Reclamações públicas
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Falta de Honestidade e Quebra Contratual
Venho, por meio desta, informar aos responsáveis que no dia 09/09/2010 efetuei a aquisição de uma viatura através da plataforma Auto1 de uma BMW 530d ano 2001 e desde o momento da chegada da viatura arrependi-me instantaneamente. Primeiro que a viatura não foi entregue no local designado, não por falta de espaço, simplesmente porque o motorista parou mais longe para fazer outra entrega e desceu meu carro no local, segundo a viatura não trabalhava por falta de bateria o que não estava exposto no relatório tecnico. Após esse detalhe, quando a viatura foi colocada a trabalhar vieram inúmeros problemas que também não estavam descritos no relatório tecnico e que obrigatoriamente deveriam estar por ser uma compra online, tais como: - Problemas elétricos não mencionados - Turbo não funciona - Diferencial avariadoEstes são apenas os principais problemas que foram enviados a empresa auto1, com relatório mecânico, orçamento na ordem dos 1.500 euros para conserto, fotografias, etc... Foi-nos respondido de forma humilhante pela empresa e emitido um voucher no valor de 128 euros, o que não corresponde nem a 10% do valor do prejuízo obtido na aquisição, ou melhor dizendo, que nem informados estavam, pois, se uma vez estivessem jamais teríamos efectuado a compra.Ressalto ainda que a viatura não continha o livro de revisões que mencionado estava no anuncio (que o tenho salvo) devidamente com os carimbos da marca e também a carta verde do seguro. (foi-nos entregue os documentos de um peugeot, que foi devolvido imediatamente) e até hoje não recebi o livro de revisões tão pouco a carta verde. Já foram notificados por diversas vezes via e-mail e nenhuma solução quanto a este tema nos por dada. Diante de todo o exposto, depois de termos sofrido preconceitos por sermos brasileiros, tanto eu quanto meu sócio, depois de diversos e-mails enviados sem nenhuma resposta, exigimos um retorno PROFISSIONAL da empresa AUTO1, a qual não indicamos para nenhum comerciante de veículos em Portugal. Solicitamos que seja feito um reembolso de um valor justo e que nos seja enviado o livro de revisões e a carta verde.Abaixo, segue link do vídeo comprobatório de tudo o que foi reclamadohttps://drive.google.com/file/d/1HFV1165CdX0GWHB16e57vQf1g0khv6O_/view?usp=drivesdk
Mudança de tarifários
Venho por este meio queixar-me relativamente a mudança de tarifários. Comprei o telemóvel iPhone 11 a prestações e para tal mudaram-me o tarifário para um com fidelização, no entanto disseram-me que depois de uma semana poderia mudar o tarifário para o anterior que tinha Moche. Liguei para a linha de apoio para mudar o tarifário ao qual me disseram que era impossível e induziram me a mudar para um tarifário superior. Liguei para a linha de apoio às reclamações e dizem que não posso fazer nada porque tenho contrato de 2 anos no entanto tal como referi anteriormente disseram me que podia mudar para o Moche o tarifário que tinha antes. Ainda me dirigi à loja para abater o preço total do telemóvel para assim mudar de tarifário mas disseram me que tinha contrato e só o podia rescindir se paga-se 240€. Alerto novamente que me induziram em erro que caso eu soubesse que não poderia mudar de tarifário (16,99€) não compraria o telemóvel nesta operadora.Espero uma resposta o mais breve possível,Daniela Vale
Centro Europeu de Línguas- + de 800eur Não me foram pagos...
A minha paixão pela Língua Alemã levou-me a candidatar a uma vaga existente no CEL, embora tivesse algum receio pelo que havia acontecido no ano anterior. O pagamento das minhas horas do ano lectivo -2017/18- não foi fácil e o mês de junho so foi pago em Outubro aquando do convite para formação no início deste ano 2018/19. Passei o ano a enviar mensagens ao Director do CEL, dizendo que o atraso de 4 meses começava a ser inaceitável e que suspenderia a minha actividade. E tive de o fazer. Parei, e pagaram um pouco da dívida. Após essa medida tão drástica que eu nunca, até então, havia tomado, nunca pensei que a mesma situação viesse a acontecer. Levei o curso muito a sério.- dispendi dinheiro em fotocópias, -utilizei artigos e produtos alemães que todos os alunos/formandos interessados num curso gostam de contactar e provar, -superámos os nossos objectivos, -o grupo/turma alcançou sucesso mais do que satisfatório, -fui presenteado pelos alunos na despedida, mas ...NÃO recebi qualquer pagamento de Março a Julho2019.Isto denota a falta de escrúpulos do CEL para qualquer formador dedicado.
Problemas com as mala de cabine
Escrevo esta reclamação pela situação que decorreu no meu voo FR2086 de dia 5 de Outubro de 2019 com destino a Milão. Ao chegar a porta de embarque com malas de cabine informaram-nos que a politica da empresa foi alterada e agora não é possivel levar estas malas se não for comprada a opção embarque prioritário na app da empresa. Esta opção estava esgotada então obrigaram-nos a pagar 50€ pelas 2 malas ou não embarcavamos. Dissemos que pagavamos mas não queriamos as malas no porão e foi-nos dito que não existia espaço na cabine, chegados ao avião o mesmo não se verificou existia imenso espaço livre nos compartimentos superiores. Na minha opinião o site e a aplicação da empresa tentam ocultar esta nova politica. O preço apresentado para a viagem não inclui a mala como até a pouco tempo incluia e isto não é explicito. O que estava escrito no nosso bilhete era que estava incluida uma mala pequena o que pode perfeitamente ser interpretado como mala de cabine das dimensões previamente utilizadas. Aliás após pesquisa no site a unica indicação desta mala pequena são as dimensões o que para o consumidor regular não é claro já que sem um aviso previo o hábito força a utilização da mala previamente considerada standard. A meu entender a Ryanair toma esta posição de modo propositado e premeditado para extorquir os clientes o que entendo violar os direitos do consumidor. Os preços dos serviços devem ser claros e não sujeitos a flutuações e encargos extra por motivos forjados e alterações no procedimento habitual devem ser comunicadas com clareza e antecedência. O preço de uma viagem não deve aumentar em 6, 12 ou 25€ conforme o preço que a empresa decide no ultimo momento metendo os clientes entre a espada e a parede. Presenciei a mesma situação acontecer no voo de regresso a muitos outros passageiros pelo que me parece que esta alteração está pouco clara para toda a gente.Foi me também negado acesso ao livro de reclamações na porta de embarque sendo que também não existe livro no terminal de desembarque (T1) só existindo no T2 o que dificulta o acesso ao livro de reclamações Assim já escrevi uma reclamação no livro da empresa pedindo a restituição do dinheiro cobrado, mas penso que esta politica está enraizada na empresa e não se deve a um engano. Assim gostaria de pedir a ajuda da Deco em defesa do consumidor para tentar travar este tipo de práticas predatórias.Obrigado
Propaganda enganosa
Venho por meio desta informar que fui vítima de propaganda enganosa da empresa MEO, pois o gerente comercial da MEO me ofereceu um pacote de serviços ao qual contratei de acordo com o que fui informado na propaganda ofertada por e-mail e a empresa MEO informa desconher o pacote com o valor acordado. Já efetuei reclamação formal para empresa, mas até o momento não fui atendido.A propaganda enganosa é proibida pelos Direitos do Consumidor e é considerado um crime. Se for vítima de publicidade enganosa tem o direito de reclamar à entidade responsável pela venda.Em Portugal as marcas e empresas que praticam publicidade enganosa cometem uma infracção, que está prevista no artigo 66 do Código do Consumidor, ficando sujeitos a uma multa ou uma pena de prisão de três a um ano. Este castigo pode também ser aplicado ao anunciante.Os Direitos do Consumidor impõe, para além da coima e multa, uma responsabilidade civil aos veiculadores de publicidade enganosa ou publicidade abusiva. O fornecedor é obrigado a cumprir com toda e qualquer informação publicitada.Venho por meio desta solicitar que seja honrado o que foi ofertado pelo Gestor Comercial da MEO. Desde já agradeço e fico no aguardo da resposta. Melhores cumprimentos Uilber
Atuação abusiva da Empresa
Exmos Senhores,Eu, Leopoldo Manuel Madeira Carvalho, portador do cartão do cidadão nº 06274681, válido até 13/09/2028, venho apresentar a seguinte queixa contra a Ecalma, Empresa Municipal de Estacionamento e Circulação de Almada, EM.:A viatura Citroen Berlingo, matrícula 90-AH-45, da qual sou o motorista habitual, estava estacionada, no dia 10/10/2019, pelas 16h15m, na Rua Padre António Vieira, Almada, junto à Escola António da Costa, em local onde não existe qualquer sinalização de proibição de estacionamento ou paragem de viaturas e onde costumam estar mais viaturas estacionadas, pelo que considero abusivo o reboque da viatura, apesar de poder concordar com a coima a aplicar, cuja contra-ordenação ainda não recebi, por a viatura estar estacionada em cima do passeio, como outras estão estacionadas diariamente no mesmo local, como posso comprovar por fotos do local A referida viatura foi rebocada para o parque da Ecalma no dia 10/10/2019 e deu entrada, em hora e condições que desconheço e que a empresa ainda não indicou oficialmente No dia 11/10/2019 desloquei-me às instalações da Ecalma, tendo chegado ao atendimento cerca das 16h25m e fui atendido cerca das 16h35, tendo liquidado as taxas correspondentes às 16h59m, conforme registado no talão multibanco, em anexo Por horários que só a Ecalma conhece, que não aceito e nem reconheço, declara que a permanência da viatura ultrapassou as primeiras 24 horas, tendo eu que pagar mais 23 euros por outro período de 24 horas, por um lapso de tempo, a confirmar pela Ecalma de 15m a 30m no máximo, com o que não concordo e que de acordo com a Portaria nº 1334-F/2010, de 31 de dezembro, a atuação da Ecalma é ilegal, e vejamos o artigo 13º desta portaria: Pelo depósito de um veículo à guarda da entidade competente para a fiscalização são devidas, por cada período de 24 horas, ou parte deste período, se ele não chegar a completar-se, (...). Assim, não concordo com a cobrança de 2 períodos de 24 horas e solicito a devolução da quantia de 23 euros, referente ao segundo período Por outro lado, o reboque e o manuseamento da viatura deve ter sido realizado em condições de total desprezo pela propriedade alheia, uma vez que a mesma apresenta duas amolgadelas (apesar de ligeiras estão lá) na parte dianteira esquerda, por cima da roda esquerda onde colocaram o bloqueador, conforme fotos que anexo, e que a Ecalma, de acordo com os seus registos, deverá comprovar que não foram os seus trabalhadores os causadores das referidas amolgadelas, caso contrário exijo a reparação da situação descrita.Sem outro assunto e aguardando uma resposta urgente, para que eu, em caso necessário, possa tomar as diligências contra a Ecalma, junto de outras entidades para ver satisfeitos os meus direitos de cidadão, consagrados na Constituição da República Portuguesa.Cumprimentos,Leopoldo Manuel Madeira Carvalho
EMEL
Exmos. Senhores,Antes de mais, apresento os meus melhores cumprimentos.Venho por esta via apresentar uma queixa / reclamação contra funcionário que ostensivamente se recusou esta manhã, dia 16 de Outubro, de 2019, pelas 10H06, a facilitar a entrada na Travessa da Queimada, no Bairro Alto, que dá acesso à Rua Diário de Notícias, onde está localizada a Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV, que é frequentada pela minha filha Vitória Teixeira da Costa, de 4 anos.Acontece, com regularidade, ter que aceder à Rua Diário de Notícias para levar e trazer a minha filha, o que se traduz num procedimento que demora cerca de 5 minutos. Por norma, a entrada é facilitada por todos os funcionários da EMEL – que simpaticamente acolhem o pedido de acesso.No entanto, já aconteceu várias vezes ser atendida por um funcionário (que será certamente fácil de identificar, visto que faço referência ao dia e hora da ocorrência) que se recusa a dar a sua identificação – ato a que é obrigado – e que impede de forma arrogante e autoritária o acesso à Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV.Ora, tal procedimento é inaceitável e venho comunicar que irei avançar com uma queixa formal no Livro de Reclamações da EMEL, à Deco, e à Câmara Municipal de Lisboa, de forma a garantir que este funcionário seja submetido a uma processo disciplinar pela sua falta de civismo e abuso de poder que muito tem prejudicado vários pais que tentam o acesso Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV, onde todos os dias têm de levar e ir buscar os seus filhos.Anexo a este email fotos que comprovam que foi negado o acesso à Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV de forma injusta e prepotente por parte do funcionário da EMEL que se encontrava de serviço no referido momento da ocorrência.Envio ainda uma imagem Print Screen da tentativa de apresentar esta queixa no Portal do Site da EMEL que prova que não foi possível.
Baterias do Leaf
Boa noite,Após a Nissan ter divulgado através dos concessionários, o preço das baterias de substituição para os seus veículos eléctricos, como proprietário fiquei frustrado com os preços divulgados.Para uma bateria de 40 Kw , o preço divulgado é de 24500€ + IVA, o que excede os 30.000€. Isto é o preço de um leaf a preço de fábrica. Significa que as viaturas ao fim de alguns anos são completamente descartáveis e inúteis. Com estes preços, é impensável substituir as baterias de uma viatura. Nós proprietários estamos desiludidos com Nissan,pois não têm consideração pelo cliente, o objectivo passa por vender carros novos, nem será com estas politicas que irão cativar potenciais clientes.Com esta reclamação, pretende-se que a marca repense a politica de preços das baterias para substituição.Vítor Terra
cessação de contrato sem fidelização
venho por este meio apresentar reclamação á entidade Geração Coragem, Lda com NIPC 513369546, por não ter aceite a cessação de contrato SEM fidelização, por me exigirem o pagamento da mensalidade do mês de novembro que só é paga até dia 8 Novembro. Suspendi o contrato durante os meses de julho, agosto e setembro e hoje 15 de outubro dirigi-me ás instalações do ginásio, para cancelar definitivamente o contrato. Exigiram-me o pagamento da mensalidade do mês de outubro de 24.99€ mais 5€ de coima devido devolução a debito direto, o qual eu paguei 29.99€. Mais informo que já não estou a ir ao ginásio.Informaram-me que o contrato nao poderia ser cancelado sem o pagamento do mês de novembro, o qual recusei pagar pois já não vou usufruir dos serviços do ginásio.Tendo em conta que assinei um contrato sem fidelização, o qual pagava uma mensalidade mais elevada, vejo-me no direito de não pagar mensalidade de novembro pois não pretendo mais usufruir dos serviços do ginásio. O que alegaram é que a comunicação da cessação do contrato deveria ter sido feita até dia 8 outubro e que no proximo mês novembro vão pedir novo pagamento. Expus reclamação no livro de Reclamações,que será enviada para a entidade competente. Situação não resolvida pela entidade.
Taxa cobrada injustamente
Exmos Srs,Desde de setembro de 2018 que criei o cartão ESN de Erasmus em que a Ryanair tem uma parceria. Ao longo deste ano reservei vários voos com o desconto da ESN sem quaisquer problemas. No entanto no meu penúltimo voo em que marquei com este desconto de Barcelona para o porto (número: ET2Z7F ) quando estava a meter a mala para o porão disseram-me que o meu nome de check-in estava como MARIA FRANCISCA e não era possível. Quando me dirige ao balcão disseram que tinha que alterar o nome do bilhete o que este serviço me iria custar 20€ para alterar o nome e ter MARIA FRANCISCA MACHADO. Mais tarde marquei uma passagem do porto para Marraquexe (V8GZSQ)onde tive o especial cuidado de verificar o meu nome. No entanto o site da Ryanair não me permitia mudar o nome de MARIA FRANCISCA para MARIA FRANCISCA MACHADO, isto porque marquei com a opção da ESN, e quando fiz o cartão e adicionei a minha informação no site da Ryanair este mesmo só aceitava com MARIA FRANCISCA, se metesse como MARIA FRANCISCA MACHADO não reconhecia a minha conta da ESN e não era possível aproveitar os descontos. No Voo para Marraquex ( V8GZSQ)deixei estar pois achei que não haveria qualquer problema visto que no passado não tive problemas e como o meu número de bi/passaporte está identificado não vi qualquer problema. No entanto ao efectuar a entrega da mala para o porão para este voo disseram me mais uma vez que não era possível viajar com o check in com este nome. Expliquei a minha situação e disse que realmente já me tinha acontecido este problema no entanto o site não me deixava mudar o nome. Direcionaram me para o balcão onde me foi dito que a única solução era cancelar o check in e voltar a fazer na hora no balcão o que me custaria 160€. Aqui disse que o mesmo caso já me tinha acontecido em Barcelona e apenas tive que pagar 20€ para me alterarem o nome e perguntei se não me poderia fazer o mesmo serviço, ao que me recusaram e disseram que não era possível. Como apenas paguei cerca de 30 € pelo o bilhete perguntei então se havia ainda lugares disponíveis no voo para marcar na hora um voo, ao que me disseram que não era possível (quando cheguei ao voo estavam vários lugares vazios). No momento aceitei pagar os 160€ pois como disse o tempo já estava escasso e simplesmente o staff não me estava a ajudar.Neste sentido, achei um abuso os 160€ pois disseram-me que a única solução era cancelar o check in e fazer na hora, sem dar qualquer explicação. De notar e voltando a repetir que tentei alterar o nome ao fazer a reserva do voo mas o site não me permitia pois estava a utilizar a opção da ESN. Também de notar que fiz várias viagens ao longo do ano em que não houve qualquer problema. De notar por fim, que não me foi dado nenhuma opção ou era aceitar o valor ou não ir e perder outros tantos euros, situação que, salvo melhor opinião, não é legalmente aceite e eticamente reprovável, visto que as condições foram adversas a minha pessoa.Perante o exposto e porque as condições das políticas da Ryanair, segundo um funcionário da companhia nos referiu mais tarde, não há qualquer problema em que o nome que aparece no bilhete não contenha o apelido (e mesmo que seja obrigatório o site por si nao me deixou alterar), pois existe o número de identificação do passaporte onde eu o apresentava na minha pose para conferir com o bilhete. Parece-me também falta de bom senso existir a opção de mudar o nome do bilhete na hora em Barcelona por 20€ e no porto ser impossível e não existir pelos vistos esse serviço, sendo a única solução cancelar e fazer o check-in por 160€.Parece-me assim ser do mais elementar bom senso que a Ryanair se digne a reembolsar-nos da grande quantia extra que fui obrigada a desembolsar que totalizou 160€ euros (já nem falando dos 20€ que paguei em Barcelona para alterar o nome do bilhete).NOTA: fiz esta mesma reclamação no site da ryanair ao qual me responderam ''Dear Ms Machado,We refer to your letter dated 02/10/2019.Whilst we note your dissatisfaction, we wish to confirm that our Terms and Conditions, which are also agreed to before purchase, detail that customer names can only be changed on payment of a customer name change fee via our website or through a Ryanair Reservations Centre.Passengers who have checked in online and wish to change a name in their booking can contact our reservation centre up to the day prior to flight departure to have their flight(s) unchecked. Our reservation centre numbers can be accessed via the below link:http://www.ryanair.com/ie/questions/contacting-customer-service Name changes are not possible if any flight sector in the booking has been flown.In accordance with Ryanair's General Terms and Conditions of Carriage all monies paid are non- refundable, therefore we are not in a position to process a refund of the fee paid on booking confirmation number V8GZSQ.We hope that clarifies the situation.Yours sincerely,J. GalO que me parece que nem leram com atenção a minha reclamação.
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