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Mau Serviço Prestado
No dia 2 de dezembro de 2025 desloquei-me à loja Opticalia de Penacova para realização de consulta de optometria, previamente agendada online no dia 1 de dezembro de 2025. Após a consulta, fui atendido pela técnica de loja para escolha de armação e lentes oftálmicas. Relativamente às armações, foi-me transmitido que não existia possibilidade de encomenda de outros modelos além dos disponíveis em loja. Posteriormente, a própria técnica admitiu que tal possibilidade existia, demonstrando que a informação inicial era incorreta. No que respeita às lentes, descrevi detalhadamente o meu contexto pessoal e profissional, nomeadamente o facto de exercer funções num restaurante, necessitar de boa visão periférica e conduzir diariamente. Apesar disso, foi-me recomendada a opção de valor mais elevado (lentes pré-progressivas/progressivas), sem que me tivesse sido prestada informação adequada, clara e completa sobre as características técnicas, limitações, impactos na visão periférica, necessidade de adaptação ou possíveis efeitos adversos, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. A decisão foi tomada com base na recomendação e orientação técnica prestada pela técnica da loja, sem que me tivesse sido fornecida informação completa e adequada sobre as características, limitações e efeitos do produto, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. Assim, a decisão deve ser analisada no contexto do aconselhamento profissional que me foi prestado e da confiança nele depositada. Após o levantamento dos óculos, no dia 5 de dezembro de 2025, constatei dificuldades significativas na visão periférica, prontamente comunicadas à técnica, que se limitou a indicar que se trataria de um processo de habituação, sem fornecer qualquer esclarecimento técnico adicional. Apesar de ter utilizado os óculos conforme indicado, mantiveram-se o desconforto visual, dores de cabeça e dificuldades funcionais. No mesmo dia, solicitei o envio da segunda via da fatura por email, pedido ao qual a técnica respondeu afirmativamente, mas que não foi cumprido. Na terça-feira seguinte voltei à loja e questionei novamente o envio da fatura, tendo-me sido novamente garantido que seria enviada por email, o que até à presente data não ocorreu. Diante da persistência do desconforto e da ausência de melhoria, no dia 9 de dezembro de 2025 voltei à loja e manifestei de forma expressa a minha insatisfação com o produto, bem como a intenção de devolver os óculos e solicitar reembolso. Na ocasião, foi-me comunicado que não poderia avançar de imediato, sendo necessário que a técnica “falasse com o chefe”, referindo ainda que, em cerca de 20 anos de atividade, nunca teria ocorrido situação semelhante. Posteriormente, foi introduzida a exigência de realização de nova consulta de optometria como condição para dar seguimento ao pedido, procedimento que nunca me havia sido previamente informado. Ao longo deste processo, constatei uma atuação reiteradamente pouco transparente, com informação contraditória e resistência injustificada em facultar os procedimentos necessários para a apresentação do pedido de reembolso. Na consulta realizada no dia 20 de dezembro de 2025, a médica clarificou corretamente o funcionamento das lentes progressivas que estava a utilizar, identificando como causa das dificuldades que tive (especialmente na visão periférica e para perto) os efeitos típicos deste tipo de lente. Apesar de eu já saber tratar-se de lentes progressivas, não me foi prestada informação adequada e completa sobre o seu funcionamento, limitações e efeitos, situação que apenas foi devidamente esclarecida nesta consulta, confirmando que aquelas lentes não eram adequadas ao meu uso específico. Apesar disso, a técnica manteve a recusa do pedido de reembolso, insistindo apenas na substituição das lentes e da armação, solução que rejeitei devido à manifesta quebra de confiança no serviço prestado, à falha no dever de informação e à conduta adotada durante todo o atendimento, incluindo a exposição do meu caso concreto perante outros clientes presentes no estabelecimento, que foram abordados pela técnica e utilizados como termo de comparação, numa tentativa de descredibilizar a minha posição enquanto consumidor, em violação dos deveres de profissionalismo e urbanidade. Face ao exposto, considero que se verificam: -Violação do dever de informação previsto na Lei de Defesa do Consumidor; - Falta de conformidade do bem com o fim a que se destina; - Práticas comerciais desleais; - Criação de entraves ilegítimos ao exercício dos direitos do consumidor; - Falta de diligência no cumprimento das obrigações documentais, nomeadamente no fornecimento da segunda via da fatura solicitada. Solicito a intervenção das entidades competentes para apuramento da situação e regularização do processo, incluindo a restituição do valor pago.
Encomenda sem confirmação nem entrega
Exmos.(as) Senhores(as), No dia 30 de novembro, foi efetuada uma compra no site da empresa em questão, no valor de 65,94 €. Apesar do pagamento ter sido debitado de imediato, não foi recebido qualquer email de confirmação da encomenda, nem informação sobre o seu estado, até à presente data. O valor pago nunca foi reembolsado, pelo que se presume a existência de uma fatura associada, a qual também não foi disponibilizada. No dia 8 de dezembro, após vários dias sem qualquer atualização, foi solicitado esclarecimento através do formulário de contacto do site da marca. No entanto, não foi obtida qualquer resposta. Voltei a tentar contactar o apoio ao cliente, contudo continuo sem resposta. Tentei ajuda através da conta de Instagram, que esteve constantemente a publicar conteúdo, incluindo um esclarecimento do atraso do apoio ao cliente, mas também não obtive resposta.
Suspeita de Burla - encomenda não foi entregue
Exmos. Senhores, Em 21/11/2025 adquiri uma árvore de Natal completa com luzes LED e montagem automática por controlo ×1, da marca RAZU, pelo valor de 79 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no prazo de 3 a 5 dias. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei dois contactos por email, que tinha sido indicado pela empresa, não obtive qualquer resposta, pelo que suspeito de eventual burla. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos. Anabela de Jesus
Entrega irregular de veículo
Entrega irregular de veículo, informações contraditórias e tentativa indevida de imputação de custos Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar reclamação e solicitar esclarecimentos urgentes relativamente à gestão, guarda e entrega do meu veículo, no âmbito do sinistro/processo n.º 25695627. O veículo deveria ter sido entregue na quarta-feira, dia 17 de dezembro de 2025, data em que faltei ao meu serviço exclusivamente para o receber. Apesar disso, a entrega não foi realizada, sem justificação adequada. Na quinta-feira seguinte, foi-me proposta nova entrega, a qual não pude aceitar por me encontrar a trabalhar. Na manhã de hoje, ao contactar a empresa de reboques SEPRAMA (PROCAR) para tentar receber o veículo, fui informado de que, nos registos internos, constava que o veículo já figurava como entregue, não sendo inicialmente possível indicar: A quem teria sido entregue; Em que data e hora; Nem apresentar qualquer comprovativo formal. Durante essa mesma chamada telefónica (a qual se encontra gravada), após nova verificação, foi-me indicado que, segundo informação constante no sistema, o veículo iria ser entregue num endereço diferente do inicialmente acordado, alegadamente mediante autorização de uma funcionária da seguradora AGEAS SEGUROS, identificada como “Carolina”, para a seguinte morada: Rua Cruz de Lombão, n.º 57, Cervães – Braga Saliento que: O veículo Volkswagen Golf de matrícula 6437SQ não chegou a ser entregue nesse endereço; Essa alegada autorização foi posteriormente contradita por outro colaborador da mesma empresa; Nunca fui contactado pela referida funcionária; Nunca autorizei, verbalmente ou por escrito, qualquer alteração do local de entrega; Nunca autorizei a entrega do veículo em oficina ou local desconhecido. Posteriormente, fui contactado pelo Sr. Francisco, da SEPRAMA, numa chamada telefónica conduzida de forma inadequada, na qual foram prestadas informações contraditórias, negando a existência de qualquer autorização para entrega nesse local e mencionando ainda a possibilidade de imputação de custos de parqueamento, alegadamente pelo facto de o veículo “já lá estar há algum tempo”. Esclareço expressamente que: Qualquer permanência do veículo em local não acordado decorre exclusivamente de decisões tomadas pelas entidades envolvidas; Não aceito nem reconheço qualquer custo adicional, nomeadamente de parqueamento, por não me ser imputável; As contradições entre informações prestadas por diferentes colaboradores revelam grave falha de coordenação, controlo e dever de guarda do bem. Assim, solicito, com carácter urgente e por escrito: Esclarecimento formal sobre a alegada autorização atribuída à funcionária da AGEAS SEGUROS acima identificada; Data, hora, meio e conteúdo dessa alegada autorização; Justificação para o facto de o veículo constar como “entregue” sem comprovativo válido; Confirmação do local exato onde o veículo se encontra atualmente; Fundamentação legal e contratual para qualquer tentativa de cobrança de parqueamento, a qual desde já rejeito. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 5 dias úteis, reservando-me o direito de recorrer às vias formais competentes, nomeadamente Livro de Reclamações e demais meios legais. Com os melhores cumprimentos, Thalyson Campelo 929122467 campelothalyson@gmail.com
Entrega irregular de veículo
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar reclamação e solicitar esclarecimentos urgentes relativamente à gestão, guarda e entrega do meu veículo, no âmbito do sinistro/processo n.º 25695627. O veículo deveria ter sido entregue na quarta-feira, dia 17 de dezembro de 2025, data em que faltei ao meu serviço exclusivamente para o receber. Apesar disso, a entrega não foi realizada, sem justificação adequada. Na quinta-feira seguinte, foi-me proposta nova entrega, a qual não pude aceitar por me encontrar a trabalhar. Na manhã de hoje, ao contactar a empresa de reboques SEPRAMA (PROCAR) para tentar receber o veículo, fui informado de que, nos registos internos, constava que o veículo já figurava como entregue, não sendo inicialmente possível indicar: A quem teria sido entregue; Em que data e hora; Nem apresentar qualquer comprovativo formal. Durante essa mesma chamada telefónica (a qual se encontra gravada), após nova verificação, foi-me indicado que, segundo informação constante no sistema, o veículo iria ser entregue num endereço diferente do inicialmente acordado, alegadamente mediante autorização de uma funcionária da seguradora AGEAS SEGUROS, identificada como “Carolina”, para a seguinte morada: Rua Cruz de Lombão, n.º 57, Cervães – Braga Saliento que: O veículo Volkswagen Golf de matrícula 6437SQ não chegou a ser entregue nesse endereço; Essa alegada autorização foi posteriormente contradita por outro colaborador da mesma empresa; Nunca fui contactado pela referida funcionária; Nunca autorizei, verbalmente ou por escrito, qualquer alteração do local de entrega; Nunca autorizei a entrega do veículo em oficina ou local desconhecido. Posteriormente, fui contactado pelo Sr. Francisco, da SEPRAMA, numa chamada telefónica conduzida de forma inadequada, na qual foram prestadas informações contraditórias, negando a existência de qualquer autorização para entrega nesse local e mencionando ainda a possibilidade de imputação de custos de parqueamento, alegadamente pelo facto de o veículo “já lá estar há algum tempo”. Esclareço expressamente que: Qualquer permanência do veículo em local não acordado decorre exclusivamente de decisões tomadas pelas entidades envolvidas; Não aceito nem reconheço qualquer custo adicional, nomeadamente de parqueamento, por não me ser imputável; As contradições entre informações prestadas por diferentes colaboradores revelam grave falha de coordenação, controlo e dever de guarda do bem. Assim, solicito, com carácter urgente e por escrito: Esclarecimento formal sobre a alegada autorização atribuída à funcionária da AGEAS SEGUROS acima identificada; Data, hora, meio e conteúdo dessa alegada autorização; Justificação para o facto de o veículo constar como “entregue” sem comprovativo válido; Confirmação do local exato onde o veículo se encontra atualmente; Fundamentação legal e contratual para qualquer tentativa de cobrança de parqueamento, a qual desde já rejeito. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 5 dias úteis, reservando-me o direito de recorrer às vias formais competentes, nomeadamente Livro de Reclamações e demais meios legais. Com os melhores cumprimentos, Thalyson Campelo 929122467 campelothalyson@gmail.com
Reembolso negado
Fiz uma reserva pelo Booking.com .A reserva foi cancelada pelo próprio Booking.com. Inicialmente, fui informado(a) de que o valor pago seria creditado na minha “carteira” do Booking, mas que poderia também ser transferido diretamente para a minha conta bancária. Segui todas as instruções fornecidas pelo suporte, incluindo o envio de todos os dados necessários e, posteriormente, o comprovativo do e-mail que confirmava que poderia receber o dinheiro na minha conta. Mesmo assim, fui informado(a) de forma abrupta que “não havia nada a fazer” e o reembolso não seria efetuado. Este processo é inaceitável por várias razões: Fui claramente informado(a) sobre a solução desde o início e cumpri todas as instruções. Enviei todos os comprovativos solicitados, demonstrando que o pedido inicial era legítimo e correto. O suporte mudou de posição sem qualquer explicação plausível, deixando-me sem o valor que me é devido. Exijo que o Booking.com resolva imediatamente esta situação e efetue o reembolso integral do valor pago. A forma como o atendimento foi conduzido demonstra má gestão e falta de consideração pelos clientes. Solicito também uma explicação formal de por que motivo, mesmo com todos os comprovativos apresentados, o problema não foi resolvido.
Perda de voo de ligação devido a atraso de voo
Exmos senhores, Venho por este meio pedir o vosso auxilio devido a perde de um voo de ligação de madrid para lisboa consequentemente do atraso de voo de punta cana para madrid por parte da companhia aérea iberojet. Fiz a reclamação via email a explicar todo o sucedido inicialmente devido ao atraso do voo de punta cana ao qual me explicaram que uma vez que foi um atraso de 3h45 min não tinha o direito a compensação ( só é dado compensação apartir das 4h..) ao qual não me pronunciei mas após uma pesquisa, temos direito a um reembolso por danos económicos e pessoais devido ao atraso que nos fez perder o voo de madrid para lisboa que se encontrava num bilhete único e por consequência a perde de bilhetes de autocarro até ao destino final. A resposta do apoio ao cliente da companhia negou este reembolso pois diz não ter mais evidências mesmo tendo enviado todas as informações em anexo e ter explicado minuciosamente o acontecimento.
Devolução negada
Eu, Sebastião Gomes, desloquei-me à FNAC do Alegro Sintra com o intuito de exercer o meu direito legal de devolução, relativamente à encomenda n.º 00J9J5JYWRN1M, composta por 9 comandos PlayStation, comandos, adquiridos dentro do prazo legal de devolução. Todos os artigos encontram-se novos, selados, intactos e sem qualquer utilização, cumprindo integralmente todas as condições de devolução previstas na lei e nas condições comerciais da própria FNAC, as quais indicam expressamente na fatura que a devolução pode ser efetuada em qualquer loja FNAC. Apesar disso, o gerente da loja FNAC do Alegro Sintra, Mário Filipe, recusou aceitar a devolução, baseando-se exclusivamente numa apreciação subjetiva e arbitrária, alegando que seria “estranho” proceder à devolução de 9 artigos iguais. Tal recusa não tem qualquer fundamento legal, contratual ou regulamentar, constituindo uma violação clara dos direitos do consumidor, bem como do dever de cumprimento das condições de venda anunciadas pela própria FNAC. A atitude adotada pelo gerente configura uma recusa ilegítima de devolução, assente em critérios pessoais e não previstos na lei, causando prejuízo direto ao consumidor e demonstrando falta de conformidade com as obrigações legais e comerciais da FNAC. Face ao exposto, exijo a imediata regularização da situação, com a aceitação da devolução nos termos legalmente devidos, reservando-me o direito de recorrer a todas as entidades competentes. Cumprimentos
falta de Resolução de Problemas
Avaria na Minha instalação - Rua Eugênia Esteves, 7 (1º esq), Rio de Mouro - Sintra Primeiramente, gostaria de deixar claro a incompetência da E-redes para resolução de problemas. Tivemos uma queda de tensão na Região de Sintra na quinta-feira, contudo a E- redes demorou 24 horas para resolver o problema. Além da demora na resolução do problema, o atendimento da companhia se demonstrou demasiadamente repetitivo e aparentemente não sabiam informar ao cliente sobre prazos e o andamento do trabalho. Não bastasse a falta de responsabilidade, todas as vezes que eu ligava para saber o andamento, eles aumentavam o prazo para a resolução. Enfim, isso foi compreendido da minha parte, porém quando o problema foi solucionado tive que lidar com um outro problema causado pela sobrecarga quando a energia voltou ao terminal de distribuição do prédio e a energia no prédio não voltou a funcionar. Iniciamos, eu e o vizinho de apartamento, as ligações para E-redes para solucionar a situação logo após entendermos que o problema geral já havia sido resolvido, mas quando enviaram o técnico para resolver o problema, já eram 1:30 da manhã e o mesmo apenas ligou para saber se a energia já havia se restabelecido e fez de conta que não entendia o que estava sendo dito pelo telefone e desligou não retornando e nem chegando ao local em que estávamos esperando. Hoje, reiniciei os contatos com a E-redes, porém até o momento o problema persiste e não me dão um prazo concreto para resolução do problema. Diante de todo esse relato, gostaria de saber quem irá arcar com o prejuízo dos meus alimentos que estavam refrigerados e por falta de energia, se perderam?Quem vai arcar com o prejuízo moral de ter crianças em casa sem o tratamento adequado por falta de energia para aquecer alimentos, água e afins? Será que seremos bem tratados e com decência para resolver os nossos problemas nesse momento? Espero que eu possa obter a resposta adequada e imediata e não apenas um prazo dado por um sistema que nem sabe onde seus "piquetes" estão. Obrigado.
Falha Bateria Telemóvel
Assunto: Reclamação formal e exigência de reembolso – Encomenda PT9633527465 (iPhone 13) Exmos. Senhores da Swappie, Venho por este meio apresentar a minha reclamação formal relativamente à encomenda nº PT9633527465, de um iPhone 13 adquirido no dia 18/09/2025, e exigir o reembolso total dos custos que suportei com a bateria devido à avaria do aparelho fornecido. No fim de semana de 13 e 14 de dezembro, o equipamento começou a desligar-se e ligava‑se automaticamente, comprometendo seriamente a sua utilização. Contactei o vosso apoio no dia 15/12/2025, alertando que precisava do telemóvel como instrumento de trabalho, estando prestes a viajar de avião e fora do País nos dias imediatamente seguintes. A resposta que me foi dada, de enviar o telemóvel para verificação, foi totalmente impraticável, pois tornava impossível o uso do telefone durante toda a viagem. Quando informei que iria mudar a bateria por minha conta junto de outro prestador de serviços, a solução sugerida pelo vosso apoio — pedir um telemóvel emprestado a familiares ou amigos — foi absolutamente inapropriada, pouco profissional e demonstra completa falta de compreensão pela situação. A postura adotada pela Swappie foi de desconsideração total pelo meu problema real, escondendo‑se atrás de cláusulas de garantia gerais, sem qualquer esforço em encontrar uma solução minimamente razoável. Comprei um telemóvel anunciado como em estado “Excelente”, e nem sequer passaram 3 meses até estar sem aparelho. Tenho o direito a que o produto funcione conforme prometido e, na falta disso, a uma compensação adequada. Exijo: O reembolso integral do valor que paguei pela substituição da bateria, uma vez que a avaria provém claramente de um defeito pré‑existente no aparelho; Uma resposta formal e definitiva no prazo máximo de 7 dias úteis; Caso não haja resolução, reservarei o direito de levar o caso aos mecanismos de proteção do consumidor e às instâncias legais competentes. Para facilitar a vossa análise, juntamente com este email segue documentação comprovativa. Com os melhores cumprimentos,
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