pagar outro alojamento, significativamente mais caro. 1. Reserva e alteração das condições A reserva tinha check-in previsto para 24 de setembro de 2026. No anúncio da Booking.com, através da aplicação, estava expressamente indicada a possibilidade de realizar check-in tardio mediante o pagamento de 30 € por hora. Como sabíamos que não conseguiríamos chegar dentro do horário normal, contactámos o proprietário através do chat oficial da Booking.com, explicámos a situação e este confirmou que aceitaria o check-in tardio. Foi com base nessa informação que mantivemos a reserva e pagámos os 627,30 €. Contudo, já depois do pagamento e perto da data da estadia, o proprietário alterou a sua posição e informou-nos de que afinal não faria o check-in tardio. Não se tratou de uma mudança de planos da nossa parte. Pretendíamos utilizar o alojamento nas condições anunciadas e confirmadas pelo proprietário. Perante a recusa, ficámos sem possibilidade de realizar o check-in à hora a que conseguiríamos chegar. 2. Alojamento alternativo e prejuízo financeiro Antes da data da estadia, informámos a Booking.com por email de toda a situação, incluindo que não iríamos ficar no alojamento devido à alteração das condições de check-in. Solicitámos apoio para resolver o problema, mas não obtivemos resposta em tempo útil. Como precisávamos de garantir alojamento para a viagem, fomos obrigados a reservar e pagar diretamente uma alternativa, cujo custo foi significativamente superior ao da reserva original. Entendemos que a Booking.com deveria ter procurado assegurar um realojamento, assumindo a diferença de preço. Como não foi encontrada uma solução em tempo útil, tivemos de resolver o problema por nossa conta. Não pretendemos agora um novo realojamento, pois já ficámos alojados na alternativa que pagámos. Pretendemos, sim, que seja analisada a compensação pelo custo adicional que suportámos. 3. Tentativas de resolução com a Booking.com Contactámos repetidamente o apoio ao cliente, explicando a situação e enviando provas. Em várias chamadas, foi-nos indicado que o caso seria encaminhado para superiores e que seria aberta uma investigação. As chamadas foram interrompidas repetidamente sem uma resolução concreta. Por indicação da Booking.com, voltámos a contactar o proprietário, que recusou o reembolso através do WhatsApp, dirigiu-se a nós de forma ofensiva e pediu-nos para não voltarmos a contactá-lo. Guardámos essa comunicação e enviámo-la à Booking.com. Posteriormente, voltámos a explicar à Booking.com que a solução adequada seria assumir a diferença de preço do alojamento alternativo. A Booking.com voltou a contactar o proprietário para saber se seria possível chegar a uma solução nesse sentido. Foi-nos dito que este teria até ao dia seguinte para responder e que, caso não o fizesse, avançariam com o pedido de reembolso. Apesar disso, continuamos sem uma solução definitiva para o prejuízo financeiro. 4. Cancelamento registado pela Booking.com No dia seguinte à data prevista para o check-in, recebemos uma comunicação da própria Booking.com a indicar que a reserva estava “Cancelada pelo alojamento” e que, caso já tivesse sido paga, o reembolso deveria demorar 7 a 12 dias consecutivos. O valor indicado como total pago era de 627,30 €. A mesma comunicação mencionava a possibilidade de uma taxa de não comparência. Contestamos essa possibilidade, uma vez que não utilizámos o alojamento porque o proprietário recusou o check-in tardio que tinha confirmado. Além disso, a própria plataforma registou a reserva como cancelada pelo alojamento. Solicitamos que não seja aplicada qualquer taxa de não comparência ou outro encargo. 5. Provas disponíveis Disponibilizámos à Booking.com: - Captura do anúncio com a indicação do check-in tardio por 30 € por hora; - Histórico do chat oficial, onde o proprietário inicialmente aceita o check-in tardio; - Comunicações posteriores em que altera a sua posição; - Emails enviados à Booking.com a explicar a situação e a informar que tivemos de reservar uma alternativa; - Mensagem de WhatsApp em que o proprietário recusa o reembolso; - Vídeo gravado na aplicação da Booking.com, mostrando onde constam as condições de check-in, enviado através do Google Drive e WeTransfer; - Registos e gravações das chamadas com o apoio ao cliente; - Comprovativos de pagamento da reserva original e do alojamento alternativo. Já tínhamos também reportado à Booking.com outras situações relacionadas com o proprietário: um pedido de 40 € adicionais para emissão de uma fatura, que não nos foi disponibilizada, e um pedido de 350 € de depósito de segurança, sem informação suficientemente clara sobre as condições e forma de pagamento. 6. Pedido de intervenção da DECO Solicito o apoio da DECO na análise desta situação e na defesa dos nossos direitos enquanto consumidores. O nosso pedido principal é que seja analisada a possibilidade de exigir à Booking.com a compensação pela diferença entre os 627,30 € pagos pela reserva original e o valor superior que tivemos de pagar pelo alojamento alternativo, mediante apresentação dos respetivos comprovativos. Consideramos que este custo adicional resultou da alteração das condições de check-in pelo alojamento, depois de a reserva estar paga e de o proprietário ter confirmado por escrito que aceitaria o check-in tardio. Informámos a Booking.com antecipadamente, mas, como não obtivemos resposta em tempo útil, tivemos de encontrar e pagar outra solução para não ficarmos sem alojamento. Subsidiariamente, caso não seja possível obter a compensação da diferença de preço, solicitamos o reembolso integral dos 627,30 €, sem qualquer taxa de não comparência ou outro encargo. Em suma, a possibilidade de check-in tardio estava anunciada e foi confirmada pelo proprietário; após o pagamento, este recusou-a; a Booking.com foi informada, mas não apresentou uma solução em tempo útil; tivemos de pagar um alojamento alternativo mais caro; e a própria plataforma registou a reserva como “Cancelada pelo alojamento”. Temos toda a documentação, comunicações, gravações e comprovativos necessários. Agradeço a intervenção da DECO e a orientação sobre a melhor forma de exigir à Booking.com a compensação do custo adicional ou, em alternativa, o reembolso integral da reserva original. Com os melhores cumprimentos, Tânia Santos

Em curso
E. N.
22/10/2026

Reclamação sobre consulta de Endocrinologia na CUF Almada

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à consulta de Endocrinologia realizada no dia 21 de outubro de 2026, pelas 12:00, na CUF Almada, com a Dra. Ana Gonçalves Ferreira. Marquei esta consulta porque, nos últimos meses, tenho vindo a apresentar excessiva e um aumento de peso considerável, pelo que procurei acompanhamento médico especializado para compreender as possíveis causas e encontrar soluções adequadas para o meu problema. Infelizmente, a experiência que tive durante a consulta foi extremamente desagradável e deixou-me profundamente insatisfeita. Ao longo da consulta, senti que estava a ser submetida a um interrogatório constante, num ambiente de pressão e julgamento, em vez de uma consulta médica orientada para a compreensão da minha situação clínica. Sempre que não sabia responder de forma exata a alguma pergunta ou quando a minha resposta era incompleta, senti da parte da médica uma atitude de impaciência, reprovação e irritação, o que me deixou cada vez mais desconfortável e constrangida. A forma como a questão da obesidade foi abordada foi particularmente perturbadora. Tenho plena consciência da minha situação clínica, razão pela qual procurei ajuda médica especializada. No entanto, a comunicação foi feita de uma forma que considerei agressiva, fria e desprovida de empatia, fazendo-me sentir julgada em vez de apoiada. Fiquei também muito abalada com a forma como foi introduzida a possibilidade de estar em pré-menopausa. Depois de ter partilhado que ainda pretendo engravidar, esperava uma abordagem cuidadosa, esclarecedora e sensível. Em vez disso, a informação foi transmitida de forma abrupta, sem a empatia que um tema com este impacto emocional exige. Ainda durante a consulta, foi alterada a orientação terapêutica da obesidade sem que eu sentisse ter existido uma explicação clara, uma discussão adequada das alternativas disponíveis ou uma verdadeira consideração pelas minhas preocupações e objetivos. Aquilo que mais me marcou não foi apenas o conteúdo clínico da consulta, mas sobretudo a forma como fui tratada. Em nenhum momento me senti acolhida, compreendida ou respeitada enquanto doente. Pelo contrário, saí da consulta emocionalmente afetada, desmotivada e com a sensação de que as minhas preocupações foram desvalorizadas. Reconheço e respeito a importância do julgamento clínico dos profissionais de saúde. No entanto, considero que a qualidade dos cuidados de saúde deve incluir não apenas a competência técnica, mas também a empatia, a comunicação e o respeito pela dignidade do doente, aspetos que, na minha experiência, estiveram claramente ausentes nesta consulta. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada pela CUF e que me seja dado feedback sobre as diligências que entendam adequadas.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.