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Encomenda não recebida
Exmos Senhores, Fiz uma encomenda, no valor de 150,39€, no dia 21/04/2025, a qual foi paga e confirmada no mesmo dia, com o número T5929S. No email a confirmar a encomenda mencionava que receberia um código de rastreamento assim que a encomenda fosse enviada. Após um mês sem ter recebido o código de rastreamento, no dia 19/05, contactei-vos via email, a expor a situação e a pedir confirmação de que a encomenda foi efetivamente enviada. No dia 22/05 recebi um email de resposta, no qual me informaram que tiveram um problema técnico com a entidade bancária, tendo sido esse o motivo do atraso na expedição, mas que já estava resolvido e que se comprometiam a enviar a encomenda no prazo máximo de 15 a 20 dias úteis. Passadas 3 semanas, voltei a contactar por email, a pedir a confirmação, novamente, do envio da encomenda, ao qual me responderam que a encomenda já estava na fase final de preparação e pediram-me, mais uma vez, que aguardasse até final de junho. Após mais dois meses sem nenhum contacto nem explicação por parte da empresa, enviei novamente email no dia 07/08, a explicar que após 4 meses já não estava interessada nos produtos encomendados e que pretendia ser ressarcida das quantias pagas, ao qual não obtive resposta. Hoje, dia 14/09, continuo sem ter recebido a encomenda, sem resposta por parte da empresa e sem o dinheiro pago. Tremenda falta de profissionalismo.
Reclamação – Passadeira com Defeito / Ausência de Reembolso pela empresa Insânia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à compra de uma passadeira elétrica adquirida na loja Insânia, pelo valor aproximado de 250 euros. Desde o início, o equipamento revelou vários problemas de funcionamento, tendo sido devolvido em 3 ou 4 ocasiões distintas para reparação ou substituição, sempre dentro do prazo de garantia legal. Apesar de todos os problemas reportados atempadamente, a passadeira foi sempre devolvida nas mesmas condições ou em pior estado. Após a última devolução, foi-me confirmado que o valor seria reembolsado, uma vez que a empresa deixou de comercializar passadeiras devido à elevada taxa de incidências. No entanto, passaram já vários meses sem que tenha sido efetuado qualquer reembolso, e a empresa mantém-se com a posse do equipamento e do meu dinheiro. Reforcei várias vezes a minha exigência por: Reembolso integral do valor pago ou, alternativamente, Substituição por um equipamento em perfeitas condições de funcionamento Contudo, nenhuma solução foi apresentada. Sinto-me totalmente desrespeitado enquanto consumidor. Além dos prejuízos financeiros, esta situação causou-me frustração, perda de tempo e transtornos vários. O comportamento da empresa configura, no meu entender, um abuso inaceitável e um claro incumprimento dos direitos do consumidor, deixando-me com a sensação de que fui enganado e roubado. Solicito, com urgência: A intervenção das entidades competentes para resolução do problema; A restituição imediata do valor pago ou solução equivalente; A fiscalização da empresa Insânia, que parece atuar com total impunidade e falta de profissionalismo. Anexo, se necessário, todos os comprovativos da compra, comunicações trocadas, registos das devoluções e declarações da empresa. Aguardo resposta célere. Com os melhores cumprimentos, HP
Recusa validar vaucher
Exmos senhores. No dia 4 de Julho de 2025 dirigi-me à vossa loja do Montijo para saber o porquê da data de validade dos vouchers terem a data de início a 16 de Junho e a fatura ter data de 30 Junho. Para além desta situação absurda, também os vouchers que estavam, e estão na minha conta, são dois, quando deveriam ser três, visto que são três artigos. Foi-me enviado um e-mail aonde a vossa funcionária Sara Peres diz que os vouchers estão activos até 7 de Setembro. Em finais de Julho, fui à vossa loja do campo pequeno e perguntei como poderia usar os ditos vouchers. Foi-me dito que podia comprar algo no mesmo valor ou mais alto. A funcionária da loja viu a data que estava no e-mail e como eu disse que ía de férias disse-me que se eu quisesse podia fazer a compra quando voltasse, porque teria até dia 7 de setembro para utilizar os vouchers. Quando voltei de férias no dia 31 de Agosto dirigi-me outra vez à loja do campo pequeno para então fazer uma compra utilizando os vouchers. Fui atendido pelo senhor Pedro e pela colega com quem tinha falado em Julho, e que se lembrava muito bem da conversa que tinha tido comigo nessa altura. Vi o que queria e foi nessa altura que o senhor Pedro entrou no vosso sistema e disse que não encontrava nenhum vaucher. A colega disse que se lembrava muito bem da situação e o colega Pedro pediu para tirar uma foto do meu telemóvel com o respetivo email aonde tinha a data de validade de 7 de setembro. Então o senhor Pedro sugeriu que eu pagasse na totalidade o valor da encomenda e que segunda feira dia 1 de Setembro resolveria a situação e que me seria devolvido a diferença entre a compra e o valor do vaucher. Acontece que para meu espanto e segundo informação recebida pelo senhor Pedro, o referido vaucher já não tinha a data de validade de 7 de Setembro mas sim a data de 9 de julho. O que é muito estranho pois houve 3 pessoas que viram a data de 7 de setembro, eu próprio o senhor Pedro e a outra senhora de quem não recordo o nome por duas vezes. Que a Rádio popular não queira assumir a responsabilidade de resolver um imbróglio por ela originado desde o início, com as datas de validade anterior à venda, situação essa a que sou totalmente alheio. Sinto que estou a ser roubado em mais de 160 euros. Já entrei em contato com a senhora Andreia Cipriano do centro de apoio ao cliente, que me disse que ía ver se podia resolver o problema, mas isso foi a semana passada. Quando se quer realmente resolver não se precisa de muito tempo visto que a situação é fácil de verificar. Os erros foram cometidos desde o início pela rádio popular e tem de ser a empresa a resolver. É claro que não vou ficar por aqui até ver aquilo a que tenho direito do meu lado. A publicidade não chega, é necessário que os clientes confiem na vossa empresa. Sem outro assunto de momento. António Filipe António Junto anexo a foto da polémica, onde se pode ver por baixo do telemóvel a fatura em que se vê um dos números de um dos vouchers.
cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação contra a vossa empresa, (Medicare)cujos motivos e fundamentos passo a descrever. A vossa empresa está cobrar-me valor de alguns meses do ano 2019, sendo que já verifiquei e fiz o cancelamento do contrato por e-mail e tive a confirmação por parte da vossa empresa. Sendo que não percebo esta cobrança indevida e por esta razão espero alguma solução.
Débito indevido
No dia 11/09/2025 houve um débito indevido na minha conta da Caixa Geral de Depósitos (CGD), no valor de 146,48 €, em nome de Ageas Seguros Não Vida. Jamais adquiri quaisquer serviços desta "empresa" e jamais autorizei tal débito, o que configura ESTELIONATO. Fiquei boquiaberto e indignado com a falta de segurança deste banco Caixa Geral de Depósitos, devido ao fato de sem sequer me consultar, ter feito o débito INDEVIDO na minha conta. Total negligência e conivência desta agência bancária, que se vangloria em publicidades ao dizer que sob sua égide o dinheiro do cliente está "seguro e protegido". Repito: nunca fiz qualquer solicitação de serviço à essa "empresa" Ageas Seguros Não Vida e nem assinei qualquer documento que autorizasse débito direto na minha conta bancária. Como é possível uma "empresa" conseguir invadir a privacidade de uma conta bancária e usurpar, surrupiar dinheiro, sem o banco tomar as devidas medidas de segurança? Além de sofrer todo esse desrespeito por parte da Caixa Geral de Depósitos e da Ageas Seguros Não Vida, passei pelo constrangimento de chegar à caixa do supermercado e não ter dinheiro na minha conta, pois essa "empresa", sorrateiramente usou da negligência do banco para tomar de assalto o meu suado dinheiro. Exijo que a Caixa Geral de Depósitos tome as devidas providências o mais rápido possível e faça o estorno do MEU dinheiro que a Ageas Seguros Não Vida subtraiu da minha conta bancária. Obrigado.
Consulta médica infrutífera e pouco ética
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma queixa formal relativamente à prestação de cuidados de saúde numa consulta de apoio à fertilidade realizada no Hospital CUF Descobertas, no dia 12 de fevereiro de 2025, com a Dra. Neuza Mendes. A marcação da consulta foi efetuada pelo meu marido, tendo sido feito o check-in presencialmente no hospital no dia da consulta. Após quase uma hora de espera na sala de espera, fomos contactados telefonicamente pelo próprio hospital a informar que a médica apenas poderia realizar a consulta se estivesse em meu nome. Fomos assim obrigados a proceder à alteração da titularidade da consulta, o que resultou num atraso adicional no atendimento. Quando finalmente fomos atendidos, a consulta teve a duração de menos de cinco minutos e revelou-se completamente infrutífera. A médica recusou-se a analisar todos os exames clínicos e laboratoriais previamente realizados, embora tenham sido prescritos por outros profissionais de saúde e executados em laboratório certificado. Alega que só considera válidos exames realizados em laboratórios da sua confiança, que, por coincidência, são laboratórios nos quais a própria médica exerce atividade. Esta situação levanta sérias dúvidas do ponto de vista ético e da isenção profissional. Importa ainda referir que nos deslocámos cerca de 200 km para esta consulta, com expetativas legítimas de obter orientação médica especializada, tendo em conta que estamos em processo de tentativa de conceção há quase um ano. A médica não demonstrou empatia, não abordou aspetos básicos como a identificação do período fértil e não forneceu qualquer explicação ou esclarecimento clínico relevante durante o curto tempo de atendimento. Para agravar a situação, recebi posteriormente uma cobrança relativa a esta consulta, que entendo não corresponder a qualquer serviço efetivamente prestado com qualidade e rigor, conforme seria exigível num contexto clínico. Em resposta, o Hospital alega que a médica avaliou os exames por nós apresentados. No entanto, tal afirmação não corresponde à verdade, uma vez que a profissional em questão recusou-se, de forma expressa, a analisar qualquer um dos documentos entregues, incluindo exames laboratoriais relevantes como o espermograma. Assim, é evidente que a médica não poderá dispor de qualquer informação clínica concreta sobre os resultados desses exames. Considero que esta situação configura uma falha grave na prestação de cuidados de saúde, não só do ponto de vista técnico, como também do ponto de vista ético e de respeito pelo utente.
Roubo, fraude
Venho avisar todos os clientes do 888 casino! Á 3 semanas atrás estava a jogar, e ao experimentar um novo jogo ajustei a aposta para um valor baixo.. quando carrego para fazer a aposta o valor aumentou para 75x o valor que eu tinha selecionado! Sem reparar, fiz uma segundo aposta (julgando estar ainda no valor que coloquei ao início) e na segunda rodada o valor alterou para metade, mas mesmo assim para mais 37x o valor inicial! Á terceira tentativa reparei que estava com a conta quase a zeros! Ao reclamar, ao fim de 3 semanas me respondem a dizer que só tendo uma prova de vídeo enquando essas jogadas aconteceram, e que não podem resolver o caso por uma percepção que eu tive! Completamente ridículo, a insinuar em que eu não sei o que estou a falar! Muito cuidado, não se vão aperceber até estarem a zeros na conta! Ou seja, não querem saber pois o dinheiro já está nas mãos deles! Uma vergonha autêntica de roubo e fraude para os clientes! Nunca mais jogarei nesse sítio, e espero alertar as pessoas a não confiarem nesta entidade, ou se jogarem gravem todas as jogadas em vídeo! uma vergonha!
Sem serviço
Na passada quinta-feira dia 11/09/2025, o router da minha internet fixa avariou-se, reportei essa situação à WOO pela aplicação, porém ficou como estávam sem sistema na sexta feira tive de voltar a comunicar a situação para que fosse possível agendar um horário para que o técnico viesse a casa resolver a situacao. Ficou combinado a visita de um técnico para domingo dia 14/09/2025 e informaram me que para pedir um desconto na faturação só o poderia fazer após essa visita. Hoje pedi o desconto ao qual me foi negado, pois nao faz parte da politica da empresa. Se passar um dia sem pagar o serviço sou cortada, mas estar 3 dias sem serviço (serviço esse que é pago para usar durante UM mês completo) não há desconto na faturação.
Jogo no Milhão
Há anos que jogo online no euromilhões e totoloto. Acontece que em Setembro de 2016 acrescentaram ao euromilhões a obrigatoriedade de jogar np Milhão, o que acrescia em 1,80 a aposta semanal. Seria sorteada 4 ou 5 semanas por mês, o que dava as mesmas 4 ou 5 oportunidades de acertar. Neste momento pagamos o mesmo mas o resultado só é sorteado no último fim de semana de cada mês, pelo que o valor da aposto, que continua obrigatória, aumentou 4 ou 5 vezes mais... será isto legal?
Reembolso Despesas Táxi | Levantamento Caução
Exmos Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Record Go Rent a Car, relativamente a um aluguer realizado em Barcelona, Espanha, que resultou numa experiência completamente inaceitável, com prejuízos financeiros e transtornos pessoais significativos. 1. Identificação da situação Data e hora do incidente: 8 de setembro de 2025, às 15h30 Local do aluguer: Barcelona, Espanha Veículo fornecido: Hyundai Kona Caução exigida: 320 € (bloqueada no cartão de crédito) 2. Avaria do veículo O veículo alugado apresentou uma avaria súbita e grave, sem qualquer culpa da minha parte. Esta falha demonstra a falta de qualidade, fiabilidade e manutenção adequada da viatura disponibilizada pela empresa. 3. Assistência em viagem totalmente ineficaz Após a avaria, contatei a assistência em viagem fornecida pela empresa. Fui informado de que me seria disponibilizado transporte alternativo para o aeroporto. Contudo, permaneci mais de duas horas à espera de um táxi, realizando sucessivas chamadas ao apoio ao cliente, sem que qualquer solução eficaz fosse fornecida. Na última chamada, fui instruído a permanecer na rua, com malas e telemóvel na mão, aguardando um transporte que nunca chegou. Esta situação causou enorme stress, insegurança e desgaste emocional, além de colocar em risco a minha chegada a tempo do voo. 4. Custos adicionais indevidos Diante da ausência total de solução e da iminência de perder o voo, fui obrigado a pagar um táxi no valor de 212 €, para chegar ao aeroporto. A empresa informou que este valor seria reembolsado, mas condicionou o procedimento à passagem pelo balcão no aeroporto, algo impossível, dado que estava no limite do check-in. Até à data, não houve qualquer reembolso do valor pago. 5. Caução abusiva A Record Go manteve bloqueada a caução de 320 € no meu cartão de crédito, com ameaça de cobrança adicional de 103,73 € por combustível em falta. É evidente que a avaria e a falta de assistência impediram a entrega normal do veículo, pelo que qualquer cobrança com base nessa premissa é abusiva e ilegal. 6. Danos e prejuízos Financeiros: 212 € pagos indevidamente pelo táxi; 320 € de caução bloqueada. Pessoais: stress, ansiedade, desgaste emocional. Contratuais: incumprimento claro do contrato de aluguer e das obrigações de assistência em viagem. 7. Pedido de intervenção da DECO Solicito à DECO a intervenção junto da Record Go, exigindo: Reembolso imediato dos 212 € pagos pelo táxi. Libertação imediata da caução de 320 € bloqueada no cartão. Confirmação por escrito de que não haverá qualquer cobrança adicional relacionada com este aluguer. Avaliação de eventual compensação pelo transtorno causado. 8. Aviso formal Caso a empresa continue a manter esta postura abusiva, reservo-me o direito de: Registar reclamação no Livro de Reclamaciones Eletrónico em Espanha; Apresentar queixa junto das entidades de defesa do consumidor espanholas e portuguesas; Contestação junto do banco para bloquear débitos indevidos no cartão de crédito. Conclusão O sucedido constitui um grave incumprimento contratual e violação dos direitos do consumidor. Não admito qualquer imputação de custos ou responsabilidades decorrentes da avaria do veículo ou da falha da assistência em viagem. Solicito a intervenção imediata da DECO para que os meus direitos sejam assegurados e a empresa responsabilizada pelas práticas abusivas. Com os melhores cumprimentos, Atentamente, Maria Amália Martins Gonçalves Telemóvel: +351 964506963
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