Exmos. Senhores,
No passado dia 12 de Janeiro, pela hora de almoço, dirigi-me à loja NOS da Avenida da República Nº10 para terminar o contrato com a NOS.
O assistente que me atendeu avisou de que a desativação de serviços seria imediata.
Estranhei tal celeridade e a tia que me acompanhou inclusive reclamou se não deveria ser às 24h uma vez iria pagar o dia atual por inteiro.
O assistente respondeu que era assim que funcionava e não podia fazer nada, ao dar entrada ao processo deveria apenas poder continuar a receber chamadas.
Assinei o formulário de denúncia e, momentos depois, recebo um SMS a solicitar a devolução dos equipamentos NOS até 11 de Fevereiro, o que corrobora com a desativação imediata tal com indicado pelo assistente.
Procedi então à devolução dos equipamentos no próprio dia para deixar o assunto arrumado.
Qual não é o meu espanto quando, a 22 de Janeiro, recebo uma carta da NOS a informar da receção do pedido de rescisão e que o contrato terminaria a 1 de Fevereiro, data em que seria efetuado o desligamento e dispunha de até 30 após esta data para devolver os equipamentos.
Voltei à loja a 26 de Janeiro, onde me informaram que era mesmo assim, a faturação é paga até ao final do período conforme condições contratuais, mas como o serviço já se encontra desativado e os equipamentos entregues, o resto não se aplica.
Ora, mas se o cliente tem de pagar o contrato até ao fim, a NOS também tem a obrigação de continuar a fornecer os seus serviços até ao final do mesmo.
Assim, ao tê-los desativado e requisitado a devolução dos equipamentos no momento do pedido de rescisão, a NOS tem estado em incumprimento do contrato, pelo que exijo que sejam descontados na fatura final todos os dias que me encontro sem serviços devido a este desligamento antecipado.
Cumprimentos.