Reclamações públicas

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C. R.
19/03/2026

5 meses sem uma SOLUÇÃO para acessar o APP da TAP

Desde nov de 2025 venho pedindo ajuda à TAP para acessar minha conta no APP… SEM SUCESSO. Estou a menos de uma semana de viajar e preciso de acessar o APP para trocar milhas por mala E NÃO CONSIGO. Liguei 5X para 211 234 400 e a ultima reclamação é: 20260000457598 e CONTINUAM PEDINDO PARA AGUARDAR a resposta da FLYTAP. Uma vergonha, uma empresa nacional como a TAP, não ter um SAC pu OUVIDORIA para que o cliente possa reclamar do PÉSSIMO ATENDIMENTO do site e do telefone. Se eu tiver de viajar sem mala extra por este contratempo eu vou processar a empresa na JUSTIÇA BRASILEIRA… pois 5 meses para o Facebook responder é DEMAIS… e ainda SEM SOLUÇÃO. SO QUERO UMA MALA EXTRA A CUSTO DO APP E NÃO DA CHAMADA TELEFÓNICA

Encerrada
R. N.
19/03/2026

Má conduta e falta de transparência da Ayvens no acerto de IUC

Esta reclamação pretende expor uma má conduta que poderá ser recorrente por parte da Ayvens Portugal. Quando realizei um contrato de renting automóvel com a LeasePlan Portugal (Ayvens) em 2022, fui informado que seria realizada uma estimativa de IUC ponderada de acordo com os valores praticados naquele momento e que, no final do contrato, poderia existir um acerto por excesso ou defeito, de acordo com a evolução do IUC ao longo do tempo do contrato, mas que dificilmente seria substancial. No final do contrato, a Ayvens agiu de uma forma completamente diferente, recusando-se a justificar-se de forma documentada. A Ayvens Portugal insistiu em não esclarecer o lapso no cálculo do acerto de IUC ou o possível erro grosseiro na estimativa de IUC que realizou no início do contrato e não corrigiu ao longo do mesmo, nem mesmo durante a celebração do contrato de extensão em 2025. O valor que solicitam para o acerto de IUC não constitui um montante aceitável de acerto face a uma estimativa bem calculada, mas sim um valor arbitrário injustificado e sem critérios claros. Cometeram os seguintes erros ao longo deste processo: – Apresentaram, num simples ficheiro de Excel criado em janeiro de 2026, supostas parcelas mensais pagas por mim correspondentes ao IUC que, somadas, dariam uma estimativa anual de 83,52 euros, bastante inadequada considerando que o IUC real variou entre 103,12 e 111,46 euros ao longo do contrato (e já tinha um valor idêntico no ano anterior ao do início do contrato). – Nunca comprovaram de forma documentada que foram essas as parcelas efetivamente pagas no que respeita ao IUC, sendo que poderei na verdade ter pago parcelas de IUC superiores às que me foram apresentados nesse ficheiro de Excel. – Negaram-me de forma repetida um direito do consumidor ao recusarem dar quaisquer explicações sobre o critério utilizado para calcular a estimativa de IUC, de forma a justificar a discrepância considerável encontrada na suposta estimativa anual de 83,52 euros (fiz vários pedidos por email entre dezembro de 2025 e março de 2026, com respostas de recusa). – Adicionalmente, aquando do tema dos quilómetros a devolverem-me (percorri menos 21 mil quilómetros do que os contratados), informaram-me que a extensão de 1 ano ao contrato, que começou em janeiro de 2025, constituía na verdade um novo contrato e que, por isso, o valor a devolver por quilómetro seria o que estava expresso no documento da extensão, bastante inferior ao valor do quilómetro que estava expresso no contrato original de 2022, que ficou assim estranhamente anulado. No entanto, quando o assunto passou a ser o acerto de IUC, o discurso mudou e informaram-me que a parcela mensal relativa ao IUC não teria sofrido qualquer alteração ao longo de todo o contrato (incluindo o período da extensão), apesar de a mensalidade ter aumentado consideravelmente no período da extensão. Ou seja, por outras palavras, não terão corrigido a suposta estimativa errada, mesmo depois de saberem que o IUC real era muito superior e até aumentou ao longo dos anos. – Insistiram exaustivamente em que eu pagasse um valor de acerto de IUC elevado, que só pode ser considerado arbitrário, pois não prestaram quaisquer justificações documentadas a não ser um ficheiro simples de Excel criado no fim do contrato. Ameaçaram, mesmo, em transitar o processo para contencioso. Por já não ter paciência para continuar a solicitar explicações (troco emails com a Ayvens desde dezembro de 2025 sobre este assunto), realizei em 18 de março de 2026 o pagamento do valor que a Ayvens me exigiu, embora continue a discordar bastante do mesmo. Se me perguntam como pretendo que a entidade resolva esta reclamação, tenho de dizer que gostaria que a Ayvens assumisse, pelo menos, os erros que cometeu neste processo, bem como a falta de transparência, e encontrasse uma forma de compensar um cliente que nunca faltou com nenhum dos seus compromissos com a empresa. Informação adicional: valores reais do IUC e suposta estimativa da Ayvens para a viatura em questão ao longo dos anos: IUC 2021: 101,40 € IUC 2022: 103,12 € Estimativa da Ayvens em 2022 (suposta): 83,52 € IUC 2023: 108,32 € IUC 2024: 111,46 € IUC 2025: 111,46 € Cumprimentos, Ricardo Neves

Encerrada
D. G.
18/03/2026

Reparação em prazo ultrapassado

Exmos senhores Em 04/01/2026 adquiri um conjunto elétrico (placa e forno) Becken BFE98 mis instalação por 587,78€. A referência é 560789494588. Sucede que o forno deixou de funcionar. Comuniquei-vos o problema no dia 24 /02/2026 para proceder à reparação, cuja data foi agendada para dia 6 de Abril, ou seja, para uma data posterior aos 30 dias em que a reparação devia ser efetuada. Exijo que a reparação seja feita antes do fim do prazo dos 30 dias. Se tal nao acontecer, considerarei o incumprimento do contrato pela vossa parte, pelo que farei o necessário para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos

Resolvida
C. M.
18/03/2026

Cv maker pt

Exmos. Senhores, É o seguinte eu venho fazer reclamação de um serviço k n uso ja cancelei o cv maker 2 vezes ja paguei o cancelamento 2 vezes e mesmo assim continuam me tirando 19,90 da conta e ja mandei um email pedir o reembolso e nada solicito o reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo. Cumprimentos.

Encerrada
L. T.
18/03/2026

Devolução de dinheiro

Exc Senhores Fiz uma encomenda de material de mota, no dia 12/01/2026, a qual foi cobrada uma quantia de 115.67€ Nessa encomenda estava previsto a entrega de um oleo para a moto marca iPone. A encomenda nunca chegou porque a Eurobike não tinha o oleo em causa nem tinha previsão de entrega do mesmo. Solicitei a troca por oleo da mesma gama mas queriam que pagasse mais 10.36€ a qual recusei porque não tinha culpa de não o terem assim como ja tinha passado 1mês desde o pagamento do pedido. Dia 17/02/2026 , solicitei o cancelamento da encomenda e o reembolso da mesma visto não haver previsão de entrega e eu precisar do material. O processo de reembolso foi aberto no dia com previsão de pagamento a 14 dias. Dia 12/03/2026 após alguns contactos sobre o estado do reembolso foi-me solicitado o IBAN para transferencia, eu forneci o mesmo. Até à presente data não me fizeram o reembolso assim como não respondem às mensagens. Solicito o dinheiro ou a encomenda Cumprimentos

Encerrada
M. M.
18/03/2026
MEO

Reclamação formal por facturação indevida e violação dos deveres de informação

Exmo. Senhor Provedor MEO Assunto: Reclamação formal por facturação indevida, incumprimento contratual e violação dos deveres de informação Exmos. Senhores, Venho, pela presente, apresentar reclamação formal relativamente à actuação dessa entidade no âmbito da relação contratual estabelecida, a qual considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, nos termos da legislação aplicável.

Resolvida

Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade

Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros

Resolvida
M. A.
18/03/2026

Faturação incorreta recorrente exige correção imediata

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Endesa relativa ao envio recorrente de faturas incorretas, situação que se tem vindo a repetir sem resolução. Desde que realizei contrato com a Endesa, têm sido enviadas faturas do gás em valores exorbitantes, de forma claramente abusiva e não representante da realidade (na ordem dos 200 euros, mensalmente), dado que o contador está a zero. Junto anexo uma foto do mesmo. Ainda que esta situação tenha sido reportada desde a primeira ocorrência até ao final do contrato, o problema manteve-se porque mesmo após cessarmos contrato a Endesa insiste em enviar a última fatura com valores estimativos e não reais, sendo este só por si um abuso mas que acresce em gravidade por ainda adicionarem valores de juros por não pagamento de uma fatura que não é real e que já foi manifestada dezenas vezes sem resolução. Adicionalmente, quando ao fim de dezenas de chamadas nos foi finalmente informado que podemos submeter a leitura do contador no website via formulário, o botão para "Submeter" não faz absolutamente nada e quando tentamos criar conta há uma falha constante no registo do pedido. Venho por este meio reportar este problema, como tentativa desesperada de pressionar a resolução do problema pela via correta.

Resolvida
D. S.
18/03/2026

ReclamaFalta de resolução, prejuízos e pedido de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar mais uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela vossa entidade, que considero profundamente insatisfatório e lesivo. Desde o dia 28 de janeiro que me encontro sem telemóvel, sendo que foi nessa mesma data que o equipamento deu entrada pela primeira vez na vossa seguradora, ao abrigo da apólice n.º AD40104724. Até à presente data, a situação mantém-se sem qualquer resolução. Acresce que, apesar de não ter tido qualquer possibilidade de usufruir do equipamento desde então, foram-me cobradas as mensalidades correspondentes aos meses de fevereiro e março, o que considero totalmente inadmissível e injustificado. Ao longo deste período, efetuei inúmeras reclamações e contactos com os vossos assistentes, sem que me tenha sido apresentada qualquer solução concreta, nem um acompanhamento minimamente adequado. Destaco ainda a falta de disponibilidade e empatia demonstrada no atendimento ao cliente. Esta situação está a causar prejuízos diretos no meu negócio, obrigando-me a recorrer constantemente a outros equipamentos, com consequente perda de dados e falhas na comunicação profissional. Face ao exposto, venho por este meio exigir: O reembolso integral das mensalidades cobradas indevidamente durante o período em que estive sem acesso ao equipamento; A atribuição de um voucher no valor do equipamento em questão, como forma de compensação pela ausência prolongada de resolução e pelos transtornos causados. Solicito uma resolução urgente e definitiva desta situação, bem como uma resposta no mais curto prazo possível.

Encerrada
E. F.
18/03/2026

Via verde luz amarela

Sou titular de dois equipamentos (antigos) que foram comprados e mantidos em condições, ultimamente ao passar na via verde dão luz amarela, na área de cliente da via verde, estão a "forçar" a substituição pelos equipamentos de nova geração. Se no passado eu fiz um contrato e adquiri os equipamentos para poder usufruir do serviço, se a via verde alterou a tecnologia de funcionamento desse serviço e os meus equipamentos não são compatíveis, não concordo que não haja uma troca direta e gratuita mantendo as condições contratuais iniciais. Obrigado.

Encerrada

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