Reclamações públicas
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Abuso
Exmos. Senhores, Não sou cliente da WiZink nem tenho qualquer interesse nos seus serviços. Ainda assim, recebi uma chamada do número 268 639 534 para o meu número pessoal. Não sei como obtiveram o meu contacto, mas a pessoa que ligou identificou-me pelo meu nome. Além disso, o atendimento demonstrou falta de profissionalismo e qualidade. Pretendo apresentar reclamação por contacto não autorizado e solicitar esclarecimentos sobre a origem dos meus dados pessoais. Cumprimentos.
Troca de produto
Comprei no site “Saúde Serena” um medidor de glicose no sangue não invasivo “Omron Glucomax”, no valor de 49 €, cujo pagamento foi efetuado contra-entrega. No entanto, o artigo recebido não corresponde ao produto adquirido, tendo sido entregue um “Fingertip Oximeter”. Adicionalmente, a encomenda foi entregue numa caixa de dimensões excessivas, sem qualquer documentação no interior, nomeadamente fatura, guia de remessa ou instruções, contendo apenas o tracking da FedEx.
Levantamentos tardios e falta de servico de apoio a cliente
Bom dia, venho por este meio reclamar a o atraso no pagamento dos levantamentos “em processamento” de acordo com o site, com o seguinte numero de id : 950781374008 Ja efectuei o envio dos documentos solicitados ( cartac cidadao, prova de iban, e prova de morada) e simplesmente nao é possivel entrar em contacto com ninguem do site , pois toda e qq resposta é automatica e sem qualquer informacao relevante. O site anuncia levantamentos em 24 horas , mas ja la vai uma semana e o centro de ajuda do site nao esta disponivel Agradeco a resolucao dos levantamentos solicitados pois na altura do registo ( os depositos sao imediatos e nao é pedida informacao adicional ) Ja enviei varios emails e a resposta é sempre automatica .
Problemas na entrega
Venho por este meio manifestar o meu total desagrado relativamente a uma compra efetuada junto da empresa Castro Eletrónica. Adquiri um frigorífico, tendo igualmente pago os respetivos portes de envio. No momento da receção da encomenda, no dia 28/05/2026, fui informada de que o frigorífico seria deixado na rua, à porta do prédio. Apesar de considerar esta situação completamente absurda, pedi, com toda a educação, que o equipamento fosse apenas colocado no elevador do prédio — não solicitei instalação, montagem ou qualquer serviço adicional. Apenas pedi um mínimo de bom senso e consideração. Fui informada de que tal não seria possível, alegadamente por política da Castro Eletrónica, segundo a qual os funcionários não podem entrar no prédio com o equipamento, por terem tempos de entrega limitados por cliente. Foi-me inclusivamente sugerido que, caso não concordasse, enviasse o frigorífico de volta para a empresa. Expliquei a situação concreta: o meu marido encontrava-se sozinho em casa com o nosso bebé de 15 meses, que estava doente, não tendo qualquer possibilidade de transportar sozinho um frigorífico de grandes dimensões da rua para o interior do prédio. Ainda assim, não houve qualquer flexibilidade ou tentativa de compreensão por parte da equipa de entrega. Considero este procedimento completamente inadmissível e desumano. Compreendo perfeitamente que não estivesse incluído um serviço de instalação, mas deixar um eletrodoméstico de grande porte na rua é algo inconcebível e demonstra uma enorme falta de consideração pelos clientes. Questiono ainda como seria esta situação no caso de pessoas idosas, pessoas com mobilidade reduzida ou clientes sem qualquer apoio familiar disponível no momento da entrega. Já realizei várias compras na Castro Eletrónica ao longo do tempo, mas esta foi, sem dúvida, a última. Depois desta experiência, não voltarei a comprar na empresa nem a recomendá-la a familiares ou amigos. Lamento profundamente a forma como esta situação foi gerida. Sem outro assunto, Susana Novais
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 20/04/2026 adquiri uns Tênis Flextride Plus A trainers White EU 41, da marca GEOX, pelo valor de 77,24 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 9 a 10 de maio de 2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços por e-mail ao longo das duas últimas semanas e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Reclamação fato 325€ + custo costureira 70€ + juros aplicáveis
Venho solicitar intervenção relativamente a uma reclamação contra a Sacoor Brothers. A situação teve origem na compra de um fato Sacoor, no valor de 325€, que se deteriorou após apenas duas utilizações. Na sequência da reclamação apresentada na loja, foi-me transmitido que a situação seria resolvida através da substituição por um fato dentro da mesma gama de valor. Contudo, por me encontrar a residir/trabalhar no estrangeiro, não consegui usufruir dessa solução na altura. Em 2023, ao regressar temporariamente a Portugal, tentei resolver a situação junto da loja Sacoor do Vasco da Gama. Foi-me indicado que não existiam registos suficientes na minha conta cliente e fui encaminhado para o apoio ao cliente. Como necessitava de um fato, acabei por adquirir novo artigo, tendo-me sido transmitido que, caso a situação inicial fosse confirmada, poderia ser reembolsado/compensado. Além disso, nessa compra, a Sacoor não conseguiu assegurar serviço de costureira em tempo útil nas lojas Vasco da Gama, Colombo ou Amoreiras, tendo eu suportado um custo adicional de 70€ numa costureira externa. A Sacoor respondeu em 28/06/2023, através do Customer Care, indicando que a situação tinha sido exposta ao departamento Comercial e que aguardavam feedback. Em 13/07/2023 enviei follow-up, uma vez que já tinham passado mais de 15 dias sem resposta. Nunca recebi qualquer decisão final. Em 21/05/2026 enviei nova interpelação formal, solicitando resposta final, reembolso/compensação do valor do fato, reembolso do custo de costureira e regularização da situação. Passados 8 dias, continuo sem qualquer resposta. Considero que a Sacoor tem vindo a evitar uma decisão concreta, limitando-se a arrastar o processo sem resposta efetiva, apesar de ter sido informada várias vezes e de ter assumido que o tema estava a ser analisado pelo departamento competente. Solicito intervenção para obter: 1. Resposta final e fundamentada da Sacoor; 2. Reembolso/compensação do valor do fato inicialmente reclamado, no valor de 325€; 3. Reembolso do custo adicional de costureira, no valor de 70€, caso aceite mediante comprovativo; 4. Juros legais ou compensação adequada pelo tempo decorrido; 5. Indicação clara da posição final da empresa. Junto/anexo a reclamação inicial, resposta da Sacoor de 28/06/2023, follow-up de 13/07/2023, última interpelação de 21/05/2026 e documentação disponível relativa às compras/custos.
Recusa de prestação de serviço contratado (EDP Pack)
Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço "EDP Pack", o qual tenho contratado e pago consecutivamente há cerca de 13 meses. Nos termos do referido contrato, tenho direito a uma manutenção preventiva anual gratuita da minha caldeira. No dia 27 de maio de 2026, submeti através da Área de Cliente o pedido de agendamento para a manutenção preventiva e verificação da minha caldeira Vulcano Babystar ZW 23 AE 23 (Pedido nº 8187695684). Para meu espanto, fui informado pelo apoio ao cliente de que o agendamento não pode ser realizado porque o meu contrato EDP Pack se encontra num processo interno de "unificação" com o contrato de fornecimento de eletricidade/gás, iniciado pela EDP em 25 de maio de 2026 (Pedido nº 8187542678). Foi-me ainda indicado que, enquanto este processo interno não for concluído, estou impedido de usufruir da assistência — não tendo a EDP apresentado qualquer prazo limite para a resolução dessa mesma gestão contratual. Adicionalmente, verifico que o meu pedido de assistência técnico (nº 8187695684) foi marcado no sistema como "Resolvido", o que não corresponde de todo à verdade, visto que nenhuma equipa técnica se deslocou à minha habitação ou sequer agendou a visita. Como cliente cumpridor dos meus deveres e pagando o serviço de forma regular, considero inadmissível que uma reestruturação interna de sistemas ou contratos por parte da EDP sirva de pretexto para suspender os meus direitos contratuais ativos. Os vossos processos de faturação/unificação não podem, sob circunstância alguma, lesar o cliente ou deixá-lo sem assistência técnica. Face ao exposto, exijo: O desbloqueio imediato da minha ficha de cliente para efeitos de assistência técnica; O contacto urgente para o agendamento efetivo da manutenção da minha caldeira, tal como solicitado originalmente. Fico a aguardar uma resposta célere e a respetiva resolução do problema. Melhores cumprimentos, Leandro B Neves Código de Cliente EDP: 160807516815
Pedido de intervenção da DECO – Responsabilização da Bright Solar por defeito de instalação
Exmos. srs. Na sequência da reclamação apresentada à Bright Solar, a mesma entidade veio alegar não ter qualquer responsabilidade pela queda do painel. Contudo, a presente exposição é acompanhada de elementos probatórios que contrariam essa posição, nomeadamente documentação fotográfica e relatório técnico emitido pela empresa que procedeu à reparação. Face ao exposto, solicita-se a intervenção da DECO no sentido de apoio e defesa dos direitos dos consumidores, bem como a análise dos factos apresentados, com vista à adequada responsabilização da entidade em causa. Anexam-se fotografias do antes e depois da ocorrência, bem como o relatório técnico da reparação efetuada.
Incumprimento do programa Microinvest – Pedido de desbloqueio imediato de financiamento
Excelentíssimos Senhores da Caixa Geral de Depósitos, e, se necessário, à Autoridade de Supervisão competente, Venho, por este meio, na qualidade de Eduardo Leite, bombeiro voluntário em Alcochete, apresentar uma exposição formal e contundente sobre a situação gravosa e, ao meu ver, configuradora de negligência, violação de deveres de informação e abuso de confiança por parte da gestora de empresas da vossa agência em Alcochete, Senhora Ana Remechido. DOS FACTOS Projeto aprovado pela CASES – Apresentei a minha ideia inicial (marca de roupa) ao programa Microinvest, tendo o meu dossier sido aprovado e atestada a viabilidade económica pela CASES, entidade competente para o efeito. Conta aberta por indicação da gestora – Na sequência da aprovação, dirigi-me à CGD em Alcochete, onde a Sra. Ana Remechido me instruiu a abrir uma conta para receber o montante de €20.000,00 destinado ao programa. Silêncio absoluto por mais de dois anos – Durante mais de dois anos, semanalmente, procurei obter informações ou andamento. Nunca me foi transmitido qualquer impedimento, parecer negativo ou solicitação de elementos adicionais. Revelação tardia e contraditória – Em 2026, ao insistir pessoalmente, fui informado de que o projeto “não tinha viabilidade”. A própria gestora, Sra. Ana Remechido, acrescentou que se tratava de “má vontade dos colegas que analisaram a documentação” – afirmação gravíssima, que reconhece, ainda que informalmente, vício no processo interno. Mudança de segmento e nova aprovação CASES – Seguindo a sugestão da gestora, reformulei o projeto, obtive nova aprovação do Sr. João Nunes na CASES, com parecer positivo e viabilidade atestada. Nova negligência – Remetido todo o novo dossier à mesma gestora, novamente não houve qualquer atenção, resposta ou seguimento, até à presente data. DO DIREITO E DA CONTUNDÊNCIA DO CASO Não se trata de um pedido discricionário. O programa Microinvest, gerido pela CGD em parceria com a CASES, vincula-se a regras objetivas e transparentes. Uma vez aprovada a viabilidade pela CASES, cabe ao banco executar a abertura do financiamento, salvo justificação fundamentada e comunicada tempestivamente – o que NUNCA aconteceu. O decurso de mais de dois anos sem resposta é, só por si, inaceitável e viola o dever de diligência e boa-fé bancária (art. 227.º do Código Civil, aplicável por analogia à responsabilidade pré-contratual). A afirmação da gestora sobre “má vontade dos colegas” é uma confissão extrajudicial de que o meu dossier foi tratado com parcialidade, desleixo ou eventual perseguição interna – facto que, se provado, pode constituir responsabilidade disciplinar e até contraordenacional. Fui induzido em erro ao abrir uma conta especificamente para este fim, mantendo expectativas legítimas durante anos, sem qualquer retorno. A CGD não pode beneficiar da sua própria inércia. DO PEDIDO Assim, considerando que: Tenho duas viabilidades técnicas emitidas pela CASES; Cumpri todos os requisitos formais e procedimentais que me foram impostos; A única razão para o insucesso até agora foi a inércia, falta de transparência e, conforme dito pela própria gestora, “má vontade” de colaboradores dessa instituição; REQUER-SE: A aprovação e desbloqueio imediato do financiamento de €20.000,00 para o meu novo projeto, já analisado e aprovado pela CASES, mediante apresentação do respetivo dossier. A compensação pelo dano temporal (mais de dois anos de espera injustificada), a ser fixada segundo critérios de equidade, pelo menos no valor equivalente a 24 meses de juros legais sobre o montante do financiamento ou da retoma de atividade que ficou inviabilizada. A substituição da gestora Ana Remechido na análise do meu processo, por manifesta falta de isenção e profissionalismo. Na ausência de resposta favorável no prazo de 15 dias, levo este caso às entidades fiscalizadoras (Banco de Portugal, ASAE, Provedoria do Cliente Bancário, e eventual queixa-crime por denegação de acesso a programa de apoio público). NOTA FINAL Senhores, sou bombeiro voluntário. A minha vida é feita de servir a comunidade, de arriscar a minha segurança por terceiros. Quando decido empreender, não peço favores – peço apenas o cumprimento da lei e das regras do programa a que me candidatei. Se um cidadão comum, com dossiês aprovados duas vezes pela entidade competente, não consegue resposta durante dois anos porque uma gestora acha que “os colegas tiveram má vontade”, então algo está profundamente podre no sistema de financiamento público canalizado pela CGD. Não quero litígios. Quero trabalhar, criar emprego e dignificar o meu nome. Mas também não tolerarei mais adiamentos. Aguardo prova de que a Caixa Geral de Depósitos não trata com desprezo os empreendedores e os bombeiros que todos os dias salvam vidas – incluindo, quem sabe, as dos vossos familiares. Com os meus melhores cumprimentos, Eduardo Leite Bombeiro Voluntário, Alcochete 29 de maio de 2026
Mudança de Casa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao serviço prestado pela MEO no âmbito de um pedido de mudança de serviço efetuado no dia 28/05/2026, pelas 12h00 (hora dos Açores). Durante a chamada telefónica realizada nessa data, o colaborador da MEO informou-me que existia disponibilidade para a realização da mudança no dia 29/05, entre as 13h00 e as 14h00. Após terminar a chamada, procedi imediatamente à ativação da renovação contratual solicitada pela MEO através do e-mail enviado, conforme indicado pelo próprio colaborador durante a chamada. A referida chamada foi gravada pela empresa. Com base na informação transmitida pelo funcionário da MEO, solicitei dispensa ao meu empregador para poder estar presente no horário acordado. No entanto, após a chamada, recebi uma mensagem da MEO a informar que o agendamento tinha sido efetuado apenas para o dia 03/06/2026. Perante esta situação, contactei novamente a MEO no dia 29/05 para reclamar do sucedido, tendo sido informada por outro colaborador de que “nunca é possível efetuar agendamentos com menos de 3 dias”. Esta informação confirma que o primeiro colaborador me induziu em erro ao garantir uma disponibilidade que alegadamente nunca poderia existir. Considero esta situação inadmissível, uma vez que fui prejudicada profissional e financeiramente devido a uma informação falsa prestada por um funcionário da MEO. Terei agora prejuízo no meu salário por ter perdido uma tarde de trabalho desnecessariamente e terei ainda de perder nova tarde para o agendamento efetivamente marcado. Adicionalmente, considero injusto que as chamadas gravadas sirvam apenas para proteção da operadora, sem que o cliente tenha acesso facilitado às mesmas para defesa dos seus próprios direitos. Solicito, assim: A análise da chamada efetuada no dia 28/05/2026 pelas 12h00 (hora dos Açores); O reconhecimento da responsabilidade da MEO pelo erro de informação prestado; Uma compensação pelos prejuízos causados; Esclarecimentos relativamente ao acesso do cliente às gravações das chamadas efetuadas. Aguardo uma resposta célere e a devida resolução desta situação
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