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Santander - Perda de poupanças devido a phishing, falta de resposta e apoio do Santander
No dia 20 de julho de 2026, pelas 15h20, fui vítima de uma fraude bancária por phishing/engenharia social, que resultou na perda de 99,99% das poupanças da minha conta no Banco Santander (conta com cerca de 28 anos de existência). Os autores usurparam a identidade do Santander via SMS e site fraudulento, simulando conter uma fraude. Foi feita alteração remota do meu número de telefone associado à conta e das credenciais do Netbanco, permitindo transferências de elevados montantes, sem a minha autorização, para contas do Santander e BPI cujos titulares não coincidiam com o remetente — um padrão totalmente estranho ao histórico de 28 anos. Antes das 3 transferências concretizadas, houve ainda uma tentativa que não se consumou. O Santander enviou-me um SMS de alerta às 15h46 desse dia, mas nunca me informou quando (ou se) bloqueou a conta. Sei apenas que decorreram cerca de 2 horas entre o alerta e a concretização das transferências que esvaziaram a conta — ou seja, a conta não estava bloqueada nesse período. Os limites diários de levantamento foram ainda alterados sem autorização (alteração que, segundo o site do Santander, só pode ser feita via SuperLinha ou balcão). Houve também levantamentos presenciais em numerário numa agência, por apropriação ilegítima dos meus cartões. Diligências efetuadas Contactei de imediato a SuperLinha, negando os movimentos e seguindo as recomendações dadas. Fui informado, já após perder os fundos, que a tentativa de recuperação das transferências exigia o pagamento de ~25€+IVA por transferência — paguei por necessidade. Fui contactado a 22/07 para aprovisionar a conta e desloquei-me ao banco a 23/07; nunca fui esclarecido sobre o desfecho deste serviço pago. Foram abertos os processos internos RSV0001278746, RSV0001278745, RSV0001308753 e RSV0001308152. Apresentei auto de denúncia às autoridades no próprio dia, entreguei cópia ao Santander e ao BPI (para onde foi uma transferência) e fiz posteriormente um aditamento ao auto. Entreguei ao banco, a 23/07, um pedido de informação formal (assinado e carimbado como recebido pelo Santander) sobre: (i) diligências de recuperação dos fundos; (ii) medidas preventivas existentes; (iii) tempo de resposta do banco; (iv) tempo até ao bloqueio da conta. Nunca obtive resposta. Prestei todos os esclarecimentos pedidos pelo departamento de Fraudes. As únicas atualizações recebidas foram notificações temporárias na app Santander, a que já não tenho acesso (credenciais comprometidas e não restabelecidas por prevenção) — tirei print-screens dessas notificações. A gestora de conta sabia que estou sem acesso ao Netbanco. A 04/08 recebi notificação de que o processo RSV0001278746 sobre Transferências estava concluído; Entrei em contacto com a gestora de conta para obter mais esclarecimentos, fui informado que o processo continuava oficialmente em aberto, tratava-se apenas de um formalismo por questões de cumprir prazos internos. A 07/08 recebi notificação de que o processo RSV0001308152 Fraudes fora "concluído" mas sem resolução. Ao contactar a gestora, Cristina Valle, foi-me dito que o processo foi encerrado apenas para cumprir um prazo interno (até dia 10 de Agosto), mantendo-se na realidade em aberto. Estranhando a situação, enviei email formal a questionar esta contradição — sem resposta até hoje. Enviei reclamação formal por escrito, pedindo resposta em 5 dias úteis e reservando o direito de recorrer ao Banco de Portugal, ao Provedor do Cliente e à via judicial — sem qualquer resposta. A 03/09 voltei a contactar a gestora por email, pedindo reunião e cópia do contrato de conta e aditamentos. Tanto eu como o meu filho tentámos entrar em contacto com a gestora de conta por telefone várias vezes, sem que nenhuma chamada fosse atendida ou devolvida. Seis dias depois, continuo sem resposta. Já passaram 51 dias desde a fraude sem qualquer resolução, esclarecimento, reembolso ou resposta formal do Santander. Fundamentação legal PSD2 / DL n.º 91/2018 — as operações não foram por mim autorizadas. Pelo art. 113.º, cabe ao banco provar que a operação foi autenticada, registada e contabilizada corretamente, e o mero registo do uso do instrumento de pagamento não prova a autorização do cliente. Pelo art. 114.º, perante uma operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente o ordenante até ao final do 1.º dia útil seguinte ao conhecimento da situação, salvo fraude ou negligência grosseira do cliente — o que não é o caso. Este prazo está largamente ultrapassado. Art. 108.º, n.º 2, al. b) do DL 91/2018 — bloqueio do instrumento de pagamento por suspeita de fraude. Art. 15.º do RGPD — direito de acesso a cópia dos meus dados pessoais, incluindo a documentação contratual. Impacto Perdi a totalidade das poupanças de 28 anos de relação com este banco (ainda BCI na origem), o que me causou manifesta carência económica. O arrastar do processo, sem apoio ou esclarecimento, é lamentável e reflete uma falta de consideração grave. A situação tem-me afetado profundamente, sobretudo pela forma como o banco a tem gerido. Pedido Pretendo, acima de tudo, uma solução efetiva de recuperação/restabelecimento dos fundos — não apenas atualizações processuais internas. Assim, solicito: Que o Banco Santander Totta reembolse os fundos perdidos, nos termos do art. 114.º do DL 91/2018, por se tratar de operações não autorizadas cujo prazo legal de reembolso está largamente ultrapassado; Que se apure o incumprimento do banco quanto aos seus deveres de reação e proteção — nomeadamente as ~2 horas entre o alerta SMS e as transferências que esvaziaram a conta sem bloqueio informado, e a remoção não autorizada dos limites de levantamento; A entrega de cópia do contrato de conta bancária e aditamentos, nos termos do art. 15.º do RGPD; Esclarecimento claro e definitivo sobre o desfecho do serviço de recuperação de fundos que me foi cobrado, nunca formalmente comunicado; Resposta ao pedido de informação formal entregue e confirmado como recebido pelo banco, sendo que a sua falta de resposta constitui, por si só, um incumprimento adicional. Nota: o banco dispõe de todos os elementos necessários para corroborar esta informação; por privacidade, não irei anexar dados que considero privados. Luís Manuel Gaspar Fialho
Extravio de bens em mudança internacional e recusa de acionamento de seguro - Fatura FR STANLEY/423
Venho por este meio expor publicamente a conduta da empresa Stanley Transportes (Turquesa Soberana Unipessoal Lda, NIF 517995913), na sequência de um serviço de mudanças internacionais contratado e pago na totalidade (Fatura-Recibo n.º FR STANLEY/423). O serviço consistiu na recolha de bens pessoais na Dinamarca (Kastrup) e entrega em Portugal. No momento da descarga e conferência da carga, verifiquei o desaparecimento de diversos volumes e objetos que se encontravam sob a guarda e responsabilidade da transportadora. Ao confrontar a gerência da empresa com o extravio dos bens, a resposta obtida foi de total desresponsabilização, alegando a falta de inventário discriminado — inventário esse que cabia à própria transportadora profissional elaborar e certificar no momento da carga. Adicionalmente, destaco os seguintes factos gravosos: 1. A empresa recusa-se a acionar o seguro obrigatório de transporte de mercadorias ou a fornecer a apólice para participação direta do sinistro; 2. A entidade não se encontra acessível nem registada no portal oficial do Livro de Reclamações Eletrónico, contrariando a legislação portuguesa em vigor. O caso já foi formalmente denunciado à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) e à ASAE. Exijo por esta via uma resposta formal por parte da Stanley Transportes com a resolução definitiva do litígio: - O reembolso integral do prejuízo apurado referente aos bens extraviados; - Ou a disponibilização imediata do número de apólice de seguro e comprovativo de participação de sinistro de transporte.
Encomenda não recebida e dinheiro não reembolsado
À Direção da Vinted / Entidade Reguladora Competente, Assunto: Reclamação Formal por Fraude, Falta de Entrega de Produto e Recusa de Suporte (Transação Vinted) Eu, Gilvania da Silva Dantas Vieira , portador(a) do documento de identificação NIF 309388937 e utilizador(a) da plataforma Vinted com o nome de utilizador gilvania06, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Vinted, devido a uma situação de burla/fraude não resolvida e recusa de proteção ao comprador. No passado dia 4 de setembro de 2026, efetuei a compra do produto casque HJC Helmets taille M 58 através da vossa plataforma, realizando o respetivo pagamento, que incluiu a Taxa de Proteção ao Comprador. No dia 5 de setembro (sábado), recebi uma notificação automática na plataforma indicando que o produto já teria sido entregue no ponto de recolha selecionado. Desloquei-me imediatamente ao ponto de coleta correspondente para proceder ao levantamento. No entanto, fui informado(a) pelo funcionário do estabelecimento de que nenhum produto em meu nome ou com o número de rastreio em questão havia chegado. Diante do sucedido, o atendente do ponto de coleta contactou diretamente a transportadora responsável (DPD), que confirmou formalmente que o produto em causa sequer deu entrada em território nacional (Portugal), tratando-se, portanto, de um rastreamento falso ou de um erro grave no envio. Ao tentar resolver o problema com o suporte da Vinted, foi-me dada a resposta de que o prazo de 2 dias para reclamar já havia expirado e que nada mais poderia ser feito. Adicionalmente, constato que o vendedor me bloqueou na plataforma logo após a transação, impossibilitando qualquer contacto e demonstrando clara má-fé. A Vinted cobra uma "Taxa de Proteção ao Comprador" em cada transação exatamente para garantir o reembolso em caso de fraudes ou extravios. A recusa em analisar o caso — baseado num prazo estrito e automatizado, perante provas claras de que o produto nunca entrou no país e de que o vendedor cometeu uma fraude — configura uma violação dos direitos do consumidor e enriquecimento sem causa por parte da plataforma. Pedi a vinted os dados do recebedor e o local onde foi recebido a mercadoria mas eles me negaram a informação levando a entender que eles não querem fazer prova contra si pois ao passar a informação constará que a empresa transportadora da França não tinha me entregue produto algum ou ao menos enviou para Portugal, segue anexo a conversa que tive com o vendedor que assumiu o erro e disse reembolsar se eu anunciasse algo no valor abaixo de 60€ para que pudesse “comprar” e pagar assim a vinted me pagaria o valor que ele recebeu de mim, mas ele próprio fez uma oferta de menor valor ao qual eu recusei e ele então me bloquei tornando impossível o contato com o mesmo pois a vinted não coloca nenhum acesso ao vendedor a não ser o chat da plataforma Face aos factos expostos, exijo: 1. A averiguação imediata deste incidente junto da transportadora parceira; 2. O reembolso integral do valor pago pelo produto, incluindo o valor do envio e a taxa de proteção ao comprador, uma vez que o serviço contratado não foi prestado e o produto nunca foi entregue. Fico a aguardar uma resposta célere e a resolução definitiva deste problema. Com os meus melhores cumprimentos, Gilvania da Silva Dantas Vieira 911567406 gilvaniavieiraestetica@gmail.com
Mau processo de onboarding
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao comportamento do pessoal de embarque da Ryanair, especificamente quanto ao modo como são tratados os passageiros que aguardam na fila não-prioritária. Durante o processo de onboarding, constatei que os passageiros da fila não-prioritária são tratados de forma indelicada e propositadamente humilhante. Em concreto: O pessoal dirige-se aos passageiros em tom de voz alto e intimidatório, mesmo quando se trata de transmitir instruções simples que poderiam ser explicadas com civilidade e respeito; Em vez de se dirigirem individualmente a cada passageiro ou de forma organizada, os funcionários optam por gritar instruções para toda a fila em simultâneo, como se dirigissem um grupo a repreender, e não clientes que pagaram por um serviço; Este tratamento contrasta de forma gritante com a forma como são tratados os passageiros das filas prioritárias, evidenciando uma diferenciação deliberada consoante a categoria tarifária adquirida. Considero que este comportamento não pode ser justificado por necessidades operacionais, uma vez que a mesma informação pode perfeitamente ser transmitida com educação e respeito, independentemente da categoria de bilhete do passageiro. A forma como a situação é conduzida sugere antes uma estratégia deliberada: usar a humilhação e a falta de dignidade no tratamento dos passageiros da fila não-prioritária como incentivo indireto à compra de categorias de bilhete mais caras (embarque prioritário, entre outras). Ou seja, o desconforto e o desrespeito infligidos aos clientes são, na prática, transformados em ferramenta de marketing para promover produtos mais caros da empresa. Esta prática é inaceitável. O tratamento digno e respeitoso de qualquer passageiro não pode depender do valor pago pelo bilhete. Todos os clientes, independentemente da tarifa escolhida, têm direito a ser tratados com o mínimo de urbanidade e respeito, valores que qualquer empresa prestadora de serviços ao público deve garantir a todos os seus clientes sem exceção. Face ao exposto, venho solicitar formalmente que a Ryanair: 1. Reconheça e refute publicamente esta prática, esclarecendo que a diferenciação entre categorias de bilhete não pode, em caso algum, traduzir-se em diferenças no tratamento básico de respeito e dignidade devido a qualquer passageiro; 2. Reveja e altere os procedimentos e a formação dada ao pessoal de embarque, de modo a assegurar que a comunicação com os passageiros — independentemente da fila em que se encontrem — seja sempre feita de forma individualizada, calma e educada, cumprindo padrões mínimos aceitáveis de atendimento ao cliente; 3. Implemente mecanismos efetivos de monitorização do atendimento prestado nas filas de embarque, incluindo avaliação periódica por parte de supervisão independente e canais acessíveis para reporte de incidentes por parte dos passageiros; 4. Pondere e atribua uma compensação adequada aos passageiros afetados por este tipo de tratamento, como reconhecimento do desrespeito sofrido e como incentivo à correção efetiva da prática. Aguardo uma resposta fundamentada e com indicação concreta das medidas que serão tomadas, no prazo legalmente aplicável. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. PEDRO AREIAS FERNANDES Número de reserva K2CK3G Data e local do voo: Porto para Bristol, 18 ago. 2026 06:05 > 08:10 FR1332 peterareias@gmail.com +351 926420791
Não reembolso
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação que estou a ter com a seguradora Insurama, na sequência de um sinistro ocorrido com o meu equipamento. Tenho vindo a pagar o seguro associado ao equipamento há cerca de 3 anos, sempre cumprindo pontualmente com o pagamento do prémio, e este foi o primeiro sinistro que tive durante todo esse período. No entanto, após a participação do sinistro, a Insurama informou-me que pretende proceder à substituição do equipamento por outro, em vez de me disponibilizar um vale no valor da fatura de compra para que eu possa adquirir um equipamento novo numa loja Apple. Esta solução não me parece razoável nem equivalente à perda que tive. O equipamento que pretendem fornecer-me é um equipamento que desconheço, não tendo qualquer informação sobre a sua origem, estado, utilização anterior ou se foi sujeito a reparações ou intervenções. Não considero aceitável pagar um seguro durante três anos e, quando finalmente ocorre um sinistro, ser-me entregue um equipamento que não sei se é novo, recondicionado ou se já foi anteriormente utilizado. O equipamento original foi adquirido por mim e tenho a respetiva fatura de compra. O que pretendo é receber um vale no valor total constante dessa fatura, para poder adquirir um equipamento novo diretamente numa loja Apple, garantindo assim que recebo um produto novo e nas condições correspondentes ao equipamento que tinha. Considero ainda importante salientar que este foi o único sinistro que tive durante os cerca de três anos em que paguei o seguro. Apesar disso, a seguradora não demonstra qualquer flexibilidade em encontrar uma solução que considero justa e equivalente ao prejuízo sofrido. Solicito, por isso, à DECO PROteste que me informe se a posição assumida pela Insurama é legítima e se os termos do seguro permitem efetivamente que a seguradora substitua o equipamento por outro sem garantir que este seja novo e equivalente ao equipamento sinistrado. Peço igualmente a vossa orientação sobre os meus direitos enquanto consumidora e sobre a melhor forma de contestar formalmente esta decisão da seguradora. Estou disponível para enviar a apólice, a fatura de compra, a participação do sinistro e toda a correspondência trocada com a Insurama, para que possam analisar concretamente o caso. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos, Carla
Práticas Comerciais Desleais, Cláusulas Abusivas e Falta de Transparência - Plano de Saúde Visual
Em 01/02/2026, celebrei com a GrandOptical o contrato designado por "Plano de Saúde Visual", pelo qual faço o pagamento de uma mensalidade de 53,49€/mês. Recentemente, através da minha representante, solicitei esclarecimentos sobre o funcionamento e o termo do contrato. Na sequência desta comunicação, deparei-me com uma série de incoerências contratuais, omissões de informação e condições manifestamente desvantajosas para o consumidor: Ambiguidade na Cláusula 7 ("Compra de óculos"): a.) A Cláusula 7 ostenta a designação expressa "Duração e termo do Plano de Saúde Visual, devolução e compra de óculos". Contudo, nenhum dos seus pontos estabelece as regras ou condições para a referida "compra". Questionada a empresa, a resposta obtida foi que a compra não é possível e que a redação do título tratou-se de um "lapso/dúvida". Falta de Dever de Informação: b.) No ato de celebração, não me foi prestada informação clara e inequívoca de que pagaria mensalidades durante 24 meses (totalizando mais de 1.280 €) por óculos que nunca passariam a ser minha propriedade e que teria obrigatoriamente de devolver no final. Penalização Desproporcional em Caso de Perda (Cláusula 2 e 3): c.) Aquando da participação de perda de um dos artigos, fui compelida a pagar um co-pagamento de 50% do valor do novo artigo. Adicionalmente, a empresa informou que esta substituição implica a renovação/extensão do contrato por mais 12 meses. Ou seja: pago 50% de um artigo que pertence à GrandOptical, continuo a pagar a mensalidade total de 53,49 €/mês e fico fidelizada por mais um ano, gerando um custo desmesurado por um bem do qual continuo a ser mera locatária. Ausência de Transparência sobre Penalizações/Valores Residuais: d.) Questionada sobre o procedimento e o custo no caso de não devolução de um bem no final do contrato, a empresa admitiu não possuir qualquer tabela ou valor contratualizado, alegando que cada situação é tratada de forma discricionária ("análise individual"). 2. Fundamentação Jurídica Interpretação contra o Estipulante (Artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 446/85 - Regime das Cláusulas Contratuais Gerais): a.) Sendo o contrato elaborado unilateralmente pela GrandOptical, qualquer cláusula ambígua ou contraditória (como o título da Cláusula 7 referir "compra" e o texto não a prever) deve ser interpretada no sentido mais favorável ao consumidor. E isso não está sendo considerado. Dever de Informação Pré-Contratual (Artigo 8.º do Lei de Defesa do Consumidor - Lei n.º 24/96): b.) A falta de prestação de esclarecimentos claros sobre a impossibilidade de aquisição e a obrigação de devolução constitui uma violação do direito à informação substancial e verdadeira. Nulidade de Cláusulas Abusivas e Desequilíbrio Contratual (Artigo 12.º e 19.º do DL 446/85): c.) A imposição de co-pagamentos de 50% cumulados com extensões contratuais obrigatórias de 12 meses e obrigatoriedade de devolução integral cria um desequilíbrio manifesto nas prestações, penalizando excessivamente o consumidor em benefício exclusivo do comerciante. 3. Solução Requerida: Diante do exposto e da manifesta desvantagem financeira e jurídica à qual estou submetida, venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTESTE no sentido de mediar junto da GrandOptical as seguintes soluções: a) Opção de Aquisição e Liquidação Residual Fair Play: Permitir que o valor pago até à data e o co-pagamento efetuado sirvam para a aquisição definitiva dos óculos atualmente em meu poder, com a cessação das mensalidades; E também; b) Anulação da Extensão de Fidelização: A anulação da extensão adicional de 12 meses decorrente da substituição por perda. Aguardando a resposta da GrandOptical para a resolução justa desta situação o mais rápido possível.
Incumprimento de Prazo de Entrega — Encomenda n.º 83149647 — MacBook Air
Exmos. Senhores, Em 10 de julho de 2026 adquiri um computador portátil MacBook Air, da marca Apple (modelo APPLE CTO Prateado, 13" - Apple M5 - RAM: 24 GB - 1 TB - Teclado Português), pelo valor de 1.349,00€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 10 de agosto de 2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue, tendo a data de entrega sido sucessivamente adiada, primeiro para 11 de agosto de 2026 e, mais recentemente, para 22 de setembro de 2026, sem qualquer justificação concreta. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (Livro de Reclamações físico a 11/08/2026, Livro de Reclamações Eletrónico, e contactos por escrito subsequentes) e obtive a resposta de que o bem está para entrega, tendo-me sido proposto, como compensação, um voucher de 50€ válido apenas em loja física — proposta que rejeitei por manifestamente insuficiente face ao tempo decorrido e aos prejuízos causados. Acresce que a área de cliente do site da Worten passou entretanto a indicar a encomenda como "Entregue", sem que eu tenha recebido qualquer equipamento, código de entrega ou notificação por email, o que constitui um registo falso do estado da encomenda. Refira-se ainda que o mesmo equipamento consta atualmente à venda no site da Worten pelo valor de 2.039,00€, cerca de 690€ acima do valor que paguei. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há mais de 70 dias, exijo, no prazo máximo de 8 dias, que procedam à entrega do referido computador MacBook Air, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos. Ines Lua Viegas Palmeira
Cobrança abusiva
No passado dia 14.08 desloquei-me a esta entidade de saúde para remoção e aplicação de aparelho intrauterino. Não mencionando sequer o preço abusivo da remoção (82eur) e da nova aplicação (outros 82euros) fui cobrada por "PISO DE SALA COMPREENSIVO AMBULATÓRIO NÍVEL II" no valor de 63.00. Esta cobrança é, a meu ver, uma cobrança abusiva. O procedimento ocorreu numa sala de consulta normal, a mesma onde tenho vindo a ter, com regularidade, todas as minhas consultas de ginecologia, nunca tendo sido cobrada tal valor. Não houve nenhum tratamento diferenciado. Muito pelo contrário, segundo a profissional de saúde, o procedimento até deveria ter a assitência de uma auxiliar o que não se verificou. Não foram usados nenhuns meios adicionais aos de uma simples consulta. Porquê a cobrança deste valor simplesmente pelo uso da sala??? Agradeço que tal cobrança e o seu fundamento sejam analisados. Atentamente,
Stubhub é uma fachada para fraude
Fiz a venda de um Full Pass Ticket para o Primavera Sound no início de junho. A cliente não conseguiu ir ao primeiro dia, pelo que me informaram que esse dia seria cobrado de volta, mas que receberia o pagamento dos restantes 3. Dia 16/06 recebi um email da Stubhub a dizer que tentaram fazer o pagamento para a minha conta paypal mas que tinha sido rejeitado, e que precisava de adicionar uma alternativa de pagamento, apesar de o meu paypal estar perfeitamente funcional. Tentei durante dois meses adicionar um método de pagamento alternativo, sem sucesso, até que eles concordaram finalmente em voltar a usar a minha conta original do paypal. Nesse momento, afinal, congelaram a minha conta da Stubhub por “falta de documentos de autenticação”. Forneci imediatamente todos os documentos que pediram e responderam-me que estavam a ser verificados. No início de agosto recebi inesperadamente um email a dizer que a minha venda tinha sido cancelada, apesar de eles já terem confirmado comigo que a cliente tinha ido ao evento, que eles já tinham o pagamento dela cativo e que estavam a tentar fazer-me o pagamento devido. O apoio ao cliente assegurou-me que foi um bug do sistema, para ignorar e que a venda não estava cancelada. Durante um mês liguei semanalmente, para saber o status da conta bloqueada, ao que me respondiam “os documentos estão a ser avaliados”. Após dezenas de tentativas falhadas para ter um update, insisti, e descobri que não tinham qualquer documentação com eles, que se tinha “perdido” e que não estavam a fazer qualquer avaliação, como tinham “garantido”. Pediram que os enviasse de novo e passado uns dias a conta foi recuperada, mas informaram-me que afinal a venda tinha sido cancelada. Não é possível que a venda tenha sido cancelada, se tanto eles como os organizadores do evento confirmaram que a cliente conseguiu ir ao festival, e depois de me terem instruído para ignorar o email acerca do cancelamento porque “era um erro do sistema”. Para além de tudo, se a cliente não tivesse ido de facto ao evento eles não teriam tentado fazer o pagamento duas vezes, então isto trata-se apenas de um negócio de fraude.
Devolução com dois meses de espera
Exmos. Senhores, Comprei um aspirador da Cecotec no dia 08/07/2026, referente à encomenda nº226878233333837. Após receber o equipamento, a 13/07, verifiquei que as mopas não ficavam devidamente molhadas, impossibilitando a correta lavagem do chão. Por esse motivo, solicitei a devolução do produto. No dia 28/07, recebi o número de devolução 04433132 e fiquei a aguardar que a transportadora procedesse à recolha do equipamento, dentro de 24 a 48h. No dia 08/08, perante a ausência de qualquer recolha, contactei telefonicamente o serviço de apoio ao cliente. Foi-me informado que a recolha seria efetuada em breve e que, só depois da recolha, seria processado o respetivo reembolso. Hoje, dia 09/09, continuo exatamente na mesma situação: a transportadora ainda não veio recolher o aspirador e continuo sem receber o devido valor. Já passou praticamente dois meses desde que me foi atribuído o número de devolução e, apesar de ter contactado a empresa, via email e via telefone, e seguido todos os procedimentos indicados, continuo sem uma solução concreta e sem qualquer data definida para a recolha ou para o reembolso. Considero inaceitável estar há várias semanas a aguardar pela resolução de uma situação que não foi causada por mim. Cumprimentos.
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