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Má Prática Profissional, Quebra de Sigilo e Retaliação a Denunciante
Venho por este meio solicitar a vossa atenção e apoio na análise da conduta da sociedade de advogados J. D. Mendes Martins & Associados, no âmbito da sua atuação como instrutora de um inquérito interno na empresa QSL Restauração Lda. (unidade Maia Centro). Na minha opinião, e com base nos factos ocorridos, a prestação de serviços desta sociedade tem levantado sérias dúvidas quanto à isenção e ao respeito pelos direitos do trabalhador e do denunciante. Exponho os pontos que, na minha perspetiva, configuram uma prática profissional questionável: Gestão do Sigilo e Confidencialidade: Na minha opinião, verificou-se uma gestão desadequada da informação confidencial. Após eu ter indicado testemunhas sob sigilo, estas foram abordadas diretamente pela gerência de RH. Parece-me que a partilha de identidades com a parte visada comprometeu a integridade do processo e a proteção dos intervenientes prevista na Lei n.º 93/2021. Conflito de Interesses e Isenção: Considero que a postura da instrutora, Dra. Carla Casimiro, poderá não ter sido pautada pela necessária independência. Ao admitir por escrito que instruiu a gerência sobre como agir perante as denúncias, parece-me existir uma coordenação entre quem investiga e quem é investigado, o que, na minha opinião, retira qualquer credibilidade ao inquérito. Urbanidade e Tratamento: Na minha perspetiva, a utilização de linguagem depreciativa em comunicações oficiais, como apelidar-me de "ingénuo", não cumpre com os deveres de urbanidade e correção que se esperam de uma sociedade de advogados de prestígio. Exatidão da Informação: Verifiquei uma desconformidade entre as garantias dadas pela sociedade e a realidade dos factos. Foi-me assegurado por escrito que pagamentos em atraso estariam liquidados, o que, na minha opinião, constituiu uma prestação de informação inexata, uma vez que comprovei a existência de valores ainda em dívida a colaboradoras. Indícios de Retaliação: Considero preocupante que, no rescaldo destas denúncias, tenha sido aplicada uma suspensão preventiva contra a minha pessoa. Na minha opinião, esta medida, tomada com a conivência técnica da referida sociedade, pode ser interpretada como um ato de retaliação direta, algo que a lei proíbe expressamente. Tratamento de Dados Pessoais: Parece-me ter havido uma falha grave na proteção de dados, uma vez que documentação confidencial foi enviada para uma morada onde já não resido, apesar de eu ter procedido à atualização dos meus dados. Na minha opinião, isto expôs a minha vida profissional a terceiros de forma desnecessária. Face ao exposto, solicito que a DECO Proteste analise esta situação, no sentido de mediar uma resolução que garanta o respeito pelos meus direitos e a correção das práticas aqui relatadas. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação e histórico de comunicações que, na minha opinião, sustentam esta exposição. Com os meus cumprimentos, Francisco Silva
Reclamação à wink: Péssima qualidade, durabilidade e preço
Exmos senhores, Envio abaixo e-mail enviado para esta empresa, Wink, com contextualização da situação: “Ontem, 27/05/2026, pelas 19h00, fui atendida na loja Wiñk do Centro Comercial Vasco da Gama. Foi a primeira vez que usufrui de um serviço vosso. Aquando do agendamento do atendimento, via telefone, informaram que seria necessário efetuar, para além do serviço de extensão de pestanas que pretendia, o serviço de remoção de pestanas, perfazendo um total de 95,00€. Apesar do valor excessivo para o tipo de serviço, aceitei, uma vez que me foi dito que era obrigatória a remoção das pestanas que já tinha, para posterior aplicação de novas. Durante o procedimento expliquei o que pretendia: pestanas com volume brasileiro e preenchimento de 100% dos fios. Foi-me dito que faziam um serviço semelhante, o modelo específico desta marca, que incluía pestanas utilizadas para volume brasileiro e outro tipo volume. Aceitei, tendo em conta as semelhanças, e pedi o maior volume possível e o maior tamanho de pestanas. Sucede que o resultado final não é de todo semelhante ao tipo de pedido que fiz. Como é possível ver nas imagens que remeto em anexo, torna-se quase imperceptível que efetuei extensão de pestanas e não ficaram alinhadas nem uniformes. Mesmo não estando satisfeita com o resultado, efetuei o pagamento dos dois serviços em loja. Para piorar a situação, menos de uma hora depois de colocar a extensão de pestanas, comecei a perder bastantes fios, sem que tenha mexido nas pestanas, molhado, penteado ou colocado qualquer tipo de produto nos olhos ou rosto. Começaram simplesmente a cair. Tirei foto a algumas das pestanas que consegui recolher e remeto fotografia, com data e hora que comprovam. Pior ainda, hoje de manhã, e novamente sem ter molhado ou colado qualquer tipo de produto na região dos olhos ou rosto, e apenas por ter penteado suavemente as pestanas, voltaram a cair imensas pestanas. Remeto fotografia novamente, comprovando data e hora. Se inicialmente as pestanas já eram poucas, menos de 24 horas depois, já não sobra praticamente nada. Não é admissível que um serviço destes, com um valor destes, não entregue o mínimo aceitável ao cliente: qualidade e durabilidade. Há mais de seis anos que faço extensão de pestanas em gabinetes de estética e nunca usufruí de um serviço tão mau e tão caro. A única coisa que posso apontar de positivo, foi o atendimento amável das funcionárias. Espero que este email possa servir para melhorarem o serviço que entregam ao cliente. Espero, também, reembolso do serviço, tendo em conta o acima exposto. Não remeto comprovativo do pagamento em loja, porque não me foi entregue. De momento ainda não consigo aceder ao comprovativo de pagamento na app do meu banco porque se encontra como saldo cativo. Deixo apenas captura de ecrã como comprovativo. Ainda assim, estou certa que conseguirão aceder aos dados do pagamento em loja.”
Avaria Opel AdBlue/emissões sem solução há mais de 6 meses — pedido de intervenção e comparticipação
Exmos. Senhores, Venho reclamar da atuação da Opel Portugal relativamente ao processo n.º 03338***, relacionado com uma avaria persistente no sistema AdBlue/emissões do meu Opel Astra Sports Tourer 1.5 Diesel, ano 2020. A viatura apresenta, desde 06/11/2025, mensagem de erro no sistema AdBlue/emissões e contagem regressiva de bloqueio de arranque. O veículo foi encaminhado para reparador autorizado Opel, onde foram realizadas intervenções no sistema AdBlue e no FAP/DPF, incluindo substituição do depósito de AdBlue, substituição do calculador AdBlue/DCU e limpeza do FAP/DPF, sem resolução definitiva da anomalia. A substituição da DCU revelou-se ineficaz, pois a avaria persistiu. Posteriormente, foi sugerida a substituição do calculador do motor/ECM, sem que tenha sido apresentado relatório técnico escrito que demonstre a efetiva necessidade dessa substituição, a causa real da avaria ou a garantia de que tal intervenção resolverá o problema. Solicitei formalmente à Opel Portugal relatório técnico, justificação escrita para a substituição do ECM, garantia de resolução, comparticipação adequada dos custos e escalonamento do caso para a engenharia da Opel na Alemanha. A Opel Portugal respondeu encerrando o processo, sem apresentar solução técnica, sem relatório, sem garantia de reparação definitiva e remetendo as dúvidas técnicas para a oficina autorizada. Além disso, a Opel Portugal limitou-se a invocar que a viatura se encontra fora do período de garantia contratual e que teria existido “ausência de fidelidade à Marca”. Tal posição é inaceitável, pois não responde à questão essencial: a existência de uma falha técnica persistente, ainda sem diagnóstico conclusivo, apesar do acompanhamento pela rede autorizada Opel. A colaboração comercial comunicada traduziu-se numa percentagem ínfima, limitada apenas à mão de obra da instalação do ECM, o que considero manifestamente insuficiente perante uma avaria persistente há mais de 6 meses, sucessivas intervenções sem sucesso e ausência de diagnóstico conclusivo. A viatura permanece, até à presente data, nas instalações do reparador autorizado, sem solução definitiva, apesar de estar ali acompanhada pela rede autorizada desde 06/11/2025. Assim, o problema não se limita à existência de uma avaria persistente: a viatura encontra-se efetivamente imobilizada há mais de 6 meses, sem diagnóstico conclusivo, sem relatório técnico da marca, sem garantia de reparação definitiva e sem comparticipação adequada. Pretendo que a Opel apresente relatório técnico escrito, escalone o caso para a engenharia Opel na Alemanha, assuma ou comparticipe adequadamente os custos da reparação definitiva e restitua o valor relativo à substituição da DCU, uma vez que essa intervenção não solucionou a avaria. Foi também apresentada reclamação no Livro de Reclamações, em 04/05/2026, ainda sem resposta objetiva e conclusiva quanto à resolução técnica do problema. Cumprimentos.
Recusa de resolução de contrato por avaria reincidente (4.ª vez) – Pedido 402-1047023-9525969
À Direção de Apoio ao Cliente da Amazon, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Amazon devido à recusa na aplicação dos meus direitos legais como consumidor em Portugal, previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. No dia 27/06/2024, adquiri na vossa plataforma o robô aspirador Kärcher RCV 5, através do pedido n.º 402-1047023-9525969. O equipamento encontra-se, portanto, dentro do prazo legal de 3 anos de garantia em vigor no território português. O referido equipamento tem apresentado um defeito crónico e reincidente no sensor de queda (cliff sensor), que o impede de funcionar. O robô já foi enviado para a vossa assistência técnica autorizada por TRÊS vezes consecutivas pelo exato mesmo motivo. Lamentavelmente, o aparelho acaba de avariar pela QUARTA vez com o mesmo problema. Ao contactar o suporte ao cliente da Amazon, foi-me dito que a única opção seria enviar o robô novamente para a assistência técnica. Recuso categoricamente uma quarta reparação. A confiança no produto está totalmente quebrada. De acordo com o Artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, perante a persistência do defeito após a reparação, o consumidor tem o direito de escolher a Resolução do Contrato (reembolso total do valor pago) ou a substituição do bem. A lei não obriga o consumidor a submeter-se a reparações infinitas de um produto manifestamente defeituoso. Face ao exposto, exijo que a Amazon cumpra a legislação aplicável e proceda à emissão da etiqueta de devolução do artigo com o respetivo reembolso integral do valor de 334,24 €. Fico a aguardar uma resposta célere por parte da vossa equipa de escalões superiores para a resolução definitiva deste processo. Com os melhores cumprimentos, Fábio Avila da Silva
Monitor entregue em garantia foi devolvido danificado e FNAC impõe novo prazo de 30 dias
Exmos. Senhores, No dia 06/05/2026 entreguei na FNAC Estação Viana, para reparação em garantia, o meu monitor Samsung LS32G55 32’’ QHD 165Hz, processo n.º 910005939, adquirido em 26/12/2025, por apresentar “mancha vermelha e linha branca no display”. Na guia de reparação emitida pela FNAC ficou registado que os únicos danos estéticos visíveis à data da entrega eram “sujidade e riscos”. O equipamento foi levantado em 27/05/2026. Contudo, no momento do levantamento, não foi efetuada qualquer verificação completa do estado do monitor na minha presença. Posteriormente, foi-me referido que assinei o levantamento, mas essa assinatura não substitui a conferência efetiva do estado do bem no ato da sua devolução ao cliente. Acresce que a caixa em que entreguei o monitor foi devolvida visivelmente amassada e o equipamento vinha sem a proteção adequada para transporte. Ao chegar a casa, detetei que o monitor apresentava um novo dano físico, nomeadamente uma parte quebrada, dano esse que não existia quando o produto foi entregue para reparação. Perante esta situação, desloquei-me novamente à FNAC para reportar o problema. No entanto, em vez de resolverem de imediato a situação, foi aberto um novo processo e foi-me indicado um novo prazo de 30 dias. Não concordo com esta posição, uma vez que não está em causa uma nova avaria autónoma, mas sim a devolução do bem em pior estado após intervenção em garantia. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade deve ser assegurada sem encargos, em prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. O prazo para reparação ou substituição não deve exceder 30 dias, mas deve igualmente respeitar o critério de não causar grave inconveniente, e a interpretação do regime aponta para que o consumidor não tenha de suportar nova demora integral quando a primeira intervenção falhou em repor a conformidade do bem. O monitor tinha apenas cerca de 4 meses de uso quando foi entregue para garantia, encontrando-se claramente dentro do prazo da garantia legal de 3 anos aplicável aos bens adquiridos por consumidores. Nestas circunstâncias, não aceito a imposição de um novo prazo completo de 30 dias. Concedo à FNAC apenas um prazo adicional máximo de 7 dias para resolver definitivamente a situação. Caso tal não suceda, exijo a substituição do monitor por outro novo e equivalente ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução integral do valor pago. Solicito resposta escrita e resolução célere do presente caso.
Cama defeituosa e sem resolução
Boa tarde, recebi a minha encomenda, uma cama de casal no dia 21/04/2026. No final da montagem da mesma deparamos com a falta de uma peça importante para o bom funcionamento da abertura/ cofre da cama e o assento do estrado para colocação do colchão. A reclamação foi feita desde do 29/04/2026. Desde então durmo no chão à espera da peça em falta. A resposta tem sido a mesma. Aguardar com paciência que a peça vem da China e está a espera da desalfandega. É inadmissível esse tempo de espera. A Worten deve tomar atitude e proceder a uma devolução ou substituição da totalidade fo artigo. Deveria receber uma compensação pelo desconforto de estar a dormir no chão mesmo sendo em cima de um colchão e não estar a usufruir do conforto de uma cama, que foi paga em tempo e hora. Hoje, dia 28/05/2026, depois de publicar uma queixa no "Portal das Queixas", fui contactada pelo serviço de reclamação da Worten, mas qual foi o meu espanto , ao ouvir a assistente dizer-me que iam contactar o vendedor para apressar a entrega. Mas é uma completa mentira, não há atualização no "tracking" do pacote desde dia 16 de maio!!! Pediram desculpas pelo transtorno, de estar a dormir no chão e encerram o assunto sem nenhuma resolução. Acho inadmissível vindo de uma empresa tão reconhecida em Portugal.
Recusa não renovação do contrato
Assunto: Reclamação contra Multicare – Recusa de Não Renovação de Contrato (Simulação/Processo n.º 311710772) À DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor Nuria Jesus [rua sporting club da corvina n21 2825-833 936291610 bombeirinha1055@gmail.com Data: 28 de maio de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa honrosa intervenção junto da seguradora Multicare, em virtude de uma recusa injustificada por parte da mesma em aceitar a não renovação do meu contrato de seguro de saúde, associado ao processo/simulação com o número 311710772. A data limite para a comunicação da não renovação da referida apólice seria o dia 5 de maio de 2026. Nessa mesma data, tentei contactar a linha de apoio ao cliente da Multicare por via telefónica com o intuito de proceder ao cancelamento. Contudo, e por motivos inteiramente imputáveis à seguradora, a chamada não foi atendida e não me foi dada a possibilidade de concluir o processo de viva voz. Face à impossibilidade de contacto telefónico, enviei um email formal no dia seguinte, 6 de maio de 2026, reiterando expressamente a minha vontade de não renovar o contrato. A Multicare recusa-se agora a aceitar esta rescisão, alegando o incumprimento do prazo por escassas horas, ignorando por completo: 1 A minha tentativa prévia de contacto dentro do prazo regulamentar. 2 O princípio da boa-fé que deve reger as relações comerciais. Ademais, cumpre-me informar que me encontro atualmente numa situação de desemprego. Esta alteração substancial e involuntária das minhas circunstâncias económicas e capacidade financeira impossibilita-me de suportar o encargo com os prémios deste seguro, configurando uma situação de força maior que, por si só, justifica a cessação do vínculo contratual. Atendendo a que agi com a diligência possível face às falhas no atendimento da seguradora, e considerando a minha atual vulnerabilidade financeira, considero abusiva a postura da Multicare em exigir a manutenção forçada do contrato. Junto em anexo o comprovativo do email enviado no dia 6 de maio de 2026. Ainda me ligaram inclusive para falar com o colaborador que não estava a tentar resolver o problema mas assim me Obrigar a continuar vinculada inclusive a mentir em prazos de suposta fidelizacao Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste litígio, aguardando as vossas instruções sobre os passos seguintes. Com os meus melhores cumprimentos,
Pior loja de roupa em 2° mão!
Pior site de roupa em segunda mão que já utilizei. Os tamanhos apresentados no site não correspondem minimamente à realidade. Comprei várias peças anunciadas como tamanhos grandes e, quando chegaram, percebi que muitas equivalem apenas a um 38/40 em Portugal. A descrição dos artigos é enganadora e causa uma enorme frustração a quem compra com confiança nas informações fornecidas. Os feedback no site são meramente especulativos. O pior vem depois: para devolver artigos que não correspondem ao anunciado, os custos de devolução são absurdos, quase ao nível do valor da própria encomenda, algo que não está devidamente claro no momento da compra. Acaba por parecer uma forma de impedir devoluções. Fiquei extremamente desiludida com a falta de transparência, a dificuldade em resolver o problema e a fraca experiência de apoio ao cliente. Não voltarei a comprar na Micolet nem recomendarei a loja a ninguém. PS, dei por mim a procurar pela fatura no email. Não tenho nenhuma.
Valor a cobrar após pedido de cancelamento
Boa tarde, necessito da vossa ajuda no seguinte, fui cliente fitness up cumpri com o período de fidelizacao de 18 meses e pedi em Janeiro cancelamento dos serviços nessa altura não me foi informado de q teria de pedir com 15 dias de antecedência para q não fosse cobrado mais 20€. Por esse motivo desativei o débito direto mas não me permitiram cancelar o serviço. Apresentam agora valor a pagar de 156€ já depois de ter solicitado a desactivao dos serviços. Pergunto-me se é possível não desativarem o devido Qd o cliente assim o pede e ainda exigem pagamento para cancelar. Aguardo a vossa resposta. Ana Almeida
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357 Venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão do processo de sinistro n.º 22MR060357, decorrente dos danos causados pelas tempestades ocorridas entre janeiro e fevereiro de 2026. O sinistro refere-se à avaria e queima do sistema de ar-condicionado da minha habitação, causada por sobretensão/interrupções elétricas verificadas durante as tempestades. Toda a documentação técnica, relatórios e orçamentos foram devidamente enviados à seguradora. No entanto, após meses de demora e falta de acompanhamento, a Fidelidade procedeu ao pagamento parcial de apenas 2.233,92€, valor que não corresponde aos prejuízos reais apresentados e comprovados documentalmente. Os próprios documentos enviados à seguradora demonstram claramente que: * O orçamento dos equipamentos ascende a aproximadamente 2.747,72€; * Existe ainda um valor estimado de cerca de 1.000€ relativo à mão de obra de instalação; * Os custos totais necessários para reposição do sistema ultrapassam largamente o montante pago pela Fidelidade. Apesar disso, a seguradora decidiu encerrar/concluir o processo sem pagar a totalidade dos valores reclamados e sem apresentar qualquer explicação clara ou fundamentada para a exclusão da mão de obra e restantes custos técnicos. Questiono: Como pode a Fidelidade considerar um processo resolvido pagando apenas parte do equipamento e ignorando totalmente os custos obrigatórios de instalação e montagem? Quem suportará esses encargos necessários para repor o sistema em funcionamento? Além da questão financeira, a situação agravou-se pela completa falta de contacto e acompanhamento por parte da gestora do processo, Ana Matos. Desde terça-feira, dia 26 de maio, tentei inúmeras vezes obter esclarecimentos diretamente junto da Fidelidade: * Liguei mais de 10 vezes para a seguradora; * Solicitei repetidamente contacto da gestora; * Nunca me foi passada a chamada; * Nunca obtive retorno; * Enviei diversos e-mails sem qualquer resposta. Considero absolutamente inadmissível que um cliente fique impossibilitado de contactar a responsável pelo seu processo, especialmente numa situação em que existem valores claramente em falta e um processo encerrado indevidamente. A atuação da Fidelidade demonstra falta de transparência, ausência de apoio ao cliente e incumprimento do dever de acompanhamento e informação. Solicito: * Revisão imediata do processo; * Pagamento dos valores efetivamente em falta; * Esclarecimento formal sobre os critérios utilizados para exclusão da mão de obra; * Contacto urgente por parte da gestora responsável ou de outro responsável competente. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservarei o direito de avançar com participação junto da ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e demais entidades competentes. Obrigada
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