Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda não recebida / reembolso não efetuado
Exmos srs. Passo a apresentar a cronologia dos factos: • 27/10/2025 – encomenda/pagamento, através do Marketplace da empresa GINOVA, de umas sapatilhas Adidas Superstar, sendo que o parceiro responsável pela entrega seria a empresa SMOOTH SATURDAY LDA. A entrega deveria ser efetuada até ao dia 26/11/2025. • 2/12/2025 – expirado o prazo para a entrega, pedi esclarecimentos, via mail, a SMOOTH SATURDAY LDA • 3/12/2025 – a SMOOTH SATURDAY LDA justificado o atraso com problemas logísticos mas que seria contactado logo que a encomenda fosse enviada. • 26/12/2025 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA solicitando o novo prazo de entrega da encomenda ou, na sua falta, o reembolso imediato do valor já pago (77,49€). • 29/12/2025 - A SMOOTH SATURDAY LDA responde, referindo que a encomenda seria entregue no prazo de 5 a 15 dias úteis. • 22/1/2026 – expirado o prazo anterior, contactei a SMOOTH SATURDAY LDA, exigindo a devolução imediata do valor pago para o IBAN indicado em documento anexo. • 26/1/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu IBAN já se encontra na posse do departamento responsável pelo procedimento. • 2/2/2026 – recebo uma notificação do Marketplace da empresa GINOVA, dando conta do cancelamento da encomenda, pelo que solicito novamente à SMOOTH SATURDAY LDA o reembolso do valor da mesma. • 2/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu pedido de reembolso já foi “sinalizado internamente, encontrando-se atualmente em análise, com vista à sua resolução com a maior brevidade possível” • 12/2/2026 – reitero o meu pedido de reembolso junto da SMOOTH SATURDAY LDA • 12/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que não tem qualquer intenção de retenção indevida do montante e assume que “o atraso verificado decorre de procedimentos internos e validações administrativas que, infelizmente, ultrapassaram o prazo inicialmente previsto” • 11/3/2026 – contacto a SMOOTH SATURDAY LDA informando iria efetuar as diligências legais e judiciais ao meu dispor contra a empresa • 11/3/2026 - a SMOOTH SATURDAY LDA diz que “o caso foi novamente reforçado junto do departamento responsável, de modo a que a regularização possa ser concluída com a maior brevidade possível” • 13/3/2026 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA a dar conta do meu profundo desagrado com a situação. • 13/3/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que os constrangimentos “everam-se a um volume excecional de encomendas e a algumas dificuldades logísticas pontuais, que acabaram por afetar os prazos inicialmente previstos. Informamos que a sua situação está atualmente a ser analisada e tratada com a maior brevidade possível pelo nosso departamento responsável” Até à data nunca mais voltei a ser contactado pela SMOOTH SATURDAY LDA, não recebi a encomenda, nem tão pouco o reembolso do valor já pago.
Encomenda não entregue
Isto já é um caso sério de má prática — o texto tem de deixar claro: insistência, recusa indevida, exigência ilegal e falta de resolução. Vou estruturar de forma mais “pesada”, quase pronta para Livro de Reclamações ou até ANACOM. Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à encomenda enviada através dos vossos serviços (CTT), expedida no dia 27 de janeiro e dada como entregue a 2 de fevereiro, mas que nunca foi recebida pelo destinatário. Apesar de já terem sido abertos vários processos de averiguação, realizados inúmeros contactos telefónicos e trocas de e-mails, a situação permanece sem qualquer resolução efetiva. Adicionalmente, considero particularmente grave que os vossos serviços tenham insistido em exigir que eu, na qualidade de remetente, proceda à recolha e envio de imagens de videovigilância do local do destinatário. Tal exigência é manifestamente inadequada e contrária às normas legais aplicáveis, nomeadamente no âmbito da proteção de dados, uma vez que: * As imagens de videovigilância estão sujeitas a regras legais restritas; * Não podem ser livremente cedidas a terceiros sem fundamento legal; * Não compete ao remetente intermediar ou recolher esse tipo de informação junto de terceiros. Mais ainda, é incompreensível que os CTT não solicitem diretamente essas informações à entidade destinatária, que seria a via adequada e legal, optando antes por transferir essa responsabilidade para o cliente. Ainda assim, e demonstrando total boa-fé, enviei as únicas imagens que estavam ao meu alcance obter legalmente, tendo as mesmas sido rejeitadas, culminando novamente no encerramento do processo sem qualquer resolução. Acresce que, em contacto recente com o vosso apoio ao cliente, fui informado de forma rude e desinteressada que a resposta seria sempre a mesma, o que demonstra uma clara falta de vontade em resolver a situação e um desrespeito pelos direitos do consumidor. Face ao exposto, venho exigir: * A reabertura imediata do processo de averiguação; * A condução da investigação pelos vossos próprios meios, sem imposição de exigências ilegais ao cliente; * A apresentação de prova inequívoca da entrega da encomenda (incluindo identificação de quem a recebeu); * A indemnização pelos prejuízos sofridos, no valor total de 96,40€ (87,40€ da encomenda + aproximadamente 9€ de portes), caso não seja possível comprovar a entrega. Informo ainda que, na ausência de resolução no prazo máximo de 10 dias úteis, avançarei com reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente através do Livro de Reclamações e da ANACOM, bem como por outras vias legais que considere adequadas. Sem outro assunto de momento, M. P. RL479376794PT
Ligações de cobranças INDEVIDAS
Exmos. Senhores, No dia 31/03 fiz um acordo convosco para pagamento de uma fatura de 212,49€, dividido em 4 partes (65€ pagos no ato + 3x de 49,58€ em 01/05, 01/06 e 01/07). O acordo segue em anexo. Apesar de já ter cumprido a primeira parcela, continuo a receber chamadas constantes como se a totalidade da dívida estivesse em aberto, o que é inaceitável. Estou a cumprir exatamente o plano acordado. Qual o sentido de oferecerem um plano de pagamento e continuarem a cobrar? Isto demonstra falhas no vosso sistema. Caso estejam a passar necessidades, posso avaliar e antecipar. Caso contrário, solicito a cessação imediata das cobranças indevidas. A dívida surgiu após cancelamento de contrato e valor elevado da última fatura, sendo inviável pagamento total imediato. Aguardo regularização urgente da situação. Cumprimentos,
Tampa traseira riscada após tentativa de troca de bateria ( negam ter aberto equipamento )
Deixei o meu Samsung Galaxy Note Fan Edition para uma simples troca de bateria que era suposto ser feita de um dia para o outro e após uma semana sem qualquer informação ou feedback sobre o meu equipamento fui buscá-lo onde me foi indicado pelo Sr.Miguel que a bateria veio incorreta que o tamanho não era o mesmo ( algo que ele só saberia se o equipamento fosse aberto ) e ele alegou que não mexeu no equipamento. Quando estava a sair do estabelecimento retirei o telemóvel do saco de plástico e deparei me com a traseira riscada e danificada no interior o que claramente indica que foi aberto, retornei ao estabelecimento e questionei o Sr.Miguel neste sentido onde fui insultado e maltratado com ameaças à integridade física e injúrias, fui chamado de " filho da p*ta " e que fosse para o " caralh* ", um dos funcionários ainda me veio ameaçar e tentou agredir mas foi impedido pelo Sr.Miguel. Fui cliente deles desde 2020, ou seja fiel cliente à 6 anos e nunca fui tratado desta forma. Ou seja eu enquanto cliente fiquei lesado e prejudicado sem a bateria trocada e com a tampa traseira do meu telemóvel danificada, escrevi no livro de reclamações e apresentei queixa nas entidades competentes. Meus senhores e senhoras evitem este estabelecimento a todo o custo. Para retomas, venda de artigos eles são uma simpatia, agora reparações ? Um pesadelo. Negam tudo e ainda dizem que a culpa é do cliente. Deixo como prova o antes e depois do meu telemóvel, e não caíam com gente desta laia como eu cai.
Recusa indevida de indemnização – Sinistro Allianz 226108318
À Allianz Portugal e DECO PROTESTE, Reclamo a recusa de indemnização relativa ao sinistro de 07/02/2026 (Gondomar), onde o veículo 45-62-VG foi danificado pela queda de revestimento (capoto) de um edifício. A Allianz recusa responsabilidade alegando "Força Maior", porém: Dados do IPMA: Possuo certidão oficial que prova que as rajadas de vento não foram excecionais (abaixo de 100km/h), o que obriga a construção a resistir. Vício de Construção: Fotos provam que o capoto foi aplicado sobre azulejo e sem fixação mecânica (buchas)ou falta delas violando o Art. 492.º do Código Civil. O valor total (reparação + certidões) é de 3.361,89 €. Solicito a reavaliação imediata para evitar o recurso ao Tribunal Judicial de Gondomar. Atentamente, João Ribeiro Tavares
Falta de faturação e valores exorbitantes para pagar
Como foi de conhecimento geral, a vossa empresa esteve em atualizações dos sistemas de faturação, pelo que durante vários meses essas faturas não foram enviadas ao clientes. Quando finalmente voltaram a retornar o sistema de faturação foram enviadas faturas com valores exorbitantes, no entanto, ainda que por erro da empresa, foi disponibilizado o pagamento desses valores elevados por plano de pagamento faseado por meses. Entretanto, no meu caso em específico, começaram a falhar os pagamentos (por parte da empresa), recebendo mensagens, com falhas também onde dizia que o banco tinha rejeitado esse pagamento. O que achei bastante estranho, tendo em que conta que tinha sempre valor disponível na conta. O plano de pagamento foi cancelado por vocês por várias vezes, tendo eu sempre entrado em contacto com a Galp a perceber o porquê. Entrei em contacto então com o apoio jurídico da DECO para ver a melhor solução, porque tinha receio, que novamente por erro vosso, tentassem tirar um valor elevado do banco. Foi-me recomendado então colocar um valor no débito direto para que a Galp não pudesse tirar mais que esse valor. Valor estipulado então por mim de 220€. No entanto, sempre a cancelarem o plano de pagamento e eu sempre a ligar para o apoio ao cliente para entender, tendo em conta que o pagamento, se não estava a ser efetuado, não era por erro ou culpa minha. Em vários dos contatos para a Galp, questionei sempre a questão, de novamente, não estarem a ser faturados os valores mensais, e de não receber mais uma vez após vários meses as faturas. O que me responderam sempre que era uma questão do sistema de faturação e que quando estivesse resolvido iriam enviar tudo junto, ao que eu disse sempre que esperava que não voltasse a acontecer a mesma coisa, de receber uma fatura novamente com valores exorbitantes. Nunca no apoio ao cliente o negaram, nem tentaram dar uma opção para a situação, desvalorizando sempre a minha preocupação enquanto cliente. Recebi então agora uma fatura novamente superior a 500€ para pagar até dia 20/04 desde Dezembro 2025 até Março de 2026. Liguei então novamente para lá no dia 02/04/2026 para saber como resolver essa situação tendo em conta que tenho uma casa para pagar, contas, um bebé... e é completamente impossível proceder a um pagamento desse valor, tendo em conta que já é um erro recorrente da vossa empresa. Ponderei pagar novamente por plano de pagamento faseado, ao que me é dito que não é possível, pois já tenho um, da anterior fatura de 600€ ainda a ser pago (valor esse devido à tal atualização do sistema de faturação deles, que não recebi durante meses). Então teria que ser feito outro plano de pagamento, mas que para isso tinha que pagar primeiro 50% do valor total que ultrapassa os 800€. Disseram-me então que tenho que pagar esse valor primeiro, de 400 e tal euros no fim do mês de Abril, e só depois é que "diminui um bocadinho" o valor a pagar. Depois desta situação, terei e vou mesmo ter que mudar de fornecedora de eletricidade, para evitar que isto se volte a repetir. Mas mesmo que faça isso terei que pagar na mesma estes valores altíssimos, por um erro que claramente não foi nosso (cliente) e sim da Galp. E como eu digo, tenho a minha casa para pagar, as contas, o meu filho bebé para cuidar e isto começa a tornar-se insustentável financeiramente. Porque ao mesmo tempo indo para outro fornecedor de energia, que como já referi, vou mesmo sair da Galp. Iria ter que estar a pagar a duas fornecedoras ao mesmo tempo. A que irei trocar e ainda ao mesmo tempo à Galp por esta situação toda. No entanto também consta da lei que a faturação de serviços essenciais (LEI Nº 23/96): as empresas prestadoras de serviços (água, energia, comunicações), são obrigadas a emitir faturas mensais, detalhando os serviços e tarifas. Que é algo que não foi efetuado durante meses. Peço por favor uma solução ao meu caso, pois é inconcebível pagar um valor tão alto. Após contacto com departamento jurídico, envio esta reclamação por escrito, a qual aguardo a resposta em 8 dias úteis, caso a resposta não chegue dentro desse prazo, medidas serão tomadas.
Cobrança Indevida Worten Resolve
No passado dia 6 de abril, contratei através da plataforma Worten Resolve o serviço de fixação de duas prateleiras pelo valor tabelado de 30€. No entanto, a execução do serviço e o posterior tratamento por parte do apoio ao cliente da Worten foram pautados por diversas irregularidades que passo a expor: 1. Coação ao Pagamento Adicional Ao chegar ao local, o técnico Gustavo Costa alegou incorretamente que o valor pago cobria apenas uma prateleira. Perante a evidência na aplicação de que o serviço incluía as duas unidades, o técnico contactou o seu superior, que admitiu o erro, mas impôs o pagamento extra de 20€. 2. Justificações Contraditórias e Abusivas O técnico justificou o valor de 20€ como sendo relativo a "deslocação" e "material (buchas e parafusos)", alegando que a Worten não cobria a sua deslocação. Note-se que: O serviço contratado pressupõe a deslocação ao domicílio; O valor de 20€ por meia dúzia de buchas e parafusos standard é manifestamente exorbitante e desproporcional, configurando um enriquecimento sem causa. 3. Falta de Transparência e Omissão de Informação Após apresentar reclamação junto da Worten no próprio dia 6, fui informada por uma operadora que o valor era, de facto, absurdo e que a deslocação era responsabilidade da Worten. A operadora assegurou-me que o processo seria breve e eu seria contactada assim que houvesse uma decisão. No entanto: No dia 17 de abril, no segundo contacto da minha parte por falta de feedback, a colaboradora Ana do Carmo informou que o processo fora encerrado a 14 de abril sem que eu tivesse sido notificada. A colaboradora Ana do Carmo alegou que a colega se esqueceu de me notificar. A Worten decidiu dar razão ao técnico, escudando-se no facto de este ter faturado o valor apenas como "material", ignorando o relato de que o técnico utilizou o material como pretexto para cobrar a deslocação por fora A Worten Resolve está a validar uma prática comercial abusiva, onde o técnico fixa preços discricionários de material para compensar custos que deveriam ser acordados entre ele e a Worten, e não cobrados diretamente ao cliente final à margem do contrato inicial. É inadmissível que a Worten considere "normal" a cobrança de 20€ por material básico de fixação, ignorando a má-fé do prestador de serviço.
Reclamação de Faturação Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à fatura recentemente emitida referente ao atendimento do meu filho, Apolo, nas vossas instalações. Ao analisar detalhadamente os itens cobrados, verifiquei a inclusão de materiais como máscara FFP2 e luvas vinílicas. No entanto, de acordo com a minha observação direta durante os atendimentos, esses materiais não foram utilizados nas situações descritas. Nas ocasiões em que o meu filho recorreu ao sistema eletivo, nomeadamente para realização de exames de sangue e RX, não foi feita qualquer utilização de luvas nem máscara por parte dos profissionais durante os procedimentos. Da mesma forma, nas idas ao serviço de urgência, o meu filho não realizou exames, tendo sido apenas avaliado por enfermeiros e médicos, que igualmente não utilizaram luvas durante o atendimento. Desta forma, considero incorreta a cobrança destes itens, uma vez que não correspondem a materiais efetivamente utilizados no atendimento prestado. Gostaria de salientar que não me oponho ao pagamento de todos os procedimentos e serviços realmente realizados. No entanto, não considero justo assumir custos de materiais que, na prática, não foram utilizados durante o atendimento ao meu filho. Solicito, assim, a revisão detalhada da fatura em questão, bem como a retificação dos valores cobrados indevidamente. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Márcia Aragão (mãe)
Impossível realizar devolução
Exmos. Senhores, venho por este meio enviar reclamação à cerca de uma encomenda realizada no site Diana Lisboa. Deste modo, realizei a encomenda no dia 31/03/2026, encomenda à qual lhe foi atribuída o número #15953, tendo a mesma sido entregue a 14/04/2026. No próprio dia enviei um email a pedir a devolução para info@dianalisboa.com. Um dia após o envio do pedido de devolução e reembolso da encomenda, recebo um email diretamente do serviço de envio do Gmail (Mail Delivery Subsystem) em como é impossível realizar o envio do meu email. Enviei também para este email dianalisboashop@gmail.com. Efetivamente, obtive resposta em como o meu pedido seria reencaminhado para o departamento de devoluções, mas ate agora não obtive qualquer outra resposta ou informação de como proceder à devolução do meu artigo. Sinto-me engana, sendo que artigo enviado muito diferente daquilo que é apresentado no site. De constar que no site fala em devolução de 30 dias mas depois não fazem a devolução. Solicito assim ajuda às entidades competentes na resolução deste problema (devolução e reembolso do valor da minha encomenda).
Reclamação por Prática Comercial Enganosa e Pedido de Anulação de Contrato por Dolo
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a NOS e exigir a anulação imediata e retroativa, por dolo e prestação de informações falsas, do contrato de serviços de comunicações associado ao meu NIF 307421031. No passado dia 26/03/2026, fui alvo de uma manobra de venda concertada e agressiva. Primeiramente, recebi uma chamada de alguém que se identificou como sendo da operadora MEO, informando falsamente que o meu contrato terminaria naquele preciso dia e que, caso não procedesse à alteração ou renovação até à meia-noite, seria penalizada com uma multa pesada. Apenas cinco minutos após esta chamada de coação, fui contactada pelo comercial da NOS, Sr. Paulo Passos. O referido comercial, demonstrando total conhecimento da situação anterior, reforçou a urgência e garantiu-me que a NOS assumiria toda a responsabilidade pelo processo de cancelamento e portabilidade junto da MEO, assegurando que eu não teria qualquer encargo ou burocracia. Baseando-me nestas informações — que agora confirmo serem totalmente falsas — aceitei a instalação. Após verificar junto da MEO, apurei que o meu contrato original possui fidelização até 2027 e que a NOS nunca solicitou qualquer cancelamento ou portabilidade, deixando-me numa situação de duplo faturamento. Esta conduta configura: Dolo e Erro (Art.º 251.º e 253.º do Código Civil): O consentimento foi obtido através de mentiras deliberadas, o que torna o contrato anulável. Prática Comercial Agressiva e Enganosa (DL n.º 57/2008): O uso de falsas ameaças de multas e urgência artificial para forçar uma venda. Slamming: A adesão a um serviço através de métodos fraudulentos. Perante o exposto, exijo: A anulação imediata do contrato com a NOS por invalidade do negócio jurídico; A isenção de qualquer custo de rescisão ou faturação, uma vez que o contrato foi viciado na origem; O agendamento da recolha dos vossos equipamentos e a reposição da situação anterior; O estorno imediato de qualquer valor cobrado via débito direto. Informo que já procedi à inativação do débito direto junto da minha entidade bancária e que esta queixa será remetida à ANACOM para que sejam aplicadas as devidas sanções por práticas abusivas. Aguardo resposta urgente.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
