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Exmos. Senhores, Em 21/10/2026 comprei-vos, através do vosso site, duas câmaras por 138,17€. A referência da encomenda é 2128082. Contudo, a encomenda não sai do estado "Faturação", o vosso telefone está desligado e não respondem aos emails. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Marcelo Nunes
Débito indevido passados 10 dias da compra e não esclarecimento dos lugares comprados
Assunto: Pedido de apoio à DECO — Viagogo, possível cobrança duplicada de 319,60 € e falta de resposta do apoio ao cliente Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a um conflito de consumo com a plataforma Viagogo. No dia 17 de outubro de 2026, adquiri quatro bilhetes para o jogo FC Porto vs PSV, pelo valor total de 319,60 €. Para além de a informação apresentada durante a compra não esclarecer devidamente a fila e as condições de visibilidade dos lugares, quando cheguei ao recinto constatei que a vista para o campo era bastante limitada. Posteriormente, no dia 28 de outubro de 2026, foi efetuado um novo débito de 319,60 € na minha conta bancária, apesar de o mesmo montante já ter sido debitado no dia 17 de outubro. Esta situação suscita dúvidas quanto à eventual duplicação da cobrança e exige um esclarecimento documentado por parte da empresa. Já tentei contactar o apoio ao cliente da Viagogo, mas não tenho conseguido obter uma resposta útil que permita esclarecer e resolver o problema. Face ao exposto, solicito à DECO orientação sobre os meus direitos enquanto consumidora e sobre os procedimentos adequados para: Apurar se ocorreu uma cobrança duplicada ou indevida. Solicitar o reembolso do montante de 319,60 €, caso se confirme que foi cobrado indevidamente. Reclamar relativamente à falta de informação clara sobre a localização e visibilidade dos lugares. Encaminhar a situação para as entidades competentes, caso a empresa continue sem responder. Tenho disponibilidade para apresentar os comprovativos bancários dos dois movimentos, a confirmação da encomenda, os bilhetes e os registos das tentativas de contacto com a Viagogo. Agradeço a vossa orientação sobre os próximos passos e os mecanismos de resolução de conflitos de consumo a que poderei recorrer. Com os melhores cumprimentos, Rita Santos Evento: FC Porto vs PSV Número de bilhetes: 4 Data da compra e primeiro débito: 17/10/2026 Data do segundo débito: 28/10/2026 Montante contestado: 319,60 €
Consumo excessivo de óleo, avaria do turbo e recusa de comparticipação
Veículo: Dacia Sandero Stepway Eco-G 100, matrícula AV-26-JT Referência do processo Dacia: 4-26792198 Valor do orçamento: 1.915,87 € Venho apresentar uma reclamação formal contra a Dacia Portugal pela recusa de comparticipação numa reparação de 1.915,87 €, na sequência de uma avaria atribuída ao turbo do meu Dacia Sandero Stepway Eco-G 100. Considero que a decisão da marca não tem devidamente em conta o histórico do veículo, os problemas anteriormente comunicados e o facto de o programa de manutenção da marca ainda se encontrar ativo. Histórico dos acontecimentos Em abril de 2026, identifiquei pela primeira vez que o nível de óleo se encontrava abaixo do recomendado, tendo sido necessário realizar o primeiro atesto na Litocar, em Viseu. Posteriormente, o veículo foi verificado na Carby de Paredes, onde foi efetuado outro atesto. Segundo a informação que me foi transmitida, não foi identificada qualquer anomalia que explicasse o consumo. Contudo, menos de um mês depois, voltou a ser necessário acrescentar óleo. Na revisão de 12 de setembro de 2026, com aproximadamente 148.000 km, voltei a comunicar o consumo anormal de óleo, tanto telefonicamente como por email. Apesar de o problema já ter sido comunicado anteriormente e de existirem vários atestos registados no histórico do veículo, foi-me indicado que deveria circular mais 1.000 km e regressar para nova verificação do nível de óleo. Questiono por que motivo não foi realizada uma investigação técnica mais aprofundada, tendo em conta os antecedentes e a repetição do problema. No dia 13 de outubro de 2026, deixei o veículo na Carby de Aveiro devido ao aviso «Mandar verificar antipoluição», a problemas de injeção e à perda de potência e resposta do motor. A perda de potência já vinha a agravar-se progressivamente desde finais de 2025. Na sequência do diagnóstico, fui informado de que a avaria estaria relacionada com o turbo e de que seria necessária a sua substituição. Em 27 de outubro de 2026, foi emitido o orçamento n.º 26790, no valor total de 1.915,87 €, incluindo IVA. Foi-me indicado que a solução proposta seria um turbo recondicionado, embora essa característica não esteja expressamente identificada no orçamento, pelo que solicito confirmação escrita. Programa de manutenção ativo e quilometragem Saliento que o programa de manutenção da marca ainda se encontra ativo e que, à data da entrada na oficina para diagnóstico, a viatura tinha 149.422 km, não tendo ainda atingido os 150.000 km. Considero que estes elementos devem ser ponderados pela Dacia Portugal na análise do pedido de comparticipação, juntamente com o histórico de manutenção na rede oficial e o facto de o consumo anormal de óleo ter sido comunicado meses antes da avaria atual. Apesar de ter solicitado apoio à marca, o pedido de comparticipação foi recusado sem uma fundamentação suficientemente esclarecedora, no âmbito do processo n.º 4-26792198. Não afirmo que a falta de diagnóstico anterior tenha sido necessariamente a causa direta da avaria do turbo. No entanto, considero legítimo exigir uma análise técnica integral que esclareça se o consumo de óleo foi adequadamente investigado e se existe alguma relação entre o problema anteriormente comunicado e a avaria atual. O que exijo da Dacia Portugal Face ao exposto, solicito: 1. A reapreciação da recusa de comparticipação, tendo em conta o programa de manutenção ainda ativo, a quilometragem inferior a 150.000 km e o histórico de manutenção do veículo. 2. Uma explicação técnica, escrita e fundamentada sobre o consumo anormal de óleo e as verificações realizadas antes da atual avaria. 3. O esclarecimento sobre a eventual relação entre o consumo de óleo, a perda progressiva de potência e a avaria atribuída ao turbo. 4. A disponibilização dos registos técnicos relevantes e das conclusões das intervenções anteriores. 5. A confirmação de que o turbo proposto para substituição é novo ou recondicionado, bem como das condições e duração da garantia da reparação. 6. Uma proposta concreta de comparticipação total ou parcial no custo da reparação, devidamente fundamentada nas circunstâncias específicas deste caso. Encontro-me sem o veículo desde 13 de outubro de 2026, com os consequentes constrangimentos pessoais e profissionais. Considero injusto que, perante um problema de consumo de óleo comunicado meses antes e um programa de manutenção que ainda se encontra ativo, a decisão seja simplesmente recusar a comparticipação sem uma explicação técnica suficientemente clara. Pretendo uma resposta individualizada, transparente e fundamentada, bem como uma solução proporcional às circunstâncias descritas. Não considero suficiente uma resposta genérica baseada apenas na idade ou quilometragem do veículo, sem análise do histórico de manutenção e das comunicações anteriores. Aguardo, assim, a reapreciação do processo e uma resposta formal da Dacia Portugal. Referência do processo: 4-26792198.
Falha nas condições de renovação - Recusa de migração de HFC para FFTH
No momento da minha última renovação de contrato, impus uma condição clara para aceitar a fidelização: a migração do serviço HFC para FTTH assim que existisse cobertura na minha morada, sem qualquer custo adicional. O operador garantiu-me que a fibra estava para breve e aceitou a condição. A chamada está gravada e é a prova irrefutável deste acordo. Atualmente, a cobertura FTTH na minha morada é uma realidade incontestável (confirmada pela ANACOM[FFTH de 10GBPS] e pela própria oferta WTF Fibra para a zona). A linha de adesões da NOS confirmou-me, durante dois dias consecutivos, a existência de um "ponto verde" na minha morada, mesmo até vendedores porta-a-porta mencionaram o mesmo e mostraram no seu equipamento. No entanto, o Apoio ao Cliente barra a migração alegando que "não há fibra". O mais grave e que demonstra total má-fé da vossa parte: tiveram a desfaçatez de me informar que, se eu fizesse um contrato novo em nome de outra pessoa para a mesma morada, já conseguiria usufruir da fibra. Isto prova, sem qualquer margem para dúvidas, que a infraestrutura existe. O serviço HFC atual limita-me profissionalmente (oscilações de latência[principalmente em horas de pico], uploads não muito elevados), o que motivou a minha exigência na renovação. Não estou a pedir um favor, estou a exigir o cumprimento do que foi acordado com quem me realizou a renovação. Fico a aguardar contacto para agendamento.
Reclamação formal por cobrança indevida de encargos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de encargos de cessação antecipada, no valor de 66,25 €, associados ao cancelamento do serviço telefónico. No âmbito do meu pedido de cancelamento, foi-me transmitido que a apresentação de um contrato de trabalho que comprovasse a minha mudança de regresso ao Brasil constituía fundamento para a isenção dos encargos de fidelização. Na sequência desta informação, apresentei o pedido de cancelamento, tendo como pressuposto o procedimento e as condições que me foram comunicados pela empresa. Contudo, apesar de ter dado entrada no pedido de cancelamento e de ter procurado assegurar o cumprimento dos procedimentos necessários, recebi uma carta a informar que o valor de 66,25 € seria incluído na minha última fatura, sem que me tivesse sido previamente enviada qualquer comunicação por email ou estabelecido um contacto direto para esclarecer a situação. Acresce que já não resido na morada para a qual a referida carta foi enviada. Por esse motivo, solicitei repetidamente às pessoas responsáveis pelo acompanhamento do meu processo que as informações e comunicações relativas ao cancelamento me fossem enviadas por email, de forma a garantir que teria acesso atempado à informação. Ainda assim, os meus pedidos não foram respeitados, comprometendo a eficácia da comunicação e dificultando o acompanhamento de um assunto que me diz diretamente respeito. Considero particularmente grave que, depois de me ter sido indicada uma possibilidade de isenção dos encargos mediante a apresentação de documentação comprovativa do meu regresso ao Brasil, me seja agora comunicada uma cobrança sem que tenha havido uma comunicação direta e eficaz sobre o tratamento do meu pedido e os fundamentos para a aplicação da penalização. Face ao exposto, solicito: A revisão do processo de cancelamento e a anulação dos encargos de cessação antecipada, no valor de 66,25 €, tendo em consideração as condições de isenção que me foram comunicadas e a documentação apresentada ou disponibilizada para comprovar a minha mudança de regresso ao Brasil. A confirmação, por escrito, dos fundamentos contratuais que justificam a cobrança, caso a MEO entenda manter a penalização, incluindo a análise da documentação apresentada e das informações que me foram transmitidas durante o processo. A suspensão de quaisquer procedimentos de cobrança relativos ao montante contestado, até à análise e resolução definitiva desta reclamação. Reforço que a presente reclamação não se prende apenas com o valor cobrado, mas também com a falta de coerência entre as informações que me foram transmitidas e o procedimento posteriormente adotado, bem como com a ausência de uma comunicação adequada ao longo do processo. Aguardo uma resposta formal, por escrito e por email, com a análise do meu caso e a respetiva resolução.
Domínio tauraconn.com bloqueado no Google Workspace
Reclamação relativa ao domínio tauraconn.com e Google Workspace. Sou Cláudio Nogueira de Souza Júnior (NIF 298103010). O domínio tauraconn.com está bloqueado/indisponível para ativação no Google Workspace, com indicação de que está a ser tomado por outro administrador («being taken over by another administrator» / domain_in_use), sem que eu consiga recuperar o controlo. Já contactei o suporte Google (casos/referências incluindo #76847695, #76904404, #76895299 e thread no fórum Admin Community 474818338) e o agente Freddy, sem resolução efetiva: o domínio continua preso e não consigo restaurar o Workspace. Peço: libertação imediata do domínio tauraconn.com para que eu possa concluir a verificação e reativar o Google Workspace; resposta escrita com o estado do caso; e solução no prazo de 10 dias. Contacto: claudionogueirajunior@hotmail.com / 925695123. Morada: Av. Maria B Soares, 49, Fuseta, 8700-050.
Encomenda nao recebida
Boa noite, fiz uma encomenda na bover cosmetici, onde dizia produto em stock e o prazo de entrega seria de 2 a 3 dias uteis para entrega, fiz a encomenda dia 22 de Outubro na qual hoje ja sao 27 e a encomenda continua a dizer em preparação , entrei em contacto com a bover na qual agora dizem q foram realizadas inspecções aduaneiras ao armazém, pedi a devolução do dinheiro a mensagem da como vista e ja nao lhes interessou responder. Que resolvam a situação
Alteração de preços antes da Black Friday — falta de transparência e práticas questionáveis
Boa tarde, Venho manifestar o meu desagrado e a minha preocupação relativamente às práticas de definição e apresentação de preços que se têm vindo a verificar, de forma recorrente, nas semanas que antecedem as campanhas promocionais de novembro, nomeadamente a Black Friday. Há cerca de três semanas que acompanho ativamente os preços das diferentes variantes do telemóvel Xiaomi Mi 17T Pro, nas versões de 12 GB/512 GB e 1 TB, com o objetivo de encontrar uma oportunidade de compra a um preço que considerasse justo. Naturalmente, aguardava também pelas campanhas da Black Friday, na expectativa de encontrar uma redução significativa do preço. No entanto, no dia 26 de outubro, constatei que o preço da versão de 12 GB/512 GB, anteriormente comercializada pela Worten por 849,99 €, tinha aumentado para 999,99 €. A versão de 1 TB sofreu igualmente uma alteração de preço, passando de 999,99 € para 1.099,99 €. Importa ainda salientar que os valores anteriormente praticados eram apresentados como preços de venda ao público recomendados (PVPR), apesar de, tanto quanto pude apurar, não corresponderem aos valores de referência indicados na loja oficial da Xiaomi. Esta discrepância levanta questões legítimas quanto à transparência da informação disponibilizada aos consumidores e à forma como são comunicados os preços de referência. Este tipo de situação suscita uma preocupação evidente: o aumento dos preços nas semanas que antecedem a Black Friday pode criar condições para que descontos posteriores sejam apresentados como mais significativos do que realmente são, quando, na prática, o preço promocional poderá limitar-se a repor o valor anteriormente praticado. A título de exemplo, uma redução de 25% sobre o preço de 999,99 € colocaria o telemóvel a 749,99 €, enquanto uma redução de 25% sobre o preço anteriormente praticado de 849,99 € resultaria num preço de 637,49 €. Esta diferença evidencia como a utilização de um preço de referência mais elevado pode criar no consumidor a perceção de uma oportunidade excecional, quando, na realidade, o preço promocional poderá não representar uma poupança tão significativa face ao valor que era efetivamente praticado antes do aumento. Considero que práticas desta natureza comprometem a confiança dos consumidores e colocam em causa a transparência que deve pautar as relações comerciais. Independentemente da forma como os preços de referência são apresentados, não é aceitável que a comunicação de descontos induza os consumidores a percecionar uma vantagem económica superior à que efetivamente existe. A Black Friday deveria representar uma oportunidade para os consumidores beneficiarem de condições comerciais vantajosas, e não um exercício de gestão de preços que dificulte a avaliação da verdadeira dimensão dos descontos anunciados. O meu objetivo ao expor esta situação não é apenas denunciar um caso isolado, mas também alertar outros consumidores para a importância de acompanharem a evolução dos preços antes de tomarem decisões de compra. Acredito que a divulgação destas situações e a exigência de maior transparência são fundamentais para combater práticas comerciais questionáveis e promover um mercado mais justo. Apelo, por isso, a uma maior fiscalização destas práticas e à responsabilização dos operadores comerciais sempre que se verifique o incumprimento das regras aplicáveis à apresentação de preços e à divulgação de reduções de preço. Os consumidores têm o direito de tomar decisões informadas, com base em preços de referência transparentes e descontos reais, e não em estratégias comerciais que possam criar uma perceção artificial de poupança. Espero que esta situação mereça a devida atenção e que sejam tomadas medidas para evitar que situações semelhantes continuem a repetir-se. Com os melhores cumprimentos.
Impossibilidade de envio de air fryer para reparação ao abrigo da garantia
Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a um problema com uma air fryer que adquiri através da Amazon há cerca de dois anos e que ainda se encontra dentro do período de garantia. Após detetar uma avaria no equipamento, solicitei à Amazon a respetiva reparação ao abrigo da garantia. No entanto, para dar seguimento ao processo, a Amazon enviou-me um código de envio para proceder à devolução do artigo para reparação. O problema é que o código de envio disponibilizado pela Amazon não funciona. Contactei novamente a empresa e foi-me enviado um segundo código, mas este também não funciona, impedindo-me, mais uma vez, de enviar o equipamento para reparação. Considero inaceitável que, tendo solicitado a assistência dentro do período de garantia e estando disponível para cumprir os procedimentos necessários, não consiga resolver a situação devido a falhas no processo de envio disponibilizado pela própria empresa. Esta situação está a atrasar a resolução do problema e a impedir-me de usufruir dos meus direitos enquanto consumidor, sem que a falha seja da minha responsabilidade. Assim, solicito a intervenção e o aconselhamento da DECO para que a Amazon seja instada a encontrar uma solução eficaz, nomeadamente através do fornecimento de um código de envio válido ou da disponibilização de um método alternativo para a recolha ou envio do equipamento, sem custos para mim, permitindo que a reparação seja efetuada ao abrigo da garantia. Agradeço ainda o vosso esclarecimento sobre os meus direitos enquanto consumidor e sobre os procedimentos que poderei adotar caso a Amazon continue sem resolver a situação. Estou disponível para apresentar a fatura de compra, os registos dos contactos efetuados com a Amazon e os comprovativos dos códigos de envio que não funcionaram.
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